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Rua António José de Almeida n.º 2, 3000 - 040 COIMBRA Portugal t (+351) 239 836 679 f (+351) 239 836 476 | teatro@cenalusofona.pt | www.cenalusofona.pt
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distribuição gratuita
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Editorial
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1.
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Numa edição como esta, com limitações rígidas de espaço, desespera-se por não
se poder G desenvolver os temas nem acrescentar mais opiniões.
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cenaberta tem a função de sinalizar “casos”, reunir e divulgar acessos, facilitar
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os contactos, chamar a atenção para o interior da vida teatral e cultural.
Talvez caiba às revistas, que parecem reanimar, o desenvolvimento de alguns
desses E temas,
Em particular os que dizem respeito à escrita teatral e à ensaística geral, à
produção D de pensamento sobre o teatro que se faz e o teatro do futuro.
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2.
Alguns desses campos temáticos desprendem-se deste tema da edição s e
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parecem pedir s articulações t urgentes: entre r um t certo mercado editorial privado
(soit disant) e a comunidade de fazedores; entre os fazedores r e os espectadores,
o
reflexão e praxis; entre o poder e a cultura, T na relação do poder com os artistas,
com a arte teatral e a forma de a valorizar e promover.
Talvez um novo fôlego seja possível neste sector da edição teatral, se a edição e
o teatro puderem manter uma relação produtiva, para consolidar processos e ex-
periências, favorecer a crítica, a formação de espectadores e estimular a prática. Sente-se que em campos como este da edição, delimitados (e desertificados de políticas), os pequenos investimentos, bem direccionados, podem fazer mara- vilhas. Em especial se resultarem de uma audição atenta dos interlocutores no terreno, sejam eles editoras, autores, companhias ou escolas.
teatro organizado e os seus T públicos; a no interior a do teatro entre pedagogia,
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3. Em Portugal há muito pouca informação teatral. Os diários e os semanários ge-
neralistas aceitam sem pestanejar as matérias e os temas que, em doses maciças, os mercados discográficos e do cinema lhes prescrevem, ao ritmo dos seus lançamentos. Mesmo os roteiros são muitas vezes incompletos e imprestáveis.
O espaço da crítica teatral nos principais jornais atingiu praticamente o grau zero.
Manuel João Gomes foi, no “Público”, o último crítico da vida teatral portuguesa. Agora existe apenas alguma crítica em Lisboa, que escreve sobre alguns grupos de Lisboa e que, não ignorando que há mais Teatro no país, vão ao Porto apanhar “ares” duas ou três vezes por ano para disfarçar. Mesmo em Lisboa a cobertura
é fraca, pouca variedade de opiniões, pouca cultura teatral, quando não pouca cultura tout court.
A reflexão ensaística, alimentada universalmente pelas escolas e estudos univer-
sitários de teatro, é, por aqui, ainda muito débil tal como o tecido de onde parte,
o nosso pobre sistema de ensino teatral. Mas começa a surgir. O aparecimento
da revista “Sinais de cena”, com a qualidade indiciada no seu primeiro ano, dá-nos algum viático para o caminho.
4.Alargando o horizonte à CPLP e à Galiza fomos encontrar problemas comuns mas também complementaridades que nos interessam, possibilidades que desconhecíamos. Sem conhecimento do terreno e das forças em presença não é
possivel pensar e fazer o intercâmbio.
ficha técnica
Director António Augusto Barros Redacção Augusto Baptista (coordenação e fotografia),António José Silva, Cátia Faísco e Tiago Boavida Concepção gráfica Ana Rosa Assunção
N.º 4 distribuição gratuita | Tiragem 1500 exemplares | Impressão Tipografia FIG
Propriedade
Cena Lusófona . Associação Portuguesa para o Intercâmbio Teatral Rua António José de Almeida, n.º 2 3000 - 040 COIMBRA, Portugal
Tel.: (+351) 239 836 679 Fax.: (+351) 239 836 476 teatro@cenalusofona.pt http://www.cenalusofona.pt
Alto patrocínio
Jacó Guinsburg “é ensaísta de primeira grandeza, rigoroso, culto, conhecedor profundo de seu objecto de estudo”. Com tais atributos e ainda na opinião do crítico Sábato Magaldi, ele “se movimenta com desenvoltura pela estética, pela filosofia e pela arte, em que o teatro se tornou o foco privi- legiado”. A agigantar o retrato, Jacó Guinsburg junta valia agregadora, capacidade de cerzir as cumplicidades fundado- ras da Perspectiva, sonho de “Biblioteca de infinitas estantes, onde os livros deslizam e onde sempre cabe mais um”. cenaberta, conversa transatlântica que a internet tornou simples, colheu em São Paulo, Brasil, a palavra disponível deste autodidata de eleição, editor de excelência.
cenaberta — Foram fáceis os primeiros tempos de vida da Editora Perspec- tiva, nos idos anos 60? Editar Teatro foi propósito à partida?
Jacó Guinsburg — A edição no Brasil é uma saga, principalmente quando se parte de um programa ousado e com pouco dinheiro.Mas o crescimento do país e a sua entrada no processo democrático criaram e continuam a criar um público leitor cada vez maior e mais exigente, pois não só a Universidade mas a vida cultural e artística so- freram em duas gerações um crescimento que a equiparam à da Europa e à dos Estados Unidos.
É claro que inicialmente o processo foi muito
difícil. Fixar uma marca, encontrar espaço nos jornais, garantir qualidade, constituíram peque- nas odisseias. Todavia o espaço foi conquistado e o respeito é por toda parte verificado. Mas há agravantes ligadas ao preço da edição e ao xerox que levam as editoras, com uma linha de publicações como a nossa, a situações bastante desconfortáveis.
A educação para o “consumo” do livro, no seu
sentido mais profundo, e as diferentes crises que cruzam os países da América do Sul são fatos que não podem ser deixados de lado, acrescidos do pequeno número de livrarias de um país continental como o Brasil e da necessidade de superar o analfabetismo funcional de parte de uma população que precisa ascender a uma posição cidadã.
Quanto a editar Teatro, é uma pergunta bastante cara para mim. De fato, como professor de Es-
tética Teatral e Teoria do Teatro da USP, orien- tador e professor de curso de pós-graduação, deparei-me e me deparo ainda hoje com alunos talentosos que produzem trabalhos de qualidade excepcional. Boa parte dessa produção precisa ser divulgada e estudada. E assim desenvolvi na Editora Perspectiva uma linha de teatro ligada não só à crítica teatral, ao trabalho dos jovens diretores brasileiros ou aos estudos acadêmicos relacionados com a EstéticaTeatral,oTeatro-Edu- cação, às Vanguardas, o Teatro da Revolução, o
Teatro de Rua, o Ator, etc
e as interfaces com os
outros ramos do conhecimento. Neste aspecto,
as coleções da Perspectiva têm constituído um
referencial para estudantes e pesquisadores. Mas
o projeto não termina aí, pois um Dicionário so-
bre oTeatro Brasileiro está em finalização, e creio que será um livro referencial sobre a arte cênica no Brasil e seus desdobramentos.
No campo teatral, a editora avançou em conexão com o movimento cénico brasileiro ou à margem deste?
Numa primeira investida partimos para livros
fundamentais ligados à crítica teatral, à estética, à
estética das vanguardas etc
,escritos por autores
brasileiros e estrangeiros. A edição de peças de teatro não entrou de início em nossa programa- ção. Mas a dramaturgia de autores modernos brasileiros, de clássicos gregos e autores como Büchner e outros começam a preencher o nosso catálogo. E, no campo teatral, especificamente,
a produção ainda caminha em conexão com o
movimento cênico brasileiro, no que ele tem de mais representativo.
Dentro da acção editorial da Perspec- tiva, hoje o Teatro representa uma simples temática ou constitui-se a menina dos olhos da editora?
Sem dúvida o Teatro não é mais uma das temáti- cas da Editora. Ela é um foco da minha atenção principalmente no que se refere à produção de obras de referência e de estudos que tragam os problemas clássicos na sua anteposição às chama- das vanguardas, num processo contínuo de dis- cussão.Outras coleções como a Stylus,por exem- plo, acabam também dando suporte ao Teatro quando abordam títulos como O Romantismo, O
Expressionismo, O Pós-Modernismo, O Classicismo,
a interação e a integração no estilo dos
etc
vários produtos e manifestações artísticos sob
o título em questão.
Editar para quê, editar para quem?
Essa pergunta é traiçoeira para um editor como eu. Ele edita por paixão, ele edita porque crê que o livro é importante, porque acha que os estudantes e interessados irão ampliar seus horizontes, porque os atores irão aperfeiçoar- -se, etc, enfim
O que lhe falta editar, teatralmente?
Além da preparação de um Dicionário do Teatro
Brasileiro, eu gostaria de editar textos dramatúr- gicos e estudos teóricos e críticos.Temos no pre-
lo vários títulos tanto da produção acadêmica no
Brasil quanto da bibliografia internacional.
Perspectivas da Perspectiva?
A perspectiva da Perspectiva está no que lhe falta
editar. Seria uma continuação da atual Biblioteca,
uma Biblioteca infinita, de infinitas estantes, onde os livros deslizam e onde sempre cabe mais um livro. É só empurrar o primeiro que desliza e abre o espaço que dará lugar ao último editado
e assim por diante
Como consegue o Professor Jacó Guins- burg conciliar a edição e o trabalho na Perspectiva (com suas exigências de programação, gestão, marketing) com o seu labor de reputado investigador, a escrita, o trabalho académico?
Trabalhamos numa pequena equipe, dividimos
as ações e nos reunimos para tomar decisões
e assim caminhamos. Naturalmente a minha so-
brecarga é grande considerando as leituras, os trabalhos com os pós-graduandos, as decisões,
Enquanto estamos de pé, continuamos a
caminhada com vigor.
etc
,
Acompanha o panorama da edição teatral ao nível da Comunidade dos
Oito Países de Língua Portuguesa? Que ideia tem do que aqui e neste domínio
se faz, se poderia fazer?
Do conjunto da comunidade não.Mas de Portugal sem dúvida. No meu trabalho como professor, servi-me com grande proveito, não só de textos
dramáticos, como da literatura teórica e crítica
– então muito pouco difundida no Brasil – das
publicações lusas, como em particular as co-
letâneas e textos de Redondo Júnior.
cenaberta 2
DR
Jacó Guinsburg
edição
Perspectiva
Um editor de excelência
Quatro olhares
Crítico, ensaísta, professor, Jacó Guins- burg nasceu em 1921 (Riscani, Bessarábia, actual Moldávia). Considerado o mais importante especialista em teatro russo e ídiche do Brasil, semiologista e teórico do teatro. Director de colecções e editor de obras estruturantes sobre teatro pela Editora Perspectiva. Emigra com seus pais para o Brasil em 1924. Na juventude acompanha o movimen- to intelectual e político do país e interessa- -se pelo trabalho teatral na colectividade judaica, bem como pelo processo de renovação do teatro brasileiro. Escreve na imprensa de São Paulo e do Rio de Janeiro sobre literatura brasileira e internacional e colabora em revista da comunidade judaica com artigos no campo das artes, da litera- tura, da crítica teatral. Liga-se às actividades editoriais desde 1947, funda em 1965 a actual Editora Perspectiva. Bolsista em França na década de 60, cursa filosofia na Sorbonne. De volta ao Brasil, cresce a sua aproximação à arte dramática e ao seu ensino. Na Universidade de São Paulo concentra os seus estudos em Teoria e Estética Teatral e no Teatro Russo, Judeu e Ídiche e no Teatro do Absurdo. Prossegue o labor de edição, traduz História da Civilização de Crouzet e obras de Sartre, Descartes, Platão. Assegura co- laboração sobre temas teatrais em jornais e revistas. Nas décadas de 80 e 90, individual- mente ou em parceria, publica múltiplos es- tudos e ensaios, de onde ressalta, no campo teórico e da estética teatral, Semiologia do Teatro. Em 2001, publica Da Cena em Cena:
Ensaios de Teatro. Director-Presidente da Editora Pers- pectiva, Jacó Guinburg, enfim, edita títulos incontornáveis no estudo das artes cénicas.
Em formato de opinião, damos voz a quatro personalidades brasileiras, ao crítico de teatro Alberto Guzik, aos drama- turgos Mário Viana e Newton Moreno e ao encenador Antônio Mercado, sobre o labor de Jacó Guinsburg e da Editora Perspectiva.
Alberto Guzik Serviço relevante
“A questão das edições de teatro no Brasil é trágica, e mesmo Jacó Guinsburg não se especializa em textos teatrais, por exemplo, que lança em pouca quantidade, e mais em livros sobre teoria do teatro. Dada a ausência de tudo nesse terreno aqui entre nós, já presta um valiosíssimo serviço. Outras editoras têm iniciativas esporádicas demais, tímidas demais e enervantes. Jacó Guinsburg na editora Perspectiva é o mais consistente dos editores a prestar um serviço relevante e ultrameritório e
necessário e indispensável ao teatro.”
Mário Viana Valiosa ferramenta
“No momento de começar a escrever esse texto, corro os olhos pelas prateleiras que cobrem as paredes do meu pequeno escritório, em São Paulo, e nelas avisto diversos livros publicados pela Perspectiva. Por conta da carreira de dramaturgo, a maioria é de livros sobre teatro, linguagem, bio- grafias de autores que admiro e atrizes que gostaria de ter conhecido. Mais que um papel didático, a Perspectiva cumpre na vida cultural brasileira o papel de valiosa ferramenta, a mais valiosa de todas:
aquela que usamos nós mesmos para escancarar as portas que queremos abrir, sem precisar de tutor. Acredito que é impossível que alguém tente se aprofundar na carreira da escrita teatral sem mergulhar nas páginas dos livros lançados ao longo desses anos por Jacó Guinsburg. Quer dizer, é possível – mas
com certeza esse “profissional” terá uma base bem pouco sólida para sustentar sua carreira.”
Newton Moreno Esta editora generosa
“A Editora Perspectiva tem brindado o leitor brasileiro com primorosos exemplares da produção de pensamento contemporâneo. De filósofos pernambucanos obscuros mas intensos como Evaldo
Coutinho a compêndios de fôlego da análise do Texto noTeatro de Sábato Magaldi. Esta editoria generosa deve muito ao trabalho de Jacó Guinsburg, que não se rende a títulos sem fundamentada pesquisa ou de apelo comercial fácil. Sua contribuição para a reflexão e formação teatral tornou-se indispensável. Não há como imaginar a falta de algum de seus títulos nas prateleiras de profissionais, estudantes, pesquisadores da arte teatral. A série Debates e Estudos abraçou as reflexões de intelectuais como Anatol Rosenfeld, Bernard Dort, Célia Berretini e do próprio Jacó Guinsburg; sem esquecer a voltagem da nova produção acadêmica em lançamentos como Sobre oTrabalho do Ator de Sílvia Fernandes e Mauro Meiches, Teatro de Militância de Silvana Garcia e Performance como Linguagem de Renato Cohen, para citar alguns. Para terminar a elegia destas excelentes publicações, deve-se mencionar o trabalho de Jacó e Maria Lúcia Pereira na direção para tradução do Dicionário de Teatro de Patrice Pavis. Elegante
e rigoroso da exposição didática dos índices temáticos ao cuidado com apresentação da edição.”
Antônio Mercado Uma breve nota de rodapé
“Embora tenha apresentado um crescimento notável nas últimas décadas, a publicação de obras refe- renciais de e sobre o teatro fez parte integrante do projecto das principais casas editoriais brasileiras desde a segunda metade do século passado. Graças ao discernimento de Ênio Silveira, Jorge Zahar e alguns outros, editoras como A Civilização Brasileira, a Zahar, a DIFEL e a Vozes foram responsáveis pela divulgação de títulos indispensáveis à reflexão sobre a dramaturgia e a cena, bem como ao “aggiornamento” dos leitores em face dos principais temas do teatro moderno e da prática cénica contemporânea, através da publicação de obras que vão desde o Paradoxo de Diderot aos ensaios e lições de mestres como Eric Bentley, Robert Brustein, JohnWillet, Martin Esslin, Robert Lewis, Ronald Peacock, Anatol Rosenfeld, Lionel Abel, Konstantin Stanislávski, dentre outros. Hoje, pode-se constatar
a força dessa tradição não só nas editoras consagradas como também nas mais novas, e nomeadamente nos catálogos das editoras de universidades como a USP, a UNESP e a UNICAMP.
cenaberta 3
Mas a posição cimeira nesse frutífero diálogo entre o livro, a dramaturgia e a cena, é indiscutivel- mente ocupada no Brasil, e desde há muitos anos, pela Perspectiva. Em qualquer biblioteca brasileira, especialmente nas estantes de artes e humanidades, as diversas colecções da Perspectiva ocupam um lugar de destaque, com as obras de Cassirer, Langer, Eco, Merleau-Ponty, Saussure, Roman Jakobson, Mircea Eliade, Hjemslev, Margaret Mead, Benedito Nunes, Martin Buber, Gropius,Abraham Moles, Le Corbusier, Christian Metz, António José Saraiva, Herbert Read, Pierre Boulez, Octavio Paz, Fernand Braudel, Stravinski e tantos mais, a formar uma galáxia criteriosamente seleccionada dos luminares do pensamento moderno e contemporâneo sobre as diversas artes e ciências humanas. Já nas prateleiras dos estudantes, profissionais ou pesquisadores das artes cénicas, nas sedes dos grupos e companhias, nas bibliotecas das academias ou escolas de teatro, são as edições da Perspectiva que à primeira vista se destacam, pois sem elas seria impensável o estudo, a investigação ou a crítica de teatro no país.
Essa centralidade da Perspectiva na bibliografia teatral do Brasil deve-se, não a um ou a alguns títulos isolados, mas a vários factores concomitantes: deve-se à diversidade das áreas abrangidas (Estética Teatral, Dramaturgia, Improvisação, Interpretação, Cenografia,Teatro e Educação, História do Teatro, Crítica, Teatro Brasileiro, Performance, etc.); deve-se à importância dos autores publicados (basta citar, como exemplos, a primeira e única edição em língua portuguesa do texto integral – traduzido directamente do russo – da Minha Vida na Arte, de Stanislávski; ou os clássicos Mestres do Teatro, de Gassner, A Arte do Actor, de Boleslavski, A Tragédia Grega, de Albin Lesky, sem falar em Victor Hugo, Zola, Ortega y Gasset e Artaud; ou ainda os autores modernos, tais como Bernard Dort, na criteriosa selecção que culminou n’OTeatro e Sua Realidade, além deViola Spolin, Odette Aslam, Richard Courtney, Virmaux, Ripellino e Pavis); deve-se à tarefa fundamental de divulgação da melhor produção ensaística
e crítica dos teatrólogos brasileiros, sejam eles autores de referência como Rosenfeld, Almeida Prado,
Magaldi, Bárbara Heliodora, Boris Schneiderman, Gerd Bornheim, ou provenham das gerações que se lhes sucederam (Ingrid Koudella,Alberto Guzik, Luiz Roberto Galizia, Elza de Vicenzo, Eudinyr Fraga, Sebastião Milaré, Silvana Garcia, Maria Lúcia Pupo), até chegar aos mais recentes (Renato Cohen,
Sílvia Fernandes, Matteo Bonfitto). Mas deve-se, acima de tudo, à inalienável fé nos critérios de rigor
e excelência, à paixão pelas coisas do espírito e pela aventura do teatro, à sabedoria das opções e à
ousadia juvenil de um mestre (na verdade, Doutor) cujo olhar, passados mais de oitenta anos, continua
a brilhar a cada descoberta de uma ideia nova, um novo autor, de um talento a ser revelado para o palco, para o livro ou para o magistério universitário.
Todos os que criamos, pesquisamos ou ensinamos teatro no Brasil fomos formados por Jacó Guins- burg, seja nas aulas e seminários, de graduação ou pós-graduação, da Escola de Comunicações e Artes da USP, seja haurindo os ensinamentos das obras que escreveu (Stanislávski e o Teatro de Arte de Moscou, Da Cena em Cena”, Stanislávski, Meierhold & Cia., Aventuras de Uma Língua Errante, Diálogos Sobre o Teatro, dentre outras), seja estudando nos inúmeros livros que traduziu ou editou. Formador de gerações de homens e mulheres de teatro, formador dos formadores, investigadores e docentes de teatro, formador da consciência crítica dos estudiosos e leitores de teatro, Jacó Guinsburg fez da Editora Perspectiva o prolongamento da sua cátedra, o eco das suas lições, o palco para apresentar o que de melhor se faz em matéria de teatro. Cabe a nós, como leitores/espectadores, fruirmos dessa cena e aplaudi-la. E – porque não? – levados pela mão do Mestre, cabe-nos participar activamente na construção desse espectáculo, por natureza efémero, mas que a Perspectiva tornou permanente,
ininterrupto e acessível a todos.“
uma opção cultural
“A Editora Perspectiva representou e representa, para os seus diretores, colaboradores intelectuais e técnicos, uma opção cultural mais do que um empreendimento puramente comercial.” Quem o afirma é a própria editora, quatro décadas de “militância editorial”, 800 títulos publicados e distribuídos por diversas Colecções. Fundada em 1965 por Jacó Guinsburg e um grupo de amigos, a Perspectiva propôs-se concretizar um programa editorial ambicioso. À Colecção Judaica, seguiu-se a Colecção Debates, hoje com mais de 270 títulos publicados. A Colecção Estudos abarca textos de filosofia, psicanálise, crítica, literatura, semiótica. Stylus é uma colecção especia- lizada em estudos de arte, estilística e de estéticas, enquanto a Colecção Textos reúne “a produção poética de um período, a ensaística, a dramaturgia de um autor”. Outras são as temáticas, outras as Colecções. Em Perspectivas, lançada em 1965, reúnem-se textos na área teatral, biográfica e literária, sendo que, sobretudo a partir de 1969 — com Jacó Guinsburg professor na Escola de Arte Dramática de São Paulo e da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da Universidade de São Paulo e “lidando dia a dia com as nossas carências nessa
área” — a editora se declara especialmente preocupada com a bibliografia teatral.
cenaberta 4
edição
Cotovia
O catálogo teatral das Edições Cotovia foi sendo desen- volvido a bom ritmo desde o início da década de noventa e é hoje o caso mais destacado do panorama das edições teatrais em Portugal. A Cotovia tornou-se a editora de referência neste sector, com um vasto e coerente catálogo de títulos. Conhecida a dificul- dade de retorno financeiro desta área editorial, é notável o número de edições já conseguido – mais de sete dezenas de títulos, em grande parte peças de teatro. Trata-se do catálogo actual mais extenso e não há memória, durante um período de quinze anos como é este em análise, de uma regularidade comparável no campo editorial português.
Cotovia
Características do Catálogo
qualidade geral do catálogo não é menos
assinalável: autores contemporâneos euro- peus (a clara predominância) como Bernhard,
Heiner Müller, Fassbinder, Lars Nören, Koltès
Beckett, a maioria em excelentes traduções
inéditas para português,alinham-se com alguns clássicos fundamentais como Shakespeare,
Kleist, GilVicente, Camões, Molière, Calderón
abrem um espaço ainda, numa atenção que
se tem revelado preciosa para o nosso teatro, à escrita dramática contemporânea em língua portuguesa com a edição de Vicente Sanches, Yvette Centeno, Abel Neves, Luísa Costa Gomes, Jacinto Lucas Pires, Carlos Pessoa e quase uma dezena de outros autores. Quem quiser perceber os caminhos da dra- maturgia contemporânea portuguesa tem de esbarrar neste catálogo.
Articulação do Catálogo com a vida teatral
Singular é a fórmula de decisão editorial onde
o editor assume por completo a responsabi-
lidade mas enriquece a sua decisão com opi- niões de gente situada na prática teatral. Deste modo, a Cotovia tem articulado muitas iniciativas, sob fórmulas várias, com estruturas como o Teatro Nacional D. Maria II, o Teatro Nacional de S. João, os Artistas Unidos, a Cornucópia, A Escola da Noite ou o Novo Grupo,fazendo coincidir edições com algumas montagens, indo buscar à gaveta dos grupos boas traduções, organizando em conjunto lan- çamentos e leituras de textos ou outras.
Esta informal e sábia articulação entre a editora e o meio teatral deve-se à personali- dade do editor André Jorge que, na base da amizade e do gosto pelo Teatro, preservando
autonomias e sensibilidades, a foi construindo
de forma discreta e natural.
A braços com a questão do orçamento
global de uma pequena editora, André Jorge considera que não pode editar teatro a um maior ritmo e que este tipo de edição neces- sita de algum apoio para ganhar outro fôlego. Não defende, contudo, os actuais apoios à edição do IPLB ou outro tipo de subsídios. Considera que a forma mais eficaz de apoio seria a aquisição de 300 exemplares (numa edição de mil) por uma instituição que provi-
denciasse a sua distribuição por uma rede
nacional de bibliotecas, bibliotecas escolares, grupos de teatro profissionais, universitários e amadores,escolas e cursos de teatro e centros de documentação. A eficácia parece clara: por um lado, esta aquisição somada às escassas vendas nas livrarias (entre 100 e 300 exemplares) perfaz um número de exemplares vendidos suficiente para a edição não dar prejuízo e o lucro do editor ser constituído pela venda a prazo longo dos restantes; por outro, os livros chegariam de imediato a uma parte especial dos leitores que é a parte decisiva para que o livro de teatro cumpra a sua promessa e se transfigure em criação artística teatral criando por aí um ciclo que se vai alargando a um horizonte de centenas ou milhares de espectadores.
Com a Fundação Gulbenkian foi mesmo possível fazer essa experiência da aquisição/ /distribuição pela rede teatral, durante algum tempo, com óptimos resultados. A disponibi- lidade da Gulbenkian durou pouco, mas André Jorge continua a apostar neste caminho, que favorece o teatro e guarda a independência do editor.
Neste momento a Cotovia tem em mãos a tarefa de publicar a obra de Brecht (o terceiro volume sairá este ano), prepara uma edição de
H. Müller e outra de Fassbinder.
cenaberta 5
testemunhos
A temática da edição na CPLP lev sos espaços da lusofonia, intercep quanto ao texto teatral, uma idei
O texto escrito – e sua publicação – e o teatro en-
contram-se, portanto, intrinsecamente conectados
e interdependentes.
No Brasil, onde a popularização da escrita e da imprensa seria fenômeno tardio em sua história, os primeiros homens modernos – os jesuítas (segundo
Jean Baudrillard) – desde o século XVI, difundiriam
o teatro, a pedagogia e a oralidade de matrizes
cristãs e européias. Em 500 anos, a última flor do Lácio, desenvolvida em ambiente cultural próximo ao finisterra e fortemente marcada pela oralidade, se
misturaria com as tradições orais nativas e africanas, constituindo-se em berço lingüístico de múltiplos e diversificados jogos espetaculares. Desde fins do século XVIII, o teatro, um dos re- bentos deste berço, passaria a se desenvolver em associação ao crescimento das possibilidades de educação e publicação no país. Hoje, no Brasil, já existe um sistema, inclusive universitário, de ensino
do teatro, de teoria e prática da pesquisa e de publi-
cações sobre as artes cênicas. Desde o século XIX, a produção bibliográfica, de viajantes, estudiosos, dra- maturgos, jornalistas, críticos e historiadores, além de documentar, anima e revela nosso teatro.
Posso amanhã, noutra circunstância, contraditar-me
a mim próprio, em pensamentos, palavras e obras,
mas hoje, à beira de ser estreada mais uma peça minha, em boa cumplicidade com o encenador (João Mota), estou plenamente convencido de que a sua futura publicação só ganhará com esta antecedente passagem pelo palco. Dantes, num tempo escuro em que as luzes da
Entrei no teatro pela plateia e pelos livros. A primei- ra peça que escrevi, “Universos e frigoríficos”, em 1997, escrevi-a apenas nessa qualidade, de leitor e espectador. Não conhecia os mundos do palco, suas dificuldades práticas, limitações, etc, apenas sentia o fascínio desse momento em que se faz noite numa casa para que se possa acender um rosto ou outro, um gesto ou outro, uma ou outra palavra.Tinha o
Armindo Bião *
Sobre o teatro e as publicações
a seu respeito
Contemporaneamente,diversas editoras,concentra- das particularmente em São Paulo, mas também no Rio de Janeiro, no Rio Grande do Sul e na Bahia, pu-
blicam peças teatrais, análises e registros diversos. Na Bahia, duas instituições, uma de âmbito estadual,
a Secretaria da Cultura e Turismo, e outra de âm-
bito nacional, a Universidade Federal da Bahia, são responsáveis pelo fomento à produção bibliográfica na área teatral, em regime de cooperação mútua e
de parceria com organizações profissionais da área, como o Teatro Vila Velha e o Teatro XVIII.
É nesse contexto que vale destacar os periódicos do Programa de Pós-Graduação em artes Cênicas, das Escolas de Teatro e de Dança, da Universidade Fe-
deral da Bahia, publicados regularmente desde 1997:
a Revista Repertório Teatro & Dança e os Cadernos do
GIPE-CIT – Grupo Interdisciplinar de Pesquisa e Exten- são em Contemporaneidade, Imaginário e Teatralidade, respectivamente com sete e com 12 números pu- blicados. Ambas essas publicações divulgam ensaios, resenhas de livros e de espetáculos, perfis de artis- tas cênicos, pesquisas concluídas e em andamento,
além de peças de autores teatrais atuantes nas artes cênicas da Bahia.
António Torrado *
Vale igualmente destacar a publicação,pela Secretaria
da Cultura eTurismo, através de sua Superintendên-
cia de Cultura, de livros contendo peças teatrais, já produzidas e devidamente documentadas, inclusive com fotografias, de dramaturgos residentes em Salvador, Bahia, baianos ou não. Desde 2003, foram lançados livros com obras de Cleise Mendes,Cláudio Simões, Paulo Henrique Alcântara, Luís Sérgio Ra- mos,IldázioTavares e Luciano Diniz Borges.Também de 2003 para cá, o TeatroVilaVelha publicou em sua coleção Cadernos doVila peças teatrais da dramaturga Haidil Linhares, a Fundação Cultural do Estado da Bahia publicou um número da Revista da Bahia in- teiramente dedicado ao teatro baiano e realizou um Concurso Nacional de Literatura, dedicado à dramaturgia, que premiou 4 autores, dois dos quais da Bahia, um do Rio de Janeiro e um de São Paulo. Estes indicadores de publicações, três periódicos com um total de 20 edições e 11 autores com peças teatrais publicadas, em menos de 10 anos, se soma- dos ao historicamente fundamental livro de Aninha Franco História doTeatro na Bahia através da imprensa
1900 / 1990 (Salvador: FCJA, COFIC, FCEBA, 1994), são simultaneamente sintoma e revelação de que a
atividade teatral em Salvador da Bahia se encontra em pleno processo de consolidação. De fato, o teatro soteropolitano, nos últimos quatro anos, com uma média de 60 produções teatrais anuais, com temporadas mínimas de duas semanas, em 25 salas de espetáculos com boas condições técnicas e de conforto, participa plenamente do circuito brasileiro de teatro profissional, fornecendo artistas e técnicos inclusive para o centro metropolitano tradicional do chamado eixo Rio/São Paulo. Assim, pelo exemplo acima rapidamente apresenta-
do, fica claro que teatro profissional, como atividade regular e permanente, é coisa de metrópole consoli- dada ou em fase de consolidação. E que a publicação regular e continuada de livros e periódicos relativos
ao teatro é uma atividade correlata a este fenômeno.
A cidade de Salvador da Bahia, a maior cidade – si-
multaneamente européia e africana – nasAméricas e ao sul do equador em meados do século XVIII atinge o século XXI como topos e lócus da arte teatral e
da prática editorial a seu respeito. * Actor, Encenador, Professor Titular de Interpretação Teatral da Universidade Federal da Bahia, Brasil
A vida cada vez mais barata
cena raramente se iluminavam para a dramaturgia portuguesa contemporânea, faria sentido a edição de uma literatura dramática sem finalidade teatral. Nos nossos dias, é cada vez mais desejável que o autor do texto o escreva para o espectáculo e o
reescreva, a ouvir, em fundo, os carpinteiros de cena
a pregar os cenários.
Não nos iludamos. A cena é a mãe de todas as batalhas. O livro, um acidente que regista menos do que o vídeo o que foi o espectáculo. Ele noticia o efémero com ambições de perdurabilidade. Se bem
Jacinto Lucas Pires *
que por enquanto seja utópico, apetece-me admitir
que, à saída (mas só à saída!) de cada espectáculo, ao público fosse fornecido o texto do que acabou
de ver, nem que em folhas soltas de “partitura”. Lá
chegaremos.
Alguns grupos empenham-se em editar as peças
já experimentadas, o que é louvável, embora uma
prática rara. Conviria que uma futura política de subsídios tomasse mais sistematicamente em conta essa possibilidade.
O Programa de Apoio à Edição de Dramaturgia Por-
tuguesa Contemporânea do Instituto Português do Livro e das Bibliotecas promove entre os editores um concurso de apoio financeiro. Aplauda-se a in- tenção, mas lamente-se o irrisório montante anual
(dez mil euros!).Tanto quanto tenho vindo a obser- var esta importância mantém-se de ano para ano, o que prova a evidência que o custo de vida continua
Ou então as expectativas em relação ao
teatro português são cada vez mais baixas.
a descer
* Dramaturgo, Portugal
Do teatro lançando-se para fora do teatro
desejo (que com certeza parecia irrazoável a muitos que me viam chegar assim de fora do teatro, só com um livrinho de contos na mão) de ajudar a inventar uma noite dessas. Escrevi então esse texto – uma coisa ingénua e louca,onde de repente,numa sala-de- -estar portuguesa, irrompem os Beatles – e o André Jorge, editor da Cotovia, arriscou publicá-lo. Passado um ano, o Jorge Silva Melo reparou no livro e deu-o
a ler ao ManuelWiborg. E de repente, num daqueles
sobressaltos da vida que, numa peça, parecem quase sempre impossíveis ou “irrealistas”, vejo-me numa sala de ensaios a olhar para actores que dizem o meu texto – isto é, fazem-no.
A partir daí escrevi outras peças (como “Arranha-
-céus”,“Escrever, falar”,“Coração transparente” ou “Figurantes”, que esteve em cena há um mês no
Teatro Nacional São João,com encenação de Ricardo Pais), mas já numa lógica mais “de dentro”, em cum- plicidade com os fazedores. Apesar de não haver muitos leitores de teatro em Portugal, a Cotovia tem achado por bem publicar tais textos. Objectos para memória futura, do teatro lançando-se para fora do
teatro, são o que fica, os livros. * Escritor, Portugal
cenaberta 6
edição
Testemunhos
ou cenaberta a contactar protagonistas teatrais (dramaturgos, encenadores, ensaístas, investigadores) em diver- tando a pluralidade de olhares e entendimentos que aqui se deixam. Mesmo sem o pleno da cobertura geográfica, a se constitui soberana: editar é preciso.
Infelizmente,o Brasil ainda é muito pobre em matéria
de publicações sobre teatro, se considerarmos não
apenas sua dimensão, como a diversidade de suas culturas regionais, e, principalmente, o volume da produção cênica. Apenas em São Paulo, centro mais produtivo em termos nacionais, são quase quatro centenas e meia de espetáculos a cada temporada,
estatística que nos aproxima da produção londrina, por exemplo. E, no entanto, não há uma simples publicação regular sobre teatro na cidade. O mes- mo pode-se dizer do Rio de Janeiro e de outras capitais importantes. Mesmo na grande imprensa,
a tendência é de uma redução cada vez maior dos
espaços destinados à divulgação das artes cênicas
e do exercício crítico (entregue a jornalistas não
especializados), sendo poucas publicações, como a
A depender da edição de textos teatrais ou de
ensaios sobre o palco, um estrangeiro pode achar que não existe teatro no Brasil. Pelo menos não como atividade continuada. E, no entanto, S.Paulo tem uma média de 80 peças em cartaz ao mesmo tempo. (Sem contar os infantis e os eventos como leituras e debates). Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre, Recife e muitas outras ci- dades produzem em menor quantidade, mas igual qualidade. Como no Brasil não existe política pública para a área de publicações – a rigor, não existe política
pública para a área de Cultura – não é de se espantar que as peças e as reflexões sobre teatro raramente encontrem guarida no papel. E mesmo quando a encontram, não chegam às bibliotecas, nem duram muito tempo nas estantes das raras livrarias. Exceções exceções são.Truísmos à parte, é preciso entendê-las nesse contexto. Não há editora que se dedique de forma continuada à edição de textos de teatro. Não há revista que exista há tempo o bas- tante para que se possa tomá-la como referência.
A única exceção (quanto à longevidade, mas não
quanto a ser uma referência) é a Revista da SBAT
– Sociedade Brasileira de Autores Teatrais. Enredada
há décadas em problemas de malversação de ver-
bas, (a diretoria atual, eleita há pouco, tem em seus quadros nomes inatacáveis,como Millôr Fernandes e AlcioneAraújo,e está tentando moralizar e resolver
os problemas pendentes. Mas, na mesma medida em
que um governo bem-intencionado não resolveria
a dívida social brasileira em uma gestão; a dívida, fi-
nanceira e estrutural da SBAT parece impagável) ela
já publicou 517 edições da Revista em seus diversos
formatos.A cada número,um texto teatral completo
é publicado. Só isso justifica a publicação, que gasta, em geral, o resto de seu espaço com faits divers, com enfoque eminentemente paroquial. Nenhum número é publicado há mais de um ano; mas assim como a própria entidade que a edita, pode ser que
Silvana Garcia *
Infelizmente o Brasil
revista Bravo, da Editora Abril, que ainda preservam colunas especializadas. Levando-se em conta um panorama tão pouco alentador, é preciso destacar os poucos, raros, em- preendimentos que procuram preencher o vazio e que constituem exceções de grande mérito. Menciono em primeiro lugar a revista Folhetim, pu- blicação do grupoTeatro do Pequeno Gesto, do Rio de Janeiro, que tem a dramaturgista e pesquisadora Fátima Saadi na direção editorial. Folhetim surgiu em 1998 e sua periodicidade depende dos apoios que consegue angariar do Estado e da iniciativa privada, sempre lutando com muita dificuldade para sobre- viver. Mantendo uma produção ensaística de ex- celente nível, a revista ainda consegue gerar outros produtos como os primeiros volumes da coleção
Folhetim/Ensaios, com a publicação de A Exibição das Palavras, de Denis Guénoun (2003). Em 2006 deverá
sair uma coletânea de textos de Béatrice Picon-Val-
lin, ainda sem título.
Das publicações produzidas pelos núcleos de pes- quisa das Universidades,também podemos destacar algumas importantes iniciativas, como a revista O Percevejo, editada pelo Departamento de Teoria do
Teatro da Escola de Teatro da Universidade do Rio de Janeiro. Começou a ser publicada em 1993 e manteve uma edição ao ano durante esta última década, sempre privilegiando dossiês temáticos.
Em São Paulo, o Departamento de Artes Cênicas
lançou em 2001 o primeiro número de Sala Preta, publicação de fôlego livresco por seu volume e con- teúdo. O departamento tem mantido uma edição
anual da revista. Não poderia deixar de mencionar ainda a revista Repertório, editada pela Universidade Federal da Bahia, e a revista Urdimento, do Centro de Artes da Universidade do Estado de Santa Catarina.
São todas iniciativas importantíssimas,que valorizam
|
o |
esforço de produção ensaística dos pesquisadores |
|
|
e |
estudiosos brasileiros. |
|
* Dramaturgista, Professora de Teoria do Teatro na Universidade de São Paulo, Brasil
Aimar Labaki *
Publicando no Brasil
ainda tenha uma sobrevida. Também no Rio de Janeiro é editada a mais impor- tante revista da atualidade. A Folhetim editada pela dramaturgista e tradutora Fátima Saadi, do grupo Teatro do Pequeno Gesto, dirigido por Antonio Guedes. Mesclando traduções de autores, em geral de língua francesa, como Valère Novarina, Anne Ubersfeld, Philippe Lacoue-Labarthe, Denis Guénon e Maurice Blanchot, com entrevistas e en-
saios de e com artistas nacionais,a revista prima pelo rigor intelectual e a atualidade de sua pauta. Dois grupos paulistas tem editado revistas que não só registram suas próprias produções, como ampliam seu escopo, buscando embasamento teórico para suas pesquisas. Não por acaso, ambas refletem a continuidade do pensamento marxista no contexto do chamado “fim das ideologias”. A Cia. do Latão, dirigida por Sergio Carvalho e Marcio Marciano edita a Vintém - Ensaios para um Teatro Dialético, com a colaboração direta ou indireta de intelectuais de peso como Roberto Schwarz e Paulo Arantes. Já o grupo Folias D´Arte., edita, de forma mais intermitente, os Cadernos do Folias, que também pretende registrar as montagens por meio da reflexão que elas provocam. O grupo Galpão, de Belo Horizonte, acaba de lançar
o primeiro número de sua revista, batizada como
Subtexto. Ela será anual e tem como principal ob- jetivo preparar o encontro presencial do Redemoi- nho – Encontro Brasileiro de Espaços de Criação, Compartilhamento e Pesquisa Teatral.
O departamento de Artes Cênicas da Universidade
de S.Paulo publica há dois anos uma revista, sem pe- riodicidade definida,chamada Sala Preta,coordenado editorialmente por Luis Fernando Ramos e Silvia Fernandes. Sua origem acadêmica explica seu pen- dor pela reflexão mais cerrada e o vasto espectro de assuntos abordados a cada número. Parte da falta de periodicidade e mesmo de qualidade das publicações é resolvida pelo uso da
Internet, por meio de blogs e sites. Uma porta de entrada para informações acuradas da temporada
paulista é o site Aplauso Brasil,resultado praticamente
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de |
um só homem, Michael Fernandes – www.apl |
Muito se tem falado sobre a possibilidade de se |
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ausobrasil.com.br. Grupos como o Cemitério de Automóveis (www.cemitériodeautomoveis.zip.net) |
disponibilizar textos via Internet. Pessoalmente, sou contra. Não permito a disponibilização de |
|
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e Os Sátyros (www.satyros.com.br) mantém sites |
meus textos. Entendo que num país como o Brasil, |
|
|
ou |
blogs que, em parte, dão vazão à necessidade |
em que mais de 80 por cento da população não |
|
de |
publicar textos de reflexão. Ainda que ela es- |
tem acesso nem a saneamento básico, acreditar na |
|
teja mais presente em blogs pessoais como os do dramaturgo Mário Bortolloto, diretor e autor do Cemitério (www.atirenodramaturgo.zip.net) e do |
universalização do acesso à Internet seria utópico, se não fosse jocoso. Como já disse Millôr Fernandes, nada substitui a tecnologia do livro,que não depende |
|
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ator e um dos diretores artísticos dos Sátiros, Ivam Cabral (www.terrasdecabral.zip.net ) . |
de energia e pode ser transportado à mão. Por outro lado, num país sem tradição de respeito |
|
O mesmo Mário Bortoloto é o autor mais publi-
cado da nova geração. Pelo simples motivo que ele mesmo edita seus textos, em edições mambembes que se vendem nos teatros onde ele se apresenta. Mais uma afinidade com o autor com o qual é muito comparado, Plínio Marcos. Este também mandava fazer edições paupérrimas de seus textos. Por muito tempo seu ganha pão se constituía nos livros que vendia, nas portas de teatro. Antes de falecer, os direitos de publicação de sua obra foram vendidos ao Ministério da Cultura,que,no entanto,não conseguiu concretizar a publicação de suas obras completas. Iniciativas esporádicas em geral não passam de uma primeira tentativa. Foi o caso da edição, pela estudiosa de dramaturgia contemporânea Silvana Garcia, de cinco dramaturgos – Fernando Bonassi,
Claudia Schapira, Samir Yazbeck, Bosco Brasil e esse
que vos escreve – pelo Centro Cultural São Paulo,
órgão da Secretaria Municipal de Cultura. Apesar
da excelência da iniciativa, entraves burocráticos
levaram a que nem mesmo a tiragem original de
mil exemplares fosse impresso.
Também sazonal, apesar de sua ótima qualidade, é a iniciativa de Soraya Hamdan e sua coleção deTeatro Brasileiro, que já publicou cinco volumes, mas não tem previsão de continuidade.
aos direitos autorais, a edição em larga escala de tex- tos para serem distribuídos para bibliotecas públicas
e grupos de teatro país afora é a única maneira de
se garantir algum retorno monetário aos autores e real acesso dos cidadãos aos textos. Em suma, a edição de teatro no Brasil é igual
à produção de espetáculos – economicamente
inviável, politicamente imprescindível. E só existe pela paixão e sacrifício pessoal de centenas de
artistas e cidadãos.
* Dramaturgo, Ensaísta, São Paulo, Brasil
cenaberta 7
No caso de Moçambique,antes de se falar na edição
de livros de teatro é necessário falar na edição de
livros, de uma forma geral.
Porque a actividade editorial enfrenta um problema
de fundo:o mercado não sustenta uma produção de
livros com retorno compensador do investimento.
É extremamente difícil editar um livro em Moçam-
bique e esperar que, com a sua venda, se cubram as despesas de edição. Já nem se fala em lucro.
Isto porque não existem hábitos de leitura, a escola não ajuda a criá-los e, de uma forma geral, as pes- soas só lêem aquilo que, por razões profissionais
ou escolares, são obrigadas a lerem.
Pode-se perguntar, no entanto, como é que as
estantes das livrarias de Maputo têm uma grande quantidade de livros editados no país.
A resposta está em que a esmagadora maioria
consiste em livros cuja edição foi de alguma forma subsidiada. E muitos deles estão a ocupar lugar nas livrarias porque quase se não vendem.
Machado da Graça *
No caso de Moçambique
Isto apesar de se fazerem tiragens muito baixas, sendo vulgar uma tiragem de 500 exemplares, que dificilmente esgota.
As formas de subsídio são várias, desde a compra antecipada de um certo número de exemplares para distribuição gratuita, o pagamento total ou parcial dos custos da edição para se poderem praticar preços baixos de venda ao público ou a edição conjunta com editoras portuguesas, em que os custos são, em grande parte, suportados pela tiragem vendida em Portugal.
É neste contexto que temos que encarar a questão
da edição de textos de teatro. E a triste realidade é
que,desde há muito,não se editam textos de teatro em Moçambique. Nenhum editor tem ousado lan- çar-se nessa faixa do mercado. Não foi o caso no período que se seguiu à inde- pendência nacional, em que o Instituto Nacional do Livro e do Disco (INLD) chegou a ter uma
colecção de livros de teatro. Nessa colecção foram
publicados:
A Comuna – Criação colectiva de estudantes da Universidade Eduardo Mondlane e trabalhadores dos Caminhos de Ferro de Moçambique;
Memórias de Um Projecto – da autora cubana Maité Vera; A Sagrada Família – Criação colectiva do Grupo Cénico das Forças Populares de Libertação de Moçambique; Chiquinho Malandrinho – teatro infantil de Mwa- parra; Eu Não Sou Eu – peças de teatro radiofónico de Santana Afonso; Coisas Que só Acontecem na “Flôr de Lotus” – teatro infantil de Álvaro Belo Marques.
Estava-se no início dos anos 80 e o INLD era prati- camente o único editor nacional, funcionando com fundos do Estado. As tiragens eram espectaculares:
10 000 exemplares de cada livro. Por essa altura igualmente se publicou um livro sobre teatro: Pesquisas Para Um Teatro Popular em Moçambique de Anna Fresu e Mendes de Oliveira.
A Associação Cultural da Casa Velha publicou, igual-
mente, um manual de teatro radiofónico, intitulado Radio Drama de Álvaro Belo Marques. Bastante mais tarde pode-se registar a compilação
de textos Teatro Para a Saúde,feita porVictor Raposo
e, em 1999, Passado, Funções e Desenvolvimento das
Artes Dramáticas na SADC, de Renato Matusse.
Eu próprio e o Dr.António Sopa trabalhamos há
numa
História doTeatro em Moçambique mas que não se prevê esteja pronta tão cedo. A editora Promedia e a Associação Cultural da Casa Velha têm um projecto de uma colecção de pequenos livros onde se edite o texto das peças representadas por aquele grupo teatral, acompa- nhado de fotos das representações, textos auxilia- res escritos pelos encenadores e outro material, quando disponível, como é o caso de desenhos de cenários e figurinos. Embora possa ser uma colecção importante para uma melhoria do trabalho dos grupos amadores no país, a colecção tem esbarrado, até agora, na crónica falta de fundos para ir em frente. Não é um panorama brilhante, muito pelo con- trário. É, no entanto, a dura realidade. Pode ser que um dia as coisas melhorem. É o que
todos desejamos.
vários anos (com enormes intervalos
)
* Director Teatral, Ensaísta, Moçambique
CaboVerde só muito recentemente despertou para
a necessidade de edição de textos relacionados
com as artes cénicas cabo-verdianas. A edição do
livro NaçãoTeatro – História doTeatro em CaboVerde, pelo Instituto da Biblioteca Nacional e do Livro,
foi um importante momento de recuperação da
memória do teatro nacional, e um gigantesco passo
em frente nesta problemática.
As peças de teatro
No que diz respeito a peças de teatro, o panorama
não parece, à primeira vista, muito animador. Den- tro do panorama literário cabo-verdiano a dra- maturgia nunca ocupou lugar de relevo. Chega-se mesmo, em determinadas épocas, a proclamar-se
a sua não existência. José Hopffer Almada men-
ciona, analisando o teatro do pós-indendência, que «contrariamente aos outros géneros literários, o teatro tem conhecido, enquanto texto literário, um desenvolvi- mento assaz incipiente em CaboVerde». No entanto,
a nossa dramaturgia nacional não se resume às
peças escritas originalmente e muito menos às que estão publicadas. Por exemplo, o resultado de uma adaptação não deixa de ser uma forma de nacionalização da dramaturgia, seja ela de uma obra de um escri- tor cabo-verdiano seja ela oriunda da extensa
prateleira onde ficam guardadas as grandes obras
da literatura universal. Uma adaptação implica
quase sempre nos nossos grupos de teatro a utiliza- ção do crioulo, útero elementar da nossa cultura. Logo, o resultado final da peça, substanciada num
conjunto de diálogos entre vários personagens e acompanhada de algumas indicações de encenação, não deixa de ser um dos espelhos que reflecte uma das facetas possíveis dessa nova dramaturgia
João Branco *
A edição e a preservação da memória teatral em Cabo Verde
cabo-verdiana.
Na historiografia editorial do arquipélago nos primeiros anos da independência, o cenário é francamente desolador. Por exemplo, o balanço feito por Brito Semedo («A produção Literária Cabo-verdiana no Período Pós-Independência», publicado na revista Kultura) é confrangedor:
na produção literária desde a independência de Cabo Verde são referenciadas apenas duas obras teatrais.
O capítulo do livro “NaçãoTeatro”, já aqui referido,
dedicado à questão da dramaturgia cabo-verdiana
é o mais extenso da obra, e talvez não seja por
acaso. No final, podemos verificar que estão contabilizadas dezenas de peças teatrais, entre aquelas que foram escritas e apresentadas em Cabo Verde, e sem contar as adaptações crioulas dos grandes clássicos universais, uma das imagens de marca do novo teatro cabo-verdiano. Considerando a publicação em revistas, jornais ou em edições próprias, o número de peças de teatro de autores nacionais publicadas continua sendo muito reduzido, mesmo nos dias de hoje.
Continua a faltar hoje uma aposta séria na publi- cação de obras de teatro de autores nacionais em Cabo Verde.
A Associação Mindelact tem uma série de projec-
tos no terreno dedicados à questão dramatúrgica e
à sua correspondente edição. O último número da
revista Mindelact – dedicado apenas à dramaturgia nacional – contemplou a publicação de sete peças originais de seis autores mais ou menos conheci- dos, mas quase todos eles sem obras publicadas.
No próximo mês de Maio será editado pela Min-
delact o primeiro livro com colectâneas de peças
de teatro de autores nacionais:a nova colecção terá
o tíulo de Dramaturgia Cabo-verdiana e o objectivo
é lançar no mercado um livro por ano,com um autor
escolhido, justificável pela importância e qualidade da
obra. O primeiro contemplado será Espíriito Santo
da Silva, dramaturgo da ilha de S.Vicente, fundador
de vários projectos teatrais. Outras peças vão sendo editadas, ou em revistas literárias, ou mesmo por iniciativas de instituições. São exemplo disso, a edição da versão teatral de Cândido Ferreira de “As
Virgens Loucas”, pela Cena Lusófona ou a peça “Sa- lon”, do dramaturgo Mário Lúcio Sousa, pelo Centro Cultural Português – ICA, na cidade da Praia. Podemos pois concluir que o historial da produção
de peças de teatro originais escritas por cabo-verdia-
nos vai muito além do que a estatística editorial possa fazer crer: para além de autores já publicados, como Donaldo Macedo, Artur Vieira ou Ano Nobo, temos hoje como valores confirmados da drama- turgia nacional nomes como Jorge Martins, Espírito
Santo da Silva, Mário Lúcio Sousa, Francisco Cruz
ou José Fortunato Martins.
Revistas da especialidade
A única revista nacional exclusivamente dedicada ao
teatro tem sido publicada pelaAssociação Mindelact,
e designa-se Mindelact – Teatro em Revista. Um pro-
jecto editorial que tem sido a principal fonte docu-
mental e de estudo sobre o teatro cabo-verdiano dos últimos anos. Com artigos de opinião, estudos
retrospectivos,relatórios sobre acções várias na área
da formação,referências a todos os espectáculos que
são apresentados em território nacional, informa- ções sobre os grupos teatrais em actividade e seus espectáculos, artigos de apoio sobre as mais diversas áreas de estudo, como a representação, encenação, iluminação, entre outros. O primeiro número foi lançado no dia 7 de Junho de 1997 e até hoje já
foram publicados 15 números (o n.º14/15 foi apresentado em Março de 2005), são quase oito anos consecutivos editando a revista – o que dá mais uma mostra da espantosa vitalidade do teatro cabo-verdiano, também no campo da edição.
Conclusão
Do que foi escrito, poderemos dizer que no campo editorial e de preservação da memória teatral, como noutras áreas de intervenção a nível das artes cénicas, Cabo Verde aparece na vanguarda, dando o exemplo da persistência e da criatividade, não esmorecendo perante as inúmeras dificuldades, inevitáveis quando se desenvolve actividade artística num país com
tantas insuficiências estruturais.
* Actor, Encenador, Investigador, Cabo Verde
cenaberta 8
Revistas de teatro
|
O |
panorama é pobre, pensa-se. |
tura e com os níveis de dedicação necessários |
A |
Adágio, publicada desde 1990, não é exclusi- |
|
|
Já |
foi melhor, pensa-se. |
para conseguir manter regularidade e inte- |
vamente dedicada ao Teatro, definindo-se é duplo (36/37) e desenvolve um dossier sobre da direcção da companhia. |
||
|
Parece estar a dar sinais de reanimar, pensa-se. Quando se fala do panorama das revistas de Teatro cai-se invariavelmente nestes tópicos cépticos de conversa. |
resse durante um período longo de afirmação? Porque são projectos lentos, estes. Não existe em Portugal e no Brasil qualquer projecto de revista mensal, bimestral ou sequer trimestral |
como “revista de arte e cultura”, embora o seu local de origem, o Centro Dramático de Évora, lhe tenha impresso desde o início uma clara predominância teatral. Deu-nos alguns |
|||
|
Se |
pensarmos bem, nas últimas três ou quatro |
que possa acompanhar de perto o Teatro que |
números de grande qualidade e revela uma |
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|
décadas,nada mudou.Aqui e nos outros países. Em países como A França e a Alemanha, com |
faz, através de um balanço equilibrado entre a informação e a reflexão. se |
notável persistência: o último número editado |
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|
tradições teatrais fortes, escolas e estudos |
O |
aparecimento, no ano passado, de uma nova |
Fuenteovejuna,peça que a companhia montou; |
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|
universitários dedicados ao Teatro, compa- nhias estáveis,centros culturais que programam |
revista, a Sinais de cena, dá-nos, no entanto, um bom motivo para celebrar. A revista é semes- |
está no prelo o nº 38/39 e o CENDREV anun- cia um outro número para Outubro. |
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|
Teatro por todo o país, sim, aí existem revistas deTeatro de referência. Mas poucas e não isen- tas de problemas (veja-se o percurso da Théâtre/Public). e de diálogo com a prática, são antenas de |
tral e parte dos núcleos universitários ligados ao ensino de Teatro e Literatura. A fórmula associativa criada para a edição, juntando o Centro de Estudos Artísticos da Faculdade de |
“A revista Adágio continua a ser editada no ritmo que nos é possível, em função do quadro financeiro do CENDREV”, diz-nos José Russo |
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Em Portugal o panorama sempre foi paupér- |
Letras de Lisboa a uma editora (a Campo das |
A Setepalcos, editada desde 1995 pela Cena |
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|
rimo e assim continua, mas parece dar sinais |
Letras) e à Associação Portuguesa de Críticos |
Lusófona, não tem periodicidade definida, |
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|
de reanimar… |
de |
Teatro, parece garantir algumas condições |
surge perante a oportunidade de um tema |
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|
No entanto, as revistas de teatro são ins- trumentos de análise do fenómeno teatral |
básicas para uma fórmula bem sucedida e os dois primeiros números são de grande quali- dade e diversidade. Para celebrar o aconte- |
mobilizador e tem privilegiado abordagens panorâmicas do teatro que se faz nos vários países de língua portuguesa – Moçambique, |
|||
|
actualidade viradas para o mundo, testemu- nham processos e experiências, seleccionam |
cimento pedimos um artigo à sua directora, Maria Helena Serôdio. |
Brasil – assim como na Região Autónoma da Galiza. O último número, de 2003, é exclusi- |
|||
|
e fornecem informações a quem faz, mas tam- |
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|
bém a quem critica, a quem investiga, a quem estuda, e alimentam a curiosidade intelectual do espectador, pelo menos do espectador informado e sensível ao fenómeno artístico que gostaríamos de ter. |
Portugal Sinais de cena junta-se, assim, à revista Artistas Unidos, também semestral, da responsabilidade da Companhia com o mesmo nome em co- laboração com a editora Cotovia. |
vamente dedicado ao Teatro Galego. Dois jornais,mais informativos,complementam quadro das publicações de Teatro: o jornal Duas Colunas editado pelo Teatro Nacional de S. João, desde 2003, com uma regularidade habitualmente mensal, que desenvolve, no es- o |
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O |
problema que se coloca à cabeça é o da |
Esta revista publica-se com regularidade |
sencial os tópicos da programação do TNSJ; e |
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|
estabilidade destes projectos editoriais. Como |
desde 1999. Sublinhemos esta regularidade. |
este cenaberta que pretende estar virado para |
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|
evitar a brevidade e a precariedade destas ex- |
Ainda por cima trata-se de uma regularidade |
a |
ideia de intercâmbio na CPLP e ser um elo |
||
|
periências que,normalmente,sucumbem entre |
generosa que nos tem propiciado números |
de |
ligação entre a comunidade teatral. |
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|
o terceiro e o vigésimo número, ou caem numa |
especiais com dramaturgias de vários países |
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rotina cinzenta sem chegar a criar uma rede de
difusão nem o reconhecimento generalizado do sector teatral? Quando aparecerá um projecto com estru-
– Escócia, Holanda, Itália. Cada edição inclui pelo menos um texto inédito para teatro e dossiers vários à volta dos espectáculos que a companhia vai montando.
Brasil Conhece-se menos,daqui,a realidade brasileira neste campo. Mas os depoimentos que solici- támos (e para os quais remetemos) a Silvana
edição Revistas
Garcia, Aimar Labaki, Armindo Bião e outros não revelam grandes novidades neste sector das revistas. À parte o fenómeno da desloca- ção da reflexão para as de carácter universi- tário, onde os Departamentos de Mestrado e Pós-Graduação em Teatro alimentam belos exemplos de revistas em S. Paulo (Sala Preta), em Salvador (Repertório), no Rio de Janeiro (Percevejo) e em Santa Catarina (Urdimento). Destacamos entre estas a Sala Preta, da ECA
(Escola de Comunicações e Artes) da Uni- versidade de S. Paulo, modelo de revista anual publicada desde 2001. Pretende tornar-se se- mestral a partir deste ano. A revista acolhe jo- vens ensaístas e investigadores,a par de outros nomes mais consagrados, que pertencem ou não ao corpo docente da Escola, mas sempre dedica dossiers a montagens teatrais ou per- cursos de trabalho que vai seleccionando do conjunto da produção teatral. No número quatro, respeitante ao ano de 2004, a Sala Preta ensaia “aprofundar a inves- tigação das fronteiras entre as artes contem- porâneas e a exploração de seus respectivos territórios” e conta com a colaboração de, entre outros, Flora Süssekind, Márcio Aurélio, Mariângela Alves de Lima, Newton Moreno (dramaturgo de quem se publica uma das suas últimas obras, Agreste), e uma entrevista com
a cenógrafa Daniela Thomas.
Os outros títulos que se devem assinalar
são experiências ligadas a grupos de teatro:
a Folhetim (do Teatro do Pequeno Gesto), a
Vintém (da Companhia do Latão), os Cadernos do Folias (da Companhia Folias d’Arte) e a Subtexto (do Galpão). Tirando esta última, que surgiu em Agosto do
ano passado e que pretende ser anual, mas da qual ainda não é possível traçar um perfil, as outras têm já um percurso e uma coerência que resulta da ligação ao trabalho teatral desenvolvido por cada companhia, como destacam Labaki e Silvana Garcia.
A revista Folhetim, dirigida por Fátima Saadi,
destaca-se neste panorama pela sua regu- laridade e pela atenção à actualidade teatral
brasileira. A revista, publicada desde 1998, é semestral e, no último número (nº20), inclui uma extensa entrevista com Antônio Araújo
do Teatro da Vertigem.
Cabo Verde De todos os outros países de língua portu- guesa apenas CaboVerde edita uma revista de Teatro – a Mindelact. Editada pela associação Mindelact, que também organiza um festival anual com o mesmo nome, a revista é ex- pressão de um amplo movimento teatral que, desde meados da década de noventa, se gerou
na cidade do Mindelo, ilha de S.Vicente.
O primeiro número da revista Mindelact apareceu em 1997 e o número mais recente (14/15) foi lançado já este ano. Pelo caminho
a revista tem dado notícias pormenorizadas
das várias edições do festival e, em geral, das
actividades teatrais em CaboVerde. Organiza dossiers variados sobre temas teatrais e edi- tou em 2003 um número especial (13) com pequenos textos dramáticos inéditos de seis autores caboverdianos.
Galiza Na Galiza, a RGT (Revista Galega de Teatro), dirigida por Antón Lamapereira e editada pela associação“Entre Bambalinas”,é a mais regular publicação de Teatro da Galiza e publica-se desde 1995.O último número (n.º41 – Inverno de 2004) traz, como é habitual, uma peça de teatro –“Terra pelo médio”,de Ernesto Cabal-
cenaberta 9
lero -, publica um relatório sobre a Rede Galega de Teatro, um artigo de Carlos Carvalheiro sobre o grupo português Fatias de Cá (a revista tenta estabelecer ligações ao teatro português), entrevis- tas com Krystian Lupa e Juschka Weigel
e noticiário variado sobre a actividade teatral galega.
A revista Bululú, de teatro de títeres, editada
pelo Centro de Documentación dasArtes Escenicas e Musicais de Galicia (IGAEM), publicou-se até 2003 (n.º5). A sua direc- tora, Mar Nogueira, informa-nos que a publicação foi interrompida e não é certo que recomece. Entretanto, a Associación de Actores, Di- rectores e Técnicos de Escena de Galicia vai publicando uma interessante edição entre a revista e a newsletter, que já vai no número 17 (a periodicidade é quadrimes- tral) sob o título Escaramuza. Na Corunha, a fechar este quadro galego, CasaHamlet, revista com o mesmo nome da escola de teatro que a edita, ambas dirigidas por Manoel Lourenzo, nome histórico do teatro galego, é um título
anual que se regista desde 1999.
Maria Helena Serôdio
Sinais de cena que são
também sinais de um tempo
Os críticos de teatro reunidos na sua Associação re- solveram em 2002 reorganizar o seu trabalho no sen- tido não apenas de redinamizarem as suas actividades, mas também de se abrirem a muitos dos jovens que vêm escrevendo para os jornais ou que, em algumas universidades, vão assegurando o ensino e a investiga- ção em teatro. Constituindo um recomeço, este não foi, porém, um momento de ruptura, antes representou um novo impulso que, não renegando o seu passado, permitiu pensar em iniciativas mais arrojadas.
A criação de uma revista como Sinais de cena
foi a consequência mais visível, embora a sua concretização só tenha sido viabilizada por uma convergência de esforços entre a APCT
e o Centro de Estudos de Teatro da Univer-
sidade de Lisboa, onde, de resto, alguns dos membros da Associação desenvolvem trabalho de investigação e docência.
Era vital para ambas as instituições criar um es- paço de debate teórico,de investigação históri- ca, de afirmação de um juízo crítico, de pro- blematização da relação do teatro com outras artes e com a sociedade em geral, tanto mais que se vem notando uma acelerada redução do espaço dedicado ao estudo do (e reflexão sobre o) teatro nos meios de comunicação,
o que constitui uma das razões para que a
visibilidade desta forma artística fique quase só entregue aos cartazes (ou spots) publicitários,
a entrevistas de ocasião e a algumas breves
notas avaliativas dos poucos críticos de teatro que ainda perduram em alguns jornais.Por essa razão, críticos, investigadores e professores de teatro sentiram a necessidade de dar voz a um pensamento crítico que os anima e que,
atento à pluralidade do campo e conhecedor das modalidades artísticas que no teatro se interceptam, estava desejoso de dialogar, de questionar e de comprometer-se. No panorama das publicações periódicas que em Portugal se ocupam de questões ligadas ao teatro há neste momento cinco títulos que existem, porém, em molduras específicas:
Adágio, Cadernos Artistas Unidos e o jornal Duas colunas são periódicos ligados a companhias ou instituições de teatro (respectivamente CENDREV, Companhia de Teatro de Almada, Artistas Unidos e Teatro Nacional S. João do Porto) e,acolhendo embora estudos e materi- ais diversos, têm, naturalmente, como desígnio central dar a conhecer as suas produções, os repertórios que seleccionam, as ligações que promovem. Um quinto caso – a Setepalcos
– está ligado à Cena Lusófona e contempla a realidade artística dos países da CPLP.
A circunstância de esta revista poder contar
com a colaboração do Centro de Estudos de Teatro (que em 2004 perfez 10 anos de existência) permite também assinalar o desen- volvimento entre nós do campo científico dos “Estudos deTeatro” ao nível da pós-graduação (cursos de Especialização, Mestrado e Dou- toramento), o que se verifica desde meados dos anos 90 do século passado no contexto da Faculdade de Letras de Lisboa. Essa nova especialidade, referida às Humanidades e aos Estudos Artísticos, tem-se traduzido em dis-
sertações de alguma consistência, bem como
em diversos trabalhos de investigação que ne- cessitavam de um espaço editorial não apenas para dar a conhecer o que se tem feito, mas também para suscitar um mais amplo debate em torno das questões estudadas.
A periodicidade – semestral – por que se
cenaberta 10
DR
edição
Independente
optou resulta do ponto de equilíbrio entre o que era o nosso desejo e o que são as nos- sas verdadeiras possibilidades logísticas e de recursos financeiros. Com efeito, um apoio em 2004 – modesto – por parte do Instituto Portu- guês do Livro e das Bibliotecas e a contribuição pontual,através de publicidade,por parte de ins- tituições (como o Instituto das Artes, o Teatro Nacional S. João e o Teatro Nacional D. Maria II), provaram ser uma moldura muito precária,uma vez que assegurar os custos dos trabalhos grá- ficos (que consideramos de importância capital no que diz respeito à apresentação de textos e de ilustrações), bem como os da impressão constituem um encargo por demais oneroso que inviabiliza, de resto, qualquer pagamento aos colaboradores. Na organização interna da revista designámos um Conselho Redactorial formado por jovens críticos, docentes e investigadores, representa- tivos do trabalho que vem sendo realizado em diversas zonas do país:Fernando Matos Oliveira, Miguel Pedro Quadrio,Mónica Guerreiro,Paulo Eduardo Carvalho, Rui Cintra e Sebastiana Fadda. Relativamente ao seu Conselho Con- sultivo, é de referir a ampla dimensão nacional e internacional dos especialistas que apresenta:
desde académicos portugueses de renome, que asseguram o estudo do teatro em diferentes universidades do país, a teatrólogos de valor, bem como a críticos de teatro que, em Por- tugal e no âmbito da Associação Internacional de Críticos de Teatro, representam os críticos do seu país: Carlos Porto, Christine Zurbach, Georges Banu,Ian Herbert,José Oliveira Barata, Juan António Hormigón, Luís Francisco Rebello, Maria João Brilhante, Michel Vais e Nikolai Pe- soschinsky. Na organização das matérias que aborda, a revista reparte-se por 10 diferentes rubricas que representam diferentes zonas de estudo, registo e problematização, mas que também ensaiam formas distintas de aproximação à arte e aos profissionais envolvidos na criação:
um “Dossier temático”, “Na primeira pessoa” (entrevista),“Portefolio” (conjunto significativo de fotografias de teatro), “Em rede” (notícias sobre sítios na internet que sejam interessantes para os estudiosos de teatro),“Estudos aplica- dos” (numa vertente mais ensaística), “Passos em volta” (análises e críticas de espectáculos), “Notícias de fora” (sobre realidades artísticas e formulações teóricas que remetem para outros países),“Leituras” (recensões a livros portugue- ses de e sobre teatro),“Arquivo solto” (sobre uma figura, uma companhia ou um teatro do passado) e o “Editorial”. Correspondendo a uma necessidade cultural e propondo-se como interpeladora da realidade artística, a revista não deixa de ser também um sinal dos tempos difíceis para quem queira falar da arte e da cultura: porque exige um esforço hercúleo, uma obstinação de trabalho e uma
inabalável vontade para que possa existir.
Edição independente
O brasileiro Mário Bortolotto, “dramaturgo, escritor, diretor, ator, sonoplasta e iluminador”, optou pela edição guerrilheira das suas obras. E, pelo que confessa em cenaberta, não está arrependido.
M ário Bortolotto nasceu em
Londrina-Paraná em 1958. É
dramaturgo,escritor,diretor,ator,
sonoplasta e iluminador. Já cola-
borou para jornais escrevendo sobre literatura,
teatro, cinema, música, histórias em quadrinhos
e futebol. Produziu e apresentou durante três
anos o Programa “Estação Blues” na Rádio Uni- versidade FM de Londrina. É também composi- tor e canta na banda de rock“Tempo Instável” e noTrio de Blues “Saco de Ratos Blues”. Lançou os livros Bagana na Chuva (romance), Mamãe não voltou do Supermercado (romance policial), Para os Inocentes que ficaram em casa (poesia), Gutemberg Blues (textos jornalísticos) e o CD “Cachorros gostam de Bourbon”. Ganhou o Prêmio Shell em 2000 de “Melhor Autor” pelo texto Nossa Vida não vale um Chevrolet. Ganhou o Prêmio APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte) pelo Conjunto da Obra. Também lançou quatro volumes com suas peças de teatro:
Seis peças de Mário Bortolotto
Volume1
Com os textos: Medusa de Rayban,Vamos sair da chuva quando a bomba cair, Fuck you, Baby, Fica Frio - Uma Road Peça, Leila Baby e O Cara que dançou comigo. Seis peças de Mário Bortolotto Volume 2 Com os textos: Postcards de Atacama, Nossa Vida não vale um Chevrolet, Uma Fábula Podre, Curta Passagem - Quatro Pocket Peças, À Queima-Roupa e A Lua é Minha. Sete peças de Mário Bortolotto Volume 3 Com os textos: Tempo de Trégua, Getsêmani, Gravidade Zero,Efeito Urtigão,Felizes para Sem- pre, Diário das Crianças doVelho Quarteirão e À Meia-Noite um solo de sax na minha cabeça. Doze peças de Mário Bortolotto Volume 4 Com os textos: E éramos todos Thunderbirds, Hotel Lancaster,Homens,Santos e Desertores,O Método,Vem pra Chuva, Baby, Os Anjos vão para o Céu, Cocoonings, Será que a gente influencia o Caetano?, Para Alguns a Noite é Azul”, Deve ser do caralho o Carnaval em Bonifacio, Fora de Hora e Brutal.
É
diretor do Grupo de Teatro Cemitério de Automóveis que está completando 23 anos de atividade. Atualmente mora em São Paulo e escreve no blog www.atirenodramaturg o.zip.net - site:mariobortolotto@uol.com.br
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Sempre escrevi prolificamente.Tenho cerca de 50 textos de teatro. Precisava fazer |
fazer praticamente nada do que faço.As edições costumam ter tiragens pequenas |
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escoar esse trabalho.As pessoas me ligavam |
(1.000 exemplares cada), mas como já disse |
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pedindo textos. Eu tinha que mandar pelo |
os |
dois primeiros volumes estão esgotados. |
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correio. Fui me cansando disso tudo e então |
O |
volume 3 deve se esgotar em breve. E o |
resolvi publicar de uma vez alguns textos. O primeiro Volume foi publicado em 97 e saiu com seis peças de minha autoria (Medusa de Rayban, Vamos Sair da Chuva quando a Bomba
cair, Fuck you, Baby, Fica Frio - Uma Road Peça, Leila Baby, O Cara que dançou comigo). Foi
o resultado de uma parceria minha com a
Editora Atrito Art que já havia publicado um romance policial de minha autoria (Mamãe não voltou do Supermercado). E o livro só conseguiu ganhar publicação através da Lei
de Incentivo Cultural da Prefeitura Municipal de Londrina e da Caixa Econômica Federal. Não faço idéia se há ou não interesse de outras editoras na publicação dos referidos textos. Nunca fui atrás de Editora nenhuma. Publico os livros pela Atrito Art que é uma editora de Londrina e que trabalha em sistema de parceria comigo. Gosto da idéia de publicar independente.Vendo os livros com muita facilidade. Já estou no Quarto Volume de Peças e os dois primeiros estão completamente esgotados esperando por uma nova edição. Já estou no quarto volume (esse saiu com doze peças) e já estou pensando em lançar o volume 5 no próximo ano.Tenho que encontrar tempo pra fazer isso. Esse é o meu maior problema. Encon- trar tempo entre todas as atividades que es- tou envolvido. Não há um sistema eficaz de distribuição. Eu vendo nos teatros que estou apresentando, pela internet ou pelo correio.
É muito raro encontrar algum livro meu em
livrarias. Não me preocupo com riscos ou prejuízos.Aliás, nunca me preocupei com isso. Se me preocupasse, não conseguiria
que tenho percebido é que não são apenas pessoas envolvidas no metier teatral que se interessam e adquirem os livros. Pessoas in- teressadas em apenas ler e conhecer a obra também compram. Entendo cada vez mais a necessidade premente de outros dramatur- gos também insistirem na publicação, mesmo que em atitude guerrilheira, de seus textos. Percebo que o Dramaturgo publicado, e a Dramaturgia só tem a ganhar, e muito, com
cenaberta 11
Vou lá Visitar Pastores pelos Actores Produtores Associados
ao partir palavras pel'A Escola da Noite
Lusofonia foi o tema da VII Semana Cultural da Universidade de Coimbra, convoca- ção de afectos, história, caminhos comuns, através de conferências, cultura, gastrono- mia, literatura, teatro, festa aberta à cidade de 28 de Fevereiro a 5 de Março de 2005.
Abraço Lusófono
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Muito deste Abraço Lusófono se centrou |
Chaves (Literaturas Africanas, Univ. São |
outros destinatários e concretizações, |
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na |
homenagem ao antropólogo e escritor |
Paulo), José Luís Cabaço (Sociologia, Moçam- |
preenchendo um programa rico, diverso, |
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angolano Ruy Duarte de Carvalho, com obra que cruza a Antropologia, a Sociologia, a Literatura, o Cinema, a Fotografia, e remete para vivências com os povos pastoris do Sul |
bique), Osvaldo Silvestre (Literatura, Univ. Coimbra) e do produtor cinematográfico Paulo Branco. A Escola da Noite, na Oficina Municipal do |
participado, palcos iluminados pela música, pela dança, pela festa. No TAGV actuaram os Terrakota, um projecto musical miscigenado. No Museu Zoológico, a peça Os Lusíadas no |
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de |
Angola. |
Teatro, estreou (28/2) o espectáculo Ao |
Zoológico, com a participação do grupo |
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O Departamento de Antropologia da Univer- sidade de Coimbra, a Conferência do autor Falas & Vozes, Fronteiras & Paisagens — escri- tas, literaturas e entendimentos e a exposição Sem rede: Ruy Duarte de Carvalho — Trajecto e Derivas, abordagem às demandas em ter- ritório kuvale,“relação que se constitui numa invulgar experiência humana e criativa, literalmente sem rédea”. Esta exposição, organizada pelo Museu Antropológico, estará aberta até Junho. No Auditório da Reitoria (3/3), uma Mesa- -Redonda ainda sobre a vida e obra do autor deslindar desta pluralidade animou, no |
Partir Palavras, sobre textos de Ruy Duarte de Carvalho com encenação de António Augusto Barros. O espectáculo resultou de uma encomenda especial da Universidade de Coimbra para esta ocasião. No palco do Teatro Académico de Gil Vicente foi apresentada (1/3) a co-produção Vou lá Visitar Pastores dos Actores Produtores Associados/ /Culturgest, com interpretação de Manuel Wiborg, encenação do mesmo com Myriam Xafrêdo dos Reis, texto de Ruy Duarte de Carvalho e adaptação de Rui Guilherme Lopes. |
Marionet (28/2) e o espectáculo pluridisci- plinar angolano (2/3) com os grupos Última Wassungulala e Mizangalas do Bairro: ex- pressão de dança angolana e a apresentação da peça E agora? No Teatro Paulo Quintela, a peça A incon- veniência de ter coragem de Ariano Suas- suna (3/3), pelo grupo Galpão das Artes (Pernambuco/Brasil). A Cena Lusófona, a conviteda Reitoria da Universidade de Coimbra, colaborou na con- cepção e documentação do programa sobre Ruy Duarte de Carvalho e publicará ainda este ano um número especial da Setepalcos |
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centrou a atenção dos investigadores Rita |
Este Abraço Lusófono teve ainda muitos |
dedicada ao autor. |
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Inauguração da exposição Sem Rede: Ruy Duarte de Carvalho — Trajecto e Derivas, no Museu Antropológico da U.C.
Conferência Falas & Vozes, Fronteiras e Paisagens. Nuno Porto e Ruy Duarte de Carvalho
destacável de cenaberta nº4 Abril 2005
Cena Lusófona . Associação Portuguesa para o Intercâmbio Teatral Rua António José de Almeida, n.º 2
3000 - 040 COIMBRA, Portugal
Tel.: (+351) 239 836 679 Fax.: (+351) 239 836 476 teatro@cenalusofona.pt http://www.cenalusofona.pt
editoras e revistas de teatro
editoras PORTUGAL
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EDIÇÕES AFRONTAMENTO |
geral@angelus-novus.com |
BORGES, Luís Bizarro – Porra para o teatro! deserto |
A editar em 2005 |
sobrevivência para o ano 2000 |
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Rua Costa Cabral, 859 |
CABRAL, Filomena – O grito da garça |
SOUZA, Naum Alves de – Teatro |
PIRANDELLO, Luigi – O homem da flor na |
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4200 |
225 Porto, Portugal |
Ensaio |
CHURCHILL, Caryl – Sétimo céu; Uma boca |
boca seguido de Sonho (mas talvez não) |
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Tel. (351) 225 074 220 Fax. (351) 225 074 229 www.edicoesafrontamento.pt editorial@edicoesafrontamento.pt |
ALÇADA, João Nuno – Por ser cousa nova em Portugal BERNARDES, José Augusto – Revisões de Gil Vicente |
cheia de pássaros; Distante COELHO,António Borges – Sobre os rios de Babilónia CONCEIÇÃO, Gisela da – Espinosa, um |
_ LIVROS COTOVIA Rua Nova da Trindade, 24 1200 303 Lisboa, Portugal Tel. (351) 213 471 447 ASSIS, Luís – Uma casa na árvore seguido de |
PIRANDELLO, Luigi – Os gigantes da montanha PIRES, Jacinto Lucas – Universos e frigoríficos PIRES, Jacinto Lucas – Arranha-céus |
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BARBOSA, Pedro - AlletsatorRotastella XPTO – kosmos 2001 BARBOSA, Pedro - Sacrilégio teatral; Há alguém aí? BARBOSA, Pedro - Teoria do teatro mo- derno.A hora zero |
FERREIRA, José Alberto – Uma discreta invençam OLIVEIRA, Fernando Matos – Escritos sobre teatro OLIVEIRA, Fernando Matos – O destino da Mimese e a voz do palco OLIVEIRA, Fernando Matos – Teatralidades |
claro labirinto CORRÊA, Graça P. – Eleanor Marx CÓRREGO, Manuel – Nem putas nem ladrões CRIMP, Martin – Peça com repetições; (A)tentados EIRAS, Pedro – Recitativo dos livros do |
Fax. (351) 213 470 467 www.livroscotovia.pt livroscotovia@mail.telepac.pt Entre a espada e a parede BECKETT, Samuel – À espera de Godot BERNHARD,Thomas – A força do hábito |
PIRES, Jacinto Lucas – Escrever, falar PIRES, Jacinto Lucas – Figurantes e outras peças RIBEIRO,António S. – Amor de perdição SANCHES,Vicente – A Birra do morto seguido de Promissão do quinto império e de Metáfora |
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COSTA, Isabel Alves; GUIMARÃES, Regina - Teatros do outro |
EDITORA BERTRAND |
EIRAS, Pedro – Um forte cheiro a maçã |
seguido de Simplesmente complicado |
SANCHES,Vicente – Aforismo de aforismos SANCHES,Vicente – Grupo de vanguarda |
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OLIVEIRA, Custódio - Bernardino Machado. Um homem livre |
(inclui a editora Quetzal) Rua Anchieta, 29 – 1º |
FARIA, Álvaro – A história de Suleiman FERREIRA,António – Estrela da manhã |
BERNHARD,Thomas – Minetti seguido de No alvo |
SANCHES,Vicente – Quinto império ou A musa da casa de sêr |
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SHAKESPEARE,William - A tragédia de |
1249 |
060 Lisboa, Portugal |
FIGUEIRA, Jorge Louraço – Xmas qd |
BRECHT, Bertolt – Teatro vols. I e II |
SANCHES,Vicente – Última Vontade |
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Coriolano |
Tel (351) 210 305 557 |
kiseres (christmas quando quiseres) |
CALDERÓN DE LA BARCA, Pedro – O |
juntamente com Aforismos acerca da Última |
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www.bertrand.pt |
FOSSE, Jon – Sonho de outono; O nome |
grande teatro do mundo |
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ARTISTAS UNIDOS |
editora@bertrand.pt |
FRANÇA, João – Baltasar Dias |
CAMÕES, Luís de – Filodemo |
Vontade SCHNITZLER,Arthur – Pintassilgo e |
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Rua de Campo de Ourique, 120 |
FREITAS, Eduardo – Praia ocidentalar |
CARVALHEIRO, Cucha – Está aí alguém? |
Pimpinela |
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1250 |
062 Lisboa, Portugal |
AMARAL, Freitas do – Viriato |
GARCIA LORCA, Federico – Amor de Dom |
CENTENO,Yvette K. – As três cidras do amor |
SHAKESPEARE,William –– Cimbelino |
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Tel. (351) 218 805 100 Fax. (351) 213 700 129 www.artistasunidos.pt artistasunidos@artistasunidos.pt FOSSE, Jon – A noite canta os seus cantos FOSSE, Jon – Inverno LAGARCE, Jean-Luc – Tão só o fim do mundo;As regras da arte de bem viver na sociedade moderna; Estava em casa à espera |
DURAS, Marguerite – India song LOBO, Graça – Ponto final (editora Quetzal) TABUCHI,António – Chamam ao telefone o senhor Pirandelo (editora Quetzal) MOURA,Vasco Graça – Ronda dos meninos expostos (editora Quetzal) A editar RACINE, Jean – Bérrénice (tradução de Vasco Graça Moura) |
Perlimplim com Belisa em seu jardim… GARRET,Almeida – Frei Luís de Sousa GUIMARÃES, Fernando – Diotima e as outras vozes GUIMARÃES, Regina; LOPES, Rui Gui- lherme; FONSECA, Luís; PESSOA, Carlos J.; EIRAS, Pedro – Cinco peças breves KANE, Sarah – Teatro completo LOPES,Teresa Rita – Esse tal alguém MAYORGA, Juan –– Cartas de amor a Staline |
CORMANN, Enzo – Credo seguido de Aos crocodilos mete-se-lhes um pau na boca CORNEILLE, Pierre – A ilusão cómica COSTA, Maria Velho da – Madame DAGERMAN, Stig – A sombra de Mart DE FILIPPO, Eduardo – Sik-sik, o profissional de magia (in Napolitanas) DIONÍSIO, Eduarda – Antes que a noite venha ELIOT, T. S. – Assassínio na catedral |
SHAKESPEARE,William –– Hamlet SHAKESPEARE,William – Noite de rei SHEPARD, Sam – O verdadeiro oeste THOMAS, Dylan – Sob o bosque de leite TOMEO, Javier – Querido monstro VICENTE, Gil – Tragicomédia de Dom Duardos WEDEKIND, Frank – Lulu: espírito da terra; A caixa de Pandora WESKER,Arnold – Três peças para uma |
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que a chuva viesse |
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MENDONÇA, Guilherme – Tristes trópicos |
ELIOT, T. S . –– Cocktail Party |
mulher |
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MENDES, José Maria Vieira – T1; Se o |
EDITORIAL CAMINHO |
REBELLO, Luiz Francisco – A desobediência |
FASSBINDER, R.W. – As lágrimas amargas |
Ensaio |
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|
mundo não fosse assim |
Avenida Almirante Gago Coutinho, 121 |
REBELO, Fernando – A verdadeira história de |
de Petra von Kant |
PEDRO,António – Escritos sobre teatro |
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ONETTI,António – A rua do inferno; |
1700 |
029 Lisboa, Portugal |
Andreia Belchior |
FRIEL, Brian – O fantástico Francis Hardy, |
SERÔDIO, Maria Helena – Questionar |
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|
Marcado pelo tipex; Santíssima apunhalada; Puro-sangue ORTON, Joe – O nosso hóspede;A saque PRESNIAKOV, Irmãos – Terrorismo; No papel da vítima |
Tel. (351) 218 429 830 Fax. (351) 218 429 849 www.editorial-caminho.pt caminho@editorial-caminho.pt |
RIJNDERS, Gerardjan – Belo?; Buraco negro; Câncer ROSA,Armando Nascimento – A última lição de Hipátia seguido de O túnel dos ratos ROSA,Armando Nascimento – Lianor no |
curandeiro seguido de Traduções; Danças a um deus pagão; Molly Sweeney GALINE,Aleksandr – Estrelas no céu da manhã GARCÍA LORCA, Federico – O público |
apaixonadamente: o teatro na vida de Luís Miguel Cintra A editar BRECHT, Bertolt – Teatro vols. III, IV, V, VI, VII,VIII |
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SCIMONE, Spiro – Nunzio; Café;A festa |
ALMEIDA, Fernando António – Operários |
país sem pilhas |
GOMES, Luísa Costa – Arte da conversação |
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de Lisboa: na vida e no teatro |
SARRAZAC, Jean-Pierre –– O futuro do |
seguido de Vanessa vai à luta |
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ASSÍRIO & ALVIM Rua Passos Manuel, 67 B |
ANDRESSEN, Sophia de Melo Breyner – O colar |
drama SHAKESPEARE,William –– A tempestade |
GOMES, Luísa Costa – Clamor GOMES, Luísa Costa – Nunca nada de |
& ETC – EDIÇÕES CULTURAIS DO SUBTERRÂNEO Rua da Emenda, 30, cave 3 |
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1150 |
258 Lisboa, Portugal |
CARVALHO, Mário – Água em pena de |
SHAKESPEARE,William –– António e |
ninguém |
1200 |
170 Lisboa, Portugal |
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pato: teatro do quotidiano |
Cleópatra |
GOMES, Luísa Costa – O céu de Sacadura |
Tel.: (351) 213 471 955 |
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Tel. (351) 213 583 030 Fax. (351) 213 583 039 www.assirio.pt | assirio@assirio.com BERNHARD,Thomas – O fazedor de teatro BUÑUEL, Luís – Hamlet: uma tragédia cómica CACHAPA, Possidónio – Shalom CARVALHO,Armando Silva – O menino ao colo: momentos, falas, lugares do sublime Santo António MENDONÇA, José Tolentino – Perdoar |
CARVALHO, Mário – Se perguntarem por mim não estou seguido de Haja harmonia FARIA,Almeida – Vozes da paixão: teatro GOMES, Dias – O santo inquérito GRALHEIRO, Jaime – Na barca com Mestre Gil: recreação dramática MARTINHO,Virgílio – O herói chegado da guerra e outros textos de teatro PORTO, Carlos – 10 anos de teatro e cinema em Portugal: 1974-1984 REBELO, Luís Francisco – Portugal anos 40: |
SHAKESPEARE,William –– Comédia de equívocos SHAKESPEARE,William –– Henrique IV (Parte I) SHAKESPEARE,William –– Henrique V SHAKESPEARE,William –– Medida por medida SHAKESPEARE,William –– Muito barulho por nada SHAKESPEARE,William –– O amansar da fera SHAKESPEARE,William –– Ricardo II |
HANDKE, Peter – A hora em que não sabíamos nada uns dos outros seguido de O jogo das perguntas HORVÁTH, Ödön Von – Hotel da Bela Vista IONESCO, Eugene – A lição KLEIST, Heinrich Von – Anfitrião KOLTÉS, Bernard-Marie – Cais oeste KOLTÉS, Bernard-Marie – Combate de negro e de cães LAMBERT, Lucien – As vedetas LENZ, Jakob – O novo Menoza ou História |
CABRUJAS, José Ignácio –– Gardel: el día que me quieras DIONÍSIO, Eduarda – Tina M. : Provas de Contacto MELO, Jorge Silva – Prometeu: rascunhos PRÉVERT, Jacques – Cenas SOBRAL,Augusto – Bela Calígula Ensaio AMADO, Fernando – À boca de cena _ |
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Helena |
espectáculo-documentário em 10 sequências |
SHAKESPEARE,William – Sonho de uma |
do Príncipe Tandi de Cumba |
EDIÇÕES COLIBRI |
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PATRÍCIO,António – O fim; Pedro o cru |
REBELO, Luís Francisco – Teatro de |
noite de verão |
MELO, Jorge Silva – António, um rapaz de |
Apartado 42001,Telheiras |
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|
RAMUZ, C. F. – História do soldado (versão |
intervenção |
SHAW, Bernard – A profissão da Sr.ª Warren |
Lisboa |
1601 |
801 Lisboa, Portugal |
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|
de Mário Cesariny) ROSA,Armando Nascimento – As máscaras nigromantes: uma leitura do teatro escrito de António Patrício |
ROBILLIARD, Marie-Amélie – Água em pena de pato de Mário de Carvalho: um teatro desencantado SANTARENO, Bernardo – Obras completas |
SIERENS,Arne – O meu blackie e outras peças TAVARES, Gonçalo M. – A colher de Samuel Beckett e outros textos |
MELO, Jorge Silva – O Fim ou tende mi- sericórdia de nós MELO, Jorge Silva – O navio dos negros MELO, Jorge Silva; MENDES, José Maria |
Tel./Fax: (351) 217 964 038 www.edi-colibri.pt colibri@edi-colibri.pt |
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SANTOS, Graça dos – O espectáculo |
TAVARES, Gonçalo M. – O homem ou é |
Vieira;WIBORG, Manuel – Três peças |
AA VV – O Teatro e a interpelação do real |
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|
EDIÇÕES ALMEDINA Arco de Almedina, 15 |
desvirtuado: o teatro português sob o reinado de Salazar (1933-1968) |
tonto ou é mulher VÁRIOS – Animação teatral: teoria e prática |
breves MEYENBURG, Marius Von – Cara de fogo |
ANÓNIMO FRANCÊS DO SÉC. XV – Farsa de Mestre Pathelin |
|||
|
3004 |
509 Coimbra, Portugal |
SARAMAGO, José – A noite |
MIRANDA, Paulo José – O corpo de Helena |
ÁVILA, Norbeto – O marido ausente: |
|||
|
Tel. (351) 239 851 903 |
SARAMAGO, José – A segunda vida de |
_ CENA LUSÓFONA Associação Portu- ABRANTES, José Mena – Teatro vols. I e II |
MOLIÈRE – As preciosas ridículas |
comédia assincrónica |
|||
|
www.almedina.net |
Francisco de Assis |
guesa Para o Intercâmbio Teatral |
MOLIÈRE – Casado à força |
ÁVILA, Norberto – Uma nuvem sobre a |
|||
|
editora@almedina.net |
SARAMAGO, José – D. Giovani ou o dissoluto |
Rua António José de Almeida, 2 |
MOSCATO, Enzo – Navalhas (in Napoli- |
cama: comédia erótica em 2 partes |
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|
GEFAC – Teatro popular mirandês: textos de cariz profano GEFAC – Teatro popular mirandês: textos de cariz religioso Ensaio BARATA, José Oliveira – Didáctica do teatro GIRARD, Gilles – O universo do teatro |
absolvido SARAMAGO, José – In nomine Dei SARAMAGO, José – Que farei com este livro SHAKESPEARE,William –– O rei Lear TORRADO,António – O adorável homem das neves: mágica em 2-3 actos TORRADO,António – Toca e foge ou a flauta sem mágica |
3000 040 Coimbra, Portugal Tel. (351) 239 836 679 Fax. (351) 239 836 476 Telem. (351) 916 593 371 www.cenalusofona.pt teatro@cenalusofona.pt |
tanas) MÜLLER, Heiner –– Germânia 3. OsOs espectrosespectros do morto-homem NEVES,Abel – Além as estrelas são a nossa casa NEVES,Abel – Atlântico seguido de Finister- rae e de Arbor Mater NEVES,Abel – El Gringo seguido de Lobo- |
BENTO,Avelino – Teatro e animação: outros percursos do desenvolvimento sociocultural no alto Alentejo BRANDÂO, Raul – O doido e a morte CERVANTES – O velho ciumento COSTA, Helder – Marilyn, meu amor COSTA, Helder – O mistério da camioneta fantasma |
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SOARES, Nair de Nazaré Castro – Teatro |
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COUTO, Mia; LUÍZA, Natália – Mar me quer |
Wolf |
FARIA,António – Fumos de glória |
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clássico no século XVI |
CAMPO DAS LETRAS |
GONÇALVES,António Aurélio – As virgens |
NEVES,Abel – Inter-Rail |
GARRETT,Almeida – Falar verdade a mentir |
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Rua D. Manuel II, 33 - 5º |
loucas |
NEVES,Abel – Terra |
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ANGELUS NOVUS EDITORA Rua do Peneireiro, 10 – Quinta da Madalena |
4050 345 Porto, Portugal Tel. (351) 226 080 870 |
MACEDO, Fernando de – Teatro do ima- ginário angolar |
NORÉN, Lars – A noite é mãe do dia O’NEILL, Eugene – Jornada para a noite |
GOLDONI, Carlo – Uma das últimas tardes de carnaval: comédia alegórica em três actos MAMET, David – Oleanna |
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3040 |
716 Coimbra, Portugal |
Fax. (351) 226 080 880 |
NEVES,Abel – Supernova |
OTWAY,Thomas – A salvação de Veneza |
MARIVAUX – O preconceito vencido |
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Tel. e Fax: (351) 239 437 529 www.angelus-novus.com |
www.campo-letras.pt campo.letras@mail.telepac.pt |
VASCONCELOS, Leite de – As mortes de Lucas Mateus |
PASOLINI, Pier Paolo – Afabulação PESSOA, Carlos J. – Pentateuco: manual de |
MASCARENHAS, José – La Bella Selvaggia (de Carlo Goldoni na versão setecentista |
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cenaberta destacável 1
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de Nicolau Luiz da Silva) MENDONÇA, Carlos José Rodrigues |
ARISTÓFANES – As rãs |
AMADO, Fernando – Peças de teatro |
a |
revolução |
1000 |
282 Lisboa, Portugal |
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MASCARENHAS, José; ROSÁRIO, Carlos do – Teatro de Portalegre: vinte anos de actividade, 1979-1999 |
ARISTÓFANES – Os cavaleiros ÉSQUILO – Oresteia ÉSQUILO – Persas ÉSQUILO – Prometeu agrilhoado |
AMORIM, Francisco Gomes de – Fígados de tigre ANDRADE, Diogo de Paiva de – A tragédia D. Duarte (Eduardus) |
SANTARENO, Bernardo – Português, escri- tor, 45 anos de idade Ensaio REBELLO, Luís Francisco – O jogo dos |
Tel. (351) 218 474 450 Fax. (351) 218 470 775 www.relogiodagua.pt relogiodagua@relogiodagua.pt |
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– Políticas, práticas culturais e públicos de |
EURÍPIDES – As bacantes |
PALLA, Maria José (leitura, apresentação, |
Homens |
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teatro no Algarve |
EURÍPIDES – As troianas |
regularização do texto, notas e glossário) |
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CORNEILLE, Pierre – Sertório |
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MÉRIMÉE, Prosper – O céu e o inferno |
EURÍPIDES – Heraclidas |
– |
Auto de D. André |
PLÁTANO EDITORA |
CORREIA, Hélia – O Rancor – exercício |
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MOLIÈRE – Esganarelo ou o cornudo |
PLAUTO – A comédia da marmita |
BRAGA,Vitoriano – Teatro completo com |
Avenida de Berna, 31, 2º esq. |
sobre Helena |
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peças inéditas |
1069 |
054 Lisboa, Portugal |
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imaginário PAIS,Ana – O discurso da cumplicidade: dramaturgias contemporâneas PLAUTO – O soldado fanfarrão RUZANTE – Falatório do Ruzante de volta da guerra VASCONCELOS, Jorge Ferreira de |
PLAUTO – A comédia dos burros PLAUTO – Anfitrião PLAUTO – Epídico SENA, Jorge de – Mater imperialis SENA, Jorge de – O indesejado SÉNECA – Fedra SÓFOCLES – Filoctetes |
BRANDÃO, Raul; BRANDÃO, Júlio – A noite de Natal CABRITA,António – Duas luas entrededos CARREIRA, Laureano – O teatro e a censura em Portugal na segunda metade do século XVIII |
Tel.: (351) 217 979 278 Fax: (351) 217 974 250 www.platanoeditora.pt platano.editora@webside.pt |
DE LILLO, Don –– Valparaíso GOETHE –– Torquato Tasso GOMES, Luísa Costa – Duas comédias HAVEL,Vaclav – Audiência, vernissage e petição PINTER, Harold – Teatro vols. I e II ROCHA, Jaime – O Jogo da Salamandra e |
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– |
Comédia eufrósina |
SÓFOCLES – Rei Édipo |
VICENTE, Gil – Compilaçam de todalas |
BOAL, Augusto – A tempestade; As mulheres de Atenas |
outras peças |
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VICENTE, Gil – Quem tem farelos? |
Ensaio |
obras de Gil Vicente |
CARVALHO, Mendes de – A décima turista |
SHAKESPEARE,William – O conto de |
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A editar |
SENA, Jorge de – Do teatro em Portugal |
CORTESÃO, Jaime – Teatro |
CORREIA, Carlos – Á laminuta |
inverno |
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BRECHT – A excepção e a regra |
A |
editar em 2005 |
CORTEZ,Alfredo – Teatro completo |
CORREIA, Carlos – A revolta dos micróbios |
SHAKESPEARE,William – Sonho de uma |
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DORST,Tankred – A grande imprecação |
SÓFOCLES – Édipo em Colono |
CRUZ, Duarte Ivo – O essencial sobre o |
CORREIA, Carlos – Carnaval infernal |
noite de verão |
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diante das muralhas da cidade |
SÓFOCLES – Filóctetes |
teatro luso-brasileiro |
CORREIA, Carlos – Os cozinheiros de Oz |
SHAKESPEARE,William –– Titus Andronicus |
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O’CASEY, Sean – O fim do princípio |
_ |
D’ARCOS, Joaquim Paço – Teatro completo |
COUTINHO, Carlos – A última semana |
SHEPARD, Sam – Loucos por amor |
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VON KLEIST, Heinrich – A Bilha Quebrada |
EDIÇÕES EUROPA-AMÉRICA |
DIAS, Baltasar – Autos, romances e trovas |
antes da festa |
STRINDBERG,August – O pelicano |
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_ |
Estada Nacional 249, Km 14 |
Drama dos Santos Reis Magos (introdução |
HANDKE, Peter – Teatro |
TCHÉKHOV,A. – A gaivota |
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EDITORIAL D. QUIXOTE |
2725 |
397 Mem Martins, Portugal |
e |
notas de Maria Clara de Almeida |
LOBO, Fonseca – A aranha chinesa _ |
TCHÉKHOV,A. – O ginjal |
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Rua Cintura do Porto, Urbanização da Matinha Lote A, 2º C |
Tel.: (351) 219 267 700 Fax: (351) 219 267 771 BRANDÃO, Raul – O gebo e a sombra; O _ _ |
Lucas, actualização ortográfica de Jorge Figueiredo) |
LOBO, Fonseca – A caminho de Ítaca LOBO, Fonseca – A outra face da peste |
TCHÉKHOV,A. – Três irmãs WILDE, Oscar – A Importância de ser |
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1900 |
649 Lisboa, Portugal |
www.europa-america.pt |
FIGUEIREDO,Tomaz de – Teatro |
LOBO, Fonseca – A traição da rainha Mécia |
Earnest e outras peças |
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Tel. (351) 211 209 000 Fax. (351) 218 610 456 editorial@dquixote.pt |
clubedeleitura@europa-america.pt avejão |
FRANCO, Luz – Os ausentes NEGREIROS,Almada – Teatro NEVES,Abel – Amadis PEDRO,António – Teatro completo |
de Haro LOBO, Fonseca – Afonso VI LOBO, Fonseca – As suplicantes LOBO, Fonseca – Caminhos da ira |
WILDE, Oscar – Salomé A editareditar MARBER, Patrick –– Closer-quase |
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AUGUSTO, Fernando – A última batalha |
FERREIRA,António – Castro |
QUEIRÓS, Eça de – Os Maias |
LOBO, Fonseca – Mulheres de Tróia |
TEMAS E DEBATES |
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AUGUSTO, Fernando – Príncipe Bão |
GARRETT,Almeida – Frei Luís de Sousa |
REBELLO, Luiz Francisco – Todo o teatro |
LOBO, Fonseca – O dilema de S. Dimitri |
Rua Prof. Jorge da Silva Horta, |
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CASTRO, Ferreira de – Sim, uma dúvida |
IBSEN, Henrik – Casa da Boneca |
REIS, Maria Oliveira – A. Mor.Te. |
LOBO, Fonseca – O enigma |
1500 |
499 Lisboa, Portugal |
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basta CASTRO, João Osório de – Garrett: fantasia em duas partes |
LA FÉRIA, Filipe – Amália LA FÉRIA, Filipe – My fair lady: minha linda senhora |
SAMPAIO, Jaime Salazar – Teatro completo, vols. I, II e III SAMPAIO, Jaime Salazar – Um homem |
LOBO, Fonseca – O estudante de Praga LOBO, Fonseca – Pecado de Sofia MARTINHO,Virgílio – Filópopolus |
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CLÁUDIO, Mário – Henriqueta Emília da Conceição |
MILLER, Arthur – Morte dum caixeiro viajante |
dividido SELVAGEM, Carlos – Teatro completo com |
MARTINHO,Virgílio – O grande cidadão SAMPAIO, Jaime Salazar – Fernando (talvez) _ |
SOLMER,Antonino – Manual de Teatro |
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CLÁUDIO, Mário – Noites de Anto;A ilha |
MOLIÈRE – Dom João |
peças inéditas |
Pessoa; O sobrinho |
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de oriente |
MOLIÈRE – O avarento |
SOBRAL,Augusto – Teatro |
SAMPAIO, Jaime Salazar – Seis peças |
TEOREMA |
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CLÁUDIO, Mário – O estranho caso do |
O’NEILL, Eugene – Desejo sob os ulmeiros |
Teatro português em um acto (1800 – 1899) |
WALLENSTEIN, Carlos – O amor das três |
Rua Padre Luís Aparicio, 9, 1º frente |
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trapezista azul |
RODRIGUES, Urbano Tavares – As torres |
Teatro português em um acto (1900 – 1945) |
laranjas |
1150 |
248 Lisboa, Portugal |
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CORREIA, Natália – D. João e Julieta |
milenárias |
VICENTE, Gil – As Obras, vols. I, II, III, IV e V |
_ |
Tel.: (351) 213 129 131 |
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CORREIA, Romeu – A palmatória |
SHAKESPEARE, William –– António e |
QUASI EDIÇÕES |
Fax: (351) 213 521 480 |
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COSTA, Hélder – O princípio de Spandau |
Cleopatra |
LELLO EDITORES |
Apartado 562 |
mail@editorialteorema.pt |
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COSTA, Maria Velho da – Madame |
SHAKESPEARE,William –– Hamlet |
Rua Arquitecto Nicolau Nazoni, n.º 31 – 2º |
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COSTA, Orlando da – Sem flores nem |
SHAKESPEARE, William –– O mercador de |
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423 Lisboa, Portugal |
Tel.: (351) 252 371 724 |
BARBOSA, Miguel – O insecticida ou o l’empire |
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coroas FERREIRA, Costa – Trapo de luxo |
Veneza SHAKESPEARE,William –– Otelo |
Tel. (351) 223 326 084 Fax. (351) 223 326 086 |
Fax: (351) 252 375 164 www.doimpensavel.pt/quasi |
fim do império = L’ insecticide ou la fin de |
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FREIRE, Pedro Bandeira – Trevas brancas |
SHAKESPEARE,William – Romeu e Julieta |
www.lelloeditores.pt |
quasi@doimpensavel.pt |
CHARTREUX, Bernard – Ah Q : tragédia |
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GRALHEIRO, Jaime – O grande circo ibérico |
SHAKESPEARE,William – Sonho de uma noite |
lello@lelloeditores.com |
chinesa baseada em Lu Sun |
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JORGE, Lídia – A maçon |
de verão ou Sonho de uma noite de S. João |
BECKETT, Samuel – Aquela vez e Outros |
COSTA,António – Zé Pimpão, João Mandão |
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LETRIA, José Jorge – Epílogo em Ialta e |
TCHEKOV,Anton – O pomar das cerejas |
JACINTO, Deniz – O tempo encontrado: |
textos |
e os sapatos feitos à mão |
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outras peças |
TCHEKOV,Anton – Três irmãs |
teatro vols. I, II e III |
BOND, Edward – Coros para depois dos |
COSTA, Orlando da – A como estão os |
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LOPES, João Santos – Às vezes neva em Abril |
WILDE, Oscar – O leque de lady Winder- |
MOLIÉRE – Obras completas |
assassinatos |
cravos hoje?: peça em 5 quadros |
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MAIA, Matos – A invasão dos marcianos |
mere |
SHAKESPEARE,William – Obras completas |
CASTRO, Paulo – Red shoes |
FERRA,António – A canção de começar |
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NAVARRO,António Rebordão – Sonho, |
WILDE, Oscar – Um marido ideal |
VICENTE, Gil – Obras completas |
MOTTON, Gregory – Recado aos corações |
HARE, David – Fanshen (adapt. teatral |
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paixão, mistério do Infante Dom Henrique |
WILLIAMS,Tennessee – Rosa tatuada |
despedaçados |
David Hare; trad. Jorge Silva Melo) |
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EDITORIAL NOVA ATICA |
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NICHOLSON, Francisco – Pátrias PEREIRA, Silvina – A alegre campanha |
GRADIVA |
Calçada Nova de São Francisco, 10, 1º esq |
VITORINO, Ana; COSTA, Carlos; MARTIN, Catarina – O vizinho da besta |
JOURDEIL, Jean; CHARTREUX, Bernard – Ahq |
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PEREIRA, Silvina – Garrett: uma cadeira em |
Rua Almeida e Sousa, n.º 21 - R/c esq. |
1200 |
300 Lisboa, Portugal |
VITORINO, Ana; COSTA, Carlos; MARTIN, |
MACEDO,António de – A pomba: peça em |
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S. Bento |
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041Lisboa, Portugal |
Tel.: (351) 213 420 557 (depois das 19h00) |
Catarina; CARREIRA, Pedro – Visíveis na |
dois actos |
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PESTANA, Francisco – A ilha de Arguim |
Tel. (351) 213 974 067 |
Fax: (351) 213 420 305 |
estrada através da orla do bosque |
RODRIGUES, Carlos Manuel – A tragédia |
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REBELLO, Luiz Francisco – Todo o amor é |
Fax. (351) 213 953 471 |
editorialnovaatica@sapo.pt |
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da rua das flores: roteiro dramático em duas |
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amor de perdição |
www.gradiva.pt |
QUIMERA EDITORES |
partes |
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ROCHA, Jaime – Casa de pássaros |
geral@gradiva.mail.pt |
CENTENO, Y. K. – Teatro aberto |
Rua Actor Isidoro, 17 - r/c esq. |
RODRIGUES, Carlos Manuel – O cavalo |
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ROCHA, Jaime – O construtor |
SANTARENO, Bernardo – A promessa |
1900 |
015 Lisboa, Portugal |
mágico: fantasia musical em dois actos, para |
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SAMPAIO, Jaime Salazar – O meu irmão |
AMARAL, Diogo Freitas do – O magnífico OREY, Orey e – O Natal: vinte peças para ler |
SANTARENO, Bernardo – António |
Tel. (351) 218 455 950 |
crianças |
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Augusto TORRADO,António – Conte comigo |
reitor |
Marinheiro SANTARENO, Bernardo – Anunciação |
Fax. (351) 218 455 951 www.quimera-editores.com |
SANTOS,Ana Eduarda – O resto do mundo TOMÉ, Luís Figueiredo – O graal |
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e representar |
SANTARENO, Bernardo – Crime de aldeia |
quimera@quimera-editores.com |
VALARINHO,António Júlio – O artilheiro; |
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EDIÇÕES 70 |
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editar |
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Rua Luciano Cordeiro, 123 – 2º esq. |
FRAYN, Michael – Copenhaga |
SANTARENO, Bernardo – Nos mares do |
CÉU, Soror Maria do – Triunfo do Rosário |
Ensaio |
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1069 |
157 Lisboa, Portugal |
fim do mundo |
repartido em cinco autos |
SERIO, Mário – Sobre Brecht |
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Tel.: (351) 213 190 240 Fax: (351) 213 190 249 |
_ IMPRENSA NACIONAL CASA DA MOEDA |
SANTARENO, Bernardo – O duelo SANTARENO, Bernardo – O inferno |
LAROQUE, François – Shakespeare, o teatro do mundo |
VAZ, Carlos – Para um conhecimento do teatro africano |
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www.edicoes70.pt |
Av.António José de Almeida |
SANTARENO, Bernardo – O judeu |
MATEUS, Osório – De teatro e outras |
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edi.70@mail.telepac.pt |
1000 042 Lisboa, Portugal |
SANTARENO, Bernardo – O lugre |
escritas |
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ARISTÓFANES – As aves |
Tel. (351) 217 810 700 Fax. (351) 217 810 745 |
SANTARENO, Bernardo – O pecado de João Agonia |
MATEUS, Osório de (org.) – Vicente VASQUES, Eugénia – O que é – teatro |
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ARISTÓFANES – As mulheres que cele- |
www.incm.pt |
SANTARENO, Bernardo – Os anjos e o |
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bram as tesmofórias |
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RELÓGIO D’ÁGUA Rua Sylvio Rebelo, 15 |
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editoras BRASIL
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HAMDAN EDITORA Caixa Postal 3383 Belo Horizonte, MG. CEP 30140-970 Brasil Tel. (55) 31 3342 1890 | 31 9973 4765 hamdanbh@terra.com.br
AMARAL, Maria Adelaide – abre alas (in Teatro brasileiro vol. I) CAPELLA,Vladimir – Como a lua (in Teatro brasileiro vol. I) MARTINI, Jandira – A vida uma ópera (in Teatro brasileiro vol. I) OLIVEIRA, Domingos de – Doppelgaenger (o duplo) (in Teatro brasileiro vol. I) FROTA,Teresa – A lei e o rei (in Teatro brasileiro vol. II) LEIRADELLA, Cunha de – As pulgas (in Teatro brasileiro vol. II) MARINHO, Flávio – Salve amizade (in Teatro brasileiro vol. II) STEEN, Edla Van – Bolo de nozes (in Teatro brasileiro vol. II) ABREU, Luís Alberto de – O homem imortal (in Teatro brasileiro vol. III) ABRITTA, Sérgio – Aniversário de casamento
(in Teatro brasileiro vol. III) CARVALHO, Mara – Vida privada (in Teatro brasileiro vol. III) FREDERICO, Márcia – O médico camponês ou A empresa engasgada (in Teatro brasileiro vol. III) BORGHI, Renato – Lobo de ray-ban (in Teatro brasileiro vol. IV) CASTRO, Nada de – V Doidim e os velhos batutas (in Teatro brasileiro vol. IV) MURAT, Rodrigo – Três homens baixos (in Teatro brasileiro vol. IV) SOUZA, Jos Antônio de – Crimes delicados (in Teatro brasileiro vol. IV) BRASIL, Bosco O acidente (in Teatro brasileiro vol.V) FISHER Júlio A canção de Assis (in Teatro brasileiro vol.V) JARU, Polo O mistério do dedo enterrado (in Teatro brasileiro vol.V) OLIVEIRA, Juca de A babá (in Teatro brasileiro vol.V)
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EDITORA HUCITEC Rua João Moura, 433 São Paulo, SP. CEP 05412-001 Brasil Tel. (55) 11 3060 9273 www.hucitec.com.br lerereler@hucitec.com.br
BOAL,Augusto – O teatro de Augusto Boal, II CRUZ, Osmar Rodrigues; CRUZ, Eugênia Rodrigues – Osmar Rodrigues: uma vida no teatro EURÍPIDES – Bacas GARCIA, Silvana – As trompetas de Jeric:
teatro das vanguardas históricas GUIZZO, Jos Octávio – Glauce Rocha: atriz mulher guerreira KARNAL, Leandro – Teatro da f: repre- sentação religiosa no Brasil e no México do século XVI MENDES, Miriam Garcia – O negro e o teatro brasileiro NAVAS, Cássia – Dança e mundialização:
políticas de ontem para hoje OTERO, Décio – Stagium: as paixões da dança
RAMOS, Luís Fernando – O parto de Godot
e outras encenações imaginárias
RATTO, Gianni – A mochila do Mascate
S, Nelson de – Divers/Idade: um guia para o teatro dos anos 90 SINISTERRA, Jos Sanchis –– Ay, Carmela! VARGAS, Maria Thereza – Giramundo: My- rian Muniz, o percurso de uma atriz WEKWERTH, Manfred – Diálogo sobre a encenação: um manual de direção teatral A editar em 2005 CARRERA,Andr – O teatro de rua: uma paixão no asfalto CHIARADIA, Filomena – A menina dos olhos de Pascoal Segretto COLLAÇO,Vera – O teatro da União
Operária
CRUZ, Eugênia – A Comissão Estadual de Teatro de São Paulo JACOBBI, Ruggero – Teoria geral do teatro LEÃO, Raimundo Matos de – Abertura para outra cena: uma história do teatro na Bahia MARIZ,Adriana Dantas de – A ostra e a pérola: uma visão antropológica do corpo no teatro de pesquisa
NANDI, Ítala – Teatro oficina: onde a arte
não dormia
RIZK, Beatriz – O novo teatro latino-ameri-
cano
SAMPAIO, Zeca – O ator vivo SILVA, Ermínia – As múltiplas linguagens da teatralidade circense SOUZA, Sílvia Cristina Martins de – Cenas cômicas de Francisco Correia Vasques
_
MARTINS FONTES EDITORA Rua Conselheiro Ramalho, 330 - Bela Vista São Paulo, SP. CEP 01325-000 Brasil Tel.: (55) 11 3241 3677 Fax: (55) 0800 113619 www.martinsfontes.com.br
info@martinsfontes.com.br
AGUIAR, Flávio (org.) – Antologia de comédia de costumes ALENCAR, José de – Comédias ALVES, Castro – Castro Alves: teatro completo ASSIS, Machado de – Teatro de Machado de Assis AZEVEDO,Aluísio; ROUÈDE, Emílio
cenaberta destacável 2
– Teatro de Aluísio Azevedo e Emílio Rouède
AZEVEDO, Álvares de – Teatro de Álvares de Azevedo DIAS, Gonçalves – Teatro de Gonçalves Dias RIO, João do – Teatro de João do Rio TÁVORA, Franklin – Teatro de Franklin Távora A editar em 2005 ALENCAR, José de – Dramas ANCHIETA, José – Teatro MAGALHÃES, Gonçalves – Tragédias
_
EDITORA NOVA FRONTEIRA Rua Bambina, 25 - Botafogo Rio de Janeiro, RJ. CEP 22251-050 Brasil Tel. (55) 2131 1111 Fax. (55) 2537 8610 www.novafronteira.com.br sac@novafronteira.com.br
CALLADO,António – A cidade assassinada CALLADO,António – A revolta da cachaça CALLADO,António – Frankel CALLADO,António – O colar de coral CALLADO,António – O tesouro de Chica da Silva CALLADO,António – Pedro Mico CALLADO,António – Uma rede para Iemanj RODRIGUES, Nelson – Peças psicológicas:
teatro completo de Nelson Rodrigues, vol. I RODRIGUES, Nelson – Peças míticas: teatro completo de Nelson Rodrigues, vol. II RODRIGUES, Nelson – Tragédias cariocas I:
teatro completo de Nelson Rodrigues, vol. III RODRIGUES, Nelson – Tragédias cariocas II:
teatro completo de Nelson Rodrigues, vol. IV
_
EDITORA PAZ E TERRA – EDIÇÕES GRAAL Rua do Triunfo, 177 – Santa Ifigênia São Paulo, SP. CEP 01212 - 010 Brasil Tel.: (55) 011 3337 8399 Fax: (55) 011 223 6290 www.pazeterra.com.br
BRECHT, Bertolt – A Santa Joana dos matadouros BRECHT, Bertolt – Teatro completo, (12 vols.) DORFMAN,Ariel – A morte e a donzela DUMAS (filho), Alexandre – A dama das camélias GOGÓL, Nikolai – À saída do teatro depois da apresentação de uma nova comédia (inclui o conto A avenida Niévski) MOLIÉRE – Escola de mulheres SHAKESPEARE,William – Macbeth SÓFOCLES – Antígona (tradução de Millôr Fernandes) Ensaio BORNHEIM, Gerd – Brecht: a estética do teatro COSTA, Iná Camargo – A hora do teatro épico no Brasil
_
EDITORA PEIXOTO NETO
Caixa Postal 3383 – Belo Horizonte, MG. CEP
30140 - 970 Brasil
Tel.: (55) 3063 9040 | (55) 3064 9056 www.peixotoneto.com.br
FERNANDES, Millôr – É GARCÍA LORCA, Federico – Bodas de sangue IONESCO, Eugène – A lição e As cadeiras MAQUIAVEL, Nicolau – A mandrágora O’NEILL, Eugene – Longa jornada noite dentro PIRANDELLO, Luigi – Seis personagens à procura de autor SHAKESPEARE,William – Hamlet SHAW, Bernard – A profissão da senhora Warren SÓFOCLES – Rei Édipo TCHÉKHOV,Anton – As três irmãs WEISS, Peter – Marat/Sade WILLIAMS,Tennessee – Um bonde chamado desejo
_
EDITORA PERSPECTIVA Av. Brigadeiro Luís Antônio, 3025 São Paulo, SP. CEP 01401-000 Brasil Tel. (55) 11 3885 8388 Fax. (55) 11 3885 8388 www.editoraperspectiva.com.br editora@editoraperspectiva.com.br
ALMEIDA, Guilherme de;VIEIRA,Trajano – Três tragédias gregas:Antígone, Prometeu prisioneiro, Ájax
ANDRADE, Jorge – Marta, a árvore e o
relógio
AN-SKI, Sch. – O Dibuk: entre dois mundos ASLAN, Odette – O ator no século XX AZEVEDO, Sónia Machado – O papel do corpo no corpo do ator BALL, David – Para trás e para frente: um
guia para leitura de peças teatrais BERRETTINI, Célia – A linguagem de Beckett BERRETTINI, Célia – Duas farsas, o embrião
do teatro de Molière
BERRETTINI, Célia – O teatro ontem e hoje
BERTHOLD, Margot – História mundial do
teatro
BOLESLAVSKI, Richard – A arte do ator: as primeiras seis lições BONFITTO, Matteo – O ator-compositor BORNHEIM, Gerd – O sentido e a máscara BRAGA, Claudia – Em busca da brasilidade:
teatro brasileiro na primeira república BUCHALSKI, Simão – Memórias da minha juventude e do teatro Ídiche no Brasil
CAMPOS, Cláudia de Arruda – Zumbi, Tiradentes: e outras histórias contadas pelo Teatro de Arena de São Paulo CANETTI, Elias – Canetti: o teatro terrível
CASTRO, Consuelo de – Urgência e ruptura CAVALIÈRE,Arlete – Inspetor geral de Gógol;
O Meyerhold: um espetáculo síntese
CHACRA, Sandra – Natureza e sentido da improvisação teatral COHEN, Renato – Performance como
linguagem: criação de um tempo-espaço de
experimentação
COHEN, Renato – Work in progress na
cena contemporânea: criação, encenação e
recepção
COURTNEY, Richard – Jogo, teatro & pensamento: as bases intelectuais do teatro na educação DORT, Bernard – O teatro e sua realidade FARIA, João Roberto – Idéias teatrais: o século XIX no Brasil FARIA, João Roberto – José de Alencar e
o teatro
FARIA, João Roberto – Teatro realista no Brasil: 1855 – 1865 FELÍCIO,Vera Lúcia – A procura da lucidez em Artaud FERNANDES, Nanci;VARGAS, Maria The- resa (orgs.) – Uma atriz: Cacilda Becker FERNANDES, Sílvia – Memória e invenção:
Gerald Thomas em cena FERNANDES, Sílvia; GUINSBURG, J.
(orgs.) – Um encenador de si mesmo: Gerald
Thomas
FRAGA, Eudinyr – Qorpo-santo: surrealismo
ou absurdo? GALIZIA, Luiz Roberto – Os processos cria- tivos de Robert Wilson: trabalhos de arte total para o teatro americano contemporâneo GARCIA, Silvana – Teatro da militância: a intenção do popular no engajamento político GASSNER, John – Mestres do teatro vols. I e II GEORGE, David – Grupo Macunaíma:
carnavalização e mito GIROUX, Sakae M. – Zeami: cena e
pensamento
GIROUX, Sakae M.; SUZUKI,Tae – Bunraku:
um teatro de bonecos GUÉNOUN, Denis – O teatro necessário?
GUINSBURG, J. – Stanislávski, Meierhold
& Cia.
GUINSBURG, J. (org.) – Pirandello: do teatro
no teatro
GUINSBURG, J.; NETTO, J. T. Coelho; CAR - DOSO, R. C. (orgs.) – Semiologia do teatro
GUINSBURG, Jac – Stanislavski e o teatro de arte de Moscou: do realismo externo ao Tchekhovismo GUINSBURG, Jac (org.) – Leone de’ Sommi:
um judeu no teatro da renascença italiana GUINSBURG, Jac. – Da cena em cena:
ensaios de teatro GUZIK,Alberto – TBC: crônica de um sonho HELIODORA, Barbara – Falando de Shakespeare HUGO,Vitor – Do grotesco e do sublime:
prefácio de Cromwell KNOX, Bernard – Édipo em Tebas: o herói trágico de Sófocles e seu tempo KOUDELA, Ingrid Dormien – Brecht na pós-modernidade KOUDELA, Ingrid Dormien – Brecht: um jogo de aprendizagem KOUDELA, Ingrid Dormien – Jogos teatrais KOUDELA, Ingrid Dormien – Texto e jogo:
uma didática brechtiana
KOUDELA, Ingrid Dormien (org.) – Heiner Müller: o espanto no teatro KOUDELA, Ingrid Dormien (org.) – Um vôo brechtiano: teoria e prática da peça didática KUSANO, Darci – Os teatros Bunraku e Kabuki: uma visada barroca LESKY,Albin – A tragédia grega MAGALDI, Sábato – Depois do espectáculo MAGALDI, Sábato – Moderna dramaturgia brasileira MAGALDI, Sábato – Nelson Rodrigues:
dramaturgia e encenações MAGALDI, Sábato – O cenário no avesso:
Gide e Pirandello MAGALDI, Sábato – O texto no teatro MARQUES, Fernando – Z: peça em um ato MARTINS,António – Arthur Azevedo: a
palavra e o riso MARTINS, Leda Maria – A cena em sombras MEICHES, Mauro; FERNANDES, Sílvia – Sobre o trabalho do ator MILAR, Sebastião – Antunes Filho e a dimensão utópica OLSEN, Mark – Máscaras mutáveis do Buda dourado ORTEGA Y GASSET, José – A idéia do teatro PAVIS, Patrice – A análise dos espetáculos:
teatro. Mímica. Dança. Dança-Teatro. Cinema PAVIS, Patrice – Dicionário de teatro PRADO, Décio de Almeida – Apresentação do teatro brasileiro moderno: crítica teatral de 1947 – 1955 PRADO, Décio de Almeida – Exercício findo:
crítica teatral (1964 – 1968) PRADO, Décio de Almeida – João Caetano:
o ator, o empresário, o repertório PRADO, Décio de Almeida – O drama romântico brasileiro PRADO, Décio de Almeida – O teatro brasileiro moderno PRADO, Décio de Almeida – Teatro de Anchieta a Alencar PRADO, Décio de Almeida – Teatro em progresso: crítica teatral (1955 – 1964)
PRONKO, Leonard C. – Teatro: leste e oeste:
perspectivas para um teatro total PUPO, Maria Lucia de Souza B. – No reino da desigualdade: teatro infantil em São Paulo nos anos setenta RAULINO, Berenice – Ruggero Jacobbi:
presença italiana no teatro brasileiro RIPELLINO,A. M. – Maiakóvski e o teatro de vanguarda RIPELLINO,Angelo Maria – O truque e a alma RÖHL, Ruth – O teatro de Heiner Müller:
modernidade e pós-modernidade ROMANO, Lúcia – O teatro do corpo mani- festo: teatro físico ROSENFELD,Anatol – O mito e o herói no moderno teatro brasileiro ROSENFELD,Anatol – O teatro épico
ROSENFELD,Anatol – Prismas do teatro ROSENFELD,Anatol – Teatro moderno
SILVA,Armando Sérgio da – Oficina: do teatro ao te-ato SILVEIRA, Francisco Maciel – Concerto
barroco às óperas do judeu ou o bifrontismo de Jano SPOLIN,Viola – Improvisação para o teatro SPOLIN,Viola – Jogos teatrias: o fichário de Viola Spolin SPOLIN,Viola – O jogo teatral no livro do diretor TAKEDA, Cristiane Layher – O cotidiano de uma lenda: cartas do Teatro de Moscou VIEIRA,Trajano – As bacantes de Eurípides VIEIRA,Trajano (org.) – Édipo rei de Sófocles VINCENZO, Elza Cunha de – Um teatro da mulher: dramaturgia feminina no palco brasileiro contemporâneo VIRMAUX,Alain – Artaud e o teatro
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GRUPO EDITORIAL RECORD (inclui as editoras José Olympio, Civilização Brasileira, Difel e Bertrand Brasil) Rua Argentina, 171 - São Cristovão Rio de Janeiro, RJ. CEP 20921-380 Brasil Tel. (55) 21 2585 2000 Fax. (55) 21 2585 080 www.editorarecord.com.br | record@record.br
ADLER, Stella – Técnica da representação teatral (Civilização Brasileira) AMADO, Jorge – O amor do soldado (recomposição) (Record) AMARAL, Maria Adelaide – abre alas (Civilização Brasileira) ARAÚJO,Alcione – Caravana da ilusão (Civilização Brasileira) ARAÚJO,Alcione – Metamorfoses do pássaro (Civilização Brasileira) ARAÚJO,Alcione – Simulações do naufrágio (Civilização Brasileira) ARAÚJO,Alcione – Visões do abismo (Civilização Brasileira) AZEVEDO,Arthur – Capital federal (Record) BENTLEY, Eric – O dramaturgo como pensador (Civilização Brasileira) BOAL,Augusto – Arco-íris do desejo (Civilização Brasileira) BOAL,Augusto – Jogos para atores e não- atores (Civilização Brasileira) BOAL,Augusto – O corsário do rei (Civilização Brasileira) BOAL,Augusto – Suicida com medo da morte (Civilização Brasileira) BOAL,Augusto – Teatro legislativo-versão beta (Civilização Brasileira) BROOK, Peter – A porta aberta (Civilização Brasileira) BUARQUE, Chico; GUERRA, Rui – Calabar (Civilização Brasileira) BUARQUE, Chico; PONTES, Paulo – Gota d’água (Civilização Brasileira) CAMUS,Albert – Estado de sítio (Civilização Brasileira) CORTÁZAR, Júlio – Os reis (Bertrand Brasil) ENSLER, Eve – Os monólogos da vagina (Bertrand Brasil) EURÍPIDES – Medéia (Civilização Brasileira) GOMES, Dias – A invasão (Bertrand Brasil) GOMES, Dias – Amor em campo minado (Bertrand Brasil) GOMES, Dias – As peças da juventude (Bertrand Brasil) GOMES, Dias – Espectáculos musicais (Bertrand Brasil) GOMES, Dias – Meu reino por um cavalo (Bertrand Brasil) GOMES, Dias – O bem-amado (Bertrand Brasil) GOMES, Dias – O berço do herói (Bertrand Brasil) GOMES, Dias – O pagador de promessas (Bertrand Brasil) GOMES, Dias – O rei de ramos (Bertrand Brasil) GOMES, Dias – O santo inquérito (Bertrand Brasil) GOMES, Dias – Odorico na cabeça (Bertrand Brasil) GOMES, Dias – Os caminhos da revolução
(Bertrand Brasil) GOMES, Dias – Os falsos mitos (Bertrand Brasil) GOMES, Dias – Os heróis vencidos (Ber- trand Brasil) GOMES, Dias – Sucupira, ame-a ou deixe-a (Bertrand Brasil) GOMES, Dias – Vargas (Bertrand Brasil) HEMINGWAY, Ernest – A quinta coluna (Bertrand Brasil) MAMET, David – Três usos da faca
(Civilização Brasileira) NERUDA, Pablo – Fulgor e morte de Joaquín Murieta (Bertrand Brasil) PENA, Martins – Os Dous ou o inglês
maquinista (Civilização Brasileira)
PLATÃO – O banquete (Difel) PONTES, Paulo – Teatro de Paulo Pontes
– vols. I e II (Civilização Brasileira)
RASI, Mauro – Pérola (Record) SOARES,Angélica – A paixão emancipatória (Difel) SÓFOCLES – Antígona (Difel) SÓFOCLES – Édipo Rei (Difel) SOUZA, Naum Alves de – Nijinski (Civilização Brasileira) SOUZA, Naum Alves de – Suburbano coração (Civilização Brasileira) STANISLAVSKI, Constantin – A construção da personagem (Civilização Brasileira) STANISLAVSKI, Constantin – A criação de
um papel (Civilização Brasileira)
STANISLAVSKI, Constantin – A preparação do actor (Civilização Brasileira) SUASSUNA,Ariano – A farsa da boa preguiça (Jos Olympio) SUASSUNA,Ariano – O casamento suspeituoso (Jos Olympio) SUASSUNA,Ariano – O santo e a porca (Jos Olympio) SUASSUNA,Ariano – Uma mulher vestida de sol (Jos Olympio) SÜSKIND, Patrick – O contrabaixo (Record)
TADI, Jean-Yves – A crítica literária no século
XX (Bertrand Brasil)
WILDE, Oscar – A importância de ser prudente (Civilização Brasileira) WINOCK, Michel – O século dos intelectuais (Bertrand Brasil)
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EDITORA SENAC SÃO PAULO Rua Rui Barbosa, 377 - 1º - Bela Vista São Paulo, SP. CEP 01326-010 Brasil Tel. (55) 11 3284 4322 Fax. (55) 11 289 9634 www.editorasenacsp.com.br eds@sp.senac.br
AGUIAR, Flávio – O Teatro de inspiração
romântica: antologia do teatro brasileiro AGUIAR, Flávio (org.) – A aventura realista
e o teatro musicado: antologia do teatro
brasileiro AMARAL,Ana Maria – O ator e seus duplos:
máscaras, bonecos, objetos FO, Dario – Manual mínimo do ator GARCIA, Silvana – Odisséia do teatro brasileiro MAGALDI, Sábato;VARGAS, Maria Thereza – Cem anos de teatro em São Paulo
(1875–1974)
MENDES, Oswaldo – Ademar Guerra: o teatro de um homem só RATTO, Gianni – Antitratado de cenografia:
variações sobre o mesmo tema RIZZO, Eraldo Pêra – Ator e estranhamento:
Brecht e Stanislavski, segundo Kusnet SERRONI, J.C. – Teatros: Uma memória do espaço cênico no Brasil VICENTE, Gil – Gil Vicente:Auto da Índia, Auto da Barca do Inferno, Farsa de Inês Pereira
GALIZA
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IGAEM - INSTITUTO GALEGO DE
ARTES ESCÉNICAS E MUSICAIS Rúa da Vesada, s/n
15703 Santiago de Compostela, Galiza
Tel. (34) 981 577 126 Fax (34) 981 577 127 www.igaem.xunta.es publicacions.igaem@xunta.es
Edições próprias e/ou apoiadas pelo IGAEM
ALONSO, Eduardo; GUEDE, Manuel
– Medea: versión libre sobre textos de
Eurípides, Séneca e Anouilh ÁLVAREZ, Chus; BERDIÑAS, Covadonga; CARRIL,Ana;TEIJEIRO,Victoria - Entre- contos ANTÓNIO, Imma – Os cárceres do esquenzo AVENDAÑO,Alberto – Fin de acto
BALLESTEROS,Anxo R. - Xogos de damas
BAUDELAIRE, Charles - O teatro de Charles Baudelaire: Proxectos: Ideolus; O fin de don Juan; O bébedo; O marqués do 1º de húsares BLANCO AMOR, Eduardo – Un refaixo pra
Celestina
BÜCHNER, George – Leoncio e Helena CABANILLAS, Ramón;VILAR PONTE, Antón - O mariscal CAMUS,Albert - Calígula CAO, Luis R. - O desprezo CASARES, Carlos – As laranxas máis laranxas de todas as laranxas
CASTELAO – Os vellos non deben de
namorarse
CORTEZON ALVAREZ, Daniel – Xelmírez ou a gloria de Compostela COTARELO VALLEDOR,Armando - Hostia DANS, Raúl - Lugar DANS, Raúl – Mantis (a misión) DE ROJAS, Magdalena; NOVOA, Cristina;
SAMPEDRO, Pilar;VILLÁN, Óscar (ilustra- dor) – As laranxas máis laranxas de todas as laranxas DIESTE, Rafael - A fiestra valdeira DIESTE, Rafael – Viaxe e fin de Don Frontán DURRENMATT, friedrich – O colaborador GOLDONI, Carlo - A pousadeira GONZÁLEZ, Cándido A. – Mal ollo! :
comedia de ambente mariñero IBSEN, Henrik – Os espectros LAGARCE, Jean-Luc – Eu estaba na casa e agardaba que vinese a chuvia LAMA, Xavier – O peregrino errante que cansou ó demo LÓPEZ, Siro – Hai que confiar na esperanza LOURENZO, Manuel - A larva furiosa; Adeus, Madelon LOURENZO, Manuel - Nocturnos MARTÍNEZ PEREIRO, Xosé Luís – Guiso de choupa MOLIÉRE - O enfermo imaxinario
OLMO, Lauro – Teatro completo, vols. I e II OTERO PEDRAYO, Ramón - A lagarada:
farsa tráxica para ler OTERO PEDRAYO, Ramón - O fidalgo e o teatro: tres textos dramáticos OTERO PEDRAYO, Ramón - Rosalía PAZO, Cándido – Nau de amores PERNAS CORA, Gustavo – Paso de Cebra e Sucesos PICOUTO, Millán – Dous asteroides: o campesiño médico ou Ceres;A avelaíña ou xuno PILLADO MAIOR, Francisco – Fígaro ou a inútil precaución PISÓN, Xésus - Crisálidas PLAUTO – A comedia do Gorgullo POSADA CURROS, José G.; GÁLVEZ, Luís de – Nin me abandonarás nunca PURA;VÁZQUEZ, Dora – Teatro completo para nenos QUEIZÁN, Maria Xosé – Antígona, a forza
ten a quen lle escribir
do sangue QUINTANILLA, Xaime - Donosiña: drama en tres autos e un prólogo
RABUÑAL, Henrique – Mumias no país de Luzetro RISCO,Vicente – O bufón de El Rei RIVEIRO LOUREIRO, Manoel - O coronel
RUIBAL, Euloxio R. – Azos de esguello RUIBAL, Euloxio R. – Minimalia: 20 pezas de teatro breve SALGUEIRO GONZÁLEZ, Roberto - O
arce do xardín
SALGUEIRO, Roberto – Historia de Maria Atrapada: pequeno tratado de amor precipitado SARRAZAC, Jean-Pierre; MIRJOL, Christina – Cantiga para JA SHAKESPEARE,William - Un soño de verán STRAVINSKY; Ramuz - Historia do soldado SYNGE, John Millington - O mozo que
cenaberta destacável 3
chegou de lonxe SYNGE, John Millington – Xinetes para o mar. Nouturnio de medo e morte Tres pezas cómicas medievais VICENTE, Gil – Nau de amores VIDAL BOLANO – A burla do galo VIDAL BOLANO – Daquel abrente VIDAL BOLANO – Mar revolto VILAR PONTE,Antón – Entre dous abis- mos e nouturnio de medo e morte WILDE, Oscar – Ernest: Comedia frívola para xente seria:The importance of being Ernest: a trivial comedy for serious people Ensaio ABUÍN GONZÁLEZ,Anxo (ed.) - Teatro, Cerimonia e xogo: a traxectoria teatral, liter- aria, e cinematográfica de Euloxio R. Ruibal ARISTÓTELES: Poética BECERRA SUÁREZ, Carmen; VILARIÑO PICOS, Mª Teresa – Roberto Vidal Bolaño:
escritor escénico
CABEZA, Santi Prego – Anuarios do teatro galego (2001-2002) CADAVAL, Quico – Memória de Antígona CARDULLO, Bert (editor) – Leccións de dramaturxia CARIDE, Jos A.;TRILLO, Felipe;VIEITES, Manuel F. – Arte dramática e función docente CENTRO DRAMÁTICO GALEGO - 20 anos: 1984-2004 CENTRO DRAMÁTICO GALEGO – Atrezos da memoria Centro Dramático Galego CORTÉS, Manuel; RON; Xesus (edição) – Chévere quince anos DANS, Raúl – Confesións dun praticante: as aventuras dun dramaturgo en Galicia DE BINGEN, Hildegarde - O desfile das virtudes: Ordo Virtutum DIDEROT, Denis - O paradoxo sobre o actor
DOMÍNGUEZ DAPENA, Cristina – Técnicas de expressão oral: o uso expressivo da voz FERAL, Josette – Os camiños de actor FERNÁNDEZ,Anibal Otero (dir.); MIRA- GAYA,Ana (coord.) - IGAEM 1991-2001 GONZÁLEZ LÓPEZ, Xesus – Unha montaxe de Os vellos non deben de namorarse GONZÁLEZ, Mercedes - (coord.) – Un soño de verán: os estudiantes e a apren- dizaxe da linguaxe teatral (livro e VHS) HODGE,Alison (editor) – Teoria e práctica da interpretación a formación do actor no século XX HOWARD, Pamela – Escenografia IGAEM – 1984 / 1994 Dez anos: Centro Dramatico Galego IGAEM – Catálogo dos espacios escénicos:
rede galega de teatros e auditórios IGAEM – Catálogos feira do teatro de Galicia
de 1997, 1998, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003, 2004 IGAEM – Centro Dramático Galego:
Os vinte primeiros meses: Maio 1984 / Decembro 1985 LAMAPEREIRA,Antón (dir.) – Anuarios do teatro galego (1994-1996) LÓPEZ SILVA, Inmaculada – Teatro e cano-nización: a crítica teatral na prensa periódica galega (1990-2000) OGANDO, Iolanda – Teatro histórico:
construción dramática e construcción nacional PEREIRO, Paulino – Poética da música teatral QUINTÁNS, Manuel (estudo crítico) - O peregrino errante que cansou o demo RIOB, Pedro P. - O teatro galego contem- poráneo (1936-1996) RODRÍGUEZ RUIBAL, Euloxio – Xogo de máscaras: escritos sobre teatro galego
ROUBINE, Jean-Jacques – Introducción ás grandes teorias do teatro VIEITES, Manuel F. - A configuración do sistema teatral galego (1882-1936) VIEITES, Manuel F. – Os estudos superiores de arte dramática: guía práctica VIEITES, Manuel F. – O teatro
jornais e revistas de teatro
Portugal
Adágio
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Brasil |
Cabo Verde |
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publicações no âmbito universitário (cursos |
Folhetim |
Mindelact |
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A |
revista é dirigida por José Carlos Faria, numa edição |
de pós-graduação): |
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do |
CENDREV e tem uma periodicidade quadrimestral. O |
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primeiro número surgiu em 1990 e o último (36/37) em Artistas Unidos |
O Percevejo |
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Fevereiro/Maio de 2003. |
A |
revista é editada pelo programa de pós-graduação em |
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morada: Adágio Cendrev — Centro Dramático de Évora Associação |
teatro da UNI-RIO e tem uma periodicidade anual. Saiu pela primeira vez em 1993 e o último número (13) é |
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Teatro Garcia de Resende |
de |
2004. |
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Praça Joaquim António de Aguiar 7000-510 Évora, Portugal tlfs: 266 705 533 / 266 703 112 fax: Cendrev/adágio 266 741 181 e-mail: cendrev@mail.evora.net |
Morada: Revista O Percevejo Programa de Pós-Graduação em Teatro Centro de Letras e Artes – Universidade do Rio de Janeiro Av, Pasteur, 436 (fundos) 22290-240 – Rio de Janeiro RJ, Brasil tlf: 0055 21 2295 1043 Repertório de Teatro & Dança |
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A |
revista é dirigida por Jorge Silva Melo, numa edição |
e-mail: malewerneck@uol.com.br (Maria Helena |
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da companhia Artistas Unidos em colaboração com a Cotovia e tem uma periodicidade semestral. O primeiro número é de 1999 e o último número (12), de Novem- bro de 2004. Jornal Cenaberta |
Werneck – Coordenadora do CLA) cla@unirio.br |
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morada: Artistas Unidos |
A |
revista é editada pelo programa de pós-graduação em |
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Rua Campo de Ourique, nº 120 |
Artes Cénicas de Escola de Teatro da Bahia (UFBA) e |
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1250-062 Lisboa, Portugal tlf e fax: 21 387 24 18 |
tem uma periodicidade anual. Saiu pela primeira vez em Fevereiro de 1998 e o último número (7) é de Outubro |
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e-mail: artistasunidos@artistasunidos.pt |
de |
2004. |
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www.artistasunidos.pt |
Morada: Repertório Teatro & Dança Programa de Pós-Graduação em Artes Cénicas Universidade Federal da Bahia Sala Preta |
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O |
jornal é dirigido por António Augusto Barros, numa edi- |
Av.Araújo Pinho, 292 – Bairro Canela |
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ção da Cena Lusófona e tem uma periodicidade trimestral. O primeiro número (0) foi lançado em Junho de 2002 e o último em Dezembro de 2004. Morada: Cenaberta Jornal Duas Colunas |
40110-150 – Salvador – Bahia, Brasil e-mail: ppgac@ufba.br |
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Cena Lusófona |
A |
revista é coordenada por Luís Fernando Ramos e Sílvia |
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Rua António José de Almeida, 2 3000-042 Coimbra, Portugal tlf: 239 836 639/861 fax: 239 836 476 e-mail: teatro@cenalusofona.pt |
Fernandes, no âmbito do programa de pós-graduação em teatro da ECA (Escola de Comunicações e Artes) da USP. Mantendo uma periodicidade anual, o primeiro número data de 2001 e o último de 2004. Morada: Revista do Departamento de Artes Cénicas Escola de Comunicações e Artes – Universidade de São Paulo Urdimento |
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O |
jornal é dirigido por José Luís Ferreira, numa edição do |
Av. Professor Lúcio Martins Rodrigues, 443 |
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Teatro Nacional S.João.O primeiro número foi lançado em Fevereiro de 2003 e o último em Janeiro de 2005. morada: Jornal Duas Colunas Teatro Nacional São João Setepalcos |
05508-900 – Cidade Universitária – São Paulo SP Brasil |
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Praça da Batalha |
A |
revista é coordenada pelo Prof. Edélcio, no âmbito do |
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4000-102 Porto, Portugal |
Curso de Pós-Graduação em Teatro do Núcleo de Pes- |
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tlf: 22 340 19 00 |
quisas Teatrais para a América Latina – Centro de Artes. |
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fax: 22 208 83 03 e-mail: geral@tnsj.pt www.tnsj.pt |
O último número saiu em Novembro de 2004. morada: Urdimento Revista de Estudos sobre Teatro na América Latina Núcleo de Pesquisas Teatrais para a América Latina – Centro de Artes > publicações editadas por grupos de teatro |
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revista é dirigida por António Augusto Barros, numa edi- |
Universidade do Estado de Santa Catarina |
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ção da Cena Lusófona, sem periodicidade estabelecida. O primeiro número surgiu em 1995 e o último em 2002. Morada: Setepalcos Cena Lusófona Rua António José de Almeida, 2 3000-042 Coimbra, Portugal tlf: 239 836 639/861 fax: 239 836 476 e-mail: teatro@cenalusofona.pt |
Av. Madre Benvenuta, 1907 – Itacorubi 88035-001 – Florianópolis – Santa Catarina Brasil tlf: 0055 48 231 9753 e-mail: urdimento@udesc.br |
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Sinais de Cena
A revista é dirigida por Maria Helena Serôdio, numa
edição da APCT – Associação Portuguesa de Críticos
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de |
Teatro, em associação com o CET-Base da Faculdade |
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de |
Letras da Universidade Clássica de Lisboa e tem uma |
periodicidade semestral. O primeiro número foi editado em Julho de 2004 e o segundo em Dezembro de 2004. Morada: Sinais de Cena APCT – Associação Portuguesa de Críticos de Teatro Av. Duque de Loulé, 31 1069-153 Lisboa, Portugal e-mail: geral@apcteatro.org www.apcteatro.org
Camarim
A revista é coordenada porpor JoséJosé FernandoFernando Peixoto,Peixoto, numanuma
edição da Cooperativa Paulista de Teatro e tem uma periodicidade trimestral.O primeiro número data de Junho de 1997 e o último de Agosto/Setembro de 2004. morada: Revista Camarim Cooperativa Paulista de Teatro Praça Franklin, 82 Consolação-São Paulo-SP 01303 Brasil tlf: 0055 11 3258 7457 e-mail: central@cooperativadeteatro.com.br
A revista é coordenada por Fátima Saadi, numa edição do
grupoTeatro do Pequeno Gesto e tem uma periodicidade
quadrimestral. O primeiro número foi lançado em 1998 e
o último (20) em Julho/Dezembro 2004. morada: Revista Folhetim Teatro do Pequeno Gesto tlf. /fax – 00 (55) 21 25580353 e-mail: teatro@pequenogesto.com.br www.pequenogesto.com.br
Vintém
A revista é coordenada por Sérgio de Carvalho, João
Carlos Guedes da Fonseca e Márcio Marciano,numa edição
da Companhia do Latão e tem uma periodicidade anual. O
primeiro número (0) foi lançado em Julho/Agosto de 1997
e o último (5) no primeiro semestre de 2004. morada: Vintém Companhia do Latão Rua Manuel Henrique Lopes nº 54, Apartamento 7 05417 – 050 S. Paulo SP Brasil tlf: 0055 11 3032 4285 e-mail: vintém@uol.com.br www.companhiadolatao.com.br
Subtexto
A revista é editada anualmente pela companhia de teatro
Galpão, sob a responsabilidade da jornalista JúniaAlvarenga.
O primeiro número foi lançado em Dezembro de 2004. morada: Subtexto Revista de Teatro do Galpão Cine Horto Rua Pitangui, 3613 – Horto 31.030-210 Belo Horizonte Minas Gerais – Brasil tlf: 00 (31) 3481 5580 e-mail: cinehorto@grupogalpao.com.br www.grupogalpao.com.br
Cadernos do Folias
A revista é editada pelo grupo Folias d’Arte (São Paulo),
sob a coordenação de Reinaldo Maia. O primeiro número saiu em 2000 e o último em 2004. morada: Folias d’Arte Rua Ana Sintra, 213 Santa Cecília 01201-060 São Paulo – SP Brasil tlf: 0055 11 361 2223 e-mail: folias@terra.com.br www.grupofolias.blogger.com.br
> Outras publicações
Revista de Teatro da SBAT
A revista é editada pela SBAT (Sociedade Brasileira de
Autores de Teatrais), com uma periodicidade semestral. Saiu de circulação por falta de meios, mas poderá ser reeditada ainda este ano ou no próximo. O primeiro número da revista, foi lançado em jan/fev/mar/44, mas
surgiu como Boletim na década de 20 do século passado.
O último número (221) foi editado em 2002.
A revista é dirigida por João Branco, numa edição da As-
sociação Mindelact, com uma periodicidade semestral. O primeiro número foi editado em Janeiro/Julho de 1997 e o último (14/15) em Março de 2005. morada: Mindelact Cidade do Mindelo, República de Cabo Verde Caixa Postal 76 tm: 00 (238) 995 10 76 tlf/fax: 00 (238) 232 41 11 e-mail: mindelact@hotmail.com www.mindelact.com
Galiza
Bululú
A revista era dirigida por Mar Nogueira e Jorge Rey, numa
edição do IGAEM, com uma periodicidade quadrimestral, mas deixou de ser publicada sem data para retorno. O
primeiro número (0) foi publicado em Verão de 2001 e o último (5) no Outono de 2003. morada: Bululú Redacção e Administração Rúa do Vilar 35 – 2º
15705 Santiago de Compostela, Galiza
tlf: 00 (34) 981 581 777 fax: 00 (34) 981 588 608 E-mail: centro.documentacion.igaem@xunta.es
R.G.T. — Revista Galega de Teatro
A revista é dirigida por Antón Lamapereira, numa edição
do IGAEM (Instituto Galego de Artes Escénicas e Musi- cais), com uma periodicidade quadrimestral. O primeiro número foi lançado em Junho de 1995 e o último (41) no Inverno de 2004 Morada: Revista Galega de Teatro Apdo Correos 210 — Cangas Pontevedra, Galiza tlf: 00 (34) 986 31 44 89 fax 00 (34) 986 3039 33 E- mail revistalalegateatro@hotmail.com
Escaramuza
A revista é dirigida por Comba Campoy, numa edição
da Associación de Actores, Directores e Técnicos de
Escena de Galícia e tem uma periodicidade trimestral. O primeiro número data de Maio/Junho de 1997 e o último (17) de 2004. morada:Associación de Actores, Directores e Técni- cos de Escena de Galícia Porta da Pena, 10 – baixo esqda
15704 Santiago de Compostela, Galiza
tlf: 0034 981 584 171 e-mail: actores@arrakis.es www.aadteg.org
CasaHamlet
A revista é dirigida por Francisco Pillado Maior, numa
edição da Escola da Teatro CasaHamlet. Mantendo uma
peridicidade anual, editou o primeiro número em Maio de 1999 e o último (6) em Maio de 2004. morada: CasaHamlet S. L. Rua Alfonso VII, 11-baixo
15005 A Coruña, Galiza
e-mail: casahamlet@hotmail.com
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