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portfolio 2009 nicole lima

Nicole Lima
Fotógrafa autoral, crítica e pesquisadora em artes e linguagens visuais, graduada em
Arquitetura e Urbanismo, pela Universidade Federal do Paraná e especialista em
Design de Interiores pela Universidade Positivo. Atualmente curso a pós-graduação
em Historia da Arte Moderna e Contemporânea na Escola de Música e Belas Artes
do Paraná e coordeno o Paralelo: Centro de Artes Visuais, onde desenvolvo projetos
artísticos e curatoriais, ministro cursos de fotografia, linguagem visual e estética
contemporânea e promovo ciclos de debates buscando explorar a percepção visual
sob diversos pontos de vista. No Paralelo também edito semanalmente o “zine”, uma
publicação on-line sobre artes visuais em Curitiba. Ainda que fotografe há 15 anos,
só acredito nas coisas quando as desenho.

Endereço profissional Áreas de interesse


Paralelo Centro de Artes Visuais Arte contemporânea, fotografia, crítica e pesquisa em artes e linguagens visuais.
Conselheiro Araújo, 315 – Centro
80060-230 – Curitiba, PR – Brasil Formação / Titulação
Telefones: (41) 3076-2604 / (41) 9651-2633
2008 – (em curso) Especialização em Historia da Arte Moderna
www.paralelocentro.com.br e Contemporânea. Escola de Música e Belas Artes do Paraná, EMBAP.
niwonderland@gmail.com Título da pesquisa: O Espaço Contemporâneo – Análise dos trabalhos produzidos pelos artistas selecionados para
o programa Bolsa Produção em Artes Visuais, edições 1, 2, e 3 (conclusão da monografia até dezembro de 2009).
Orientador: Artur Freitas.
2005 – Especialização em Arquitetura – Design de Interiores. Universidade Positivo, UP.
Linha de pesquisa: História e Teoria da Arquitetura
Título da pesquisa: A Trajetoria do Ornamento no Design de Interiores.
Orientador: Mário Siqueira Campos.
2003 – Graduação em Arquitetura e Urbanismo. UFPR.
Formação complementar

2007 – A Fotografia como prática artística 2003 – Fotografia Documental. (90h). Núcleo de
contemporânea - José Antonio Navarrete. (Workshop Estudos da Fotografia. Curitiba, PR.
- 30h). Núcleo de Estudos da Fotografia. Curitiba, PR.
2003 – A Fotografia Documental de Tiago Santana.
2007 – Criação em fotografia contemporânea II. (Workshop - 30h). Nucleo de Estudos da Fotografia.
(90h). Núcleo de Estudos da Fotografia. Curitiba, PR. Curitiba, PR.

2006 – Fotografia Autoral. (90h). Núcleo de Estudos 2000 – Linguagem Fotográfica com Anuschka
da Fotografia. Curitiba, PR. Lemos. (90h). Espaço em Branco - Escola de
Fotografia. Curitiba, PR.
2006 – Fotografia Contemporânea - Simonetta
Persichetti. (Workshop - 30h). Núcleo de Estudos da 1999 – Fotografia de Moda com Anuschka Lemos.
Fotografia. Curitiba, PR. (90h). Espaço em Branco - Escola de Fotografia.
Curitiba, PR.
2006 – A imagem fotográfica e a construção do
projeto. (30h). Núcleo de Estudos da Fotografia. 1999 – Iluminação Fotográfica com Brasilio Wille.
Curitiba, PR. (90h). Espaço em Branco - Escola de Fotografia.
Curitiba, PR.
2006 – História do Design. (Disciplina Eletiva - 90h).
Centro Universitário Positivo, UNICENP. Curitiba, PR. 1996 – Fotografia Básica e Laboratório Preto e
Branco. (180h). Amherst Regional High School,
2006 – Semiótica. (Disciplina Eletiva - 90h). Centro ARHS, Estados Unidos.
Universitário Positivo, UNICENP. Curitiba, PR.

2006 – Estética. (Disciplina Eletiva - 90h). Centro


Universitário Positivo, UNICENP. Curitiba, PR.
Últimos trabalhos realizados Participações em eventos culturais Principais realizações

2009 – 100 importâncias. Quantificar o subjetivo. 2008 – Mediadora da mesa redonda: A poética da Ter desenvolvido projetos autorais com os quais teve a
Trabalho de artes visuais/Fotografia, em progresso, Criatividade, no Encontro Regional de Design – oportunidade de participar de exposições individuais
desenvolvido para o programa Bolsa Produção em RDesign/Sul e coletivas de artes visuais. Ter idealizado e fundado o
Artes Visuais. Exposição prevista para março de 2010. paralelo: centro de artes visuais em Curitiba, espaço
2008 – Curadora e Organizadora da mostra: “curtas por onde transitam diversas correntes de produção
2009 – In_versos. Exposição coletiva, com trabalhos : experiências :: mostra de vídeo (ou) arte.” Vídeo- artística contemporânea local.
inéditos de 21 artistas visuais instalação exibindo curta-metragens que tem como
produzidos a partir de versos do poema “Desfile” viés principal a “experiência”, seja ela do autor, do Em 2008 foi selecionada para a 4ª edição do programa
de Carlos Drummond de Andrade. Participação: espectador ou de ambos. Parque São Lourenço. Bolsa Produção em Artes Visuais da Fundação
Curadora e Artista. Curitiba, PR. Curitiba, PR. Cultural de Curitiba.

2008 – TRÊS. Exposição elaborada em conjunto 2008 – Jurada na categoria “Vídeo arte
com os artistas visuais Bruno Machado e Rimon experimental” do V Putz – Festival de Cinema Idiomas
Guimarães. Curitiba, PR. Universitário. Curitiba, PR.
Inglês Compreende Bem, Fala Bem,
2007 – Gravitação. Exposição fotográfica 2007 – Idealizadora e mediadora do ciclo de Lê Bem, Escreve Bem.
individual, Curitiba - PR palestras e debates: “arte e tempo: período,
intervalo, duração” de 03 a 08 de março de 2008, no Francês Compreende Razoavelmente,
2005 – En Route. Exposição fotográfica individual. paralelo: centro de artes visuais. Curitiba, PR. Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente,
Curitiba, PR. Escreve Razoavelmente.
Desde abril de 2008 – Editora do Zine: publicação Espanhol Compreende Razoavelmente,
2003 – 2ª mostra do Núcleo de Estudos da semanal on-line sobre artes visuais em Curitiba. Fala Razoavelmente, Lê Razoavelmente,
Fotografia. Coletiva, fotografia. Curitiba, PR. (www.paralelocentro.com.br) Escreve Razoavelmente.
Clipping
Clipping
“Não se duvide, toda a violência (e a predação) do ato fotográfico procede no
essencial, desse gesto do cut. Ele é irremediável. É ele, e só ele, que determina a
imagem, toda a imagem, a imagem como todo. No espaço talhado da carne viva,
pelo ato fotográfico, quer tenha ou não havido encenação, tudo passa inteiramente
num único gesto. É esse, no seu estatuto principal, o gesto do corte.”

Philippe Dubois
quarta-feira
quinta-feira
2009/2010

100 Importâncias
Parto de um poema de Manoel de Barros: Classificamos e compreendemos nossa própria
existência em uma escala que vai de 0 a 100
Um fotógrafo-artista me disse outra vez: Veja que um pingo de sol no couro de um (centímetros, séculos, centavos), talvez por
lagarto é para nós mais importante do que o sol inteiro no corpo do mar. Falou mais: imaginarmos que viveremos até os 100 anos, ou por
que a importância de uma coisa não se mede com fita métrica nem com balanças preferirmos não pensar na morte e então atribuímos
nem com barômetros etc. Que a importância de uma coisa há que ser medida pelo um valor arbitrário: 100. De todo modo, ainda que
encantamento que a coisa produza em nós. Assim um passarinho nas mãos de uma possamos conceituar nossa história racionalmente,
criança é mais importante para ela do que a Cordilheira dos Andes. Que um osso marcando eventos “importantes” em uma linha
é mais importante para o cachorro do que uma pedra de diamante. E um dente de temporal e lógica, a quantificação dessas experiências
macaco da era terciária é mais importante para os arqueólogos do que a Torre Eiffel. ocorre imageticamente, através do mito e da
(Veja que só um dente de macaco!) Que uma boneca de trapos que abre e fecha os metáfora.
olhinhos azuis nas mãos de uma criança é mais importante para ela do que o Empire
State Building. Que o cu de uma formiga é mais importante para o poeta do que O trabalho trata de registrar e classificar minhas
uma Usina Nuclear. Sem precisar medir o ânus da formiga. Que o canto das águas próprias importâncias fotograficamente para compor
e das rãs nas pedras é mais importante para os músicos do que os ruídos dos motores um painel feito tanto de imagens quanto de espaços
da Fórmula 1. Há um desagero em mim de aceitar essas medidas. Porém não sei se vazios, dividido em linhas horizontais e verticais que
isso é um defeito do olho ou da razão. Se é defeito da alma ou do corpo. Se fizerem vão de 0 a 100 importâncias: 100 anos, 100 medos, 100
algum exame mental em mim por tais julgamentos, vão encontrar que eu gosto mais metros, 100 infâncias, 100 acasos, 100 pessoas, 100
de conversar sobre restos de comida com as moscas do que com homens doutos. horizontes, etc.

Manoel de Barros – Memórias Inventadas: a segunda infância, ‘Sobre importâncias’, IX O projeto foi contemplado pelo edital Bolsa Produção
da Fundação Cultural de Curitiba, com exposição
pública prevista para abril de 2010.
100 ironias
100 acasos
100 anos
100 horizontes
100 infâncias
100 medos
100 metros
100 pessoas
100 transtornos
2009
Exposição coletiva na Estreita Galeria com curadoria de Nicole Lima que reuniu
trabalhos inéditos de 21 artistas visuais produzidos especialmente para a mostra a
in_versos
partir de versos do poema “Desfile” de Carlos Drummond de Andrade.
O objetivo estava além de discutir uma conversão de linguagens.
Queríamos encontrar as imagens possíveis no verso, no lado avesso da palavra.
fotografia de sete faces
p. nicole lima

corpo vestido de corpo. quase como se niemeyer


morta no quarto, (ela mesma
a ave nas- a calculista
sendo: da luz)
asa avulsa. construísse
arte- a carne.
fato
cubista (7 faces 7 foices) Rodrigo Madeira
e um nada:
luz irrespirável,
branco no branco
branco da parede branca
do olho
branco de brancusi,
lâmina da ausência
na palma da mão
fechada.

tão frágil me sinto agora


2008

sobre
Trabalho exposto no corredor da Casa Gomm, edifício
sede do curso de pós-graduação em História da Arte da
EMBAP – Escola de Música e Belas Artes do Paraná.

As imagens foram dispostas lado a lado e também


umas sobre às outras. Os alunos e transeuntes eram
convidados a criar relações que pudessem dar nome às
imagens e escrevê-las com giz sobre a parede.
sobre
aglaê sobre luciano
amor sobre eternidade
ferro sobre segunda-feira
fotografia sobre fotografia
manhã sobre mariana
passado sobre areia
passagem sobre paisagem
pensamento sobre partida
sol sobre nudez
sombra sobre rosto
tarde sobre cerâmica
2008

01 Trabalho que integrou exposição coletiva sobre o “feminino” no Wonka Bar.

Imagens capturadas em negativo fotográfico 35mm, sendo todas resultantes do primeiro clic de
cada rolo de filme. O que me intriga nessas imagens é a relação que eu estabeleço com o objeto
fotografado no instante em que coloco o filme na câmera e disparo em direção ao alvo.
Que desejo me atrai o olhar? Que instante me atrevo a registrar?
1
2
3
4
2008

curtas : experiências :: mostra de vídeo (ou) arte


Parque São Lourenço

O vídeo, de todos os suportes, talvez seja o que mais se aproxima da forma como nos relacionamos com o mundo
hoje: através das janelas dos monitores de televisão e computadores. A nossa proposta foi organizar uma mostra de
curta-metragens que tinham como viés principal a “experiência”, fosse ela do autor, do espectador ou de ambos.

Os trabalhos dos 10 autores curitibanos foram selecionados através de inscrições divulgadas no site. Qualquer
pessoa poderia participar, sem distinção de currículo ou gênero: os trabalhos inscritos poderiam ser de ficção,
documentários, animações, ou puras experimentações. Buscamos apenas eleger os filmes que mais se adequavam
ao tema: ‘curtas experiências.’

Os vídeos foram exibidos em televisores dispostos circularmente no espaço. Entre os selecionados, estavam
os trabalhos de Ana Paula Málaga, Eduardo Baggio, Fábio Allon, Fernando Coelho, Jessica Sato, João Krefer,
Michele Moura, Rafael Urban, Rogério Bittencourt, Thalita Sejanes e Daniel Dach.
2007 / 2008 / 2009

carnaval curitiba
Trabalho para o site carnavaldecuritiba.wordpress.com

Comecei a fotografar o “carnaval da garoa” em 2007, com uma câmera Holga. Em 2008, o jornalista Rafael Urban
convocou um time de onze fotógrafos para criar um conjunto de olhares sobre a festa na Avenida Cândido de
Abreu.  Em 2009 repetimos o desafio e também  expandimos a proposta para outras manifestações fora da avenida.
2007
2007
2007
2007
2008
2008
2008
2008
2009
2009
2009
2009
2006

gravitação: atração mútua que existe entre corpos e que varia com as massas dos objetos e com a distância que os separa.
Exposição individual