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CBS ELETRICISTA REPARADOR E MANTENEDOR DE COMANDOS EL…TRICOS CIUO 8 - 51.40

CBS ELETRICISTA REPARADOR E MANTENEDOR DE COMANDOS EL…TRICOS

CIUO 8 - 51.40

CBS ñ Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos

CBS - Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos

© SENAI-SP

Trabalho elaborado e editorado pela Divis„o de Material Did·tico da Diretoria de Tecnologia Educacional do SENAI-SP.

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CBS - Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos

- Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos Sum·rio ApresentaÁ„o 7 IntroduÁ„o 9
- Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos Sum·rio ApresentaÁ„o 7 IntroduÁ„o 9

Sum·rio

ApresentaÁ„o

7

IntroduÁ„o

9

SeguranÁas fusÌveis tipo NH e DIAZED

11

CaracterÌsticas elÈtricas dos fusÌveis tipo NH e DIAZED

19

Seccionador

25

Simbologia para diagramas de comandos elÈtricos e eletrÙnicos (P-SB-13)

29

Chave reversora de comando manual monof·sica

41

Siglas das principais normas nacionais e internacionais

49

DefiniÁıes de termos tÈcnicos sobre equipamentos e dispositivos elÈtricos

51

Chaves reversoras de comando manual trif·sica

95

Chave de comando manual estrela-tri‚ngulo

101

Chave compensadora manual

107

Reostato de partida

111

Chave comutadora de pÛlos manual

115

RelÈs eletromagnÈticos

119

RelÈs tÈrmicos

123

RelÈs magnetotÈrmicos

131

Diagramas de comando

133

Disjuntor industrial

145

OperaÁ„o manual de um disjuntor comandando um motor trif·sico

151

Contatores

153

Defeitos dos contatores

159

Normas de identificaÁ„o dos contatos dos contatores

163

SeleÁ„o de contatores em condiÁıes normais de serviÁo

169

Chaves auxiliares tipo botoeira

173

Comando de um contator por botıes ou por chave

179

Contato dos contatores e pastilhas

181

Intertravamento de contatores

187

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ComutaÁ„o de duas redes elÈtricas por contatores comandados por botıes

191

Chaves auxiliares tipo fins de curso

193

Ricochete entre contatos e sua conseq¸Íncia

205

Revers„o da rotaÁ„o de motor trif·sico com contatores e chaves fim de curso

209

Categoria de emprego

211

Transformadores para comandos

217

Revers„o de rotaÁ„o de motor trif·sico com contatores comandados por botıes

223

C‚mara de extinÁ„o

225

Partida com comutaÁ„o autom·tica estrela-tri‚ngulo de um motor

229

Seletividade

231

Partida autom·tica de motor trif·sico com autotransformador

239

Partida de motor trif·sico de rotor bobinado com comutaÁ„o semi-autom·tica de resistores

241

RelÈ temporizado motorizado

245

RelÈ eletropneum·tico

247

Sistema de partida de motores trif·sicos

251

Partida de motor trif·sico de rotor bobinado com comutaÁ„o autom·tica de resistores

259

ComutaÁ„o polar de motor Dahlander com contatores comandados por botıes

261

Aparelho de controle de velocidade (com chave de aÁ„o por mola)

263

Frenagem de motor trif·sico por contracorrente

267

ProgramaÁ„o de contatos

269

Partida consecutiva de motores trif·sicos

273

Partida consecutiva de motores com relÈs temporizados

277

MudanÁa de velocidade em motor trif·sico com dois enrolamentos, comandada por botıes

279

MudanÁa de velocidade em motor trif·sico com dois enrolamentos, comandada por botıes (com invers„o)

281

SinalizaÁ„o

283

ComutaÁ„o polar autom·tica e revers„o de motor trif·sico tipo Dahlander

287

ComutaÁ„o estrela-tri‚ngulo de motor trif·sico em dois sentidos de rotaÁ„o

291

Partida de motor trif·sico por auto-transformador e revers„o do sentido de rotaÁ„o

293

ComutaÁ„o polar para duas velocidades e revers„o em motores tipo Dahlander comandados por botıes

297

Partida autom·tica e revers„o de motor trif·sico de rotor bobinado

301

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Partida autom·tica estrela-tri‚ngulo com relÈ de proteÁ„o conjugado a transformador de corrente

305

ComutaÁ„o polar para duas velocidades em motor tipo Dahlander com comando autom·tico

307

Retificadores

309

Partida autom·tica e frenagem eletromagnÈtica de motor trif·sico nos dois sentidos de rotaÁ„o

315

Folhas de Tarefas

317

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- Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos ApresentaÁ„o Esta ColeÁ„o B·sica SENAI - CBS, para
- Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos ApresentaÁ„o Esta ColeÁ„o B·sica SENAI - CBS, para

ApresentaÁ„o

Esta ColeÁ„o B·sica SENAI - CBS, para o Eletricista Mantenedor e Reparador de Comandos ElÈtricos, forma parte de um conjunto de CBSs de ocupaÁıes afins, denominado Eletricidade.

As CBSs de Eletricidade pertencem ao subgrupo 8-5, da ClassificaÁ„o Internacional Uniforme de OcupaÁ„o (CIUO).

Na presente coleÁ„o adotou-se como referÍncia o cÛdigo CIUO 8-51.40, considerando- se integralmente o texto da descriÁ„o ocupacional correspondente ao Eletricista Mantenedor e Reparador de Comandos ElÈtricos.

Adotou-se, como nÌvel mÌnimo para o estudo destas folhas, a escolaridade do 1 grau completo.

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- Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos IntroduÁ„o ColeÁıes B·sicas Ocupacionais s„o um
- Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos IntroduÁ„o ColeÁıes B·sicas Ocupacionais s„o um

IntroduÁ„o

ColeÁıes B·sicas Ocupacionais s„o um conjunto ordenado de Folhas de InstruÁ„o (Folha de OperaÁ„o - FO e Folha de InformaÁ„o TecnolÛgica - FIT) que contÍm as informaÁıes b·sicas sobre as operaÁıes e conhecimentos tecnolÛgicos relacionados a uma ocupaÁ„o.

As ColeÁıes B·sicas Ocupacionais s„o concebidas com a flexibilidade necess·ria para servirem de base ‡ preparaÁ„o de diferentes Manuais de InstruÁ„o, de acordo com os v·rios tipos de cursos, definidos em funÁ„o dos objetivos a alcanÁar e contemplam exclusivamente o especÌfico da ocupaÁ„o correspondente.

Esta ColeÁ„o B·sica Ocupacional foi elaborada por tÈcnicos regionais, sob a CoordenaÁ„o do Departamento Nacional, pelo que a estamos denominando ColeÁ„o B·sica SENAI (CBS).

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- Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos SeguranÁas fusÌveis tipo NH e DIAZED S„o dispositivos
- Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos SeguranÁas fusÌveis tipo NH e DIAZED S„o dispositivos

SeguranÁas fusÌveis tipo NH e DIAZED

S„o dispositivos usados com o objetivo de limitar a corrente de um circuito, proporcionando sua interrupÁ„o em casos de curtos-circuitos ou sobrecargas de longa duraÁ„o.

sua interrupÁ„o em casos de curtos-circuitos ou sobrecargas de longa duraÁ„o. SENAI-SP - INTRANET 11
sua interrupÁ„o em casos de curtos-circuitos ou sobrecargas de longa duraÁ„o. SENAI-SP - INTRANET 11

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ConstituiÁ„o das seguranÁas NH

As seguranÁas NH s„o compostas de base e fusÌvel. A base È construÌda geralmente de esteatita, pl·stico ou termofixo, possuindo meios de fixaÁ„o a quadros ou placas.

Possuem contatos em forma de garras prateadas, que garantem o contato elÈtrico perfeito e alta durabilidade; a essas garras se juntam molas que aumentam a press„o de contato.

garras se juntam molas que aumentam a press„o de contato. Base de montagem de fusÌveis do

Base de montagem de fusÌveis do Sistema NH

que aumentam a press„o de contato. Base de montagem de fusÌveis do Sistema NH FusÌvel NH

FusÌvel NH

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O fusÌvel possui um corpo de porcelana de seÁ„o retangular, com suficiente resistÍncia

mec‚nica, contendo nas extremidades facas prateadas. Dentro do corpo de porcelana se alojam o elo fusÌvel e o elo indicador de queima, imersos em areia especial, de granulaÁ„o adequada.

imersos em areia especial, de granulaÁ„o adequada. Corpo de porcelana O elo fusÌvel È feito de

Corpo de porcelana

O elo fusÌvel È feito de cobre, em forma de l‚minas, vazadas em determinados pontos

para reduzir a secÁ„o condutora. Existem ainda elos fusÌveis feitos de fita de prata virgem.

Existem ainda elos fusÌveis feitos de fita de prata virgem. Retirando-se o fusÌvel da seguranÁa, obtÍm-se

Retirando-se o fusÌvel da seguranÁa, obtÍm-se uma separaÁ„o visÌvel dos bornes, tornando dispens·vel em alguns casos a utilizaÁ„o de um seccionador adicional. Para se retirar o fusÌvel, È necess·ria a utilizaÁ„o de um dispositivo, construÌdo de fibra isolante, com engates para extraÁ„o, o qual recebe o nome de ìpunho saca-fusÌveisî.

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ConstituiÁ„o de SeguranÁas DIAZED (D)

As seguranÁas D s„o compostas de: base aberta ou protegida, tampa, fusÌvel parafuso de ajuste e anel.

Base

… um elemento de porcelana que comporta um corpo met·lico, roscado internamente,

e externamente ligado a um dos bornes; o outro borne est· isolado do primeiro e ligado ao parafuso de ajuste.

est· isolado do primeiro e ligado ao parafuso de ajuste. A = borne ligado ao corpo

A = borne ligado ao corpo roscado

B = borne ligado ao parafuso de ajuste

Tampa

… um dispositivo, geralmente de porcelana, com um corpo met·lico roscado, que fixa o

fusÌvel ‡ base e n„o se inutiliza com a queima do fusÌvel.

‡ base e n„o se inutiliza com a queima do fusÌvel. Permite inspeÁ„o visual do indicador

Permite inspeÁ„o visual do indicador do fusÌvel e a substituiÁ„o deste sob tens„o.

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Parafuso de ajuste

… um dispositivo, feito de porcelana, com um parafuso met·lico que, introduzido na

base, impede o uso de fusÌveis de ìcapacidadeî superior a indicada.

o uso de fusÌveis de ìcapacidadeî superior a indicada. A montagem do parafuso de ajuste È

A

montagem do parafuso de ajuste È feita com o auxÌlio de uma chave especial.

O

anel

À

tambÈm um elemento de porcelana, roscado internamente, que protege a rosca

met·lica da base aberta, evitando a possibilidade de contatos acidentais, na troca do fusÌvel.

possibilidade de contatos acidentais, na troca do fusÌvel. O fusÌvel … constituÌdo de um corpo de

O fusÌvel

… constituÌdo de um corpo de porcelana em cujos extremos met·licos se fixa um fio de

cobre puro ou recoberto com uma camada de zinco, imerso em areia especial, de granulaÁ„o adequada, que funciona como meio extintor do arco voltaico, evitando o perigo de explos„o, no caso da queima o fusÌvel.

meio extintor do arco voltaico, evitando o perigo de explos„o, no caso da queima o fusÌvel.
meio extintor do arco voltaico, evitando o perigo de explos„o, no caso da queima o fusÌvel.

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Possui um indicador, visÌvel atravÈs da tampa, denominado espoleta, com cores correspondentes ‡s diversas correntes nominais. Esses indicadores se desprendem em caso de queima.

O elo indicador da queima È constituÌdo de um fio muito fino, que est· ligado em

paralelo com o elo fusÌvel. No caso de fus„o do elo fusÌvel, o fio do indicador de

queima tambÈm se fundir·, provocando o desprendimento da espoleta.

Algumas cores e as correntes nominais correspondentes (fusÌveis tipo D):

Intensidade

Intensidade

Cor de corrente (A)

Cor de corrente (A)

Rosa

2

Azul

20

Marrom

4

Amarelo

25

Verde

6

Preto

35

Vermelho

10

Branco

50

Cinza

16

Laranja

63

InstalaÁ„o de seguranÁas fusÌveis As seguranÁas fusÌveis devem ser colocadas no ponto inicial do circuito por proteger.

Os locais devem ser arejados, evitando-se os ambientes confinados, para que a temperatura se conserve igual ‡ do ambiente. Esses locais devem ser de f·cil acesso, para facilitar a inspeÁ„o e a manutenÁ„o.

A instalaÁ„o das seguranÁas fusÌveis deve ser feita de tal modo, que permita seu

manejo sem perigo de choque para o operador.

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AplicaÁ„o de seguranÁas NH e DIAZED

comandos elÈtricos AplicaÁ„o de seguranÁas NH e DIAZED Os fusÌveis construÌdos de acordo com o sistema

Os fusÌveis construÌdos de acordo com o sistema NH s„o de aÁ„o retardada, pois s„o prÛprios para ser empregados em circuitos sujeitos a picos de corrente. S„o construÌdos para valores de corrente padronizada e variam de 6 a 1000A. Sua capacidade de ruptura È sempre superior a 70kA, com uma tens„o m·xima de 500V.

Os fusÌveis construÌdos de acordo com o sistema Diazed podem ser de aÁ„o r·pida ou retardada. Os fusÌveis de aÁ„o r·pida usam-se em circuitos resistivos (sem picos de corrente), e os de aÁ„o retardada, para circuitos sujeitos a picos de corrente (motores, capacitores, etc.). Valor m·ximo 200A. Capacidade de ruptura 70 kA, com uma tens„o de 500V.

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- Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos CaracterÌsticas elÈtricas dos fusÌveis tipo NH e DIAZED
- Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos CaracterÌsticas elÈtricas dos fusÌveis tipo NH e DIAZED

CaracterÌsticas elÈtricas dos fusÌveis tipo NH e DIAZED

S„o dados imprescindÌveis dos fusÌveis tipo DIAZED e NH que servem para a sua especificaÁ„o e uso correto nas instalaÁıes elÈtricas.

As caracterÌsticas dos fusÌveis tipo DIAZED e NH

Corrente nominal

A corrente nominal È a corrente m·xima que o fusÌvel suporta continuamente sem

provocar a sua interrupÁ„o. … o valor marcado no corpo de porcelana do fusÌvel.

Corrente de curto-circuito

A corrente de curto-circuito È a corrente m·xima que pode circular no circuito e que

deve ser interrompida instantaneamente.

A capacidade de ruptura (Ka) e n„o (VA)

… o valor da corrente que o fusÌvel È capaz de interromper com seguranÁa. Essa

capacidade de ruptura n„o depende da tens„o nominal da instalaÁ„o.

Tens„o nominal

… a tens„o para a qual o fusÌvel foi construÌdo. Os fusÌveis normais para baixa tens„o

s„o indicados para tensıes de serviÁo em C.A. atÈ 500V e em C.C. atÈ 600V.

ResistÍncia de contato

… uma grandeza elÈtrica (resistÍncia Ùhmica) que depende do material e da press„o

exercida. A resistÍncia de contato entre a base e o fusÌvel È a respons·vel por eventuais aquecimentos, em raz„o da resistÍncia oferecida ‡ corrente. Esse aquecimento ‡s vezes pode provocar a queima do fusÌvel.

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SubstituiÁ„o N„o È permitido o recondicionamento dos fusÌveis, em virtude de geralmente n„o haver substituiÁ„o adequada do elo de fus„o.

Curva, tempo de fus„o-corrente Em funcionamento, o fusÌvel deve obedecer a uma caracterÌstica, tempo de desligamento - corrente circulante, dada pelos fabricantes.

desligamento - corrente circulante, dada pelos fabricantes. ObservaÁ„o Dentro da curva de desligamento, quanto maior

ObservaÁ„o Dentro da curva de desligamento, quanto maior a corrente circulante, menor ser· o tempo em que o fusÌvel ter· que desligar.

Essas curvas s„o vari·veis com o tempo, corrente, o tipo de fusÌvel e o fabricante. Normalmente as curvas s„o v·lidas para os fusÌveis, partindo do estado frio ‡ temperatura ambiente.

FusÌveis tipo retardo e tipo r·pido

O fusÌvel tipo retardado suporta elevaÁıes de correntes por certo tempo, sem ocorrer a fus„o. … indicado para proteÁ„o de circuitos onde existem cargas indutivas e capacitivas.

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O fusÌvel tipo r·pido È de aplicaÁ„o mais especÌfica. N„o suporta picos de corrente. … usado em circuitos predominantemente resistivos.

… usado em circuitos predominantemente resistivos. Exemplo de leitura de um gr·fico tempo-corrente para

Exemplo de leitura de um gr·fico tempo-corrente para fusÌvel retardado.

AtravÈs do gr·fico, pode-se verificar que para um fusÌvel retardado de 10A, com uma corrente no circuito tambÈm de 10A, o elo n„o se funde, pois a reta vertical que passa pelo n o 10 n„o encontra a curva do fusÌvel escolhido.

Com uma corrente no circuito de 20A, procedendo-se de maneira an·loga, o elo funde- se em 2 min, e com 100A funde-se em 0,05 segundos. Conclui-se que, quanto maior a corrente, menor È o tempo de fus„o.

Escolha do fusÌvel A escolha do fusÌvel È feita considerando-se a corrente nominal da rede, malha ou circuito que se pretende proteger contra curto-circuito ou sobrecarga de longa duraÁ„o.

ou circuito que se pretende proteger contra curto-circuito ou sobrecarga de longa duraÁ„o. SENAI-SP - INTRANET

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CritÈrios de Escolha Os circuitos elÈtricos, com sua fiaÁ„o, elementos de proteÁ„o e de manobra, devem ser dimensionados para uma determinada corrente nominal, dada pela carga que se pretende ligar.

A escolha do fusÌvel deve ainda ser estudada, para que uma anormalidade elÈtrica no

circuito fique restrita ao setor em que ocorra, sem afetar as demais partes do mesmo.

A m· escolha da seguranÁa fusÌvel pode provocar anomalias no circuito.

Dimensionamento

Para de dimensionar um fusÌvel, È necess·rio levar em consideraÁ„o as seguintes grandezas elÈtricas:

a) Corrente nominal do circuito ou ramal;

b) Corrente de curto-circuito;

c) Tens„o nominal.

ramal; b) Corrente de curto-circuito; c) Tens„o nominal. Exemplo de leitura para fusÌvel r·pido. Tempo de

Exemplo de leitura para fusÌvel r·pido. Tempo de fus„o-corrente

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Um fusÌvel r·pido de 10A n„o se funde com a corrente de 10A, pois a reta vertical correspondente a 10A n„o cruza a curva correspondente. Com uma corrente de 20A, o fusÌvel se fundir· em 0,2 segundos.

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- Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos Seccionador … um dispositivo de manobra mec‚nico que,
- Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos Seccionador … um dispositivo de manobra mec‚nico que,

Seccionador

… um dispositivo de manobra mec‚nico que, por razıes de seguranÁa, assegura na posiÁ„o aberta uma dist‚ncia de isolaÁ„o que satisfaz condiÁıes especificadas. Serve para fechar e abrir o circuito, quando È desprezÌvel a corrente que est· sendo ligada ou interrompida.

Tipos de seccionadores

Chave-Faca: Seccionador do tipo mais simples, normalmente dotado de peÁas de contato de cobre, onde a peÁa mÛvel de contato encaixa em um contato fixo.

dotado de peÁas de contato de cobre, onde a peÁa mÛvel de contato encaixa em um

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Chave-Faca As chaves-facas n„o possuem mecanismo de fechamento ou abertura r·pida dos contatos, nem c‚maras de extinÁ„o de arco. Por esses motivos, destinam-se, em princÌpio, ‡ abertura de sistemas elÈtricos sem corrente, ou com corrente de pequena intensidade; s„o, portanto, indicadas para operar em circuitos quando sem carga.

Seu emprego È bastante freq¸ente com disjuntor ou fusÌvel, uma vez que ambos s„o

reunidos geralmente por um envoltÛrio que n„o permite a verificaÁ„o visual da interrupÁ„o interna. Portanto, nesse caso se recomenda intercalar um seccionador, que

È aberto com o circuito desligado, antes da troca do fusÌvel ou reparaÁ„o de um

circuito, mantendo-se assim maior seguranÁa contra contatos acidentais do operador.

Seccionador fusÌvel

Este tipo de seccionador se compıe do dispositivo de comando propriamente dito, que

È igual ‡ chave-faca, e de um conjunto de fusÌveis, um por pÛlo normalmente associado ‡ prÛpria parte mÛvel da chave.

normalmente associado ‡ prÛpria parte mÛvel da chave. Os seccionadores fusÌveis s„o bastante pr·ticos, pois

Os seccionadores fusÌveis s„o bastante pr·ticos, pois associam em um sÛ elemento a funÁ„o de comando sem carga, com a de proteÁ„o contra curto-circuito, e a prÛpria condiÁ„o de abertura prÈvia do sistema antes da troca do fusÌvel È feita manualmente, no ato da abertura do seccionador para a troca do fusÌvel queimado.

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Os seccionadores n„o possuem mecanismo de desligamento r·pido (mola) atuando sobre os seus contatos. A velocidade de abertura depende exclusivamente do operador (sendo essa a causa principal da indefiniÁ„o da capacidade de ruptura). Ao se abrirem os contatos por onde circule corrente de uma certa intensidade (circuito com carga) com velocidade baixa, o meio gasoso que se interpıe entre os contatos, vai-se ionizando sucessivamente, criando um caminho de baixa resistÍncia elÈtrica por onde se desenvolve o arco voltaico. Este, persistindo, permite o fluxo de corrente pelo circuito, mesmo com as facas abertas, provocando a fus„o dos contatos e vaporizando-os sob forte explos„o.

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- Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos Simbologia para diagramas de comandos elÈtricos e
- Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos Simbologia para diagramas de comandos elÈtricos e

Simbologia para diagramas de comandos elÈtricos e eletrÙnicos (P-SB-13)

A simbologia tem por objetivo estabelecer sÌmbolos gr·ficos que devem ser usados

para, em desenhos tÈcnicos ou diagramas de circuitos de comandos eletromec‚nicos, representar componentes e a relaÁ„o entre estes.

A simbologia aplica-se generalizadamente nos campos industrial, did·tico e outros

onde fatos de natureza elÈtrica precisem ser esquematizados graficamente.

Significado e simbologia de acordo com: ABNT, DIN, ANSI, UTE e IEC.

Significado

ABNT

DIN

ANSI

UTE

IEC

Grandezas ElÈtricas Fundamentais

Corrente contÌnua

     

DC

Corrente contÌnua       DC  
 

Corrente alternada

Corrente alternada   CA
Corrente alternada   CA
 

CA

Corrente alternada   CA
Corrente alternada   CA

Corrente contÌnua e alternada

Corrente contÌnua e alternada    
Corrente contÌnua e alternada    
   
Corrente contÌnua e alternada    

Exemplo de corrente alternada monof·sica, 60Hz

   

I Phase-2 Wire-

   

I~60 Hz

I~60 Hz

60Hz

I~60 Hz

Exemplo de corrente alternada trif·sica, 3 condutores, 60Hz, tens„o de 220V

   

3

Phase-3 Wire-60

   

3~60Hz220V

3~60Hz220V

Cycle-220V

3~60Hz220V

Exemplo de corrente alternada trif·sica com neutro, 4 condutores, 60Hz tens„o de 380V

   

3

Phase-4 Wire-60

   

3N~60Hz380V

3N~60Hz380V

Cycle-380V

3~50Hz380V

3N~60Hz380V

Exemplo de corrente contÌnua, 2 condutores, tens„o de 220V

2-220V

2-220V

2 Wire DC, 220v

 

2-220V

Exemplo de corrente contÌnua, 2 condutores e neutro, tens„o de 110V

2N-110V

2N-110V

3 Wire DC, 110V

 

2N-110V

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Significado

ABNT

DIN

ANSI

UTE

IEC

 

SÌmbolos de Uso Geral

 

Terra

Terra
Terra
Terra
Terra
Terra

Massa

Massa
Massa
Massa
Massa
Massa

Polaridade positiva

Polaridade positiva
Polaridade positiva
Polaridade positiva
Polaridade positiva
Polaridade positiva

Polaridade negativa

         

Tens„o perigosa

Tens„o perigosa
Tens„o perigosa
Tens„o perigosa
Tens„o perigosa
Tens„o perigosa

LigaÁ„o delta ou tri‚ngulo

LigaÁ„o delta ou tri‚ngulo
LigaÁ„o delta ou tri‚ngulo
LigaÁ„o delta ou tri‚ngulo
LigaÁ„o delta ou tri‚ngulo
LigaÁ„o delta ou tri‚ngulo

LigaÁ„o Y ou estrela

LigaÁ„o Y ou estrela
LigaÁ„o Y ou estrela
LigaÁ„o Y ou estrela
LigaÁ„o Y ou estrela
LigaÁ„o Y ou estrela

LigaÁ„o estrela com neutro

LigaÁ„o estrela com neutro
LigaÁ„o estrela com neutro
LigaÁ„o estrela com neutro
LigaÁ„o estrela com neutro
LigaÁ„o estrela com neutro

acessÌvel

LigaÁ„o ziguezague

LigaÁ„o ziguezague
LigaÁ„o ziguezague
LigaÁ„o ziguezague
LigaÁ„o ziguezague
LigaÁ„o ziguezague

LigaÁ„o em V ou tri‚ngulo

LigaÁ„o em V ou tri‚ngulo
LigaÁ„o em V ou tri‚ngulo
LigaÁ„o em V ou tri‚ngulo
LigaÁ„o em V ou tri‚ngulo
LigaÁ„o em V ou tri‚ngulo

aberto

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Significado

ABNT

DIN

ANSI

UTE

IEC

Elementos de comando

Comando manual, sem indicaÁ„o de sentido

       
     
       
 
     
     

Comando por pÈ

   

Comando por excÍntrico

Comando por excÍntrico    
Comando por excÍntrico    
 
Comando por excÍntrico    
 
Comando por excÍntrico    

Comando por meio de Ímbolo (ar comprimido, p.ex.)

Comando por meio de Ímbolo (ar comprimido, p.ex.)    
Comando por meio de Ímbolo (ar comprimido, p.ex.)    
   
Comando por meio de Ímbolo (ar comprimido, p.ex.)    

Comando por energia mec‚nica

Comando por energia mec‚nica    
Comando por energia mec‚nica    
 
Comando por energia mec‚nica    
 
Comando por energia mec‚nica    

Comando por motor

Comando por motor  
Comando por motor  
 
Comando por motor  
Comando por motor  
Comando por motor  

Sentido de deslocamento do comando para a esquerda, cessada a forÁa externa Nota Para a direita, inverter a seta

do comando para a esquerda, cessada a forÁa externa Nota Para a direita, inverter a seta
do comando para a esquerda, cessada a forÁa externa Nota Para a direita, inverter a seta
 
do comando para a esquerda, cessada a forÁa externa Nota Para a direita, inverter a seta
   

Comando com travamento I ñ Travado 2 ñ Livre

Comando com travamento I ñ Travado 2 ñ Livre    
Comando com travamento I ñ Travado 2 ñ Livre    
   
Comando com travamento I ñ Travado 2 ñ Livre    

Comando engastado

Comando engastado  
Comando engastado  
 
Comando engastado  
Comando engastado  

Dispositivo temporizado com operaÁ„o ‡ direita

Dispositivo temporizado com operaÁ„o ‡ direita TC. TDC Fecha com retardo TO. TDO Todo Abre com
Dispositivo temporizado com operaÁ„o ‡ direita TC. TDC Fecha com retardo TO. TDO Todo Abre com

TC. TDC Fecha com retardo TO. TDO Todo Abre com retardo

   

Comando desacoplado no caso com acionamento manual

Comando desacoplado no caso com acionamento manual    
Comando desacoplado no caso com acionamento manual    
 
Comando desacoplado no caso com acionamento manual    
 
Comando desacoplado no caso com acionamento manual    

Comando acoplado no caso com acionamento manual

Comando acoplado no caso com acionamento manual    
Comando acoplado no caso com acionamento manual    
 
Comando acoplado no caso com acionamento manual    
 
Comando acoplado no caso com acionamento manual    

Fecho mec‚nico

Fecho mec‚nico    
Fecho mec‚nico    
 
Fecho mec‚nico    
 
Fecho mec‚nico    

Fecho mec‚nico com disparador auxiliar

Fecho mec‚nico com disparador auxiliar    
Fecho mec‚nico com disparador auxiliar    
   
Fecho mec‚nico com disparador auxiliar    

CBS - Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos

Significado

ABNT

DIN

ANSI

UTE

IEC

Bobinas de Comando e RelÈs

Bobina eletromagnÈtica,

Bobina eletromagnÈtica,
Bobina eletromagnÈtica,
Bobina eletromagnÈtica,
Bobina eletromagnÈtica,
Bobina eletromagnÈtica,

geral

Bobina eletromagnÈtica, de

Bobina eletromagnÈtica, de  
Bobina eletromagnÈtica, de  
Bobina eletromagnÈtica, de  
 
Bobina eletromagnÈtica, de  

enrolamento ˙nico

Bobina eletromagnÈtica, de

Bobina eletromagnÈtica, de
Bobina eletromagnÈtica, de
Bobina eletromagnÈtica, de
Bobina eletromagnÈtica, de
Bobina eletromagnÈtica, de

dois enrolamentos

RelÈ de subtens„o

RelÈ de subtens„o    
RelÈ de subtens„o    
RelÈ de subtens„o    
   

RelÈ com retarde para

RelÈ com retarde para    
RelÈ com retarde para    
RelÈ com retarde para    
   

voltar ao repouso

RelÈ com retarde

         

prolongado para voltar do

prolongado para voltar do
prolongado para voltar do
prolongado para voltar do

repouso

RelÈ com retarde para

RelÈ com retarde para  
RelÈ com retarde para  
RelÈ com retarde para  
 
RelÈ com retarde para  

operar

RelÈ com retarde para

   
RelÈ com retarde para        
   

operar e para voltar ao

operar e para voltar ao
operar e para voltar ao
operar e para voltar ao

repouso

RelÈ polarizado

RelÈ polarizado  
RelÈ polarizado  
RelÈ polarizado  
 
RelÈ polarizado  

RelÈ com remanÍncia

RelÈ com remanÍncia  
RelÈ com remanÍncia  
 
RelÈ com remanÍncia  
RelÈ com remanÍncia  

RelÈ com resson‚ncia

RelÈ com resson‚ncia  
RelÈ com resson‚ncia  
RelÈ com resson‚ncia  
 
RelÈ com resson‚ncia  

RelÈ tÈrmico ou bimet·lico

RelÈ tÈrmico ou bimet·lico
RelÈ tÈrmico ou bimet·lico
RelÈ tÈrmico ou bimet·lico
RelÈ tÈrmico ou bimet·lico
RelÈ tÈrmico ou bimet·lico

RelÈ eletromagnÈtico de

RelÈ eletromagnÈtico de  
RelÈ eletromagnÈtico de  
RelÈ eletromagnÈtico de  
RelÈ eletromagnÈtico de  
 

sobrecarga

RelÈ eletromagnÈtico de

RelÈ eletromagnÈtico de    
RelÈ eletromagnÈtico de    
 
RelÈ eletromagnÈtico de    
 

curto-circuito

CBS - Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos

Significado

ABNT

DIN

ANSI

UTE

IEC

Contatos e PeÁas de Contato com Comandos Diversos

Fechador (normalmente aberto)

Fechador (normalmente aberto)
Fechador (normalmente aberto)
Fechador (normalmente aberto)
Fechador (normalmente aberto)
Fechador (normalmente aberto)

Abridor (normalmente fechado)

Abridor (normalmente fechado)
Abridor (normalmente fechado)
Abridor (normalmente fechado)
Abridor (normalmente fechado)
Abridor (normalmente fechado)

Comutador

Comutador
Comutador
Comutador
Comutador
Comutador

Comutador sem interrupÁ„o

Comutador sem interrupÁ„o  
Comutador sem interrupÁ„o  
Comutador sem interrupÁ„o  
 
Comutador sem interrupÁ„o  

Temporizado:

Temporizado:    
Temporizado:    
   
Temporizado:    

No fechamento

No fechamento

Na abertura

Na abertura

No fechamento

Fechador de comando manual

Fechador de comando manual    
Fechador de comando manual    
Fechador de comando manual    
   

Abridor com comando por

Abridor com comando por  
Abridor com comando por  
Abridor com comando por  
 
Abridor com comando por  

excÍntrico

Fechador com comando por

Fechador com comando por  
Fechador com comando por  
Fechador com comando por  
 
Fechador com comando por  

bobina

Fechador com comando por

Fechador com comando por  
Fechador com comando por  
Fechador com comando por  
 
Fechador com comando por  

mecanismo

Abridor com comando por

Abridor com comando por    
Abridor com comando por    
Abridor com comando por    
   

press„o

Fechador com comando por

Fechador com comando por    
Fechador com comando por    
Fechador com comando por    
   

temperatura

CBS - Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos

Significado

ABNT

DIM

ANSI

UTE

IEC

 

Dispositivos de Comando e de ProteÁ„o

 

Tomada e plugue

Tomada e plugue  
Tomada e plugue  
 
Tomada e plugue  

FusÌvel

FusÌvel
FusÌvel
FusÌvel
FusÌvel
FusÌvel

FusÌvel com indicaÁ„o do lado

FusÌvel com indicaÁ„o do lado  
FusÌvel com indicaÁ„o do lado  
 
FusÌvel com indicaÁ„o do lado  
FusÌvel com indicaÁ„o do lado  

ligado ‡ rede apÛs a ruptura

Seccionador-fusÌvel tripolar

Seccionador-fusÌvel tripolar  
Seccionador-fusÌvel tripolar  
Seccionador-fusÌvel tripolar  
 
Seccionador-fusÌvel tripolar  

L‚mina ou barra de conex„o,

L‚mina ou barra de conex„o,  
L‚mina ou barra de conex„o,  
L‚mina ou barra de conex„o,  
 
L‚mina ou barra de conex„o,  

reversora

Seccionador tripolar

Seccionador tripolar  
Seccionador tripolar  
 
Seccionador tripolar  

Interruptor tripolar (sob carga)

Interruptor tripolar (sob carga)    
Interruptor tripolar (sob carga)    
   
Interruptor tripolar (sob carga)    

Disjuntor

Disjuntor
Disjuntor
Disjuntor
Disjuntor
Disjuntor

Seccionador-disjuntor

Seccionador-disjuntor  
Seccionador-disjuntor  
Seccionador-disjuntor  
 
Seccionador-disjuntor  

Contator com relÈ tÈrmico e

Contator com relÈ tÈrmico e  
Contator com relÈ tÈrmico e  
Contator com relÈ tÈrmico e  
 
Contator com relÈ tÈrmico e  

contatos auxiliares

Disjuntor tripolar com relÈs

Disjuntor tripolar com relÈs    
Disjuntor tripolar com relÈs    
Disjuntor tripolar com relÈs    
   

eletromagnÈticos com

eletromagnÈticos com

contatos auxiliares

CBS - Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos

Significado

ABNT

DIN

ANSI

UTE

IEC

 

Componentes de Circuito

 

Resistor

Resistor
Resistor
Resistor
Resistor
Resistor

Resistor com derivaÁıes

Resistor com derivaÁıes  
Resistor com derivaÁıes  
Resistor com derivaÁıes  
 
Resistor com derivaÁıes  

Indutor, enrolamento, bobina

Indutor, enrolamento, bobina
Indutor, enrolamento, bobina
Indutor, enrolamento, bobina
Indutor, enrolamento, bobina
Indutor, enrolamento, bobina

Indutor com derivaÁıes

Indutor com derivaÁıes  
Indutor com derivaÁıes  
Indutor com derivaÁıes  
 
Indutor com derivaÁıes  

Capacitor

Capacitor
Capacitor
Capacitor
Capacitor
Capacitor

Capacitor com derivaÁıes

Capacitor com derivaÁıes  
Capacitor com derivaÁıes  
Capacitor com derivaÁıes  
 
Capacitor com derivaÁıes  

Capacitor eletrolÌtico

Capacitor eletrolÌtico  
Capacitor eletrolÌtico  
Capacitor eletrolÌtico  
 
Capacitor eletrolÌtico  

Im„ permanente

Im„ permanente  
Im„ permanente  
Im„ permanente  
 
Im„ permanente  

Diodo semicondutor

Diodo semicondutor
Diodo semicondutor
Diodo semicondutor
Diodo semicondutor
Diodo semicondutor

Diodo zener unidirecional e bidirecional

Diodo zener unidirecional e bidirecional  
Diodo zener unidirecional e bidirecional  
Diodo zener unidirecional e bidirecional  
 
Diodo zener unidirecional e bidirecional  

Fotorresistor com variaÁ„o independente da tens„o

Fotorresistor com variaÁ„o independente da tens„o  
Fotorresistor com variaÁ„o independente da tens„o  
Fotorresistor com variaÁ„o independente da tens„o  
 
Fotorresistor com variaÁ„o independente da tens„o  

Fotorresistor com variaÁ„o dependente a tens„o

Fotorresistor com variaÁ„o dependente a tens„o    
Fotorresistor com variaÁ„o dependente a tens„o    
   
Fotorresistor com variaÁ„o dependente a tens„o    

Fotoelemento

Fotoelemento    
Fotoelemento    
   
Fotoelemento    

Gerador ìhallî

Gerador ìhallî  
Gerador ìhallî  
Gerador ìhallî  
 
Gerador ìhallî  

Centelhador (de pontas)

Centelhador (de pontas)    
Centelhador (de pontas)    
   
Centelhador (de pontas)    

P·ra-raio

P·ra-raio  
P·ra-raio  
P·ra-raio  
 
P·ra-raio  

Acumulador, bateria, pilha

Acumulador, bateria, pilha
Acumulador, bateria, pilha
Acumulador, bateria, pilha
Acumulador, bateria, pilha
Acumulador, bateria, pilha

Mufla terminal ou terminaÁ„o

Mufla terminal ou terminaÁ„o      
     
Mufla terminal ou terminaÁ„o      

Mufla de junÁ„o ou emenda reta

Mufla de junÁ„o ou emenda reta      
     
Mufla de junÁ„o ou emenda reta      

Mufla ou emenda de derivaÁ„o simples

Mufla ou emenda de derivaÁ„o simples      
     
Mufla ou emenda de derivaÁ„o simples      

Mufla ou emenda de derivaÁ„o dupla

Mufla ou emenda de derivaÁ„o dupla      
     
Mufla ou emenda de derivaÁ„o dupla      

Par termoelÈtrico

Par termoelÈtrico  
Par termoelÈtrico  
Par termoelÈtrico  
 
Par termoelÈtrico  

CBS - Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos

Significado

ABNT

DIN

ANSI

UTE

IEC

 

Dispositivos de SinalizaÁ„o ”tica e Ac˙stica

 

Buzina

Buzina
Buzina
Buzina
Buzina
Buzina

Campainha

Campainha
Campainha
Campainha
Campainha
Campainha

Sirene

Sirene  
Sirene  
Sirene  
 
Sirene  

Cigarra

Cigarra  
Cigarra  
Cigarra  
 
Cigarra  

L‚mpada de sinalizaÁ„o

L‚mpada de sinalizaÁ„o
L‚mpada de sinalizaÁ„o
L‚mpada de sinalizaÁ„o
L‚mpada de sinalizaÁ„o
L‚mpada de sinalizaÁ„o

Indicador

Indicador  
Indicador  
Indicador  
 
Indicador  
 

Instrumentos de MediÁ„o

 

Indicador, sÌmbolo, geral

Indicador, sÌmbolo, geral
Indicador, sÌmbolo, geral
Indicador, sÌmbolo, geral
Indicador, sÌmbolo, geral
Indicador, sÌmbolo, geral

AmperÌmetro, indicador

AmperÌmetro, indicador
AmperÌmetro, indicador
AmperÌmetro, indicador
AmperÌmetro, indicador
AmperÌmetro, indicador

VoltÌmetro indicador

VoltÌmetro indicador
VoltÌmetro indicador
VoltÌmetro indicador
VoltÌmetro indicador
VoltÌmetro indicador

VoltÌmetro duplo ou diferencial

VoltÌmetro duplo ou diferencial  
VoltÌmetro duplo ou diferencial  
VoltÌmetro duplo ou diferencial  
 
VoltÌmetro duplo ou diferencial  

indicador

WattÌmetro indicador

WattÌmetro indicador
WattÌmetro indicador
WattÌmetro indicador
WattÌmetro indicador
WattÌmetro indicador

Freq¸encÌmetro indicador

Freq¸encÌmetro indicador  
Freq¸encÌmetro indicador  
Freq¸encÌmetro indicador  
 
Freq¸encÌmetro indicador  

Indicador de fator de potÍncia

Indicador de fator de potÍncia
Indicador de fator de potÍncia
Indicador de fator de potÍncia
Indicador de fator de potÍncia
Indicador de fator de potÍncia

Registrador, sÌmbolo geral

Registrador, sÌmbolo geral
Registrador, sÌmbolo geral
Registrador, sÌmbolo geral
Registrador, sÌmbolo geral
Registrador, sÌmbolo geral

Registrador de potÍncia

Registrador de potÍncia
Registrador de potÍncia
Registrador de potÍncia
Registrador de potÍncia
Registrador de potÍncia

Integrador, sÌmbolo geral

Integrador, sÌmbolo geral
Integrador, sÌmbolo geral
Integrador, sÌmbolo geral
Integrador, sÌmbolo geral
Integrador, sÌmbolo geral

Integrador de energia

Integrador de energia  
Integrador de energia  
Integrador de energia  
 
Integrador de energia  

CBS - Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos

Significado

ABNT

DIN

ANSI

UTE

IEC

Motores e Geradores

Motor, sÌmbolo geral

Motor, sÌmbolo geral  
Motor, sÌmbolo geral  
Motor, sÌmbolo geral  
 
Motor, sÌmbolo geral  

Gerador, sÌmbolo geral

Gerador, sÌmbolo geral
Gerador, sÌmbolo geral
Gerador, sÌmbolo geral
Gerador, sÌmbolo geral
Gerador, sÌmbolo geral

Motor de corrente contÌnua

Motor de corrente contÌnua  
Motor de corrente contÌnua  
Motor de corrente contÌnua  
 
Motor de corrente contÌnua  

Gerador de corrente contÌnua

Gerador de corrente contÌnua
Gerador de corrente contÌnua
Gerador de corrente contÌnua
Gerador de corrente contÌnua
Gerador de corrente contÌnua

Motor de corrente alternada

Motor de corrente alternada  
Motor de corrente alternada  
Motor de corrente alternada  
 
Motor de corrente alternada  

monof·sica

Motor de corrente alternada trif·sica

Motor de corrente alternada trif·sica  
Motor de corrente alternada trif·sica  
Motor de corrente alternada trif·sica  
 
Motor de corrente alternada trif·sica  

Motor de induÁ„o trif·sico

Motor de induÁ„o trif·sico  
Motor de induÁ„o trif·sico  
Motor de induÁ„o trif·sico  
 
Motor de induÁ„o trif·sico  

Motor de induÁ„o trif·sico com

         

representaÁ„o de ambas as

representaÁ„o de ambas as
representaÁ„o de ambas as
representaÁ„o de ambas as
representaÁ„o de ambas as

extremidades de cada enrolamento

do estator

       

Gerador sÌncrono trif·sico ligado

Gerador sÌncrono trif·sico ligado  
Gerador sÌncrono trif·sico ligado  
Gerador sÌncrono trif·sico ligado  
 
Gerador sÌncrono trif·sico ligado  

em estrela

Gerador sÌncrono trif·sico de im„

Gerador sÌncrono trif·sico de im„  
Gerador sÌncrono trif·sico de im„  
Gerador sÌncrono trif·sico de im„  
 
Gerador sÌncrono trif·sico de im„  

permanente

Gerador sÌncrono monof·sico de

Gerador sÌncrono monof·sico de  
Gerador sÌncrono monof·sico de  
Gerador sÌncrono monof·sico de  
 
Gerador sÌncrono monof·sico de  

im„ permanente

Gerador de corrente contÌnua com

Gerador de corrente contÌnua com  
Gerador de corrente contÌnua com  
Gerador de corrente contÌnua com  
 
Gerador de corrente contÌnua com  

enrolamentos de compensaÁ„o e

invers„o polar

CBS - Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos

Significado

ABNT

DIN

ANSI

UTE

IEC

Transformadores

Transformador com dois enrolamentos

Transformador com dois enrolamentos  
Transformador com dois enrolamentos  
Transformador com dois enrolamentos  
 
Transformador com dois enrolamentos  

Transformador com trÍs enrolamentos

Transformador com trÍs enrolamentos  
Transformador com trÍs enrolamentos  
Transformador com trÍs enrolamentos  
 
Transformador com trÍs enrolamentos  

Autotransformador

Autotransformador
Autotransformador
Autotransformador
Autotransformador
Autotransformador

Bobina de reat‚ncio

Bobina de reat‚ncio  
Bobina de reat‚ncio  
Bobina de reat‚ncio  
 
Bobina de reat‚ncio  

Transformador de corrente

Transformador de corrente
Transformador de corrente
Transformador de corrente
Transformador de corrente
Transformador de corrente

Transformador de potencial

Transformador de potencial
Transformador de potencial
Transformador de potencial
Transformador de potencial
Transformador de potencial

Transformador de corrente capacitivo

Transformador de corrente capacitivo  
Transformador de corrente capacitivo  
Transformador de corrente capacitivo  
 
Transformador de corrente capacitivo  

Transdutor com trÍs enrolamentos, um de serviÁo e dois de controle

Transdutor com trÍs enrolamentos, um de serviÁo e dois de controle  
Transdutor com trÍs enrolamentos, um de serviÁo e dois de controle  
Transdutor com trÍs enrolamentos, um de serviÁo e dois de controle  
 
Transdutor com trÍs enrolamentos, um de serviÁo e dois de controle  

Transformador de dois enrolamentos com diversas derivaÁıes (taps) em um dos enrolamentos (com variaÁ„o em escalıes)

de dois enrolamentos com diversas derivaÁıes (taps) em um dos enrolamentos (com variaÁ„o em escalıes)  
de dois enrolamentos com diversas derivaÁıes (taps) em um dos enrolamentos (com variaÁ„o em escalıes)  
de dois enrolamentos com diversas derivaÁıes (taps) em um dos enrolamentos (com variaÁ„o em escalıes)  
 
de dois enrolamentos com diversas derivaÁıes (taps) em um dos enrolamentos (com variaÁ„o em escalıes)  

Transformador de dois enrolamentos com variaÁ„o contÌnua da tens„o

Transformador de dois enrolamentos com variaÁ„o contÌnua da tens„o  
Transformador de dois enrolamentos com variaÁ„o contÌnua da tens„o  
Transformador de dois enrolamentos com variaÁ„o contÌnua da tens„o  
 
Transformador de dois enrolamentos com variaÁ„o contÌnua da tens„o  

Nota 1

N o t a 1 A ABNT recomenda para transformadores de rede o uso do sÌmbolo

A ABNT recomenda para transformadores de rede o uso do sÌmbolo simplificado, formado de dois cÌrculos que se cortam, especialmente na representaÁ„o unifilar. Os traÁos inclinados que cortam a linha vertical, indicam o n˙mero de fases

Nota 2

a linha vertical, indicam o n˙mero de fases Nota 2 SimplificaÁ„o an·loga È normalizada para

SimplificaÁ„o an·loga È normalizada para transformadores de corrente e de potencial.

CBS - Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos

N

o

Significado

SÌmbolo

Dispositivos de Partida

145

Dispositivo de partida. SÌmbolo geral

145 Dispositivo de partida. SÌmbolo geral

146

Dispositivo de partida vari·vel continuamente

146 Dispositivo de partida vari·vel continuamente
 

Dispositivo de partida semi-autom·tico

 

Nota: sendo o sÌmbolo de dimensıes reduzidas, que n„o

Nota: sendo o sÌmbolo de dimensıes reduzidas, que n„o

147

permita traÁar as hachuras, estas poder„o ser substituÌdas

por partes cheias.

 

148

Dispositivo de partida estrela-tri‚ngulo

148 Dispositivo de partida estrela-tri‚ngulo

149

Dispositivo de partida com autotransformador

149 Dispositivo de partida com autotransformador
 

Motor trif·sico de induÁ„o com dois dispositivos de partida:

  Motor trif·sico de induÁ„o com dois dispositivos de partida:

150

1 revers„o por contator

2 autom·tico com reostato

CBS - Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos

CBS - Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos

- Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos Chave reversora de comando manual monof·sica S„o
- Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos Chave reversora de comando manual monof·sica S„o

Chave reversora de comando manual monof·sica

S„o dispositivos usados para comando de motores monof·sicos de induÁ„o, quando h· necessidade de partida e invers„o de rotaÁ„o. As chaves reversoras n„o possuem dispositivos de proteÁ„o, e podem ser do tipo de embutir ou do tipo blindado.

As chaves reversoras, s„o blindadas quando para montagem tipo sobrepor, para impedir contatos acidentais do operador com as partes vivas.

para montagem tipo sobrepor, para impedir contatos acidentais do operador com as partes vivas. SENAI-SP -

CBS - Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos

S„o do tipo de embutir quando para montagens em painÈis.

S„o do tipo de embutir quando para montagens em painÈis. ConstituiÁ„o As chaves reversoras de comando

ConstituiÁ„o

As chaves reversoras de comando manual s„o normalmente do tipo rotativo.

Possuem em eixo met·lico ao qual se fixam conjuntos excÍntricos de material isolante.

TÍm uma sÈrie de contatos fixos e contatos mÛveis que podem ser unidos ou separados mediante uma manobra do manÌpulo da chave. Os contatos podem ser do tipo press„o, normalmente de cobre prateado ou metais sinterizados, ou ainda do tipo deslizante, de cobre ou suas ligas.

Detalhes TÈcnicos

Estes tipos de chaves devem apresentar certas caracterÌsticas consideradas importantes para o seu bom funcionamento, tais como:

Suportar a corrente nominal de serviÁo sem danificar-se;

Conter isolamento condizente com a tens„o nominal de serviÁo;

Ter razo·vel velocidade de abertura dos contatos a fim de que possa ser manobrada com carga;

Possuir boa press„o nos contatos.

CBS - Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos

ObservaÁıes Simultaneidade na abertura e fechamento dos contatos Todos os contatos devem ser fechados ou abertos ao mesmo tempo para evitar falta de fase, sobrecorrentes, desgastes dos contatos e arco elÈtrico.

Velocidade de abertura dos contatos

A maioria das chaves n„o apresentam dispositivos especiais para aumentar a

velocidade de abertura, ficando esta quase sempre na dependÍncia do operador.

Press„o dos contatos Toda chave deve apresentar uma boa press„o de contatos para permitir uma livre circulaÁ„o da corrente elÈtrica e evitar a danificaÁ„o ou soldagem dos contatos.

Funcionamento da chave reversora monof·sica acoplada a um motor monof·sico de seis bornes para 110/220 volts

Funcionamento em 110 volts

A chave possui trÍs (3) posiÁıes.

em 110 volts A chave possui trÍs (3) posiÁıes. PosiÁ„o O - desligado PosiÁ„o D -

PosiÁ„o O - desligado PosiÁ„o D - ligado ‡ direita (sentido hor·rio) PosiÁ„o E - ligado ‡ esquerda (sentido anti-hor·rio)

PosiÁ„o O Quando o manÌpulo est· na posiÁ„o 0, todos os contatos mÛveis se encontram separados dos contatos fixos.

CBS - Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos

O motor n„o recebe energia, portanto n„o funciona.

O motor n„o recebe energia, portanto n„o funciona. PosiÁ„o D Movendo-se o manÌpulo para a posiÁ„o

PosiÁ„o D Movendo-se o manÌpulo para a posiÁ„o D, estabelecem-se as ligaÁıes indicadas nas figuras a seguir.

O motor se energiza e gira no sentido hor·rio, por hipÛtese.

indicadas nas figuras a seguir. O motor se energiza e gira no sentido hor·rio, por hipÛtese.
indicadas nas figuras a seguir. O motor se energiza e gira no sentido hor·rio, por hipÛtese.

CBS - Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos

PosiÁ„o E

Acionando-se o manÌpulo para a posiÁ„o E (sentido anti-hor·rio), ocorrem simultaneamente as ligaÁıes seguintes:

O motor se energiza e gira no sentido anti-hor·rio, por hipÛtese.

se energiza e gira no sentido anti-hor·rio, por hipÛtese. ObservaÁ„o Para se efetuar a revers„o, È
se energiza e gira no sentido anti-hor·rio, por hipÛtese. ObservaÁ„o Para se efetuar a revers„o, È

ObservaÁ„o Para se efetuar a revers„o, È imprescindÌvel levar o manÌpulo ‡ posiÁ„o 0, e aguardar o fechamento do dispositivo autom·tico de partida (interruptor centrÌfugo).

Funcionamento da chave reversora monof·sica acoplada com o mesmo motor em 220V As seq¸Íncias operacionais deste acoplamento s„o detalhadas a seguir:

ManÌpulo na posiÁ„o 0. O motor est· desligado.

acoplamento s„o detalhadas a seguir: • ManÌpulo na posiÁ„o 0. O motor est· desligado. SENAI-SP -

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ManÌpulo na posiÁ„o D. O motor gira ‡direita.

• ManÌpulo na posiÁ„o D. O motor gira ‡direita. • ManÌpulo na posiÁ„o E. O motor
• ManÌpulo na posiÁ„o D. O motor gira ‡direita. • ManÌpulo na posiÁ„o E. O motor

ManÌpulo na posiÁ„o E. O motor gira ‡ esquerda.

• ManÌpulo na posiÁ„o E. O motor gira ‡ esquerda. ObservaÁ„o Os bornes 2, 3 e
• ManÌpulo na posiÁ„o E. O motor gira ‡ esquerda. ObservaÁ„o Os bornes 2, 3 e

ObservaÁ„o Os bornes 2, 3 e 5 do motor s„o ligados entre si e isolados da chave, e a invers„o do sentido de rotaÁ„o se faz apenas pelo borne 6, que se acopla com o borne 1 ou 4.

Para que o motor funcione de acordo com o critÈrio preestabelecido, isto È, para que gire ‡ esquerda, quando o manÌpulo estiver na posiÁ„o ìEî, ou ‡ direita, quando o manÌpulo estiver na posiÁ„o ìDî, ‡s vezes ser· necess·rio proceder ‡ troca das ligaÁıes entre os bornes 5 e 6.

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As chaves e comando manual podem ser identificadas atravÈs dos cat·logos editados pelos fabricantes, que apresentam geralmente os dados seguintes:

Desenho ou fotografia do dispositivo ou chave;

N˙mero de referÍncia comercial (prÛprio do fabricante);

Corrente de serviÁo;

Tens„o de serviÁo;

Dimensıes.

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- Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos Sigla das principais normas nacionais e internacionais
- Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos Sigla das principais normas nacionais e internacionais

Sigla das principais normas nacionais e internacionais

S„o abreviaturas das principais normas nacionais e internacionais adotadas na construÁ„o e instalaÁ„o de componentes e Ûrg„os dos sistemas elÈtricos.

Sigla

Significado e natureza

ABNT

AssociaÁ„o Brasileira de Normas TÈcnicas. Atua em todas as ·reas tÈcnicas do PaÌs. Os textos das normas s„o adotados pelos Ûrg„os governamentais (federais, estaduais e municipais) e pelas firmas. Compıem-se de normas NB, TB (terminologia), SB (simbologia), EB (especificaÁ„o), MB (mÈtodo de ensaio) e PB (padronizaÁ„o).

ANSI

American National Standards Institute. Instituto de normas dos Estados Unidos, que publica recomendaÁıes e normas em praticamente todas as ·reas tÈcnicas. Na ·rea dos dispositivos de comando de baixa tens„o, tem adotado freq¸entemente especificaÁıes da UL e da NEMA

BS

Britsh Standard. Normas tÈcnicas da Gr„-Bretanha, j· em grande parte adaptadas ‡ IEC.

CEE

International Comission on Rules of the Approvel of Electrical Equipment. EspecificaÁıes internacionais, destinadas sobretudo ao material de instalaÁ„o.

CEMA

Canadian Electrical Manufactures Association. AssociaÁ„o canadense dos fabricantes de material elÈtrico

CSA

Canadian Standards Association.

Entidade canadense de normas tÈcnicas, que publica as normas e concede

certificado de conformidade

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DEMKO

Danmarks Elektriske Materielkontrol. Autoridade dinamarquesa de controle dos materiais elÈtricos que publica normas e concede certificados de conformidade.

DIN

Deutsche Industrie Normen. AssociaÁ„o de normas industriais alem„s. Suas publicaÁıes s„o devidamente coordenadas com as da VDE.

IEC

International Electrotecnical Comission. Esta comiss„o È formada por representantes de todos os paÌses industrializados. RecomendaÁıes da IEC, publicadas por esta Comiss„o, s„o parcialmente adotadas na Ìntegra pelos diversos paÌses ou, em outros casos, est·-se procedendo a uma aproximaÁ„o ou adaptaÁ„o das normas nacionais ao texto destas internacionais.

KEMA

Kenring van Elektrotechnische Materialen. AssociaÁ„o holandesa de ensaio de materiais elÈtricos.

NEMA

National Electrical Manufactures Association. AssociaÁ„o nacional dos fabricantes de material elÈtrico (USA).

÷VE

÷sterreichischer Verband for Elektrotechnik. AssociaÁ„o austrÌaca de normas tÈcnicas, cujas determinaÁıes geralmente coincidem com as da IEC e VDE.

SEM

Svensk Standard. AssociaÁ„o sueca de normas tÈcnicas

UL

Underwriters Laboratories Inc. Entidade nacional de ensaio da ·rea de proteÁ„o contra incÍndios, nos Estados Unidos, que, entre outros, realiza os ensaios de equipamentos elÈtricos e publica as suas prescriÁıes.

UTE

Union Tecnique de líElectricitÈ. AssociaÁ„o francesa de normas tÈcnicas.

VDE

Verband Deutscher Elektrotechniker.

AssociaÁ„o de normas alem„s, que publica normas e recomendaÁıes da

·rea de eletricidade.

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- Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos DefiniÁıes de termos tÈcnicos sobre equipamentos e
- Eletricista reparador e mantenedor de comandos elÈtricos DefiniÁıes de termos tÈcnicos sobre equipamentos e

DefiniÁıes de termos tÈcnicos sobre equipamentos e dispositivos elÈtricos

Cada ·rea da eletrotÈcnica tem sua linguagem prÛpria, nem sempre compreensÌvel por parte de qualquer pessoa. Os termos tÈcnicos sobre equipamentos de manobra de baixa tens„o arrolados a seguir, considerados os mais importantes, s„o definidos de forma tal, que todos possam compreendÍ-los. Para tanto foram aqui consideradas e esclarecidas as definiÁıes dadas pelas normas VDE e, quando existentes, tambÈm da Terminologia da ABNT, inclusive aquelas de significaÁ„o relevante em outros ramos da eletrotÈcnica, constituindo-se uma seleÁ„o que sempre dever· ser complementada na medida em que sua utilizaÁ„o se tornar importante.

Nota importante Em algumas normas, o termo estabelecimento È usado como sinÙnimo de ligaÁ„o. Nas definiÁıes que se seguem, uniformizou-se esse aspecto, utilizando-se apenas ligaÁ„o, por ser mais coerentes e de uso mais generalizado, n„o havendo real possibilidade de confus„o com o significado de ligaÁ„o como sinÙnimo de circuito ou sistema.

ObservaÁıes

A numeraÁ„o que precede os termos tÈcnicos desta relaÁ„o, refere-se ao n˙mero da Norma ìVDEî, que trata do assunto em quest„o.

A menÁ„o (TB assunto.

) refere-se ‡ publicaÁ„o da ABNT que trata o mesmo

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0005 - Acionamento com acoplamento removÌvel

Acionamento de dispositivo de manobra, no qual o elemento de acionamento È acoplado ao eixo de comando. Exemplo de aplicaÁ„o: dispositivo de manobra no interior de um invÛlucro; elemento de acionamento na tampa. A tampa pode ser facilmente removida, pois n„o h· necessidade de liberar o elemento de acionamento, do dispositivo de manobra propriamente dito.

0010 - Acionamento com fecho

Tipo especial de acionamento para dispositivos de comando. Em lugar de bot„o ou punho, o dispositivo possui um fecho de forma tal, que sÛ pode ser acionado mediante destravamento atravÈs de uma chave. Evita-se, assim, um acionamento que possa acarretar perigo.

0015 - Acionamento manual

Componente mec‚nico de acionamento de um equipamento. Exemplos: bot„o de comando, punho, alavanca.

0020 - Acionamento por bot„o (ou tecla)

Comando de um circuito atravÈs de um dispositivo de comando por bot„o (ou tecla). Com esse tipo de acionamento s„o dados apenas impulsos de comando de curta duraÁ„o.

0025 - Acionamento por corrente alternada (C.A.)

Circuito de comando alimentado por corrente alternada.

0030 - Acionamento por corrente contÌnua (C.C.)

Os equipamentos de comando ‡ dist‚ncia podem, independentemente da natureza da corrente do circuito principal em que operam, ser acionados por corrente alternada ou corrente contÌnua; no caso de acionamento por corrente contÌnua (C.C.), o circuito de comando atravÈs do qual o equipamento È ligado e desligado, possui uma fonte de alimentaÁ„o em corrente contÌnua. Evidentemente, a bobina magnÈtica de um contator deve ser, ent„o, apropriada para corrente contÌnua ou ser um sistema magnÈtico em corrente alternada (ligaÁ„o por resistÍncia), prÛprio para acionamento em corrente contÌnua.

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0035 - Acionamento por impulsos

LigaÁ„o e desligamento instant‚neos atravÈs de um dispositivo de comando, com repetiÁ„o dentro de curtos intervalos de tempo. O acionamento por impulsos, na operaÁ„o de motores, leva a elevada solicitaÁ„o do dispositivo de comando. O motor n„o alcanÁa a sua rotaÁ„o nominal, de forma que o dispositivo de comando tem que

ligar e desligar continuamente a corrente de partida do motor e, com isso, v·rias vezes

o valor de sua corrente nominal. O acionamento por impulso est· incluÌdo na categoria de utilizaÁ„o AC 4 (ver definiÁ„o e tabelas anexas).

0040 - Acionamento por punho

Acionamento manual no qual o elemento de acionamento tem a forma de um punho.

0045 - Ajuste do zero

Ajuste feito em relÈs temporizados, que normalmente operam com retarde e que assim passam a operar instantaneamente.

0050 - Anel de curto-circuito

Anel met·lico inserido na superfÌcie de contato do pÛlo magnÈtico de um contator, que fica sob a aÁ„o do campo proveniente de uma corrente alternada para evitar os efeitos de variaÁ„o de campo e, consequentemente, da forÁa de atraÁ„o exercida sobre a armadura do im„, assim como para evitar ruÌdos mais fortes daÌ resultantes no equipamento. Uma vez que a corrente alternada modifica a sua intensidade e o seu sentido continuadamente, o campo magnÈtico tambÈm se inverte, oscilando entre zero

e uma intensidade m·xima. Quando a corrente passa pelo ponto zero, cessa a forÁa

de sustentaÁ„o do im„, de forma que o mesmo tende a afastar-se da superfÌcie de contato do pÛlo. Entretanto, no anel de curto-circuito, que tambÈm fica sob a aÁ„o desse campo alternado, È induzida uma tens„o que, consequentemente, gera no mesmo uma corrente, dando origem a um novo campo magnÈtico de sentido contr·rio ao campo magnÈtico gerado pela bobina. Esta se compıe com o campo magnÈtico

principal, de modo que sempre haja um fluxo de sustentaÁ„o que mantÈm o contator fechado, sem que apareÁam vibraÁıes e ruÌdos.

0055 - ¬ngulo de acionamento

¬ngulo de giro do elemento de acionamento, quando da ligaÁ„o de um dispositivo de manobra.

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0060 - Armadura-suporte do im„

Um eletroim„ de contator, de disparador eletromagnÈtico, etc., È composto por uma bobina com n˙cleo de ferro e uma armadura de suporte mÛvel, feita na maioria dos casos de chapas de aÁo-silÌcio empilhadas, formando um n˙cleo mÛvel. Quando a bobina est· energizada e excitada, esse n˙cleo È atraÌdo pelo n˙cleo do eletroim„. AplicaÁ„o: nos contatores, os contatos mÛveis s„o movidos pela armadura suporte do im„.

0065 - Aterramento

Conex„o das partes condutivas de equipamentos elÈtricos n„o pertencentes ao circuito auxiliar, com o condutor neutro.

0070 - Aterramento de proteÁ„o

Aterramento das partes condutivas de equipamentos elÈtricos ou instalaÁıes n„o pertencentes ao circuito auxiliar para proteÁ„o contra tensıes de contato elevadas.

Nota No aterramento de proteÁ„o, a rede de condutores de proteÁ„o È ligada a um eletrodo de terra, separado do eletrodo de aterramento do neutro, distante deste ˙ltimo no mÌnimo 10m. O condutor de proteÁ„o n„o pode ser utilizado, jamais, como condutor de retorno para a terra.

0075 - Aterramento do equipamento

Aterramento de uma parte do equipamento pertencente ‡ instalaÁ„o.

0080 - Autotravamento

Tendo o relÈ de sobrecorrente operado, resfriam-se as l‚minas bimet·licas, retornando ‡ sua posiÁ„o inicial, bem como o contato auxiliar do relÈ. O equipamento de comando principal liga, portanto, novamente, o motor j· sobrecarregado. Para que isso n„o aconteÁa, inclui-se um dispositivo de autotravamento, que È destravado manualmente. O autotravamento do relÈ de sobrecorrente È importante em todos os circuitos de alimentaÁ„o que possuam elementos de acionamento permanente.

0085 - Barra de contato

Barramento de ligaÁ„o de dispositivos de manobras extraÌveis. Esse barramento È instalado dentro do cubÌculo.

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0090 - Bobina de sopro

Bobina especial para alongar magneticamente o arco. Ela È montada em equipamentos de corrente contÌnua nas c‚maras de extinÁ„o do arco, e por ela flui a corrente do arco. Com o campo magnÈtico produzido por essa bobina, o arco, quando o desligamento, È magneticamente ìsopradoî, extinguindo-se r·pida e eficazmente.

0095 - Bot„o

DesignaÁ„o dada a dispositivos de comando, aos quais pertencem os botıes de comando de diversos tipos.

0100 - Bot„o de comando de fim de curso

Bot„o acionado mecanicamente, para sinalizaÁ„o, comando e limitaÁ„o de curso. O miolo da botoneira È que contÈm os contatos e os terminais do dispositivo de fim de curso.

0105 - Bot„o repetidor

Em dispositivos de manobra encapsulados, corresponde ao bot„o montado no invÛlucro. Ao ser acionado, este È pressionado contra o bot„o do dispositivo de manobra (existem, ent„o, dois botıes operando mecanicamente, em sÈrie). Necess·rio para manter o grau de proteÁ„o do equipamento.

0110 - Bot„o sinalizador

Botoneira com bot„o transparente de forma tal, que se obtenha, assim como no sinalizador luminoso, uma indicaÁ„o Ûtica dada por uma l‚mpada embutida no mesmo.

0115 - C‚mara de aletas extintoras (c‚mara de desionizaÁ„o)

Processo de extinÁ„o de arco, no qual este È dividido no interior da c‚mara em v·rios arcos menores, pelas aletas extintoras que nela se encontram. O arco de corrente alternada extingue-se pela passagem da corrente pelo ponto zero; deve ser evitado o seu restabelecimento, o que È conseguido pelo afastamento do arco dos contatos e pela sua divis„o atravÈs das aletas.

0120 - C‚mara de desionizaÁ„o

Ver ìC‚mara de aletas extintorasî.

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0125 - C‚mara de extinÁ„o

Compartimento de um dispositivo de manobra, que envolve os contatos principais,

destinado a assimilar e extinguir o arco e capaz de resistir ‡ sobrepress„o devida ‡ formaÁ„o do arco. Distinguem-se:

1. C‚mara em cunha e

2. C‚mara de aletas extintoras (TB 19-15/10-100)

0130 - C‚mara de extinÁ„o por cunhas

Tipo especial de c‚mara de extinÁ„o de arco, utilizada, principalmente, para corrente contÌnua, destinada a prolongar o arco tanto quanto possÌvel, no menor volume e resfri·-lo abruptamente, para, ao obter uma elevada tens„o de arco, extingui-lo rapidamente. Para isso s„o colocadas cunhas na c‚mara de extinÁ„o, feitas de material isolante, para que o arco, por meio de sopro magnÈtico, nelas se envolva, prolongando-se e sendo resfriado.

0135 - Capacidade de carga

1. ElÈtrica: Corrente de carga.

2. Mec‚nica: Vida ˙til mec‚nica.

3. TÈrmica: Temperatura-limite, corrente nominal de curta duraÁ„o.

4. Din‚mica: ResistÍncia din‚mica ao curto-circuito, corrente nominal de impulso.

0140 - Capacidade de estabelecimento (de ligaÁ„o)

M·xima corrente que o dispositivo de manobra È capaz de estabelecer sob condiÁıes especificadas (TB 26/2.4.9).

0145 - Capacidade de interrupÁ„o

a) M·xima corrente que um dispositivo de manobra pode interromper sob condiÁıes definidas (VDE 0660, parte 1/3.63).

b) Valor da corrente presumida de interrupÁ„o que um disjuntor È capaz de interromper sob tens„o nominal, nas condiÁıes prescritas de emprego e de funcionamento (TB 26/2.4.10).

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0150 - Capacidade de interrupÁ„o

Valor eficaz da corrente com um determinado fator de potÍncia e com uma determinada tens„o, que permite que um disjuntor ou um fusÌvel ainda operem com seguranÁa (capacidade nominal de interrupÁ„o). Em corrente alternada, vale o valor eficaz da componente simÈtrica (TB 26/2.4.10).

0155 - Capacidade de ligaÁ„o

a) A capacidade de ligaÁ„o indica a grandeza da corrente de ligaÁ„o com a qual o dispositivo de manobra ainda pode operar com seguranÁa. Caso a corrente de ligaÁ„o ultrapasse a capacidade de ligaÁ„o, os contatos do dispositivo de manobra podem fundir-se. A capacidade de ligaÁ„o È dada como sendo o valor de crista, isto È, o valor m·ximo instant‚neo da corrente de curto-circuito.

b) Valor de crista m·ximo da corrente presumida que um disjuntor È capaz de ligar, sob tens„o nominal e nas condiÁıes prescritas de emprego e de funcionamento (TB 26/2.4.9).

0160 - Capacidade de ligaÁ„o

Ver ìCapacidade de estabelecimentoî.

0165 - Categoria de emprego

a) ClassificaÁ„o dos dispositivos de comando de cargas (disjuntores, contatores) de acordo com as finalidades para as quais s„o previstos e com os esforÁos aos quais s„o submetidos. S„o indicados AC 1 a AC 4 (corrente alternada) e DC 1 a DC 5 (corrente contÌnua), conforme a VDE 0660 ñ Parte 7/3 68.e 14.).

b) Conjunto de requisitos especificados, relacionados com as condiÁıes de funcionamento de um dispositivo de manobra, escolhido de modo que represente de maneira significativa um conjunto de aplicaÁıes pr·ticas (TB 19-15/05.045).

Nota Os requisitos por especificar podem incluir itens tais como valores de capacidade de ligaÁ„o e de interrupÁ„o, circuitos associados e as condiÁıes peculiares de emprego e de funcionamento.

0170 - Categoria de utilizaÁ„o

Ver ìCategoria de empregoî.

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0175 - Chave

Dispositivo de manobra mec‚nico, capaz de ligar, conduzir e interromper correntes sob condiÁıes normais do circuito, sob condiÁıes de sobrecarga previstas e, tambÈm, de conduzir por tempo especificado, correntes sob condiÁıes anormais preestabelecidas, tais como as de curto-circuito (TB 19-15/20-110).

Nota Certos tipos de chaves podem ligar mas n„o interromper correntes de curto-circuito.

0180 - Chave auxiliar

Chave destinada a travar, sinalizar ou comandar, como parte integrante de um circuito auxiliar.

0185 - Chave com retenÁ„o de posiÁ„o

Chave sem retorno prÛprio. A chave fica na posiÁ„o de operaÁ„o ‡ qual foi levada. Uma mudanÁa na posiÁ„o de operaÁ„o sÛ È possÌvel se a mesma for acionada.

0190 - Chave de comando sob carga

Dispositivo de manobra para ligar e desligar equipamentos (exceto motores) e partes de uma instalaÁ„o em serviÁo normal. Sua capacidade de operaÁ„o (ligaÁ„o e/ou interrupÁ„o) atinge os valores nominais de corrente.

0195 - Chave de motor

Chave para operar (ligar e desligar) motores de acordo com o regime de operaÁ„o da m·quina.

0200 - Chave principal

Dispositivo destinado a comandar o circuito principal de alimentaÁ„o; È, assim, ligado diretamente ao consumidor, passando atravÈs dele a corrente de operaÁ„o.

0205 - Chave programada

… a chave em cujo eixo de acionamento s„o montadas placas excÍntricas para o acionamento dos contatos, que constituem um programa de comandos.

0210 - Chave seccionadora

Chave que, na posiÁ„o aberta, satisfaz ‡s exigÍncias de dist‚ncia de isolaÁ„o especificadas para um seccionador (TB 19-15/20-205).

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0215 - Chave seccionadora sob carga

Dispositivo de manobra que preenche os requisitos de uma chave sob carga e de uma chave principal.

0220 - Circuito auxiliar

Circuito atravÈs do qual s„o acionados os dispositivos de manobra. AlÈm disso, ele È usado para fins de mediÁ„o, comando, travamento e sinalizaÁ„o (TB 19-15/10-060).

0225 - Circuito de comando (ou auxiliar)

Este circuito (para ligar e interromper dispositivos de manobra) engloba a fonte de alimentaÁ„o (tens„o de comando), os contatos dos dispositivos de comando, os acionamentos elÈtricos (bobina e mola) dos dispositivos de manobra, assim como os elementos auxiliares de manobra.

0230 - Circuito de comando

Ver ìCircuito auxiliarî.

0235 - Circuito de controle

Ver ìCircuito auxiliarî.

0240 - Circuito principal

Circuito formado das partes mais importantes, dos contatos principais e dos terminais. Tais partes s„o destinadas a conduzir a corrente de operaÁ„o.

0245 - Classes de equipamentos

Classes que determinam a vida mec‚nica ˙til de um equipamento. Segundo a VDE 0660, as classes s„o:

Classe de equipamento

Durabilidade n˙mero de manobras

A1

 

10

3

A3

3

X 10 3

B1

 

10

4

B3

3

X 10 4

C1

 

10

5

C3

3

X 10 5

D1

 

10

6

D3

3

X 10 6

E1

 

10

7

Por ìn˙mero de manobrasî entende-se um fechamento e uma abertura.

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0250 - Colamento

FenÙmeno que pode ocorrer entre os contatos de um dispositivos de manobra num dos seguintes casos:

1. Por correntes de curto-circuito elevadas e inadmissÌveis.

2. Por press„o pequena demais entre contatos (quando a tens„o de comando est· abaixo da nominal).

3. Por comandos incompletos (comandos consecutivos de ìLIGAî îDESLIGAî r·pidos e descontrolados).

Como conseq¸Íncia pode ocorrer a fus„o da cobertura dos contatos e, com isso, a soldagem dos mesmos.

0255 - Comando

AÁ„o efetiva com a finalidade de influenciar ou modificar grandezas de operaÁ„o (resistÍncia) em um circuito, incluindo ligaÁ„o e interrupÁ„o, dependendo do caso.

0260 - CompensaÁ„o de temperatura

Processo destinado a compensar a variaÁ„o de temperatura ambiente, em particular nos relÈs tÈrmicos. A temperatura ambiente influi no tempo de disparo de relÈs ou disparadores de sobrecorrente. Essa compensaÁ„o È sempre necess·ria, quando a temperatura ambiente do equipamento por proteger È diferente da temperatura ambiente do elemento de proteÁ„o (relÈ ou disparador). A compensaÁ„o È feita mediante uma l‚mina bimet·lica suplementar.

0265 - Componente contÌnua

… a amplitude do desvio no eixo zero de uma oscilaÁ„o senoidal normal da corrente. Ocorre, por exemplo, em caso de curto-circuito e È de curta duraÁ„o. Sua amplitude depende do fator de potÍncia e do instante no qual se estabelece a corrente de curto- circuito. A soma da componente contÌnua com corrente simÈtrica de curto-circuito resulta no valor da corrente assimÈtrica de curto-circuito. A corrente de curto-circuito aumenta em funÁ„o da componente contÌnua; com isso, tornam-se maiores as dificuldades de abertura de um circuito atravÈs de equipamentos de manobra. A componente contÌnua pode atingir, no m·ximo, 100% do valor de crista da corrente alternada simÈtrica de curto-circuito; em redes normais de baixa tens„o, ele alcanÁa, no m·ximo, 50%.

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0270 - Comutador

Dispositivo de manobra auxiliar que tem, tanto na posiÁ„o fechada como na posiÁ„o aberta de um dispositivo de manobra, uma posiÁ„o fechada (TB 19-15/20-120).

0275 - Condutor auxiliar

Condutor de ligaÁ„o de dispositivos de manobra auxiliares de um circuito.

0280 - Condutor de proteÁ„o

Condutor n„o pertencente a um circuito de operaÁ„o, destinado a interligar partes condutivas n„o energizadas de equipamentos com a terra (ver ìAterramento de proteÁ„oî).

0285 - Condutor de terra

Condutor aterrado em redes que usam o aterramento como medida de proteÁ„o.

0290 - Conjunto magnÈtico

…, em dispositivos de manobra de BT (baixa tens„o), o conjunto formado pela armadura-suporte de im„, pelo n˙cleo e pela bobina de excitaÁ„o, isto È, o im„ completo que È utilizado para o acionamento de contatores ou de disparadores magnÈticos. Existem conjuntos magnÈticos de corrente alternada e de corrente contÌnua.

0295 - ConstruÁ„o modular auxiliar

ConstruÁ„o modular que permite associar entre si diversas combinaÁıes de chaves auxiliares, mesmo posteriormente ‡ montagem de contatores e disjuntores.

0300 - Contato

Parte de um dispositivo de manobra, atravÈs da qual um circuito È ligado ou interrompido. H· os contatos fixos e mÛveis e, de acordo com a utilizaÁ„o, contatos principais, contatos de arco e contatos auxiliares (TB 26/2.2.2).

0305 - Contato 1

Contato de impulso (1) para o contator de proteÁ„o do circuito de alimentaÁ„o, instalado antes da chave comutadora (p. ex., chave estrela/tri‚ngulo). … formado por um par de contatos (um contato abridor retardado e um contato fechador adiantado) montado na chave comutadora. Em caso de falta de tens„o ou de disparo de um relÈ de sobrecorrente, ocorre a interrupÁ„o de rede de alimentaÁ„o. Um restabelecimento sÛ È, ent„o, possÌvel, quando a chave comutadora estiver na posiÁ„o ìDESLIGADOî.

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Impede-se, assim, que um motor, por exemplo, parta em tri‚ngulo, quando do restabelecimento da rede.

0310 - Contato abridor

Contato que abre, quando do estabelecimento, e que fecha, quando da interrupÁ„o de um dispositivo de manobra. Em literatura antiga, designado por ìnormalmente fechadoî (TB 1-15/10-045).

0315 - Contato auxiliar

a) Contato de chave auxiliar.

b) Contato inserido em um circuito auxiliar e operado mecanicamente pelo disjuntor (TB 26/2.2.9).

0320 - Contato cÙnico

Contato de forma cÙnica, para garantir um contato seguro no caso de pequenas tensıes e correntes.

0325 - Contato de arco

Contato previsto para que o arco nele se estabeleÁa atÈ sua extinÁ„o, protegendo os contatos condutores principais.

Nota Em certos dispositivos, os contatos principais servem, tambÈm, como contatores de arco; em outros, porÈm, os contatos de arco s„o distintos daqueles, sendo previstos para fechar-se antes e abrir-se depois dos contatos principais (TB 1-15/10-025).

0330 - Contato de arco

PeÁa de contato para o estabelecimento do arco (TB 26/2.2.7).

0335 - Contato de selo

Contato fechador auxiliar, encontrado particularmente nos contatores, que È comandado simultaneamente com os contatores fechadores principais, e atravÈs do qual È selada a alimentaÁ„o da bobina do contator. Esse contato È ligado em paralelo com o bot„o de ligaÁ„o do contator.

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0340 - Contato em ponte

Contato mÛvel, que abre ou fecha simultaneamente dois pontos de contato, como, por exemplo, o contato mÛvel de um contator.

0345 - Contato fechador ou normalmente aberto

Contato que fecha, quando do estabelecimento, e que abre, quando da interrupÁ„o de um dispositivo de manobra. Em literatura antiga, designado por normalmente aberto (TB 19-15/10-040).

0350 - Contato fixo

a) Parte de um elemento de contato, fixado ao dispositivo de manobra. Sobre os contatos fixos s„o pressionados, quando da ligaÁ„o, os contatos mÛveis.

b) PeÁa de contato praticamente imÛvel (TB 26/2.2.3).

0355 - Contato passante

Contato auxiliar que realiza um contato de curta duraÁ„o, durante a operaÁ„o de um dispositivo de manobra. Estando o dispositivo desligado, o contato passante estar· aberto.

0360 - Contato por press„o

PeÁas de contato que se fecham somente por press„o. Quando da ligaÁ„o do circuito,

a superfÌcie de contato n„o È afetada pelo atrito. Seu oposto È o contato deslizante.

0365 - Contato principal

a) Contato no circuito principal de um dispositivo de manobra.

b) Contato inserido no circuito principal de um disjuntor, previsto para conduzir, na posiÁ„o fechada, a corrente desse circuito (TB 26/2.2.6).

0370 - Contator

Dispositivo de manobra mec‚nico, acionado eletromagneticamente, construÌdo para uma elevada freq¸Íncia de operaÁ„o e cujo arco È extinto no ar. O contator È, de acordo com a potÍncia (carga), um dispositivo de comando de motor e pode ser utilizado individualmente, acoplado a relÈs de sobrecorrente, na proteÁ„o contra sobrecargas. H· certos tipos de contatores com capacidade de estabelecer e

interromper correntes de curto-circuito. Basicamente existem contatores para motores