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Ano IX – Outubro de 2008 – Nº 107 – Pastoral da Comunicação – Edição Mensal


Somente  Deus  sabe  o  número  dos  santos  que  já 
A Voz do Pastor morreram e dos que ainda vivem, porque Ele é a fonte 
de toda san)dade. 
Nossa  preocupação  na  terra  é  como  chegarmos  a 
Serei santo também Deus,  par)ciparmos  de  sua  vida  e  pra)carmos  a  sua 
Nesta úl)ma década, a Igreja Católica  vontade. Para isso, é preciso seguir a determinação de 
canonizou  vários  santos,  inclusive  dois  Cristo: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida, porque 
brasileiros, sendo um filho natural  ninguém vai ao Pai senão por mim”.
do Brasil, Frei Galvão, e o outro  É verdade que o caminho para Deus passa 
naturalizado, a Irmã Paulina. primeiro  por  Cristo,  que  assumiu  nossa 
Santo  é  aquela  pessoa  humanidade  e,  por  ela,  chegamos  à 
chamada  de  bem‐aventurada,  pura,  san)dade. 
imaculada, inocente, venerável, que vive  Quem  pratica  a  fé  cristã  não  se 
na lei divina. Jesus Cristo, no Evangelho  separa do amor de Deus e do próximo 
de São Mateus 5, 48 ‐ disse: “Sede santos  e  jamais  julgará  que  a  santidade 
como vosso Pai do céu é santo” chega pela prá)ca cultural e sim pela 
O Papa João Paulo II chegou a dizer:  espiritual. 
“Santo não é aquele que não erra, mas  Não é todo aquele que diz “Senhor, 
aquele  que,  ao  errar,  estende  a  mão  à  Senhor!  Que  entrará  no  Reino  dos 
misericórdia de Deus e se ergue”. O grande  Céus, mas somente aqueles que fazem 
pensador Leon Blok disse: “Só existe uma  a vontade de Deus e põem em prá1ca 
tristeza, a de não sermos santos”. seus mandamentos”.                                
Refletindo  estas  verdades,  cheguei  à  Padre Francisco de Assis Apolônio.
conclusão de que cada um de nós poderá dizer: 
“Serei santo também”.  Horário das Celebrações Litúrgicas
No dia do ba)smo, recebemos a ordem de sermos 
santos  porque  passamos  a  ser  filhos  de  Deus,  que  é 
três  vezes  santo.  O  primeiro  passo  para  a  san)dade 
é  pertencermos  ao  Reino  de  Deus,  que  é  totalmente 
interessado por nós todos e nos gera, ainda, o próprio 
rosto do pai eterno.

(*) - Durante a Festa, esta Missa será às 18:00h.


2 Lumen • Outubro • 2008

Editorial a denominação que lhe foi dada. Que personagem é este 
cujo nome foi dado a tão importante logradouro da cidade? 
Se uns são conhecidos através da história, há outros que 
“Se essa rua fosse minha” sequer  trazem  um  sobrenome,  dificultando,  ainda  mais, 
sua iden)ficação. Exemplo: Av. Dom Manoel. De quem se 
Era  este  o  refrão  de  uma  música  folclórica.  E  talvez 
trata: de um rei, de um bispo? Só pesquisando para saber. 
tenha sido a inspiração para que, a par)r da edição de julho 
E como é interessante este trabalho de pesquisa! Vale a 
úl)mo, este jornal tenha criado mais uma coluna fixa sob 
pena buscar a origem dos nomes de nossas ruas. 
o ^tulo de “Cada rua com sua história”.
Que a nova coluna sirva, portanto, de roteiro para que 
O  que  se  pretende,  em  verdade,  é  proporcionar  aos 
os  leitores,  principalmente  os  mais  jovens,  despertem  o 
leitores uma caminhada hipoté)ca pelas ruas da cidade, 
interesse  e  a  curiosidade  pelas  coisas  de  sua  cidade,  de 
captando  suas  histórias  através  dos  nomes  que  a  elas 
seu bairro e de sua rua. Bom proveito com a nova coluna: 
foram dados. 
“Cada rua com sua história”. 
Andar  pela  própria  cidade,  como  se  turista  fosse, 
confere oportunidades raras de apreciar não só o conjunto 
arquitetônico das casas, praças e monumentos, mas enseja  MENSAGEM DA CRIANÇA
a  que  se  resgate  a  memória  de  tempos  idos  e  vividos,  Dizes que sou o futuro,
observando as transformações que se operaram ao longo  Não me desampares no presente.
dos anos, principalmente numa cidade como a nossa que  Dizes que sou a esperança da paz,
cresceu muito, mas conservou a sua beleza original.  Não me induzas à guerra.
Uma cidade é como gente: nasce, cresce e envelhece,  Dizes que sou a promessa do bem,
mas nunca deixa de ser admirada. Cada rua tem um nome  Não me confies ao mal.
e cada nome representa uma história. Quem ba)za as ruas  Dizes que sou a luz dos teus olhos,
são os vereadores. O critério que eles usam para nomear  Não me abandones ás trevas.
as vias públicas não é conhecido do grande público, mas  Não espero somente o teu pão,
Dá-me luz e entendimento.
supomos que, muitas vezes, os nossos representantes se 
Não desejo tão só a festa do teu carinho,
deixam levar pela emoção, preferindo fazer a sua escolha de 
Suplico-te amor com que me eduques.
forma pessoal, convencendo os colegas a homenagearem 
Não te rogo apenas brinquedos,
pessoas, famílias e até datas com o ba)smo de uma rua,  Peço-te bons exemplos e boas palavras.
praça  ou  monumento.  Não  seria  melhor  uma  consulta  Não sou simples ornamento de teu carinho,
junto aos moradores da região, do bairro, da rua, enfim,  Sou alguém que te bate à porta em nome de Deus.
dos  próprios  interessados,  para  que  a  indicação  )vesse  Ensina-me o trabalho e a humildade,
respaldo popular? o devotamento e o perdão.
Os saudosistas reclamam que melhor teria sido manter  Compadece-te de mim e orienta-me
os nomes originais que iden)ficavam com mais propriedade  para o que seja bom e justo.
a natureza do lugar. E citam exemplos tais como Rua do  Corrija-me enquanto é tempo, ainda que eu sofra...
Prado,  Rua  do  Cemitério,  Cinza,  Coqueirinho,  Alagadiço,  Ajude-me hoje para que amanhã
Mata‐Galinha,  etc.  eu não te faça chorar.
De  qualquer  maneira,  não  adianta  discutir,  já  que 
estamos diante de um fato concreto e irrevogável. São as  A todas as crianças do Ceará, do Brasil e do mundo os
nossos votos de um futuro brilhante, de uma vida saudável e
ruas que nos guiam numa cidade e só conhecendo o seu 
promissora com as bênçãos de Deus, que é o Pai de todos nós.
nome e a sua localização é que podemos nos locomover 
por ela e orientar os turistas que nos visitam. A par)r daí, 
PASCOM e Jornal LUMEN. Out/2008.
nasce o interesse em descobrir por que razão tal rua tem 

Dr. José de Anchie-


ta Cruz Maciel
Psiquiatria Clínica Psico-
terapia
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Lição de Vida
formou‐se  em  Psicologia,  e  não  se  contentando,  fez 
Ciências Sociais.
Assim,  tantas  dificuldades  foram  superadas,  tantos 
desafios  e  agora  ele  era  vencedor  de  seus  medos, 
Sucesso auxiliando pessoas carentes e desmo)vadas.
Certa vez, um garoto de uma pequena vila conseguiu  Os anos se passaram e a realidade em sua casa era 
finalmente  que  seus  pais  o  matriculassem  em  uma  outra. A pobreza deixou de exis)r e com a sua formação 
escola.  Sua  vida  sempre  repleta  de  dificuldades  era  pôde proporcionar a tão sonhada vida digna para si e 
superada com muito esforço. sua família. 
Os  pais  não  entendiam  o  anseio  do  filho  em  Em uma reunião familiar seu pai o chamou e disse;  
freqüentar  uma  escola,  pois,  se  não  )veram  estudo,  ‐ Meu filho, eu não entendia que na sua juventude você 
porque o filho deles haveria de ter?  )nha  sonhos  e  sempre  achei  que  fossem  impossíveis. 
O garoto, com seu humilde jeito de ser não desis)u  Porém,  ao  vê‐lo  hoje,  sinto‐me  honrado  com  sua 
do seu sonho, nem mesmo a dura realidade de sua vida o  realização pessoal e com sua alegria em poder ajudar 
fez voltar atrás. Dificuldades vieram, desde a compra de  pessoas carentes. 
livros até qual roupa deveria ves)r para ir a escola. Sua  O filho respondeu: ‐ Meu pai, eu jamais pensei que 
realidade de vida era semelhante a de muitos colegas na  não pudesse a)ngir uma meta. Sempre )ve em mente 
escola, porém algumas crianças com melhor condição  que  precisaria  desenvolver  virtudes  para  conseguir 
financeira o excluíam do grupo e tentavam desencorajá‐ a)ngir  meus  obje)vos.  Os  sonhos  são  alimentos  da 
lo de estudar e con)nuar freqüentando as aulas. alma e, se hoje sou o que sou, devo muito a você que 
O tempo passou e o garoto, disciplinado, passou a  acreditou em mim.
ter a admiração de seus professores que começaram a  Moral da história:
ajudá‐lo no que era necessário. Nunca desista dos  seus sonhos, mesmo quando  as 
Ao  terminar  a  5ª  Série,  o  garoto  foi  convidado  pessoas já desis)ram de você.
pelo  diretor  da  escola  a  auxiliar  outras  crianças  Anônimo.
que  necessitavam  de  muito  amor  e  dedicação,  com 
dificuldades de aprender pelos traumas e desmo)vação 
trazidos de seu próprio lar.
O jovem garoto decidiu caminhar pelo jardim da escola 
ques)onando se seria capaz de ajudar a outras crianças 
e  sentou‐se  próximo  a  uma  árvore.  De  longe  avistou 
um grupo de crianças muito pobres, semelhantes a ele 
quando entrou na escola. Uma das crianças suplicava 
a seu pai, pedindo para ser matriculado na escola para 
aprender a ler e escrever. O pai irritado respondeu: para 
você ser alguém na vida não precisa de escola, basta 
trabalhar quando es)ver na idade certa e aceitar sua 
realidade de vida. O garoto tentou mais uma vez: ‐ Pai, 
é um sonho! Por fim, o pai disse: ‐ Pouco importa o seu 
sonho, eu não )ve estudo, trabalho todos os dias para 
sustentar sua mãe, você e seus irmãos. Contente‐se com 
sua vida e pare de pensar essas bobagens.
O garoto prestou atenção em toda a conversa daquele 
pai e filho, e voltou ao diretor e disse que aceitaria em 
auxiliar a escola no aprendizado daquelas crianças.
O  tempo  passou,  o  garoto  chegou  à  fase  adulta, 
ingressou na Universidade. Quatro anos se passaram, 
chegou o dia da formatura em Serviço Social, logo após 
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Reflexão e
Espiritualidade Homilia do mês
Pela oração, vigiar à espera de Deus “Fazei tudo o que Ele vos disser”
(Jo 2, 1‐11)
Para  rezar,  não  são  precisos  nem  gestos,  nem  gritos,  Maria  como  mãe  de  Jesus,  o  Filho  de  Deus,  é 
nem silêncio, nem genuflexões. A nossa oração, ao mesmo  revestida  de  imensa  glória.  Sua  proximidade  do 
tempo sábia e fervorosa, deve ser espera de Deus, até que  Filho  permite  que  seja  um  apoio  para  nossa  fé.  O 
Deus venha e visite a nossa alma por todas as suas vias 
evangelista João fala sempre em “a mãe de Jesus”, sem 
de acesso, por todos os seus caminhos, por todos os seus 
dizer seu nome. “Mãe”, com seu sen)do de origem 
sen)dos. Demos tréguas aos nossos silêncios, aos nossos 
do ser, representa maternidade universal e divina de 
gemidos,  aos  nossos 
Maria, que gera para a vida eterna.    
soluços: não procuremos 
na oração senão o abraço 
A nossa piedade vê neste evangelho o importante 
apertado de Deus. papel  de  Nossa  Senhora  no  projeto  de  salvação 
Não é verdade que, no  de  Deus.  Ela  é  sensível  às  nossas  necessidades  e 
trabalho,  empregamos  intercede por nós junto a seu Filho. E Jesus não só 
todo o nosso corpo num  permite como atende aos apelos de sua mãe. 
mesmo  esforço?  Não  A grandeza de Deus convive com as coisas normais 
colaboram  nisso  todos  e comuns. É próprio de uma mulher e uma dona de 
os nossos membros? Que  casa  notar  um  descuido  e  prestar  atenção  a  esses 
também a nossa alma se  pequenos detalhes da vida comum. E foi assim que 
consagre toda ela à oração  Maria se comportou nas Bodas de Caná. 
e  ao  amor  do  Senhor;  São  João  colocou  no  seu  evangelho  uma  frase 
que  ela  não  se  deixe  maravilhosa da Virgem: “Fazei o que Ele vos disser”. 
distrair  nem  bloquear  Aos que dela se aproximam e contemplam sua vida, 
com  pensamentos;  que  Maria faz sempre o imenso favor de os levar até o 
toda ela seja espera de Cristo. Então Cristo iluminá‐la‐á,  exemplo  vivo  do  Filho  de  Deus.  E  nesse  confronto 
ensinar‐lhe‐á a verdadeira oração, dar‐lhe‐á a súplica pura  em que se decide a vida cristã, Maria intercede para 
e espiritual de acordo com a vontade de Deus, a adoração  que a nossa conduta culmine com uma reconciliação 
“em espírito e verdade” (Jo 4, 24). do irmão menor – tu e eu – com o Filho primogênito 
Aquele  que  exerce  um  comércio  não  procura  de Deus Pai. 
simplesmente  realizar  um  lucro.  Esforça‐se  também,  Muitas conversões e muitas decisões de entrega 
por  todos  os  meios,  por  aumentá‐lo  e  acrescentá‐lo.  ao serviço de Deus foram precedidas de um encontro 
Empreende novas viagens e renuncia às que lhe parecem  com Maria. Nossa Senhora fomentou os desejos de 
não  trazer  proveito;  só  parte  com  a  esperança  de  um  procura,  a)vou  maternalmente  as  inquietações  da 
negócio.  Como  ele,  saibamos  também  conduzir  a  nossa  alma e fez ansiar por uma mudança para uma vida 
alma  pelos  caminhos  mais  diversos  e  mais  oportunos  e 
melhor,  uma  vida  nova.  E  assim,  aquele  “Fazei  o 
adquiriremos, o ganho supremo e verdadeiro, esse Deus 
que  Ele  vos  disser”  converteu‐se  em  realidades  de 
que nos ensina a rezar na verdade.
amorosa  entrega,  em  vocação  cristã  que  ilumina 
O Senhor repousa numa alma fervorosa, faz dela o seu 
desde então a nossa vida. 
trono de glória, ali se senta e permanece.
São Macário.
 São José Maria Escrivá.
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Gostaria que você A criança na Bíblia 


soubesse... A realidade do mundo oriental

Quebrantamento Na escala de valores dos povos an)gos as crianças 
e  as  mulheres  ocupavam  o  úl)mo  lugar,  embora  o 
O  quebrantamento  vem  unicamente  das  mãos  do  filho (sexo masculino) fosse  sempre uma bênção, pois 
Espírito Santo para o coração do homem. representava  um  braço  a  mais  para  trabalhar,  uma 
As tempestades da vida podem ocasionar o naufrágio  promessa de con)nuidade. Já a filha significava para 
de  uma  alma,  porém  esta  situação  é  completamente  os pais um estorvo, uma chateação. A educação ficava 
destru)va. a critério dos pais que faziam o que podiam, quando 
O  quebrantamento  do  Espirito  dado  pela  mão  de  era  de  sua  vontade  ou  deixavam  que  tudo  corresse 
Jesus,  torna‐se  uma  obra  construtiva.  Uma  tristeza  ao léu.
caracterizada pelo quebrantamento vai, então, gerando  O  Antigo  Testamento  ‐  Podemos  imaginar  que 
o arrependimento que traz a vida. trabalho  teve  Deus  para  mudar  a  mentalidade 
A alma extravassa graça quando a oração é o ar que ela  dos  israelitas  a  respeito  deste  assunto.  Mas  Deus 
estabeleceu alguns princípios, sim:
respira e a oração verdadeira nasce do quebrantamento. 
‐ “Crescei e mul1plicai‐vos”. Com esta orientação, 
Esse dilaceramento das fibras da alma gera uma tristeza pelo 
Deus  coloca  para  os  homens  que  a  criança  é  a 
pecado, uma ternura de sen)mentos e uma gra)dão pela 
con)nuação da obra cria)va.
graça de Deus. Filho de Deus, deixe que a obra edificadora 
‐  A  cura  da  esterilidade  de  Sara  dá  a  noção  da 
de Jesus tenha livre curso no seu coração, porque ela lhe 
importância de uma descendência para o homem.
impelirá para mais perto do seu redentor. Porém, se você 
‐ O quase sacriqcio de Isaac ensina que perder um 
endurecer a sua cerviz e recusar a interferência divina, o  filho é perder tudo, ao contrário do que pensavam os 
Espirito Santo se afastará e haverá um dia em que você o  an)gos. Deus condena o sacriqcio de crianças tal como 
procurará e não mais o encontrará. no ritual cananeu, onde os primogênitos eram ví)mas 
Um Paroquiano. ofertadas ao Deus Baal.

Liturgia
  ‐  A  matança  dos  inocentes  é  uma  contradição: 
Deus a permite para que o homem veja o quanto cada 
ANO LITURGICO 2008 – MÊS DE OUTUBRO criança é importante e deve ser respeitada, acolhida 
01 Lc 09, 57‐62 17 Lc 12, 01‐07 e protegida.
02 Mt 18, 1‐5.10 18 Lc 10, 01‐09 ‐ Deus ouviu o grito das crianças (Gn 21, 17), através 
03 Lc 10, 13‐16 19 Mt 22, 15‐21 das  mães.  Deus  vê  nas  crianças  os  “sem  defesa”:  os 
04 Lc 10, 17‐24 20 Lc 12, 13‐21 oprimidos, os massacrados, os excluídos.
05 Mt 21, 33‐43 21 Lc 12, 35‐38 O Novo Testamento
06 Lc 10, 25‐37 22 Lc 12, 39‐48 Jesus e as crianças 
07 Lc 01, 26‐38 23 Lc 12, 49‐53
Deus quis ser criança, pobre mas amada; perseguida 
08 Lc 11, 01‐04 24 Lc 12, 54‐59
porém viva, fraca mas amparada. 
09 Lc 11, 05‐13 25 Lc 13, 01‐09
Em  sua  vida  terrena,  Jesus  sempre  demonstrou 
10 Lc 11, 15‐26 26 Mt 22, 34‐40
11 Lc 11, 27‐38 27 Lc 13, 10‐17
amor e carinho pelas crianças. Duas frases sinte)zam 
12 Jo 02, 01‐11 28 Lc 06, 12‐19 esse amor: “Deixai vir a mim as criancinhas” (Lc 18, 16)  
13 Lc 11, 29‐32 29 Lc 13, 22‐30 e “Quem acolhe uma criança em meu nome acolhe a 
14 Lc 11, 37‐41 30 Lc 13, 31‐35 mim e aquele que me enviou, pois o menor de todos 
15 Lc 11, 42‐46 31 Lc 14, 01‐06 vocês é o maior” (Lc 9,46‐48). 
16 Lc 11, 47‐54

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6 Lumen • Outubro • 2008

Notícias da Paróquia procurar a coordenação da Liturgia e se apresentar como 


voluntários. 

Re#ro dos Ministros da Eucaris#a  Boas Vindas aos novos encontreiros
O  Ministério  Extraordinário  da  Sagrada  Comunhão,  A  PASCOM  E  O  Jornal  LUMEN  têm  a  sa)sfação  de 
com  o  obje)vo  de  aprofundar  a  espiritualidade  de  seus  apresentar  as  Boas  Vindas  aos  par)cipantes  do  XXXIII 
integrantes, promoverá no dia 18 do corrente o seu Re)ro  Encontro de Casais com Cristo da Paróquia, na certeza de 
anual. O evento ocorrerá no Convento dos Capuchinhos,  que este é o sen)mento de todos os segmentos leigos e 
em  Guaramiranga‐Ce.,  tendo  como  pregador  o  Padre  dos  paroquianos  em  geral.  Que  os  novos  casais  tenham 
Apolônio.  vida  longa  e  proqcua  como  leigos  engajados  em  nossa 
Paróquia. 
Mês das Missões
De  acordo  com  as  diretrizes  da  Arquidiocese  de  Festa dos Anos 60
Fortaleza,  a  Paróquia  de  Santa  Luzia  realizará  a  Semana  A Equipe Dirigente do ECC anuncia para o próximo dia 
Missionária, no período de 6 a 11 de outubro. A celebração  8 de novembro a realização da tradicional Festa dos Anos 
tem  como  finalidade  promover  maior  aproximação  da  60 no Ideal Clube.
Igreja  com  a  comunidade.  Além  de  es)mular  o  convívio  Casamento comunitário
das pessoas em plena harmonia, enseja também melhor  A Pastoral da Família promoverá no dia 2 de dezembro 
conhecimento da Palavra de Deus, através de pregações,  próximo  mais  um  Casamento  Comunitário  na  Igreja  de 
homilias e visitas domiciliares, culminando com um fórum  Santa Luzia às 17:00h. Os casais interessados em contrair 
missionário nos Setores da Paróquia. Todos os paroquianos  núpcias  na  celebração  anunciada  deverão  inscrever‐se 
estão convidados a par)cipar. na Secretaria da Paróquia ou com algum componente da 
Pastoral da Liturgia  Pastoral. 
Mais  uma  Pastoral  nasce  em  nossa  paróquia.  Sob  a 
coordenação de Socorro Vitoriano, a  Equipe de Liturgia  Dia Nacional do Livro  
foi  totalmente  reformulada  com  o  obje)vo  de  ar)cular, 
O dia 29 de outubro foi escolhido como Dia Nacional 
promover  e  conduzir  os  procedimentos  litúrgicos  em 
do  Livro  em  homenagem  à  fundação  da  Biblioteca 
Santa Luzia. 
Nacional em 1810. O primeiro livro publicado no Brasil 
No  primeiro  momento,  a  equipe  buscou  conhecer 
foi “Marília de Dirceu”, de Tomás Antônio Gonzaga.
as  normas  e  documentos  da  Igreja  sobre  a  Liturgia  e  as 
 O livro é um meio de comunicação muito importante 
prá)cas  da  atualidade.  Em  seguida,  tratou  de  iden)ficar 
no processo de transformação do indivíduo. Ao ler um 
os  pontos  a  serem  aperfeiçoados,  definindo  para  tanto 
livro, evoluímos e desenvolvemos a nossa capacidade 
um  programa  específico  de  a)vidades.  Diversas  ações 
crítica  e  criativa.  É  importante  para  as  crianças  ter 
foram programadas, tais como: formação para a Acolhida 
o  hábito  da  leitura  porque,  com  ela,  se  aprimora  a 
dos  fiéis;  u)lização  do  lecionário  e  objetos  litúrgicos; 
linguagem e a comunicação com o mundo. O livro atrai a 
preparação de leigos para as leituras nas missas; formação 
criança pela curiosidade, pelo formato, pelo manuseio e 
de corais, coordenadores de celebração, pessoal da coleta, 
pela emoção das histórias. Comparando a outros meios 
etc. 
de comunicação é possível escolher com o livro entre 
A Equipe se reúne todas as quartas‐feiras às 18 horas, 
uma história do passado, do presente ou da fantasia. 
no recinto da Igreja, visando tornar a liturgia desenvolvida 
Além  disso,  podemos  ler  o  que  for  do  nosso  agrado, 
em  nosso  meio  cada  vez  mais  bonita  e  par)cipa)va.  As 
quando e onde for da nossa vontade. É um grande amigo  
pessoas  que  tenham  atração  por  este  )po  de  trabalho 
que podemos ter ao nosso lado. 
podem  e  devem  par)cipar  deste  projeto,  bastando 
8 Lumen • Outubro • 2008

Mulheres de História Cada rua com sua


Be#y Friedan, a dona de casa que virou a mesa  história
Be•y Naomi Goldstein Friedan, escritora norte‐americana 
é  um  nome  maior  dos  direitos  humanos  e  do  feminismo  Guilherme Rocha, o
mundial. Nasceu em Illinois, Estados Unidos, filha de judeus 
russos  imigrados.  Licenciou‐se  em  Psicologia  e  Sociologia.  semeador de jardins
Encorajada pela mãe, seguiu jornalismo. Defensora dos direitos 
Guilherme  César  da  Rocha  nasceu  em  Fortaleza  a 
das mulheres, denunciou o modelo tradicional de sociedade 
16  de  agosto  de  1846.  Aos  10  anos  de  idade  foi  para 
remetendo a mulher para a área restrita da casa. Casou em 
o Rio de Janeiro onde fez os estudos preparatórios no 
1947  com  Carl  Friedan  e  )veram  três  filhos.  Publicou  em 
Colégios  dos  Padres  Paiva.  Matriculado  na  Escola  de 
1963 o importante livro com o ^tulo «The Feminine Mys)c» 
Guerra, abandonou tudo no terceiro ano por problemas 
(A  Mís)ca  Feminina).  Este  livro  sobre  a  mulher  foi  o  mais 
de  saúde,  voltando  ao  ceará  onde  se  dedicou  ao 
vendido no mundo, na época, e faz parte da trilogia dos livros 
comércio. 
fundamentais  sobre  feminismo.  Na  obra,  a  psicóloga,  então 
Prefeito  de  Fortaleza  no  início  do  século  passado, 
simples  dona‐de‐casa,  expunha  a  insa)sfação  das  mulheres 
foi  um  dos  primeiros  administradores  a  se  interessar 
impedidas de a)ngir todo seu potencial. Entre outras coisas, 
pela reforma urbanís)ca da cidade. Coronel da Guarda 
brigava  pelo  direito  de  ter  uma  profissão  e  pela  divisão  das 
Municipal, vereador, presidente da Câmara Municipal, 
tarefas domés)cas. Tal inicia)va custou muito caro para ela, 
deputado e vice‐presidente do Estado, ajardinou a Praça 
pois passou a apanhar do marido. De princípio, calou‐se, mas 
do Ferreira em 1902, quando até então nada mais era 
em  1969  pediu  o  divórcio.  Lutou  até  o  fim  de  sua  vida  por 
do  que  um  vasto  areal.  Foi  também  responsável  pelo 
causas femininas e humanitárias. Faleceu em 4 de fevereiro de 
embelezamento das praças da Sé  e José de Alencar.  
2006.
Faleceu em nossa capital em julho de 1928.    
A Foto do Mês A rua – De início era Travessa Municipal por haver na 
Praça do Ferreira, na esquina com a rua Floriano Peixoto 
o prédio da Intendência Municipal, o equivalente hoje 
à Prefeitura. Depois foi promovida à Rua Municipal. Em 
época mais atual o nome inicial era Coronel Guilherme 
Rocha,  iniciando‐se  na  rua  do  Rosário.  Na  gestão  do 
Governador  Parsifal  Barroso,  ela  foi  aberta  até  a  Rua 
Sena  Madureira.  Depois  surgiram  os  calçadões.  Foi 
a  primeira  rua  de  Fortaleza  em  que  era  proibida  a 
circulação  de  veículos.  Hoje  a  rua  Guilherme  Rocha  é 
uma das vias centrais de nossa capital nascendo na rua 
Sena  Madureira  e  terminando  na  Avenida  Filomeno 
Gomes, na praça do Liceu.
“Nem vem que não tem”.

EXPEDIENTE
Pastoral da Comunicação – Jornal LUMEN
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