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Cálculo 3 6ª Lista de Exercícios – Integrais Duplas

1) Calcular as integrais duplas:

2 x

2

a) ∫ ∫ ydydx y = 0 y = 0 1 2 b) ∫∫ (
a) ∫ ∫
ydydx
y =
0
y
=
0
1 2
b) ∫∫
(
x
+ dydx
2)
0 0
e
y
c) ∫∫
1 dxdy
2
x
+ 2
y
1
0
4
y
d) ∫∫
9 + y dxdy
0
0
4
y
y
e) ∫∫
dxdy
x
1
2
y

Resposta: 16/5

Resposta: 5

Resposta: /4

Resposta: 98/3

Resposta: -49/5

2) Utilizando a integração dupla, calcule a área retangular R.

a integração dupla, calcule a área retangular R. Resposta: 8 3) Calcule o valor da integral

Resposta: 8

3) Calcule o valor da integral x ydA , onde R = [0,3] x [1,2].

2

R

2 R 1 0 3
2
R
1
0
3

x

Resposta: 13,5

Prof. Amintas Paiva Afonso

4) Calcule

R

ysen(xy)dA , onde R = [1,2] x [0, ].

Exercícios

Resposta: 0

Cálculo Diferencial e Integral III

5) Determinar a área da região limitada pelas curvas y = x 3 e y = 4x no 1º Quadrante.

Resposta: 4

6) Determinar a área da região limitada pelas curvas y =

6) Determinar a área da região limitada pelas curvas y = 2 x e y =

2x e y = x no 1º Quadrante.

Resposta: 2/3

7) Determinar as coordenadas do centro de gravidade da Região limitada no 1º Quadrante por y = x 3 e y = 4x.

Resposta:

no 1º Quadrante por y = x 3 e y = 4x. Resposta: 8) Determinar as

8) Determinar as coordenadas do centro de gravidade da Região limitada no 1º Quadrante por y 2 = x, x + y = 2

e y = 0.

Resposta:

Quadrante por y 2 = x, x + y = 2 e y = 0. Resposta:

9) Determinar os momentos de inércia I x ; I y e I 0 da região limitada pelas curvas y 2 = 4x; x = 4 e y = 0 no 1º

Quadrante.

Resposta: 107,28

10) Determinar os momentos de inércia I x ; I y e I 0 da região limitada pelas curvas y 2 = 4x; x + y = 3 e y = 0 no

1º Quadrante.

Resposta: 8,97

11) Determinar o volume do sólido limitado pelos planos coordenados pelo plano x + y + z = 3 no 1º octante.

Resposta: 9/2 u.v.

12) Determinar o volume do sólido limitado por z = 4 − x 2 ; x = 0; y = 6; z = 0; y = 0.

Resposta: 32 u.v.

13) Determinar o volume do sólido limitado no 1º octante pelos cilindros x 2 + y 2 = a 2 e x 2 + z 2 = a 2 .

Resposta: 2a 3 /3 u.v.

14) Determinar o volume do sólido limitado superiormente por z = 2x + y + 4 e inferiormente por z = −x y + 2

e lateralmente pela superfície definida pelo contorno da região D limitada pelas curvas y = x 2 – 4 e

y =

x

2

2

2

. Resposta: 138/15 u.v.

15) Determine o volume do sólido S que é delimitado pelo parabolóide elíptico x 2 + 2y 2 + z = 16, os planos

x = 2 e y = 2 e os três planos coordenados.

Resposta: 48

16) Calcule (x

D

+ 2y)dA onde D é a região limitada pelas parábolas y = 2x 2 e y = 1 + x 2 .

Resposta: 32/15

17) Determine o volume do sólido que está abaixo do parabolóide z = x 2 + y 2 e acima da região do plano xy

limitada pela reta y = 2x e pela parábola y = x 2 .

Resposta: 216/35

Prof. Amintas Paiva Afonso

Exercícios

Cálculo Diferencial e Integral III

18) Calcule xydA , onde D é a região limitada pela reta y = x – 1 e pela parábola y 2 = 2x + 6. Resposta: 36

D

19) Determine o volume do tetraedro limitado pelos planos x + 2y + z = 2, x = 2y, x = 0 e z = 0. Resposta: 1/3

20) Expresse, de duas maneiras, as integrais iteradas que resolvem 2y cos xdA , onde D é a região do

D

plano xy limitada pelos gráficos de

x

=

, y = 1, y = 3, 3y + x = 10 e x = y 2 .

 

6

10 x 1 3 4 3 Resposta: Na forma 1), as integrais iteradas são: ∫∫
10
x
1 3
4 3
Resposta: Na forma 1), as integrais iteradas são: ∫∫
2 y cos xdydx
+ ∫
2y cos xdydx
1
1
x
6

Na forma 2), as integrais iteradas são:

2 y

2 3 10

3

y

2

∫∫ 2 1 6
∫∫
2
1
6

y

xdxdy

+

2

6
6

cos

y

cos

xdxdy

21) Determine a massa e o centro de massa de uma lâmina triangular com vértices (0,0), (1,0) e (0,2), se a

função densidade é (x,y) = 1 + 3x + y.

Resposta: (3/8, 11/16)

22) Ache o volume do sólido sob a superfície

3

f (x, y) = xy , no domínio definido pela figura abaixo.

y y = 2x Domínio 1 2 x
y
y = 2x
Domínio
1
2
x

Resposta: 42.

23) Se f(x,y) = 4 + x 2 , integrar esta função em dois domínios diferentes, dados abaixo:

a) Domínio quadrado: 1

b) Domínio triangular, definido pelos pontos no plano xy: (0, 0), (1, 0) e (0, 1).

x

2 e

1

y

2.

Resposta: 19/3.

Resposta: 25/12.

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1)INTEGRAIS DUPLAS: RESUMO

Exemplo 1

Exemplo 2

2

∫ ∫

1

4 2

Calcule ∫∫

1

1

2x

+

6x

Calcule

4

1

2x

+ 6x

2

y   dxdy

2

y   dydx

Exemplo 4

∫∫

R

2x

2

Calcule integral dupla

3y dA =

, sendo

R

a região que

consiste

de

todos

os

pontos

 

1

x

2

e 1

y

3.

(

x,y)

tais

que

Exemplo 5

Calcule a integral

R = {(x, y): 3

x

∫∫ y

R

2

xdA

2,0

y 1}.

, no retângulo

O fato das integrais resolvidas nos exemplos 1 e 2 serem iguais Não é acidental. Se f é contínua, então as duas integrais iteradas são sempre iguais. Dizemos que a ordem é irrelevante.

Entretanto, uma boa escolha da ordem pode simplificar os cálculos. Em alguns casos, pode não ser possível calcular a integral dupla para uma escolha e ser possível para outra. Veremos isso mais tarde com exemplos.

Obs:

R

Freqüentemente

x

b, c

retângulo

y d} é expresso como

o

= {(x, y): a

[a, b]x[c, d]

por simplificação.

Exemplo 6

Determine o volume do sólido limitado acima

pelo plano z = 4 x

y e abaixo pelo retângulo

R = [0,2]x[0,2].

Exemplo 3 3 2 a) ∫ ∫ 0 1 2 2x b) ∫ ∫ 1
Exemplo 3
3
2
a)
∫ ∫
0
1
2
2x
b)
∫ ∫
1
0
2
y
c)
3
1 ∫
6

Calcule as integrais abaixo:

x

2

ydydx

xy

3

dydx

(

)

2y cos x dxdy

4.1 Teorema:

Seja R o retângulo definido pelas desigualdades

Se f(x,y) for contínua

neste retângulo, então:

a

x

b

c

y

d .

,

Exemplo 7

Calcule ∫∫ ysen(xy)dA , onde R = [1,2]x[0, ]

R

4.2

Integrais

duplas

sobre

regiões

genéricas

4.2.1 Definição 1

a) Uma região do tipo I é limitada à esquerda e à direita por retas verticais x=a e x = b e é limitada abaixo e acima por curvas contínuas y=g 1 (x) e y = g 2 (x) , onde g 1 (x) g 2 (x) para

a

x b .

b) Uma região do tipo II é limitada abaixo e

é

acima por retas horizontais y =c e y = d

e

∫∫

R

f (x, y)dA =

b

d

∫∫

a

c

f

(x, y) dydx

=

d

b

∫∫

f

(x, y) dxdy

limitada

à

esquerda

e

à

direita

por

curvas

contínuas x=h 1 (y)

 

e

x

=

h 2 (t)

,

onde

h 1 (y)

h 2 (x) para c

x d

 

c

a Veja

Fig

1

e Fig. 2.

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www.matematiques.com.br Figura 1 Tipo I Figura 2 Tipo II 4.2.2 Teorema a) Se R é uma

Figura 1

Tipo I

www.matematiques.com.br Figura 1 Tipo I Figura 2 Tipo II 4.2.2 Teorema a) Se R é uma

Figura 2

Tipo II

4.2.2

Teorema

a) Se R é uma região do tipo I então:

∫∫

R

f

(x, y)dA

=

b

∫ ∫

a

g

g

2

(x)

1

(x)

f (x, y)dydx

b) Se R é uma região do Tipo II, então:

∫∫

R

f (x, y)dA

=

d

∫ ∫

c

h

2

(y)

h

1

(y)

f (x, y)dxdy

Exemplo 8 Calcular o volume do sólido delimitado

y ,

superiormente pelo gráfico de

inferiormente pela região delimitada por

x= 2 , y =0 e

cilindro vertical cuja base é o contorno de R.

1 e lateralmente pelo
2

x=0 ,

z = 4

x

y =

1

4

x

+

Resolução:

Representamos na Fig. 3 a região R (base deste

sólido):

Representamos na Fig. 3 a região R (base deste sólido): Figura 3 Região R 1 1

Figura 3

Região R

1

1

Assim,

região é do Tipo I e podemos integrar deste

a

0

x

2

e

0

y

4

x

+

2

, logo

modo:

 
 

1

1

 

2

4

x +

2

V

=

(

4

x

 

0

0

Resultado:

V =

15

u.v

 

)

y dydx

4

Exemplo 9

Calcule a integral

I

=

região limitada por

y

∫∫

R

(x

1

= x

2

+

y) dA

, onde R é a

y

2

= 2x

Solução

A região R está representada na Fig. 4.

www.matematiques.com.br
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www.matematiques.com.br Figura 4 Podemos ver que a região R pode ser enquadrada nos dois tipos: R

Figura 4

Podemos ver que a região R pode ser enquadrada nos dois tipos:

R :

0

x

2

x

y

2

2x

ou

R :

y

2

0

x

y

x
x

4

Logo, podemos resolver a integral I pelos dois tipos:

∫∫ (x

R

ou

∫∫

R

(x

+

+

Resposta:

y) dA

=

y) dA

=

I =

52

15

2

∫ ∫

0

4

∫ ∫

0

2x

2 x x
2
x
x

y

2

(

x

(

x

+

+

)

y dydx

)

y dxdy

Exemplo 10

Calcular

retângulo

(0,π) .

I

=

de

∫∫ ysen(xy)

R

vértices

0,

dA

onde

π   ,   1, π

2

 

2

,

R

é

o

(1,π),

Solução

Região R representada graficamente na Fig. 5

y 2 0 1 Figura 5 x 1   0 Podemos ter R =
y
2
0
1
Figura 5
x
1
  0
Podemos ter
R =
1
y
 2

Daí

I

=

2

1

ysen(xy)dxdy

0

Integramos primeiramente em relação à x, e obtemos:

I

I

=

=

2

2 2 2

2

2 2 2

2

1

(

)

y.

(

cos xy

)

)

1

0

dy

y

cos xy

I (

=

- cosy

+

1

1

0

dy

dy

Agora, integrando em relação à y, obtemos:

I =

seny

+

y

1 0 dy y cos xy I ∫ ( = - cosy + 1  

2

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I = ( sen + I = + 1 2 I = 1 + 2
I
= (
sen
+
I
=
+
1
2
I
=
1
+
2

)

   sen +   2 2 
sen
+
2
2

Também poderíamos escolher a mesma região porém integrar de forma invertida:

I

=

1

∫ ∫

0

2

ysen(xy) dy dx

.

Porém

esta

escolha necessitaria de integração por partes.

Exemplo 11

I

=

1

∫ ∫

0

Calcular

4x

4

e

y

2

a

dy dx

.

Integral

Resolução:

Verificamos que não seria possível resolver a

2

4x

4

2

primeira

integral

f(y)

=

e

y

e

y

dy

pois

a

não possui primitiva

elementar. Assim, é necessário mudar os limites

de integração.

A

região está representada graficamente na Fig.

função

6,

onde vemos que a região R1 é dada por:

R

1

=

0

4x

Assim,

I

=

4

0

x

y

1

y

4

4

0

e

y

2

dx

dy

temos:

A qual é possível resolver.

Assim temos:

I

=

4

0

y

4

0

e

y

2

dx

dy

I

=

I =

I =

1

4

4

0

4

0

x.e

1

4

y.e

4

 

0

y.e

y

y

y

2

 

4

0

y

2

dy

2

 

dy

dy

Esta integral podemos resolver por substituição de variáveis. Assim temos:

I =

I =

I =

1

8

e

1

8

8

1

1

e

y

2

16

e

4

0

+

1

8

16

e

0

  8  1 1 e y 2 16 e 4 0 + 1 8

Figura 6

Exemplo 12

Calcule ∫∫

R

2x

y

2

dA

, na região triangular

R compreendida entre as retas

y = x + 1

,

y

1

=

x

+

1 e

y

2

= 3 .

Resolução:

Consideramos R como uma região do Tipo II. A região R e a reta horizontal correspondente ao ponto fixo y são mostradas na Fig. 7.

Para integrar numa região do tipo II, os limites esquerdo e direito devem ser expressos sob a

forma x=h 1 (y) e x = h 2 (y). Por isso, devemos

reescrever as equações dos limites y = x+1

e

y

=

x+1 como x

=

1

y

e

x

=

y

1

respectivamente.

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Assim, a solução da integral deveria ser: 2  ∫∫   2x y 2
Assim, a solução da integral deveria ser:
2 
∫∫ 
 2x
y
2   dA =
∫∫ 
 2x
y
2   dA +
∫∫ 
 2x
y
dA
R
R
R
1
2
0
3
3
=
 2x
y
2   dy dx
+
∫∫ 2
 2x
y
2   dy d
2
x
+
1
0
x
+
1

Figura 7

A reta intercepta a região R na fronteira à esquerda x = 1 y e na fronteira à direita

1. Esses são os limites de integração de

x. Agora, movendo a reta primeiro para baixo e

depois para cima ela gera os limites de y, sendo

x = y

y = 1 e y = 3. Assim,

∫∫

R

∫∫

R

2x

2   dA =

 

y

 

3

 

=

 

∫ ∫

1

y

2   dA =

  1- 2y

3

1

3

2y

1

2

2y

3

y

4

 

3

3

2

2x

=

=

=

1

 

y

1

2x

 

2   dx dy

1

y

 

 

y

3

1

x

2

y

2

x

y

1

1

y

+

2y

2

 

y

3   

 

  

1

2y

dy

+ y

2y

3

dy

=

68

3

Neste exemplo poderíamos ter tratado R como uma região do Tipo I, entretanto neste caso a

fronteira superior R é a reta y = 3 ( Veja Fig 8) e

a fronteira inferior consiste em duas partes, a reta

y = -x + 1 à esquerda e a reta y = x +1 à direita da origem. Para fazer esta integração devemos separar a região R em duas partes conforme mostra a Fig. 8.

separar a região R em duas partes conforme mostra a Fig. 8. Figura 8 O mostrado

Figura 8

O

mostrado anteriormente.

Inversão da ordem de integração

Às vezes, o cálculo da integral iterada pode ser

mesmo

resultado

desta

integração

é

o

3  

simplificado invertendo-se a ordem de

dy

integração. Este próximo exemplo ilustra esta situação.

Exemplo 13 Calcule 2 1 ∫ ∫ y 0 2
Exemplo 13
Calcule
2
1
y
0
2

e

x 2

dx dy

Como não existe antiderivada elementar de

e

x 2

, a integral não pode ser resolvida

integrando-se primeiro em relação a x. Para solucionar este problema devemos calcular essa integral expressando-a com a ordem inversa de integração.

Na integração interna, x está variando entre as

retas y/2 e x = 1. Veja Fig 9.

Invertendo a ordem de integração devemos definir os limites.

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Observando a Fig. 9, podemos ver que fixando x de 0 à 1, y irá variar de zero à 2x.

R =

 0   y   2
 0
y
 2

y

x

2

1

ou

R

=

0

0

x

y

1

2

x

 y   2 y x 2 1 ou R =  0 0 

Figura 9

Assim, essa integral deve ser escrita como se segue:

2 1 ∫ ∫ y 0 2
2
1
y
0
2

=

=

=

=

e

x

2

dx dy =

 

1

2x

 
 

 

e

x

0

0

1

2

2x

0

e

x

y

0

1

2

 

2xe

x

dx

0

e

x

2

1

0

= e -1

2

dy dx

dx

Exemplo 14

Seja R a região do plano x-y delimitada pelos

Calcule

gráficos

de

y

1

= x

2

e

y 2

=

2x.

I

=

∫∫

R

(x

3

+

4y) dA

.

Solução: A Fig 10 apresenta o gráfico desta região R.

. Solução: A Fig 10 apresenta o gráfico desta região R. Figura 10 Verificamos que a

Figura 10

Verificamos que a região R pode ser escrita das duas formas, sendo:

R

1

=

0

y

2

y

x

4

duas formas, sendo: R 1 =  0   y   2 y x

ou R

2

=

0

x

2

x

y

2

2x

Utilizando a região R 1 , temos:

∫∫ (x

R

+ y) dA = 4 x 3  = ∫ ∫   x +
+ y) dA
=
4
x
3
=
  x
+ 4y dxdy
y
0

2

e utilizando a região R 2 , temos:

∫∫

R

(x

+

y) dA

=

2

0

2x

x

2

   x

3

+ 4y dydx

Verificamos que ambas as integrais possuem o

mesmo resultado, isto é,

32

3

I =

Exemplo 15

Dada

I

=

y cos xo mesmo resultado, isto é, 32 3 I = Exemplo 15 Dada I = 5 dx

5 dx dy

,

inverta a ordem de integração e calcule a integral

resultante.

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Solução:

Observamos que da maneira como está definida esta integral, fica difícil a sua resolução. Assim, uma mudança na ordem de integração poderá nos facilitar o trabalho.

Observamos pela Fig.11 que a região R está definida com as fronteiras esquerda e direita

2,

respectivamente com 0 y 4

pelos

EXERCÍCIOS DE INTEGRAIS MÚLTIPLAS

E.1

Calcule as integrais duplas abaixo:

3

5

2

2

0

(x

xydydx

+ y)dydx

2

dydx

0

b)

3

∫ ∫

1

2

(2x

1

f )

d)

2

∫ ∫

1

1

∫ ∫

0

2y

y

4

0

(x

(1 +

y

2

6y

2y

2

3y

1

x

2

dydx

3ydxdy

j)

h)

2

0

a)

c)

∫ ∫

1

1

∫ ∫

0

1

0

2

0

2

0

2

3y)dxdy

2

2y

2

2x

2

+ 2y

2

x

 

dydx

0

gráficos

de

y
y

+ 1)dxdy

x =

e

x

=

e) ∫ x = y g) ∫ i) ∫
e)
x =
y
g)
i)

Figura 11

Notamos que R também pode ser definida pelas fronteiras inferior e superior dadas por

y = 0

0

x

2 respectivamente, com

a integral pode ser calculada

e

y = x

2 . Assim,

como sendo:

I=

I =

4

0

2

0

2

y
y

x 2

0

I =

I =


cos x

y

0

2

0

2

4

cos x

x

2

2

2

y cos x

5 dx dy

y cos x

5 dy dx

5

5

x

0

dx

2

dx

E.2

Esta integral pode ser resolvida com uma simples substituição de variáveis. (u).

Assim, temos que:

I = 0.055

)dxdy

1 3 y ∫ ∫ dxdy 2 0 y
1
3 y
dxdy
2
0
y

Calcule ∫∫

= xe

= ye

xy

R

,

xy

,

f (x, y)dxdy onde:

R é o retângulo

R é o retângulo

1

0

0

0

0

x y x
x
y
x

y

x

0

y x
y
x

2

x

y

1

1

1

y

onde

3

1

3

1

2

3 1 3 1 2 2 3 2 2 2

2

3

2

2

2

a)f (x, y)

b)f (x, y)

c)f (x, y) = x cos(xy) , R é retângulo

d)f (x, y)

=

e)f (x, y) =

y ln x ,

1

x

+ y

,

E.3

Calcule

E.4

{

D : y = 2x

2

z = x

2 + y

R é o retângulo

R é o retângulo

∫∫

D

e y

(

x +

=

+

)

2y dA ,

x

2 }

1

Determine o volume do sólido que está contido abaixo do parabolóide

2 e acima da região D do

plano xy limitada pela reta y = 2x e pela parábola y = x 2 .

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Respostas E.5 Calcule a integral 1 1 E.1. 2 ∫ ∫ sen (y ) dy
Respostas
E.5
Calcule
a
integral
1
1
E.1.
2
sen (y
)
dy dx
a) 42
b) –24
c)
3
d)20/3
e)2
0
x
f)13/6
g) 16
h)2
i)1
j)5/12
E2.
E.6
Calcular
∫∫
(
x
+
4 dx dy
)
, onde R é o
3
1
4
3
a)e
e
2
b)
e
4
c)
3 
R
3
d)
[3ln 3
2 ln 2
1]
e)10 ln 2
6 ln 3
retângulo 0
x
2
,
0
y
6 .
2
32
216
1
E.7
Calcular
∫∫
(
8
x
y dx dy
)
, onde R é
E3.
E4.
E5.
(1
cos1)
15
35
2
R
896
a região
delimitada
por
E6. 60
E7.
E8.
1
E9.
1
15
2
y = x
2 e
y
=
4
.
1728
1533
E10.
0
E11.
E12.
(
)
35
20
E.8
Calcular
∫∫
xsen y
x dx dy
, onde
2) INTEGRAIS TRIPLAS
R
R
é
a
região
delimitada
por
Teorema
y =
0 ,
x
=
e
y
=
x
.
2
Se
f
é
contínua em uma caixa retangular
B = [a, b]x[c, d]x[r, s], então:
E.9
Calcular
∫∫ senx sen y dx dy
, onde
s
d
b
∫∫∫ f (x, y, z)dV
=
f (x, y, z)dxdydz
R
r
c
a
R é o retângulo
0
x
,
2
0
y
B
2
y ln x
E.10
Calcular ∫∫
dy dx
, onde R é o
Exemplo 16
Calcule
x
∫ ∫ ∫
∫∫∫
f (x, y, z)dV,
R
G
retângulo 1
x
2 ,
- 1
y
1
nos seguintes itens, sendo:
2
3
2
2
a)f (x, y, z)
=
12xy
z
, com -1
x
2
E.11
Calcular ∫∫
x
+ y
dx dy
, onde R
0
y
3
e
0
z
2
R
Resp: 648
é
a
região
delimitada
por
y = 0 ,
x = 4
e
y =
x .
b)f (x, y, z)
=
xyz
2 com
,
0
x
1
,
-1
y
2
e
0
z
3
E.12
Calcular
∫∫
(
2x
+
y dx dy
)
, onde R é
27
Resp:
4
R
2
a
região
delimitada
por
c)f (x, y, z) = xyz
, com T :[0,1]x[0,2]x[1,3]
26
x
= y
2 -1 ,
x
=
5
,
y
=
-1
e
y
=
2
.
Resp:
3

b)f (x, y,z)

Resp:

68

3

=

(y

+

x

0

2

) z

y

, com

1

e

- 3

1

z

x

5

2

,

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EXERCÍCIOS

E.13

Calcule as seguintes integrais triplas:

1 1 y x y a) ∫ ∫ ∫ dzdxdy 0 0 0 x 2
1
1
y
x
y
a)
dzdxdy
0
0
0
x
2
+
x
+
y
b)
1
x.dzdydx
∫ 0
2
x
0
2
2
x
y
c)
y dzdydx
∫ 0
0
0
4
2
y
d) ∫
y dzdxdy
0
y
0
2
2x
x
+
y
e)
z dzdydx
∫ 1
x
0
2
1
2
x
x
2
2
f )
∫ 1
x
y
z
dz dy dx
0
0
1
2
2
2
4
x
x
2 + 4y
2
g)
dz dy dx
0
0
0
2
2
3
9
y
3x
2 + 3y
h))
dz dx dy
2
3
9
y
4x
2 +
4y
2 9
Respostas:
1
31
128
128
a)
b)
c)
d)
6
120
21
21
95
127
81
e)
f)
g)
h)
8
42
2