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V de Vingança

Existe uma sincera promessa para a Grande Tela. Estréia nesta sexta, dia 7, de abril o filme V de
Vingança. Acima de tudo devo classificá-lo como especial, diferente. Para quem viu e gostou de
filmes como Dark City - A Cidade das Sombras, Sin City - A Cidade do Pecado (SIC) ou ainda, o já
clássico, O Corvo, V de Vingança é imperdível. Também baseado em História em Quadrinhos, V
for Vendetta (no original ingles) é uma história escrita pelo famoso Alan Moore de Watchmen e A
Liga Extraordinária e desenhada, com personalidade, pelo excelente David Lloyd. Publicada nos
anos 90 em vários capitulos, V, retrata uma realidade alternativa onde a Alemanha Nazista venceu
a Segunda Guerra Mundial e domina a Inglaterra onde a ação se passa.

Um regime autoritário se instalou e dominada a Ilha com mão-de-ferro. Usando de “olhos”


(câmeras que vigiam até dentro de casa), “ouvidos” (escutas telefônicas) e “dedos” (os terríveis
agentes de execução do regime) para cercear toda a liberdade, uma ditadura se instalou. Neste
clima tenebroso, austero e ditatorial, surge uma entidade misteriosa, genial e muito teatral que se
intitula simplesmente V e usa uma máscara que representa Guy Fawkes, um famoso traidor do
antigo Reino Unido. Mestre em artimanhas e dotado de uns poderes especiais, esta quase
entidade – tamanha capacidade de desaparecer no ar - vai usar de todos os métodos disponíveis
para derrubar o regime opressor. Como um perfeito Anarquista, não terá qualquer compromisso
com escrúpulos ou bons costumes. Usando a ética de olho-por-olho e dente-por-dente, não haverá
limites para o que “ele” fará.

Na estória original, o personagem chega às raias da loucura e a torturar mesmo a sua própria
parceira e amor platônico, usada sem vontade própria. De acordo com a imprensa as “cores” da
estória – que na verdade era em preto-e-branco (sic) – foram suavizadas para a telona. Quem se
interessar deverá procurar o original para saber de todas as atrocidades do personagem. É bem
verdade que o autor que é levemente megalômano (gênios podem ser assim) não aprovou o
roteiro do filme, mas resta uma esperança. Moore é totalmente exagerado. Vamos pagar para ver.

A promessa tem tudo para se realizar. Espero que aproveitem a dica com moderação. Afinal não é
filme para o “grande público” e muito menos para “crianças”. Como diria Alfred Hitchcock: Quem
viver verá. E eu assino em baixo com uma rosa de presente...