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AFECÇÕES ENDÓCRINAS

Prof.: Carlos Roberto

SISTEMA ENDÓCRINO

HIPOTÁLAMO;

HIPÓFISE glândula mestra;

TIREÓIDE;

PARATIREÓIDES; TESTÍCULOS;

OVÁRIOS.

Hormônios: são substâncias liberadas na corrente sangüínea por uma glândula ou

órgão e que afetam a atividade de células de

um outro local. (são proteínas e também

esteróides substâncias gordurosas derivadas

do colesterol).

TIREÓIDE

pequena glândula que mede aproximadamente 5 cm de diâmetro

localizada no pescoço, sob a pele, abaixo do

pomo de Adão;

forma da letra “H” ou de uma gravata

borboleta;

protuberância proeminente (bócio), quando

palpável.

secreta os hormônios tireoidianos controlam a velocidade com que as funções químicas do

organismo

Para produzir os hormônios tireoidianos, a

tireóide necessita de iodo, um elemento

existente nos alimentos e na água. A tireóide

capta o iodo e o processa para produzir os

hormônios tireoidianos.

hipotálamo (localizado no cérebro, logo acima

da hipófise): secreta o hormônio liberador de

tireotropina, que faz com que a hipófise

produza o hormônio estimulante da tireóide,

assim há produção de hormônios tiroidianos.

A hipófise reduz a quantidade de hormônios tireoidianos do sangue quando há muito no

organismo (e vice-versa).

Hormônios tireoidianos:

tiroxina (T4), a qual é a forma produzida na

glândula tireóide, tem apenas um efeito

discreto (quando o tem) sobre o aumento da

taxa metabólica do organismo. No fígado e em

outros órgãos, ela é convertida na forma

metabolicamente ativa, a triiodotironina (T3).

Esta conversão produz aproximadamente 80%

da forma ativa do hormônio.

Os 20% restantes são produzidos e secretados pela própria tireóide.

• Os 20% restantes são produzidos e secretados pela própria tireóide.

EXAMES

Dosagem da concentração de hormônio estimulante da tireóide no sangue.

Detecta um aumento da tireóide, ele pode

solicitar a realização de uma ultrassonografia.

A cintilografia da tireóide utiliza o iodo ou o tecnécio radioativo e um dispositivo para

produzir uma imagem da glândula que

revelará qualquer alteração física.

Hipertireoidismo

Definição:

Produção de excesso de hormônios, devido a

hiperatividade da glândula.

Causas:

reações imunológicas (possível causa da

doença de Graves)

tireoidite (inflamação da tireóide) comumente apresentam um período de hipertireoidismo

transitório (mais comum) ou permanente.

nódulos tireoidianos tóxicos (adenomas)

Manifestações clínicas:

coração bate mais forte;

mais rapidamente;

ritmo anormal;

percepção dos batimentos cardíacos

(palpitações);

pressão arterial pode aumentar;

calor mesmo em um ambiente frio;

Pele úmida e transpiração abundante;

leves tremores nas mãos;

cansaço e fraqueza;

maior apetite, mas perdem peso;

dormem mal;

Evacuam freqüente e com diarréia.

Obs.: ausência desses sintomas no idoso, e sim apático (insensível) ou mascarado e tornam-se

fracos, sonolentos, confusos, isolados e

retraídos, e arritmias

Complicações:

Febre;

fraqueza extrema e perda da força muscular;

agitação, oscilações do humor;

confusão mental, alteração do nível de

consciência (inclusive o coma);

aumento do fígado com uma icterícia discreta Obs.: emergência potencialmente letal que

exige tratamento imediato.

Tratamento:

remoção cirúrgica da tireóide;

tratamento com iodo radioativo (destrói a

tireóide) conseqüência o hipotireoidismo;

Obs.: o iodo não é utilizado no tratamento de rotina ou prolongado do hipertireoidismo.

propiltiouracil ou o metimazol (reduz a função

tireoidana)VO.

propranolol) ajudam a controlar alguns dos

sintomas do hipertireoidismo

Hipotireoidismo

É uma condição na qual a tireóide encontra-se hipoativa e a produção de hormônio

tireoidiano é baixa.

Mixedema (infiltração cutânea causadora de

edema nos tecidos) hipotireoidismo

(diminuição da atividade da tireóide) muito

grave.

Causa:

Tratamento do hipertireoidismo;

países subdesenvolvidos é a carência crônica

de iodo na dieta, a qual acarreta aumento de

tamanho da tireóide e redução de sua

atividade (hipotireoidismo bociogênico);

hipotálamo ou a hipófise não conseguem

secretar uma quantidade suficiente do

hormônio necessário para estimular a função

tireoidiana.

Sintomas:

São confundidos com os de um quadro de

depressão;

Ganham peso, tornam-se constipados e apresentam intolerância ao frio;

cabelos tornam-se escassos, grossos e

ressecados e a pele torna-se áspera,

ressecada, descamativa e espessa.

síndrome do túnel do carpo, a qual produz

formigamento ou dor nas mãos;

A freqüência de pulso pode diminuir, as

palmas das mãos e as plantas dos pés podem

apresentar uma discreta coloração laranja

(carotenemia) e a parte lateral das sobrancelhas caem lentamente.

Obs.: confusão mental, esquecimento ou

demência, sinais que podem ser facilmente

confundidos como os da doença de Alzheimer

ou de outras formas de demência.

Complicação:

anemia, temperatura corpórea baixa e

insuficiência cardíaca;

confusão mental, estupor e coma (coma mixedematoso);

uma complicação potencialmente letal na qual

a respiração torna-se lenta, o indivíduo

apresenta convulsões e o fluxo sangüíneo

cerebral diminuído.

Tratamento:

reposição do hormônio tireoidiano deficiente;

hormônio tireoidiano sintético T4;

Em idosos a dosagem é aumentada gradativamente;

Em emergências (p.ex., coma mixedematoso),

o médico pode administra o hormônio tireoidiano através da via intravenosa.

DIABETES MELLITUS

Definição:

Doença provocada pela deficiência de

produção e/ou de ação de insulina, que leva à

sintomas agudos e complicações crônicas.

O distúrbio envolve o metabolismo da glicose, das gorduras e das proteínas.

Tipos:

Diabetes Mellitus tipo I:

Ocasionada pela destruição da célula beta do

pâncreas, em geral por decorrência de doença auto-imune, levando a deficiência total de

insulina.

Diabetes Mellitus tipo II:

Provocada por um estado de resistência à

ação da insulina associados a uma

relativadeficiência de sua secreção.

Outras formas de Diabetes Mellitus:

Associado a desordem genética, infecções,

doenças pancreáticas, uso de medicamentos,

drogas ou outras doenças endócrinas.

Diabetes gestacional:

Doença diagnosticada na gravidez, sem

aumento prévio da glicose.

Diabetes Gestacional é uma patologia que acomete subitamente as mulheres

não diabéticas que engravidam. No

diabetes Gestacional, a mulher

desenvolve o Diabetes somente

durante a gestação porque produz uma

quantidade insuficiente de insulina para

ela e seu bebê

Sinais e Sintomas:

Polidpsia (Sede excessiva)

Poliúria (Aumento do volume de urina)

Polifagia (aumento do apetite)

Surgimento do hábito de urinar a noite

Fadiga

Fraqueza

Tontura

Visão borrada

Perda de peso

Edema

Proteinúria

Lesões de difícil cicatrização

Perda de sensibilidade periférica

• Diagnóstico: • Glicemia de jejum: nível de glicose sangüínea após um jejum de 8

Diagnóstico:

Glicemia de jejum: nível de glicose sangüínea

após um jejum de 8 a 12 horas;

Teste oral de tolerância à glicose (TTG-75g): O paciente recebe uma carga de 75 g de glicose,

em jejum, e a glicemia é medida antes e 120

minutos após a ingestão;

Glicemia casual: tomada sem padronização do tempo desde a última refeição.Pessoas cuja

glicemia de jejum situa-se entre 110 e 125

mg/dL (glicemia de jejum alterada), por

apresentarem alta probabilidade de ter

diabetes, podem requerer avaliação por TTG-

75g em 2h. Mesmo quando a glicemia de

jejum for normal (< 110 mg/dL), pacientes

com alto risco para diabetes ou doença

cardiovascular podem merecer avaliação por

TTG

Critérios laboratoriais para o diagnóstico de diabetes:

Sintomas de diabetes (poliúria, polidipsia,

polifagia ou perda de peso inexplicada) +

glicemia casual e >200 mg/dL (realizada a

qualquer hora do dia, independentemente do

horário das refeições)

Glicemia de 2 horas e >200 mg/dL no teste de

tolerância à glicose

Fatores agravantes:

Idade maior ou igual há 45 anos

Histórico familiar de diabetes

Sedentarismo

Triglicérides elevados

Hipertensão arterial

Doença coronariana

Diabetes gestacional prévio

Nascimento de filhos com mais de 4kg

Abortos de repetição

Uso de medicamentos que aumentam a

glicose

Complicações:

O diabetes pode ser acompanhado de

doenças circulatórias (Coronariopatia,

Acidente Vascular Cerebral, e Gangrena,

principalmente), doenças renais e distúrbios

da visão

Tratamento:

Consiste em manter os níveis glicêmicos, tanto

em jejum como pós-prandial, e controlar as

alterações metabólicas.

Adequação alimentar

Atividade física

Prevenir complicações (doença cardiovascular,

cegueira, IR e gangrena dos membros

inferiores.)

Medicamentos: antidiabéticos orais: tratamento do tipo 2

Sulfonilureias

Glicazida (ação curta)

Glimepirida (4 horas) amaryl

Cloropropamida (ação longa)

Glibenclamida (ação longa) diamicron

Biguanidas: não modificam a secreção de

insulina. Inibem a absorção gastrintestinal de

glicose.

Fenformina

Metformina diabético obeso e pode ser associada à sulfonilureia

Obs.: Acidentes como hipoglicemia

são eficazes em diabéticos com pâncreas

endócrino ainda funcionante. São fármacos

úteis nos doentes obesos em que tenha havido

falência terapêutica das sulfonilureias ou em

complemento destas, por possuírem um mecanismo de ação diferente delas.

Obs.: Os medicamentos hipoglicemiantes de qualquer tipo não devem ser administrados

durante a gravidez ou aleitamento. A insulina

é o único medicamento indicado nestas

situações, sempre com cuidado e seguimento

rigoroso.

Glucagon: Ainda que nas situações de hipoglicemia a administração de glucose seja

frequentemente usada, o glucagom por via IV,

SC ou IM é a alternativa em situações

hipoglicémicas de emergência, em doentes

diabéticos ou em coma por choque insulínico.

Insulina de ação rápida: regular 20 min. E duração de 6 a 8 hs

Insulina de ação intermédia: ação de início 1 a

2 hs e máximo 4 a 12hs. E ação que se

prolonga de 16 a 35 horas NPH (neutral

protamine Hagedorn). Obs.: normalmente é

dada 1 vez/dia junto com insulina de curta

duração

Insulina de ação prolongada: insulina glargina análogo da insulina humana. Obs.: idoso 1 vez

CUIDADOS DE ENFERMAGEM

Observar, comunicar e anotar valores de

glicemia capilar

Observar, comunicar e anotar aceitação alimentar

Estimular atividade física

Cuidados de higiene rigorosos em membros inferiores

Administrar medicamento

Observar, comunicar e anotar sinais e

sintomas de hipoglicemia e hiperglicemia

Rodízio de lugar de aplicação de insulina

Observar, comunicar e anotar presença de

lesões cutâneas

HIPOGLICÊMIA

Condição causada por baixos níveis de glicose no

sangue.

Causas:

Deficiência alimentar

Jejum prolongado

Doses excessivas de insulina

Exercício físico em excesso

Vômitos, diarréias

Sinais e Sintomas:

Diplopia

Fraqueza

Sudorese

Palidez

Tremores

Taquicardia

Cefaléia

Palpitação

Rebaixamento de nível de consciência

Tratamento:

Adequação alimentar

Administração de glicose oral ou endovenosa

Correção da causa

HIPERGLICEMIA

Condição clínica causada pelo aumento de

glicose no sangue.

Causas:

Excesso de ingestão alimentar

Estresse

Infecções

Falta de insulina

Sinais e Sintomas: • Fadiga • Mal estar • Sede excessiva • Alterações respiratórias •

Sinais e Sintomas:

Fadiga

Mal estar

Sede excessiva

Alterações respiratórias

Hálito cetônico

Alteração do nível de consciência

Tratamento:

Administração de insulina

Adequação alimentar

Hidratação