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OPÇÃO

O investidor pretende apostar em uma ação, achando que poderá se valorizar no mercado dentro

de um período. No entanto, para não assumir risco de grande desvalorização ou perda de liquidez, não pretende comprar diretamente o papel.

Para isso ele entra no mercado de Opções, ou seja, compra o direito de poder exercer a compra efetiva do ativo no vencimento da opção. Desta maneira ele consegue “ganhar” com a rentabilidade do ativo, tendo a chance de faze-lo desembolsando menos dinheiro.

Dessa forma, ele pode ganhar de duas formas: caso a cotação da Opção tenha subido, ele pode revendê-la a preço mais alto do que comprou; ou, se a ação tiver valorizado muito, exercer o direito de compra ao final do prazo de vencimento da Opção. O risco máximo para o investidor que compra uma opção é o prêmio pago por ela, ou seja, o valor que o investidor paga para comprar a opção.

A cotação da opção é feita pela Bolsa de Valores, que fixa como parâmetro o preço do primeiro

negócio fechado. O preço de exercício, valor que terá que ser pago pelo investidor caso queira exercer o direito de compra, também é fixado pela Bolsa.

Apesar da aparente atratividade, operar no mercado de Opções requer alguns cuidados. As Opções, diferente das Ações, tem um tempo de vida limitado, ou seja, elas só são negociadas até a data do vencimento. O investidor deve estar consciente de que existe o risco do dinheiro aplicado na opção “virar pó”, desaparecer, com a chegada da data do vencimento.

Um outro ponto que o investidor deve ficar atento é que as Opções variam de preço em função da variação do preço da ação, o chamado ativo objeto”.

Por essa razão, as Opções são muito mais voláteis, ou seja, para cada pequena variação no preço do ativo, não importa se positiva ou negativa, ocorre uma grande variação no preço da Opção. É normal que uma variação de 1% na ação provoque um variação de 20% na opção associada.

As Opções podem ser entendidas como uma outra forma de se investir na valorização de uma ação. Além dos cuidados já mencionados, o processo de exercício de uma Opção deve ficar bem claro para o investidor. O exercício ocorre quando, ao chegar a data de vencimento da Opção, o investidor decide por comprar a ação objeto naquele preço já predeterminado. Observe que ninguém exerce o direito caso o valor predeterminado esteja acima da cotação da ação no mercado à vista.

Nesse tipo de negociação, o investidor não tem a obrigação de exercer a compra da ação no vencimento da Opção. O investidor só exercerá a compra se for atrativo para ele, ou seja, se o papel estiver mais valorizado no mercado à vista do que o preço de exercício.

Vejamos o exemplo prático com a Opção de compra da Globocabo PLIMJ6:

O investidor acha que as ações da Globocabo vão se valorizar e quer adquiri-las no mercado de

Opções. Ao consultar o código interessado, PLIMJ6 o investidor pode saber a cotação (prêmio) da Opção e seu valor de exercício. Suponhamos que a cotação da Opção esteja em R$ 0,17 e o preço de exercício em R$ 3. O investidor se interessa e fecha o negócio.

Caso a cotação da Opção de Globocabo (PLIMJ6) suba para mais de R$ 0,17, o comprador já ganhou, pois pode vender a opção pelo preço mais alto e ganhar a diferença. Se cair, ele pode esperar subir ou, se achar que vai mesmo cair, vender e realizar o mínimo de prejuízo possível. Portanto, o investidor tem algumas alternativas:

1. Vender a opção assim que notar que sua cotação avançou acima do prêmio pago, nesse caso

R$ 0,17. Nesse caso, seu lucro é a diferença entre o valor pago e o vendido;

2. Aguardar o vencimento e apostar que a ação subirá mais de R$ 3,17, para compensar o valor

pago pelo direito de exercer (prêmio), R$ 0,17, e pela compra efetiva do papel, R$ 3. Realizando também seu lucro.

3. Caso a cotação do prêmio da Opção fique abaixo de R$ 0,17, ele pode vender e realizar o

prejuízo, ou aguardar para observar se voltará a subir. Vale ressaltar que, quanto mais perto do vencimento, a pressão para que a cotação da opção caia é maior.

De acordo com Antônio Gonçalves, economista e professor do Instituto Bennet, o mercado de opções é algo que deve ser usado por pessoas que já têm grande experiência no mercado de ações. Isso porque, o investidor precisa conhecer muito bem o mercado, suas tendências e acompanhar de perto o andamento dos papéis que negociou.

“Há casos de investidores que compram um papel no mercado de opções e ficam analisando seu comportamento. Se, assim que tiverem fechado um negócio o papel sobe ou desce, ele vende ou compra na hora. Assim, se protege realizando lucro ou prejuízo menor”, explica. “Costumo dizer que esse é um mercado para especuladores”, diz.

O InvestShop.com alerta que a operação de Opções é mais sofisticada do que uma simples

compra de ações. Por esse motivo é importante que o investidor monte muito bem sua estratégia

de investimento. Além disso, jamais invista o dinheiro que está comprometido com algum tipo de despesa. Caso contrário, o resultado pode não ser o mais satisfatório.