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9.24 Evangelização e Missões

A necessidade da Evangelização

Ser bíblico é ser evangelista porque o evangelho é a mensagem central da Bíblia. Do início ao fim ela indica o Salvador que deveria vir, veio, e virá novamente. O único meio de tornar-se aceitável para o Pai é por meio da fé nele. Uma vez que as pessoas não podem crer nele a não ser que saibam sobre ele, alguém deve contar-lhes (Rm 10.14). Isso exige evangelização. É por isso que o apóstolo Paulo, evangelista e missionário por excelência, insistia que, se não fizesse nada mais, ele pregaria Cristo crucificado (1 Co 1.17; 2.22). João Calvino dizia "nós devemos tanto quanto possível nos esforçarmos para levar todos os homens da terra para Deus" (Comentário sobre Deuteronômio 33.18,19), acrescentando que nada poderia ser mais inconsistente com a natureza de nossa fé do que sonegar a verdade sobre Deus para os outros (Is 2.3).

Deus deseja que todas as pessoas em todos os lugares ouçam o evangelho. Há e sempre houve uma dimensão multinacional definida para o seu plano de redenção. Quando fez seu pacto com Abrão, prometeu abençoar todas as famílias da terra por meio de Abraão (Gn 12.1-3). Israel era a nação escolhida por Deus, mas era também usada por Deus para atrair outras pessoas a ele, tais como Rute, a moabita, Naamã, o sírio e o povo de Nínive. Deus prometeu enviar o Messias no tempo próprio como uma luz para as nações que viviam na escuridão (IS 60.1-3). O Messias se transformaria no sacrifício perfeito para o pecado humano, trazendo purificação às nações de forma que a salvação de Deus seria levada aos confins da terra (IS 53.10,15). O próprio templo era uma cada de oração e adoração para todas as nações (Mc 11.17,18).

A Grande Comissão para fazer discípulos de todas as nações tem raízes na aliança

Abraâmica. Em Pentecostes o impulso multinacional do evangelho apareceu quando o Espírito Santo fez os crentes testemunhar na Judáia, em Samaria e nos confins da terra (At 1.8;2.5-15,17,21). Todas as nações serão representadas no céu (Ap 5.9; 7.9; 21.22- 26). Portanto, os cristãos têm uma permanente obrigação de comunicar o evangelho a todas as pessoas em toda parte do mundo. Isto exige pregação a todos os povos.

A

responsabilidade de todo crente

O

clero e os líderes cristãos não são os agentes exclusivos do evangelismo, mas todo

cristão deve ser uma testemunha de Cristo, conforme surge a oportunidade no fluxo e refluxo da vida diária, confessando-o em palavras e ações. A evangelização inevitavelmente acompanha a presença do Espírito Santo porque ele é o Espírito da Verdade e testemunha de Jesus (Jo 15.26,27). O livro de Atos descreve crentes comuns evangelizando ativamente como resultado natural de suas conversões e circunstâncias (At 8.1-4; 11.9,20).

Além do mais, a vida transformada do crente é em si e por si, insuficiente para trazer à alguém a compreensão do evangelho. Ela pode testificar de modo atraente a graça de Deus, mas é incompleta se não for expressa em palavras. É necessário viver a vida cristã, de modo que outros possam ver a diferença que ela faz, mas isso não satisfaz a responsabilidade de evangelizar. Assim como a revelação geral é inadequada para revelar Cristo aos incrédulos, exigindo a especial revelação de Deus na Bíblia para explicar quem

ele é e por que ele veio, assim também o comportamento cristão deve ser enriquecido por uma explanação do evangelho.

O que o evangelho?

Não há uma ordem particular na qual a mensagem evangélica deva ser apresentada, e as palavras para explicá-la não estão prescritas nas Escrituras, mas há um núcleo legítimo arrependimento, o desejo sincero de abandonar o pecado. A salvação é pela graça por meio da fé (Ef 2.8,9). Quando alguém confia em Cristo como Salvador, Deus perdoa e aceita essa pessoa como coberta completamente pela justiça do Cristo. O crente torna-se um filho de Deus e tem assegurada a vida eterna (Jo 3.16).

A Soberania de Deus e a evangelização

Como o povo do Senhor obedece a sua ordem de levar o evangelho para o mundo todo, eles assim com confiança de que seus esforços serão frutíferos e que a sua palavra não retornará vazia (Is 55.11) O sucesso da evangelização não depende do esforço humano,

mas do trabalho regenerador do Espírito Santo. Em testemunho, os cristãos são humildes

e devotadamente dependentes da supervisão de Deus. Um cristão deve ser paciente,

aguardando o tempo de Deus, percebendo que o mais importante é ser fiel e diligente na execução da ordem de Deus. Quando alguém é convertido e confessa a Cristo, os cristãos, assim como apóstolo Paulo, se regozijam no Senhor e o glorificam (1 Co 1.31;

2.5).

Autor: Luder G. Whitlock Fonte: Bíblia de Estudo de Genebra

Texto reduzido por: Gladston Pereira da Cunha, rev. Palavra Viva, título: Tanto pg. 27.

Como,

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