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ANALGÉSICOS OPIOIDES PROF. ANA ALICE Farmacologia II Universidade Nove de Julho

ANALGÉSICOS

OPIOIDES

ANALGÉSICOS OPIOIDES PROF. ANA ALICE Farmacologia II Universidade Nove de Julho

PROF. ANA ALICE

Farmacologia II

Universidade Nove de Julho

DOR “ experiência sensorial e emocional desagradável, relacionada com lesão tecidual real ou potencial.” uma

DOR

DOR “ experiência sensorial e emocional desagradável, relacionada com lesão tecidual real ou potencial.” uma

experiência sensorial e emocional desagradável,

relacionada com lesão

tecidual real ou potencial.”

uma

(Associação Internacional para o Estudo da Dor)

A dor tem como função alertar ao indivíduo que algum

componente do organismo

está com problemas.

DOR

DOR APRESENTA COMPONENTES SENSAÇÃO DOLOROSA OU NOCICEPÇÃO REATIVIDADE EMOCIONAL A DOR

APRESENTA COMPONENTES

SENSAÇÃO DOLOROSA OU NOCICEPÇÃO REATIVIDADE EMOCIONAL A DOR

DOR

- Fisiológica

DOR - Fisiológica A dor é um sinal de alerta que ajuda a proteger o corpo

A dor é um sinal de alerta que ajuda a proteger o corpo de

danos nos tecidos

Adjunto psicológico a um reflexo protetor, cuja finalidade é o afastamento de estímulos potencialmente nocivos

A dor é essencial à sobrevivência.

PRINCÍPIOS GERAIS DA DOR

PRINCÍPIOS GERAIS DA DOR

Classificação da dor

Classificação da dor A) Dor aguda: estímulo nocivo excessivo, originando sensação intensa e desagradável. B) Dor

A) Dor aguda: estímulo nocivo excessivo, originando sensação

intensa e desagradável.

B) Dor crônica: dor que dura por mais tempo que a lesão tecidual

desencadeante.

C) Hiperalgesia: maior intensidade de dor associado a um

estímulo nocivo leve. Envolve tanto sensibilização de

terminações nervosas nociceptivas periféricas quanto facilitação

central da transmissão no nível do corno dorsal e do tálamo

D) Dor neuropática: dor crônica provocada por danos

nos neurônios nociceptivos (derrame, esclerose

múltipla), com fraca resposta aos analgésicos opióides.

Caracterização da dor

Caracterização da dor Temporal: Aguda / crônica Topográfica: localizada/generalizada Fisiopatológica:

Temporal: Aguda / crônica

Topográfica: localizada/generalizada

Fisiopatológica: orgânica/psicogênica

Intensidade: leve/moderada/severa

DESCRITORES DE DOR CRÔNICA (Sant’Ana, Pereira, Marquez e Faleiros Sousa - 2004):

(Sant’Ana, Pereira, Marquez e Faleiros Sousa - 2004): 1. Deprimente 2. Persistente 3. Angustiante

1.

Deprimente

2.

Persistente

3.

Angustiante

4.

Desastrosa

5.

Prejudicial

6.

Dolorosa

7.

Insuportável

8.

Assustadora

9.

Cruel

10. Desconfortável

EVENTO INICIAL

EVENTO INICIAL Destruição ou lesão do tecido Liberação ou síntese de mediadores bioquímicos envolvidos no processo

Destruição ou lesão do tecido

EVENTO INICIAL Destruição ou lesão do tecido Liberação ou síntese de mediadores bioquímicos envolvidos no processo

Liberação ou síntese de

mediadores bioquímicos

envolvidos no processo

EVENTO INICIAL Destruição ou lesão do tecido Liberação ou síntese de mediadores bioquímicos envolvidos no processo
Interação com nociceptores periféricos e terminações nervosas Deflagração de sinais de dor a partir da

Interação com nociceptores periféricos e

terminações nervosas

com nociceptores periféricos e terminações nervosas Deflagração de sinais de dor a partir da lesão tecidual

Deflagração de sinais de dor a

partir da lesão tecidual

Transmissão Nociceptiva

Transmissão Nociceptiva Estímulo Lesivo Inflamação Mediadores Histamina Bradicinina Metabólitos do Ácido

Estímulo Lesivo

Transmissão Nociceptiva Estímulo Lesivo Inflamação Mediadores Histamina Bradicinina Metabólitos do Ácido
Transmissão Nociceptiva Estímulo Lesivo Inflamação Mediadores Histamina Bradicinina Metabólitos do Ácido

Inflamação

Transmissão Nociceptiva Estímulo Lesivo Inflamação Mediadores Histamina Bradicinina Metabólitos do Ácido

Mediadores

Nociceptiva Estímulo Lesivo Inflamação Mediadores Histamina Bradicinina Metabólitos do Ácido
Histamina Bradicinina Metabólitos do Ácido Araquidônico
Histamina
Bradicinina
Metabólitos do
Ácido Araquidônico
Mediadores Histamina Bradicinina Metabólitos do Ácido Araquidônico Ativação Sensibilização Dor Inflamatória

Ativação

Mediadores Histamina Bradicinina Metabólitos do Ácido Araquidônico Ativação Sensibilização Dor Inflamatória
Mediadores Histamina Bradicinina Metabólitos do Ácido Araquidônico Ativação Sensibilização Dor Inflamatória
Mediadores Histamina Bradicinina Metabólitos do Ácido Araquidônico Ativação Sensibilização Dor Inflamatória

Sensibilização

Dor Inflamatória

Princípios Gerais no Tratamento da Dor

Princípios Gerais no Tratamento da Dor Nocicepção: Atividade aferente do sistema nervoso induzida por estímulos
Princípios Gerais no Tratamento da Dor Nocicepção: Atividade aferente do sistema nervoso induzida por estímulos

Nocicepção: Atividade aferente do sistema nervoso

induzida por estímulos nocivos.

Estímulos Nocivos
Estímulos Nocivos

Exógenos

Endógenos

NOCICEPÇÃO

NOCICEPÇÃO Lesão tissular Estimulação de nociceptores Liberação de mediadores químicos Liberação de mediadores

Lesão tissular

Estimulação de nociceptores Liberação de mediadores químicos Liberação de mediadores inflamatórios

Estimulação dos nociceptores e sensibilização

ESTIMULOS NOCIVOS EXÓGENOS

ESTIMULOS NOCIVOS – EXÓGENOS QUIMÍCA BIOLÓGICA FÍSICA

QUIMÍCA

ESTIMULOS NOCIVOS – EXÓGENOS QUIMÍCA BIOLÓGICA FÍSICA

BIOLÓGICA

FÍSICA

ESTIMULOS NOCIVOS – EXÓGENOS QUIMÍCA BIOLÓGICA FÍSICA
ESTIMULOS NOCIVOS – EXÓGENOS QUIMÍCA BIOLÓGICA FÍSICA
ESTIMULOS NOCIVOS – EXÓGENOS QUIMÍCA BIOLÓGICA FÍSICA
ESTIMULOS NOCIVOS – EXÓGENOS QUIMÍCA BIOLÓGICA FÍSICA
ESTIMULOS NOCIVOS – EXÓGENOS QUIMÍCA BIOLÓGICA FÍSICA

ESTIMULOS NOCIVOS ENDÓGENOS

ESTIMULOS NOCIVOS – ENDÓGENOS ISQUEMIA OUTRAS PATOLOGIAS
ESTIMULOS NOCIVOS – ENDÓGENOS ISQUEMIA OUTRAS PATOLOGIAS

ISQUEMIA OUTRAS PATOLOGIAS

mecanismos

neuropáticos

fatores

psicológicos

estímulos

nocigênicos

NOCICEPÇÃO
NOCICEPÇÃO

experiências

prévias

fatores

sociais,

culturais e ambientais

estados ou

traços

psicológicos

Nocicepção

Nocicepção
Nocicepção
Via Aferente Ascendente - excitatória Via Eferente descendente - inibitória
Via Aferente Ascendente - excitatória
Via
Aferente
Ascendente - excitatória

Via

Eferente

descendente - inibitória

Nociceptores

Nociceptores Fibras A delta Receptores mecânicos Receptores termomecânicos Fibras C Receptores

Fibras A delta

Receptores

mecânicos

Receptores

termomecânicos

Fibras C

Receptores

polimodais -

mecânicos, térmicos e

químicos-

Mecanismos Envolvidos na Gênese

dos Sintomas da dor

Mecanismos Envolvidos na Gênese dos Sintomas da dor Fibras aferentes A-  e C (dor) –

Fibras aferentes A-e C (dor)

Sintomas espontâneos: dor em queimação e pontada

Sintomas provocados: hiperalgesia

Fibras aferentes A-(tato)

Sintomas espontâneos: disestesia (dolorosa) e parestesia (não dolorosa)

Sintomas provocados: alodínia

Fibras x Tipo de Dor

Fibras x Tipo de Dor FIBRAS MIELINA DIAMETRO VEL. TIPO DE DOR CONDUÇÃO A δ Sim

FIBRAS

MIELINA

DIAMETRO

VEL.

TIPO DE DOR

CONDUÇÃO

A δ

Sim

2

a 4 μ m

1

2 a

Rápida

 

3

0 m /s

C

Não

0 ,4 a

0

,5 a

Lenta

1

,2 μ m

2

m /s

Pele, vísceras, músculos
Pele, vísceras, músculos

Fibras Aferentes

Pele, vísceras, músculos Fibras Aferentes I I corno dorsal I V Substância Cinzenta gânglios das raízes
Pele, vísceras, músculos Fibras Aferentes I I corno dorsal I V Substância Cinzenta gânglios das raízes
I I corno dorsal I V Substância Cinzenta
I
I
corno dorsal
I
V
Substância
Cinzenta
gânglios das raízes dorsais
gânglios das
raízes dorsais
Pele, vísceras, músculos Fibras Aferentes I I corno dorsal I V Substância Cinzenta gânglios das raízes

Vias Sômato-Sensitivas

Trato Neo-espino- talâmico

hipotálamo hipotálamo

substância substância cinzenta cinzenta

periaqüedutal periaqüedutal

mesencefálica mesencefálica

córtex córtex sensitivo-motor sensitivo-motor

giro giro do do cíngulo cíngulo

sensitivo-motor giro giro do do cíngulo cíngulo núcleos núcleos da da base base núcleos núcleos

núcleos núcleos da da base base

cíngulo cíngulo núcleos núcleos da da base base núcleos núcleos talâmicos talâmicos específicos

núcleos núcleos talâmicos talâmicos específicos específicos

núcleos núcleos talâmicos talâmicos inespecíficos inespecíficos

formação formação reticular reticular do do

tronco tronco encefálico encefálico

trato trato espino espino e e

espinorretículo espinorretículo - -

talâmico talâmico

trato trato pós- pós- sináptico sináptico

do do funículo funículo posterior posterior

aferente aferente

primário primário

corno corno posterior posterior

da da substância substância cinzenta cinzenta

da da medula medula espinal espinal

Vias Sensitivas

Vias Sensitivas

Trato Espino-Retículo-Talâmico (Páleo-Espino-Talâmico)

Trato Espino-Retículo-Talâmico (Páleo-Espino-Talâmico) Hipotálamo Substância Cinzenta Periaquedutal Corno Dorsal

Hipotálamo

(Páleo-Espino-Talâmico) Hipotálamo Substância Cinzenta Periaquedutal Corno Dorsal da Medula
(Páleo-Espino-Talâmico) Hipotálamo Substância Cinzenta Periaquedutal Corno Dorsal da Medula

Substância

Cinzenta

Periaquedutal

Corno Dorsal da Medula Espinal

Lobo Frontal

Núcleos

Intralaminares do Tálamo

Sistema Límbico

Formação Reticular

Via Aferente Via Eferente Ascendente - excitatória descendente – inibitória Controle da dor

Via

Aferente

Via

Eferente

Ascendente - excitatória

descendente inibitória

Controle da dor

Vias Descendentes do Controle

Substância Cinzenta

Periaquedutal

- Inibição no corno dorsal da medula espinal

da Dor

Periaquedutal - Inibição no corno dorsal da medula espinal da Dor Hipotálamo Mesencéfalo Ponte Bulbo Medula

Hipotálamo

Mesencéfalo

Ponte

Bulbo

Medula

Espinal

TRATAMENTO DA DOR

TRATAMENTO DA DOR ANALGÉSICOS

ANALGÉSICOS

TRATAMENTO DA DOR ANALGÉSICOS

Analgésicos

Analgésicos Ação Central Analgésicos Opióides Antidepressivos Antiepilépticos Ação Periférica Analgésicos

Ação Central

Analgésicos Ação Central Analgésicos Opióides Antidepressivos Antiepilépticos Ação Periférica Analgésicos

Analgésicos Opióides Antidepressivos

Antiepilépticos

Ação Periférica

Analgésicos Periféricos (Fracos)

AINES Anestésicos locais

ANALGÉSICOS OPIÓIDES Entre os remédios que Deus proporcionou ao homem para alivía-lo de seus sofrimentos,

ANALGÉSICOS

OPIÓIDES

Entre os remédios que Deus proporcionou ao homem para alivía-lo de seus sofrimentos, nenhum outro
Entre os remédios que Deus proporcionou
ao homem para alivía-lo de seus
sofrimentos, nenhum outro é tão universal
ou eficaz como o ópio

XVI DC

Droga de Deus

HISTÓRICO

HISTÓRICO ÓPIO III AC 1 8 0 6 1832 1848 Suco extraído da Papoula Pa p

ÓPIO

III AC

1806

1832

1848

HISTÓRICO ÓPIO III AC 1 8 0 6 1832 1848 Suco extraído da Papoula Pa p

Suco extraído da Papoula Papaver somniferum

Clínicos árabes -

Diarréias

Serturner - isolamento doprimeiro principio ativo

Morfina Morpheus Deus dos Sonhos

Robiquet -

Merck -

codeína

papaverina

HISTÓRICO

HISTÓRICO 1880 Bayer – Acetilação da Morfina Heroína 1897 Guerra do Ópio – China vs. Inglaterra

1880

Bayer Acetilação da Morfina

Bayer – Acetilação da Morfina

Heroína

1897

Guerra do Ópio China vs. Inglaterra

II Guerra

Mundial

1939-

1945

1950

Esforços para o desenvolvimento de opióides com

menor potencial para a dependência

Meperidina

Metadona

Nalorfina

Ação analgésica da Morfina e opióides

relacionados mediada por receptores

1975

Hughes &

Kosterlitz

Opióides Endógenos

-Endorfina

Encefalina

Dinorfinas

Nociceptina

Endomorfina

RECEPTORES OPIÓIDES

RECEPTORES OPIÓIDES Receptor  - mi - MOR L i g a n t e k

Receptor - mi - MOR

Ligante

OPIÓIDES Receptor  - mi - MOR L i g a n t e k –

k kappa - KOR

Dinorfina Encefalina B

Analgesia

d delta - DOR

ORL (opioid receptor-like)

e - epsílon

Encefalinas

Nociceptina / orfanina

Endomorfina

Analgésicos Opióides

Analgésicos Opióides Atuam como agonistas em receptores µ: ↓ percepção da dor Outros efeitos

Atuam como agonistas em receptores µ:

↓ percepção da dor Outros efeitos

Analgésicos Opióides

Analgésicos Opióides Naturais Derivado semi-sintético Sintéticos Morfina Codeína Heroína Tramadol* Meperidina

Naturais

Derivado

semi-sintético

Sintéticos

Morfina

Codeína

Heroína

Tramadol*

Meperidina

Fentanil

Metadona

Agonista m 80x mais potente morfina

Longa duração ação

Antagonistas Opióides

Antagonistas Opióides Antagonistas Naloxona Naltrexona

Antagonistas

Naloxona

Naltrexona

Indicação dos Opióides

Indicação dos Opióides Dores agudas, de moderadas a intensas, dores crônicas e pós cirúrgico melhor na

Dores agudas, de moderadas a intensas, dores crônicas e pós cirúrgico

melhor na presença de dor intensa e constante

embora atenuada, a dor é ainda percebida - a reação emocional à dor é

diminuída

Indicação dos Opióides

Antitussígeno

Tratamento da

dependência

Intoxicação

opióide

Intoxicação

Envenenamentos

Codeína

Metadona

antagonistas

apomorfina

Depressão

respiratória

Miose

coma

(+) vômitos

EFEITOS FARMACOLÓGICOS

EFEITOS FARMACOLÓGICOS SNC Analgesia Bem estar Euforia Aumento da capacidade de suportar a dor Opióides afetam
EFEITOS FARMACOLÓGICOS SNC Analgesia Bem estar Euforia Aumento da capacidade de suportar a dor Opióides afetam

SNC

Analgesia Bem estar

Euforia

Aumento da capacidade de suportar a dor

Opióides afetam a sensação dor e a resposta afetiva do

Liberação Subst. P, transmissão nociceptiva a centros superiores

(+) Neurônios via descendente inibitória, inibição transmissão nociceptiva

EFEITOS FARMACOLÓGICOS

EFEITOS FARMACOLÓGICOS Indução de náuseas e vômitos (+) direta quimioreceptores na área postrema Naúsea em 40%
EFEITOS FARMACOLÓGICOS Indução de náuseas e vômitos (+) direta quimioreceptores na área postrema Naúsea em 40%

Indução de náuseas e vômitos

(+) direta quimioreceptores na área postrema

Naúsea em 40% Vômitos em 15%

EFEITOS FARMACOLÓGICOS

EFEITOS FARMACOLÓGICOS Depressão respiratória Diminuição da sensibilidade ao CO 2 (-) direta centros respiratórios

Depressão respiratória Diminuição da sensibilidade ao CO 2

(-) direta centros respiratórios bulbares Doses terapêuticas deprimem todas as fases da respiração

Disfunção pulmonar Associações: opióides

+ anestésicos gerais hipnóticos álcool

com intoxicação 4 ciclos resp/min

EFEITOS FARMACOLÓGICOS

EFEITOS FARMACOLÓGICOS Diminuição do reflexo da tosse efeitos diretos no centro tosse Não está associado à

Diminuição do reflexo da tosse

efeitos diretos no centro tosse Não está associado à depressão respiratória

Diminuição do reflexo da tosse efeitos diretos no centro tosse Não está associado à depressão respiratória

EFEITOS FARMACOLÓGICOS

EFEITOS FARMACOLÓGICOS Diminui a motilidade do TGI - constipação  Tempo esvaziamento gástrico  probabilidade
EFEITOS FARMACOLÓGICOS Diminui a motilidade do TGI - constipação  Tempo esvaziamento gástrico  probabilidade

Diminui a motilidade do TGI -

constipação

Tempo esvaziamento gástrico

probabilidade refluxo esofageal

Absorção drogas via oral

Velocidade passagem conteúdo intestinal

tônus esfíncter anal

Secreções HCl, biliares, pancreática

Constrição esfincter Oddi

Pressão duto biliar

Cólica biliar !!!!!!

EFEITOS FARMACOLÓGICOS

EFEITOS FARMACOLÓGICOS Miose Constrição pupila (+) nervo parassimpático  Dependentes – pupila puntiforme !!!!!!
EFEITOS FARMACOLÓGICOS Miose Constrição pupila (+) nervo parassimpático  Dependentes – pupila puntiforme !!!!!!

Miose

EFEITOS FARMACOLÓGICOS Miose Constrição pupila (+) nervo parassimpático  Dependentes – pupila puntiforme !!!!!!
EFEITOS FARMACOLÓGICOS Miose Constrição pupila (+) nervo parassimpático  Dependentes – pupila puntiforme !!!!!!

Constrição pupila (+) nervo parassimpático

Dependentes pupila puntiforme !!!!!!

EFEITOS FARMACOLÓGICOS

EFEITOS FARMACOLÓGICOS Prolonga a duração do trabalho de parto (ação musculatura lisa + efeitos centrais, 
EFEITOS FARMACOLÓGICOS Prolonga a duração do trabalho de parto (ação musculatura lisa + efeitos centrais, 

Prolonga a duração do trabalho de parto (ação musculatura lisa + efeitos centrais, cooperação)

Mortalidade neonatal Atravessa a placenta depressão respiratória no bebê

Interrupção ciclos menstruais (-) liberação GnRH fator liberador de gonadotrofina e CRF fator liberador de corticotrofina Níveis LH hormônio luteinizante e FSH hormônio folículo estimulante

Características Farmacocinéticas dos Opióides

Características Farmacocinéticas dos Opióides • Absorvidos pela mucosa nasal/bucal (os mais lipofílicos)

Absorvidos

pela mucosa nasal/bucal (os mais lipofílicos) transdermicamente injeção intramuscular / subcutânea

Bem absorvidos via oral e retal

Efeito primeira passagem (25% biodisponibilidade via oral)

Ligação a proteínas plasmáticas

Cruzam a BHE hidromorfona e fentanil altamente lipofílicos

Características Farmacocinéticas dos Opióides

Características Farmacocinéticas dos Opióides metabolização hepática - conjugação com ác. Glucuronato

metabolização hepática - conjugação com ác. Glucuronato (glucoronico?)

Morfina morfina-6-glucuronato

2X mais potente que morfina Menos lipossolúvel

Excreção renal (filtração glomerular), ocorre circulação entero-hepática

glomerular), ocorre circulação entero-hepática Na administração crônica o metabólito contribui

Na administração crônica o metabólito contribui significativamente

para as ações analgésicas da morfina

Efeitos colaterais dos Opióides

Efeitos colaterais dos Opióides Depressão respiratória Naúseas e vômitos Confusão mental, disforia Constipação

Depressão respiratória

Naúseas e vômitos

Confusão mental, disforia

Constipação Retenção urinária

Prurido Pressão trato biliar

Depressão respiratória bebe

Tolerância Ajuste da dose Efeito
Tolerância
Ajuste da dose
Efeito

Dose

Redução da resposta à uma droga após administrações repetidas

Maior dose é requerida para obtenção do mesmo efeito

Tolerância

Farmacocinética

Tolerância

Farmacodinâmica

Mudanças metabólicas ou na distribuição que promovem diminuição da droga no plasma

Mudanças adaptativas nos sistemas que

sofrem a ação da droga

EFEITOS FARMACOLÓGICOS Dependência  uso abusivo e  uso crônico de doses terapêuticas • Redução

EFEITOS FARMACOLÓGICOS

Dependência

uso abusivo e uso crônico de doses terapêuticas

Redução gradual da dose para evitar sintomas síndrome abstinência

Efeitos mediados principalmente pela ativação de receptores

Agonistas k são menos propensos a produzir tolerância

Dependência Física

Droga Droga
Droga
Droga

Sistemas

em

Equilíbrio

Adaptação

desenvolvida em resposta ao desequilíbrio dos

sistemas

produzido pelo

uso da droga

Busca do novo equilíbrio em

presença da

droga

Síndrome de Abstinência

Síndrome de Abstinência Droga Dependência Remoção da Droga Desequilíbrio em ausência da droga devido a
Síndrome de Abstinência Droga Dependência Remoção da Droga Desequilíbrio em ausência da droga devido a
Síndrome de Abstinência Droga Dependência Remoção da Droga Desequilíbrio em ausência da droga devido a

Droga

Síndrome de Abstinência Droga Dependência Remoção da Droga Desequilíbrio em ausência da droga devido a
Síndrome de Abstinência Droga Dependência Remoção da Droga Desequilíbrio em ausência da droga devido a

Dependência

Remoção

da

Droga

de Abstinência Droga Dependência Remoção da Droga Desequilíbrio em ausência da droga devido a readaptação
de Abstinência Droga Dependência Remoção da Droga Desequilíbrio em ausência da droga devido a readaptação

Desequilíbrio em ausência da

droga

devido a readaptação do

Sistema

ABSTINÊNCIA

Opióides: Tolerância, Dependência e

Sind. Abstinência

Opióides: Tolerância, Dependência e Sind. Abstinência Opióides sem supervisão apropriada tem risco potencial para

Opióides sem supervisão apropriada tem risco potencial para abuso

lipofílico, abuso potential (efeito rápido)

t1/2 curta mais intensa a abstinência

Retirada gradual

Utilização de Metadona para dependência

(Longa duração)

Sinais da

Sindrome de Abstinência

(Longa duração) Sinais da Sindrome de Abstinência Hiperalgesia*, cólicas TGI, Sudorese, febre, dores

Hiperalgesia*, cólicas TGI, Sudorese, febre,

dores musculares,

Agressividade, alterações de

humor e comportamento

monitorados com Opióides

 monitorados com Opióides

problemas respiratórios (enfizema, asma)

insuficiência renal

idosos

baixa volemia

IMAO, fenotizainas, antidepressivos

grávidas

Depressão respiratória

Excreção renal

hipotensão

Efeitos depressão respiratória

Depressão respiratória bebe

Toxicidade aguda com Opióides

Toxicidade aguda com Opióides  depressão respiratória  hipotermia  miose Pupila puntiforme  músculos

depressão respiratória

hipotermia

miose Pupila puntiforme

músculos esqueléticos flácidos

coma

2 a 4 ciclos / min cianose

hipotensão

Hipóxia pode levar à dilatação pupilas

Mandibula relaxada, Posição língua pode causar asfixia

Tratamento intoxicação com Opióides

Tratamento intoxicação com Opióides  ventilação  adm. antagonistas opióides  cuidado para evitar sintomas

ventilação

adm. antagonistas opióides

cuidado para evitar sintomas síndrome de abstinência

Naloxona

Naltrexona