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evaluări:
4.5/5 (3 evaluări)
Lungime:
220 pages
3 hours
Lansat:
Mar 29, 2018
ISBN:
9788584422906
Format:
Carte

Descriere

Eu nunca pensei que Sophie partiria. Ela era minha. Ela será minha. Ela apenas não sabe disso ainda.Meu novo objetivo será: selar o acordo e abalar seu mundo de modo que ela jamais queira partir novamente.Nessa apaixonante sequência de Doce mentira, Colton não admite que Sophie tenha partido e fará todo o necessário para reconquistá-la e fazer com que perceba que foram feitos um para o outro. Mas, após uma grande perda, Sophie conseguirá encontrar forças para seguir adiante junto do homem que ama?
Lansat:
Mar 29, 2018
ISBN:
9788584422906
Format:
Carte


Legat de Doce Amor

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Doce Amor - Odete Miranda de Oliveira

DOCE AMOR

Não esperava ver Sophie ir embora, sobretudo com sua virgindade intacta. Ela era minha. Ela só não sabia disso ainda. Nova meta: selar o acordo e virar seu mundo de cabeça para baixo para que ela nunca mais queira ir embora.

Altamente sexual e carregado de emoções, Doce Amor é a conclusão provocante de Doce Mentira.

Capa

Folha de rosto

Ficha catalográfica

Capítulo um

Capítulo dois

Sophie

Colton

Capítulo três

Sophie

Capítulo três

Colton

Sophie

Capítulo quatro

Sophie

Colton

Capítulo cinco

Sophie

Capítulo seis

Colton

Capítulo sete

Sophie

Colton

Capítulo oito

Sophie

Colton

Capítulo nove

Sophie

Capítulo dez

Colton

Capítulo onze

Colton

Capítulo doze

Sophie

Capítulo treze

Colton

Sophie

Colton

Capítulo quatorze

Sophie

Colton

Sophie

Epílogo

Sophie

DOCE LUXÚRIA

Livro 3 da série Filthy

Agradecimentos

Editora Pandorga

—V ocê vai me dizer de onde veio o dinheiro?

Becca olha curiosa para mim, sobre a borda de sua terceira taça de Chardonnay.

— Colton. — Minha língua solta por causa da bebida e respondo sem me dar tempo de pensar no que dizer.

— Ele e eu tínhamos um tipo de acordo.

— Como você o conheceu? — pergunta Becca, com olhar questionador.

— Próxima pergunta.

Posso estar bêbada, mas isso não vai me fazer contar a ela sobre o leilão. Eu precisava manter alguma dignidade nessa situação vergonhosa.

Ela não tira os olhos dos meus e toma mais um gole de vinho, pensativa. Estamos sentadas em um barzinho no saguão de nosso hotel. Quando descobri sobre o estado civil de Colton, voei de volta para casa, com o coração partido e destruída. Becca me convenceu de que precisávamos de um fim de semana só para nós duas. Fui além, fiz uma extravagância e nos trouxe para Roma. Então, aqui estamos nós, quase do outro lado do mundo e tudo o que conseguimos fazer é conversar sobre o assunto que me fez fugir. Incrível. Tomo outro gole da minha bebida. Meu Deus, será que não existe nada mais forte do que vinho neste país?

— Que tipo de acordo você pode fazer com um homem para que ele lhe dê meio milhão de dólares, Soph?

Seu tom é acusador. Ainda bem que ela não sabe do restante do dinheiro, que está guardado na minha conta bancária. Sei que minha família tem muitas perguntas sobre a origem do dinheiro que pagou pelo tratamento de Becca, e, até agora, eu não havia dito uma palavra a respeito. Até agora.

Ela arregala os olhos ao cobrir a boca com a mão.

— Ah, meu Deus, você era, tipo, a escrava sexual dele? —Ela ri.

Minhas bochechas queimam, mas balanço a cabeça.

— Acho que seria necessário transar, se esse fosse o caso…

Ela ainda está rindo, por isso sei que não faz ideia de que acertou na mosca. Ouço o badalar dos sinos. Temos uma vencedora.

— Não vamos falar sobre o dinheiro, Becca. Isso não é importante. Colton quis me dar, e não me arrependo de nada porque o dinheiro ajudou você a melhorar. Por favor, esqueça isso — implorei.

Pelo menos uma vez a saúde está colaborando, e eu quero aproveitar a viagem – só nós. Não quero nem pensar no nome Colton Drake. É doloroso demais.

— Se ele é tão lindo quanto você diz, eu não conseguiria não tirar suas roupas e pular no colo dele. Ops. Desculpe-me, minha vagina parou no seu pênis por acidente.

Dou um sorriso por ela ter mudado de assunto. Claro que o assunto tinha que ser sobre sexo. Becca não é virgem e é muito mais entendida de sexo do que eu. Seria de se pensar o contrário, mas acaba que eu sou a cautelosa, enquanto ela, por ter ficado doente tão jovem, aprendeu a curtir a vida ao máximo. Sinto inveja dela nesse sentido.

Sua primeira experiência sexual foi com um garoto no centro de tratamento para o câncer. Ele tinha dezessete anos e ela tinha só quinze, na época. Ela me contou todos os detalhes, com um brilho orgulhoso nos olhos. Era inspiradora a maneira como ela não deixava que nada atrapalhasse seu caminho. Eu me inspirei em sua força interior na noite em que fiquei em pé no leilão, esperando para ser vendida.

— Soph? — chama ela, trazendo-me de volta de meus pensamentos distantes.

— Você está bem?

— Sinto falta dele — admito delicadamente.— Isso é louco, não é?

— Não, não é. É normal quando se termina com alguém, pelo que ouvi dizer.

— Eu não terminei com ele. E não era meu namorado. Ele é casado, lembra?

Eu havia contado quase tudo a Becca — sobre eu ter morado com ele, sobre termos nos aproximado e sobre estar pelada na piscina quando a mulher dele chegou em casa em uma tarde. Claro que Colton tentou me segurar, me encurralando no corredor de sua mansão, que de repente parecia fria e estranha para mim. Esperei que ele negasse, que explicasse tudo para mim, mas, infelizmente, era verdade. Stella era a mulher dele. Ele era casado durante todo o tempo.

— Tecnicamente. Mas ainda acho que você precisa ouvir o resto da história. É óbvio que a mulher dele não estava morando lá. Há quanto tempo eles estão separados?

Encolho meus ombros.

— Ele não transava há dois anos.

A não ser que estivesse mentindo sobre isso também. Eu não sei mais em que acreditar.

— Nossa, é um grande período de secura. E se ele é tão sensual quanto você disse… não é que não tenham se oferecido para ele, certo?

Eu fui uma das que me ofereci. Fico vermelha, percebendo que praticamente coloquei minha boceta em uma bandeja de prata e ele a recusou repetidas vezes. Isso é o suficiente para baixar a autoestima de uma garota.

— Olhe, tudo bem você sentir falta dele. Tudo bem se sentir confusa.

Ela estica o braço sobre a mesa e segura minha mão. Apesar de ser seis minutos mais jovem do que eu, Becca sempre foi muito madura para a idade. Seu conselho é bem pensado e certeiro.

Ela bebe o restante de seu vinho.

— Mas estamos em Roma, na viagem da nossa vida, só nós duas, e não vamos ficar deprimidas. Vamos nos divertir.

Sim, divertir. Meu coração parece ter passado por um triturador de papéis. Balanço a cabeça e forço um sorriso. Becca está certa. Esta realmente pode ser a única viagem só nossa. Quem sabe o que o futuro nos reserva. Não posso perder tempo sentindo autopiedade. Claro que falar é fácil. Sinto saudade da cama de Colton, do perfume, da sensação da barba áspera em minha bochecha quando nos beijávamos. Sinto falta de tudo nele. E no momento em que começamos a nos aproximar, tudo o que eu tinha aprendido a amar foi tirado de mim, deixando um buraco no peito.

Bebo o restante de meu vinho enquanto me forço a afastar os pensamentos sobre ele de minha cabeça e olho para o ambiente charmoso do bar ao nosso redor, torcendo para que esta viagem seja a distração de que eu preciso.

***

Na manhã seguinte, a batida na porta do nosso quarto de hotel nos surpreende. Becca e eu trocamos olhares. Ela encolhe os ombros enquanto eu vou atender. Pelo menos estamos vestidas.

Assim que abro a porta, cambaleio para trás, olhando para os olhos escuros e intensos, emoldurados por cílios pesados, que eu reconheceria em qualquer lugar do mundo.

— Colt… — murmuro, totalmente chocada em vê-lo aqui, na Itália.

— Soph… — responde ele, com a voz grave.

— O-O que você está fazendo aqui? —Estou sem fôlego e não sei o porquê.

— Você — diz ele simplesmente, seus olhos queimando nos meus.

Tudo o que venho tentando esquecer bate de volta na minha cara de uma só vez. Seus olhos azuis estão famintos e procurando por alguma coisa. Seu queixo masculino, altura e até mesmo o cheiro evocam uma sensação de déjà-vu. Eu me lembro de tudo em perfeito detalhe, incluindo a sensação de prazer depravado que ele provocava em meu corpo. Seguro um arrepio quente.

— Oi, panqueca — diz Pace, sorrindo para mim atrás de Colton.

Mas que diabos? Lembrando a minha boa educação, relutante tiro os olhos de Colton para cumprimentar Pace e apresentá-lo a Becca. Sem fazer a menor ideia do que os dois estão fazendo aqui, dou um passo para o lado para deixá-los entrar.

O sorriso largo de Becca ao apertar a mão de Pace me faz lembrar do efeito que encontrá-lo pela primeira vez pode causar em uma garota. Suas bochechas estão rosadas e seus olhos estão brilhantes e cheios de malícia. Ah, isso não é bom.

— E este deve ser o famoso Colton Drake — diz ela, olhando para Colton.

Observar minha irmã enquanto ela aprecia o corpo perfeito de Colton da cabeça aos pés faz meu peito se apertar e sinto os olhos se encherem de lágrimas. Então minha raiva começa a surgir, lembrando de sua traição. Mas estou em um estado de choque tão grande que levo um tempo para conseguir pronunciar alguma coisa.

— Ignore-o. Ele está indo embora — digo ao me lembrar de que ele e eu não temos mais nada.

— Nossa, não faça isso — diz Pace.— Acabamos de passar dez horas na classe econômica só para vê-la. O mínimo que você pode fazer é nos convidar para entrar e me deixar paquerar a sua irmã.

Seu sorriso torto está de volta e juro que vi Becca praticamente ajoelhar-se aos pés dele.

— Vocês viajaram de classe econômica por minha causa?— solto sem pensar.

— Era a única opção. O jatinho não estava disponível. Eu queria pegar o primeiro voo e a primeira classe estava lotada — explica Colton.

Tento imaginar estes dois homens, cada um com mais de um metro e oitenta de altura, amassados nas poltronas de um avião por horas a fio.

— Isso é prova de amor — enfatiza Pace baixinho.

— É aqui que vocês estão hospedadas? — Colton leva apenas três segundos para passar os olhos pelo quarto minúsculo.

Já tinha sido um exagero ter feito essa viagem, pra começo de conversa. Eu não ia gastar o meu dinheiro precioso para viajar na primeira classe, nem para me hospedar em um hotel luxuoso. Embora Becca estivesse respondendo bem ao tratamento até agora, não havia nenhuma garantia de que ela ficaria bem, ou de que ela não precisaria de mais uma sessão daquele tratamento caro.

— Qual é o problema com o quarto? Não está à sua altura? — digo, cruzando os braços em frente ao peito.

Ele franze a testa.

— Deixe-me fazer algo para vocês. Levá-las para um lugar mais apropriado — diz Colton, com seus olhos escuros encontrando os meus novamente.

Como ele se atreve? Ele não pode aparecer aqui, interromper minhas férias e então ofender o lugar onde estou hospedada. Ele não controla tudo. A vontade de tirá-lo do quarto e bater a porta em sua cara é quase incontrolável. Encho os pulmões de ar enquanto ele observa minha expressão incomodada e dá um passo para trás.

— Tudo bem. Se vocês estiverem confortáveis.

Ele olha para os lençóis como se estivesse procurando por percevejos.

Maldito.

— Eu estou.

Ou pelo menos estava, até ele aparecer do nada e transformar completamente o meu humor.

Pace atravessa o quarto, puxa a pequena cadeira da mesa e joga-se nela. O tamanho de sua constituição física nos reduz a nada. Ele parece deslocado, mas em um bom sentido.

— Eu não sabia que você tinha uma irmã. A sensualidade obviamente é uma característica da sua família. — Ele pisca para Becca.

— Somos gêmeas — diz Becca.

Sempre fomos um pouco diferentes, e agora mais do que nunca. Com os cabelo de Becca voltando a crescer, eles estavam chegando na altura dos ombros e ela os usava ondulados e despenteados. Meus cabelos parecem uma cortina grossa caída sobre minhas costas e são lisos. Ela também tem uns seis quilos a menos do que eu. A quimioterapia faz isso com as pessoas.

— Hum — resmunga Pace, olhando para nós duas. — Sempre tive uma fantasia secreta com gêmeas.

Seu olhar faminto é suficiente para deixar uma mulher de joelhos. Becca tem zero chance de resistir ao seu charme.

Colton chega mais perto de mim, com seus punhos fechados ao olhar furioso para Pace.

— Não me faça matá-lo logo depois de termos pousado. Isso realmente estragaria a viagem.

— Não me faça confiscar suas bolas. Vá conversar com a sua mulher — desafia Pace.

Abro a boca para corrigi-lo. Eu não sou a mulher de ninguém, mas meu cérebro volta a pensar naquela noite fatídica quando Colton me comprou no leilão. Aceitei o dinheiro — e gastei uma boa parte dele. Será que isso significa que eu ainda pertenço a ele apesar de ter descoberto que ele é casado?

Amaldiçoei o contrato maldito, amaldiçoei o homem por manter meu coração cativo. Isso nunca foi parte do plano.

Quando olho para ele de novo, seu olhar parece perdido, despedaçado, e aquilo causa um sentimento dentro de mim. Por mais que eu tenha sentido raiva ao descobrir que ele mentiu para mim durante todo o tempo que passamos juntos, ainda sinto alguma coisa por ele. Não consigo simplesmente parar de sentir. Apesar de seus defeitos, ele ajudou minha irmã e fez com que eu me sentisse viva. Ele era tudo o que

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Recenzii

Ce părere au oamenii despre Doce Amor

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Recenziile cititorilor

  • (5/5)
    Adorei o fato de não ter o cliche do ceo e o escândalo... amei o fim, acho que foi bem fiel ao início.