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ECONÔMICA

natureza efetivamente conceituai. Portanto é preciso examinar se é possível resolver o pro- blema de como deveria comportar-se um indi- víduo ou uma empresa para que seu comporta- mento possa ser considerado 'racional'. Por enquanto, a palavra 'racional' não tem nenhum

significado nessa construção: só poderá ter sig- nificado se for encontrada uma teoria que pos-

sa ser empregada em todas essas situações eco-

nômicas" ("Teoria dos jogos", em A Indústria,

1951, pág. 319). Em vista dessa situação, a teoria dos jogos rejeita qualquer analogia com os sis- temas físicos porque julga não haver nada na fí- sica que corresponda às situações tipicamente econômicas, e para elaborar seus procedimen- tos de cálculo utiliza um modelo completamen-

te diferente, o dos jogos estratégicos. Nesses jo-

gos, a vitória do indivíduo depende não só dos seus movimentos, mas também dos movimen- tos dos outros e de um componente aleatório. Cada jogador pode escolher entre várias es-

tratégias, ou seja, entre vários modos de jogar

a partida. Diremos que ele se comporta "ra-

cionalmente" quando, entre todas as estraté- gias, escolhe "a melhor". A determinação des- sa estratégia ocorre através de procedimen-

tos matemáticos especiais de base estatística

Theoty of Games

and Economic Behavior, 1944). Para tanto, esses procedimentos exigem um complexo de observações econômicas extraordinariamente rico com base nos quais é possível realizar ge- neralizações indutivas. Seja qual for o juízo so- bre os detalhes técnicos dessa doutrina, é certo que, na economia contemporânea, ela represen- ta a primeira ruptura decisiva com os pressu- postos dogmáticos da teoria do equilíbrio e o encaminhamento para a determinação de uma técnica de comportamento racional nas situa- ções de escassez que permite a previsão dos comportamentos efetivos.

ECONÔMICA (in. Economics- fr. Écono- mique; ai. Oekonomik, it. Econômica). 1. Com esse nome muitos autores contemporâneos de-

signam a ciência da economia; esse nome evita

a ambigüidade do termo "economia", que pode

indicar tanto a ciência quanto o seu objeto. 2. Foi assim que Croce chamou a parte da filosofia da prática que tem por objeto as ações utilitárias e econômicas entre as quais Croce coloca não só as ações assim chamadas comu- mente, mas também o direito, a política, a ciência, etc. (Filosofia deliapratica, E. ed ética,

(NEUMANN e

MORGENSTERN,

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EDUCAÇÃO

1909). Mas essa acepção do termo não teve fortuna (v. ECONOMIA).

ECPIROSE. V. CONFLAGRAÇÃO.

ECTESE (gr. eKÔeaiÇ; fr. Ectbèse, ai. Ekthesis, it. Ectesi). Exposição do significado de um termo

(ARISTÓTELES, An.pr, 1, 34, 48 a 25) ou exibição

de um exemplo (Ibid., I, 6, 28 b 14; CRISIPO, em Stoic. Fragm., II, 7). Leibniz designou com esse termo o enunciado de um teorema geométri- co e o traçado da figura, que preparam a demons- tração (Nouv. ess., IV, 17. 3). ÉCTIPO (ingl. Ectype, fr. Ectype, ai. Ektypus;

ital. Ectipo). Termo introduzido pelos platônicos de Cambridge para indicar a natureza como algo diferente e dependente de Deus e co- mo princípio da ordem e da regularidade do mundo. Como Deus não faz tudo diretamente

e como nada acontece por acaso, deve haver

um princípio (Plastic Nature, Nature, Spiritus naturaé) que execute a parte da providência divina referente à regularidade dos fenômenos. "A natureza", diz Cudworth, "não é o Arquétipo

da arte divina, mas só o É.; é a marca ou a assi- natura viva da sabedoria divina, que, através dela, age exatamente segundo seu arquétipo apesar de não compreender a razão do que faz" (The True Intellectual System of the Uni- verse, I, 1, 3). Essa palavra foi empregada com

o mesmo significado por Berkeley: "Reconheço

um duplo estado de coisas: um, É. e natural; o outro, arquétipo e eterno. O primeiro foi criado no tempo; o segundo existia na eternidade no espírito de Deus" (Dial, Between Hylas and Philonous, ed. Jessop. III, p. 254). E Kant distin- gue um intelecto arquétipo, que é o divino, que cria os objetos pensando-os, do intelecto E., que é o humano ou finito, não criativo, mas discursivo (Crít. dofuízo, 11, § 77).

EDENTULI. V. PURPÚREA. EDUCAÇÃO (gr. 7iOü.5eíoe; lat. Educatio, in. Education; fr. Éducation. ai. Erziehung; it. Educazioné). Em geral, designa-se com esse termo a transmissão e o aprendizado das téc- nicas culturais, que são as técnicas de uso, produção e comportamento, mediante as quais um grupo de homens é capaz de satisfazer suas necessidades, proteger-se contra a hostilidade do ambiente físico e biológico e trabalhar em conjunto, de modo mais ou menos ordenado e pacífico. Como o conjunto dessas técnicas se chama cultura (v. CULTURA, 2), uma sociedade humana não pode sobreviver se sua cultura não é transmitida de geração para geração; as modalidades ou formas de realizar ou garantir