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A Família Internacional

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A DEClArAção DE CrEnçAS DA fAmíliA inTErnACionAl

1. As Escrituras Sagradas

Acreditamos que a Bíblia Sagrada é a Palavra inspirada de Deus e dada por Ele, nosso Criador, para ser “Lâmpada para os nossos pés, e luz para

o nosso caminho” (Salmo 119:105). Afirmamos

que as Escrituras são revelações sagradas feitas

a homens santos que as transmitiram quando

movidos pelo Espírito de Deus (2 Pedro 1:21). Esses escritos constituem o padrão e linha mes- tra dados por Deus para o que devemos crer e

praticar. Acreditamos firmemente na verdade

que ensina que “toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repre- ender, para corrigir, para instruir em justiça” (2 Timóteo 3:16). 1 Por isso, esforçamo-nos para estudar, memorizar e obedecer as Escrituras, para que, pelo conhecimento dos seus ensinamen- tos e obediência aos seus princípios, cresçamos em fé, sabedoria e força espiritual. A Palavra de Deus, revelada na Bíblia Sagrada, é o fun- damento e a pedra angular de todas as nossas crenças e práticas. É a essência da nossa força

e nossa alimentação espiritual; seus princípios

são a base da educação que damos aos nossos filhos e sua verdade é o cerne da mensagem que transmitimos.

• Mateus 24:35

• Romanos 15:4

• João 8:31,32

• 1 João 2:5

• Romanos 10:17

• Salmo 119:99,100

• Jeremias 15:16

• 2 Timóteo 2:15; 3:15; 4:2

• João 1:1,14 2

2. Deus e a Trindade

Acreditamos no único Deus eterno e verda-

deiro, onipotente, onisciente e onipresente. Ele

é o invisível Espírito de amor que criou e go-

verna o Universo e tudo o que nele se encontra. Acreditamos na Santíssima Trindade, formada por três pessoas distintas e inseparáveis: o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

• Isaías 43:10,11

• João 4:24

• 1 Timóteo 1:17

• 1 João 4:8; 5:7

3. A Criação

Acreditamos no relato bíblico da Criação, en- contrado no Livro de Gênesis, segundo o qual

Deus criou o céu e a Terra, ou seja, não surgiram

a partir do caos. Consideramos que essa verdade

deve ser aceita ao pé da letra, não alegoricamente.

Acreditamos também que, no sexto dia da Criação, Deus formou os primeiros humanos à Sua própria imagem e semelhança. Formou Adão do pó da terra

e nele soprou o alento da vida. Mais tarde Deus

criou Eva a partir de uma costela de Adão. Portanto, ambos se tornaram almas viventes pela criação divina e não pela evolução aleatória. Acreditamos também que a criação visível de Deus constitui um testemunho claro da Sua existência invisível. Como

Criador, Deus merece receber de nós, Sua criação, gratidão, reverência e obediência.

1 Salvo outra indicação, todos os versículos bíblicos são da Edição Contemporânea Almeida, Editora Vida.

2 As referências bíblicas em destaque são versículos adicionais que dizem respeito ao assunto da seção na qual se encontram, enquanto que as referências bíblicas incluídas no corpo da seção se referem ao texto citado e servem de fundamentação para a argumentação apresentada.

ST004–0401

Gênesis 1:1

todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha

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• Romanos 1:20

• Salmo 33:6-9

• Jeremias 32:17

4. A Queda do Homem

Acreditamos que o primeiro homem e a pri- meira mulher foram criados inocentes, mas, ao serem tentados por Satanás, pecaram voluntaria- mente e caíram, perdendo o estado original de felicidade e pureza. Em conseqüência, todos os seres humanos são intrinsecamente pecadores e absolutamente incapazes de se redimirem sem o poder salvador de Jesus Cristo.

• Gênesis capítulo 3

• Romanos 5:12-21

5. Jesus Cristo, o fillho de Deus

Acreditamos na divindade do Senhor Jesus Cristo, o Filho unigênito de Deus, que foi con- cebido milagrosamente por intervenção divina e nasceu da Virgem Maria; em toda Sua vida não pecou e pela Sua morte expiou totalmente de forma vicária os pecados do mundo, personificando o sacrifício do justo que morre no lugar dos injustos. Afirmamos que Jesus Cristo é o mediador entre Deus e a humanidade, que Se entregou como o único redentor dos pecadores. Acreditamos na Sua ressurreição física e na ascensão de Seu corpo ao Céu, na Sua intercessão perpétua pelo Seu povo e que em breve regressará pessoalmente ao mundo de forma visível, com poder e grande glória, para estabelecer o Seu reino na Terra e, depois, julgar os vivos e os mortos.

• 1 Timóteo 3:16

• Filipenses 2:5-11

• Hebreus 4:14,15

• 2 Coríntios 5:21

• 1 Pedro 2:24,25

Romanos 1:3,4

Mateus 28:18

Atos 1:9-11

6. Salvação por Graça:

Acreditamos que todas as pessoas são pecadoras por natureza, mas que “Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que

a vida eterna” (João 3:16). Por isso, acreditamos

que qualquer pessoa que aceitar o perdão de seus

pecados por intermédio de Jesus Cristo será per- doada, se reconciliará com Deus e poderá viver para sempre na Sua presença.

Acreditamos que a salvação da humanidade seja totalmente por graça (a dádiva do amor, mi- sericórdia e perdão de Deus), por meio de Jesus Cristo, o Filho de Deus, que, com um infinito amor pelos perdidos, aceitou voluntariamente

a vontade do Seu Pai, tornando-Se no Cordeiro

oferecido por Deus em sacrifício, e é o único que pode tirar os nossos pecados (Efésios 2:8,9; Tito 3:5). A salvação só pode ser obtida por meio de Cristo. “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por mim” (João 14:6). “Porque há um só Deus, e um só Mediador en- tre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem” (1 Timóteo 2:5). Somos salvos por crermos em Jesus Cristo e O recebermos pessoalmente no nosso coração e vida,

e deste modo nos regeneramos espiritualmente ou

“nascemos de novo”. “A todos os que O [Jesus] receberam, àqueles que crêem no seu nome, deu- lhes o poder de serem feitos filhos de Deus” (João 1:12). “Quem não nascer de novo, não pode ver

o reino de Deus” (João 3:3). Ao acreditar, a pessoa é salva e permanecerá salva para sempre. Acreditamos que é um privilégio de todos os que nasceram de novo do Espírito por meio da fé em Cristo, ter a plena certeza da sua Salvação a partir do dia em que receberam Jesus como seu Salvador. Da mesma forma que o que crê

é salvo pela graça, também é mantido pela graça:

“Pelo poder de Deus sois guardados, mediante a fé, para a salvação” (1 Pedro 1:5). “Eu lhes dou a

vida eterna, e jamais perecerão; ninguém poderá arrebatá-las da Minha mão” (João 10:28). 3

• Romanos 3:23; 6:23; 3:10

1 João 1:8 Atos 4:12 1 João 5:12

7. o Espírito Santo:

Acreditamos que o Espírito Santo veio do Pai para ensinar, instruir, inspirar e dar poder aos que crêem para que realizem a missão que lhes foi

3 Ao mesmo tempo em que acreditamos piamente que a alma que Deus salvou e a quem concedeu a dádiva da vida eterna jamais poderá vir a perder-se, cremos que isso não autoriza o cristão a pecar propositadamente. Deus, por ser um Pai santo e justo, que não pode fazer vista grossa aos pecados dos Seus filhos, os castigará e corrigirá caso persistam no pecado. O apóstolo Paulo explica: “O Senhor corrige a quem ama, e açoita a todo o que recebe por filho. Pois que filho há a quem o pai não corrige?” (Hebreus 12:6,7). Copyright © 2004 por A Família Internacional

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dada por Deus. O cristão recebe uma medida do

Espírito Santo ao aceitar Jesus, mas pode ser pre- enchido e transbordar com Seu poder se Lhe pedir

e desejar entregar-se mais plenamente ao Senhor.

“Enchei-vos do Espírito” (Efésios 5:18). Também acreditamos que o Espírito Santo é

a personificação do elemento feminino e maternal da Santa Trindade e, como tal, figura como uma mãe e consoladora, que ama, cuida ternamente e consola os filhos de Deus nascidos de novo.

• Gênesis 1:26,27

• Provérbios 8:1,22-32

• João 3:5-8; 14:15-18,26; 15:26; 16:7-11

• Atos 1:8

8. o Batismo do Espírito Santo:

Acreditamos que ser batizado, ou seja, encher- se por completo do Espírito Santo, é um batismo de amor, “porque Deus é amor” (1João 4:8). Todos os que nEle crêem podem ser batizados se simplesmente pedirem a Deus. Esse batismo,

segundo as Escrituras, muitas vezes é recebido pela “imposição de mãos” de outros que partilham da mesma fé. O propósito principal do batismo do Espírito Santo é dar poder ao cristão para difundir

o Evangelho de Jesus Cristo. “Recebereis poder, ao

descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas” (Atos 1:8). Além disso, o Espírito Santo também guia o cristão em toda a verdade, o consola, faz lembrar de todas as coisas que Jesus disse, ajudando-o quando ora e a entender a Palavra de Deus.

Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um

para o que for útil” (1 Coríntios 12: 4,5,7). Todos estes dons são concedidos gratuitamente pelo Pai Celestial aos Seus filhos, tanto homens como mu- lheres, para serem usados e exercitados livremente

na congregação, para que a comunidade cristã seja fortalecida, encorajada e edificada por eles.

• Joel 2:28,29

• Mateus 7:11

• Atos 2:17,18

10. o Dom de Profecia

Acreditamos que a profecia é uma dádiva im-

portante concedida aos filhos de Deus pelo Espírito Santo e que a profecia deve ser parte integrante

de nossas vidas diárias e de nossos ministérios.

Ao reconhecermos o Senhor e Lhe pedirmos que oriente nossos caminhos e não nos apoiarmos em nosso próprio entendimento (Provérbios 3:5,6), acreditamos que Ele fala conosco pessoalmente dando-nos instruções, orientações e ânimo. “O

que profetiza, fala aos homens para edificação, exortação e consolação” (1 Coríntios 14:3). O dom de profecia está disponível a todos os seguidores de Cristo, como qualquer outro dom

do Espírito. A Bíblia prediz que a profecia desem-

penharia um papel especialmente importante nos Últimos Dias 4 , o qual, acreditamos, ser o período no qual vivemos. “Nos últimos dias, diz Deus, do meu Espírito derramarei sobre toda a carne. Os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão” (Atos 2:17).

• Lucas 11:9-13

• Atos 8:15-17; 1:8

• Lucas 4:18

• Gálatas 5:22,23

• João 14:16,26

• Romanos 8:26,27

9. os Dons do Espírito:

Acreditamos que é privilégio daquele que é batizado com o Espírito desfrutar dos benefícios dos vários dons espirituais descritos no capítulo 12 de 1 Coríntios, dentre os quais encontramos

sabedoria, conhecimento, fé, cura, milagres e profecia. “Há diversidade de dons, mas o Espírito

é o mesmo. E há diversidade de ministérios, mas o

Senhor é o mesmo. E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos.

• Romanos 12:6

• 1 Coríntios 12:28; 14:3

• Apocalipse 19:10

11. A Cura Divina

Acreditamos que curar corpos doentes e afli- gidos foi uma parte importante do ministério de Jesus aqui na Terra e que “Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e eternamente” (Hebreus 13:8). Ele

ainda deseja restabelecer a saúde dos afligidos que

O buscam com fé. Por meio do sofrimento de

Cristo e do Seu sacrifício expiatório na cruz, Deus

não só oferece a salvação espiritual da humanidade, mas também a cura das suas enfermidades físicas, porque “pelas Suas pisaduras fomos sarados” (Isaías 53:5). A cura divina é um privilégio à disposição

de todos os que acreditam.

4 A expressão “Últimos Dias” (período também conhecido como “Tempo do Fim” ou “Fim dos Tempos”) história, o qual culmina com a segunda vinda de Jesus.”

diz respeito ao período final da

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Mesmo acreditando no poder de Deus para curar, entendemos que a decisão no que diz res- peito a se valer exclusivamente da oração, ou combinar a oração com assistência médica é de foro íntimo e os integrantes da Família são livres para buscar assistência médica. Como ensinam as Escrituras, “Seja-vos feito segundo a vossa fé” (Mateus 9:29).

• Mateus 4:23,24; 10:1

• Marcos 16:17,18

• 1 Pedro 2:24

• Mateus 8:16,17

• Salmo 103:3

12. As Chaves do reino

Acreditamos que as dádivas espirituais que Jesus concedeu aos Seus primeiros discípulos en- contram-se também disponíveis aos Seus seguido- res atuais. Acreditamos que, ao dizer “Eu te darei as chaves do reino dos céus; tudo o que ligares na terra, será ligado nos céus e tudo o que desligares na terra, será desligado nos céus” (Mateus 16:19), Jesus estava literalmente disponibilizando as chaves espirituais para o Reino do Céu, ou seja, estava permitindo aos Seus seguidores pleno acesso a todo poder de Deus. Ao orarem, os membros da Família invocam as chaves do Reino para liberar o poder de Deus para agir em, uma situação específica, segundo Sua vontade.

• Mateus 18:18

• Lucas 10:19

• Apocalipse 1:18

13. os frutos do Espírito

Acreditamos que os cristãos que estão cheios do Espírito Santo devem manifestar os frutos do Espírito relacionados na Bíblia, a saber: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão e temperança. (Gálatas 5:22,23)

• Efésios 5:9

• Tiago 3:17,18

• Mateus 7:16-20

14. Anjos

Acreditamos que Deus criou um inumerável batalhão de seres espirituais, conhecidos como anjos (palavra cujo significado literal é “mensageiros”). Os anjos são poderosos seres imortais designados pelo Senhor para cuidar da humanidade, mas têm a missão principal de proteger e ministrar ao povo de Deus. “Não são porventura todos eles espíritos

ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação?” (Hebreus 1:14). Embora os anjos sejam geralmente invisíveis no plano físico, podem se materializar e aparecer em forma humana e até andar entre os homens sem estarmos cientes disso. É por isso que a Palavra de Deus nos diz: “Não vos esqueceis da hospitalidade, porque por ela, alguns, não o sabendo, hospedaram anjos” (Hebreus 13:2).

• Salmo 34:7; 91:11,12

• 2 Reis 6:15-18

• Gênesis 19:1,2

• Juízes 6:11-22; 13:2-21

15. Santos falecidos

Acreditamos que além dos espíritos ministra- dores angélicos, Deus também dispõe de espíritos de crentes falecidos para ministrar e transmitir mensagens ao Seu povo. Encontramos evidências disso nas Escrituras, como na passagem em que os espíritos dos profetas falecidos, Moisés e Elias, apareceram para conferenciar com Jesus no Monte da Transfiguração; e na narração de São João no Livro do Apocalipse, da sua conversa com um men- sageiro celestial enviado por Deus para revelar-lhe os mistérios do futuro: “Eu, João, sou quem ouviu e viu estas coisas. E, havendo-as ouvido e visto, prostrei-me aos pés do anjo que me mostrava essas coisas, para adorá-lo. Então ele me disse: Olha, não faças isso! Sou conservo teu e de teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus” (Apocalipse 22:8,9).

• Lucas 9:28-33

• Apocalipse 19:10

• Hebreus 12:1,22-24.

16. Satanás e Seus Demônios

Acreditamos que um dos mais poderosos ar- canjos de Deus, Lúcifer, o “filho da alva” (Isaías 14:12), pecou e caiu por causa de orgulho, do ciúme e da ambição, tornando-se então Satanás [o Diabo], o inimigo ferrenho de toda a justiça. Um terço dos anjos o seguiu na sua queda e se tornou os demônios, os maus espíritos atualmente ativos como agentes e associados de Satanás em seus pro- pósitos malignos e ações que desafiam a autoridade de Deus. Eles influenciam hoje muitas pessoas e são em grande parte responsáveis pelo alastramento do crime, da violência, da maldade e do aumento das doenças que inundam o mundo. Reputamos Satanás como o inimigo notório e declarado de Deus e da humanidade que, como usurpador, agora

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governa impiamente como “o deus deste século” (2 Coríntios 4:4). Ele será derrotado na apocalíptica Batalha de Armagedom, depois da segunda vinda de Cristo (Apocalipse 20:1-3).

• Isaías 14:12-15

• 1 Pedro 5:8

• Apocalipse 12:7-9

• Ezequiel 28:11-19

17. A Guerra Espiritual

Acreditamos que estamos travando uma guerra espiritual implacável. Ao nos empenharmos em obedecer aos mandamentos de Deus e pregar o Evangelho de Jesus Cristo a todos quantos pu- dermos, “para lhes abrir os olhos, e das trevas os converter à luz, e do poder de Satanás a Deus” (Atos 26:18), o nosso adversário, o Diabo, faz todo o possível para impedir os nossos esforços. “Porque não lutamos contra a carne e o sangue, mas sim contra os principados, contra as potes- tades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade nos lugares

celestiais” (Efésios 6:12). Sendo assim, todo solda- do no exército do Senhor deve revestir-se “de toda

a armadura de Deus” (Efésios 6:11), e aprender a

usar com destreza as poderosas armas espirituais que Deus nos confiou, especialmente o “escudo da fé”, e a “espada do Espírito, que é a Palavra de Deus” (Efésios 6:16,17). Estamos confiantes da vitória, porque a Palavra de Deus nos prometeu:

“Maior é O [Jesus] que está em vós, do que aquele [o Diabo] que está no mundo” (1 João 4:4).

18. A oração

Acreditamos que a oração — comunicação entre cada filho de Deus e o seu Pai Celestial — é

essencial ao nosso bem-estar espiritual. Pela oração, declaramos nosso amor a Deus e manifestamos nossa dependência dEle. Longe de ser um mero ri- tual religioso ou exercício espiritual, a oração pode liberar o poder de Deus, segundo a Sua vontade,

e causar mudança, atender a necessidades, curar

e operar milagres. Jesus disse: “Por isso vos digo que tudo o que pedirdes em oração, crede que recebestes, e será vosso” (Marcos 11:24). Acreditamos que interceder fervorosamente pelas necessidades dos outros é um importante dever de todo cristão: “Orai em todo o tempo[…] com toda a perseverança e súplica por todos os santos” (Efésios 6:18).

• Jeremias 33:3

• 1 Tessalonicenses 5:17

• Hebreus 11:6

• Tiago 5:16

• 1 Samuel 12:23

• 1 Crônicas 16:11

19. A Santa Ceia ou Comunhão

Acreditamos que a Santa Ceia, também cha- mada “comunhão”, foi instituída por Cristo como um meio de recordarmos Sua morte na cruz pelos nossos pecados. Partilhar do pão e do vinho é uma profissão da fé cristã. A comunhão é uma cerimônia simples na qual um grupo de cristãos divide do pão, que representa o corpo de Jesus que foi partido pela cura dos nossos corpos; e o vinho, símbolo do sangue de Cristo que foi derramado pela remissão dos nossos pecados. As Escrituras recomendam aos cristãos par- ticiparem da comunhão, até que Cristo regresse. Portanto, é um privilégio de todos que têm uma união espiritual com Ele, de trazer à memória o Seu sacrifício no Calvário “até que Ele venha” (1 Coríntios 11:26).

• Mateus 26:26-28

• João 6:51

• 1 Coríntios 11:23-30

20. A igreja: o Convívio dos Cristãos

Acreditamos que a Igreja é o corpo coletivo de crentes. A Igreja é chamada de “o corpo de Cristo”, assim como de “a noiva de Cristo”. Portanto, não é apenas uma instituição ou organização eclesiástica e certamente não é um prédio para fins religiosos ou um local de adoração, porque “O Altíssimo não habita em templos feitos por mãos de homens” (Atos 7:48). “Vós também, como pedras vivas, sois edificados como casa espiritual” (1Pedro 2:5) e “Deus é Espírito, e importa que os que O adoram

O adorem em espírito e em verdade” (João 4:24).

Acreditamos que a Igreja é uma entidade espiritual composta de todas as pessoas nascidas de novo,

independentemente de estarem ou não afiliadas a uma organização ou denominação cristã. Acreditamos que o convívio com outros cris- tãos, que pensam de modo semelhante, a leitura

da palavra de Deus e reuniões para convívio pode

gerar grandes benefícios espirituais. As Escrituras nos exortam a não deixarmos de nos congregar (Hebreus 10:25). Por isso, esforçamo-nos por seguir o exemplo dos primeiros cristãos, os quais “perseveravam na doutrina dos apóstolos, na co- munhão, no partir do pão e nas orações” (Atos

2:42).

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• Efésios 1:22,23; 2:19-22

• 1 Coríntios 12:12-14

• Atos 2:46

• 1 João 1:3,7a

21. A Grande incumbência

Acreditamos na grande incumbência que Jesus deu à Sua Igreja para evangelizar o mundo: “Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura” (Marcos 16:15). Assim sendo, todo aquele que crê está incumbido de transmitir o amor de Cristo ao mundo inteiro e procurar conquistar ou- tros para o reino celestial de Deus. Acreditamos que uma ordenação formal de uma denominação ou instituição para o trabalho de divulgar o Evangelho não se faz necessária, já que todos os cristãos são ordenados por Deus a pregar o Seu Evangelho e ganhar outros para Cristo. “Não Me escolhestes vós a Mim, mas Eu vos escolhi a vós, e vos nomeei para que vades e deis fruto” (João 15:16).

• Mateus 28:19,20

• Atos 1:8

• 2 Timóteo 4:2

• 1 Pedro 3:15

• Provérbios 14:25

• Atos 26:18

• 1 Coríntios 9:16

22. Consagração

Acreditamos que nós, cristãos, devamos con- sagrar nossas vidas ao Senhor; como o apóstolo Paulo pediu: “Rogo-vos, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos como sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Romanos 12:1), para que Ele possa operar por nós e em nós “tanto o que- rer como o efetuar, segundo a Sua boa vontade” (Filipenses 2:13). Porque nossos corpos pertencem ao Senhor e são os templos nos quais o Espírito Santo habita, acreditamos que os cristãos devem se esforçar para ter um estilo de vida saudável no que diz respeito à sua alimentação, exercício físico e descanso. Entendemos que não devemos abusar dos nossos corpos pelo uso de drogas ilícitas, tabaco, ou outras substâncias prejudiciais à saúde, ou pelo consumo excessivo de álcool de álcool, ou comidas e bebidas não saudáveis. “Não sabeis vós que sois o templo

de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós?” (1 Coríntios 3:16). “Porque fostes comprados por bom preço: glorificai pois a Deus no vosso corpo,

e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus” (1 Coríntios 6:20).

23. não-conformidade com o mundo

Acreditamos que cristãos são chamados por Deus para “não se conformarem com este mundo, mas se transformarem pela renovação do [seu] en-

tendimento” (Romanos 12:2). Aderimos à admo- estação das Escrituras de “não amar o mundo, nem

o que no mundo há” (1 João 2:15). Entendemos

que isso significa que o cristão verdadeiro deve evitar os interesses e as práticas da sociedade secular

que sejam incompatíveis com o cristianismo, assim como a conformidade com as atitudes e os valores que contrariem os ensinamentos de Deus. Contudo, ainda que acreditemos que as Escrituras convoquem o povo de Deus a “sair do meio deles [dos incrédulos], e apartar-se” (2 Coríntios 6:17), acreditamos que essa separação

é principalmente espiritual, pois, como Jesus en-

sinou, Seus discípulos devem estar “no mundo”, mas não “pertencer ao mundo” (João 17:15-18). Os cristãos não devem se isolar, mas alcançar as pessoas de todos os níveis da sociedade seguindo

o exemplo dado por Jesus, que veio a este mundo

“buscar e salvar o que se havia perdido” (Lucas

19:10).

24. Discipulado

Acreditamos que é um grande privilégio para um cristão aceitar o desafio de Cristo de segui-lO como discípulo em tempo integral. 5 Acreditamos também que o chamado de Jesus para esse nível de dedicação é essencialmente o mesmo que fez aos pescadores na costa da Galiléia há muito tempo:

“Vinde após mim, e Eu vos farei pescadores de homens” (Mateus 4:19). É nossa convicção, com base nas Escrituras,

que o ideal desse discipulado se traduz na dedicação da própria vida para conquistar as pessoas para Cristo, e ensinar e capacitar àqueles que querem segui-lO na qualidade de discípulos. “Portanto, ide

e fazei discípulos de todos os povos, batizando-os

em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas as coisas que Eu vos tenho mandado (Mateus 28:19-20). “Nisto é glo-

5 A definição de “discípulo” é: aquele que crê e segue os ensinamentos de um mestre e ajuda na disseminação desses ensinamentos. Nos Evangelhos, encontramos o exemplo da vida de Jesus e dos Seus 12 discípulos mais próximos, os quais abriram mão de seus interesses seculares. Entretanto, também reconhecemos existirem vários outros graus de “seguidores dos ensinamentos”, os quais devem ser valorizados e prezados. Cremos que o nível de dedicação de uma pessoa a Cristo é uma questão de fé e convicção pessoais.

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rificado meu Pai, em que deis muito fruto, e assim vos tornareis Meus discípulos” (João 15:8). Viver o discipulado em tempo integral também significa renunciar a busca de riquezas materiais, assim como as ambições e os esforços mundanos

e materialistas. “Nenhum soldado em serviço se

embaraça com negócio desta vida, a fim de agradar Àquele que o alistou para a guerra” (2 Timóteo 2:4). Cristo estabeleceu os termos do alto padrão do discipulado ao dizer: “Qualquer de vós que

não renuncia a tudo o que tem, não pode ser Meu discípulo” (Lucas 14:33).

• Mateus 6:19-34

• Marcos 10:21

• Hebreus 11:13

• Lucas 16:13

25. Vida Cooperativa e Comunal

Acreditamos que o relato do Novo Testamento do estilo de vida da Igreja Primitiva nos oferece mais que uma narrativa histórica, mas é um padrão exemplar, um modelo, que Deus pretendia que os cristãos de gerações posteriores seguissem. O estilo de vida cooperativo e altruísta da primeira

Igreja, no qual “todos os que criam estavam juntos

e tinham tudo em comum” (Atos 2:44), provou

ser excepcionalmente positivo em termos práticos

e econômicos para aquele movimento jovem e

inexperiente, ainda que os aspectos mais impor- tantes que esse estilo de vida proporcionou aos primeiros discípulos foram espirituais, tais como

o fortes laços de amizade e união espiritual com

aqueles da mesma fé. Para os que não criam, o fato de os seguidores de Jesus viverem em harmonia

e cooperação foi um exemplo da doutrina que

estes pregavam e constituiu uma prova adicional do amor que professavam. Da mesma forma, nós, hoje, constatamos que os benefícios tanto práticos como espirituais da vida cooperativa e comunal são grandes, pois nos ajudam a atingir o nosso objetivo de transmitir o Evangelho de Cristo a todos os que podemos.

• Marcos 10:29,30

• Atos 2;44,45; 4:34,35

• Salmo 133:1

26. Casamento e Crianças

Acreditamos que Deus criou e ordenou a união do homem e da mulher em matrimônio e que

o casamento é a forma ideal de relacionamento

para a educação das crianças e a constituição de famílias estáveis.

Também acreditamos que as crianças são ma- ravilhosos presentes de Deus, uma bênção que Ele nos confiou, como está escrito: “Os filhos são herança do Senhor, e o fruto do ventre o Seu galar- dão” (Salmo 127:3). Por isso, estamos convencidos de que as necessidades físicas, emocionais, psico- lógicas e espirituais dos nossos filhos devem ser plenamente satisfeitas. Consideramos que cuidar dos filhos que Deus nos deu é uma responsabili- dade primordial e um componente fundamental do nosso cotidiano e serviço a Deus. Por essa razão, todos os membros das nossas comunidades são incentivados a fazer o máximo possível para garantirem aos seus filhos um ambiente o mais saudável, amoroso, seguro e cristão possível. Acreditamos que todos os pais e mães cristãos têm a responsabilidade dada por Deus de comu- nicar aos seus filhos um profundo apreço, respeito

e amor por Deus e pelos princípios sagrados que

a Sua Palavra ensina, “criando-os na doutrina e admoestação do Senhor” (Efésios 6:4).

• Salmo 127:3-5

• 2 Timóteo 3:15

• Provérbios 22:6

• Deuteronômio 6:6,7

• Salmo 34:11

• 1 Samuel 1:28

27. A santidade da vida

Acreditamos que a vida humana é sagrada

e que cada pessoa tem o direito de ser tratada

como um indivíduo criado à imagem de Deus. Acreditamos que é o dever de todo cristão amar o próximo como a si mesmo (Marcos 12:31), compartilhando as boas novas do amor de Deus pela humanidade, sem levar em conta a raça, o

gênero, a cor, o credo, a nacionalidade, a filiação religiosa ou status social. Somos instruídos a amar

e respeitar os outros sem parcialidade (1 Timóteo

5:21). Somos contrários aos atos de preconceito

e violência. Somos contra o aborto. As Escrituras deixam claro que Deus considera a pessoa, mesmo antes de nascer, uma alma vivente, não meramente uma massa de tecido fetal. O Senhor disse ao profeta Jeremias: “Antes que Eu te formasse no ventre, te conheci, e antes que saísses da madre, te san- tifiquei; às nações te dei por profeta” (Jeremias 1:5). A embriologia moderna defende com forte embasamento científico que a vida humana começa na concepção, o que significa que a criança em desenvolvimento merece tanta proteção e defesa como qualquer outra pessoa.

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Acreditamos que tanto o suicídio quanto

a eutanásia são inaceitáveis aos olhos de Deus. Defendemos a vida como uma valiosa dádiva de Deus, da qual somente Ele pode dispor.

• Gênesis 1:27; 2:7

• Salmo 139:14-16

• Jeremias 2:34,35

• Atos 7:19

28. o Governo Civil e a liberdade

religiosa

Acreditamos no que as Escrituras ensinam: que

o governo civil é instituído por Deus para o bem

e para manter a ordem na sociedade. “Sujeitai-vos

a toda autoridade humana, por causa do Senhor”

(1 Pedro 2:13). “Toda pessoa esteja sujeita às au-

toridades superiores, pois não há autoridade que não venha de Deus. As autoridades que há foram ordenadas por Deus” (Romanos 13:1). A única exceção a isso é quando se trata de questões que envolvem as nossas crenças, quando obedecer à lei do homem significaria desobedecer

à de Deus. Jesus Cristo é o Rei dos reis e Senhor

dos senhores; e em qualquer caso em que as leis

e regulamentos do homem vão de encontro às

nossas crenças, ao dever de adorar a Deus ou evangelizar os outros, adotamos a mesma postura dos apóstolos: “Mais importa obedecer a Deus do que aos homens” (Atos 5:29).

• Romanos 12:18; 13:1-7

• 1 Pedro 2:17

• Mateus 22:21; 23:10

• Provérbios 8:15,16

• Apocalipse 19:16

29. A lei do Amor de Jesus

Acreditamos que a Lei do Amor de Jesus, expressa em Mateus 22:35-40 deve governar todo aspecto da vida de um cristão. Um especialista na Lei Mosaica testou Jesus com esta pergunta:

“Mestre, qual é o grande mandamento na Lei?” E

recebeu a seguinte resposta do Senhor: “Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda

Portanto, acreditamos que se as ações das pessoas são motivadas por amor altruísta e abne- gado — o amor de Deus pelo próximo — e não têm o propósito de prejudicar os outros, estão em conformidade com as Escrituras e, portanto, são

lícitas aos olhos de Deus. “O fruto do Espírito é:

Contra estas coisas não há lei” (Gálatas

5:22,23).

amor

Acreditamos também que a Lei do Amor é o cumprimento máximo das leis bíblicas, inclusive dos Dez Mandamentos, pois reúne em si a essên- cia da Lei Mosaica, conforme ensinou São Paulo:

“Toda a lei se cumpre numa só palavra, a saber:

Amarás ao teu próximo como a ti mesmo” (Gálatas 5:14). Portanto, cremos que pela salvação dada pelo Senhor e pela Sua Lei do Amor, os cristãos estão livres das centenas de regulamentos previstos sob as leis mosaicas no Antigo Testamento e não estão mais na obrigação de observá-las. Por outro lado, devem cumprir uma lei maior — a Lei do Amor de Cristo, a qual deve reger suas interações com os demais.

• Romanos 13:8,10

• Tiago 2:8

• Gálatas 2:16

30. Sobre a Sexualidade

Acreditamos que Deus criou a sexualidade humana e a consideramos uma necessidade na- tural física e emocional. Como evidenciado em Gênesis 1:28, o relacionamento sexual entre ho- mens e mulheres foi criado e ordenado por Deus. Muito antes de Adão e Eva terem pecado, Deus lhes disse: “Frutificai e multiplicai-vos; enchei a Terra.” O versículo 31 do mesmo capítulo diz que “Viu Deus tudo o que tinha feito — o que claramente incluía o primeiro homem, a primeira mulher, seus corpos e sua sexualidade — “e que era muito bom”. Portanto, acreditamos que o relacionamento heterossexual conforme Deus ordenou e orientou, ou seja, pela livre escolha de pessoas que tenham idade legal — é puro, uma maravilha natural da criação de Deus e permitido pelas Escrituras.

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tua alma e de todo o teu entendimento. Este é

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primeiro e grande mandamento. O segundo,

• Tito 1:15

semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como

• Romanos 13:10

a

ti mesmo. Destes dois mandamentos depende

• Gálatas 5:14,22,23

toda a lei e os profetas”. Foi o mesmo que Ele ensinou com o famoso “Preceito Áureo”: “Tudo o que vós quereis que os homens vos façam, fazei-o vós também a eles, pois esta é a Lei e os profetas” (Mateus 7:12).

31. A noiva de Cristo

Acreditamos que está evidente em toda a Bíblia que o relacionamento entre Deus e Seu povo, e Cristo e Sua Igreja é similar ao de um

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noivo e sua noiva. A Escritura diz: “Pois o teu Criador é o teu marido, o Senhor dos Exércitos

é o Seu nome” (Isaias 54:5), e que devemos

ser “de outro, dAquele que ressurgiu dentre os mortos [Jesus], a fim de darmos fruto para Deus” (Romanos 7:4). A metáfora do matrimônio é muitas vezes usada para descrever a íntima união espiritual entre Cristo e Seu povo, e o calor da união amo-

rosa de coração mente e espírito, inerente a esse relacionamento. O Livro do Apocalipse descreve

o reencontro de Cristo com Sua Igreja no Céu

como Seu casamento: “Bem-aventurados aqueles que são chamados à ceia das bodas do Cordeiro” (Apocalipse 19:9). Compreendemos, a partir das

Escrituras, que os seguidores de Cristo sejam Sua noiva, chamados para amar e servi-lO com a de- dicação de uma esposa: “Maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e

a Si mesmo Se entregou por ela” (Efésios 5:25).

Ele prometeu que para sempre estaríamos casados

com Ele (Oséias 2:19,20).

32. o Tempo do fim

Acreditamos no cumprimento dos versículos predizendo o final do mundo como o conhecemos. Acreditamos que estamos vivendo no período conhecido na Bíblia como “Os Últimos Dias” ou “O Tempo do Fim”, uma era imediatamen- te anterior à segunda vinda de Jesus Cristo (2 Timóteo 3:1), quando se cumprirá o versículo, “Os reinos do mundo vieram a ser de nosso Senhor e do seu Cristo, e Ele reinará para todo o sempre” (Apocalipse 11:15). Sete anos antes de Jesus voltar, o poderoso líder mundial conhecido nas Escrituras como a “besta”, “homem do pecado”, “filho da perdição” ou “Anticristo”, subirá ao poder (2 Tessalonicenses 2:3,4). Três anos e meio depois, declarar-se-á o único deus e exigirá a veneração e adoração do mundo (Daniel 9:27; Apocalipse 13:4,7). Um sistema financeiro universal compulsório será en- tão instituído, segundo o qual ninguém poderá comercializar legalmente produtos de primeira

necessidade sem a marca ou o número desse dema- gogo (“a Marca da Besta”), na mão direita ou na testa (Apocalipse 13:16,17). Esses acontecimentos mergulharão o mundo inteiro num período de caos social e perseguição religiosa sem precedentes, conhecido na Bíblia como a “Grande Tribulação” (Mateus 24:21). Acreditamos piamente que os cristãos nasci- dos-de-novo permanecerão na Terra durante a Grande Tribulação (Mateus 24:15-31). Multidões de cristãos sobreviverão aos ataques do Anticristo

e proclamarão com toda intrepidez o Evangelho

da salvação até a volta do Senhor (Daniel 11:32- 35). Muitos adeptos de outras religiões também se rebelarão contra o regime mundial (Daniel

8:23-25).

Os três anos e meio de Grande Tribulação culminarão com o regresso de Jesus Cristo à Terra (Mateus 24:29,30). Todas as pessoas que crêem em Jesus e nasceram de novo, serão libertadas sobre- naturalmente dos seus cruéis perseguidores. Nesse evento milagroso, denominado Arrebatamento, os corpos dos cristãos serão gloriosamente trans- formados e feitos à semelhança do corpo imortal

de Jesus após ressuscitar, e subirão para encontrar

o Senhor nos ares (1 Tessalonicenses 4:16,17; 1 Coríntios 15:51,52).

As forças do Anticristo serão então aniquila- das por Jesus e Suas hostes celeste, na Batalha do Armagedom (Apocalipse 16:16-21). Isso abrirá caminho para o reinado de mil anos de Cristo na Terra, o qual trará paz, justiça e eqüidade para toda

a humanidade (Daniel 2:44; Apocalipse 20:1-3).

Depois desse período, Deus recriará a Terra e os céus atmosféricos (2 Pedro 3:10-13). A Cidade Celestial de Deus, a Nova Jerusalém, então des- cerá como uma lindíssima jóia para coroar a Nova

Terra paradisíaca. “O tabernáculo de Deus com

os homens, pois com eles habitará, e eles serão o Seu povo, e o mesmo Deus estará com eles, e será

o seu Deus. E Deus limpará de seus olhos toda

a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto,

nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas

são passadas” (Apocalipse 21:3,4).

(“A Declaração de Crenças da Família Internacional” foi publicada pela primeira vez em abril de1992 com o título “As Nossas Crenças” e foi atualizada em setembro de 2004.)

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o que é a família internacional?
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Internacional, contate-nos pelos endereços:
A
Família Internacional é um grupo cristão atuante em mais de cem países.
A Família tem quatro objetivos principais:
1.
Transmitir a mensagem vivificadora de amor esperança e salvação por
A Família Internacional
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intermédio de Jesus Cristo, conforme ensina a Palavra de Deus. Comunicando
a
alegria de conhecer Jesus como Salvador pessoal.
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2.
Oferecer assistência e consolo aos necessitados, conselho personalizado,
realizar apresentações musicais motivadoras e beneficentes, prestar socorro
a vítimas de desastres, e ajudar em esforços humanitários.
3.
Criar e distribuir uma variedade de produções de caráter devocional,
motivador e educativo.
4. Comunicar uma mensagem de preparação e esperança para os dias
por vir, denominado na Bíblia de “A Grande Tribulação (Mateus 24:21), período
que antecederá a segunda vinda de Jesus Cristo e o estabelecimento de Seu
reino na Terra.
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