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Beleza Confusa

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Beleza Confusa

evaluări:
5/5 (7 evaluări)
Lungime:
234 pages
3 hours
Editor:
Lansat:
Dec 20, 2018
ISBN:
9781507122785
Format:
Carte

Descriere

Sinclair Jeffries pensou que sabia no que estava se metendo quando seu amigo gay Jesse Eddington a convenceu a representar sua namorada na festa de aniversário de casamento dos pais dele em Huntington Beach. Isto é, até que ela conheceu Reed, o irmão super sexy de Jesser, e acabou ganhando muito mais do que esperava. 
Reed Eddington achava que seu destino estava selado, até que conheceu Sinclair, a  "namorada" de seu irmão, mas a tensão sexual intensa entre eles é difícil de ignorar. Enquanto observa o esquema deles, ele se descobre querendo descobrir mais do que eles mostram em seu pequeno teatrinho. 

Editor:
Lansat:
Dec 20, 2018
ISBN:
9781507122785
Format:
Carte

Despre autor

New York Times and USA Today bestselling author, K.L. Middleton (Kristen Middleton) lives in the Midwest with her husband and daughters. She has written over thirty-nine books, including The Biker series, under pen name of Cassie Alexandra. She writes horror, romance, fantasy, and suspense. Visit her website at www.kristenmiddleton.com to learn more about her books.

Legat de Beleza Confusa

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Beleza Confusa - K.L. Middleton

Ransom

Beleza Confusa

––––––––

By K.L. Middleton

Copyright ©2013 by K.L. Middleton

Esta é uma obra puramente ficcional e quaisquer semelhanças com nomes, personagens e lugares são mera coincidência. A reprodução desta obra é proibida sem o consentimento do autor. O autor reconhece os proprietários de marca registrada de vários produtos que aparecem nesta obra de ficção, os quais foram usados sem permissão. A publicação/uso destas marcas registradas não é autorizada, associada ou patrocinada pelos proprietários das marcas registradas.

Como sempre,

Agradeço à minha família

e amigos

pelo apoio

e paciência

Edição:

Carolyn M. Pinard

http://carolynpinardconsults.wordpress.com

Conheça outros livros de K.L. Middleton at WWW.Kristenmiddleton.com e também no Facebook

Conteúdo

Prólogo........................................................7

Capítulo Um

Capítulo Dois

Capítulo Três8

Capítulo Quatro

Capítulo Cinco

Capítulo Seis.............................................69

Capítulo Sete

Capítulo Oito5

Capítulo Nove7

Capítulo Dez1

Capítulo Onze3

Capítulo Doze0

Capítulo Treze0

Capítulo Catorze

Capítulo Quinze

Capítulo Dezesseis68

Capítulo Dezessete

Capítulo Dezoito2

Capítulo Dezenove

Capítulo Vinte

Capítulo Vinte e Um3

Capítulo Vinte e Dois

Capítulo Vinte e Três

Capítulo Vinte e Quatro

Capítulo Vinte e Cinco

Capítulo Vinte e Seis

Capítulo Vinte e Sete

Capítulo Vinte e Oito

Capítulo Vinte e Nove

Capítulo Trinta

Capítulo Trinta e Um

Nota da Autora0

Prólogo

Michael

Ela olhou para mim e eu me perdi naqueles lindos olhos de esmeralda. Eles me mantinham prisioneiro – por minha própria vontade – desta linda criatura, que fazia meu coração doer a cada vez que me encontrava em sua presença. O desejo de provar aqueles doces lábios, e me enterrar profundamente no seu calor...

Atormentava minha alma.

Eu lutava para me controlar enquanto suas mãos deslizavam amavelmente pelo meu cabelo. Seu toque, gentil a princípio, se torna mais ousado conforme ela continua sua gloriosa exploração. Por dentro, estou rugindo de desejo enquanto imagino essas mãos hábeis envolvendo outras partes do meu corpo, seguidas por seus lábios cheios, suculentos...

É quase demais para aguentar.

Fecho os olhos e aperto a beirada da cadeira enquanto esses pensamentos maliciosos me consomem, grato porque meu colo está envolto em plástico. Tento pensar em coisas menos desejáveis, mas meu corpo se recusa a cooperar, e estou à beira de perder o controle. No momento em que penso que não vou mais conseguir me conter, a torneira é fechada, e ela diz meu nome...

Michael.

Ele rola pela língua dela como um carinho de amante – tão suave e sexy.

Abro os olhos e sorrio para esta linda feiticeira, desejando poder ver sua beleza para sempre.

Ela sorri de volta e me pede para segui-la.

Obedeço sem perguntar, porque estou tremendamente apaixonado por este lindo anjo. Verdade seja dita, eu a seguiria às profundezas do inferno se ela pedisse. Eu nem mesmo questionaria.

Sentei na cadeira dela, alisando o plástico entre minhas coxas enquanto nossos olhos se encontravam no reflexo do espelho. Ela abre sua linda boca e me pergunta como eu gostaria.

Faço uma pausa.

Meu pulso está acelerado e estou transbordando de desejo. Eu gostaria de nada mais do que tomá-la, naquele momento e lugar. Para torná-la minha e minha. Para destruir qualquer um que pudesse interferir ou ficar no caminho de nosso destino.

Mas por enquanto...

Acho que vou querer só um corte.

Capítulo Um

Sinclair

Já soube da novidade? perguntou Tiffany.

Estávamos nos fundos do salão, misturando tinturas de cabelo.

Que novidade? perguntei, tentando afastar uma mecha solta de cabelo dos meus olhos sem que caísse tintura neles.

Judy vendeu o salão.

Levantei a cabeça e eu a encarei, horrorizada. O quê? Quando?

Acho que o negócio foi fechado na noite passada. Ela vendeu pra um cara de Los Angeles.

Então vamos ser demitidas?

Não. Nada vai mudar além do proprietário. Ela vendeu para o filho de um de seus amigos para poder se aposentar.

Soltei um suspiro aliviado. "Jesus, você me assustou pra caramba. Não sei o que eu faria se o Tangled fosse fechado."

"Eu também não. De qualquer forma, mal posso esperar para conhecer o dono, disse a linda garota de dezenove anos. Judy disse que ele é absurdamente gostoso e que nós todos vamos amá-lo. Ele estará aqui na Segunda."

Aah, eu disse, misturando a cor. Ia ser legal ter outro cara no salão. Eu me perguntava se ele sabia alguma coisa sobre cabelo ou se ele era gay. Muitas vezes, isso era comum.

"Essa é a cor que a sua cliente quer? ela perguntou, apontando para a amostra que eu estava examinando. Vai ser uma grande mudança para ela."

Olhei para o cacho vermelho brilhante e assenti. Tentei convencê-la a não fazer isso, mas ela continua insistindo.

Tiffany pegou seu pote de tinta e se virou para sair. Bom, boa sorte com isso.

Eu bufei. Vou precisar de mais do que sorte.

Minha cliente, a Sra. Lancaster, era uma senhora pesada, corpulenta de seus cinquenta anos; uma mulher que normalmente era muito conservadora. Hoje, ela tinha trazido uma foto de uma celebridade de vinte e poucos anos que tinha um cabelo longo, vermelho vibrante, e queria aquela mesma cor. Infelizmente, na Sra. Lancaster, ia ficar parecendo uma cena de crime.

Ok, disse eu, depois de voltar para minha cadeira. Você está certa de que esta é a cor? perguntei, mostrando as mechas brilhantemente coloridas.

Sim, querida, ela disse, pegando a amostra gentilmente entre seus dedos. "Eu quero exatamente esta cor. Eu sei que vai ficar simplesmente adorável."

Forcei um sorriso. Então, tudo bem. Vamos lá.

Oh, não... oh, não, você não fez isso! gritou Felicia do outro lado do salão.

Eu me virei e olhei para o velhinho sentado na cadeira de Felicia, um enorme sorriso no rosto.

Oh, meu Deus, se desculpou uma senhora bem-apessoada que estava sentada em uma cadeira ao lado deles. Eu sinto muito. Henry! Você tem que se controlar!

"Não, eu sinto muito, disse Felicia, baixando a tesoura. Eu não vou cortar o cabelo desse senhor se ele for ficar colocando a boca em mim. Diabos, não."

Foi quando notei a frente da camiseta rosa vibrante de Felicia. Havia um ponto molhado no seu seio direito.

Henry, você ouviu isso? Você tem que se comportar! brigou a mulher. Ela se virou para Felicia. "Eu sinto muitíssimo. Meu irmão tem Mal de Alzheimer e nem sempre sabe o que está fazendo."

Eu vi o prazer nos olhos azuis aguados do velhinho e não tive dúvida de que ele sabia exatamente o que tinha feito. Felicia era uma mulher enorme e às vezes seu peito ficava no caminho. Uma vez ela cortou meu cabelo e eu tive sorte de não sair com dois olhos roxos.

Felicia pegou sua tesoura. Ok, mas se ele me tocar outra vez, ela estreitou os olhos. Eu vou cortar mais do que o cabelo dele.

Oh, meu Deus, murmurou minha cliente. Isso é melhor do que novela.

Eu sorri. Você pode dizer isso.

Pra mim, é só mais um dia no Tangled. Eu já tinha visto e ouvido de tudo, e era isso que fazia com que eu fosse trabalhar todos os dias. Eu amava meu trabalho e meus colegas, e não trocaria isso por nada nesse mundo.

Felizmente, Henry manteve suas mãos e sua boca longe de Felicia durante seu corte, enquanto terminava de colorir e pentear a Sra. Lancaster. Quando terminei, eu a virei de volta para o espelho e prendi a respiração enquanto olhávamos o resultado.

O que achou? perguntei.

Oh, meu Deus... ficou fabuloso! ela sorriu.

Suspirei aliviada. Ainda parecia chocante para mim, mas se ela tinha gostado, era tudo que importava.

Você parece uma nova mulher, eu disse, espirrando fixador no cabelo dela.

Ela me deu uma palmadinha amigável. "Na verdade, foi ideia do meu marido. Ele sempre adorou as ruivas."

Olhei para o reflexo do meu próprio cabelo ruivo no espelho e me perguntei se ele não quis dizer algo um pouquinho mais sutil do que a cor de ‘Ronald McDonald’ que ela escolheu.

Ela pegou minha mão e me puxou para mais perto. Diga, ela murmurou. Você também tinge a área púbica?

Ah, não, respondi. Você está por conta própria nessa região.

Ela mordeu o lábio inferior. Oh, merda. Talvez eu apenas raspe tudo.

Abri a boca para responder, mas mudei de ideia. Eu certamente não queria continuar aquela conversa específica.

Depois que ela pagou e saiu, corri para limpar minha cadeira. Eu tinha o final de semana de folga e iria passá-lo em Huntington Beach. Eu ainda tinha que fazer as malas antes de viajar e mal podia esperar para ir. Era a primeira vez que eu tinha um final de semana de folga em meses.

Pelo menos aquele velhote me deu uma gorjeta decente, declarou Felicia, segurando um maço de notas.

Ainda não consigo acreditar que ele fez aquilo, riu Tiffany. Que velhinho doido!

Ela assentiu e enfiou o dinheiro no sutiã. "O pior é que eu não tenho tido muita ação há quase dois meses, para no fim, ter minha teta chupada por um velhinho desdentado! ela bateu palmas e riu com vontade. Senhor, tenha piedade!"

Dois meses? bufei. "Isso não é nada. Pra mim, já faz mais de um ano."

Ela arregalou os olhos. "Um ano? Da próxima vez que o Henry tiver um agendamento, faremos com que você o atenda."

***

Isso nunca vai funcionar, eu disse a meu amigo, Jesse ao entrar em seu Jaguar, algumas horas mais tarde. "Acredite em mim, nós nunca vamos enganar ninguém."

Ele estendeu a mão e deu uma palmadinha no meu joelho. "Queridinha, isso vai funcionar. Tem que funcionar."

Coloquei meu cabelo atrás das orelhas. Então é melhor você parar de me chamar de ‘queridinha’ e desistir de se enfeitar a cada cinco minutos. Você nunca vai enganar seus pais se continuar agindo como uma princesa.

Jesse jogou sua cabeça perfeita para trás e gargalhou. Então ele parou abruptamente, e me encarou com falso veneno.

Eu sorri. Ei, só estou dizendo...

Deus, você é uma vadiazinha mal-humorada.

Balancei a cabeça. "Não, você requisitou esse título, meu bem, e eu não ousaria tirá-lo de você."

Olhando no retrovisor, ele passou os dedos pelos seus cabelos curtos com luzes loiras – que eu tinha feito para ele na noite anterior. E é por isso que você é minha melhor amiga, Sinclair. Você sabe como falar docemente comigo.

Eu ri. Mas, falando sério. O que você estava pensando ao me convidar?

"Bom, já que é o aniversário de vinte e cinco anos de casamento deles, eles esperam que eu traga uma companhia de sexo feminino. Certamente não posso trazer o Alex, Sin. Meus pais são uns babacas. Os dois. Eles nunca aceitariam o fato de que sou gay e com certeza iriam congelar meu fundo fiduciário se eles descobrissem a verdade. Ele roeu uma de suas unhas. E eu sei que parece superficial, mas eu não consigo viver sem aquele dinheiro."

Coloquei o cinto de segurança. Então você vai continuar mentindo para eles? Por quanto tempo você vai conseguir fazer isso?

Ele ligou o carro e o motor ronronou, como um gatinho de oitenta mil dólares. Pelo tempo que for necessário, Sin, pelo tempo que for necessário.

Quarenta minutos depois, depois de ouvir seu monólogo sobre seus amigos, sua carreira, e sua vida sexual, finalmente chegamos à casa de verão dos seus pais em Huntington Beach, uma luxuosa propriedade de frente para o oceano e que tirou meu fôlego.

Uau, suspirei, olhando para a massiva estrutura branca que gritava Riqueza, Poder, e Continuem sonhando, perdedores!

Eu sei, zombou Jesse. "Eles são podres de ricos, felizmente para mim. Mas também é dinheiro velho e ideais ainda mais velhos. Infelizmente para mim."

Eu só conhecia Jesse há oito meses, desde que ele foi ao Tangled pela primeira vez. No momento em que ele sentou sua bunda vestida de Armani na minha cadeira, tivemos uma ligação e eu virei sua cabeleireira pessoal e ele, um dos meus melhores amigos.

Então, o que exatamente você disse a eles sobre mim? perguntei, me sentindo nervosa agora que realmente estávamos indo em frente com isso.

A proposta tinha soado divertida na hora – um final de semana de festas, com celebridades, e uma chance de fugir da banalidade da minha própria vida. Fazia quase um ano que eu havia encontrado meu ex-noivo na cama com outra mulher e praticamente me tornei uma eremita logo em seguida. Minha vida era feita de trabalho, cuidar do meu mimado gato preto, Felix, e ler livrinhos de amor inúteis. Era chato e solitário, mas seguro, justamente o que eu precisava depois de ter meu coração partido por Shawn.

Jesse abriu um chiclete e colocou na boca. Ok, nós estamos saindo juntos há uns seis meses. Nada sério ainda.

Eu ergui as sobrancelhas. Ainda?

Bem, quer dizer, a gente já transou e tudo mais, ele disse, estourando uma bola de chiclete um pouco arrogantemente para um cara de vinte e quatro anos de idade.

Fingi um olhar chocado. Já? Foi bom?

Ele estufou o peito. Com toda certeza. E é por isso que você não vai me deixar sozinho, sua vadiazinha louca.

Eu ri e balancei a cabeça. Ai, irmão, você é muitooo arrogante.

Ele empalideceu. "Arrogante? Deus... odeio essa palavra."

Olhei para ele e me perguntei como é que os pais dele podiam acreditar que ele não fosse gay.

Bem, você poderia querer fingir ser ‘arrogante’. É uma característica que você encontra em muitos machões, disse eu, engrossando a voz.

"Sin, eu nunca fui um cara machão, e meus pais me conhecem por toda a vida. Eles só acham que eu sou um cara muito criativo e

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