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POTENCIAL FORRAGEIRO DA CAATINGA João Ambrósio de Araújo Filho ambrosio.filho@uol.com.br Universidade Estadual Vale
POTENCIAL FORRAGEIRO DA CAATINGA
João Ambrósio de Araújo Filho
ambrosio.filho@uol.com.br
Universidade Estadual Vale do
Acaraú - UVA
CAATINGA: Área de cobertura: 82 milhões ha Tipos: 12 (Ação antrópica) Arbóreo Arbustivo Famílias Catáceas,
CAATINGA:
Área de cobertura: 82 milhões ha
Tipos: 12 (Ação antrópica)
Arbóreo
Arbustivo
Famílias
Catáceas,
Espécies arbóreas: 596Leguminosas, Euforbiáceas,
Espécies endêmicas: 180
POTENCIAL DE PRODUÇÃO DE FITOMASSA DA CAATINGA Produção média anual: 6 t/ha 2,0 t/ha de
POTENCIAL DE PRODUÇÃO DE FITOMASSA DA CAATINGA
Produção média anual: 6 t/ha
2,0 t/ha de madeira; Taxa de Incremento Anual (TIA) = 5,0 st
4,0 t/ha folhas, talos, flores
90% de espécies lenhosas (70% potencialmente forrageiras)
Disponibilidade de fitomassa forrageira: 280 a 400 kg/ha/ano
Estação das chuvas - baixa disponibilidade
Estação seca - baixa qualidade
DISPONIBILIDADE E COMPOSIÇÃO DA FITOMASSA PASTÁVEL DA CAATINGA Estação Total Herb Len Rest (kg/ha) (%)
DISPONIBILIDADE E COMPOSIÇÃO DA FITOMASSA
PASTÁVEL DA CAATINGA
Estação
Total
Herb
Len
Rest
(kg/ha)
(%)
(%)
(%)
Início Úmida
2.287,9
5,3
2,5
92,2
Meio Úmida
1.905,4
36,5
8,4
55,2
Fim Úmida
1.204,7
57,6
14,2
28,2
Meio Seca
3.598,0
24,6
0,0
75,4
Fim Seca
2.407,8
9,8
0,0
90,2
TEOR DE PROTEÍNA BRUTA (%) NA DIETA Estação/ Estação Úmida Estação Seca Autor Caprino Ovino
TEOR DE PROTEÍNA BRUTA (%) NA DIETA
Estação/
Estação Úmida
Estação Seca
Autor
Caprino
Ovino
Caprino
Ovino
Kirmse (1984)
15,6
14,4
12,4
8,7
Pfister (1982)
19,2
18,6
13,2
12,4
Souza (1991)
14,7
15,0
9,1
8,8
Peter (1992)
18,6
18,2
12,2
12,5
Média
17,0
16,6
11,7
10,6
Caatinga Arbórea - Estação das Chuvas
Caatinga Arbórea - Estação das Chuvas
Caatinga Arbórea - Estação seca
Caatinga Arbórea - Estação seca
AROEIRA (Myracrodruon Urundeuva Allem ) COMPOSIÇÃO BROMATOLÓGICA Fase/Com Veg Dorm Matéria seca 38,5 89,6
AROEIRA (Myracrodruon Urundeuva Allem )
COMPOSIÇÃO BROMATOLÓGICA
Fase/Com
Veg
Dorm
Matéria seca
38,5
89,6
Proteína bruta
16,7
8,7
Lignina
4,5
6,7
Tanino total
35,8
10,6
DIVMS
65,6
30,5
CATINGUEIRA (CAESALPINIA BRACTEOSA Tul.) COMPOSIÇÃO BROMATOLÓGICA Fase/Com Veg Dorm Matéria seca 45,4 87,1
CATINGUEIRA (CAESALPINIA BRACTEOSA Tul.)
COMPOSIÇÃO BROMATOLÓGICA
Fase/Com
Veg
Dorm
Matéria seca
45,4
87,1
Proteína bruta
16,9
11,2
Lignina
6,6
11,7
Tanino total
20,6
9,5
DIVMS
58,4
30,9
JUAZEIRO (ZIZYPHUS JOAZEIRO MART), COMPOSIÇÃO BROMATOLÓGICA Fase/Comp. Veg Dorm Matéria seca 24,3 80,3
JUAZEIRO (ZIZYPHUS JOAZEIRO MART),
COMPOSIÇÃO BROMATOLÓGICA
Fase/Comp.
Veg
Dorm
Matéria seca
24,3
80,3
Proteína bruta
20,6
8,9
Lignina
11,9
20,3
Tanino total
0,1
2,1
DIVMS
36,6
25,4
JUCÁ (CAESALPINIA FERREA Mart. & Tub) COMPOSIÇÃO BROMATOLÓGICA Fase/Comp. Veg Frut Matéria seca 53,7 57,3
JUCÁ (CAESALPINIA FERREA Mart. & Tub)
COMPOSIÇÃO BROMATOLÓGICA
Fase/Comp.
Veg
Frut
Matéria seca
53,7
57,3
Proteína bruta
15,1
13,3
Lignina
8,7
15,9
Tanino total
17,7
18,7
DIVMS
43,1
30,4
JUREMA PRETA (Mimosa hostilis (Wild) Poir) COMPOSIÇÃO BROMATOLÓGICA Fase/Comp. Veg Dorm Matéria seca 34,5 89,5
JUREMA PRETA (Mimosa hostilis (Wild) Poir)
COMPOSIÇÃO BROMATOLÓGICA
Fase/Comp.
Veg
Dorm
Matéria seca
34,5
89,5
Proteína bruta
12,1
8,7
Lignina
11,4
13,7
Tanino total
9,9
12,4
DIVMS
26,0
22,5
MORORÓ (BAUHINIA CHEILANTHA (BONG.) STEUD.) COMPOSIÇÃO BROMATOLÓGICA Fase/Comp. Veg Dorm Matéria seca 25,1
MORORÓ (BAUHINIA CHEILANTHA (BONG.) STEUD.)
COMPOSIÇÃO BROMATOLÓGICA
Fase/Comp.
Veg
Dorm
Matéria seca
25,1
90,9
Proteína bruta
20,7
9,7
Lignina
9,1
25,3
Tanino total
5,7
3,9
DIVMS
59,7
35,5
PAU BRANCO (Auxemma oncocalyx Taub .) COMPOSIÇÃO BROMATOLÓGICA Fase/Comp. Veg Dorm Matéria seca 21,0 83,7
PAU BRANCO (Auxemma oncocalyx Taub .)
COMPOSIÇÃO BROMATOLÓGICA
Fase/Comp.
Veg
Dorm
Matéria seca
21,0
83,7
Proteína bruta
20,3
8,3
Lignina
20,9
20,2
Tanino total
0,7
3,0
DIVMS
25,9
12,7
SABIÁ (MIMOSA CAESALPINIIFOLIA BENTH.) COMPOSIÇÃO BROMATOLÓGICA Fase/Comp. Veg Dorm Matéria seca 33,6 90,2
SABIÁ (MIMOSA CAESALPINIIFOLIA BENTH.)
COMPOSIÇÃO BROMATOLÓGICA
Fase/Comp.
Veg
Dorm
Matéria seca
33,6
90,2
Proteína bruta
19,2
8,5
Lignina
13,5
22,9
Tanino total
4,9
8,6
DIVMS
39,2
22,9
CAATINGA NATIVA - ÍNDICES PRODUTIVOS Fitomassa aérea: Produção de forragem: 4.000,0 kg/ha/ano 280,0 kg/ha/ano
CAATINGA NATIVA - ÍNDICES PRODUTIVOS
Fitomassa aérea:
Produção de forragem:
4.000,0 kg/ha/ano
280,0 kg/ha/ano
Capacidade de suporte:
Ovino ou Caprino
Bovino
12,0 a 16,0 ha/ua/ano
20,0 a 22,0 ha/ua/ano
Ganho de peso diário (g):
Est úmida
Est. seca
Ovino
44,0
18,2
Caprino
36,1
14,9
Bovino
275,5
-155,7
Produção de carne:
Ovino
5,0 kg/ha/ano
Caprino
6,0 kg/ha/ano
Bovino
2,8 kg/ha/ano
SOBREPASTEJO 9
SOBREPASTEJO
SOBREPASTEJO
EXPOSIÇÃO DO SOLO 10
EXPOSIÇÃO DO SOLO
EXPOSIÇÃO DO SOLO
EROSÃO LAMINAR
EROSÃO LAMINAR
TECNOLOGIAS DE MANIPULAÇÃO DA VEGETAÇÃO DA CAATINGA Definição: A manipulação da vegetação consiste em toda
TECNOLOGIAS DE MANIPULAÇÃO DA VEGETAÇÃO DA
CAATINGA
Definição: A manipulação da vegetação consiste em toda e
qualquer modificação induzida pelo homem na
cobertura florística de uma área, visando adequá-la
aos objetivos da exploração desejada, seja ela
agrícola, pastoril ou madeireira.
Estrato herbáceo - Enriquecimento com espécies nativas
e/ou exóticas
- Estabilização da composição florística
forrageira
Estrato lenhoso - Mudanças na composição florística e
arquitetura, repovoamento e
Enriquecimento
TECNOLOGIAS DE MANIPULAÇÃO DA VEGETAÇÃO DA CAATINGA Critérios: Objetivos da exploração; Potencial do sítio
TECNOLOGIAS DE MANIPULAÇÃO DA VEGETAÇÃO DA
CAATINGA
Critérios:
Objetivos da exploração;
Potencial do sítio ecológico;
Disponibilidade de mão de obra e insumos;
Acesso ao crédito.
Recomendações
Preservação das árvores: biodiversidade, interceptação
da chuva, aporte de matéria orgânica, produção de
forragem e conforto animal;
Utilização de 60% da fitomassa disponível: proteção do
solo, manutenção da fertilidade do solo e proteção do
banco de sementes;
Preservação da mata ciliar: proteção dos recursos
hídricos, corredor ecológico.
PRESERVAÇÃO DE ÁRVORES
PRESERVAÇÃO DE ÁRVORES
USO RACIONAL DA FORRAGEM
USO RACIONAL DA FORRAGEM
PRESERVAÇÃO DA MATA CILIAR
PRESERVAÇÃO DA MATA CILIAR
REBAIXAMENTO COM MANEJO DA REBROTAÇÃO Objetivos: Aumento da produção de forragem do estrato lenhoso Extensão
REBAIXAMENTO COM MANEJO DA REBROTAÇÃO
Objetivos: Aumento da produção de forragem do estrato lenhoso
Extensão de oferta de forragem verde no período seco
Aumento de produção de forragem do estrato
herbáceo
Criação de caprinos e caprinos/bovinos
Cobertura arbórea : até 60% (rebrotações)
Estabelecimento: Estação seca
Estação úmida
Manutenção: a cada 3-4 anos
Pastoreio combinado caprino-bovino
REBAIXAMENTO COM MANEJO DA REBROTAÇÃO BENEFÍCIOS: ♦ Aumento da disponibilidade da forragem; ♦ Melhoria de
REBAIXAMENTO COM MANEJO DA REBROTAÇÃO
BENEFÍCIOS:
♦ Aumento da disponibilidade da forragem;
♦ Melhoria de sua qualidade bromatológica;
♦ Extensão da produção de folhagem verde;
♦ Aumento da produção animal
t
t
t COM MANEJO DA REBROTAÇÃO
t
COM
MANEJO DA REBROTAÇÃO
CAATINGA REBAIXADA – ESTAÇÃO SECA
CAATINGA REBAIXADA – ESTAÇÃO SECA
REBAIXAMENTO - ÍNDICES PRODUTIVOS Fitomassa aérea: Produção de forragem: 4.000,0 kg/ha/ano 2.400,0 kg/ha/ano
REBAIXAMENTO - ÍNDICES PRODUTIVOS
Fitomassa aérea:
Produção de forragem:
4.000,0 kg/ha/ano
2.400,0 kg/ha/ano
Capacidade de suporte:
Ovino
Caprino
Bovino
8,0 a 10,0 ha/ua/ano
4,0 a 5,0 ha/ua/ano
5,5 a 6,5 ha/ua/ano
Ganho de peso diário (g):
Est úmida
Est. seca
Ovino
47,7
21,0
Caprino
54,0
27,8
Bovino
405,8
-132,9
Produção de carne:
Ovino
8,2 kg/ha/ano
Caprino
17,3 kg/ha/ano
Bovino
11,2 kg/ha/ano
RALEAMENTO Objetivo: Aumento da produção de forragem do estrato herbáceo criação de bovinos e/ou ovinos
RALEAMENTO
Objetivo: Aumento da produção de forragem do estrato herbáceo
criação de bovinos e/ou ovinos
Cobertura arbórea: até 40% ou 350 a 400 árvores por hectare
Declividade: até 10%
Modelo: Arbustiva-arbórea densa para savana
Estabelecimento: Estação seca
Estação úmida
Manutenção: a cada 3-4 anos
Pastoreio alternado caprino-ovino
RALEAMENTO BENEFÍCIOS: ♦ Aumento da disponibilidade de forragem; ♦ Melhoria da qualidade da forragem; ♦
RALEAMENTO
BENEFÍCIOS:
♦ Aumento da disponibilidade de forragem;
♦ Melhoria da qualidade da forragem;
♦ Maior resiliência aos efeitos da seca;
♦ Melhoria no manejo do rebanho.
CAATINGA RALEADA – INVERN0
CAATINGA RALEADA – INVERN0
CAATINGA RALEADA: ESTAÇÃO SECA
CAATINGA RALEADA: ESTAÇÃO SECA
RALEAMENTO - ÍNDICES PRODUTIVOS Fitomassa aérea: Produção de forragem: 4.000 kg/ha/ano 2.400 kg/ha/ano Capacidade
RALEAMENTO - ÍNDICES PRODUTIVOS
Fitomassa aérea:
Produção de forragem:
4.000 kg/ha/ano
2.400 kg/ha/ano
Capacidade de suporte:
Ovino ou caprino
Bovino
3,5 a 4,5 ha/ua/ano
3,5 a 4,5 ha/ua/ano
Ganho de peso diário (g):
Est úmida
Est. seca
Ovino
77,9
32,0
Caprino
57,7
26,8
Bovino
621,0
-11,5
Produção de carne:
Ovino
22,9 kg/ha/ano
Caprino
17,6 kg/ha/ano
Bovino
29,5 kg/ha/ano
ENRIQUECIMENTO Objetivos: Aumento da produção de forragem dos estratos herbáceo e lenhoso Criação de bovinos,
ENRIQUECIMENTO
Objetivos: Aumento da produção de forragem dos estratos
herbáceo e lenhoso
Criação de bovinos, caprinos e ovinos
Cobertura arbórea : até 20% ou 150 a 200 árvores por hectare
Modelos: Pasto de gramíneas
Banco de proteína
Estabelecimento: Estação seca - corte da vegetação lenhosa
Estação úmida - adubação, plantio e cultivo
Manutenção: a cada 3-4 anos
ENRIQUECIMENTO BENEFÍCIOS: ♦ Aumento da disponibilidade de forragem; ♦ Melhoria de sua qualidade; ♦ Aumento
ENRIQUECIMENTO
BENEFÍCIOS:
♦ Aumento da disponibilidade de forragem;
♦ Melhoria de sua qualidade;
♦ Aumento da produção animal;
♦ Aumento da capacidade de suporte;
♦ Melhoria da utilização da forragem.
♦ Aumento da produção animal; ♦ Aumento da capacidade de suporte; ♦ Melhoria da utilização da
ENRIQUECIMENTO - ÍNDICES PRODUTIVOS Fitomassa aérea: Produção de forragem: 10.000 kg/ha/ano 6.000 kg/ha/ano
ENRIQUECIMENTO - ÍNDICES PRODUTIVOS Fitomassa aérea: Produção de forragem: 10.000 kg/ha/ano 6.000 kg/ha/ano
ENRIQUECIMENTO - ÍNDICES PRODUTIVOS
Fitomassa aérea:
Produção de forragem:
10.000 kg/ha/ano
6.000 kg/ha/ano
Capacidade de suporte:
Ovino ou Caprino
Bovino
1,0 a 1,5 ha/ua/ano
1,0 a 1,5 ha/ua/ano
Ganho de peso diário (g):
Est. úmida
Est. seca
Ovino
63,6
26,1
Caprino
52,7
23,5
Bovino
780,0
130,0
Produção de carne:
Ovino
57,0 kg/ha/ano
Caprino
55,0 kg/ha/ano
Bovino
58,1 kg/ha/ano

ALTERNATIVAS SUSTENTÁVEIS

AGRICULTURA

SISTEMAS AGROFLORESTAIS Silvopastoril Agrossilvipastoril

POR QUE A PECUÁRIA?

SISTEMAS AGROFLORESTAIS

PRINCIPAIS VANTAGENS

• CONSERVAÇÃO AMBIENTAL

SUSTENTABILIDADE DO ESTABELECIMENTO

FIXAÇÃO SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA

INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁRIA-FLORESTA

RESILIÊNCIA CONTRA A SECA

MAIOR RETORNO FINANCEIRO

FIXAÇÃO DO HOMEM AO CAMPO

RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS

ALTERNATIVAS SUSTENTÁVEIS

AGRICULTURA

SISTEMAS AGROFLORESTAIS Silvopastoril Agrossilvipastoril

POR QUE A PECUÁRIA?

SISTEMAS AGROFLORESTAIS

SAF SOBRAL, MODELO AGROSILVIPASTORIL

OBJETIVOS

FIXAR A AGRICULTURA

SUSTAR A DEGRADAÇÃO AMBIENTAL

AUMENTAR A PRODUTIVIDADE

MELHORAR A RENDA FAMILIAR

SISTEMAS AGROFLORESTAIS

PRINCIPAIS VANTAGENS

• CONSERVAÇÃO AMBIENTAL

SUSTENTABILIDADE DO ESTABELECIMENTO

FIXAÇÃO SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA

INTEGRAÇÃO LAVOURA-PECUÁRIA-FLORESTA

RESILIÊNCIA CONTRA A SECA

MAIOR RETORNO FINANCEIRO

FIXAÇÃO DO HOMEM AO CAMPO

RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS

SISTEMAS AGROFLORESTAIS

SAF SOBRAL, MODELO AGROSILVIPASTORIL

DIVISÃO DAS PARCELAS:

AGRÍCOLA

20%

PASTORIL

60%

RESERVA LEGAL

20%

25
25
MILHO/LEUCENA - 5 O ANO 26
MILHO/LEUCENA - 5 O ANO
MILHO/LEUCENA - 5 O ANO
ADICAO DE MATERIA ORGANICA F0NTES KG/HA/ANO (MS) Esterco 2.500 Serrapilheira 1.500 Cortes das aleias 2.500
ADICAO DE MATERIA ORGANICA F0NTES KG/HA/ANO (MS) Esterco 2.500 Serrapilheira 1.500 Cortes das aleias 2.500
ADICAO DE MATERIA ORGANICA
F0NTES
KG/HA/ANO (MS)
Esterco
2.500
Serrapilheira
1.500
Cortes das aleias
2.500
Capinas
2.000
Ano Precipitações Pluviais SAF-Sobral 1998 610,6 722,0 1999 1.224,9 1.393,7 2000 1.049,2 1.405,0 2001
Ano
Precipitações Pluviais
SAF-Sobral
1998
610,6
722,0
1999
1.224,9
1.393,7
2000
1.049,2
1.405,0
2001
1.002,5
1.532,0
2002
905,3
1.230,0
2003
744,9
1.123,8
2004
1.060,7
1.254,2
2005
664,3
1.134,9
2006
910,5
1.414,8
2007
619,3
2.625,0
Média
879,2
1.383,5
CONSIDERAÇÕES FINAIS História do pastoreio Degradação ambiental Decadência da bovinocultura Ressurgimento da
CONSIDERAÇÕES FINAIS
História do pastoreio
Degradação ambiental
Decadência da bovinocultura
Ressurgimento da ovinocaprinocultura
Capacitação do produtor
Adoção de tecnologia
POTENCIAL FORRAGEIRO DA CAATINGA João Ambrósio de Araújo Filho ambrosio.filho@uol.com.br Universidade Estadual Vale
POTENCIAL FORRAGEIRO DA CAATINGA
João Ambrósio de Araújo Filho
ambrosio.filho@uol.com.br
Universidade Estadual Vale do
Acaraú - UVA