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MATEMÁTICA

FUNÇÃO EXPONENCIAL E LOGARÍTMICA

Quando os logaritmos foram introduzidos no século XVII como uma ferramenta computacional, eles forneceram aos cientistas daquela época um poder de cálculo até então inimaginável. Embora os computadores e as calculadoras tenham substituído amplamente os logaritmos em cálculos numéricos, as funções logarítmica e suas relativas tem uma vasta aplicação na matemática e na ciência.

EXPOENTES IRRACIONAIS

Em álgebra, as potências inteiras e racionais de um número b estão definidas por

inteiras e racionais de um número b estão definidas por Se b for negativo, então algumas

Se b for negativo, então algumas das potências fracionárias de b terão valores imaginários; por

fracionárias de b terão valores imaginários; por exemplo, não seja estabelecido explicitamente. . Para

exemplo,

não seja estabelecido explicitamente.

. Para evitar esta complicação, vamos supor que

, mesmo que. Para evitar esta complicação, vamos supor que Observe que as definições precedentes não incluem

Observe que as definições precedentes não incluem potências irracionais de b, tais como

não incluem potências irracionais de b , tais como Há vários métodos para definir potências irracionais.

Há vários métodos para definir potências irracionais. Uma abordagem é definir potências

irracionais de b como limite de potências racionais. Por exemplo, para definir

começar com a representação decimal de

para definir começar com a representação decimal de devemos , isto é, 3,1415926 Desta decimal, podemos

devemos

definir começar com a representação decimal de devemos , isto é, 3,1415926 Desta decimal, podemos formar

, isto é,

3,1415926

Desta decimal, podemos formar uma seqüência de números racionais que ficam cada vez mais

próximos de

de números racionais que ficam cada vez mais próximos de isto é, 3,1; 3,14; 3,141; 3,1415;

isto é,

3,1;

3,14;

3,141;

3,1415;

3,14159

e a partir destes podemos formar uma seqüência de potências racionais de 2:

formar uma seqüência de potências racionais de 2: Uma vez que os expoentes dos termos desta

Uma vez que os expoentes dos termos desta seqüência tendem a um limite

plausível que os próprios termos tendam a um limite; sendo assim, é razoável definir sendo este limite. A tabela abaixo fornece evidência numérica de que a seqüência, na

realidade, tem um limite e para quatro casas decimais, o valor deste limite é

geral, para qualquer expoente irracional p e número positivo b, podemos definir limite de potências racionais de b, criadas pela expansão decimal de p.

, parecelimite de potências racionais de b , criadas pela expansão decimal de p. como 8,8250. Em

de potências racionais de b , criadas pela expansão decimal de p. , parece como 8,8250.
de potências racionais de b , criadas pela expansão decimal de p. , parece como 8,8250.

como

8,8250. Em

como o

Tabela

x

 
x    
 

3

8,000000

3,1

8,574188

3,14

8,815241

3,141

8,821353

3,1415

8,824411

3,14159

8,824962

3,141592

8,824974

A FAMÍLIA DE FUNÇÕES EXPONENCIAIS

Uma função da forma f (x) = base b, cujos exemplos são

f (x) =

,
,

f (x) =

,
,
) = base b , cujos exemplos são f ( x ) = , f (

, onde b > 0 e b

f (x) =

f ( x ) = , f ( x ) = , , onde b >
f ( x ) = , f ( x ) = , , onde b >

1, é chamada de função exponencial de

Note que uma função exponencial tem uma base constante e um expoente variável. Assim as

funções tais como f (x) =

uma vez que elas tem uma base variável e um expoente constante.

vez que elas tem uma base variável e um expoente constante. e f ( x )
vez que elas tem uma base variável e um expoente constante. e f ( x )

e f (x) =

não seriam classificadas como funções exponenciais,

Pode ser mostrado que as funções exponenciais são contínuas e têm um dos dois aspectos básicos mostrados na figura 1, dependendo de se 0 < b < 1 ou b > 1. A figura 2 mostra os gráficos de algumas funções exponenciais específicas.

os gráficos de algumas funções exponenciais específicas. = OBSERVAÇÃO. Se b = 1, então a função
os gráficos de algumas funções exponenciais específicas. = OBSERVAÇÃO. Se b = 1, então a função
os gráficos de algumas funções exponenciais específicas. = OBSERVAÇÃO. Se b = 1, então a função
os gráficos de algumas funções exponenciais específicas. = OBSERVAÇÃO. Se b = 1, então a função

=

gráficos de algumas funções exponenciais específicas. = OBSERVAÇÃO. Se b = 1, então a função não

OBSERVAÇÃO. Se b = 1, então a função

não é de nosso interesse aqui, assim o excluímos da família das funções exponenciais.

é constante, uma vez que

= 1. Este caso

LOGARITMOS

Lembre-se que, algebricamente, o logaritmo é um expoente. Mais precisamente, se b > 0 e b

é um expoente. Mais precisamente, se b > 0 e b 1, então para valores positivos

1, então para valores positivos de x o logaritmo na base b de x é denotado por

e é definido como sendo aquele expoente ao qual b deve ser elevado para produzir

e é definido como sendo aquele expoente ao qual b deve ser elevado para produzir x. Por exemplo,

ao qual b deve ser elevado para produzir x . Por exemplo, Historicamente, os primeiros logaritmos

Historicamente, os primeiros logaritmos a serem estudados foram os de base 10 chamados de logaritmos comuns. Para tais logaritmos, é usual suprimir referência explícita para a base e

escrever log x e não

importante papel em ciência computacional, uma vez que surgem naturalmente em sistema numérico binário. Porém, os logaritmos mais largamente usados nas aplicações são logaritmos naturais, os quais tem uma base natural denotada pela letra e em homenagem ao matemático

suíço Leonard Euler, que primeiro sugeriu sua aplicação aos logaritmos no artigo não- publicado, escrito em 1728. Esta constante, cujo valor está em seis casas decimais, é

Esta constante, cujo valor está em seis casas decimais, é . Mais recentemente, os logaritmos de

. Mais recentemente, os logaritmos de base dois desempenharam

Mais recentemente, os logaritmos de base dois desempenharam e 2, 718282 surge como assíntota horizontal ao

e

2, 718282

surge como assíntota horizontal ao gráfico da equação

y =

como assíntota horizontal ao gráfico da equação y = Os valores de aproximam-se a e  

Os valores de

horizontal ao gráfico da equação y = Os valores de aproximam-se a e      

aproximam-se a e

 
     
     

x

x  
 
 

1

2

 
1 2    
 

2,000000

10

1,1

2,593742

100

1,01

2,704814

1000

1,001

2,716924

10.000

1,0001

2,718146

100.000

1,00001

2,718268

1.000.000

1,000001

2,718280

O fato de que y = e , quando x e quando x e é

O fato de que y = e, quando x

O fato de que y = e , quando x e quando x e é expresso

e quando x

O fato de que y = e , quando x e quando x e é expresso
O fato de que y = e , quando x e quando x e é expresso

e

O fato de que y = e , quando x e quando x e é expresso

é expresso pelos limites

y = e , quando x e quando x e é expresso pelos limites A função

A função exponencial f (x) =

tipografia, esta função é, algumas vezes, escrita como exp x. Assim, por exemplo, você pode

ver a relação

é chamada de função exponencial natural. Para simplificar a

de função exponencial natural. Para simplificar a expressa como exp( + ) = exp( ) exp(

expressa como

exp(

exponencial natural. Para simplificar a expressa como exp( + ) = exp( ) exp( ) Esta

+

) = exp(natural. Para simplificar a expressa como exp( + ) exp( ) Esta notação é também usada

natural. Para simplificar a expressa como exp( + ) = exp( ) exp( ) Esta notação

) exp(

)
)

Esta notação é também usada por recursos computacionais, e é típico acessar a função alguma variação do comando EXP.

típico acessar a função alguma variação do comando EXP. com • FUNÇÕES LOGARÍTMICAS figura 1 que

com

FUNÇÕES LOGARÍTMICAS

figura 1 que se encontram no item família de funções exponenciais sugere que se b > 0

figura 1 que se encontram no item família de funções exponenciais sugere que se b >
figura 1 que se encontram no item família de funções exponenciais sugere que se b >
figura 1 que se encontram no item família de funções exponenciais sugere que se b >
figura 1 que se encontram no item família de funções exponenciais sugere que se b >
figura 1 que se encontram no item família de funções exponenciais sugere que se b >

A

b

e

1, então o gráfico de y = y =

1, então o gráfico de y =
satisfaz o teste da reta horizontal, e isso implica que a
satisfaz o teste da reta horizontal, e isso implica que a

satisfaz o teste da reta horizontal, e isso implica que a

satisfaz o teste da reta horizontal, e isso implica que a
função f ( x ) =
função f ( x ) =

função f (x) =

tem uma inversa. Para encontrar uma fórmula para esta inversa (com x como x como

tem uma inversa. Para encontrar uma fórmula para esta inversa (com x como
tem uma inversa. Para encontrar uma fórmula para esta inversa (com x como
tem uma inversa. Para encontrar uma fórmula para esta inversa (com x como
Para encontrar uma fórmula para esta inversa (com x como para y com uma função de

para y com uma função de x. Isto

variável independente), podemos resolver a equação x =
variável independente), podemos resolver a equação x =
variável independente), podemos resolver a equação x =
variável independente), podemos resolver a equação x =

variável independente), podemos resolver a equação x =

pode ser feito tomando o logaritmo na base de b de ambos os lados desta equação. Isto dá

lugar a

de b de ambos os lados desta equação. Isto dá lugar a = ( ) (

=

( )
(
)
(
(
) (
)
(

Porém, se pensarmos

Isto dá lugar a = ( ) ( ) ( Porém, se pensarmos como expoente ao

como expoente ao qual b se deve ser elevado para produzir

). Assim, pode ser reescrito como

, então fica evidente que

y =

pode ser reescrito como , então fica evidente que y = é de onde concluímos que
pode ser reescrito como , então fica evidente que y = é de onde concluímos que

é

pode ser reescrito como , então fica evidente que y = é de onde concluímos que
pode ser reescrito como , então fica evidente que y = é de onde concluímos que

de onde concluímos que a inversa de f (x) =

x =

(x) =

x. Isto implica que o gráfico de

f ( x ) = x = ( x ) = x . Isto implica que
f ( x ) = x = ( x ) = x . Isto implica que

e o de y =

são reflexões um do outro, em relação relação à reta y = x.

Chamaremos de função logarítmica na base b . e Em particular, se tomarmos f (

Chamaremos

Chamaremos de função logarítmica na base b . e Em particular, se tomarmos f ( x

de função logarítmica na base b.

Chamaremos de função logarítmica na base b . e Em particular, se tomarmos f ( x

e

Chamaremos de função logarítmica na base b . e Em particular, se tomarmos f ( x
Chamaremos de função logarítmica na base b . e Em particular, se tomarmos f ( x

Em particular, se tomarmos f (x) =

domínio de

(x) =

, e se tivermos em mente que o

( x ) = domínio de ( x ) = , e se tivermos em mente

é o mesmo que a imagem de f, então obtemos

log b (b x )=x para todos os valores reais de x b log x =x para x>0

Em outras palavras, a equação nos diz que as funções log b (b x ) e b log x cancelam o efeito de outra quando compostas em qualquer ordem; por exemplo

de outra quando compostas em qualquer ordem; por exemplo DIFERENCIAÇÃO IMPLÍCITA • FUNÇÕES DEFINIDAS

DIFERENCIAÇÃO IMPLÍCITA

FUNÇÕES DEFINIDAS EXPLICITAMENTE E IMPLICITAMENTE

Até agora, estávamos preocupados em diferenciar funções que são expressas na forma y = f (x). Dizemos que uma equação desta forma define y explicitamente como uma função de x, pois a variável y aparece sozinha de um lado da equação. Entretanto, algumas vezes as funções estão definidas com equações nas quais y não está sozinho de um lado; por exemplo, a equação

yx

+ y +1 = x

não está na forma y = f (x). Contudo, esta equação ainda define y como uma função de x, uma vez se pode reescrever como

y =

uma função de x , uma vez se pode reescrever como y = Assim dizemos que

Assim dizemos que xy + y +1 = x define y implicitamente como uma função de x, sendo

f (x) =

f ( x ) = Uma equação em x e y pode implicitamente definir mais do

Uma equação em x e y pode implicitamente definir mais do que uma função de x; por exemplo, se resolvermos a equação

uma função de x ; por exemplo, se resolvermos a equação , isto é para y
uma função de x ; por exemplo, se resolvermos a equação , isto é para y

, isto é

para y em termos de x, obtemos

definidas implicitamente por

y em termos de x , obtemos definidas implicitamente por ; assim, encontramos duas funções que

; assim, encontramos duas funções que estão

por ; assim, encontramos duas funções que estão e Os gráficos destas funções são semicírculos

e

por ; assim, encontramos duas funções que estão e Os gráficos destas funções são semicírculos superiores

Os gráficos destas funções são semicírculos superiores e inferiores do círculo

são semicírculos superiores e inferiores do círculo . y = y = - Em geral, se

.

são semicírculos superiores e inferiores do círculo . y = y = - Em geral, se
são semicírculos superiores e inferiores do círculo . y = y = - Em geral, se
são semicírculos superiores e inferiores do círculo . y = y = - Em geral, se
são semicírculos superiores e inferiores do círculo . y = y = - Em geral, se

y=

semicírculos superiores e inferiores do círculo . y = y = - Em geral, se tivermos

y = -

superiores e inferiores do círculo . y = y = - Em geral, se tivermos uma

Em geral, se tivermos uma equação em x e y, então qualquer segmento de seu gráfico que passe pelo teste vertical pode ser visto como gráfico de una função definida pela equação. Assim fazemos a seguinte definição:

Definição. Dizemos que uma dada equação em x e y define a função f implicitamente se o gráfico de y = f (x) coincidir com algum segmento do gráfico da equação.

( x ) coincidir com algum segmento do gráfico da equação. e Assim, por exemplo, a
( x ) coincidir com algum segmento do gráfico da equação. e Assim, por exemplo, a

e

Assim, por exemplo, a equação

define as funções

e Assim, por exemplo, a equação define as funções do círculo implicitamente, uma vez que os

do círculo

implicitamente, uma vez que os gráficos dessas funções são os segmentos

.
.

Às vezes, pode ser difícil ou impossível resolver uma equação em x e y para y em termos de x.

Com persistência, a equação

impossível resolver uma equação em x e y para y em termos de x . Com

por exemplo, pode ser resolvida para y em termos de x, mas a álgebra é enfadonha e as fórmulas resultantes são complicadas. Por outro lado, a equação

sen(xy) = y

não pode ser resolvida para y em termos de x por qualquer método elementar. Assim, mesmo que uma equação em x e y possa definir uma ou mais funções de x, pode não ser prático ou possível achar fórmulas explícitas para aquelas funções.

DIFERENCIAÇÃO IMPLÍCITA

Em geral, não é necessário resolver uma equação de y em termos de x, a fim de diferenciar as funções definidas pela equação. Para ilustrar isto, consideremos a equação

xy = 1

Uma maneira de achar dy/dx é reescrever esta equação como

maneira de achar dy / dx é reescrever esta equação como da qual tem-se que Contudo,

da qual tem-se que

/ dx é reescrever esta equação como da qual tem-se que Contudo, há uma outra maneira

Contudo, há uma outra maneira de obter esta derivada. Podemos diferenciar ambos os lados de xy = 1 antes de resolver para y em termos de x, tratando y como (não-especificado temporariamente) uma função diferenciável de x. Com esta abordagem, obtemos

função diferenciável de x . Com esta abordagem, obtemos Se agora substituirmos na última expressão, obtemos

Se agora substituirmos

de x . Com esta abordagem, obtemos Se agora substituirmos na última expressão, obtemos que está
de x . Com esta abordagem, obtemos Se agora substituirmos na última expressão, obtemos que está

na última expressão, obtemos

Se agora substituirmos na última expressão, obtemos que está de acordo com diferenciação implícita. . Este

que está de acordo com diferenciação implícita.

. Este método para obter derivadas é chamado de

Exemplo 1

Use a diferenciação implícita para achar dy/dx se

Use a diferenciação implícita para achar dy / dx se Resolvendo para dy / dx obtemos
Use a diferenciação implícita para achar dy / dx se Resolvendo para dy / dx obtemos

Resolvendo para dy/dx obtemos

para achar dy / dx se Resolvendo para dy / dx obtemos Note que esta fórmula

Note que esta fórmula envolve ambos x e y. A fim de obter uma fórmula para dy/dx que envolva apenas x, teríamos que resolver a equação original para y em termos de x e, então, substituir

original para y em termos de x e, então, substituir em deixar a fórmula dy /

em

deixar a fórmula dy/dx em termos de x e y.

. Entretanto, isto é impossível de ser feito; assim, somos forçados a

Exemplo 2

Use a diferenciação implícita para achar

Solução. Diferenciado ambos os lados de

para achar Solução. Diferenciado ambos os lados de se . implicitamente, obtém-se de que obtemos Diferenciando

se

para achar Solução. Diferenciado ambos os lados de se . implicitamente, obtém-se de que obtemos Diferenciando

.

para achar Solução. Diferenciado ambos os lados de se . implicitamente, obtém-se de que obtemos Diferenciando

implicitamente, obtém-se

de que obtemos

os lados de se . implicitamente, obtém-se de que obtemos Diferenciando ambos os lados de implicitamente,

Diferenciando ambos os lados de

se . implicitamente, obtém-se de que obtemos Diferenciando ambos os lados de implicitamente, obtém-se Página 8
se . implicitamente, obtém-se de que obtemos Diferenciando ambos os lados de implicitamente, obtém-se Página 8

implicitamente, obtém-se

Substituindo equação original, obtemos dentro de e simplificando, usando a Nos Exemplos 1 e 2

Substituindo

equação original, obtemos

dentro de

Substituindo equação original, obtemos dentro de e simplificando, usando a Nos Exemplos 1 e 2 ,
Substituindo equação original, obtemos dentro de e simplificando, usando a Nos Exemplos 1 e 2 ,

e simplificando, usando a

Nos Exemplos 1 e 2, os resultados das fórmulas para dy/dx envolvem ambos x e y. Embora

seja usualmente mais desejável ter a fórmula para dy/dx expressa somente em termos de x, ter

a fórmula em termos de x e y não é um impedimento para achar as inclinações e as equações das retas tangentes, desde que as coordenadas x e y do ponto de tangência sejam conhecidas.

DERIVADAS DE POTÊNCIAS RACIONAIS DE X

A partir da equação que segue, mostramos que a fórmula

X A partir da equação que segue, mostramos que a fórmula . Usaremos agora a diferenciação
X A partir da equação que segue, mostramos que a fórmula . Usaremos agora a diferenciação

. Usaremos agora a diferenciação

é válida para todos os valores inteiros de n e para n =

implícita para mostrar que esta fórmula é válida para qualquer expoente racional. Mais precisamente, mostraremos que se r for um número racional, então

mostraremos que se r for um número racional, então e sempre que diferenciável. estiverem definidas. Por
e
e

sempre que

diferenciável.

estiverem definidas. Por ora, admitiremos, sem prova que

estiverem definidas. Por ora, admitiremos, sem prova que é Seja y = inteiros r = m/n.

é

estiverem definidas. Por ora, admitiremos, sem prova que é Seja y = inteiros r = m/n.

Seja y =

inteiros r = m/n. Assim, y =

. Uma vez que r é um número racional, pode ser expresso como uma razão de

=
=

pode ser escrito como

pode ser expresso como uma razão de = pode ser escrito como Diferenciando implicitamente em relação

Diferenciando implicitamente em relação a x e usando

Diferenciando implicitamente em relação a x e usando Desta forma, pode ser escrito como , obtemos

Desta forma,

pode ser escrito como

Diferenciando implicitamente em relação a x e usando Desta forma, pode ser escrito como , obtemos

, obtemos

Exemplo A partir de Se u for uma função diferenciável de x e r for

Exemplo

A partir de

Exemplo A partir de Se u for uma função diferenciável de x e r for um
Exemplo A partir de Se u for uma função diferenciável de x e r for um

Se u for uma função diferenciável de x e r for um número racional, então a regra da cadeia dá

lugar à seguinte generalização de

a regra da cadeia dá lugar à seguinte generalização de DERIVADAS DE FUNÇÕES LOGARÍTMICAS E EXPONENCIAIS

DERIVADAS DE FUNÇÕES LOGARÍTMICAS E EXPONENCIAIS

Agora obteremos fórmulas das derivadas para as funções logarítmicas e exponenciais e discutiremos as relações gerais entre e derivada de uma função um a um e a sua inversa.

DERIVADAS DE FUNÇÕES LOGARÍTMICAS

O logaritmo natural desempenha um papel especial no cálculo que pode ser motivado

um papel especial no cálculo que pode ser motivado diferenciando é diferenciável, e portanto contínua para

diferenciando

é diferenciável, e portanto contínua para x > 0 . Também necessitaremos do limite x > 0. Também necessitaremos do limite

, onde b é uma base arbitrária. Para esta proposta, admitiremos que

uma base arbitrária. Para esta proposta, admitiremos que Usando a definição de derivada, obtemos(com x em

Usando a definição de derivada, obtemos(com x em vez de v como variável).

Assim, Mas a partir da fórmula , temos derivada como = 1/1n b ; logo,

Assim,

Assim, Mas a partir da fórmula , temos derivada como = 1/1n b ; logo, podemos

Mas a partir da fórmula , temos derivada como

Assim, Mas a partir da fórmula , temos derivada como = 1/1n b ; logo, podemos

= 1/1n b; logo, podemos reescrever esta fórmula de

como = 1/1n b ; logo, podemos reescrever esta fórmula de No caso especial onde b

No caso especial onde b = e, temos

esta fórmula de No caso especial onde b = e, temos = 1n e = 1,
esta fórmula de No caso especial onde b = e, temos = 1n e = 1,

= 1n e = 1, logo esta fórmula torna-se

Assim, entre todas as possíveis bases, a base b = e produz a fórmula mais simples da

derivada para

sobre todos os logaritmos no cálculo.

da derivada para sobre todos os logaritmos no cálculo. . Esta é uma das razões por

. Esta é uma das razões por que a função do logaritmo natural é preferida

Exemplo 1

Ache

das razões por que a função do logaritmo natural é preferida Exemplo 1 Ache Solução. A

Solução. A partir de

das razões por que a função do logaritmo natural é preferida Exemplo 1 Ache Solução. A
Quando possível as propriedades dos logaritmos devem ser usadas para converter produtos, quocientes e expoentes

Quando possível as propriedades dos logaritmos devem ser usadas para converter produtos, quocientes e expoentes em somas, em diferenças e em múltiplos de constantes, antes de diferenciar uma função envolvendo logaritmos.

Exemplo 2

de diferenciar uma função envolvendo logaritmos. Exemplo 2 • DIFERENCIAÇÃO LOGARÍTMICA Consideremos agora uma

DIFERENCIAÇÃO LOGARÍTMICA

Consideremos agora uma técnica chamada diferenciação logarítmica, a qual é útil para diferenciar funções compostas de produtos, de quocientes e de potências.

Exemplo

A derivada de

de quocientes e de potências. Exemplo A derivada de é relativamente difícil de ser calculada diretamente.

é relativamente difícil de ser calculada diretamente. Contudo, se primeiro tomarmos o logaritmo natural de ambos os lados e, então, usarmos suas propriedades, podemos escrever:

e, então, usarmos suas propriedades, podemos escrever: Diferenciando ambos os lados em relação a x, resulta

Diferenciando ambos os lados em relação a x, resulta

Diferenciando ambos os lados em relação a x, resulta Assim, resolvendo para dy/dx e usando obtemos

Assim, resolvendo para dy/dx e usando

a x, resulta Assim, resolvendo para dy/dx e usando obtemos OBSERVAÇÃO. Uma vez que 1n y

obtemos

x, resulta Assim, resolvendo para dy/dx e usando obtemos OBSERVAÇÃO. Uma vez que 1n y é

OBSERVAÇÃO.Uma vez que 1n y é definido apenas para y > 0, a diferenciação logarítmica de y = f(x) é válida apenas nos intervalos onde f(x) for positiva. Assim, a derivada mostrada no

exemplo é válida no intervalo ( 2, +

Contudo, a fórmula é realmente válida também no intervalo ( -

a fórmula é realmente válida também no intervalo ( - ), uma vez que a função

), uma vez que a função dada é positiva para x > 2.

no intervalo ( - ), uma vez que a função dada é positiva para x >

, 2). Isso pode ser visto

tomando-se valores absolutos antes de prosseguir com a diferenciação logarítmica e notando

de prosseguir com a diferenciação logarítmica e notando que as propriedades de logaritmos e dos valores

que

as propriedades de logaritmos e dos valores absolutos, obteremos

está definido para todo y exceto em y = 0. Se fizermos isso e simplificarmos usando

exceto em y = 0. Se fizermos isso e simplificarmos usando Diferenciando ambos os lados em

Diferenciando ambos os lados em relação a x dá lugar a

se a derivada de y = f(x) for obtida por diferenciação logarítmica, então a mesma fórmula para dy/dx resultará tomando-se ou não, primeiro, valores absolutos. Assim, uma fórmula da derivada obtida por diferenciação logarítmica será válida, exceto nos pontos onde f(x) for zero.

A fórmula pode ser válida também naqueles pontos, mas não é garantido.

, e, portanto, resulta em

.Em geral,

DERIVADAS DAS FUNÇÕES EXPONENCIAIS

Para obter uma fórmula para a derivada de funções exponenciais

y =

uma fórmula para a derivada de funções exponenciais y = reescrevemos esta equação como x =

reescrevemos esta equação como

x =

exponenciais y = reescrevemos esta equação como x = e diferenciamos implicitamente usando que podemos reescrever

e diferenciamos implicitamente usando

equação como x = e diferenciamos implicitamente usando que podemos reescrever usando y = como para
equação como x = e diferenciamos implicitamente usando que podemos reescrever usando y = como para

que podemos reescrever usando y =

implicitamente usando que podemos reescrever usando y = como para obter Assim, mostrando que se é

como

para obter

usando que podemos reescrever usando y = como para obter Assim, mostrando que se é for

Assim, mostrando que se

é

usando y = como para obter Assim, mostrando que se é for uma função diferenciável, então

for uma função diferenciável, então sua derivada em relação a x

diferenciável, então sua derivada em relação a x No caso especial onde b = e temos

No caso especial onde b = e temos 1n e = 1n, assim

então sua derivada em relação a x No caso especial onde b = e temos 1n
então sua derivada em relação a x No caso especial onde b = e temos 1n

torna-se

Além disso, se u for uma função diferenciável de x, então tem-se a partir de

e

função diferenciável de x , então tem-se a partir de e que OBSERVAÇÃO. É importante distinguir

que

diferenciável de x , então tem-se a partir de e que OBSERVAÇÃO. É importante distinguir entre
diferenciável de x , então tem-se a partir de e que OBSERVAÇÃO. É importante distinguir entre

OBSERVAÇÃO.É importante distinguir entre diferenciar

constante) e

É importante distinguir entre diferenciar constante) e (base variável e expoente constante). (expoente variável e

(base variável e expoente constante).

constante) e (base variável e expoente constante). (expoente variável e base Exemplo Os cálculos a seguir

(expoente variável e base

Exemplo

Os cálculos a seguir usam

variável e base Exemplo Os cálculos a seguir usam DERIVADAS DAS FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS INVERSAS Um
variável e base Exemplo Os cálculos a seguir usam DERIVADAS DAS FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS INVERSAS Um

DERIVADAS DAS FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS INVERSAS

Um problema comum em trigonometria é achar um ângulo cujas funções trigonométricas são conhecidas. Problemas deste tipo envolvem a computação de funções arco, tais como arcsen x, arccos x, arctg x, e assim por diante. Consideremos esta idéia do ponto de vista de funções inversas, com a meta de desenvolver fórmulas de derivadas para as funções trigonométricas inversas.

IDENTIDADES PARA FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS INVERSAS

• IDENTIDADES PARA FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS INVERSAS Se interpretamos x como um ângulo medido em radianos cujo

Se interpretamos

x como um ângulo medido em radianos cujo seno é x, e se aquele

um ângulo medido em radianos cujo seno é x , e se aquele x como um

x como um ângulo em um triângulo

seno é x , e se aquele x como um ângulo em um triângulo tem .

tem

é x , e se aquele x como um ângulo em um triângulo tem . Além

. Além disso, a ângulo oposto a

em um triângulo tem . Além disso, a ângulo oposto a é , uma vez que

é

em um triângulo tem . Além disso, a ângulo oposto a é , uma vez que

, uma vez que o co-

tem . Além disso, a ângulo oposto a é , uma vez que o co- .

. Por exemplo:

ângulo for não negativo, então podemos representar

retângulo, no qual a hipotenusa tem comprimento 1 e o lado oposto ao ângulo de

comprimento x (figura a). Pelo Teorema de Pitágoras, o lado adjacente para o ângulo

Pelo Teorema de Pitágoras, o lado adjacente para o ângulo tem comprimento seno daquele ângulo é

tem comprimento

seno daquele ângulo é x (figura b). Este triângulo motiva várias identidades úteis, envolvendo

funções trigonométricas que são válidas para

Analogamente, mostrados na figura c e d. Esses triângulos revelam mais identidades úteis, como por
Analogamente, mostrados na figura c e d. Esses triângulos revelam mais identidades úteis, como por
Analogamente, mostrados na figura c e d. Esses triângulos revelam mais identidades úteis, como por

Analogamente,

mostrados na figura c e d. Esses triângulos revelam mais identidades úteis, como por exemplo:

x e

x podem ser representadas com ângulos de triângulos retângulos

ser representadas com ângulos de triângulos retângulos OBSERVAÇÃO. Não se ganha nada memorizando estas
ser representadas com ângulos de triângulos retângulos OBSERVAÇÃO. Não se ganha nada memorizando estas
ser representadas com ângulos de triângulos retângulos OBSERVAÇÃO. Não se ganha nada memorizando estas

OBSERVAÇÃO. Não se ganha nada memorizando estas identidades; o que é importante é compreender o método usado para obtê-las.

Exemplo

é compreender o método usado para obtê-las. Exemplo A figura abaixo mostra um gráfico gerado por

A figura abaixo mostra um gráfico gerado por um computador de y =

pensar que este gráfico deva ser a reta y = x, uma vez que acontece?

(sen x). Pode se

deva ser a reta y = x , uma vez que acontece? (sen x ). Pode

(sen x) = x. Por que isto não

deva ser a reta y = x , uma vez que acontece? (sen x ). Pode

(sen x ) = x é válida no intervalo x) = x é válida no intervalo

(sen x ) = x é válida no intervalo . Assim Solução. A relação dizer, com
(sen x ) = x é válida no intervalo . Assim Solução. A relação dizer, com
(sen x ) = x é válida no intervalo . Assim Solução. A relação dizer, com

. Assim

(sen x ) = x é válida no intervalo . Assim Solução. A relação dizer, com

Solução. A relação

dizer, com certeza, que os gráficos de y =

Contudo, fora deste intervalo, a relação

se estiver no intervalo

intervalo

; logo podemos

(sen x) e y = x coincidem neste intervalo.

logo podemos (sen x ) e y = x coincidem neste intervalo. (sen x ) =

(sen x) = x não precisa ser válida. Por exemplo,

estará no

, então a quantidade x -

válida. Por exemplo, estará no , então a quantidade x - Desta forma,usando a identidade sen(
válida. Por exemplo, estará no , então a quantidade x - Desta forma,usando a identidade sen(

Desta forma,usando a identidade sen(x-

podemos expressar

) = -sen x e o fato de que x e o fato de que

sen( x - podemos expressar ) = -sen x e o fato de que (sen x

(sen x) como

expressar ) = -sen x e o fato de que (sen x ) como é uma

é uma função ímpar,

x e o fato de que (sen x ) como é uma função ímpar, Isso mostra
x e o fato de que (sen x ) como é uma função ímpar, Isso mostra
x e o fato de que (sen x ) como é uma função ímpar, Isso mostra
x e o fato de que (sen x ) como é uma função ímpar, Isso mostra

Isso mostra que no intervalo

reta y = -(x- a figura.

, o gráfico de y =

(sen x) coincide com a , o que está de acordo com

de y = (sen x ) coincide com a , o que está de acordo com

), a qual tem inclinação -1 e um intercepto x em x =

DERIVADAS DE FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS INVERSAS

Lembre-se que se f for uma função um a um, cuja a derivada é conhecida, então há duas

um a um, cuja a derivada é conhecida, então há duas maneiras básicas para obter uma

maneiras básicas para obter uma fórmula de derivação para

básicas para obter uma fórmula de derivação para equação y = implícita para obter a fórmula

equação y =

implícita para obter a fórmula de derivação para y = como x = sen y e diferenciando implicitamente, obtemos

(x), podemos reescrever a

(x) como x = f(y), e diferenciar implicitamente. Usaremos a diferenciação

), e diferenciar implicitamente. Usaremos a diferenciação x. Reescrevendo esta equação Esta fórmula de derivada

x. Reescrevendo esta equação

Usaremos a diferenciação x. Reescrevendo esta equação Esta fórmula de derivada pode ser simplificada aplicando-se

Esta fórmula de derivada pode ser simplificada aplicando-se a fórmula que foi deduzida a partir do triângulo da figura, resultando:

simplificada aplicando-se a fórmula que foi deduzida a partir do triângulo da figura, resultando: , Página
,
,
Assim, mostramos que Se u for uma função diferenciável de x , então produzem a

Assim, mostramos que

Assim, mostramos que Se u for uma função diferenciável de x , então produzem a seguinte
Assim, mostramos que Se u for uma função diferenciável de x , então produzem a seguinte

Se u for uma função diferenciável de x, então produzem a seguinte fórmula generalizada da derivada

então produzem a seguinte fórmula generalizada da derivada e a regra da cadeia O método usado

e a regra da cadeia

O método usado para obter esta fórmula pode também ser usado para obter fórmulas generalizadas de derivadas para outras funções trigonométricas inversas. Estas fórmulas, válidas para -1< u < 1, são

outras funções trigonométricas inversas. Estas fórmulas, válidas para -1< u < 1, são Página 17 de