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CCOOLLÉÉGGIIOO MMIILLIITTAARR

CCOORRPPOO DDEE AALLUUNNOOSS SSEECCÇÇÃÃOO DDEE IINNSSTTRRUUÇÇÃÃOO MMIILLIITTAARR

S S T T R R U U Ç Ç Ã Ã O O M M

GGUUIIAA DDOO FFOORRMMAANNDDOO

55ºº AANNOO

ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 3 2. ARMAMENTO E TIRO (ATI) 4 2.1. Nomenclatura da carabina MANNLICHER

ÍNDICE

1.

INTRODUÇÃO

3

2.

ARMAMENTO E TIRO (ATI)

4

2.1.

Nomenclatura da carabina MANNLICHER, grupos e dados gerais

4

3.

CANTO CORAL (COR)

9

3.1.

Participar no canto do Hino Nacional

9

3.2.

Participar no canto do Hino da Maria da Fonte

12

4.

EDUCAÇÃO MORAL CÍVICA E MILITAR (MCM)

17

4.1.

Identificar a Hierarquia Militar. Deferências para com os superiores

17

4.2.

Postos de Oficiais, Sargentos e Praças do Exército

22

4.3.

Entidades e símbolos com direito a distinções especiais e manifestações exteriores de

respeito

23

4.4.

Fazer continência e apresentar-se a um superior

27

5.

ORDEM UNIDA (OUN)

33

5.1.

Passar da posição de “À vontade” para a posição de “Sentido” e vice-versa sem arma

33

5.2.

“Reunir” e “Destroçar”

37

5.3.

Fazer “Direita/Esquerda volver” e “Meia volta volver” a pé firme

39

5.4.

Dar passos “Em frente/À retaguarda” e passos laterais “À esquerda/à direita”

40

5.5.

Participar no “Perfilar” de uma formatura

42

5.6.

Participar no Abrir/Unir fileiras de uma formatura

45

5.7.

“Marcar passo” e fazer “Alto”

49

5.8.

Romper a marcha, marchar e fazer “Alto” sem arma

51

5.9.

Fazer Direita/Esquerda rodar

52

5.10.

Fazer “Direita/Esquerda volver” e “Meia volta volver” em marcha

53

5.11.

Passar da posição de “À vontade” para a posição de “Sentido” e vice-versa com a carabina

MANNLICHER

54

5.12.

Fazer “Suspender arma” da posição de “Sentido” e vice-versa com a carabina

MANNLICHER

58

5.13.

Fazer “Ao alto arma” da posição de “Sentido” e vice-versa com a carabina MANNLICHER60

5.14. Passar da posição de “Sentido” à posição de “Ombro arma” e vice -versa com

5.14. Passar da posição de “Sentido” à posição de “Ombro arma” e vice-versa com a carabina

MANNLICHER

61

5.15. Passar da posição de “Ombro arma” à posição de “Apresentar arma” e vice-versa com a

carabina MANNLICHER

63

5.16. Executar a Continência “À Direita/Esquerda” e o “Olhar Frente” com a carabina

MANNLICHER

65

5.17. ROMPER A MARCHA, MARCHAR E FAZER ALTO (ARMADO) com a carabina

MANNLICHER

66

6. BIBLIOGRAFIA ……………………………………………………………………………….70

1. INTRODUÇÃO Ensinar não é só transmitir um conjunto de conhecimentos. É também adequá-los aos

1.

INTRODUÇÃO

Ensinar não é só transmitir um conjunto de conhecimentos. É também adequá-los aos alunos a que se destinam e mostrar-lhes a melhor forma da sua aplicação futura.

Não contendo do ponto de vista científico nenhuma novidade, esta publicação originária do MC-110-10, INSTRUÇÃO GERAL MILITAR, surge, no entanto impregnada de um esforço pedagógico resultante de um trabalho de anos com os alunos do Colégio Militar. A experiência adquirida na docência destas matérias vem reforçar o objectivo do Colégio Militar que tem por missão ministrar e assegurar a sua formação militar base.

Neste sentido, corolário natural de ministrar e proporcionar uma aproximação da disciplina aos alunos este guia do formando foi realizado com o objectivo de facultar ao mesmo a matéria de suporte, aprovada por Despacho Conjunto nº 275/2006, de 22 de Março, para o respectivo ano lectivo.

De forma clarificada aborda todos os pontos propostos relacionados com a matéria leccionada ao longo do ano. Constituída por um núcleo central dedicado à ordem unida, este guia do formando estende-se também ao canto coral e à educação moral cívica e militar.

Resultante do trabalho lectivo de vários anos no Colégio Militar, os autores não podem deixar de agradecer a colaboração e o empenho que outros elementos que passaram pela docência das matérias agora expostas foram dando e que permitiram aperfeiçoar o que agora se revela.

Que este manual seja uma ferramenta e um instrumento de fácil compreensão e acessível a qualquer leitor/aluno.

2. ARMAMENTO E TIRO (ATI) 2.1. Nomenclatura da carabina MANNLICHER , grupos e dados gerais

2. ARMAMENTO E TIRO (ATI)

2.1. Nomenclatura da carabina MANNLICHER, grupos e dados gerais

Carabina de Cavalaria 6,5 mm m/896 Mannlicher Carabina de Artilharia 6,5 mm m/898 Mannlicher Carabina 5,6 mm m/946 Mannlicher

6,5 mm m/898 Mannlicher Carabina 5,6 mm m/946 Mannlicher Figura 1 – Carabina Mannlicher MODELO M/896

Figura 1 Carabina Mannlicher

MODELO M/896 E M/898

Esta arma adopta uma culatra de ferrolho com cabeça móvel e funciona por escorregamento e rotação. Emprega um travamento bilateral simétrico anterior. O extractor é de garra com mola e encontra-se na cabeça da culatra.

O percutor encontra-se permanentemente recolhido no interior da culatra envolto por uma mola em espiral.

O percutor encontra-se permanentemente recolhido no interior da culatra envolto por uma mola em espiral. O cão, fixo à retaguarda do percutor, destina-se a aumentar a sua massa. O percutor é armado no movimento de rotação da abertura da culatra.

As munições são introduzidas num carregador que é posteriormente colocado no depósito central fixo. As munições não podem ser colocadas de forma individual. A alimentação é efectuada por acção da mola laminar do depósito. O ejector, da alavanca, encontra-se no fundo da caixa da culatra.

CARACTERISTICAS DA CARABINA MANNLICHER Modelo M/896 E M/898

PAÍS DE ORIGEM

Áustria

CALIBRE

6,5 mm

NÚMERO DE ESTRIAS

4

SENTIDO DAS ESTRIAS

Dextrorsum

COMPRIMENTO DA ARMA

0,954 m 1,109 m (modelo 1896)

COMPRIMENTO DO CANO

0,450 m 0,605 m (modelo 1896)

VELOCIDADE INICIAL DO

 

PROJÉCTIL À BOCA DA ARMA

667 m/s 703 m/s

APARELHO DE PONTARIA

Linha de mira axial. Alça de ranhura simples de lâmina com cursor graduada dos 250 aos 1800 m. Ponto de mira de secção triangular.

ALCANCE MÁXIMO

3200

m

ALCANCE EFICAZ

1700

m

PESO DA ARMA

3,27 kg com depósito vazio; 3,515 kg com depósito cheio

DEPÓSITO

Fixo e central com capacidade para 5 munições

BAIONETA

Punhal-baioneta com 0,248 m de lâmina e 0,360 kg de peso

MUNIÇÃO

6,5 x 53,5 mm, 24,5 g de peso invólucro metálico com base em rebordo e percussão central

MECANISMO DE SEGURANÇA

Imobilização do cão

FUNCIONAMENTO

Arma ordinária de retrocarga de tiro simples ou de repetição

MODELO M/946 Este modelo foi transformado na Fábrica de Braço de Prata (FBP), em Lisboa,

MODELO M/946

Este modelo foi transformado na Fábrica de Braço de Prata (FBP), em Lisboa, a partir de um

lote de carabinas modelo 1896, calibre 6,5 mm, fabricadas na Áustria.

A arma foi adoptada para calibre 5, 6 mm, tendo em vista a instrução de tiro reduzido aos

25,5 e 100 metros em todas a unidades do Exército. Foi mantida a numeração original (calibre 6,5

mm) do lado direito do cano e da caixa da culatra. Igual numeração encontra-se gravada nos

componentes da culatra móvel e alça.

Esta arma, ao contrário do que à primeira vista se possa depreender, não efectua tiro de

repetição. O acesso ao carregador encontra-se vedado por um entalhe em madeira. Mantém as

especificidades de funcionamento do modelo 1986.

 

CARACTERISTICAS DA CARABINA MANNLICHER Modelo M/946

PAÍS DE ORIGEM

Áustria. Adaptada e transformada na FBP (Portugal)

CALIBRE

5,56 mm

NÚMERO DE ESTRIAS

4

SENTIDO DAS ESTRIAS

 

Dextrorsum

COMPRIMENTO DA ARMA

0,955 m

COMPRIMENTO DO CANO

0,48 m

VELOCIDADE INICIAL DO PROJÉCTIL À BOCA

691

m/s

DA ARMA

 

APARELHO DE PONTARIA

Linha de mira axial. Alça de ranhura simples de cursor e apoio em escaletas com marcas para o tiro a 25, 50 e 100 m. Ponto de mira de secção triangular.

ALCANCE MÁXIMO

400

m

ALCANCE EFICAZ

100

m

PESO DA ARMA

3,11 kg

DEPÓSITO

Não é utilizado

BAIONETA

Tem

MUNIÇÃO 5,56 mm MECANISMO DE SEGURANÇA Imobilização do percutor FUNCIONAMENTO Arma ordinária de

MUNIÇÃO

5,56 mm

MECANISMO DE SEGURANÇA

Imobilização do percutor

FUNCIONAMENTO

Arma ordinária de retrocarga de tiro simples

CARABINA MANNLICHER

Em 1885, a Áustria-Hungria adopta uma espingarda de ferrolho que recebe as munições através de uma lâmina de carregamento (clip) introduzida de uma única vez no depósito de gaveta.

O sistema aperfeiçoado por Mannlicher representa uma importante vantagem em relação à Kropatschek, onde era necessário carregar o depósito cartucho a cartucho, o que levava mais tempo. As espingardas e carabinas Mannlicher, em calibres que vão dos 11 mm aos 6,5 mm, são usadas pela Aústria-Hungria durante a Primeira Guerra Mundial.

Em finais do século XIX estuda-se em Portugal a compra de novas cabinas, seguindo a Mannlicher como opção natural, pois era a sucessora da Kropatschek na Fábrica da Steyr.

O depósito da gaveta central tinha ainda a vantagem de colocar o peso da munição no centro de gravidade e não desequilibrar a arma à medida que se disparava, como acontecia com o depósito tubular no fuste da Kropatschek.

Em 1986, o ministro Pimentel Pinto assina o contrato para a aquisição de 4000 carabinas Mannlicher para a cavalaria, bem como outras semelhantes (mais compridas, com uma velocidade inicial superior) para a Armada. Em 1898, o ministro Maria da Cunha adquire mais 4500 carabinas Mannlicher para artilharia, com ligeiras diferenças em relação ao modelo da cavalaria.

Quando estala a Primeira Guerra Mundial, um documento do Estado-Maior refere que existem 5810 Mannlicher distribuídas às unidades do Exército, sendo teoricamente necessárias 3150 para uma divisão (com 12600 para as 4 divisões do quadro). Em 1916, a Mannlicher era a principal arma da brigada de cavalaria (com 1053 exemplares), tendo cada uma das quatro divisões de infantaria um número que variava entre 360 e 572.

Já em 1931, a Comissão do Rearmamento indica que só existem 2155 carabinas Mannlicher na

Já em 1931, a Comissão do Rearmamento indica que só existem 2155 carabinas Mannlicher na infantaria (entregues apenas aos RI 13, RI 22 e RI 47) e 2996 na cavalaria (continuava a ser a principal arma deste tipo na cavalaria), que se “encontram na sua totalidade incapazes de tiro de guerra” devido ao grande desgaste dos canos.

de tiro de guerra” devido ao grande desgaste dos canos. Figura 2 – Mannlicher com a

Figura 2 Mannlicher com a culatra de ferrolho aberta

Em 1946, as Mannlicher sobreviventes recebem uma nova juventude, quando a fábrica Braço de Prata as transforma para 5,6 mm com canos novos. Pretende-se com esta adaptação usar as velhas carabinas austríacas na instrução de tiro a reduzidas distâncias nas unidades (de 25 a 100 m), de modo a poupar armas mais modernas.

GRUPOS GERAIS DA ARMA 3. CANTO CORAL (COR) 3.1. Participar no canto do Hino Nacional

GRUPOS GERAIS DA ARMA

GRUPOS GERAIS DA ARMA 3. CANTO CORAL (COR) 3.1. Participar no canto do Hino Nacional A.

3. CANTO CORAL (COR)

3.1. Participar no canto do Hino Nacional

A. A História do Hino

Em 11 de Agosto de 1890, o governo inglês enviou por via telegráfica um ultimato para que todas as tropas portuguesas se retirassem da zona conhecida pelo nome de “mapa cor-de-rosa”, correspondente aos actuais Zimbabué e Malawi.

O lacónico telegrama britânico ameaçava Portugal com uma intervenção militar, pelo que o

governo português, perante a exigência de um país tão rico e poderoso, cedeu e evacuou a região. Isto originou diversas manifestações, que foram aproveitadas pelos republicanos na sua propaganda

contra a monarquia.

O compositor Alfredo Keil, indignado, sentou-se ao piano e compôs uma música marcial de

conteúdo vibrante. Depois foi ter com o poeta Henrique Lopes de Mendonça para que escrevesse a

letra com o sentido da revolta que grassava nas ruas.

Após alguns dias, estavam escritas as três estrofes da composição musical. No entanto, ao longo dos tempos, tem sido alterada a ordem da segunda e da terceira estrofe, que acabou por se normalizar.

Mais tarde, por diversas razões, houve quem contestasse a letra, mas como, em princípio, só

Mais tarde, por diversas razões, houve quem contestasse a letra, mas como, em princípio, só se cantava a primeira estrofe, a riqueza da melodia serve de compensação. O seu título, “ A Portuguesa “, é que ninguém contestou.

Ainda em 1890, Alfredo Keil instrumentou a música para ser tocada por banda. Foi assim que quando surgiu a primeira tentativa da revolução republicana, em 31 de Janeiro de 1891, uma banda tocava sem cessar “ A Portuguesa “, só parando após o malogro da revolução. Depois foi proibida a execução do “pretenso hino”.

Após a implantação da República, em 5 de Outubro de 1910, o governo provisório fê-lo adoptar como Hino Nacional e conferiu-lhe todas as honras militares e civis. Nos primeiros tempos do novo regime “ A Portuguesa “ era tocada pelas bandas militares e civis no final dos seus concertos em praças públicas.

B. O Autor da Música

Alfredo Keil nasceu em Lisboa, em 3 de Julho de 1850, e faleceu em Hamburgo, em 4 de Outubro de 1907, após melindrosa operação cirúrgica a que não resistiu. Foi pintor, poeta, arqueólogo e coleccionador de arte Seu pai era oriundo de uma família do ducado de Nassau, que em 1838 se veio estabelecer em Lisboa; sua mãe era descendente de uma família alsaciana.

Alfredo estudou no Colégio Britânico e desde pequeno mostrou inclinação para o desenho e para a música. Quando terminou o liceu foi estudar artes para Nuremberga, na Alemanha.

Recebeu muitos prémios nacionais e estrangeiros. As suas músicas, essencialmente as óperas, foram apresentadas nos mais importantes teatros de Portugal, do Brasil e de Itália.

C. O Autor da Letra

Henrique Lopes de Mendonça nasceu em Lisboa em 12 de Fevereiro de 1856 e faleceu em 24 de Agosto de 1931. Foi escritor, manifestando, desde jovem, grande tendência para a Literatura. Seguindo carreira na Marinha, foi promovido a Aspirante em 1871, viajando depois pelos portos da Europa e de África.

Iniciou a sua carreira dramática com a comédia em I acto A Noiva , representada

Iniciou a sua carreira dramática com a comédia em I acto A Noiva, representada no Teatro D. Maria II em 1884. Era sócio da Academia das Ciências e do Instituto de Coimbra. Foi professor de História na Escola de Belas-Artes de Lisboa. Escreveu poesia, história e romance. Passou à situação de reforma, em Maio de 1912, no posto de capitão-de-mar-e-guerra. Era condecorado com a comenda da Ordem de Avis.

D. A Letra do Hino

Heróis do mar, nobre povo,

Nação valente, imortal,

Levantai hoje de novo

O esplendor de Portugal!

Entre as brumas da memória,

Ó Pátria, sente-se a voz

Dos teus egrégios avós,

Que há-de guiar-te à vitória!

Coro

Às armas, às armas,

Sobre a terra, sobre o mar,

Às armas, às armas,

Pela Pátria lutar

Contra os canhões marchar, marchar!

3.2. Participar no canto do Hino da Maria da Fonte O nome de Maria da

3.2. Participar no canto do Hino da Maria da Fonte

O nome de Maria da Fonte está associado à rebelião de 1846 que teve início na Póvoa do

Lanhoso e que se veio a alastrar por todo o Minho, Trás-os-Montes, Beira e Estremadura.

As causas da rebelião foram as leis da saúde de Novembro de 1845 que, entre outras coisas, proibia o enterramento em igrejas como sempre se fizera até aí, confinando-os aos cemitérios. Não se tratou de uma revolta de cariz político mas sim de defesa de valores tradicionais e seculares. Ligada à insurreição está a canção patriótica denominada por Hino do Minho da autoria de Ângelo Frondoni e que mais tarde veio a adoptar o nome de Hino da Maria da Fonte.

O Hino da Maria da Fonte é executado em cerimónias militares onde não é dado executar o

Hino Nacional. De acordo com o decreto-lei Nº 331/80 de 28AGO80 são as seguintes as Entidades a que é destinado: Presidente da Assembleia da Republica, Primeiro-ministro, Chefe do Estado-Maior- General das Forças Armadas, Presidente do Supremo Tribunal de Justiça e Tribunal Militar, Vice- Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas e Chefes de Estado-Maior dos três Ramos, Ministros e Secretários.

LETRA DO HINO DA MARIA DA FONTE

Baqueou a tirania Nobre povo é vencedor Generoso ousado e livre Dêmos glória ao teu valor

Eia avante portugueses Eia avante não temer Pela santa liberdade Triunfar ou perecer Triunfar ou perecer

LETRA DO HINO DO EXÉRCITO Nós vimos de Valverde E de Val de Vez, Servindo

LETRA DO HINO DO EXÉRCITO

Nós vimos de Valverde

E de Val de Vez,

Servindo a Henrique

E ao Rei Português

Que em tantas batalhas,

Em luta campal

Ergueu as muralhas

Para Portugal!

Coro

Iremos até onde a Pátria for

E seja em paz, ou seja em guerra

Que este clamor

Vibre imortal

De mar em mar, de serra em serra:

- Portugal! Portugal! Portugal!

HINO DA MARIA DA FONTE Instrução Militar -14- 5º Ano

HINO DA MARIA DA FONTE

HINO DA MARIA DA FONTE Instrução Militar -14- 5º Ano
Instrução Militar -15- 5º Ano
Instrução Militar -15- 5º Ano
Instrução Militar -16- 5º Ano
Instrução Militar -16- 5º Ano
4. EDUCAÇÃO MORAL CÍVICA E MILITAR 4.1. Identificar a Hierarquia Militar. Deferências para com os

4. EDUCAÇÃO MORAL CÍVICA E MILITAR

4.1. Identificar a Hierarquia Militar. Deferências para com os superiores

Para efeitos de continências e honras militares, os graus de hierarquia militar nas Forças

Armadas agrupam-se por ordem decrescente em quatro categorias, a saber: a 1ª a classe de Oficiais

Generais; a 2ª a classe dos Oficiais Superiores; a 3ª a classe dos Capitães e Subalternos; a 4ª a

classe dos Sargentos.

CATEGORIA

ARMADA

EXÉRCITO E FORÇA AÉREA

 

Almirante da Armada (Dignidade honorífica) Almirante Vice-Almirante Contra-Almirante Comodoro

Marechal (Dignidade honorífica) General (4 estrelas) Tenente General (3 estrelas) Major General (2 estrelas) Brigadeiro General (1 estrela)

 
 

Capitão-de-Mar-e-Guerra Capitão-de-Fragata Capitão Tenente

Coronel Tenente Coronel Major

 
 

Primeiro-Tenente Segundo-Tenente Guarda - Marinha ou Subtenente Aspirante a Oficial

Capitão Tenente Alferes Aspirante a Oficial

 
 

Sargento-Mor Sargento-Chefe Sargento-Ajudante Primeiro-Sargento Segundo-Sargento Primeiro Subsargento Segundo Subsargento

Sargento-Mor Sargento-Chefe Sargento-Ajudante Primeiro-Sargento Segundo-Sargento Furriel Segundo - Furriel

 

Quadro 1 Graus de hierarquia militar nas Forças Armadas em quatro categorias

Qualquer militar deve respeitar a autoridade hierárquica e colaborar racional e livremente, na obediência, para

Qualquer militar deve respeitar a autoridade hierárquica e colaborar racional e livremente, na obediência, para o bem da Nação dentro do seu escalão no Exército.

REGULAMENTO DE CONTINGÊNCIAS E HONRAS MILITARES (RCHM)

Artigo 16º

O militar não tem direito de dispensar as honras devidas ao seu posto ou cargo, a não ser em casos em que as circunstâncias o justifiquem.

Artigo 18º

O militar deve usar sempre todas as deferências para com os seus superiores hierárquicos, nomeadamente:

Não fumar diante do superior sem obter a devida autorização;

Se se cruzar com um superior em qualquer passagem apertada, designadamente escada ou vão de uma porta, facilitar-lhe a passagem, deixando-o passar primeiro; na rua, ceder- lhe o lado interior do passeio;

Evitar sempre passar pela frente do superior, mas, quando tiver necessidade de o fazer, solicitar-lhe a devida licença;

Não entrar nas embarcações militares nem delas sair sem licença do superior que estiver presente. Os militares entram nas embarcações antes dos superiores e desembarcam depois deles. Nas embarcações os lugares de honra são, por ordem decrescente:

1º Bombordo a ré; 2º Estibordo a ré; 3º A meio a ré; 4ºe 5º, etc. De ré para vante alternadamente a bombordo e a estibordo.

Não entrar nas viaturas e aeronaves militares nem delas sair sem licença do superior

que estiver presente. Nas viaturas de transporte colectivo de pessoal e nas aeronaves militares os

que estiver presente. Nas viaturas de transporte colectivo de pessoal e nas aeronaves militares os lugares são ocupados, por ordem hierárquica, da direita para a esquerda e da frente para a retaguarda;

Em acto de serviço, não montar ou embarcar nem se apear, de cavalo ou viatura, sem pedir licença ao superior presente.

Artigo 19º

O militar a quem o superior se dirigir toma imediatamente a posição de sentido e faz continência. Mantém a posição de sentido enquanto o superior se não retirar ou o autorizar a tomar posição. Quando o superior se retirar, volta a prestar lhe a continência.

O militar está colocado numa escala, ou em ordem hierárquica que contribui para a divisão de

tarefas, para a coesão do todo da colectividade, para a “unidade e disciplina” do Exército. O militar,

enquanto tal, está portanto, escalonado numa hierarquia. Conforme a sua posição assim tem determinados direitos e deveres, embora muitos deles digam respeito a todos os escalões da hierarquia.

O homem, pelo próprio facto do nascimento, já se revela um ser dependente de outros seres

humanos. Isto faz parte da sua natureza: a vida foi-nos dada pelos progenitores, não foi assumida por

geração espontânea de cada um de nós. Com a dependência vem a subordinação e a consequente obediência. A vida manifesta-se estruturada, hierarquizada, nela há “ordem”. A princípio, palavras como “dependência”, “subordinação”, “obediência”, mesmo sem serem proferidas, davam paz e tranquilidade à criança que em tudo confiava nos cuidados dos pais.

Com a adolescência e a necessidade de afirmação da personalidade individual no mundo que nos envolve, surgem os conflitos, tensões, torna-se difícil a prática de obediência e até é incómodo o próprio vocábulo. Porque nunca cessamos de aprender e estamos integrados numa sociedade, a obediência e a subordinação são condições necessárias para o bem da colectividade, embora seja certo também que, na realidade concreta, as relações humanas de afecto, autoridade e dependência, estejam muitas vezes compenetradas de impotência, tirania e desconfiança.

Desde a infância que defendemos com o máximo das nossas forças até os mínimos interesses

Desde a infância que defendemos com o máximo das nossas forças até os mínimos interesses que nessa altura podem reduzir-se a simples posse ou domínio de um brinquedo. Com o tempo cresce em cada homem a vontade de se impor aos outros, a “glória de mandar”, a “vã cobiça” e o endeusamento pessoal.

Por tudo isto é que a autoridade e os seus próprios símbolos e agentes nem sempre são suficientemente entendidos e aceites como valores humanos necessários e indispensáveis para a harmonia da sociedade. Os homens estão integrados numa sociedade. A acção humana em sociedade corresponde a uma certa ordem, porque obedece a uma certa regulação, o que faz do homem-cidadão simultaneamente um dirigente e um dirigido, um pai e um filho, um profissional que aprende e ensina, que manda, mas também obedece. A hierarquia transforma, portanto, o corpo social num todo, numa “unidade”, que em diversos escalões busca um fim comum colectivo, na complementaridade, na subsidiariedade e na ordem.

O militar, como qualquer outro ser, está colocado numa escala de funções, de poderes e de

responsabilidades está numa ordem hierárquica, factor de unidade, na diversidade, e de disciplina,

na multiplicidade das tarefas. Portanto, qualquer militar deve respeitar a autoridade hierárquica e colaborar racional e livremente, na obediência, para o bem da Nação dentro do seu escalão no Exército.

Podemos resumir em obediência, respeito e lealdade, os vários deveres que qualquer militar tem para com os seus camaradas de escalão hierarquicamente superior. Subordinação não significa servidão, colaboração não é sinónimo de falta de personalidade, porque “renunciar ao capricho, ao egoísmo, à indolência, a tudo quanto o vulgar dos homens mais aprecia e estima, ter por único fim o servir bem por único enlevo a glória, por único móvel a honra e a dignidade não é renuncia da vontade”, como escreveu Mouzinho de Albuquerque.

A falta de respeito pelos que desempenham funções de nível superior é manifestação de

egoísmo, sentimento humano inferior, que se transmuda facilmente em modos ordinários, repulsivos

e desagradáveis, que, se nem sempre surgem à superfície, isso deve-se quase sempre ao receio de qualquer sanção punitiva.

O colaborador de escalão hierárquico inferior deve ser leal e franco com os chefes. Não

O colaborador de escalão hierárquico inferior deve ser leal e franco com os chefes. Não deve

proceder de má-fé, com intenções ocultas, com reserva mental ou com malícia.

Em resumo, podemos dizer que os deveres do militar para com os seus camaradas de escalão hierárquico superior implicam necessariamente: respeitar e fazer-se respeitar; proceder com zelo, honestidade e boa fé; obedecer com inteligência, brevidade e dignidade; trabalhar em colaboração com perfeição e rigor; conviver com delicadeza e civismo; não murmurar das ordens recebidas; não adular os chefes; não denunciar maliciosamente seja quem for; não supor saber mais do que sabe, nem julgar que os outros são ignorantes na matéria.

O superior, nas suas relações com os inferiores procurará ser para eles exemplo e guia, estabelecendo a estima recíproca, sem contudo a levar até à familiaridade, que só é permitido fora dos actos de serviço. Tem ainda por dever cuidar dos interesses dos seus subordinados, respeitar a sua dignidade, ajudá-los com os seus conselhos e ter para com eles as atenções devidas, não esquecendo que se acham solidariamente ligados para o desempenho de uma missão comum.

A obediência é sempre devida ao mais graduado e em igualdade de graduação ao mais antigo.

Exceptuam-se os casos em que qualquer militar seja investido em cargo ou funções de serviço, em

relação aos quais seja determinado o contrário, por legislação especial.

É dever do militar respeitar e agir lealmente para com os superiores, subordinados ou de

hierarquia igual ou inferior, tanto no serviço como fora dele e usar entre si as deferências em uso na sociedade civil. O respeito manifesta-se exteriormente pela atitude para com os superiores e pela

continência militar. Acima de toda a hierarquia militar existem as Bandeiras, Estandartes Militares e Hino Nacional como símbolos da Pátria.

O

Presidente da República é o Comandante Supremo das Forças Armadas por inerência.

O

CEMGFA superintende nos três ramos das Forças Armadas.

O

CEME é o responsável máximo no Ramo do Exército.

4.2. Postos de Oficiais, Sargentos e Praças do Exército Para identificar e reconhecer os postos

4.2. Postos de Oficiais, Sargentos e Praças do Exército

Para identificar e reconhecer os postos do Exército Português é necessário ter em conta a simbologia que se segue, a saber:

Estrelas Símbolo atribuído a oficiais generais.

Galões Símbolo atribuído a outros oficiais (dourados).

Divisas Símbolo atribuído a sargentos (dourados) e a cabos (vermelhos).

Os símbolos são presos diretamente na manga do uniforme, ou colocados nos ombros utilizando-se para o efeito as passadeiras das camisas. As platinas têm o fundo vermelho para generais, azul ferrete/prato para oficiais e sargentos, verde para cabos. Na Força Aérea o fundo é sempre azul tal como na Marinha. As estrelas são em prata fosca (de Major-General a General) e em ouro fosco para Marechal, CEMGFA e para Presidente da República (quando militar). As riscas douradas das platinas chamam-se “galões” para oficiais e “divisas” para sargentos.

“galões” para oficiais e “divisas” para sargentos. Exemplo da platina de “Coronel” para ser usada em

Exemplo da platina de “Coronel” para ser usada em camisa. O galão mais grosso é sempre colocado no lado de fora do ombro ficando os galões mais estreitos voltados para o botão da passadeira ou para a cabeça do militar.

Exemplo de distintivos de manga para o uniforme nº 1 ra 3 – Simbologia dos

Exemplo de distintivos de manga para o uniforme nº 1

ra 3 Simbologia dos postos do Exército

4.3. Entidades e símbolos com direito a distinções especiais e manifestações exteriores de respeito

Além dos superiores hierárquicos que naturalmente têm direito às manifestações de respeito regulamentares, existem outras entidades e símbolos que como militares nos merecem manifestações de respeito e que são estipuladas no Regulamento de Continências e Honras Militares (RCHM).

Artigo 10º

Os símbolos da pátria, estão acima de toda a hierarquia militar, a conhecer:

A Bandeira Nacional;

O Estandarte Nacional;

O Hino Nacional – “ A Portuguesa”.

Se a Bandeira Nacional, o Estandarte Nacional, o Hino Nacional e o Presidente da República são os símbolos da Pátria e estão acima de toda a hierarquia militar todos os militares têm, portanto, a obrigação de lhes fazer a continência, quando uniformizados, e de se descobrirem e perfilarem, quando em trajo civil nas circunstâncias previstas nos artigos 52ºe 56º (descobrem-se de bonés e prestam sentido). O Presidente da República tem direito a iguais saudações.

Artigo 11º do nº1

Chefes de Estado, Monarcas ou Embaixadores Estrangeiros (RCHM ) Em terra, os Chefes de Estado

Chefes de Estado, Monarcas ou Embaixadores Estrangeiros

(RCHM)

Em terra, os Chefes de Estado Estrangeiro ou os Embaixadores que oficialmente os representem e os membros de famílias reais reinantes que oficialmente representem os respectivos monarcas têm direito a honras iguais às prestadas ao Presidente da República.

Artigo 11º do nº 2,3 e 4

Entidades Civis

(RCHM)

O Presidente da Assembleia da República, o Primeiro Ministro, o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, os membros do Governo e os ministros plenipotenciários estrangeiros, quando em actos oficiais previamente anunciados, têm direito às honras constantes no Regulamento de Continências e Honras Militares.

Os Presidentes das Assembleias e dos Governos Regionais dos Açores e da Madeira têm honras de Ministros do Governo da República na área das suas regiões. Os governadores civis têm honras de oficial general quando em actos solenes oficiais a que presidam na área dos seus distritos e que exijam essa representação.

Artigo 11º do nº 5

Oficiais Estrangeiros (RCHM ) Os oficiais estrangeiros, quando em actos oficiais, tem honras militares iguais

Oficiais Estrangeiros

(RCHM)

Os oficiais estrangeiros, quando em actos oficiais, tem honras militares iguais aos da mesma patente das forças armadas nacionais.

Artigo 12º do nº 1,2,3

Comandantes de Unidade ou visitas oficiais às mesmas

(RCHM)

Aos oficiais comandantes de unidades e estabelecimentos militares, quer efectivos quer interinos, uniformizados ou trajando à civil, são devidos, diariamente, à primeira entrada e última saída da sua unidade, entre as horas do içar e do arriar da Bandeira, a guarda formada e o toque de sentido, seguido do sinal respectivo, sempre que sejam das categorias 1ª e 2ª do quadro A (artigo 9º).

Os Comandantes de fracções destacadas de unidades, quando da categoria 2ª do quadro A (artigo 9º), têm direito às mesmas honras. Aos oficiais de categoria 3ª do quadro A (artigo 9º), quando desempenhando funções de comandante de unidade ou de estabelecimento militar, é devido apenas o toque de sentido, Seguido do respectivo sinal.

Em qualquer dos casos os oficiais de serviço deverão apresentar-se ao comandante logo que este entre na unidade. Quando na unidade ou estabelecimento militar se encontrar em serviço qualquer entidade hierarquicamente superior ao comandante, a este é apenas devido o sinal de comandante.

Nos quartéis-generais e em todos os comandos ou direcções de oficial general o distintivo do respectivo comandante ou director será içado, durante o dia, quando este ali

entre é arriado logo após a sua saída. Artigo 154º Ordem Militar da Torre e

entre é arriado logo após a sua saída.

Artigo 154º

Ordem Militar da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito (RCHM)

Os militares de qualquer categoria, em serviço activo, na reserva ou na reforma, quando galardoados com os graus da condecoração que a seguir se indicam e ostentando as respectivas insígnias, terão as honras dos postos mencionados no quadro a seguir inserido, se o posto que possuem na hierarquia militar não for superior.

GRAUS DA

POSTOS MILITARES A QUE

CATEGORIAS

CONDECORAÇÃO

CORRESPONDEM OS GRAUS DA

CORRESPONDENTES

CONDECORAÇÃO

Cavaleiro

Alferes

Categoria 3ª do quadro A (artigo 9º)

Oficial Comendador Grande-oficial Grã-cruz Grande-colar Major Tenente-coronel Coronel General General Categoria 2ª

Oficial

Comendador

Grande-oficial

Grã-cruz

Grande-colar

Major

Tenente-coronel

Coronel

General

General

Categoria 2ª do quadro

A (artigo 9º)

Categoria 1ª do quadro

A (artigo 9º)

Em complemento ao reconhecimento, das entidades a quem deve as deferências e aqui descritas, deverá ser do conhecimento dos militares os tipos de deferências efectuar e como as efectuar. Assim deverá ser referido aos instruendos o que está estipulado em relação a isso.

Nomeadamente quando é usado o trajo civil (art. 13º), quando acompanhado por superior (art. 14º), quanto à situação em que está e quem é a entidade (art. 20º,21º,22º,23º,24º) e em casos excepcionais (art. 31º, 51º).

4.4. Fazer continência e apresentar-se a um superior

EXECUÇÃO DA CONTINÊNCIA SEM ARMA

A continência do militar desarmado é feita de cabeça levantada, dirigindo natural e francamente a cara para quem a recebe. Com um gesto vivo, eleva-se a mão direita aberta, no prolongamento do antebraço, com os dedos estendidos e unidos de modo que a última falange do indicador vá ficar no sobrolho direito ou no ponto correspondente da cobertura da cabeça; com a palma um pouco inclinada para baixo, o braço sensivelmente horizontal e no alinhamento dos ombros.

Desfaz-se a continência levando energicamente o braço ao lado do corpo. A execução da continência

Desfaz-se a continência levando energicamente o braço ao lado do corpo. A execução da continência é determinada pelo Regulamento de Continências e Honras Militares (RCHM) para as diferentes situações e casos, nos termos prescritos no 3. E ainda para os seguintes casos especiais:

a) Marchando em acelerado: para prestar continência, o militar que se desloca em acelerado toma previamente a cadência de ordinário; da mesma forma, quando montado, meterá a passo.

b) Deslocando-se em bicicleta: o militar conduzindo qualquer viatura, incluindo bicicleta ou motociclo, não presta continência.

c) Deslocando-se de automóvel: os militares que sejam conduzidos em qualquer viatura, embora não se levantando, fazem a continência ou, se trajarem civilmente, cumprimentam. Conduzindo à mão qualquer animal, limita-se a dirigir natural e francamente a cara para quem recebe o cumprimento.

d) Sendo portador de embrulho: se é portador de um objecto na mão direita, passa-o para a mão esquerda e faz a continência. Se tem as mãos impedidas, toma uma atitude respeitosa, dirigindo natural e francamente a cara para a entidade que recebe o cumprimento.

MANEIRAS DE PROCEDER EM DIFERENTES CASOS

     

COM ARMA EM BANDOLEIRA

CABEÇA

DIFERENTES CASOS

SEM ARMA

COM ARMA

DESCOBERTA

Cruzamento com um superior

Fazer continência 5 passos antes e desfazer 3 passos depois, olhando ao flanco

Fazer olhar direita/esquerda desde 5 passos antes e 3 passos depois

Fazer a continência olhando ao flanco desde 5 passos a 3 passos depois

Fazer olhar direita/esquerda desde 5 passos antes a 3 depois

Ultrapassagem de

Fazer continência na ultrapassagem e durante 3 passos,

Fazer olhar direita/esquerda ao ultrapassar e desfazer

Fazer continência na ultrapassagem e durante 3 passos,

Fazer olhar direita/esquerda ao ultrapassar e durante 3

um superior olhando ao flanco a 3 passos olhando ao flanco passos Encontro com uma

um superior

olhando ao flanco

a 3 passos

olhando ao flanco

passos

Encontro com uma Força Militar

Parar, voltar-se de frente, fazer a continência à Bandeira, Estandartes e aos Comandantes das várias fracções

Parar, voltar-se de frente apresentar arma à Bandeira e prestar a continência devida a cada Oficial

Parar, voltar-se de frente, fazer a continência à Bandeira, Estandartes e aos Comandantes das várias fracções

Parar, voltar-se de frente e pôr-se em sentido

Durante o Hino Nacional, no hastear e arrear da Bandeira Nacional

Parar, voltar-se na direcção de onde vem a musica e fazer a continência durante a execução

Parar, voltar-se na direcção de onde vem a musica e fazer a apresentar arma durante a execução

Parar, voltar-se na direcção de onde vem a musica e fazer a continência durante a execução

Parar, voltar-se na direcção de onde vem a musica e pôr-se em sentido

Nota: A continência às bandeiras ou estandartes militares e ao Chefe de Estado pode em trânsito começar a 10 e

terminar a 5 metros. Estando parados (só bandeiras ou estandartes começam a 5 e terminam 3 passos).

Os procedimentos a adoptar na apresentação a um superior são prescritos pelo Regulamento de Continências e Honras Militares (RCHM) e pelo Regulamento Geral do Serviço das Unidades do Exército (RGSUE).

Artigo 26º

RCHM Quando um militar tenha de se dirigir a um superior hierárquico, aproxima- se a uma distância que lhe permita ser ouvido e pára. Menciona-o pela identidade de acordo com o preceituado no artº 15º ao mesmo tempo que pede licença e faz a continência. Obtida a licença, avança até cerca de dois passos do superior e coloca-se na sua frente. Para se retirar pede licença ao mesmo tempo que efectua a continência; em seguida volve para o lado em que vai seguir e retira. Quando o referido superior estiver na presença de algum militar mais graduado ou mais antigo, terá, para atender o inferior hierárquico, de previamente pedir licença; procedendo de igual modo quando este se retirar.

Artigo 27º RCHM – O militar armado que não estiver em formatura permanece em ombro

Artigo 27º

RCHM O militar armado que não estiver em formatura permanece em ombro arma enquanto na presença do superior e este for das categorias 1ª, 2ª e 3ª do quadro A (art.º 9º), em sentido se for da categoria 4ª do mesmo quadro.

Artigo 28º

RCHM O tratamento entre militares é regido pelos seguintes preceitos:

No Exército Os oficiais com cursos de engenharia, medicina, farmácia, podem ser tratados pelos títulos correspondentes a esses cursos. O superior, falando a inferior hierárquico, designa-o pelo posto ou função que exerce. Poderá fazê-lo seguir de nome ou número (praças), se assim o entender ou julgar necessário. O inferior, falando a superior hierárquico, designa-o pelo posto ou função que exerce, precedido da palavra “senhor”. A palavra “senhor” poderá ser substituída pela palavra “meu”, de uso tradicional. Os oficiais de categoria 1ª do quadro A (art.º 9º tem direito ao tratamento de “excelência”.

Artigo 47º

RGSUE 1ª PARTE, Cap. III, Secção I Nenhum militar entra em funções antes de se

RGSUE 1ª PARTE, Cap. III, Secção I

Nenhum militar entra em funções antes de se inserir na cadeira de comando, o que faz mediante apresentação aos superiores de quem depende e contacto com os subordinados imediatos;

Todo o militar tem por dever apresentar-se aos seus superiores quando se der qualquer dos seguintes casos:

Entrar de novo na unidade;

Regressar a ela depois de um serviço de mais de quarenta e oito horas;

Ter sido promovido;

Ter alta do hospital ou enfermaria, passar da situação de doente ou convalescente à

de pronto;

Terminar licença, ausência ilegítima ou cumprimento de pena disciplinar;

O militar nomeado para um serviço especial deve apresentar-se ao chefe que dirige

esse serviço.

As entidades a quem os militares das unidades devem apresentar-se são as seguintes:

O comandante da unidade, ao comandante da região militar e ao comandante militar.

Se a unidade tiver outras subordinações, o comandante deve também apresentar-se

também a esses superiores de quem dependa. Quando a sede desses outros escalões

superiores for a da localidade da unidade, tais apresentações podem ser feitas por

escrito;

 O 2º comandante, ao comandante;  Os restantes oficiais e aspirantes a oficial, ao

O 2º comandante, ao comandante;

Os restantes oficiais e aspirantes a oficial, ao comandante e ao 2º comandante da

unidade, e a todos os superiores do respectivo canal da cadeia de comando;

O sargento-mor, ao comandante, 2º comandante, oficiais superiores do regimento,

chefe da secretaria e comandante da sua companhia;

Os sargentos-chefes, ao 2º comandante, oficiais do comando do batalhão, chefe da

secretaria, comandante de companhia do seu batalhão e sargento-mor;

Os sargentos-ajudantes, ao comandante do batalhão, comandante e demais oficiais da

sua companhia, chefe da secretaria e sargento-chefe do batalhão a que pertencem;

Os restantes sargentos, ao comandante e oficiais da sua companhia e ao respectivo

adjunto do comando;

Os cabos e soldados, ao comandante e adjunto do comando da sua companhia e ao

comandante e sargentos do seu pelotão;

Além destas apresentações, cada militar apresenta-se ainda aos seus superiores directos dos

órgãos onde presta serviço. A apresentação deve efectuar-se logo que dê a causa que a motiva; se,

porém, não estiver presente no quartel quem a deve receber, cessa esta obrigação passadas vinte e

quatro horas”.

APRESENTAÇÃO SEM E COM ARMA

APRESENTAÇÃO

COM ARMA

Executa o mesmo cerimonial, tendo o

cuidado, no entanto, de na altura em que pede

licença executar a continência correspondente à

SEM ARMA

1.

Apresentação

Aproximar-se à distância de 5 passos. Pôr-se em sentido. Pedir licença, fazendo, a pé firme, a continência.

 Desfazer a continência e aproximar-se 2 passos uma vez obtida licença.  Anunciar em

Desfazer a continência e aproximar-se 2 passos uma vez obtida licença. Anunciar em voz alta:

categoria da entidade.

Obtida a licença, desfaz a continência

 

e, aproximando-se a 2 passos, fica na posição de

“Apresenta-se o (Posto) (Número) indivíduo “x” de (Unidade,

subunidade, ou ambas conforme os casos), que (indicar o motivo

ombro-arma se está na presença de oficial ou a

 

da apresentação).”

aspirante a oficial e na posição de sentido na

 

presença de furriel ou sargento.

Ficar em sentido até que o superior o mande descansar, dê a apresentação como efectuada ou o mande retirar. Olhar francamente o superior a quem se dirige.

No caso de ter a arma em bandoleira

procede como não tendo arma.

2.

Fim da conversa

 

No caso de a apresentação ser em

repartição ou gabinete o militar deve bater e

O militar põe-se em sentido se não estava ainda, faz a continência pedindo licença para retirar, dá meia volta ou volve a um flanco e retira-se.

esperar autorização de entrar. Depois de entrar

fecha a porta.

5. ORDEM UNIDA (OUN)

5.1. Passar da posição de “À vontade” para a posição de “Sentido” e vice-versa sem arma

Encontrando-se o militar na posição de:

Posição “À VONTADE”

1)

Uma Posição não rígida, com o pé direito fixo (para não desfazer o alinhamento);

2)

Os Calcanhares afastados cerca de 30 cm (um pé) com as pontas dos pés naturalmente

voltadas para fora;

3)

Os braços atrás das costas naturalmente descaídos com a mão direita fechada e a mão

esquerda a abraçarem o pulso direito;

4) O tronco direito; 5) A Cabeça naturalmente levantada. Ao sinal de comando de “

4)

O tronco direito;

5)

A Cabeça naturalmente levantada.

Ao sinal de comando de

FIRME!”,

o instruendo passará à posição de:

Posição “FIRME”, devendo para tal e em simultâneo.

1)

Esticar os braços atrás das costas, unidos ao corpo, num movimento enérgico e rápido, mantendo a mão direita fechada e a esquerda abraçando o pulso direito;

2)

Endireitar o tronco, recuar os ombros, salientar o peito e recolher o ventre;

3)

Adoptar postura rígida, mantendo a cabeça naturalmente levantada e olhando em frente;

4)

Posição de pés e pernas como em à vontade.

Na posição de “FIRME”, o instruendo encontra-se conforme Figura 4.

vontade. Na posição de “FIRME”, o i nstruendo encontra-se conforme Figura 4. Instrução Militar -34- 5º
Figura 4 – Posição “Firme” Ao sinal de comando de “ SENTIDO” , passará à

Figura 4 – Posição “Firme”

Ao sinal de comando de

SENTIDO”,

passará à posição de:

Posição “SENTIDO”

1) Elevar ligeiramente os calcanhares e unir o do pé esquerdo, energicamente ao do pé direito, sem o arrastar, e de forma a unirem-se num batimento, assentando de seguida os dois no chão (os calcanhares ficam unidos e na mesma linha) e as pontas dos pés naturalmente voltadas para fora.

2)

Tronco direito, ombros recuados e naturalmente descaídos e peito saliente.

3)

Braços pendentes ao longo do corpo.

4)

Cabeça naturalmente levantada e olhando em frente.

5)

Mãos abertas com as palmas encostadas às coxas e dedos esticados e unidos.

6)

O instruendo nesta posição encontra-se conforme figura 5.

Figura 5 – Posição “sentido” Passagem da posição de “SENTIDO” à de “À VONTADE” Encontrando-
Figura 5 – Posição “sentido” Passagem da posição de “SENTIDO” à de “À VONTADE” Encontrando-

Figura 5 Posição “sentido”

Passagem da posição de “SENTIDO” à de “À VONTADE”

Encontrando-se o militar em “SENTIDO” e ao sinal de comando de passará à posição de:

“FIRME”, devendo para tal e em simultâneo.

DESCANSAR!”

1)

Elevar ligeiramente os calcanhares e deslocar o pé esquerdo cerca de 30 cm, sem o arrastar, assentando posteriormente os pés no chão;

2)

Num movimento rápido e enérgico deslocar os braços para trás das costas, mantendo-os esticados e unidos ao corpo, indo a mão esquerda abraçar o punho da mão direita, que se encontra fechada;

3) Endireitar o tronco, recuar os ombros, salientar o peito e recolher o ventre; 4)

3)

Endireitar o tronco, recuar os ombros, salientar o peito e recolher o ventre;

4)

Levantar naturalmente a cabeça olhando em frente.

O instruendo nesta posição e imediatamente a seguir ao sinal de comando de “ VONTADE”, deverá passar à posição de:

À

Posição “À VONTADE”

1)

Descontrair o corpo e os braços que sobem ligeiramente até à altura da cintura;

2)

Continuar com o tronco naturalmente direito.

-

2) Continuar com o tronco naturalmente direito. - Figura 6 – Posição “sentido” 5.2. “Reunir”/

Figura 6 Posição “sentido”

5.2. “Reunir”/ “Formar” e “Destroçar”

REUNIR

Ao sinal de comando de “ REUNIR”, seguido da indicação/sinal dado pelo comandante de Secção/Pelotão,

Ao sinal de comando de “

REUNIR”,

seguido da indicação/sinal dado pelo

comandante de Secção/Pelotão, quanto ao tipo de formatura que pretende:

LINHA

O comandante da força, após ter tomado a posição de sentido, levanta o braço direito até à

altura do ombro, com a palma da mão voltada para a frente, marcando a direcção em que a formatura se vai desenvolver e mantêm-se nesta posição até todos os elementos terem formado;

COLUNA

O braço direito levantado verticalmente por cima da cabeça, mão fechada e virada para a

frente, apontando com os dedos o número de colunas a constituir, ficando o braço esquerdo na

posição de sentido.

Os instruendos dirigem-se em acelerado para o local de reunião e procedem do

seguinte modo:

Formatura em LINHA

1)

2)

O primeiro a chegar junto do comandante da força, ocupa a sua posição, junto à mão do comandante, a dois passos de distância e virado para este;

Os restantes elementos ocupam as posições respectivas, formando da frente para trás e da direita para a esquerda, à medida que chegam ao local.

1)

Formatura em COLUNA

Os elementos da força dirigem-se em acelerado para o local de reunião;

2) O 1º elemento ocupa a sua posição frente ao comandante, a dois passos de

2)

O 1º elemento ocupa a sua posição frente ao comandante, a dois passos de distância e voltado

3)

para este; Os restantes elementos ocupam as posições respectivas, formando da direita para a esquerda e da frente para trás.

DESTROÇAR

Ao sinal de comando de “ deverá proceder do seguinte modo:

DESTROÇAR!”

(estando o instruendo na posição de sentido),

Executar, energicamente, um batimento com o pé esquerdo, abandonando de imediato a formatura.

5.3. Fazer “Direita/Esquerda volver” e “Meia volta volver” a pé firme

“DIREITA/ESQUERDA VOLVER”

volta volver” a pé firme “DIREITA/ESQUERDA VOLVER” Ao sinal de comando de “ instruendo deverá:

Ao sinal de comando de “ instruendo deverá:

DIREITA/ESQUERDA

VOLVER!” o

Levantar o calcanhar do pé esquerdo/direito e a ponta do pé direito/esquerdo e rodar o corpo, cerca de 90º para a direita/esquerda, num único tempo (1º Tempo);

Unir, num só tempo, o calcanhar que está à retaguarda ao da frente, sem arrastar o pé e de tal modo que se ouça um batimento. Os braços ficam estendidos e colocados ao longo do corpo, com as mãos abertas, palmas viradas para dentro com os dedos esticados e unidos (2º Tempo).

Figura 7 Posição “Direita Volver”

“MEIA VOLTA VOLVER”

Ao sinal de comando de “ Executar em 4 Tempos “DIREITA VOLVER”. MEIA VOLTA VOLVER”,

Ao sinal de comando de

Executar

em

4

Tempos

“DIREITA VOLVER”.

MEIA

VOLTA VOLVER”, o instruendo deverá:

cadenciados,

mas

enérgicos,

dois

movimentos

sucessivos

de

NOTA: O movimento de “DIREITA VOLVER” será sempre executado pela direita.

de “DIREITA VOLVER” será sempre executado pela direita. Figura 8 – Posição “ Meia volta Volver”

Figura 8 Posição Meia volta Volver”

5.4. Dar passos “Em frente/À retaguarda” e passos laterais “À esquerda/à direita”

Passos “À FRENTE” e “À RECTAGUARDA”

Este tipo de passos não esquecer que:  O tamanho de um passo em frente

Este tipo de passos não esquecer que:

O tamanho de um passo em frente é igual ao de um passo em marcha de

cadência ordinária;

O tamanho de um passo à retaguarda é metade da distância do passo em

frente;

Nestes movimentos os braços devem permanecer unidos ao corpo;

O número de passos que se devem ordenar/executar deve ser no máximo de 4

(quer sejam passos em frente, quer sejam passos à retaguarda).

À voz de

PASSOS

EM (FRENTE/RECTAGUARDA) MARCHE!”, o instruendo deverá:

1º TEMPO Bater pé esquerdo energicamente no chão;

TEMPOS INTERMÉDIOS Avançar/recuar, com energia, o pé direito em primeiro lugar, dando o número de passos indicados;

ÚLTIMO TEMPO O calcanhar do pé recuado/avançado vai unir energicamente ao calcanhar do pé que tiver dado o último passo.

Passos laterais ”À DIREITA/ESQUERDA”

Ao instruendo deverá: sinal de comando de “ PASSOS LATERAIS À DIREITA/ESQUERDA” , o Afastar

Ao

instruendo deverá:

sinal

de

comando

de

PASSOS

LATERAIS

À

DIREITA/ESQUERDA”,

o

Afastar a perna direita/esquerda lateralmente, e para o lado indicado, de modo a que os calcanhares fiquem afastados cerca de um pé-1º TEMPO;

São dados os passos laterais com energia TEMPOS INTERMÉDIOS;

O calcanhar do pé que vai em movimento, vai unir energicamente ao calcanhar do outro pé - ÙLTIMO TEMPO.

Não esquecer que o movimento deve ser executado em cadência normal (ordinária) e o número máximo de passos laterais a dar não deve ser superior a dez. O movimento poderá ser acompanhado pela contagem dos tempos em voz alta. À voz de execução, cada elemento afasta o pé direito/esquerdo cerca de um pé para o lado indicado, e unindo-lhe de seguida o pé esquerdo/direito, com batimento dos calcanhares, continuando a dar passos para o flanco indicado, até à voz de alto (dada quando o pé que ganha terreno inicia o movimento e terminada justamente na união dos calcanhares).

5.5. Participar no “Perfilar” de uma formatura

O movimento de “PERFILAR” só se executa com a escola “EM LINHA” e na posição de “SENTIDO”. Pode-se perfilar “pela direita” ou “pela esquerda”, sendo no entanto, o perfilar pela direita a forma mais usual.

Os procedimentos que se seguem referem-se à forma de “perfilar pela direita”. Para o “perfilar pela esquerda”, os procedimentos serão análogos, residindo as diferenças no facto de, neste último caso, a base do alinhamento ser a 1ª coluna da esquerda.

PERFILAR COM INTERVALOS NORMAIS

À voz de comando de “ PELA DIREITA PERFILAR! ” instruendo, de acordo com o

À voz de comando de

PELA

DIREITA

PERFILAR!

instruendo, de acordo com o lugar

que ocupa na formatura, deverá proceder como a seguir se indica.

1)

Se ocupa a fileira da FRENTE

Estando na 1ª coluna da direita:

Continuar a olhar em frente;

Curvar o braço esquerdo de modo que o cotovelo fique no plano do corpo, colocando a mão na cintura com o polegar voltado para trás e os restantes dedos bem unidos e voltados para a frente; a palma da mão voltada para baixo; o cotovelo esquerdo a tocar no braço do elemento da esquerda.

Estando entre a 1ª coluna da direita e a última coluna:

Virar energicamente a cabeça para a direita;

Simultaneamente, curvar o braço esquerdo;

Através de movimentos curtos e rápidos, alinhar pela direita, de modo a ver o queixo do segundo elemento que está à sua direita.

Estando na última coluna:

Virar energicamente a cabeça para a direita, e por intermédio de movimentos curtos e rápidos, alinhar pela direita.

2)

Se ocupa qualquer das outras fileiras

Estando na 1ª coluna da direita:

Continuar a olhar em frente;

 Rectificar a distância ao elemento da frente, estendendo para isso o braço esquerdo, até

Rectificar a distância ao elemento da frente, estendendo para isso o braço esquerdo, até lhe tocar no ombro esquerdo com as pontas dos dedos.

Estando entre a 1ª coluna da direita e a última coluna:

Virar energicamente a cabeça para a direita, cobrir pela frente e alinhar pela direita.

Estando na última coluna:

Virar energicamente a cabeça para a direita, cobrir pela frente e alinhar pela direita.

PERFILAR COM INTERVALOS ABERTOS

COM

DIREITA

alterações, no caso em que se curvava o braço esquerdo:

À

voz

de

comando

instruendo deve proceder como é indicado em a., com as seguintes

PELA

de

INTERVALOS

ABERTOS

PERFILAR!

Estender o braço esquerdo, lateralmente e na horizontal, palma da mão virada para baixo, dedos esticados e unidos e de modo que os mesmos toquem o ombro do elemento que está imediatamente ao seu lado.

Retomar a posição de “SENTIDO”, a partir do “PERFILAR”

À voz do comando de “

OLHAR

FRENTE!”, o instruendo, qualquer que seja a fileira em

que se encontre, deverá proceder conforme a seguir se indica.

1)

Se ocupa a 1ª coluna da direita

Unir o braço esquerdo ao corpo, com batimento da mão na coxa, retomando a posição de “SENTIDO”.

2) Se estiver entre a 1ª coluna da direita e a última coluna   

2)

Se estiver entre a 1ª coluna da direita e a última coluna

 

Rodar energicamente a cabeça para a frente;

Simultaneamente,

unir

o

braço

esquerdo

ao

corpo,

retomando

a

posição

de

SENTIDO.

3)

Estando na última coluna

Rodar energicamente a cabeça para a frente, retomando a posição de “SENTIDO”.

5.6. Participar no Abrir/Unir fileiras de uma formatura

Relembra-se que:

O tamanho do passo em frente é igual ao de um passo em marcha de cadência normal (ordinária);

O tamanho do passo à retaguarda é igual a metade do passo em frente;

O número máximo de passos “em frente/à retaguarda” não deve ser superior a quatro.

FORMATURA A DUAS FILEIRAS

1)

Abrir Fileiras

Ao sinal de comando de “

ABRIR

FILEIRAS

MARCHE!

o aluno deve:

a)

Se ocupar um qualquer lugar na primeira fileira:

 
 Ficar imóvel (em sentido).   b) Se ocupar um qualquer lugar na segunda fileira:

Ficar imóvel (em sentido).

 

b)

Se ocupar um qualquer lugar na segunda fileira:

 
 

Dar dois passos à retaguarda (1º, 2º, 3ºe 4 TEMPOS);

 

Virar energicamente a cabeça para a direita, cobrir pela frente e alinhar pela direita

 

(5ºTEMPO);

 
 

Voltar a cabeça para a frente, ficando na posição de sentido (à voz de execução de

 

OLHAR

FRENTE!”).

 
 

2)

Unir Fileiras

 
 

Ao sinal de comando de “

UNIR

FILEIRAS

MARCHE!”

o militar deve:

 

a)

Se ocupar um qualquer lugar na primeira fileira:

 

Ficar imóvel (em sentido).

 
 

b)

Se ocupar um qualquer lugar na segunda fileira:

 
 

Dar um passo em frente (1º, 2ºe 3º TEMPO) e ficar em sentido.

 

FORMATURA A TRÊS FILEIRAS

1)

Abrir Fileiras

 

Ao sinal de comando de “

ABRIR

FILEIRAS

MARCHE!”

o aluno deve:

 

a)

Se ocupar um qualquer lugar na primeira fileira:

 
 Ficar imóvel (em sentido). b) Se ocupar um qualquer lugar na segunda fileira: 

Ficar imóvel (em sentido).

b) Se ocupar um qualquer lugar na segunda fileira:

Como em l. a. (l) (b).

c) Se ocupar um qualquer lugar na terceira fileira:

Dar quatro passos à retaguarda (1º, 2º, 3º, 4º, 5ºe 6º TEMPOS);

Virar energicamente a cabeça para a direita, cobrir pela frente e alinhar pela direita (7º TEMPO);

Voltar a cabeça para a frente, ficando na posição de sentido (à voz de execução de:

2)

OLHAR

Unir Fileiras

FRENTE!”

simultâneo com a segunda fileira).

Ao sinal de comando de “

UNIR

FILEIRAS

MARCHE!

“ o aluno deve:

a) Se ocupar um qualquer lugar na primeira fileira:

Ficar imóvel (em sentido).

b) Se ocupar um qualquer lugar na segunda fileira:

Como em 1.a. (2) (b).

c) Se ocupar um qualquer lugar na terceira fileira:

Dar dois passos em frente (1º, 2º, 3ºe 4º TEMPOS) e ficar em sentido.

FORMATURA A QUATRO FILEIRAS

1) Abrir Fileiras Ao sinal de comando de “ ABRIR FILEIRAS MARCHE!” o aluno deve:

1) Abrir Fileiras

Ao sinal de comando de “

ABRIR

FILEIRAS

MARCHE!”

o aluno deve:

a) Se ocupar um qualquer lugar na primeira fileira:

Dar um passo em frente (1º, 2º e 3º TEMPOS) e ficar em sentido;

Virar energicamente a cabeça para a direita (4ºTEMPO);

Voltar a cabeça para a frente (à voz de execução de “

em simultâneo com a terceira e quarta fileiras).

OLHAR

FRENTE!”

b) Se ocupar um qualquer lugar na segunda fileira:

Ficar imóvel (em sentido).

c) Se ocupar um qualquer lugar na terceira fileira:

Como em 1.a. (1) (b).

d) Se ocupar um qualquer lugar na quarta fileira:

Como em 1.b. (1) (c).

2) Unir Fileiras

Ao sinal de comando de “

UNIR

FILEIRAS

MARCHE!”

o aluno deve:

a) Se ocupar um qualquer lugar na primeira fileira:

Dar dois passos à retaguarda (1º, 2º, 3º e 4º TEMPOS) e ficar em sentido.

b) Se ocupar um qualquer lugar na segunda fileira:  Ficar imóvel (em sentido). c)

b) Se ocupar um qualquer lugar na segunda fileira:

Ficar imóvel (em sentido).

c) Se ocupar um qualquer lugar na terceira fileira:

Dar um passo em frente (1º, 2ºe 3º TEMPOS) e ficar em sentido.

d) Se ocupar um qualquer lugar na quarta fileira:

Dar dois passos em frente (1º, 2º, 3º e 4º TEMPOS) e ficar em sentido.

A execução destes movimentos, estando os militares armados, é idêntica.

5.7. “Marcar passo” e fazer “Alto”

“MARCAR PASSO”

“Marcar passo” e fazer “Alto” “MARCAR PASSO” Ao sinal de comando de “ MARCAR PASSO”, o

Ao sinal de comando de “

MARCAR

PASSO”, o aluno deverá:

Iniciar o movimento com um batimento forte do pé esquerdo no

chão;

Os pés levantam alternadamente do terreno até as coxas atingirem sensivelmente a posição horizontal; Os braços oscilam alternadamente (elevando o braço contrário ao pé que levanta do terreno) sem dobrar pelo cotovelo, devendo a mão (com punho fechado e dedos voltados para baixo) chegar à altura do ombro do elemento logo imediatamente à frente;

Figura 9 Posição Marcar Passo Cabeça naturalmente levantada, olhando em frente e tendo sempre a preocupação de manter o tronco direito.

FAZER “ ALTO ” E stando o instruendo a “MARCAR PASSO”, ao sinal de comando

FAZER ALTO

Estando o instruendo a “MARCAR PASSO”, ao sinal de comando de “

ALTO”, deve:

1) Num tempo só o pé direito assenta no terreno com um ligeiro batimento -1º TEMPO;

2) O calcanhar do pé esquerdo une ao pé direito fazendo um batimento -2º TEMPO.

Durante a execução deste movimento, deverá o instruendo ter a preocupação de manter a cabeça naturalmente levantada, olhando em frente e mantendo o tronco direito. O instruendo, estando integrado numa escola de Secção/Pelotão, e a “MARCAR PASSO”, poderá ter a necessidade de “TROCAR PASSO”, para acertar o movimento com os demais elementos, para tal deverá assentar o mesmo pé duas vezes seguidas continuando depois com o outro.

pé duas vezes seguidas continuando depois com o outro. Figura 10 – Posição “ Alto ”

Figura 10 Posição Alto

O instruendo, estando integrado numa escola de Secção/Pelotão e estando em “MARCHA”, poderá ter a necessidade de “TROCAR PASSO”, para acertar o movimento com os demais elementos; para tal, com o pé que vai em movimento, deverá completar o passo e com o outro avançar rapidamente e, por intermédio de um pequeno salto, vai assentá-lo no solo à altura do

calcanhar do primeiro, o qual, por sua vez, terá que dar outro passo rápido e

calcanhar do primeiro, o qual, por sua vez, terá que dar outro passo rápido e curto para a frente, sem perder a cadência.

5.8. Romper a marcha, marchar e fazer “Alto” sem arma

Reter bem que a voz de comando de execução dos movimentos em marcha e a marcar passo, é sempre recebida pelo aluno (executante) no momento em que assenta o pé esquerdo no solo.

ROMPER A MARCHA E MARCHAR

A partir da posição de sentido, ao sinal de comando de aluno deve:

EM FRENTE

MARCHE”, o

Bater energicamente com o pé esquerdo no solo, rompendo em seguida a marcha com o pé direito;

Avançar rapidamente o pé esquerdo assentando-o no solo à altura do calcanhar do pé direito;

Dar com este pé outro passo rápido e curto para a frente e assim sucessivamente, sempre sem perder a cadência;

Simultaneamente, oscilar os braços (elevando o braço contrário ao pé que levanta do terreno) sem dobrar pelo cotovelo, devendo a mão chegar, quando à frente, à altura do ombro, com os punhos fechados e os dedos voltados para baixo;

com os punhos fechados e os dedos voltados para baixo; Figura 11 – Posição “ m

Figura 11 Posição marchar”

Levantar naturalmente a cabeça, olhar em frente e com tronco direito.

Estando a marcar passo, ao sinal de comando de “ EM FRENTE” , que ocorrerá

Estando a marcar passo, ao sinal de comando de

EM FRENTE”, que ocorrerá no exacto

momento em que ele assentar o pé esquerdo no solo, o militar deve:

- (como na sub alínea anterior)

FAZER “ALTO

Ao sinal de comando de

pé esquerdo no solo o aluno deve:

ALTO”, que surgirá quando ele estiver em marcha, a assentar o

Com o pé direito dar mais um passo (o último) no terreno (1º TEMPO);

Unir o pé esquerdo ao pé direito com um batimento (2º TEMPO);

Unir os braços ao corpo; as mãos abertas, as palmas encostadas às coxas e os dedos esticados e unidos;

Levantar a cabeça naturalmente, o tronco direito e olhar em frente, ficando na posição de sentido.

5.9. Fazer Direita/Esquerda rodar

na posição de sentido . 5.9. Fazer Direita/Esquerda rodar Figura 12 – Fazer “Alto” O instruendo

Figura 12 – Fazer “Alto”

O instruendo está desarmado e em marcha ordinária, integrado numa escola de

Secção/Pelotão. O sinal de comando é dado à voz. À voz de “A DIREITA/ESQUERDA RODAR”, cada elemento roda até que a respectiva

fila/fileira atinja a nova frente.

EM FRENTE”, mas as restantes fileiras só executarão o movimento quando alcançarem a mesma linha

EM FRENTE”,

mas as restantes fileiras só executarão o movimento quando alcançarem a mesma linha do terreno. Durante a rotação, o elemento do flanco exterior olha para o interior e os restantes para aquele.

Quando a fila/fileira atingir a frente desejada, o comandante dará a voz de “

5.10. Fazer “Direita/Esquerda volver” e “Meia volta volver” em marcha

Encontrando-se o militar a “MARCAR PASSO”

Voz de:

DIREITA/ESQUERDA “

VOLVER!” deve em dois tempos:

1)

Voltar o pé direito/esquerdo para o flanco indicado e assentá-lo no terreno (1º TEMPO);

2)

Assentar o pé esquerdo/direito junto do direito/esquerdo, com batimento, ficando voltado para a nova frente (2ºTEMPO).

MEIA

VOLTA VOLVER”! Deve em quatro tempos:

1)

Voltar o pé direito para este flanco e assentá-lo ao terreno (1ºTEMPO);

2)

Assentar o pé esquerdo junto do direito, com batimento, ficando voltado para a nova frente

(2ºTEMPO);

 

3)

Voltar, novamente, o pé direito para este flanco e assentá-lo no terreno (3ºTEMPO);

4)

Assentar o pé esquerdo junto do direito, com batimento, ficando voltado de costas para a posição inicial (4ºTEMPO).

Encontrando-se o militar em “MARCHA ORDINÁRIA”,

Á voz de:

DIREITA/ESQUERDA “ VOLVER!”, deve, em três tempos. 1) Voltar o pé direito/esquerdo para o flanco

DIREITA/ESQUERDA “

VOLVER!”, deve, em três tempos.

1)

Voltar o pé direito/esquerdo para o flanco indicado, e assentá-lo no terreno (1ºTEMPO);

2)

Assentar o pé esquerdo/direito junto do direito/esquerdo com batimento ficando voltado para a nova frente (2ºTEMPO);

3)

Bater energicamente com o pé esquerdo no solo, rompendo em seguida a marcha com o pé direito (3ºTEMPO).

MEIA

VOLTA VOLVER!” deve, em cinco tempos:

 

Como em (1) (4 TEMPOS) + o 3º TEMPO de (2)

5.11.

Passar da posição de “À vontade” para a posição de “Sentido” e vice-versa com a

carabina MANNLICHER

Antes

de

iniciar

qualquer

movimento

de

executantes deverão verificar o estado da arma.

Ordem

Unida

com

Espingarda

os

Em Cerimonial Militar, sempre que possível será armada de Sabre.

Em formatura com Espingarda, as forças devem formar em intervalos abertos.

Quando a formatura estiver constituída com mais que uma fileira, os movimentos de “APRESENTAR ARMA” “EM TERRA LANÇAR ARMA” “AO ALTO ARMA” “DESCANSAR ARMA” “OMBRO ARMA” e “EM FUNERAL ARMA” devem ser executados de fileiras abertas.

Passagem da posição de “À VONTADE” (um único tempo) à posição de “FIRME”

UM TEMPO: Com as duas mãos segurando a carabina, como na posição de descansar, num

UM TEMPO: Com as duas mãos segurando a carabina, como na posição de descansar, num movimento enérgico, fazem deslizar as mãos ao longo da carabina até os braços ficarem completamente estendidos e a arma ligeiramente afastada do corpo (Figura 13).

e a arma ligeiramente afastada do corpo (Figura 13). Figura 13 – Passagem da posição “À

Figura 13 Passagem da posição “À VONTADE “ à posição de “FIRME” com arma

Passagem da posição de “DESCANSAR” ou de “FIRME” (um único tempo) à posição de “À VONTADE”

UM TEMPO: Com um movimento enérgico as mãos puxam a arma de encontro ao corpo, deslizando simultaneamente ao longo da carabina e para cima, ficando cruzadas sobre a braçadeira superior e mantendo a mão direita por cima da esquerda (Figura 14).

Figura 14 – Passagem da posição “DESCANSAR” ou de “FIRME” à posição de “À VONTADE”
Figura 14 – Passagem da posição “DESCANSAR” ou de “FIRME” à posição de “À VONTADE”

Figura 14 Passagem da posição “DESCANSAR” ou de “FIRME” à posição de “À VONTADE” com arma

Passagem da posição de “DESCANSAR” ou de “FIRME” (3 tempos) à posição de “SENTIDO”

1º TEMPO:

A mão direita, com um movimento largo do braço, no plano frontal do corpo, vai segurar a

carabina por baixo da braçadeira inferior.

2º TEMPO:

A mão direita traz a carabina à posição de suspender, e a esquerda, aberta e com os dedos

unidos, vai ampará-la à altura da extremidade da vareta, com o antebraço horizontal e paralelo ao

corpo, unindo-se os calcanhares com batimento.

3º TEMPO:

Assenta-se a chapa de couce, brandamente no terreno e a mão esquerda, retira energicamente

ao lado (Figura 15).

Figura 15 – Passagem da posição de “DESCANSAR” ou de “FIRME” (3 tempos) à posição
Figura 15 – Passagem da posição de “DESCANSAR” ou de “FIRME” (3 tempos) à posição

Figura 15 Passagem da posição de “DESCANSAR” ou de “FIRME” (3 tempos) à posição de “SENTIDO”

Passagem da posição de “SENTIDO” à posição de “DESCANSAR” (3 tempos)

1º TEMPO:

Desloca-se o pé esquerdo cerca de 30 cm para a esquerda e, ao mesmo tempo, a mão direita leva a arma a assentar brandamente à frente do corpo, com o cano para a direita e a chapa de couce entre os pés.

2º TEMPO:

A mão esquerda empunha a arma junto da braçadeira inferior, com um movimento largo.

3ºTEMPO:

A mão direita, também com um movimento largo, abandonando a arma, vai rápida e energicamente assentar sobre a esquerda ficando com os polegares cruzados, os braços completamente estendidos e a arma ligeiramente afastada do corpo (Figura 16).

Figura 16 – Passagem da posição de “SENTIDO” à posição de “DESCANSAR” 5.12. Fazer “Suspender
Figura 16 – Passagem da posição de “SENTIDO” à posição de “DESCANSAR” 5.12. Fazer “Suspender

Figura 16 Passagem da posição de “SENTIDO” à posição de “DESCANSAR”

5.12. Fazer “Suspender arma” da posição de “Sentido” e vice-versa com a carabina

MANNLICHER

Passagem da posição de “SENTIDO” (um único tempo), à de “SUSPENDER ARMA

“SENTIDO” (um único tempo), à de “SUSPENDER ARMA ” UM TEMPO: Curva-se um pouco o braço

UM TEMPO: Curva-se um pouco o braço direito e eleva-se a arma, sem sair do alinhamento do corpo, cerca de uma mão- travessa, acima do terreno (Figura 17).

Figura 17 Passagem da posição de “SENTIDO” (um único tempo), à de “SUSPENDER ARMA”.

Passagem da posição d e “SUSPENDER ARMA (um único tempo) à posição de “DESCANSAR ARMA”

Passagem da posição de “SUSPENDER ARMA (um único tempo) à posição de “DESCANSAR ARMA”

UM TEMPO: Distende-se um pouco o braço direito e deixa-se descer a arma até assentar brandamente a chapa de couce no Terreno, ficando na posição de “SENTIDO” (Figura 18).

Figura 18 Passagem da posição de “SUSPENDER ARMA” à posição de “SENTIDO”.

de “SUSPENDER ARMA” à posição de “SENTIDO”. Passagem da posição de “SENTIDO” (um único tempo) à

Passagem da posição de “SENTIDO” (um único tempo) à posição de “AO ALTO ARMA”

UM TEMPO: O braço direito, por um movimento brusco, atira a arma para cima e para a esquerda, de modo a ficar em diagonal em relação ao corpo e com o cano voltado para este, indo a mão esquerda segurá-lo pelo fuste, acima da alça, ficando na altura do ombro esquerdo e a direita pelo delgado.

O

antebraço

esquerdo

perpendicular à arma.

fica

flectido

sobre

o

braço

e

O braço direito deve ficar vertical e unido ao corpo e o antebraço deve fazer com ele um ângulo recto, ficando a mão em frente da fivela do cinturão e dela afastada uma mão-travessa (Figura 19).

do cinturão e dela afastada uma mão-travessa (Figura 19). Figura 19 – Passagem da posição de

Figura 19 Passagem da posição de “SENTIDO” (um único tempo), à de “AO ALTO ARMA”.

Passagem da posição de “AO ALTO ARMA” (dois tempos) à posição de “DESCANSAR ARMA” 1º

Passagem da posição de “AO ALTO ARMA” (dois tempos) à posição de “DESCANSAR ARMA”

1º TEMPO: A mão direita abandona o delgado e a arma é lançada, pela mão esquerda para baixo, de forma que a mão direita a vá Segurar pelo fuste, por baixo da braçadeira inferior, trazendo-a à posição de “SUSPENDER ARMA” e, seguidamente a mão esquerda vai ampará-la como no 2º TEMPO, da posição de “SENTIDO”.

2º TEMPO: Igual ao 3º TEMPO da posição de “ SENTIDO”. (Figura 20).

Figura 20 - Posição de “AO ALTO ARMA”.

20). Figura 20 - Posi ção de “ AO ALTO ARMA” . 5.13. MANNLICHER Fazer “Ao

5.13.

MANNLICHER

Fazer

“Ao

alto

arma”

da

posição

de

“Sentido”

e

vice-versa

com

a

carabina

1º TEMPO: A mão direita abandona o delgado e a arma é lançada, pela mão esquerda para

baixo, de forma que a mão direita a vá Segurar pelo fuste, por baixo da braçadeira inferior, trazendo-

a à posição de “SUSPENDER ARMA” e, seguidamente a mão esquerda vai ampará-la como no 2º

TEMPO, da posição de “SENTIDO”.

Figura 21 - Passagem da posição de “ AO ALTO ARMA” à posição de “
Figura 21 - Passagem da posição de “ AO ALTO ARMA” à posição de “
Figura 21 - Passagem da posição de “ AO ALTO ARMA” à posição de “

Figura 21 -Passagem da posição de “AO ALTO ARMA” à posição de “SENTIDO”.

2º TEMPO: Igual ao 3º TEMPO da posição de “ SENTIDO”.

5.14. Passar da posição de “Sentido” à posição de “Ombro arma” e vice-versa com a

carabina MANNLICHER

Passagem da posição de “SENTIDO” (quatro tempos) à posição de “OMBRO ARMA”

1º TEMPO: Igual ao primeiro e único tempo do alto arma.

2º TEMPO: A mão direita, continuando a segurar a arma pelo delgado da coronha, conduzi-la à frente do ombro esquerdo, ficando o cotovelo à altura da mão e a arma vertical com o cano voltado para a direita. (O depósito voltado para a esquerda). Simultaneamente a mão esquerda abandona o

fuste e vai segurar a arma pela chapa de couce, ficando o braço esquerdo aproximadamente

fuste e vai segurar a arma pela chapa de couce, ficando o braço esquerdo aproximadamente em ângulo recto, com o cotovelo unido ao corpo e ligeiramente recuado.

3º TEMPO: A mão direita assenta a arma sobre o ombro esquerdo, o cano para a direita, (o depósito voltado para a esquerda), devendo a arma ficar sensivelmente perpendicular à linha dos ombros e o cotovelo direito à atura da mão.

4º TEMPO: A mão direita abandona a arma e o braço vai energicamente para o lado do corpo. (Figura 22).

braço vai energicamente para o lado do corpo. (Figura 22). Figura 22 – Passagem da posição

Figura 22 Passagem da posição de “SENTIDO” (quatro tempos) à posição de “OMBRO ARMA”

Passagem da posição de “OMBRO ARMA” (quatro tempos) à posição de “DESCANSAR ARMA”

1º TEMPO: A mão direita vai segurar a arma pelo delgado. (cotovelo à altura do ombro).

2º TEMPO: A mão direita traz a arma à posição de alto arma e a mão esquerda vai empunhá- la, tal como no alto arma.

3º TEMPO: A mão direita abandona o delgado e a arma é lançada, pela mão

3º TEMPO: A mão direita abandona o delgado e a arma é lançada, pela mão esquerda para baixo, de forma que a mão direita a vá segurar pelo fuste, por baixo da braçadeira inferior, trazendo-a à posição de “SUSPENDER ARMA” e seguidamente a mão esquerda vai ampará-la como no 2º TEMPO, da posição de “SENTIDO”.

4º TEMPO: Assenta-se a chapa de couce, brandamente no terreno e a mão esquerda, retira energicamente ao lado. (Figura 23).

a mão esquerda, retira energicamente ao lado. (Figura 23). Figura 23 – Passagem da posição de

Figura 23 Passagem da posição de “OMBRO ARMA” (quatro tempos) à posição de “DESCANSAR ARMA”

5.15. Passar da posição de “Ombro arma” à posição de “Apresentar arma” e vice-versa com

a carabina MANNLICHER

Passagem da posição de “OMBRO ARMA” a “APRESENTAR ARMA”

1º TEMPO: A mão direita vai segurar a arma pelo delgado. (Cotovelo à altura do ombro).

2º TEMPO: Ambas as mãos, por um movimento rápido, levam a carabina a uma posição vertical, à frente da linha do corpo, com o cano para a direita (depósito para a esquerda), alça à altura

dos olhos, deslocando a mão esquerda no mesmo plano horizontal, ficando a mão direita à

dos olhos, deslocando a mão esquerda no mesmo plano horizontal, ficando a mão direita à altura do

cotovelo e o cotovelo esquerdo unido ao corpo.

3º TEMPO: A mão esquerda, abandonando a arma, vai dar com a palma, uma pancada sobre

o fuste, na altura da alça, ficando os dedos unidos ao longo do fuste.

4º TEMPO: Estendendo completamente o braço direito, ao mesmo tempo que se volta o cano

para o corpo, a arma desce verticalmente, segura por ambas as mãos, ficando o braço direito esticado

e unido ao corpo, e o cotovelo esquerdo levantado na direcção perpendicular à arma; o dedo polegar

da mão esquerda fica estendido verticalmente ao longo da face esquerda do fuste até à braçadeira

inferior e a mão direita segura a carabina pelo delgado, encaixado entre o dedo polegar e os outros

dedos que ficam estendidos e unidos, assentando obliquamente na face direita do delgado. O fuste

fica afastado do corpo cerca de 10cm (uma mão-travessa). Figura 24.

do corpo cerca de 10cm (uma mão-travessa). Figura 24. Figura 24 – Passagem da posição de
do corpo cerca de 10cm (uma mão-travessa). Figura 24. Figura 24 – Passagem da posição de

Figura 24 Passagem da posição de “OMBRO ARMA” a “APRESENTAR ARMA”

Passagem da posição de “APRESENTAR ARMA” à posição de “OMBRO ARMA ” (três tempos)

1º TEMPO: A mão direita, continuando a segurar a arma pelo delgado da coronha, conduzi-la

à frente do ombro esquerdo, ficando o cotovelo à altura da mão e a arma vertical com o cano voltado

para a direita. (O depósito voltado para a esquerda). Simultaneamente a mão esquerda abandona o

fuste e vai segurar a arma pela chapa de couce, ficando o braço esquerdo aproximadamente

fuste e vai segurar a arma pela chapa de couce, ficando o braço esquerdo aproximadamente em

ângulo recto, com o cotovelo unido ao corpo e ligeiramente recuado.

2º TEMPO: A mão direita assenta a arma sobre o ombro esquerdo, o cano para a direita, (o

depósito voltado para a esquerda), devendo a arma ficar sensivelmente perpendicular à linha dos

ombros e o cotovelo direito à atura da mão.

3º TEMPO: A mão direita abandona a arma e o braço vai energicamente para o lado do

corpo.

a arma e o braço vai energicamente para o lado do corpo. Figura 25 – Passagem

Figura 25 Passagem da posição de “APRESENTAR ARMA” à posição de “OMBRO ARMA ”

5.16. Executar a Continência “À Direita/Esquerda” e o “Olhar Frente” com a carabina

MANNLICHER

1)

Continência à Esquerda/Direita

À voz de comando de “ OLHAR DIREITA/ESQUERDA!” , o(s) instruendo(s) continuam naturalmente a sua

À voz

de comando de

OLHAR

DIREITA/ESQUERDA!”,

o(s) instruendo(s)

continuam naturalmente a sua marcha, mantendo a arma na posição de “OMBRO ARMA” e:

2)

Ao batimento enérgico do pé esquerdo, rodam simultânea e francamente a cabeça à direita/esquerda. - TEMPO ÚNICO.

Olhar em Frente

Estando o(s) instruendo(s) em marcha ordinária e prestando a continência à direita/esquerda,

à voz de comando de “OLHAR

FRENTE!”,

devem, continuando a mesma:

Ao batimento enérgico do pé esquerdo, rodar simultânea e francamente a cabeça agora em frente -TEMPO ÚNICO.

Tanto no movimento de olhar à esquerda/direita como no de olhar frente terá de existir a preocupação de manter o alinhamento em marcha, quer em relação ao homem da frente, quer em relação ao do flanco esquerdo/direito.

ESQUERDA/DIREITA!”,

os elementos que fazem parte da coluna do lado que presta continência continuam a sua marcha, não executando o movimento.

Quando em Secção/Formatura for mandada a voz de

OLHAR

5.17. ROMPER A MARCHA, MARCHAR E FAZER ALTO (ARMADO) com a carabina

MANNLICHER

Os sinais de comando/execução são em tudo idênticos, estando o militar desarmado, com excepção da arma que se mantém fixa na posição de marcha determinada. Se o sinal de comando for dado estando o(s) militar(s) na posição de sentido, não sendo dada outra voz, a arma deverá ser levada à posição de “OMBRO ARMA”.

O sinal de comando para início de marcha pode ser dado estando a arma antecipadamente nas seguintes posições:

 Sentido (passando a “arma suspensa” no momento da execução);  Ombro arma;  Ombro

Sentido (passando a “arma suspensa” no momento da execução);

Ombro arma;

Ombro esquerdo arma;

Transporte em mão direita arma;

Transporte em mão esquerda arma;

Bandoleira arma;

Alto arma.

Os movimentos de:

Ombro arma (da posição de “arma suspensa”);

Arma suspensa (da posição de “ombro arma”);

Ombro esquerdo arma (da posição de ombro arma);

Ombro arma (da posição de ombro esquerdo arma);

Transporte em mão direita arma (da posição de ombro arma);

Transporte em mão esquerda arma (da posição de transporte em mão direita arma);

Ombro arma (da posição de transporte em mão direita arma).

São executados em marcha ou a marcar passo.

São idênticos aos movimentos feitos a pé firme, sendo cada tempo executado quando o pé esquerdo assenta no solo (fazendo um batimento).

A

voz de execução é dada quando o pé esquerdo assenta no solo.

O

momento de execução é o do batimento do pé esquerdo seguinte à voz.

6. BIBLIOGRAFIA - MC 110-10 – Manual de Campanha do Exército - Regulamento para a

6. BIBLIOGRAFIA

- MC 110-10 Manual de Campanha do Exército - Regulamento para a Instrução de Ordem Unida Com “CARABINA MANLICCHER” do COLÉGIO MILITAR.