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O Namorado Bilionário Acidental: Um romance sobre a Família Kavanagh

O Namorado Bilionário Acidental: Um romance sobre a Família Kavanagh

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O Namorado Bilionário Acidental: Um romance sobre a Família Kavanagh

evaluări:
5/5 (6 evaluări)
Lungime:
219 pages
4 hours
Lansat:
Jul 15, 2019
ISBN:
9781547581689
Format:
Carte

Descriere

Sobre O NAMORADO BILIONÁRIO ACIDENTAL

A vida de Amy Grant está exatamente como ela quer. Ela tem quase trinta, tem um bom relacionamento com sua mãe, bons amigos, e sua carreira como promotora assistente está seguindo os trilhos em direção ao sucesso. Sua vida amorosa é um pouco desanimadora, mas tudo bem. Ela não quer um relacionamento, já que tem um dom estranho de escolher caras que não são bons para ela. Caras parecidos demais com seu pai, que abandonou a ela e sua mãe. Mas a vida cuidadosamente planejada de Amy se depara com complicações quando ela acorda casada com o irmão do homem que ela colocou atrás das grades há dois anos. Um homem tão errado para ela, que ela fugiu do quarto de hotel em Vegas assim que ele ergueu seu sorriso perfeito.

Mas não importa o quão longe e rápido Amy corra, ela não consegue tirar o charmoso Zac Kavanagh de seus pensamentos, ou de sua vida. E logo ela vai descobrir que estar casada com um Kavanagh está acompanhado com amarras. Amarras que se selam com nós quando ela começa a ter sentimentos por Zac. O que ele e sua família farão ao descobrirem o que ela fez?

Lansat:
Jul 15, 2019
ISBN:
9781547581689
Format:
Carte

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O Namorado Bilionário Acidental - Kendra Little

agora.

O Namorado Bilionário

Acidental

Um Romance sobre a Familia Kavanagh

Kendra Little

––––––––

Traduzido por Joice Faustino 

O NAMORADO BILIONÁRIO ACIDENTAL

Escrito por Kendra Little

Copyright © 2019 Kendra Little

Todos os direitos reservados

Distribuído por Babelcube, Inc.

www.babelcube.com

Traduzido por Joice Faustino

Babelcube Books e Babelcube são marcas comerciais da Babelcube Inc.

CAPÍTULO 1

O cara delicioso e nu deitado ao meu lado me fez desejar lembrar-me da noite passada.

Ele dormia sobre seu estômago e seu rosto estava virado para o outro lado, contra o travesseiro. Eu só esperava que ele não tivesse um nariz de tucano ou fosse coberto por espinhas...

Não, nada disso importava. Recusei-me a olhar para qualquer coisa ao norte de sua clavícula. Eu prometi às minhas amigas — eu me prometi — que afastaria minhas inibições e me divertiria nesse final de semana. Isso é o que garotas solteiras faziam em Vegas. Aparentemente. Era minha primeira vez na Cidade do Pecado e, até então, considerando as memórias faltantes e o gostosão pelado, eu estava me saindo bem com a ideia de sem inibições, sem consequências.

Um momento de pânico se encravou em meu peito e me arrastei para a beira da cama. Nós não estávamos no meu quarto de hotel. O meu vinha com 2 outras mulheres, e não tinha espaço para alongamentos, nem para receber visitas masculinas. Esse quarto era mais próximo a uma suíte. Ou seria uma casa? Nós estávamos em um quarto maior que todo meu apartamento em Roxburg. O cômodo era decorado em vermelho e preto com reis e rainhas de copas inseridos em painéis de parede, atrás dos quais provavelmente se encontravam guarda-roupas. Um sofá estava acomodado em uma plataforma próxima à janela. Imaginei como seria a vista quando as cortinas estivessem abertas. Puxei os lençóis e virol de seda para cobrir minha nudez. Não que o desconhecido estivesse olhando. Considerando sua respiração uniforme, ele dormia profundamente.

Respire fundo, Amy. Só porque eu estava em um quarto estranho com um cara estranho não significava que eu tinha chegado ao meu limite. Só porque esse tipo de coisa nunca aconteceu comigo, não significava que eu estava em perigo. Mas, por precaução, talvez eu cairia fora antes que ele acordasse.

Contudo, seria uma pena não ver o rosto dele e talvez pegar seu número. Katy e Jemma se irritariam se eu o fizesse, já que aquele não era o acordo. Elas queriam que eu ficasse com alguém, me divertisse anonimamente e depois fosse embora, sem compromisso. Eu não era muito boa com aquela parte. Partir e dizer não sempre foram meus problemas em relacionamentos. Na verdade, começar um relacionamento com caras legais era meu verdadeiro problema, mas eu não lembrei minhas amigas desse fato. Elas estavam tão animadas para me trazer para Vegas durante o final de semana, e eu precisava de uma distração do trabalho.

Acho que o dono daqueles ombros deliciosos poderia se qualificar como distração. A pele dele era bronzeada contra o lençol branco feito neve que mal cobria sua bunda. Duas pequenas covinhas beijavam sua pele em ambos lados da base de sua coluna. Tiras de músculo definiam o resto de suas costas, mesmo relaxados, pareciam rígidos. Ele tinha ombros pelos quais garotas derreteriam, ou nos quais elas se agarrariam. O desconhecido deveria malhar, ou, talvez, no seu trabalho ele tivesse que carregar itens pesados. Viciados em academia ou fisiculturistas não eram meu tipo, mas eu não estava ali para encontrar meu tipo. Eu estava em Vegas para transar e me divertir. Eu não tinha dúvidas que havia experienciado as duas coisas na noite passada. Se ao menos eu conseguisse me lembrar.

A única coisa que eu lembrava era o motivo pelo qual eu normalmente não bebia muito — drinks e Amy Grant não se misturavam. Lapsos de memória não combinavam com uma promotora assistente que deseja subir para o topo de sua carreira. Algumas festas durante meus anos de faculdade me ensinaram isso. Depois que me formei, passei a beber um ou dois copos de vinho. Essa era eu, sempre sensata.

A garota sensata estava caindo fora enquanto o gostosão continuava dormindo. Eu levantei a coberta e balancei minhas pernas para fora da cama. Os músculos trêmulos nas minhas coxas me informaram que definitivamente eu havia transado na noite passada, e muito. Só esperava que nós tivéssemos usado proteção. Talvez eu devesse checar na lixeira...

— Hmmm, — a voz abafada saiu do desconhecido. Sua mão apalpou o espaço vazio na cama onde eu estava deitada segundos antes. Ele suspirou e começou a se virar. — Não vá ainda, Amy.

Ofeguei. Merda! O cara piscando, sonolento, em minha direção era estonteante. Cílios grossos e escuros emolduravam seus olhos azuis que mesmo com as pálpebras um pouco baixas pareciam perfurar através de mim. Suas bochechas eram definidas, mas não proeminentes, já seu maxilar era forte e a barba por fazer matinal produzia uma aura um pouco rebelde. Os lábios dele... Minha nossa. Os lábios dele eram perfeição, não eram delicados e femininos demais, mas também não eram grosseiros. Eu queria contorná-los com a ponta dos meus dedos, ou meus lábios. Seus lábios se estenderam em um sorriso que era hesitante e doce, convidando-me a me juntar a ele na cama de novo.

Mas não foi seu sorriso ou seu rosto bonito demais que me deu nós no estômago. Foi ele. Eu o conhecia, mesmo que nunca nos encontramos antes. Bem, não antes da noite passada. Ele era Zac Kavanagh, o quarto filho de uma das família mais ricas de Roxburg, um playboy, e — se esses dois fatos já não fossem ruins suficientes — ele era o irmão mais velho de Damon Kavanagh, quem eu ajudei a colocar atrás das grades há dois anos.

Ele não devia se lembrar de me ver no tribunal, ou não estaria me convidando a voltar para sua cama. Eu me lembrava do olhar brutalmente frio com o qual sua mãe me cobriu no dia em que a condenação foi lida pelo representante do júri. Se o olhar pudesse matar, meu time e eu estaríamos a sete palmos. Admito que nenhum dos Kavanaghs prestou muita atenção no nosso time, mas sem dúvidas eles haviam me visto.

Zac não mostrava qualquer sinal de reconhecimento. Eu havia mudado desde então. Eu cortei meu cabelo mais curto e o pintei de loiro. E longe das minhas roupas para o tribunal, terno e jaqueta, imagino que eu parecesse diferente. Era possível que ele não tivesse me reconhecido.

Apenas outra razão para fugir antes que a luz do dia e sobriedade possibilitassem que ele visse com quem havia passado a noite.

Zac se apoiou em seus cotovelos e me escaneou de cima a baixo. O sorriso se alargou. Eu agarrei o travesseiro e o coloquei na minha frente, escondendo todos os pontos importantes.

Ele ergueu seu olhar para o meu, deixando de sorrir, e se sentou. O lençol se amontoou em seu colo, revelando um caminho da felicidade embaixo de seu tanquinho. Quem poderia imaginar que o estonteante Zac Kavanagh tinha um corpo de parar o trânsito?

— Acho que é tarde demais para ficar tímida. — Ele disse.

— Eu... Um... — Excelente, Amy. Muito impressionante. — Eu tenho que ir. — Olhei ao redor, procurando pelas minhas roupas mas apenas encontrei meus saltos altos, abandonados no chão como se eu os tivesse jogado ali. Eu não joguei meus sapatos, especialmente sapatos caros. Normalmente eu os colocava juntos, com cuidado, no guarda-roupa ou em um canto, talvez os enfiasse embaixo da cama. Eu deveria estar verdadeiramente bêbada para descartá-los daquela forma. Aqueles stilettos prata provavelmente eram os responsáveis por me colocar naquela confusão para começo de conversa. Definitivamente, eles eram um belo par de sapatos que me faziam parecer mais alta e magra. Isso e o vestido preto justo. Onde estava meu vestido?

— Suas roupas estão na sala de estar, — Zac disse, acenando para a porta. — Nós nos despimos lá. — Os olhos dele deslizaram para os saltos. — Só mantivemos os poucos itens importantes que foram classificados como necessários.

Classificados como necessários? Que diabos?

Eu não queria conversar com ele. Talvez ele soubesse meu nome, mas ele não sabia quem eu era, e ficar para bater um papo só revelaria demais. Sem contar que Zac Kavanagh era um playboy, com mais conquistas que estrelas no céu. Todo mundo sabia disso. Ele estava nos jornais semana sim, semana não, com uma garota diferente em seus braços, normalmente uma modelo ou atriz, sempre de longas pernas e linda. Como diabos eu acabei caindo na armadilha desse cara? Ele era o tipo de homem que eu evitava como mau cheiro. Bonito demais para seu próprio bem, muito arrogante para ser sincero, muito rico e bajulado para se importar com qualquer um além dele mesmo. Eu era melhor que isso, mais inteligente. Eu não deveria ter acabado no quarto dele.

Assim que eu voltasse para o meu quarto de hotel, eu teria uma conversa séria com Katy e Jemma. Primeiramente, elas não deveriam me deixar beber ao ponto que eu acabasse falando com alguém tipo o Zac, e em segundo lugar, se eu o fizesse, elas não deveriam ter me deixado ir para o quarto dele sozinha.

— Amy, volte para cama, — ele falou manhoso. Sim, manhoso. Ele tinha uma voz suave e insistente perfeitamente aperfeiçoada. — Você não precisa ir embora ainda.

— Minhas amigas estão esperando por mim.

— Elas falaram para ficarmos à vontade. — Ele franziu a testa. — Elas falaram para dormirmos até mais tarde, relaxarmos e elas se encontrariam com a gente depois. Você não lembra?

Eu abracei o travesseiro mais forte.

— Não exatamente...

Ele parecia estar... desapontado? Há! Sem dúvidas ele deveria se orgulhar de ser capaz de oferecer um desempenho memorável na cama. Bufei, mas tentei cobrir minha reação com uma tosse.

Zac afastou os lençóis e saiu da cama. Não olhe para baixo, Amy. Ok, eu olhei. Eu sou humana. Bom. Muito, muito bom mesmo, ainda mais meio ereto como estava. Eu forcei meu olhar de volta para seu rosto, mas não era uma boa ideia. Ele estava sorrindo de canto dos lábios, como se ele soubesse que eu estava admirando seu pacote.

— Me conte o que você lembra. — Ele pediu.

De forma alguma eu me enfiaria em um bate-papo com esse cara.

— Olha, isso foi um erro. Eu vou emb-

— Um erro? — Ele deu um passo para perto de mim e ergueu sua mão como se fosse me segurar.

Eu me afastei e ele piscou rapidamente. Zac abaixou sua mão, encarando-a, então cerrou seus punhos nas laterais de seu corpo.

— Sim. — Eu disse, me dirigindo para a porta. — Eu não te conheço. Eu não costumo dormir com estranhos.

— Nós nós conhecemos bem antes de... — Ele sacudiu sua cabeça para a cama. — Nós conversamos por horas.

Merda, eu contei onde e com o que eu trabalhava? Ele sabia que a situação do irmão dele era parcialmente minha culpa? Okay, Damon Kavanagh cometeu o crime e aquilo não era minha culpa, mas o motivo pelo qual ele foi condenado à pena de cinco anos por agressão era. Eu sugeri a ideia de reivindicar uma punição mais severa e transformá-lo em um exemplo. Damon Kavanagh era famoso e quase matou um cara com suas próprias mãos. Imaginei que justificava. Nós apresentamos seus antecedentes para descartar as alegações de legítima defesa feitas por seus advogados e o júri o condenou. Cinco anos não era muito tempo mas parece ter sido um baque grande para a família naquela época. Todos eles saíram do tribunal em choque.

Zac definitivamente não sabia quem eu era, se soubesse ele não teria nem se aproximado de mim, e não gostaria que eu pulasse de novo na cama com ele.

— Parece ótimo. — Falei, dando de ombros. — Mas eu não me lembro de nada.

— Mas você não bebeu muito. Talvez alguns poucos drinks, e foi isso.

— Eu sou fraca para bebidas.

— Claramente. — Os cantos dos seus lábios se ergueram, como se lembrasse de algo que eu fiz na noite passada que realçava tal afirmação. Eu queria perguntar, mas não ousei. Aliás, eu não queria saber quais atos humilhantes cometi. Já era ruim suficiente estar nua em frente a  Zac Kavanagh em carne e osso! Sem contar que ele estava nu também. Ele tinha um corpo incrível. O meu era magro e pequeno em todos os lugares errados. Já ele... Não tinha nada de pequeno sobre ele.

— Certo, eu vou embora agora. — Eu continuei me afastado na direção que acreditei que fosse a da porta. Mas errei e trombei contra a parede.

Ele pressionou seus lábios um contra o outro, possivelmente tentando esconder o sorriso em frente a minha conduta patética e desajeitada. Bastardo. Segui meu caminho ao longo da parede até encontrar a porta. Recuei até ela. Se eu a fechasse, poderia me virar e olhar para onde estava indo.

— Espere. — Ele devia ter adivinhado o que eu pretendia fazer, já que atravessou a soleira da porta a passos largos, direto para onde eu estava. Mais uma vez ele ergueu sua mão, como se fosse me segurar, mas a abaixou antes que nos tocássemos. — Agora que você está sóbria, você pode me conhecer de novo. Eu vou pedir café da manhã.

— Não. Está tudo bem.

Uma pequena linha voltou a cortar a ponte do seu nariz.

— Você quer sair para comer café da manhã?

— Não! Eu só quero voltar para o meu quarto.

— Ah. — Aquela única, pesada exclamação caiu entre nós como uma pedra. Acho que Zac não estava acostumado com mulheres dizendo não para ele.

Foi minha vez de sorrir, de canto de boca, e a sensação era ótima.

— Licença, eu preciso me vestir. Sozinha.

Ele arrastou sua mão por seus cabelos, mas eles já estavam bagunçados das horas de sono e por causa de tudo que fizéssemos antes disso. Minhas coxas estremeceram e o interior da minhas partes íntimas pulsou. Parece que meu corpo se lembrava dos bons tempos que dividimos, mas minha mente não.

Ele vasculhou ao redor e encontrou o que estava procurando. Segui seu olhar até meu vestido, meio escondido embaixo do sofá. Meu maravilhoso vestido de seda, que eu guardava para ocasiões especiais estava fazendo companhia para a poeira embaixo do sofá. Que diabos?

Eu o agarrei logo que Zac o ofereceu para mim. Infelizmente, isso fez com que o travesseiro deslizasse para baixo, revelando meu seio direito. Seu olhar instantaneamente voou para a área, claro. Cobri-me novamente, mas o estrago já tinha sido feito. O olhar de Zac se aqueceu e seu pênis endureceu. Esse cara não era sútil.

— Se importa? — Rosnei.

A maioria dos caras decentes pediria desculpa, talvez coraria por causa da encarada inapropriada, mas Zac apenas sorriu.

— O que eu posso dizer? Você é a mulher mais sexy que eu já tive o prazer de ver nua faz um bom tempo.

— Claro. Você usa essa cantada com todo mundo?

Aquela afirmação eliminou seu sorriso.

— Não.

— Aham,

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