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Na Ilha Deserta

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Na Ilha Deserta

Lungime:
127 pages
2 hours
Lansat:
Mar 23, 2016
ISBN:
9781524214227
Format:
Carte

Descriere

Voltam a reencontrar-se de uma forma misteriosa quando acordam numa ilha deserta, sozinhos e casados, rodeados de água, palmeiras, sol e uma cabana que estava preparada para os receber confortavelmente. Não conseguiam perceber o que acontecera e porque estavam ali.

Sem ter outra mulher à sua disposição para sexo ele deseja-a, usando-a e desprezando-a como fizera anteriormente, mas desta vez ele começa sem se aperceber a gostar dela. 

Lansat:
Mar 23, 2016
ISBN:
9781524214227
Format:
Carte

Despre autor

Mia Phlor was born in Portugal, she lived for many years in Germany and further on in the UK. She loves traveling, art, reading, martial arts, theater and suspense movies. Since she was a child she always created her own stories and reading, was her deep passion.  Starting to write for websites and blogging for many years in Portuguese and English, writing short novels at the same time, however, she only recently decided to start self-publishing some of her books. Romance novels: The Hook up Crazy for you The Best mistake Mistress Self-help eBooks: How to use Facebook for Business Marketing Tips 101 Small Business Ideas In Portuguese LIVROS de romance em português: Objeto Sexual – Coleção Erótica 1 O Encontro 2 Na Ilha Deserta 3 Desvendando o mistério O Preço da Fama Amante  

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Na Ilha Deserta - Mia Phlor

8

ÍNDICE

Capítulo 1

Capítulo 2

Capítulo 3

Capítulo 4

Capítulo 5

Capítulo 6

Capítulo 7

Capítulo 8

Anteriormente... (Livro 1)

Farta de levar uma vida monótona Carolina decide ter uma aventura sexual e nunca mais o ver, mas o destino encarrega-se de lhe pregar uma partida, ela apaixona-se por J.P., mas ele só a quis por um dia de sexo intenso com momentos escaldantes.

Ela tenta voltar a vê-lo, mas ele continua a amar outra mulher que lhe destrói o coração diariamente e não está interessado em Carolina.

Tentando diversas abordagens, ele continua a não querer nada com ela, destroçada Carolina decide voltar para o ex-namorado e na noite em que é pedida em casamento com um anel de diamantes no dedo ela reencontra J.P. por breves momentos. Ele beija-a e ela sai correndo.

Mas eles voltam a encontrar-se e são obrigados a passar 7 dias completamente sozinhos numa ilha deserta...

Capítulo 1

Carolina acorda desnorteada numa cama de casal que não a sua, sente-se desconfortavelmente apertada como se estivesse amarrada ou numa camisa-de-forças, olha para o seu corpo confusa para se certificar de que esta bem, e vê incrédula que está dentro de um vestido de noiva.

Aterrorizada olha para o vulto que se encontra ao lado e reconhece imediatamente que é J.P., ele está deitado na cama ao lado dela, vestido com um fato de noivo.

Assim que ela se começa a mexer numa tentativa lenta e penosa para se levantar, J.P. acorda ao mesmo tempo, olham admirados um para o outro, atordoados por estarem ali.

Mas ali onde?

E porque estão juntos numa cama vestidos de noivos?

Jogaram as mãos à cabeça numa tentativa de aliviar a dor que estavam a sentir, parecia que a cabeça lhes queria explodir.

O que é que se estava a passar?

O que estas aqui a fazer?

Onde estou?

Questionaram-se um ao para o outro em silêncio, sem encontrar a resposta na expressão confusa que cada um deixava transparecer.

Tinham uma tremenda dor de cabeça, não sabiam bem se era uma enxaqueca ou uma ressaca nem conseguiam perceber porque estavam a sentir-se daquela forma.

Eles não sabiam onde estavam, olharam à volta antes de conseguirem falar um com o outro, para tentar perceber o que é que se estava a passar, mas nada.

A confusão era tal que eles ainda não percebiam se estavam num sonho, num pesadelo ou se era mesmo real.

Demoraram uns bons 10 minutos para perceber que não era um sonho, e que tudo o que estava a acontecer era bem real.

Não conseguiam articular uma palavra, precisavam perceber o que se passava, queriam respostas antes de abrir a boca, por isso os olhares procuram as respostas à sua volta, obrigando-os a ficar ainda mais confusos.

Quando os seus cérebros começaram finalmente a processar o que estava ao redor, e perceberam que não estavam a sonhar, repararam que estavam num quarto de uma cabana, viam as paredes do quarto em madeira, os poucos móveis dispostos no quarto eram feitos de madeira tropical. Olhando em redor percebiam que existia uma harmonia entre a madeira tropical e tecidos brancos.

A cabana tinha umas janelas enormes que iam até ao chão, estavam abertas, aos poucos eles começaram a sentir o contraste do ar fresco no quarto com o ar quente vindo de fora. Percebendo agora que deveriam estar perto do mar, dava para sentir o cheiro do mar, mas não era um cheiro forte a maresia, era um cheiro subtil que mal se sentia. Agora percebiam que havia mar ali perto e começaram a ouvi-lo a chegar à praia, ouviam o barulho da água terminar na areia.

A cama onde ainda permaneciam, era um dossel com cortinados brancos e de tecido delicado a voarem ligeiramente ao sabor da ventoinha no teto.

Os lençóis de cama eram brancos, pelo toque pareciam ser de algodão e havia pétalas de cor brancas e vermelhas espalhadas por todo lado, na cama, coladas aos braços deles, no cabelo, havia pétalas na roupa que tinham vestido, e espalhadas pelo chão.

Existia um banco em madeira aos pés da cama, uma cómoda em madeira tropical com um espelho enorme pendurado por cima, e um roupeiro também de madeira com quatro portas.

Carolina tentou sacudir as pétalas do seu corpo, segurou numa das pétalas levando-a ao nariz para cheirar mas não tinham cheiro, olhou com atenção para uma pétala e percebeu que eram de plástico.

Levantou-se a custo da cama e sentou-se na ponta, com a cabeça entre as mãos, parecia que a cabeça lhe pesava uma tonelada.

Olhou de relance para J.P., que entretanto também fazia o mesmo esforço para se levantar. Ficando sentado de costas para ela, com a cabeça apoiada num dos braços, gemendo e lamentando-se baixinho.

Ele começou lentamente a despir-se, sentia-se tão cansado como se tivesse acabado de correr uma maratona, ele sentia que esta seria a última tarefa que conseguia executar antes de cair para o lado, tinha o corpo todo suado por estar enfiado numa fato com camisa, paletó, casaco e gravata que entretanto já estava meio desabotoada, ele estava todo suado e o suor pingava-lhe agora das têmporas para a roupa. Deixando as calças e a camisa desabotoada.

Através da janela Carolina observa não muito longe uma linha de água azul muito transparente, onde acabava a água começava uma praia de areia branca que encandeia com o sol refletido nela e Carolina precisava piscar os olhos para continuar a observar a vista com a sua cabeça pesada entre as mãos, era demasiada claridade e ela precisa fechar os olhos por uns instantes até voltar a ter coragem para olhar novamente para a claridade.

Percebe que da praia até à cabana é muito perto, estando esse espaço repleto de palmeiras a maioria delas um bocado tombadas, entre as palmeiras existiam algumas bananeiras, não haviam muitas palmeiras que crescem em linha reta em direção ao céu, praticamente todas tombavam a uma certa altura, sabia que era por causa do peso e por causa do vento.

Que raio, estar a preocupar-se com palmeiras numa altura destas – pensava Carolina.

Ela continuava sentada, não via movimento de pessoas, barcos ou do quer que seja de onde estava, não havia vozes, não havia azafama humana. Só ouvia o chilrear dos pássaros e o barulho das ondas a chegarem à praia.

Quando finalmente conseguiram abrir a boca para falarem um com o outro, sentiram a boca seca, precisavam beber água urgentemente. Não sabiam se era do calor que fazia ou da ressaca que tinham ou de ambas as coisas, só sabiam que precisavam de beber água.

Levantaram-se lentamente da cama, tentaram com esforço falar um com o outro.

Perguntaram um ao outro onde estavam, na esperança de obterem uma resposta, mas nenhum conseguiu responder à pergunta, apenas gesticulando com as mãos e encolhendo os ombros e abanando a cabeça devagar negativamente.

Do quarto havia uma porta para um pequeno corredor vendo que dava acesso a uma casa de banho.

Quando passaram no corredor, olharam para dentro e viram que a casa de banho era enorme, com janelas enormes com a mesma vista que tinham do quarto, havia um duche duplo, uma banheira dupla junto à janela, estava tudo decorado com conchas gigantes, velas e flores naturais tropicais. No lavatório duplo havia 2 cestos com produtos para o banho.

Ao atravessarem o corredor descobriram que dava acesso a uma sala e cozinha tipo americana mas toda equipada com modernos eletrodomésticos, os móveis continuavam a ser de madeira tropical.

Assim que descobriram onde estava o frigorífico, dirigiram-se para ele na esperança de conter água fresca para beberem e refrescarem o corpo. Abriram o frigorífico e la estavam pequenas garrafas de água frescas, cada um tirou uma garrafa e beberam a água toda de uma só vez.

Após saciarem a sede que urgia dos seus corpos, obrigando-os aos poucos a regular a temperatura e de se sentirem ligeiramente melhor.

Olharam agora pela primeira vez bem um para o outro, reparando que estavam ambos vestidos de noivos.

Porque é que estas assim vestido?

Ele olha para a roupa dele dos pés à cabeça, encolhe os ombros para ela e diz:

Não faço a mínima ideia, e tu porque é que estas vestida de noiva?!

A reação dela foi a mesma, não fazia a menor ideia.

Da última vez que se lembrava estar noiva era de Nils, o que é que se estaria a passar aqui?

Era tudo tão confuso.

O que é que estava a acontecer?

Estavam os dois completamente desorientados mas de uma forma catatónica.

Queriam respostas, mas não se lembravam de nada, não sabiam como tinham ido ali parar.

E o que significava estarem os dois vestidos de noivos?

Será que ela casou com Nils, ou ia casar com Nils e não se lembrou ou será ...

Oh meu Deus

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