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500 anos de Direito Administrativo no Brasil

1. Introduo
O DA no tem 500 anos em nenhum lugar, mas j existiam normas acerca
da administrao pblica inseridas no jus civile. A Idade Mdia no teve
progressos no DA pois as monarquias absolutistas no se submetiam ao
direito. Seu desenvolvimento comeou com o surgimento do Estado de
Direito, pelo princpio da legalidade, segundo o qual at os governantes tem
de se submeter lei. O princpio da separao de poderes, que objetiva
defender o cidado nas relaes com o Estado, tambm importante.
A origem geogrfica foi a Frana, onde houve a criao do tribunal
administrativo (contencioso administrativo), junto com o Conselho de
Estado, rgo consultivo sobre matria administrativa. Esse direito no era
legislado, portanto diversos conceitos importantes, como a responsabilidade
civil da Administrao, a alterao unilateral dos contratos administrativos,
o regime jurdico especial dos bens publicos, a teoria da nulidade dos atos
administrativos, foram criados pelo Conselho. Alguns princpios tomados
como base eram o servio pblico, a autoridade, a potestade publica.
Os quatro pilares fundamentais do DA francs so: a separao da
autoridade administrativa da judiciria, a possibilidade da deciso
executria, que permite que a administrao emita obrigaes para o
indivduo sem a sua concordncia, a legalidade, que obriga a administrao
a respeitar a lei, e a responsabilidade do poder pblico, que obriga as
pessoas pblicas a repararem danos causados aos particulares.
2. Brasil colnia
Quando o Brasil foi descoberto, estavam em vigor as Ordenaes Afonsinas,
que datam de aproximadamente 1446, e permaneceram at 1511. Foram
pouquissimo aplicadas, dando-se preferncia ao costume. As Ordenaes
Manuelinas, de 1521, tambm no foram muito usadas, apenas pelos juzes
de Vintena.
Em 1613 entram em vigor as Ordenaes Filipinas, que continuaram mesmo
aps a Independncia, sendo revogadas apenas pela promulgao dos
novos cdigos.
O sistema poltico foi introduzido no Brasil pelas Capitnias Hereditrias.
Elas eram doadas pelas cartas de doao. Depois dessa, surgem as cartas
de forais, que especificavam direitos, foros e tributos da capitania. Juntos,
exerciam a funo de estatuto do local.