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06 de agosto de 2012

06 de agosto de 2012

No conceito de Jacques Rueff (séc. XX), “uma força aplicada a uma massa produz um

No conceito de Jacques Rueff (séc. XX), “uma força aplicada a

uma massa produz um movimento caracterizado por sua aceleração. Esta,

para uma mesma força, é tanto maior quanto mais fraca a massa.

Do mesmo modo, a procura aplicada a determinada riqueza produz mudança caracterizada pelo preço no qual ela intervém. Para uma

procura de montante igual em unidades monetárias, o preço será tanto

mais elevado quanto mais fraca for a quantidade de riquezas oferecidas.

A quantidade ofertada é, então, uma resistência à elevação infinita dos preços, como a massa, uma resistência ao movimento. Nos dois casos, a inércia é proporcional a qualidade de matéria na qual a

influência motriz é aplicada”.

Para o economista americano Paul Samuelson (séc. XX), “Economia é uma ciência social que estuda a administração dos recursos escassos entre usos alternativos e fins competitivos”.

A evolução da Ciência Econômica, por razões didáticas, pode ser dividida em quatro grandes fases:

A evolução da Ciência Econômica, por razões didáticas,

pode ser dividida em quatro grandes fases:

Fase pré-científica: das origens até 1750;

A criação da Ciência Econômica: 1750-1870;

A elaboração dos princípios teóricos fundamentais:

1870-1929;

A fase atual da Ciência Econômica: de 1929 aos nossos dias.

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 Antiguidade grega A Crematística de Aristóteles, referia-se aos aspectos pecuniários das transações comerciais.

Antiguidade grega

A Crematística de Aristóteles, referia-se aos aspectos pecuniários

das transações comerciais. Apresentou algumas contribuições interessantes as teorias do valor, dos preços e da moeda.

Antiguidade romana

Havia uma unidade econômica, mantida por meio de notáveis

redes rodoviárias e de intensa navegação. Roma tornou-se o centro de afluência dos produtos de todas as províncias estimulando as transações comerciais e a criação de companhias mercantis e sociedades por ações. Entretanto, limitaram-se a política e sua contribuição a economia foi

quase nula.

A Idade Média

A igreja exercia forte influência. O pensamento econômico do período passou a ser orientado pela moral cristã. A partir do séc. XV,

entretanto, essa subordinação seria substituída pela preocupação

metalista.

 Transformações intelectuais – o Renascimento com sua floração artística e literária, a laicização do

Transformações intelectuais o Renascimento com sua floração

artística e literária, a laicização do pensamento, retorno aos métodos de

observação e experiência;

Transformações religiosas trazidas principalmente pelo movimento da reforma, em especial a implantada por Calvino e pelos puritanos

anglo-saxões, que exaltavam o individualismo e a atividade econômica,

condenavam a ociosidade, justificavam os empréstimos a juros, a busca do lucro, o sucesso nos negócios e etc.;

Transformações do padrão de vida desejo de bem-estar, alimentação requintada (especiarias, açúcar etc.), habitações confortáveis e arejadas

(decoração de interiores, móveis trabalhados, quadros, tapeçarias,

louças finas etc.), viagens inter-regionais (novas maneiras de viver e pensar) etc.;

Transformações políticas o Estado moderno, coordenador de recursos materiais e humanos da nação, aglutinador das forças;

 Transformações geográficas – ampliação dos “limites do mundo”, graças as grandes descobertas (

Transformações geográficas – ampliação dos “limites do mundo”, graças as grandes descobertas (sobretudo a bússola) e aos esforços para desenvolver a navegação.

Bartolomeu Dias dobrou o cabo das tormentas (1487)

Colombo desembarcou em Guanahani (1492)

Vasco da Gama atingiu as Índias (1498)

Cabral descobriu o Brasil (1500)

Magalhães empreendeu, pela primeira vez, uma viagem de

circunavegação , concluída por seu lugar-tenente Sebastião del Cano (1514)

Cortez conquistou o México (1519-1521)

Pizarro dominou a terra dos Incas (1531)

 Transformações econômicas – afluxo a Europa de metais preciosos, provenientes do Novo Mundo, provocou

Transformações econômicas afluxo a Europa de

metais preciosos, provenientes do Novo Mundo, provocou o deslocamento do eixo econômico mundial:

os grandes centros comerciais marítimos não mais se

limitaram ao Mediterrâneo, estendendo-se também ao

Atlântico e ao Mar do Norte (Londres, Amsterdã, Bordéus, Lisboa etc.). O aparecimento de interessantes ideias sobre a moeda possibilitou a elaboração da concepção metalista, base do mercantilismo: o ouro e a prata passaram a ser considerados os mais perfeitos instrumentos de aquisição e riqueza.