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Caderno de Prova íA01í, Tipo 001

Caderno de Prova íA01í, Tipo 001

16.

Quanto ao estabelecimento:

 

(A)

No caso de seu arrendamento ou usufruto, n„o haver· vedaÁ„o possÌvel ‡ concorrÍncia empresarial.

(B)

N„o havendo autorizaÁ„o expressa, seu alienante n„o pode fazer concorrÍncia ao adquirente, nos dez anos subsequentes ‡ transferÍncia.

(C)

Seu adquirente responde pelo pagamento dos dÈbitos anteriores ‡ transferÍncia, desde que regularmente contabilizados, continuando o devedor primitivo solidariamente obrigado pelo prazo de um ano, a partir, quanto aos crÈditos vencidos, da publicaÁ„o, e, quanto aos outros, da data do vencimento.

(D)

N„o pode ele ser objeto unit·rio de direitos e de negÛcios jurÌdicos, translativos ou constitutivos, ainda que compatÌveis com sua natureza.

(E)

Se transferido, a cess„o de seus crÈditos produzir· efeitos em relaÁ„o aos respectivos devedores, desde o momento da publicaÁ„o da transferÍncia, sendo ineficaz o pagamento se o devedor o fizer ao cedente, ainda que de boa-fÈ.

17.

Em relaÁ„o ‡ sucess„o:

 

I.

Aberta a sucess„o, o que se dar· no lugar do ˙ltimo domicÌlio do falecido, a heranÁa transmite-se, desde logo, aos herdeiros legÌtimos e testament·rios.

II.

Morrendo a pessoa sem testamento, transmite a heranÁa aos herdeiros legÌtimos, o mesmo ocorrendo quanto aos bens n„o compreendidos no testamento; e subsiste a sucess„o legÌtima se o testamento caducar, ou for julgado nulo.

III.

Se concorrer com parentes sucessÌveis, que n„o sejam herdeiros necess·rios, o companheiro ou a companheira ter„o direito a dois terÁos da heranÁa.

Est· correto o que se afirma APENAS em

 

(A)

I e II.

(B)

I.

(C)

I e III.

(D)

II.

(E)

III.

18.

Em relaÁ„o aos gerentes dos estabelecimentos empresariais:

 

I.

Considera-se gerente o preposto permanente no exercÌcio da empresa, na sede desta, ou em sucursal, filial ou agÍncia.

II.

O gerente n„o pode estar em JuÌzo em nome do preponente, mesmo que pelas obrigaÁıes resultantes do exercÌcio de sua funÁ„o, por se tratar de capacidade exclusiva do representante legal do estabelecimento.

III.

O preponente responde com o gerente pelos atos que este pratique em seu prÛprio nome, mas ‡ conta daquele.

Est· correto o que se afirma APENAS em

 

(A)

I e III.

(B)

I e II.

(C)

I.

(D)

II.

(E)

III.

 

Direito Penal

19.

Patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administraÁ„o fazend·ria, valendo-se da qualidade de funcio- n·rio p˙blico, configura

(A)

advocacia administrativa.

(B)

crime contra ordem tribut·ria.

(C)

tr·fico de influÍncia.

(D)

exploraÁ„o de prestÌgio.

(E)

condescendÍncia criminosa.

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FAZSP-Prova 2-Conhecimentos B·sicos

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Caderno de Prova íA01í, Tipo 001

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20. Em relaÁ„o ao delito de falsificaÁ„o de documento p˙blico, È correto afirmar que

(A)

tambÈm o configura a falsificaÁ„o do conte˙do do documento, embora verdadeira a forma.

(B)

os tÌtulos transmissÌveis por endosso podem ser objeto material da infraÁ„o.

(C)

a pena deve ser aumentada da sexta parte se o agente È funcion·rio p˙blico, mesmo que n„o se prevaleÁa do cargo.

(D)

admite a forma culposa.

(E)

n„o È absorvido pelo estelionato, ainda que nele se exaure, sem mais potencialidade lesiva, segundo entendimento sumu- lado do Superior Tribunal de JustiÁa.

Direito Constitucional

21. Sob o fundamento de ofensa ‡ repartiÁ„o constitucional de competÍncias entre os entes da FederaÁ„o, o Procurador-Geral da Rep˙blica propıe aÁ„o direta de inconstitucionalidade perante o Supremo Tribunal Federal, tendo por objeto lei estadual que complementa a disciplina de determinada matÈria de direito urbanÌstico constante de lei federal preexistente. Como se de- preende de elementos extraÌdos do processo, a lei estadual tem por finalidade atender a peculiaridades do Estado-membro, sem contrariar as normas gerais contidas na lei federal preexistente, a qual, contudo, n„o contÈm norma de autorizaÁ„o para que os Estados-membros legislem sobre a matÈria.

Nessa hipÛtese, nos termos da ConstituiÁ„o da Rep˙blica,

(A)

o Procurador-Geral da Rep˙blica n„o possui legitimidade para a propositura da aÁ„o, embora, no mÈrito, a fundamentaÁ„o seja procedente, uma vez que direito urbanÌstico È matÈria de competÍncia legislativa privativa da Uni„o.

(B)

a lei estadual n„o pode ser objeto de controle concentrado perante o Supremo Tribunal Federal, em sede de aÁ„o direta de inconstitucionalidade, embora, no mÈrito, a fundamentaÁ„o seja procedente, uma vez que direito urbanÌstico È matÈria de competÍncia legislativa privativa da Uni„o.

(C)

o Procurador-Geral da Rep˙blica possui legitimidade ativa e a lei estadual pode ser objeto de aÁ„o direta de inconsti- tucionalidade, mas a aÁ„o, no mÈrito, È improcedente, uma vez que direito urbanÌstico È matÈria de competÍncia legislativa concorrente, em relaÁ„o ‡ qual os Estados possuem competÍncia suplementar.

(D)

o Procurador-Geral da Rep˙blica possui legitimidade ativa e a lei estadual pode ser objeto de aÁ„o direta de incons- titucionalidade, assim como, no mÈrito, a aÁ„o È procedente, uma vez que direito urbanÌstico È matÈria de competÍncia le- gislativa privativa da Uni„o.

(E)

o Procurador-Geral da Rep˙blica possui legitimidade ativa e a lei estadual pode ser objeto de aÁ„o direta de incons- titucionalidade, mas a aÁ„o, no mÈrito, È improcedente, uma vez que seria necess·ria prÈvia autorizaÁ„o por lei com- plementar federal para o Estado legislar a respeito da matÈria de forma a atender a suas peculiaridades.

22. Tramita perante o Senado Federal a Proposta de Emenda ‡ ConstituiÁ„o (PEC) n o 1/2012, a qual, subscrita por 81 Senadores, pretende instituir imunidade de impostos incidentes sobre produtos elaborados preponderantemente com insumos provenientes de reciclagem ou reaproveitamento, na forma estabelecida em lei. ¿ luz da ConstituiÁ„o da Rep˙blica, a PEC n o 1/2012

(A)

padece de vÌcio de iniciativa, uma vez que n„o foi subscrita pelo n˙mero mÌnimo de Senadores exigido para a apresenta- Á„o de proposta de emenda constitucional.

(B)

padece de vÌcio de iniciativa, por versar sobre matÈria de iniciativa privativa do Presidente da Rep˙blica.

(C)

deveria tramitar, primeiramente, pela C‚mara dos Deputados, na qualidade de casa legislativa de representaÁ„o do povo, somente seguindo para o Senado se aprovada por, no mÌnimo, dois terÁos dos membros da casa iniciadora, em dois tur- nos de votaÁ„o.

(D)

n„o poder· ser objeto de deliberaÁ„o pelas Casas do Congresso Nacional, por afrontar limite material imposto ao poder de reforma constitucional, ao pretender dispor sobre matÈria que se insere dentre as limitaÁıes ao poder de tributar.

(E)

n„o padece de vÌcio de iniciativa, tampouco afronta limite material ao poder de reforma constitucional, podendo ser objeto de deliberaÁ„o pelas Casas do Congresso Nacional.

23. Uma empresa pretende obter vista de autos de processo que tramita perante o Tribunal de Contas do Estado, do qual constam cÛpias de representaÁ„o formulada por terceiros relativamente a contrato em que figura como prestadora de serviÁos de Ûrg„o da AdministraÁ„o direta estadual. O Presidente da Corte de Contas, que funciona como julgador singular no caso em tela, indefere o pedido.

Nessa hipÛtese, a fim de ver sua pretens„o acolhida, poder· a empresa valer-se, na esfera judicial, de

(A)

mandado de seguranÁa, de competÍncia do Tribunal de JustiÁa do Estado.

(B)

mandado de seguranÁa, de competÍncia do Superior Tribunal de JustiÁa.

(C)

habeas data, de competÍncia do Tribunal de JustiÁa do Estado.

(D)

habeas data, de competÍncia do Superior Tribunal de JustiÁa.

(E)

aÁ„o popular, de competÍncia do Tribunal de JustiÁa do Estado.

Caderno de Prova íA01í, Tipo 001

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24. Ao disciplinar a atividade econÙmica do Estado, a ConstituiÁ„o da Rep˙blica prevÍ que

(A)

empresas p˙blicas e sociedades de economia mista que explorem atividade econÙmica de prestaÁ„o de serviÁos poder„o gozar de privilÈgios fiscais n„o extensivos ‡s do setor privado, nas hipÛteses previstas em lei, com vistas a estimular a competitividade no setor.

(B)

a lei estabelecer·, entre outros, o estatuto jurÌdico da sociedade de economia mista que explore atividade econÙmica de produÁ„o ou comercializaÁ„o de bens, dispondo sobre sua sujeiÁ„o ao regime jurÌdico prÛprio das empresas privadas, in- clusive quanto aos direitos e obrigaÁıes civis, comerciais, trabalhistas e tribut·rios.

(C)

a exploraÁ„o direta de atividade econÙmica pelo Estado somente ser· permitida quando necess·ria aos imperativos da se- guranÁa nacional, conforme definidos em lei.

(D)

a industrializaÁ„o e o comÈrcio de minÈrios e minerais nucleares e seus derivados constituem monopÛlio da Uni„o, que po- der· contratar com empresas estatais ou privadas sua realizaÁ„o, observadas as condiÁıes estabelecidas em lei.

(E)

a lei estabelecer· a responsabilidade da pessoa jurÌdica, como alternativa ‡ responsabilidade individual de seus dirigentes, sujeitando-a ‡s puniÁıes compatÌveis com sua natureza, nos atos praticados contra a ordem econÙmica e financeira e con- tra a economia popular.

25. Considere as seguintes afirmaÁıes ‡ luz do que dispıe a ConstituiÁ„o da Rep˙blica a respeito de princÌpios fundamentais e de direitos e garantias fundamentais:

I.

As pr·ticas de tortura e racismo s„o consideradas crimes inafianÁ·veis pela ConstituiÁ„o, sendo o seu rep˙dio um prin- cÌpio de regÍncia das relaÁıes internacionais do Estado brasileiro.

II.

Todo poder emana do povo, que pode exercÍ-lo indiretamente, por meio de representantes eleitos, ou diretamente, valendo-se de plebiscito, referendo e iniciativa popular, mecanismos previstos para tanto na ConstituiÁ„o.

III.

A determinaÁ„o constitucional para que a lei puna qualquer discriminaÁ„o atentatÛria dos direitos est· relacionada ao objetivo fundamental da Rep˙blica de promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raÁa, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminaÁ„o.

IV.

A ConstituiÁ„o estabelece que os direitos e garantias nela expressos n„o excluem outros decorrentes dos tratados inter- nacionais em que a Rep˙blica Federativa do Brasil seja parte, o que È compatÌvel com o princÌpio de prevalÍncia dos di- reitos humanos, expressamente consignado no texto constitucional.

Est· correto o que se afirma em

(A)

I e II, apenas.

(B)

I e III, apenas.

(C)

II e IV, apenas.

(D)

II, III e IV, apenas.

(E)

I, II, III e IV.

26. Servidor titular de cargo efetivo na AdministraÁ„o direta estadual paulista, est·vel, pretende candidatar-se a Vereador do Mu- nicÌpio em que reside e est· lotado. Considerando a disciplina da matÈria na ConstituiÁ„o da Rep˙blica e na ConstituiÁ„o do Es- tado de S„o Paulo, o servidor em quest„o, se eleito,

(A)

perder· o cargo, desde que mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa ou em virtude de sentenÁa judicial transitada em julgado.

(B)

ser· necessariamente afastado do cargo, sendo-lhe facultado optar por sua remuneraÁ„o.

(C)

perceber· as vantagens de seu cargo, sem prejuÌzo da remuneraÁ„o do cargo eletivo, a menos que n„o haja compatibi- lidade de hor·rios, caso em que perder· o cargo efetivo na AdministraÁ„o direta.

(D)

poder· manter o cargo, sendo inamovÌvel, durante o exercÌcio do mandato, cujo tempo ser· ainda computado para fins de aposentadoria especial.

(E)

ter· assegurado o direito de afastar-se do cargo efetivo, durante o tempo de exercÌcio do mandato, percebendo venci- mentos e vantagens, alÈm de o tempo de serviÁo ser contado para todos os efeitos legais, inclusive para promoÁ„o por merecimento.

27. … funÁ„o institucional da Procuradoria Geral do Estado, nos termos da ConstituiÁ„o paulista,

(A)

realizar procedimentos administrativos, inclusive disciplinares, regulados ou n„o por lei especial.

(B)

promover a inscriÁ„o, o controle e a cobranÁa da dÌvida ativa estadual.

(C)

requisitar certidıes, informaÁıes, autos de processo administrativo e documentos, estando os servidores obrigados a seu atendimento, exceto os que ocupem cargo em comiss„o ou exerÁam funÁ„o de confianÁa.

(D)

exercer o controle externo da atividade policial, nos termos de lei complementar, de iniciativa facultada ao Procurador Geral.

(E)

exercer a orientaÁ„o jurÌdica e a defesa dos necessitados, em todos os graus, na forma de sua Lei Org‚nica.