Sunteți pe pagina 1din 3

DO TEXTO NO LITERRIO AO TEXTO LITERRIO

Texto 1

Texto 2

Texto 1
Receita para fazer um heri Tome-se um homem Fei o de nada, como ns E em tamanho natural. Embeba-se-lhe a carne, Lentamente, Duma certeza aguda, irracional, Intensa como o dio ou como a fome. Depois, perto do fim, agite-se um pendo e toque-se um clarim. Serve-se morto. Reinaldo Ferreira, Poemas

Texto 2
Receita Esta receita, de origem irlandesa, feita com restos de couve e pur de batata. Tempo de preparao: 10 minutos. Tempo de cozedura: 20 minutos. Ingredientes (para 4 pessoas): l cebola, finamente picada 4 couratos de bacon, em quadrados 45g de banha 500g de pur de batata 225g de couve cozida e picada Sal e pimenta Frite a cebola e o courato na banha, at aquela estar macia. Retire-os e misture-os com a couve e o pur de batata. Tempere. Molde o reparado em 4 bolas achatadas (v. gravura). Frite na banha at alourar um pouco. Sirva com ovos estrelados ou com uma salada de vegetais com carnes frias. in Doze Meses de Cozinha

1. Qual dos te tos tem, como principal objetivo, informar? 2. Qual deles parece mais original, mais sugestivo, mais potico? 3. Qual deles est mais prximo da maneira corrente como usamos a lngua, no dia a dia?

PARA SAB R Podemos distinguir os textos no liter rios (TNL) dos textos literrios (TL) tendo em conta que: nos textos no literrios predominam: a objetividade a denotao a funo informativa o respeito pela norma o carter utilitrio

nos textos literrios predominam: a subjetividade a conotao as funes expressiva e potica o desvio da norma o carcter esttico

Exerccios: 1. Quando responde perguntas de um teste de Histria, procuras construir um texto literrio ou um texto no literrio?

2. Quando te pedem um poema, num teste de Portugu s, procuras construir um texto literrio ou um texto no literrio?

3. Temos aqui dois textos: um TL e um TNL. Continue-os, mantendo as caractersticas de cada um.
Desaparecido

Sempre que leio nos jornais: De casa dos seus pais desapareceu... Embora sejam outros os sinais, Suponho sempre que sou eu.

Eu, verdadeiramente jovem, Que por caminhos meus e naturais Do meu veleiro, que ora os outros movem, Pudesse ser o prprio arrais. [ ] Carlos Queirs