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E nfermage m Enfermagem em Ginecologia e Obstetrícia (Módulo II) ESSA – Escola da Saúde

Enfermagem

E nfermage m Enfermagem em Ginecologia e Obstetrícia (Módulo II) ESSA – Escola da Saúde |

Enfermagem em Ginecologia e Obstetrícia (Módulo II)

E nfermage m Aula 01 – Revisão de Anatomia/ Fisiologia e alterações na gravidez Funções

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Aula 01 – Revisão de Anatomia/ Fisiologia e alterações na gravidez

Funções do sistema genital feminino:

Produzir gametas - ovócitona gravidez Funções do sistema genital feminino: Secretar hormônios sexuais Receber os espermatozóides

Secretar hormônios sexuaisdo sistema genital feminino: Produzir gametas - ovócito Receber os espermatozóides Fornecer locais para

Receber os espermatozóidesProduzir gametas - ovócito Secretar hormônios sexuais Fornecer locais para fertilização, implantação e

Fornecer locais para fertilização, implantação e desenvolvimento embrionário e fetal.Secretar hormônios sexuais Receber os espermatozóides Oferecer condições para o parto Prover nutrição do feto

Oferecer condições para o partoimplantação e desenvolvimento embrionário e fetal. Prover nutrição do feto O Peritônio e a cavidade pélvica

Prover nutrição do fetoembrionário e fetal. Oferecer condições para o parto O Peritônio e a cavidade pélvica Os ovários,

O Peritônio e a cavidade pélvica

Os ovários, as tubas e o útero estão situados nesta cavidade, entre a bexiga que é anterior e o reto, que é posterior a eles.

a bexiga que é anterior e o reto, que é posterior a eles. Após recobrir a

Após recobrir a face superior da bexiga, o peritônio parte do assoalho e paredes laterais da cavidade pélvica sobre o útero, formando o ligamento largo do útero. Após recobrir quase todo o útero, o peritônio reflete-se sobre o reto. O ligamento largo divide a cavidade pélvica em dois compartimentos, um anterior e outro posterior. No compartimento anterior existe um espaço, revestido por peritônio, delimitado anteriormente pela bexiga urinária e posteriormente pelo útero, chamado de escavação vesicouterina. Já no compartimento posterior o espaço, também revestido pelo peritônio, localizado entre o útero e o reto é chamado de escavação retouterina.

O útero, pois, fica envolvido pelo ligamento largo, o mesmo acontecendo com as tubas uterinas, que ficam incluídas em sua borda superior. Já os ovários se prendem à face posterior do ligamento largo por uma prega denominada mesovário e desta forma se projetam na escavação retouterina.

Ovários:

São responsáveis pela produção dos gametas e hormônios femininos. Localizam-se lateralmente na cavidade pélvica, em depressões denominadas fossas ováricas.

Apresenta na porção medial um hilo e a porção lateral fica voltada para tuba uterina.

Estão fixados pelo mesovário à face posterior do ligamento largo do útero e pelo ligamento uterovarico ao útero propriamente dito, porém, não são revestidos pelo peritônio. Antes da primeira ovulação o ovário é liso e rosado no vivente, mas depois se torna branco- acinzentado e rugoso devido às cicatrizes deixadas pelas subseqüentes ovulações. Na velhice, diminuem de tamanho.

Tuba Uterina:

E nfermage m Localizam-se na margem superior do ligamento largo do útero. Esta porção do

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Localizam-se na margem superior do ligamento largo do útero. Esta porção do ligamento envolve as tubas permitindo a passagem de vasos sanguíneos, linfáticos e nervos e é chamada de mesosalpinge. As tubas uterinas tem como função a condução dos ovócitos.

É um tubo de luz estreita que possui duas extremidades, uma medial e outra lateral.

A extremidade medial apresenta uma abertura chamada de óstio uterino da tuba, que a

comunica com a cavidade uterina enquanto a extremidade lateral possui o óstio abdominal da tuba comunicando-a com a cavidade peritoneal. O óstio abdominal da tuba permite a comunicação da cavidade uterina com meio exterior (através da tuba, cavidade uterina, vagina e pudendo).

A tuba está subdividida em quatro partes, que indo do útero para o ovário, são:

intramural ou uterina, istmo, ampola e infundíbulo. O infundíbulo tem forma de funil em cuja base se encontra o óstio abdominal da tuba e é dotado em suas margens de uma série de franjas irregulares – as fímbrias.

Útero:

É um órgão oco, cuja função é alojar o embrião/feto até que este complete seu
É
um órgão oco, cuja função é alojar o embrião/feto até que este complete seu
desenvolvimento pré-natal. Está localizado na cavidade pélvica, póstero-superiormente à bexiga
urinária e anterior ao reto. Sua posição é descrita como em anteversoflexão, formando um
ângulo de aproximadamente 90º com a vagina.
Externamente, no útero, distinguem-se quatro regiões anatômicas: fundo, corpo,
istmo e cérvix ou colo do útero. Internamente apresenta uma abertura mediana chamada de
canal uterino que se abre para a vagina através do ostio uterino.
O
ligamento largo do, juntamente com o ligamento redondo, são os principais meios
de
fixação do útero.
Vagina:
As suas funções são: servir como órgão de cópula, canal do parto e via de excreção

do fluxo menstrual.

Está localizada entre a bexiga urinária, o reto e o canal anal. A cavidade da vagina possui um lúmen estreito, sendo que suas paredes ficam praticamente unidas. A vagina se comunica com o útero por meio do óstio uterino e com o meio externo por meio do óstio da vagina, que abre-se no vestíbulo da vagina. No seu interior há o hímen, prega com finalidade de proteção, que oblitera parcialmente o óstio da vagina, apresentando forma e tamanho variáveis. Quando rompido, restam fragmentos chamados carúnculas himenais.

Os órgãos genitais externos em conjunto formam o pudendo feminino ou vulva.

Vulva ou pudendo feminino:

o pudendo feminino ou vulva. Vulva ou pudendo feminino: Monte do púbis - É uma elevação

Monte do púbis - É uma elevação mediana, anterior à sínfise púbica e constituída principalmente de tecido adiposo. Apresenta pêlos espessos chamados de pêlos pubianos, que aparecem na puberdade e com distribuição característica.

E nfermage m Lábios maiores do pudendo - São duas pregas cutâneas, alongadas, que delimitam

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Lábios maiores do pudendo - São duas pregas cutâneas, alongadas, que delimitam entre si uma fenda, a rima do pudendo. São duas pregas cutâneas, alongadas, que delimitam entre si uma fenda, a rima do pudendo. Após a puberdade apresentam-se hiperpigmentadas e cobertos de pêlos somente nas suas faces externas, sendo suas faces internas lisas e desprovidas de pêlos.

Lábios menores do pudendo - São duas pequenas pregas cutâneas, localizadas medialmente aos lábios maiores. É recobert o por - São duas pequenas pregas cutâneas, localizadas medialmente aos lábios maiores. É recoberto por pele lisa, úmida e vermelha. Ficam protegidos pelos lábios maiores, exceto nas crianças e na idade avançada, quando os lábios maiores apresentam menor quantidade de tecido adiposo diminuindo assim o seu

volume. O espaço entre os lábios menores é o vestíbulo da vagina, onde estão localizados

o óstio externo da uretra, o óstio da vagina e os orifícios dos ductos das glândulas

vestibulares.

Glândulas vestibulares maiores e menores - As maiores são em número de duas e as menores em número variável. Estão situad As maiores são em número de duas e as menores em número variável. Estão situadas profundamente no vestíbulo e possuem ductos que se abrem ao redor do ostio vaginal onde liberam um muco lubrificador.

Estruturas eréteis:

onde liberam um muco lubrificador. Estruturas eréteis: Clitóris – É o homólogo do pênis, ou mais

Clitóris –onde liberam um muco lubrificador. Estruturas eréteis: É o homólogo do pênis, ou mais exatamente ,

É

o homólogo do pênis, ou mais exatamente, dos corpos cavernosos do pênis. Possui

duas extremidades fixadas ao ísquio e ao púbis chamadas de ramos do clitóris, que se juntam formando o corpo do clitóris, e este apresenta uma dilatação distal denominada glande do clitóris. Apenas a glande do clitóris é visível e esta ligada à excitabilidade sexual feminina.

Bulbo do vestíbulo:visível e esta ligada à excitabilidade sexual feminina. É óstio da vagina. Não são visíveis na

É

óstio da vagina. Não são visíveis na superfície porque estão profundamente situados e

formado por duas massas pares de tecido erétil, alongadas e dispostas ao redor do

recobertos. São os homólogos do bulbo do pênis e porção adjacente do corpo esponjoso. Quando cheios de sangue, dilatam-se e desta forma proporcionam maior contato entre o pênis e o orifício da vagina.

Métodos Anticoncepcionais

Qualquer outra definição para explicar o que são métodos anticoncepcionais não abrangeria sua verdadeira utilidade: eles servem para evitar uma gravidez.

Não há como classificar o melhor método, pois o melhor é aquele que a mulher e seu parceiro confiam e também que não exista contra-indicações ao seu uso.

Por isso é sempre bom saber quais são os métodos existentes e procurar se adequar a algum deles - sempre acompanhado de uma orientação médica.

Existe cinco métodos:

Comportamentais ou de abstinência periódica: são aqueles que identificam o período fértil, para se ter relações nesse período.de uma orientação médica. Existe cinco métodos: ESSA – Escola da Saúde | Rua dos Jequitibás,

E nfermage m Tabelinha Método de Billings ou da ovulação Barreira: são aqueles que não

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Tabelinha

Método de Billings ou da ovulação

Barreira: são aqueles que não deixam os esperm atozóides subirem através do colo do útero. são aqueles que não deixam os espermatozóides subirem através do colo do útero.

Camisinha

Diafragma

Espermicidas

Hormonais: são aqueles que possuem substâncias que produzem algumas alterações no aparelho genital da mulher. Sua são aqueles que possuem substâncias que produzem algumas alterações no aparelho genital da mulher. Sua atuação é principalmente a nível de ovário, trompas, endométrio e muco.

a nível de ovário, trompas, endométrio e muco. Pílulas Injetáveis Intra-uterinos: colocação de um

Pílulas

Injetáveis

ovário, trompas, endométrio e muco. Pílulas Injetáveis Intra-uterinos: colocação de um aparelho que fica dentro

Intra-uterinos: colocação de um aparelho que fica dentro do útero.

DIU

Cirúrgicos: operações que são feitas tanto no homem quanto na mulher para interromper definitivamente a capacidade reprodutiva.

para interromper definitivamente a capacidade reprodutiva. Vasectomia Ligadura de Trompas Fisiologia materna durante a

Vasectomia

Ligadura de Trompas

Fisiologia materna durante a gravidez

Útero: o aumento durante a gravidez envolve o estiramento e a acentuada hipertrofia das células musculares existentes. Há também aumento avidez envolve o estiramento e a acentuada hipertrofia das células musculares existentes. Há também aumento no tecido fibroso, no tecido elástico, nos vasos sangüíneos e nos vasos linfáticos. O colo do útero apresenta amolecimento e cianose pronunciados devido o aumento da vascularização, edema, hipertrofia e hiperplasia das glândulas cervicais.

Ovários: cessa a ovulação durante a gravidez e a maturação dos folículos fica suspensa. Um corpo lúteo funciona produzindo principalmente a progesterona. e a maturação dos folículos fica suspensa. Um corpo lúteo funciona produzindo principalmente a progesterona.

Vagina: a vascularização aumenta, hiperemia e amolecimento do tecido conjuntivo na pele e músculos do períneo e da a, hiperemia e amolecimento do tecido conjuntivo na pele e músculos do períneo e da vulva. As secreções vaginais aumentam.

E nfermage m Parede abdominal: a linha nigra pode forma-se de pigmentação escurecida que se

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Parede abdominal: a linha nigra pode forma-se de pigmentação escurecida que se estende da cicatriz umbilical, seguindo a linha média, até a sínfise pubiana.E nfermage m Mamas: a sensação dolorosa e o formigamento acorrem nas primeiras semanas de gestação.

Mamas: a sensação dolorosa e o formigamento acorrem nas primeiras semanas de gestação. O colostro pode ser extraí do a partir do segundo trimestre. gestação. O colostro pode ser extraído a partir do segundo trimestre.

Coração: o diafragma sofre elevação durante a gestação e o coração é deslocado para a esquerda e para cima. Sopros cardíacos são comuns e, geralmente, desaparecem após o parto. parto.

Circulação: o volume cardíaco aumenta em 40% a 50% desde o início da gravidez até seu término. seu término.

Respiratório: ocorre aumento da freqüência respiratória. O diafragma é elevado durante a gestação em decorrência do aumento uterino. respiratória. O diafragma é elevado durante a gestação em decorrência do aumento uterino.

Urinário: com a proximidade do final da gestação a drenagem sangüínea na base da bexiga fica comprometida, provocando edem a, suscetibilidade a stação a drenagem sangüínea na base da bexiga fica comprometida, provocando edema, suscetibilidade a traumas e à infecção.

Tegumentar: placas de pigmentação marrom podem formar-se sobre denominadas cloasma.
Tegumentar:
placas
de
pigmentação
marrom
podem
formar-se
sobre
denominadas cloasma.

Gastrointestinal: as gengivas podem tornar-se hiperemiadas e amolecidas, podendo sangrar com facilidade. O estômago e o intestino são deslocados para cima e para o lado do útero aumentado. A pirose é comum, provocada pelo refluxo das secreções ácidas na parte inferior do esôfago.

a

face,

Gerais

E nfermage m Aula 02 – Pré-natal

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Aula 02 – Pré-natal

A avaliação pré-natal deverá ser iniciada logo após a descoberta da gravidez.Nessa avaliação o médico irá realizar exames clínicos e laboratóriais para o acompanhamento do desenvolvimento fetal. A periodicidade das consultas será determinada pelo médico, mas geralmente é mensal, aumentando a freqüência nos últimos dois meses.

Quando houver possibilidade de acompanhamento por parte da enfermagem essa deverá priorizar o aprendizado de cuidados que envolvam a gestante, puérpera e ao recém- nascido.

Itens a serem observados pela equipe de saúde:

Idade da gestante: as adolescentes apresentam maior incidência de anemia, hipertensão induzida pela gravidez, trabalho de parto prematuro, bebês pequenos am maior incidência de anemia, hipertensão induzida pela gravidez, trabalho de parto prematuro, bebês pequenos para a idade gestacional. As mulheres mais velhas têm maior incidência de hipertensão, gestação complicada por problemas clínicos e bebês com anomalias genéticas.

por problemas clínicos e bebês com anomalias genéticas. Condições sócio-econômicas: principalmen te gestantes

Condições sócio-econômicas: principalmente gestantes adolescentes apresentam dificuldades econômicas para manutenção de cuidados durante e após a gestação. te gestantes adolescentes apresentam dificuldades econômicas para manutenção de cuidados durante e após a gestação.

Uso de drogas: drogas lícitas e ilícitas comprometem o desenvolvimento fetal e podem levar a crises de abstinência nos recém-nascidos. comprometem o desenvolvimento fetal e podem levar a crises de abstinência nos recém-nascidos.

História pessoal de anomalias genéticas, diabetes, doenças sexualmente transmissíveis, doenças cardíacas e doenças mentais. Uso contínuo de remédios. s. Uso contínuo de remédios.

História familiar de anomalias genéticas, diabetes e doenças cardíacas. omalias genéticas, diabetes e doenças cardíacas.

Atualização da imunização (vacinas).de an omalias genéticas, diabetes e doenças cardíacas. Exames laboratoriais: Urina: verificação de glicose,

Exames laboratoriais:

Urina: verificação de glicose, proteína e infecção.da imunização (vacinas). Exames laboratoriais: Tipagem sangüínea Hematócrito e hemoglobina Sorologia

Tipagem sangüíneaUrina: verificação de glicose, proteína e infecção. Hematócrito e hemoglobina Sorologia para toxoplasmose

Hematócrito e hemoglobinade glicose, proteína e infecção. Tipagem sangüínea Sorologia para toxoplasmose Sorologia para tuberculose

Sorologia para toxoplasmosee infecção. Tipagem sangüínea Hematócrito e hemoglobina Sorologia para tuberculose Sorologia para HIV ESSA –

Sorologia para tuberculoseHematócrito e hemoglobina Sorologia para toxoplasmose Sorologia para HIV ESSA – Escola da Saúde | Rua

Sorologia para HIVSorologia para toxoplasmose Sorologia para tuberculose ESSA – Escola da Saúde | Rua dos Jequitibás, 101

E nfermage m HPV Sorologia para sífilis Sorologia para rubéola Demais exames que o médico

Enfermagem

HPVE nfermage m Sorologia para sífilis Sorologia para rubéola Demais exames que o médico jukgar necessário

Sorologia para sífilisE nfermage m HPV Sorologia para rubéola Demais exames que o médico jukgar necessário durante o

Sorologia para rubéolaE nfermage m HPV Sorologia para sífilis Demais exames que o médico jukgar necessário durante o

Demais exames que o médico jukgar necessário durante o pré-natal.m HPV Sorologia para sífilis Sorologia para rubéola Exames de imagem: Ultrassonografia para acompa nhar o

Exames de imagem:

Ultrassonografia para acompanhar o desenvolvimento fetal nhar o desenvolvimento fetal

Durante as consultas de rotina:

Avaliação dos sinais vitaisnhar o desenvolvimento fetal Durante as consultas de rotina: Avaliação de ganho de peso Avaliação de

Avaliação de ganho de pesoas consultas de rotina: Avaliação dos sinais vitais Avaliação de aumento uterino Ausculta cardíaca fetal

Avaliação dos sinais vitais Avaliação de ganho de peso Avaliação de aumento uterino Ausculta cardíaca fetal

Avaliação de aumento uterinoAvaliação dos sinais vitais Avaliação de ganho de peso Ausculta cardíaca fetal Avaliação geral Orientações de

Ausculta cardíaca fetalAvaliação de ganho de peso Avaliação de aumento uterino Avaliação geral Orientações de enfermagem Utilizar

Avaliação geralpeso Avaliação de aumento uterino Ausculta cardíaca fetal Orientações de enfermagem Utilizar sapatos de salto baixo;

Orientações de enfermagem

Utilizar sapatos de salto baixo;fetal Avaliação geral Orientações de enfermagem Usar cintas para gestantes; Fazer períodos de repouso com

Usar cintas para gestantes;Orientações de enfermagem Utilizar sapatos de salto baixo; Fazer períodos de repouso com as pernas elevadas

Fazer períodos de repouso com as pernas elevadas (edema);Utilizar sapatos de salto baixo; Usar cintas para gestantes; Uso de sutiã adequado, Incentivar o consumo

Uso de sutiã adequado,Fazer períodos de repouso com as pernas elevadas (edema); Incentivar o consumo de refeições freqüentes e

Incentivar o consumo de refeições freqüentes e em pequenas quantidades;com as pernas elevadas (edema); Uso de sutiã adequado, Ingestão de líquidos entre refeições e não

Ingestão de líquidos entre refeições e não junto com alimentos;de refeições freqüentes e em pequenas quantidades; Diminuir o uso da cafeína; Não utilização de bebidas

Diminuir o uso da cafeína;de líquidos entre refeições e não junto com alimentos; Não utilização de bebidas alcóolicas, fumo e

Não utilização de bebidas alcóolicas, fumo e medicações sem prescrição médica;e não junto com alimentos; Diminuir o uso da cafeína; Ingerir em média dois litros de

Ingerir em média dois litros de água por dia;alcóolicas, fumo e medicações sem prescrição médica; Incentivar exercícios físicos moderados e com

Incentivar exercícios físicos moderados e com acompanhamento médico;médica; Ingerir em média dois litros de água por dia; Utilização de roupas confortáveis; ESSA –

Utilização de roupas confortáveis;exercícios físicos moderados e com acompanhamento médico; ESSA – Escola da Saúde | Rua dos Jequitibás,

E nfermage m Não dirigir após o 7º mês; Cuidado com traumas e quedas; Não

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Não dirigir após o 7º mês;E nfermage m Cuidado com traumas e quedas; Não utilizar tintura nos cabelos; Realizar consulta prev

Cuidado com traumas e quedas;E nfermage m Não dirigir após o 7º mês; Não utilizar tintura nos cabelos; Realizar consulta

Não utilizar tintura nos cabelos;Não dirigir após o 7º mês; Cuidado com traumas e quedas; Realizar consulta prev entiva ao

Realizar consulta preventiva ao dentista; entiva ao dentista;

Orientar em relação ao enxoval do recém-nascido;nos cabelos; Realizar consulta prev entiva ao dentista; Orientar a visitar o hosp ital antes do

Orientar a visitar o hospital antes do parto; ital antes do parto;

Orientação quanto à amamentação;Orientar a visitar o hosp ital antes do parto; Orientação quanto à cuidados de higiene do

Orientação quanto à cuidados de higiene do recém-nascido;ital antes do parto; Orientação quanto à amamentação; Orientação quanto à vacinação e consulta ao pediatra.

Orientação quanto à vacinação e consulta ao pediatra.quanto à cuidados de higiene do recém-nascido; ESSA – Escola da Saúde | Rua dos Jequitibás,

Orientação quanto à vacinação e consulta ao pediatra. ESSA – Escola da Saúde | Rua dos
E nfermage m Aula 03 – Parto

Enfermagem

Aula 03 – Parto

O parto deverá ser decisão médica em relação as condições clínicas da gestante e do recém-nascido.

Poderá ser natural (normal) ou cirúrgico (cesárea).

Quanto a classificação relacionada a idade gestacional pode ser:

Prematuro: inferior a 37 semanasa classifica ção relacionada a idade gestacional pode ser: Termo: entre 37 e 40 semanas Pós-termo:

Termo: entre 37 e 40 semanasidade gestacional pode ser: Prematuro: inferior a 37 semanas Pós-termo: acima de 41 semanas Parto Normal

Pós-termo: acima de 41 semanasinferior a 37 semanas Termo: entre 37 e 40 semanas Parto Normal O trabalho de parto

Parto Normal O trabalho de parto inicia-se com as contrações que deverão ser duração e
Parto Normal
O
trabalho de parto inicia-se com as contrações que deverão ser duração e freqüência
adequadas;
Ocorre a dilatação do colo do útero (ideal 10cm);
Ocorre o rompimento da bolsa amniótica;
Se necessário será feita anestesia peridural;
O
feto encaixa-se na entrada da pelve;
São realizadas manobras de rotação para facilitar a expulsão;
Se necessário será feito a episiotomia;
Após o nascimento o cordão umbilical deverá ser cortado e serão prestados cuidados ao
recém-nascido;
Ocorre a expulsão da placenta e observação de suas estruturas;
Em caso de episiotomia deverá ser feito a episiorrafia.
Em caso de episiotomia deverá ser feito a episiorrafia. rompimento de bolsa expulsão parto normal ESSA

rompimento de bolsa

deverá ser feito a episiorrafia. rompimento de bolsa expulsão parto normal ESSA – Escola da Saúde

expulsão

ser feito a episiorrafia. rompimento de bolsa expulsão parto normal ESSA – Escola da Saúde |

parto normal

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E nfermage m Parto Cesárea Poderá ser programado ou realizado em casos de urgência; parturiente

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Parto Cesárea

Poderá ser programado ou realizado em casos de urgência;E nfermage m Parto Cesárea parturiente será anestesi ada (raqui ou peridural); A médico fará todo

parturiente será anestesiada (raqui ou peridural); ada (raqui ou peridural);

A

médico fará todo o preparo para a cirurgia;parturiente será anestesi ada (raqui ou peridural); A O É feita a incisão abdominal até atingir

O

É

feita a incisão abdominal até atingir o útero;A médico fará todo o preparo para a cirurgia; O É bolsa amniótica será rompida; A

bolsa amniótica será rompida;O É feita a incisão abdominal até atingir o útero; A criança é retirada e deverá

A

criança é retirada e deverá ser cortado o cordão umbilical;até atingir o útero; bolsa amniótica será rompida; A A recém-nascido receberá os cuidados imediatos; O

A

recém-nascido receberá os cuidados imediatos;é retirada e deverá ser cortado o cordão umbilical; A O placenta é retirada e avaliada

O

placenta é retirada e avaliada em relação a sua formação;A recém-nascido receberá os cuidados imediatos; O A Os tecidos da puérpera serão suturados; parto cesárea

A

Os tecidos da puérpera serão suturados;é retirada e avaliada em relação a sua formação; A parto cesárea placenta Realizar curativo compre

parto cesárea placenta
parto cesárea
placenta

Realizar curativo compressivo sobre a incisão. ssivo sobre a incisão.

placenta Realizar curativo compre ssivo sobre a incisão. Cuidados antes do parto: Manter a gestante em

Cuidados antes do parto:

Manter a gestante em jejum;compre ssivo sobre a incisão. Cuidados antes do parto: Administrar medicame ntos prescritos; Acompanhar a

Administrar medicamentos prescritos; ntos prescritos;

Acompanhar a evolução do trabalho de parto; trabalho de parto;

Realizar tricotomia, se necessário;prescritos; Acompanhar a evolução do trabalho de parto; Realizar lavagem intestinal, se prescrita; Proporcionar

Realizar lavagem intestinal, se prescrita;do trabalho de parto; Realizar tricotomia, se necessário; Proporcionar ambiente confortável; Apoiar a parturiente

Proporcionar ambiente confortável;se necessário; Realizar lavagem intestinal, se prescrita; Apoiar a parturiente psicologicamente; Encaminhar para a

Apoiar a parturiente psicologicamente;se prescrita; Proporcionar ambiente confortável; Encaminhar para a sala de parto. ESSA – Escola da Saúde

Encaminhar para a sala de parto.confortável; Apoiar a parturiente psicologicamente; ESSA – Escola da Saúde | Rua dos Jequitibás, 101 |

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E nfermage m Identificar a parturiente com pulseira de identificação. Cuidados com o recém-nascido na

Enfermagem

E nfermage m Identificar a parturiente com pulseira de identificação. Cuidados com o recém-nascido na sala

Identificar a parturiente com pulseira de identificação.

Cuidados com o recém-nascido na sala de parto:

Anotar o horário do nascimento;Cuidados com o recém-nascido na sala de parto: Ao nascer a criança deverá ser envolvida em

Ao nascer a criança deverá ser envolvida em campo cirúrgico estéril;na sala de parto: Anotar o horário do nascimento; O cordão umbilical deverá ser cortado ma

O cordão umbilical deverá ser cortado mantendo-se aproximadamente o tamanho de ntendo-se aproximadamente o tamanho de

10cm;

Colocar o clip umbilical;ser cortado ma ntendo-se aproximadamente o tamanho de 10cm; Realizar exame de apgar; Proceder aspiração de

Realizar exame de apgar;aproximadamente o tamanho de 10cm; Colocar o clip umbilical; Proceder aspiração de vias aéreas superiores; Prestar

Proceder aspiração de vias aéreas superiores;de 10cm; Colocar o clip umbilical; Realizar exame de apgar; Prestar os cuidados necessários; Mostrar a

Prestar os cuidados necessários; Mostrar a criança para a mãe, permitindo que ela segure o
Prestar os cuidados necessários;
Mostrar a criança para a mãe, permitindo que ela segure o recém-nascido;
Identificar a criança com pulseira contendo dados da mãe;
Encaminhar a criança para o berçário.

ESSA – Escola da Saúde | Rua dos Jequitibás, 101 | Metrô Jabaquara| 5012-1020 | www.essa.g12.br

E nfermage m Aula 04 – Puerpério

Enfermagem

Aula 04 – Puerpério

O puerpério é o período pós-parto, sendo dividido em:

Puerpério imediato: primeiras 24 horas;O puerpério é o período pós-parto, sendo dividido em: Puerpério mediato: de 25 horas até 72

Puerpério mediato: de 25 horas até 72 horas;sendo dividido em: Puerpério imediato: primeiras 24 horas; Puerpério tardio: de 73 horas até 40 dias.

Puerpério tardio: de 73 horas até 40 dias.24 horas; Puerpério mediato: de 25 horas até 72 horas; Esse período é caracterizado por algumas

Esse período é caracterizado por algumas mudanças fisiológicas da parturiente:

Involução uterina: o útero entra em um processo de regressão gradativo até voltar ao seu tamanho original. Nas primeiras 24 horas a redução deverá ser de 50%. Cabe ao profissional da enfermagem obse rvar e s a redução deverá ser de 50%. Cabe ao profissional da enfermagem observar e anotar esse processo.

profissional da enfermagem obse rvar e anotar esse processo. Técnica: com a mão no abdome da

Técnica: com a mão no abdome da puérpera, localizar o fundo do útero, que deverá estar próximo da cicatriz umbilical.

Loquiação: é a secreção que sai do útero após o parto, semelhante a uma menstruação, mas com odor e características diferentes. O volume ós o parto, semelhante a uma menstruação, mas com odor e características diferentes. O volume de loquiação será maior nos primeiros dias, diminuindo ao passar do tempo até cessar em torno de 15 dias. A sua coloração também sofre alterações indo do vermelho até o esbranquiçado.

Colostro: é a secreção liberada pela mama nos primeiros dias de amamentação. Tem coloração amarelada, consistência grossa e rico em gordura. É a alimentação ideal do recém-nascido nos primeiros dias.sofre alterações indo do vermelho até o esbranquiçado. Leite materno: apresenta uma consistência mais fina, mais

Leite materno: apresenta uma consistência mais fina, mais transparente. É o alimento ideal nos primeiros 6 meses. Possue todos os nutrientes necessários, propriedades imunológicas e água. Além ideal nos primeiros 6 meses. Possue todos os nutrientes necessários, propriedades imunológicas e água. Além de proporcionar momento de interação entre mãe e filho.

Cuidados de Enfermagem

Observar sinais de hemorragiade interação entre mãe e filho. Cuidados de Enfermagem Aferir sinais vitais com freqüência Observar coloração,

Aferir sinais vitais com freqüênciafilho. Cuidados de Enfermagem Observar sinais de hemorragia Observar coloração, odor e volume de loquiação Observar

Observar coloração, odor e volume de loquiaçãosinais de hemorragia Aferir sinais vitais com freqüência Observar e anotar eliminação vesical Observar e anotar

Observar e anotar eliminação vesicalObservar coloração, odor e volume de loquiação Observar e anotar eliminação intestinal Estimular

Observar e anotar eliminação intestinalvolume de loquiação Observar e anotar eliminação vesical Estimular hidratação oral ESSA – Escola da Saúde

Estimular hidratação oralvesical Observar e anotar eliminação intestinal ESSA – Escola da Saúde | Rua dos Jequitibás, 101

ESSA – Escola da Saúde | Rua dos Jequitibás, 101 | Metrô Jabaquara| 5012-1020 | www.essa.g12.br

E nfermage m Observar, anotar e com unicar queixas álgicas Observar e anotar aspecto de

Enfermagem

Observar, anotar e comunicar queixas álgicas unicar queixas álgicas

Observar e anotar aspecto de cicatrização de incisão cirúrgica catrização de incisão cirúrgica

Avaliar regressão uterinae anotar aspecto de ci catrização de incisão cirúrgica Avaliar e anotar engurgitamento de mamas e

Avaliar e anotar engurgitamento de mamas e condições dos mamilosde incisão cirúrgica Avaliar regressão uterina Observar e anotar aceitação alimentar Auxiliar a paciente

Observar e anotar aceitação alimentare anotar engurgitamento de mamas e condições dos mamilos Auxiliar a paciente para deambular Auxiliar a

Auxiliar a paciente para deambulardos mamilos Observar e anotar aceitação alimentar Auxiliar a paciente em cuidados de higiene Observar a

Auxiliar a paciente em cuidados de higieneaceitação alimentar Auxiliar a paciente para deambular Observar a presença de cólicas uterinas durante a

Observar a presença de cólicas uterinas durante a amamentação (regressão uterina) durante a amamentação (regressão uterina)

É uma inflamação da mama que ocorre, geralmente, no início da lactação. A estase do
É uma inflamação da mama que ocorre, geralmente, no início da lactação.
A estase do leite pode levar à obstrução, seguida de inflamação.

Complicações Pós-parto

Mastite aguda

Pode evoluir para infecção atravé da contaminação pelo manuseio da própria paciente,

pelos profissionais que estão prestando assistência ou da própria criança.

Sinais e sintomas:

Hiperemiaassistência ou da própria criança. Sinais e sintomas: Calor, edema Dor local Secreção pelo mamilo, diferente

Calor, edemaou da própria criança. Sinais e sintomas: Hiperemia Dor local Secreção pelo mamilo, diferente do leite.

Dor localprópria criança. Sinais e sintomas: Hiperemia Calor, edema Secreção pelo mamilo, diferente do leite. Tratamento:

Secreção pelo mamilo, diferente do leite.Sinais e sintomas: Hiperemia Calor, edema Dor local Tratamento: Antibióticos em caso de infecção Pode ou

Tratamento:

Antibióticos em caso de infecçãoSecreção pelo mamilo, diferente do leite. Tratamento: Pode ou não ser necessário interromper a amamentação

Pode ou não ser necessário interromper a amamentaçãodo leite. Tratamento: Antibióticos em caso de infecção Aplicação de calor local ESSA – Escola da

Aplicação de calor localPode ou não ser necessário interromper a amamentação ESSA – Escola da Saúde | Rua dos

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E nfermage m Extração manual do leite Cuidados de enfermagem Estimular a amamentação com esvaziamento

Enfermagem

Extração manual do leiteE nfermage m Cuidados de enfermagem Estimular a amamentação com esvaziamento completo da mama, antes de

Cuidados de enfermagem

Estimular a amamentação com esvaziamento completo da mama, antes de trocar de mamanfermage m Extração manual do leite Cuidados de enfermagem Orientar sobre a extração manual de leite

Orientar sobre a extração manual de leite e sua conservaçãocom esvaziamento completo da mama, antes de trocar de mama Uso de sutiã com sustentação adequada

Uso de sutiã com sustentação adequadasobre a extração manual de leite e sua conservação Aplicação de calor Higiene nos mamilos antes

Aplicação de calore sua conservação Uso de sutiã com sustentação adequada Higiene nos mamilos antes de amamentar Administrar

Higiene nos mamilos antes de amamentarde sutiã com sustentação adequada Aplicação de calor Administrar medicamento Observar hipertermia (sinal de

Administrar medicamentoAplicação de calor Higiene nos mamilos antes de amamentar Observar hipertermia (sinal de infecção). mastite

Observar hipertermia (sinal de infecção).nos mamilos antes de amamentar Administrar medicamento mastite Infecção em incisão cirúrgica (abdominal ou

mastite Infecção em incisão cirúrgica (abdominal ou perineal) hospitalar.
mastite
Infecção em incisão cirúrgica (abdominal ou perineal)
hospitalar.

É a infecção que ocorre após o parto, podendo ou não ser considerada como infecção

Normalmente está associada à falta de cuidados de higiene, ou contaminação por

profissionais que prestam assistência.

Sinais e sintomas:

Dor no local da incisãoprofissionais que pr estam assistência. Sinais e sintomas: Edema e calor local Presença de secreção Hipertermia

Edema e calor localassistência. Sinais e sintomas: Dor no local da incisão Presença de secreção Hipertermia Tratamento:

Presença de secreçãoe sintomas: Dor no local da incisão Edema e calor local Hipertermia Tratamento: Medicamentoso ESSA –

Hipertermiada incisão Edema e calor local Presença de secreção Tratamento: Medicamentoso ESSA – Escola da Saúde

Tratamento:

Medicamentosocalor local Presença de secreção Hipertermia Tratamento: ESSA – Escola da Saúde | Rua dos Jequitibás,

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E nfermage m Troca de curativo com maior freqüência Cuidados de enfermagem: Observar sinais vitais

Enfermagem

Troca de curativo com maior freqüênciaE nfermage m Cuidados de enfermagem: Observar sinais vitais (hipertermia) Trocar curativo conforme orient ação do

Cuidados de enfermagem:

Observar sinais vitais (hipertermia)de curativo com maior freqüência Cuidados de enfermagem: Trocar curativo conforme orient ação do médico ou

Trocar curativo conforme orientação do médico ou enfermeiro ação do médico ou enfermeiro

Administrar medicamentocurativo conforme orient ação do médico ou enfermeiro Auxiliar nos cuidados de higiene. ESSA – Escola

Auxiliar nos cuidados de higiene.ação do médico ou enfermeiro Administrar medicamento ESSA – Escola da Saúde | Rua dos Jequitibás,

Administrar medicamento Auxiliar nos cuidados de higiene. ESSA – Escola da Saúde | Rua dos Jequitibás,

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E nfermage m Aula 05 – Complicações Obstétricas

Enfermagem

Aula 05 – Complicações Obstétricas

Prenhez ectópica

É qualquer gestação localizada fora da cavidade uterina. Pode ocorrer em tubas uterinas, abdome, ovário e outras localizações do útero.

Fatores pré-disponentes:

Aderência de tuba uterinaoutr as localizações do útero. Fatores pré-disponentes: Salpingite Anomalias congênitas Prenhez ectópica prévia

Salpingiteútero. Fatores pré-disponentes: Aderência de tuba uterina Anomalias congênitas Prenhez ectópica prévia Uso de DIU

Anomalias congênitaspré-disponentes: Aderência de tuba uterina Salpingite Prenhez ectópica prévia Uso de DIU Abortos induzidos

Prenhez ectópica préviaAderência de tuba uterina Salpingite Anomalias congênitas Uso de DIU Abortos induzidos Sinais e sintomas: Dor

Salpingite Anomalias congênitas Prenhez ectópica prévia Uso de DIU Abortos induzidos Sinais e sintomas: Dor

Uso de DIUSalpingite Anomalias congênitas Prenhez ectópica prévia Abortos induzidos Sinais e sintomas: Dor abdominal

Abortos induzidosAnomalias congênitas Prenhez ectópica prévia Uso de DIU Sinais e sintomas: Dor abdominal Sangramento vaginal

Sinais e sintomas:

Dor abdominalprévia Uso de DIU Abortos induzidos Sinais e sintomas: Sangramento vaginal diferente de menstruação Náuseas,

Sangramento vaginal diferente de menstruaçãode DIU Abortos induzidos Sinais e sintomas: Dor abdominal Náuseas, vômitos ou desmaio Tratamento: Cirúrgico

Náuseas, vômitos ou desmaioDor abdominal Sangramento vaginal diferente de menstruação Tratamento: Cirúrgico através da retirada do concepto.

Tratamento:

Cirúrgico através da retirada do concepto.de menstruação Náuseas, vômitos ou desmaio Tratamento: Cuidados de enfermagem: Aferir sinais vitais Preparo

Cuidados de enfermagem:

Aferir sinais vitaisatravés da retirada do concepto. Cuidados de enfermagem: Preparo pré-operatório Observar e anotar volume e aspecto

Preparo pré-operatóriodo concepto. Cuidados de enfermagem: Aferir sinais vitais Observar e anotar volume e aspecto de sangramento

Observar e anotar volume e aspecto de sangramentode enfermagem: Aferir sinais vitais Preparo pré-operatório Observar, anotar e com unicar queixas álgicas

Observar, anotar e comunicar queixas álgicas unicar queixas álgicas

Administração de medicamentossangramento Observar, anotar e com unicar queixas álgicas ESSA – Escola da Saúde | Rua dos

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E nfermage m Aborto É ainterrupção da gravidez, de forma natural ou provocada, antes da

Enfermagem

Aborto

É ainterrupção da gravidez, de forma natural ou provocada, antes da obtenção da viabilidade fetal (20 semanas ou 500g).

Causas:

Normalmente desconhecida, mas 50% são originadas de anomalias cromossomiais.da viabilidade fetal (20 semanas ou 500g). Causas: Estado nutricional da gestante deficitário Doença viral na

Estado nutricional da gestante deficitáriomas 50% são originadas de anomalias cromossomiais. Doença viral na gestante (r ubéola, toxoplasmose, etc.)

Doença viral na gestante (rubéola, toxoplasmose, etc.) ubéola, toxoplasmose, etc.)

Uso de drogas lícitas e ilícitasDoença viral na gestante (r ubéola, toxoplasmose, etc.) Alteração de maturação de espermatozóide ou óvulo

Alteração de maturação de espermatozóide ou óvulotoxoplasmose, etc.) Uso de drogas lícitas e ilícitas Sinais e sintomas: Dor abdominal em forma de

Sinais e sintomas:

maturação de espermatozóide ou óvulo Sinais e sintomas: Dor abdominal em forma de cólica Dor lombar

Dor abdominal em forma de cólicamaturação de espermatozóide ou óvulo Sinais e sintomas: Dor lombar Sangramento vaginal Complicações: Hemorragia

Dor lombaróvulo Sinais e sintomas: Dor abdominal em forma de cólica Sangramento vaginal Complicações: Hemorragia Infecção

Sangramento vaginale sintomas: Dor abdominal em forma de cólica Dor lombar Complicações: Hemorragia Infecção uterina Septicemia

Complicações:

Hemorragiade cólica Dor lombar Sangramento vaginal Complicações: Infecção uterina Septicemia Cuidados de enfermagem: Aferir

Infecção uterinaDor lombar Sangramento vaginal Complicações: Hemorragia Septicemia Cuidados de enfermagem: Aferir sinais vitais

Septicemiavaginal Complicações: Hemorragia Infecção uterina Cuidados de enfermagem: Aferir sinais vitais Avaliar o

Cuidados de enfermagem:

Aferir sinais vitaisInfecção uterina Septicemia Cuidados de enfermagem: Avaliar o volume e coloração do sangramento Observar, no

Avaliar o volume e coloração do sangramentoSepticemia Cuidados de enfermagem: Aferir sinais vitais Observar, no sangramento, presença de membranas ou restos

Observar, no sangramento, presença de membranas ou restos fetais de membranas ou restos fetais

Preparo pré-operatório, se necessáriono sangramento, presença de membranas ou restos fetais Preparo para exames de imagem, se necessário. ESSA

Preparo para exames de imagem, se necessário.ou restos fetais Preparo pré-operatório, se necessário ESSA – Escola da Saúde | Rua dos Jequitibás,

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E nfermage m Aula 06 – Patologias Ginecológicas

Enfermagem

Aula 06 – Patologias Ginecológicas

Câncer de Mama

O câncer de mama é provavelmente o mais temido pelas mulheres, devido à sua alta freqüência e, sobretudo pelos seus efeitos psicológicos, que afetam a percepção da sexualidade e a própria imagem pessoal. Ele é relativamente raro antes dos 35 anos de idade, mas acima desta faixa etária sua incidência cresce rápida e progressivamente.

Este tipo de câncer representa nos países ocidentais uma das principais causas de morte em mulheres. As estatísticas indicam o aumento de sua freqüência tantos nos países desenvolvidos quanto nos países em desenvolvimento. No Brasil, o câncer de mama é o que mais causa mortes entre as mulheres. De acordo com a Estimativa de Incidência de Câncer no Brasil para 2006, o câncer de mama será o segundo mais incidente, com 48.930 casos.

de mama será o segundo mais incidente, com 48.930 casos. Sintomas: Os sintomas do câncer de

Sintomas:

Os sintomas do câncer de mama palpável são o nódulo ou tumor no seio, acompanhado ou não de dor mamária. Podem surgir alterações na pele que recobre a mama, como abaulamentos ou retrações ou um aspecto semelhante a casca de uma laranja. Podem também surgir nódulos palpáveis na axila.

Fatores de Risco:

História familiar é um importante fator de risco para o câncer de mama, especialmente se um ou mais parentes de primeiro grau (mãe ou irmã) foram acometidas antes dos 50 anos de idade. Entretanto, o câncer de mama de caráter familiar corresponde a aproximadamente 10% do total de casos de cânceres de mama. A idade constitui um outro importante fator de risco, havendo um aumento rápido da incidência com o aumento da idade. A menarca precoce (idade da primeira menstruação), a menopausa tardia (instalada após os 50 anos de idade), a ocorrência da primeira gravidez após os 30 anos e a nuliparidade (não ter tido filhos), constituem também fatores de risco para o câncer de mama.

Ainda é controvertida a associação do uso de contraceptivos orais com o aumento do risco para o câncer de mama, apontando para certos subgrupos de mulheres como as que usaram contraceptivos orais de dosagens elevadas de estrogênio, as que fizeram uso da medicação por longo período e as que usaram anticoncepcional em idade precoce, antes da primeira gravidez.

A ingestão regular de álcool, mesmo que em quantidade moderada, é identificada como fator de risco para o câncer de mama, assim como a exposição a radiações ionizantes em idade inferior a 35 anos.

Detecção Precoce

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E nfermage m As formas mais eficazes para detecção precoce do câncer de mama são

Enfermagem

As formas mais eficazes para detecção precoce do câncer de mama são o exame clínico da mama e a mamografia.

O Exame Clínico das Mamas (ECM)

Quando realizado por um médico ou enfermeira treinados, pode detectar tumor de até 1 (um) centímetro, se superficial. O Exame Clínico das Mamas deve ser realizado conforme as recomendações técnicas do Consenso para Controle do Câncer de Mama.

A sensibilidade do ECM varia de 57% a 83% em mulheres com idade entre 50 e 59

anos, e em torno de 71% nas que estão entre 40 e 49 anos. A especificidade varia de 88% a

96% em mulheres com idade entre 50 e 59 e entre 71% a 84% nas que estão entre 40 e 49 anos.

A Mamografia

A mamografia é a radiografia da mama que permite a detecção precoce do câncer,

por ser capaz de mostrar lesões em fase inicial, muito pequenas (de milímetros). É realizada
por ser capaz de mostrar lesões em fase inicial, muito pequenas (de milímetros).
É
realizada em um aparelho de raio X apropriado, chamado mamógrafo. Nele, a
mama é comprimida de forma a fornecer melhores imagens, e, portanto, melhor capacidade de
diagnóstico. O desconforto provocado é discreto e suportável.
Estudos sobre a efetividade da mamografia sempre utilizam o exame clínico como
exame adicional, o que torna difícil distinguir a sensibilidade do método como estratégia isolada
de rastreamento.
A
sensibilidade varia de 46% a 88% e depende de fatores tais como: tamanho e
localização da lesão, densidade do tecido mamário (mulheres mais jovens apresentam mamas
mais densas), qualidade dos recursos técnicos e habilidade de interpretação do radiologista. A
especificidade varia entre 82%, e 99% e é igualmente dependente da qualidade do exame.
O
Auto-Exame das Mamas

As evidências científicas sugerem que o auto-exame das mamas não é eficiente para o rastreamento e não contribui para a redução da mortalidade por câncer de mama. Além disso, o auto-exame das mamas traz consigo conseqüências negativas, como aumento do número de biópsias de lesões benignas, falsa sensação de segurança nos exames falsamente negativos e impacto psicológico negativo nos exames falsamente positivos.

Portanto, o exame das mamas realizado pela própria mulher não substitui o exame físico realizado por profissional de saúde (médico ou enfermeiro) qualificado para essa atividade.

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E nfermage m CÂNCER DE COLO DO ÚTERO O câncer de colo de útero se

Enfermagem

CÂNCER DE COLO DO ÚTERO

E nfermage m CÂNCER DE COLO DO ÚTERO O câncer de colo de útero se inicia
E nfermage m CÂNCER DE COLO DO ÚTERO O câncer de colo de útero se inicia
E nfermage m CÂNCER DE COLO DO ÚTERO O câncer de colo de útero se inicia

O câncer de colo de útero se inicia no colo uterino da mulher, que é a parte do útero que fica no fundo da vagina. O útero é o órgão que envolve o bebê durante a gravidez e ao nascer de parto vaginal, o bebê passa pelo canal central do colo uterino.

Este tipo de câncer costuma apresentar crescimento lento. Durante vários anos, células da superfície do colo do útero se tornam anormais. No início, estas anormalidades ainda não se caracterizam como um câncer e são denominadas displasias. Porém algumas dessas alterações ou displasias podem dar início a uma série de alterações que podem levar ao aparecimento do câncer de colo de útero.

Algumas displasias se curam espontaneamente, sem tratamento, mas sendo algumas pré-cancerosas, todas necessitam de atenção para evitar o aparecimento do câncer. Geralmente o tecido displásico pode ser retirado ou destruído sem atingir tecidos saudáveis, mas em alguns casos, a histerectomia (retirada total do útero) pode ser necessária. A decisão do tratamento da displasia depende de alguns pontos:

Tamanho da lesão e quais tipos de alterações ocorreram nas célulasdo tratamento da displasia depende de alguns pontos: Se a mulher planeja ter filhos no futuro.

Se a mulher planeja ter filhos no futuro.lesão e quais tipos de alterações ocorreram nas células idade da mulher saúde geral da mulher

idade da mulhernas células Se a mulher planeja ter filhos no futuro. saúde geral da mulher preferência pessoal

saúde geral da mulherSe a mulher planeja ter filhos no futuro. idade da mulher preferência pessoal da mulher e

preferência pessoal da mulher e do seu médico mulher e do seu médico

A

A

A

Se células pré-cancerosas se transformam em células verdadeiramente tumorais e se espalham mais profundamente no colo uterino ou outros órgãos e tecidos, a doença é chamada de câncer de colo uterino ou cervical (vindo da palavra cérvix, outro sinônimo para colo de útero).

O câncer cervical está dividido em dois tipos principais, baseados no tipo de célula do qual o câncer se originou:

Carcinoma de células escamosas - representa de 85% a 90% de todos os casos enta de 85% a 90% de todos os casos

Adenocarcinomas - cerca de 10%escamosas - repres enta de 85% a 90% de todos os casos ESSA – Escola da

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E nfermage m Mortalidade Ainda é a terceira causa de morte por câncer em mulheres

Enfermagem

Mortalidade

Ainda é a terceira causa de morte por câncer em mulheres no Brasil, com 3.300 óbitos estimados anualmente. Em São Paulo, perfaz 5,9% dos óbitos femininos por câncer; se forem somadas as mortes atribuídas a todos os cânceres do útero, chega-se a 1.233 óbitos (10,2% do total).

Fatores de risco

Os fatores de riscos aumentam as chances do aparecimento do câncer do colo de útero nas mulheres. Alguns destes fatores estão relacionados ao estilo de vida.

O fator de risco mais importante é a infecção pelo papilomavírus humano, o HPV. O

HPV é transmitido de uma pessoa a outra através de relação sexual. O risco de adquirir HPV está

aumentada quando:

sexual. O risco de adquirir HPV está aumentada quando: Se inicia atividade sexual muito jovem A

Se inicia atividade sexual muito jovem

A mulher tem muitos parceiros (ou tem relações com um homem que teve muitas parceiras)

(ou tem relações com um homem que teve muitas parceiras) A A mulher que tem relações
A A
A
A

mulher que tem relações sexuais com homem que apresente verrugas no pênis ou

outra doença sexualmente transmissível também apresenta maiores chances de desenvolver câncer de colo uterino.

Infecção por HIV (o vírus da AIDS) também constitui um fator de risco. Uma mulher

HIV positiva possui um sistema imunológico menos capaz de lutar para eliminar cânceres iniciais.

fumantes.

Mulheres fumantes têm duas vezes mais chance de câncer de colo do que as não-

Outros fatores de risco estão relacionados á circunstâncias fora do controle da mulher:

Mulheres com sistema imunológico suprimidos devido ao uso de corticóides sistêmicos, transplantes ou terapias para outros tumores ou AIDS. Mulheres de baixo nível sócio-econômico têm maiores riscos, provavelmente por não fazerem exames preventivos regulares. Meninas menores que 15 anos tem baixo risco deste tipo de tumor. O risco aumenta dos 20 aos 35 anos. Acima de 40 anos as mulheres ainda têm riscos e devem continuar fazendo Papanicolau regularmente.

riscos e devem continuar fazendo Papanicolau regularmente. Sinais de alerta A maioria das mulheres não ap
riscos e devem continuar fazendo Papanicolau regularmente. Sinais de alerta A maioria das mulheres não ap
riscos e devem continuar fazendo Papanicolau regularmente. Sinais de alerta A maioria das mulheres não ap

Sinais de alerta

A maioria das mulheres não apresenta qualquer sinal ou sintoma na fase de displasia

ou no câncer de colo inicial. Os sintomas aparecem quando o câncer invade outros tecidos ou órgãos.

Abaixo estão listados alguns sinais e sintomas possíveis de displasia ou câncer

cervical:

e sintomas possíveis de displasia ou câncer cervical: Pequenos sangramentos fora do período menstrual ESSA –

Pequenos sangramentos fora do período menstrual

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E nfermage m Menstruação mais longa e volumosa que o usual. Sangramento após relação sexual

Enfermagem

Menstruação mais longa e volumosa que o usual.E nfermage m Sangramento após relação sexual ou ducha vaginal ou exame vaginal. Dor durante a

Sangramento após relação sexual ou ducha vaginal ou exame vaginal.E nfermage m Menstruação mais longa e volumosa que o usual. Dor durante a relação Sangramento

Dor durante a relaçãoapós relação sexual ou ducha vaginal ou exame vaginal. Sangramento após a menopausa Aumento de secreção

Sangramento após a menopausaou ducha vaginal ou exame vaginal. Dor durante a relação Aumento de secreção vaginal Diagnóstico precoce

Aumento de secreção vaginalDor durante a relação Sangramento após a menopausa Diagnóstico precoce O exame ginecológico regula r é

Diagnóstico precoce

O exame ginecológico regular é o melhor método para o diagnóstico precoce. Toda

mulher sexualmente ativa deve realizar os exames preventivos de acordo com o calendário

estabelecido pelo seu médico (a cada 1 a 3 anos).

Se o medico percebe alterações no colo de útero durante o exame ginecológico e no Papanicolaou, ele pode tratar como infecção e depois repetir mais uma vez o exame após o tratamento.

Se o exame continuar alterado, uma colposcopia será feita para checar o colo uterino, procurando áreas suspeitas. O colposcópio é o instrumento que é inserido na vagina para o exame. Este exame não é doloroso e não apresenta qualquer efeito colateral. O colposcópio dá uma visão aumentada e iluminada dos tecidos da vagina e colo de útero.

O
O

próximo passo pode ser a realização de uma biópsia. A biópsia é um pequeno

fragmento retirado de áreas suspeitas para exame microscópico. Se a lesão for pequena, o

medico poderá tentar retirá-la totalmente durante a biópsia.

Se a biópsia confirma câncer de colo uterino, o paciente pode ser encaminhado para um especialista para tratamento. O especialista poderá pedir e fazer exames adicionais para avaliar se o câncer está além do colo de útero.

Tratamento

Dentre os tratamentos mais comuns para o câncer de colo de útero estão a cirurgia e

a

O

fatores pessoais como idade de desejo de filhos no futuro.

radioterapia, mas a quimioterapia e a terapia biológica também são usadas em alguns casos.

tipo de tratamento que o doente receberá depende do estadio da doença, tamanho do tumor e

Sobrevivência

A taxa média de sobrevida de um ano das pacientes com tumor de colo uterino é de 89%. A taxa de sobrevida em 5 anos é de 71% (dados americanos).

A chance de sobrevida em 5 anos, em casos iniciais é de praticamente 100%. Para

tumores localizados, essa taxa chega a 90%. Para o tumor já invasivo, vai de 10 até 50%, dependendo do grau de infiltração.

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E nfermage m Aula 07 – Patologias Ginecológicas Síndrome do ovário policístico ultra-som ginecológico em

Enfermagem

Aula 07 – Patologias Ginecológicas

Síndrome do ovário policístico

ultra-som

ginecológico em alguma fase da vida. Esse procedimento permitiu identificar vários cistos

policísticos.

nos

Hoje,

quase

em

todas

20%

as

a

mulheres

30%

são

delas.

submetidas

São

ao

os

exame

ovários

de

ovários

Na maior parte dos casos, porém, esses cistos não têm nenhuma importância fisiológica, não modificam nada no corpo da mulher. Entretanto, ao redor de 10% deles, os ovários policísticos estão associados a outros sintomas, principalmente a alterações menstruais, geralmente a longos intervalos, às vezes até de meses, entre dois ciclos menstruais.

dos ovários
dos
ovários

Os ovários policísticos podem estar associados, ainda, ao aparecimento de pêlos

no corpo, de acne e da obesidade. É esse conjunto de manifestações que caracteriza a

síndrome

policísticos.

O ovário policístico é constituído por tecido normal, embora possua pequenos cistos, em geral ao redor de dez.

Menopausa

Menopausa é a parada de funcionamento dos ovários.Ou seja, os ovários deixam de produzir os hormônios estrógeno e progesterona.

Não é uma doença, é apenas um estágio na vida da mulher. A principal característica da menopausa é a parada das menstruações.

No entanto em muitas mulheres a menopausa se anuncia por irregularidades menstruais, menstruações mais escassas, hemorragias, menstruações mais ou menos freqüentes.

Não existe idade predeterminada para a menopausa. Geralmente ocorre entre os 45 e os 55 anos, no entanto pode ocorrer a partir dos 40 anos sem que isto seja um problema.

Não há relação entre a primeira menstruação e a idade da menopausa nem tão pouco existe relação entre a idade familiar da menopausa e a da paciente.

Sintomas da Menopausa

Se bem que em algumas mulheres não sintam nada durante o período da menopausa, a maioria poderá sentir alguns sintomas:

da menopausa, a maioria poderá sentir alguns sintomas: Ondas de calor ESSA – Escola da Saúde

Ondas de calor

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E nfermage m Suores noturnos Insônia Menor desejo sexual Irritabilidade Depressão Ressecamento vaginal Dor durante

Enfermagem

Suores noturnosE nfermage m Insônia Menor desejo sexual Irritabilidade Depressão Ressecamento vaginal Dor durante o ato sexual

InsôniaE nfermage m Suores noturnos Menor desejo sexual Irritabilidade Depressão Ressecamento vaginal Dor durante o ato

Menor desejo sexualE nfermage m Suores noturnos Insônia Irritabilidade Depressão Ressecamento vaginal Dor durante o ato sexual Diminuição

IrritabilidadeE nfermage m Suores noturnos Insônia Menor desejo sexual Depressão Ressecamento vaginal Dor durante o ato

DepressãoSuores noturnos Insônia Menor desejo sexual Irritabilidade Ressecamento vaginal Dor durante o ato sexual Diminuição

Ressecamento vaginalInsônia Menor desejo sexual Irritabilidade Depressão Dor durante o ato sexual Diminuição da atenção e

Dor durante o ato sexualdesejo sexual Irritabilidade Depressão Ressecamento vaginal Diminuição da atenção e memória Causa dos sintomas O

Diminuição da atenção e memóriaDepressão Ressecamento vaginal Dor durante o ato sexual Causa dos sintomas O estrogênio é o hormônio

Causa dos sintomas

O estrogênio é o hormônio básico da mulher. Sua produção começa na adolescência, quando é
O
estrogênio é o hormônio básico da mulher. Sua produção começa na adolescência,
quando é responsável pelo aparecimento dos sinais sexuais secundários na mulher, e vai até a
menopausa.
A
falta de estrogênio causa as ondas de calor ou fogachos em aproximadamente 75 a
80 % das mulheres.
O
estrogênio também é responsável pela textura da pele feminina e pela distribuição
de gordura. Sua falta causará a diminuição do brilho da pele e uma distribuição de gordura mais
masculina, ou seja, na barriga.
a falta de estrogênio que causa a secura vaginal que acaba por afetar o desejo
sexual pois transforma as relações em algo desagradável e doloroso.
É
O estrogênio também é relacionado ao equilíbrio entre as gorduras no sangue,
colesterol e hdl-colesterol. Estudos mostram que as mulheres na menopausa têm uma chance
muito maior de sofrerem ataques cardíacos ou doenças cardio-vasculares.

Uma outra alteração importante na saúde da mulher pela falta de estrogênio é a irritabilidade e a depressão. O estrogênio está associado a sentimentos de alta estima e a falta dele pode causar depressão em graus variados.

Por último o estrogênio é responsável pela fixação do cálcio nos ossos. Após a menopausa grande parte das mulheres passará a perder o cálcio dos ossos, doença chamada osteoporose, responsável por fraturas e por grande perda na qualidade de vida da mulher. Estudos recentes têm associado à falta de estrogênio ao Mal de Alzheimer, perda total da memória.

Tratamento da Menopausa

Terapia Hormonal

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E nfermage m Se o que falta na menopausa é o estrógeno nada mais lógico

Enfermagem

Se o que falta na menopausa é o estrógeno nada mais lógico que a base do tratamento seja a reposição hormonal com o estrógeno.

Em mulheres que ainda tem o útero é importante associar a progesterona para proteger contra o risco de câncer do endométrio.

Mas o mais importante hoje é que o tratamento deve ser individualizado. Médico e paciente devem discutir todas as vantagens e riscos dos diversos tipos de terapia existentes e chegar a um consenso sobre o que fazer.

Vantagens do tratamento

Redução do Risco de Osteoporose . Osteoporose.

Redução dos Riscos de Doenças Cárdio-vasculares.#Vantagens do tratamento Redução do Risco de Osteoporose . Melhora da Depressão. Melhora da Atividade Sexual.

Melhora da Depressão.. Redução dos Riscos de Doenças Cárdio-vasculares.# Melhora da Atividade Sexual. Melhora da Memória com

de Doenças Cárdio-vasculares.# Melhora da Depressão. Melhora da Atividade Sexual. Melhora da Memória com

Melhora da Atividade Sexual.de Doenças Cárdio-vasculares.# Melhora da Depressão. Melhora da Memória com possível prevenção da Doença de

Melhora da Memória com possível prevenção da Doença de Alzheimer.Melhora da Depressão. Melhora da Atividade Sexual. Desvantagens Custo do Tratamento. Tratamento Prolongado.

Desvantagens

Custo do Tratamento.possível prevenção da Doença de Alzheimer. Desvantagens Tratamento Prolongado. Volta da Menstruação em algumas

Tratamento Prolongado.da Doença de Alzheimer. Desvantagens Custo do Tratamento. Volta da Menstruação em algumas mulheres. Agravamento da

Volta da Menstruação em algumas mulheres.Desvantagens Custo do Tratamento. Tratamento Prolongado. Agravamento da possibilidade de Câncer de Mama em mulheres

Agravamento da possibilidade de Câncer de Mama em mulheres suscetíveis.Prolongado. Volta da Menstruação em algumas mulheres. Infecção Urinária A mulher é mais susceptív el a

Infecção Urinária

A mulher é mais susceptível a infecção urinária, por sua própria constituição anatômica (uretra mais curta). A proximidade da região vulvar e perineal,os hábitos de higiene, as relações sexuais, traumatismos da uretra,a gravidez, o climatério(devido ao hipoestrogenismo),a menopausa,o diabetes,os cálculos renais são fatores predisponentes.

A incidência de infecção urinária é mais freqüente, na mulher na época de período

velhice.

reprodutivo

(gravidez)

Embora

possa

ocorrer

desde

a

infância

até

a

Como principal fator etiológico temos : E. coli que é o patógeno responsável por 80%

das infecções urinárias. A ascensão das bactérias se faz por via ascendente, a partir da uretra,

linfática.

embora

vias

se

cite

as

hematogênica

e

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E nfermage m A gravidez é um período da vida da mulher, onde há di

Enfermagem

A gravidez é um período da vida da mulher, onde há diminuição da imunidade celular daí a maior incidência de infecções urinarias na grávida, devido a estase urinária associado com a atuação relaxante da progesterona.Estima-se que 15% das grávidas são susceptíveis a um

quadro

de

infecção

urinária.

Repercussões:

Maior número de partos prematuros, abortamentos, infecção ovular.

Quadro clínico apresentado pela paciente:

Febreovular. Quadro clínico apresentado pela paciente: Disúria Ardência a micção. Polaciúria dor lombar, dor

Disúriaovular. Quadro clínico apresentado pela paciente: Febre Ardência a micção. Polaciúria dor lombar, dor pélvica.

Ardência a micção.Quadro clínico apresentado pela paciente: Febre Disúria Polaciúria dor lombar, dor pélvica. Nos exames de

Polaciúria dor lombar, dor pélvica.pela paciente: Febre Disúria Ardência a micção. Nos exames de laborató rio será constatado: Na cultura

Nos exames de laboratório será constatado:

Na cultura de urina+ antibiograma: 100.000 col/ml

Na cultura de urina+ antibiograma: 100.000 col/ml Sumário de urina: presença de hematúria (exc luir

Sumário de urina: presença de hematúria (excluir contaminação por sangue menstrual) .

Infeccção urinária de repetição:

Neste quadro a paciente apresenta 3 ou mais infecções urinárias, durante 12 meses. A reiinfecção é resultante de microrganismo na flora do períneo.

Cuidados básicos para a mulher:

Esvaziar a bexiga após o ato sexual.na flora do períneo. Cuidados básicos para a mulher: Higiene anal antero-posterior. Aumentar a ingestão

Higiene anal antero-posterior.para a mulher: Esvaziar a bexiga após o ato sexual. Aumentar a ingestão hídrica. Não reter

Aumentar a ingestão hídrica.a bexiga após o ato sexual. Higiene anal antero-posterior. Não reter o ato miccional Investigação Clinica:

Não reter o ato miccionalanal antero-posterior. Aumentar a ingestão hídrica. Investigação Clinica: A ultra-sonografia deve se r

Investigação Clinica:

A ultra-sonografia deve ser solicitada em casos de infecções urinárias recorrentes

na gravidez para descartar, patologias renais. Fora do período gestacional outros exames devem ser solicitados: urografia excretora, cistografia, tomografia, ressonância etc. para

investigação

clínica

Tratamento:

Existe condutas para tratamento de 3 dias,

7

dias 10

dias

,

4

semana ou

mais,dependendo da gravidade da infecção .O seu médico é quem decidirá a conduta terapêutica e métodos de investigação.

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E nfermage m Miomas Miomas são os tumo res benignos (não cancerosos) mais comuns do

Enfermagem

Miomas

Miomas são os tumores benignos (não cancerosos) mais comuns do trato genital feminino. Eles também são conhecidos como fibromas, fibromiomas ou leiomiomas. Desenvolvem-se na parede muscular do útero. Embora nem sempre causem sintomas, seu tamanho e localização podem causar problemas em algumas mulheres, como por exemplo, sangramento ginecológico importante e dor em baixo ventre.

As causas exatas do aparecimento dos miomas não são bem estabelecidas, mas os pesquisadores acreditam que haja tanto uma predisposição genética quanto uma maior sensibilidade à estimulação hormonal (principalmente estrogênio) nas mulheres que apresentam miomas. Algumas mulheres que podem ter esta predisposição desenvolvem fatores que permitem que estes cresçam sob

a

influência dos hormônios femininos. Isto explicaria porque certos grupos étnicos

e

familiares são mais propensos a ter miomas.

Os miomas variam muito em tamanho. Em alguns casos eles podem causar um crescimento acentuado do útero, simulando uma gravidez de até 5 ou 6 meses. Na maioria dos casos os miomas são múltiplos.

ou 6 meses. Na maioria dos casos os miomas são múltiplos. Os miomas podem se lo

Os miomas podem se localizar em diversas partes do útero. Existem, basicamente, 4 tipos de mioma:

1- Subserosos: aparecem e se desenvolvem abaixo da camada (serosa) externa do útero e se expandem através desta, dando ao útero uma aparência nodular. Tipicamente não afetam o fluxo menstrual, mas podem causar dores em baixo ventre, na região lombar e sensação de pressão no abdômen. Este mioma pode desenvolver uma haste ou pedículo, tornando-o difícil de distinguir de um tumor ovariano na ultra-sonografia.

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E nfermage m 2-Intramurais: desenvolvem-se na parede do útero e se expandem para dentro, aumentando

Enfermagem

2-Intramurais: desenvolvem-se na parede do útero e se expandem para dentro, aumentando o tamanho do útero. É o tipo mais comum de mioma. Podem causar sangramento menstrual intenso e dores no baixo ventre e na região lombar e/ou sensação de pressão generalizada em baixo ventre, de que muitas mulheres se queixam.

3-Submucosos: estão justamente abaixo do revestimento interno do útero (endométrio). É o tipo menos comum de mioma, mas o que pode causar mais problemas. Mesmo um pequeno mioma submucoso pode causar sangramento ginecológico maciço.

4-Pediculados: são os miomas que inicialmente crescem como subserosos e se destacam parcialmente do útero, ficando a ele ligado apenas por uma pequena porção de tecido chamado pedículo. Podem ser confundidos na ultra-sonografia com tumores ovarianos.

ser confundi dos na ultra-sonografia com tumores ovarianos. Sintomas A maioria dos miomas não causam sintomas

Sintomas

A maioria dos miomas não causam sintomas – apenas 10 à 20% das mulheres que têm miomas necessitarão de tratamento. Dependendo de sua localização,tamanho e quantidade, a mulher pode apresentar os seguintes sintomas:

Períodos menstruais prolongados e com fluxo aumentado, sangramento fora de época, algumas vezes com coágulos, podendo levar à anemia. Este é o sintoma mais freqüentemente associado aos miomas.

Este é o sintoma mais freqüentemente associado aos miomas. Aumento de intensidade das cólicas menstruais. Dor
Este é o sintoma mais freqüentemente associado aos miomas. Aumento de intensidade das cólicas menstruais. Dor

Aumento de intensidade das cólicas menstruais.

Dor em baixo ventre, ou mais precisamente, sensação de pressão ou desconforto causado pelo tamanho e peso dos miomas que pressionam as estruturas adjacentes.

e peso dos miomas que pressionam as estruturas adjacentes. Dor na região lombar, flanco ou pernas

Dor na região lombar, flanco ou pernas (os miomas podem pressionar os nervos que inervam o baixo ventre e as pernas).

os nervos que inervam o baixo ventre e as pernas). Dor durante o ato sexual. Pressão
os nervos que inervam o baixo ventre e as pernas). Dor durante o ato sexual. Pressão

Dor durante o ato sexual.

Pressão no sistema urinário, o que tipicamente resulta no aumento da freqüência da micção, principalmente à noite.

da freqüência da micção, principalmente à noite. Pressão no intestino grosso, levando à prisão de ventre
da freqüência da micção, principalmente à noite. Pressão no intestino grosso, levando à prisão de ventre

Pressão no intestino grosso, levando à prisão de ventre e retenção de gases.

Aumento do volume abdominal que pode ser mal interpretado como ganho progressivo de peso.

pode ser mal interpretado como ganho progressivo de peso. Predisposição ESSA – Escola da Saúde |

Predisposição

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E nfermage m Miomas são tumores muito comuns. O número de mulheres que têm mioma

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Miomas são tumores muito comuns. O número de mulheres que têm mioma aumenta com a idade até a menopausa, quando então eles regridem pela falta de estímulo hormonal. Aproximadamente 20% das mulheres entre a 2ª e 3ª décadas de

vida apresentam miomas, 30% entre a 3ª e 4ª décadas, e 40% entre a 4ª e 5ª décadas.

De 20 à 40% das mulheres com 35 anos ou mais, têm miomas de tamanho significativo.

Mulheres negras apresentam risco maior de desenvolver miomas: 50% delas podem ter miomas de tamanho significativo. Não se sabe ao certo o porque, embora pareça haver um fator genético desempenhando papel importante.

Embora os miomas possam aparecer na mulher aos 20 anos, a maioria das mulheres não apresenta sintomas até os 30-40 anos. Os médicos não são capazes de prever se um mioma vai crescer ou causar sintomas.

Os miomas podem crescer acentuadamente durante a gravidez, o que parece ser devido ao aumento dos níveis hormonais. Após a gestação, geralmente os miomas retornam ao seu tamanho anterior.

Os miomas tipicamente melhoram após a menopausa quando os níveis hormonais caem bastante, embora isto nem sempre ocorra.

Geralmente os miomas são detectados primeiro durante um
Geralmente
os
miomas
são
detectados
primeiro
durante
um

Diagnóstico

exame

ginecológico, quando o médico percebe o aumento do tamanho do útero.

A presença dos miomas é então confirmada por uma ultra-sonografia abdominal. Este é um exame indolor no qual o médico move um instrumento (transdutor) parecido com um "mouse" sobre a superfície abdominal. Ondas de som são transmitidas através da pele e permitem ao médico "ver" o tamanho, forma e textura do útero. Uma imagem é exibida numa tela de computador à medida que o médico realiza a ultra- sonografia. Quando a intenção é apenas a realização da histerectomia (cirurgia de retirada do útero) em nosso serviço consideramos este exame suficiente.

Para as pacientes que desejam preservar seus úteros e são candidatas a uma

embolização, a uma miomectomia ou para saber se podemos apenas manter os miomas

sob observação realizamos uma ressonância magnética de pelve, exame igualmente

indolor e que fornece um diagnóstico mais preciso.

Finalmente, a vídeo-histeroscopia diagnóstica é uma excelente opção, principalmente para avaliar a presença de miomas submucosos. Um finíssimo tubo (3

mm de diâmetro), ligado a uma microcâmera de televisão, é introduzido através da

vagina e do colo uterino até o útero, permitindo ao médico visualizar seu interior e colher

amostras de tecido para análise. Este procedimento é realizado pelo ginecologista e pode ser feito até mesmo no consultório sob anestesia local.

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E nfermage m Displasia Mamária O termo displasia mamária encerra uma grande variedade de condições

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Displasia Mamária

O termo displasia mamária encerra uma grande variedade de condições clínicas e histopatológicas, cujas principais manifestações são a mastalgia e graus variados de espessamento do parênquima mamário. A classificação das doenças benignas da mama, onde se inclui a displasia mamária, tem sido objeto de numerosos estudos. Apresenta ampla sinonímia, como mastopatia fibrocística, mastopatia crônica cística, alterações fibrocísticas, mastopatia funcional.

Diagnóstico:

É baseado nos dados de anamnese, propedêutica física e subsidiária, quando esta se fizer necessária. É importante ressaltar que, na maioria dos casos, inspira-se apenas na sintomatologia característica e na propedêutica incruenta. Os métodos invasivos (punção, biópsia, exérese de nódulo ou setor) são indicados naqueles casos em que é imperioso o diagnóstico diferencial com o carcinoma. Dor, tumor e fluxo papilar constituem a tríade sintomática da mastopatia fibrocística.

a tríade sintomática da mastopatia fibrocística. Tratamento : Devemos lembrar que após ex cluir doença

Tratamento:

Devemos lembrar que após excluir doença maligna ou inflamatória o tratamento é puramente sintomático. Nesse sentido, a terapia mais importante é o esclarecimento para a paciente de que esta não é portadora de doença maligna ou que predisponha ao carcinoma. A terapêutica é baseada principalmente na orientação verbal e psicoterapia de apoio. Em casos selecionados pode-se indicar terapia medicamentosa com uso de progesterona, diurético, tamoxifeno, bromoergocriptina e danazol. A cirurgia é praticada em casos excepcionais. Em adição à vitamina E, mostrou aliviar os sintomas da displasia mamária na maioria das mulheres e causou a regressão em algumas. O mecanismo é desconhecido.

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E nfermage m Aula 08 – Patologias Ginecológicas/ Laboratório Osteoporose A osteoporose é a diminuição

Enfermagem

Aula 08 – Patologias Ginecológicas/ Laboratório

Osteoporose

A osteoporose é a diminuição da massa óssea. O osso é um tecido vivo que se renova com mais intensidade nas primeiras décadas da vida, sendo que, a partir dos 30 anos, o quadro se inverte e a absorção de osso passa a ser maior que a formação. As mulheres chegam a perder 50% de toda a sua massa óssea, enquanto os homens perdem cerca de 25%. A falta de atividade física ou a pouca ingestão de cálcio na infância e na adolescência aumentam a fragilidade do osso e o risco de desenvolver a doença.

Um dos grandes problemas da osteoporose é que ela, por si só, não apresenta sintomas. A maior parte das pessoas descobre que tem a doença por causa das dores provocadas pelas fraturas, principalmente no fêmur, no punho e nas vértebras. Elas se tornam muito mais comuns por causa do enfraquecimento dos ossos. O diagnóstico pode ser feito através de exames laboratoriais e da densitometria óssea.

através de exames laboratoriai s e da densitometria óssea. Nas mulheres, em grande pa rte das

Nas mulheres, em grande parte das vezes, o déficit de estrogênio que ocorre na menopausa é o principal responsável pelo aparecimento da doença. Em casos aparentemente sem explicação, pode haver uma predisposição genética, no caso da pessoa pertencer à raça branca ou asiática ou ter parentes próximos com osteoporose. Há casos, passíveis de reversão, nos quais o desenvolvimento da doença está relacionado com o estilo de vida, bebida, fumo, alimentação e prática de exercícios físicos.

Algumas providências devem ser tomadas para prevenção da doença. No caso das mulheres, assim que chega a menopausa, o ideal é procurar o ginecologista para verificar se há necessidade de reposição hormonal, com estrogênio. Geralmente, a alimentação rica em cálcio, presente no leite e em seus derivados, também é importante. Além disso, uma providência que não se refere especificamente à prevenção da osteoporose, mas das fraturas, é evitar, a partir dos 50 ou 60 anos, ter em casa pisos escorregadios ou tapetes soltos.

O tratamento difere de acordo com o tipo de osteoporose. No caso da pós- menopausa, ele é feito, como já foi citado, com reposição de estrogênio. Em outros tipos, o tratamento pode ser realizado com reposição de calcitonina, que é um outro hormônio, com alendronato de sódio, que é um estimulador da formação óssea, ou com cálcio.

Quanto à atividade física, ela é importante como prevenção e como tratamento, principalmente os exercícios com carga, que são absolutamente essenciais para a saúde dos ossos. Durante a atividade física, com a contração da musculatura, ocorre deformação do osso. Quanto maior o estímulo, maior a deformação. O osso interpreta esta deformação como um estímulo à formação. Os ossos assim se adaptam à sobrecarga mecânica. A intensidade da carga é mais importante na formação da massa óssea do que a duração do estímulo.

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E nfermage m Aula 09 – Laboratório

Enfermagem

Aula 09 – Laboratório

Aula 10 – Avaliação
Aula 10 – Avaliação

ula 06 – patologias ginecológicas

Aula 10 – Avaliação ula 06 – patologias ginecológicas ESSA – Escola da Saúde | Rua

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