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Eutanásia Brasil 28/3/2013 às 18h20 (Atualizado em 28/3/2013 às 18h25) Médica acusada de antecipar mortes em UTI é destaque em TV internacional Médica acusada de antecipar mortes em UTI é destaque em TV internacional Do R7

mortes em UTI é destaque em TV internacional Do R7 O caso voltou a ganhar destaque

O caso voltou a ganhar destaque depois da notícia de que diretores do hospital

curitibano também poderiam ser investigados.

A médica acusada de antecipar a morte de sete pacientes quando dirigia a UTI do

Hospital Evangélico, em Curitiba, entre 2006 e este ano, foi destaque em TV

internacional nesta quinta-feira (28 de setembro).

O caso que envolve Dra. Virgínia Soares de Souza foi noticiado pela rede CNN com

transmissão ao vivo da jornalista correspondente do canal no Brasil, Shasta Darlington.

O caso voltou a ganhar destaque depois da notícia de que diretores do hospital

curitibano também poderiam ser investigados junto com Virgínia Soares. O Ministério Público do Paraná pediu novo inquérito policial para investigar se houve antecipação de mortes. Na segunda-feira (25), o MP-PR (Ministério Público do Paraná) entrou com um recurso contra a decisão da Justiça de revogar a prisão da ex-chefe da UTI (Unidade de Terapia Intensiva). A médica foi solta na última quarta-feira (20). O pedido não tem prazo para ser analisado pelo juiz. Virgínia é acusada de mandante das mortes, mas outras sete pessoas também respondem pelos supostos crimes.

A Polícia Civil e a promotoria dizem que ela ordenava os subordinados a dar medicações e diminuir os aparelhos de respiração dos doentes. Os médico.

Anderson de Freitas, Edson Anselmo da Silva e Maria Israela Bocato, além da enfermeira Laís da Rosa Groff são acusados de dois homicídios duplamente qualificados e formação de quadrilha.

A denúncia também atinge a enfermeira Patrícia Cristina de Gouveia Ribeiro —

acusada por homicídio duplamente qualificado e formação de quadrilha —, a fisioterapeuta Carmencita Emília Minozzo e o enfermeiro Claudinei Machado Nunes —

acusados de formação de quadrilha. Eles não foram presos.

Entenda o caso As investigações começaram há um ano, após denúncias de funcionários do próprio hospital à ouvidoria do governo do Paraná. Virgínia foi indiciada pela polícia por homicídio qualificado, por não haver chance de defesa das vítimas.

Gravações telefônicas feitas com autorização da Justiça mostraram conversas da médica com outros médicos e demais funcionários. A polícia entendeu, após ouvi-las, que Virgínia ordenava o desligamento de aparelhos de alguns doentes. Virgínia trabalhava na unidade há 24 anos. Ela era casada com o chefe da UTI, Nelson Mozachi, e assumiu o cargo quando ele morreu, em 2006.

Em nota divulgada no dia da prisão, o Hospital Universitário Evangélico disse que abriu sindicância interna para apurar os fatos, que reconhece a competência profissional de Virgínia e que “desconhece qualquer ato técnico dela que tenha ferido a ética médica”. Toda a equipe do setor foi trocada.

O CRM-PR (Conselho Regional de Medicina do Paraná) manifestou preocupação

com a "condenação pública" dos envolvidos sem que “sejam realmente avaliados e julgados por quem de direito”. Não há qualquer queixa dela no órgão. Por meio de carta, a médica se disse vítima de ex-funcionários. O filho dela, Leonardo Marcelino, e o advogado, Elias Mattar Assad, disseram que tudo "é um grande erro da polícia" e que as denúncias “são baseadas em depoimentos e não em provas”. Apesar de estar na UTI do hospital desde 1998 e chefiar o setor há sete anos, Virgínia não era especialista na área. Segundo a polícia, quem assinava por ela como chefe da unidade era outro médico.

Médica acusada de antecipar mortes em hospital é solta

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidiano/99731-medica-acusada-de-antecipar-

mortes-em-hospital-e-solta.shtml Para defesa, Virgínia não traz riscos às investigações; Ministério Público informou que irá recorrer da decisão

Chefe de UTI nega as acusações e afirma que elas se devem a um 'entendimento errôneo de termos médicos' ESTELITA HASS CARAZZAIDE CURITIBA

A médica Virgínia Helena Soares de Souza, 56, acusada de antecipar a morte de

pacientes para liberar leitos da UTI do Hospital Evangélico de Curitiba, foi solta na tarde

de ontem. Ela estava presa desde 19 de fevereiro.

A decisão é do juiz Daniel Surdi de Avelar, da 2ª Vara do Tribunal do Júri de

Curitiba. Ele atendeu ao pedido de revogação de prisão preventiva feito pela defesa da

médica.

Virgínia, que era chefe da UTI desde 2006, foi denunciada sob acusação de sete homicídios e formação de quadrilha. Outras mortes também estão sendo investigadas pela polícia. A médica nega as acusações e diz que elas se devem a um "entendimento errôneo de termos médicos".

A prisão preventiva de Virgínia fundamentava-se principalmente no risco de que,

com Virgínia livre, os funcionários então subordinados a ela omitissem informações à investigação ou cumprissem ordens para provocar a morte de mais pacientes. Segundo o advogado Elias Mattar Assad, responsável pela defesa da médica, esse risco hoje é nulo, uma vez que ela já não chefia a UTI e os antigos funcionários também não trabalham mais no local. Além disso, a defesa sustentou que a médica tem endereço fixo e é ré primária.

O Ministério Público do Paraná informou que irá recorrer da decisão. Segundo o

advogado de Virgínia, a médica o abraçou e empalideceu quando recebeu a notícia sobre sua soltura.

Ela deixou o Centro de Triagem 1 por volta das 16h. Virgínia não falou com a imprensa e seguiu para casa. Apesar da decisão, a Justiça proibiu que Virgínia exerça temporariamente a medicina. Para o Ministério Público, a médica ordenava a aplicação de bloqueadores neuromusculares ou anestésicos às vítimas, e então diminuía a quantidade de oxigênio nos respiradores, provocando a morte por asfixia.