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Manual de Treinamento Talpac

TALPAC - Truck & Loader Productivity Analysis System From Boreholes to Bottom Line
TALPAC - Truck & Loader
Productivity Analysis System
From Boreholes to Bottom Line

Dezembro/2007

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Índice

1. Introdução

4

2. Entrada de Dados

5

1.1. Tipo de Material

5

1.2. Regime de Trabalho (Roster)

6

1.3. Rota de Transporte (Haul Cycle)

8

1.4. Unidade de Carregamento (Loading Unit)

12

1.5. Unidade de Transporte (Truck Type)

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1.6. Meta de escavação

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3. Resultados

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4. Relatórios e Gráficos

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5. Considerações finais

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Figura

FIGURA 1: SISTEMA DE TRANSPORTE - A ÁREA CIRCULADA CORRESPONDE A UM SISTEMA DE TRABALHO.

FIGURA 2: TIPO DE MATERIAL - A ÁREA CIRCULADA CORRESPONDE ÀS INFORMAÇÕES DE TIPO

4

DE MATERIAL.

5

FIGURA 3: TIPO DE MATERIAL – ENTRADA DE DADOS

5

FIGURA 4: ROSTER - A ÁREA CIRCULADA CORRESPONDE ÀS INFORMAÇÕES DO REGIME DE TRABALHO.

6

FIGURA 5: ROSTER – ENTRADA DE DADOS DO REGIME DE TRABALHO.

6

FIGURA 6: ROSTER – DADOS DO REGIME DE TRABALHO.

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FIGURA 7: HAUL CYCLE - A ÁREA CIRCULADA CORRESPONDE À ENTRADA DE DADOS DO CICLO DE TRANSPORTE

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FIGURA 8: HAUL CYCLE – ENTRADA DE DADOS DO CICLO DE TRANSPORTE MANUALMENTE

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FIGURA 9: HAUL CYCLE – ENTRADA DE DADOS DO CICLO DE TRANSPORTE ARQUIVO TEXTO PARA IMPORTAÇÃO NO TALPAC

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FIGURA 10: HAUL CYCLE – PROCESSO DE IMPORTAÇÃO NO TALPAC (FILE/IMPORT HAUL CYCLES FROM A TEXT FILE)

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FIGURA 11: HAUL CYCLE –PROCESSO DE IMPORTAÇÃO NO TALPAC COM PREENCHIMENTO DOS DEMAIS CAMPOS

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FIGURA 12: LOADING UNIT - A ÁREA CIRCULADA CORRESPONDE ÀS INFORMAÇÕES DA UNIDADE DE CARREGAMENTO.

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FIGURA 13: LOADING UNIT- ENTRADA DE DADOS OPERACIONAIS DA UNIDADE DE CARGA.

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FIGURA 14: LOADING UNIT- ENTRADA DE DADOS DE CUSTOS (COSTING DATA) DA UNIDADE DE

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FIGURA 15: LOADING UNIT- CONFIGURAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO PROBABILÍSTICA DA UNIDADE

CARGA.

DE CARGA.

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FIGURA 16: TRUCK TYPE- A ÁREA CIRCULADA CORRESPONDE ÀS INFORMAÇÕES DAS UNIDADES DE TRANSPORTE

15

FIGURA 17: TRUCK TYPE- ENTRADA DE DADOS OPERACIONAIS DA UNIDADE DE TRANSPORTE

 

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FIGURA 18: TRUCK TEMPLATE- ENTRADA DE DADOS DE CUSTOS (COSTING DATA) DA UNIDADE DE TRANSPORTE.

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FIGURA 19: TRUCK TEMPLATE- CONFIGURAÇÃO DE DISTRIBUIÇÃO PROBABILÍSTICA DA UNIDADE DE TRANSPORTE

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FIGURA 20: META DE ESCAVAÇÃO (EXCAVATION TARGET)- META DE ESCAVAÇÃO POR SISTEMA

DE TRANSPORTE (ÁREA CIRCUNDADA)

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FIGURA 21: ALL PARAMETERS – VERIFICAÇÃO DOS DADOS DOS EQUIPAMENTOS (ÁREA CIRCUNDADA)

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FIGURA 22: ALL PARAMETERS – OUTPUT DE CONFIGURAÇÃO DO SISTEMA DE TRANSPORTE

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FIGURA 23: CÁLCULO DE RESULTADOS PARA EQUIPAMENTOS DE CARGA E TRANSPORTE

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FIGURA 24: SELEÇÃO DO TIPO DE CÁLCULO(FULL OU QUICK ESTIMATE)

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FIGURA 25: RESULTADO DA SIMULAÇÃO: PRODUTIVIDADE E HORAS DE EQUIPAMENTOS

21

FIGURA 26: RESULTADO DA SIMULAÇÃO: PNEUS E CONSUMO DE COMBUSTÍVEL

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FIGURA 27: RESULTADO DA SIMULAÇÃO: CÁLCULO DE VELOCIDADE POR TRECHO DO PERFIL DE

TRANSPORTE

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FIGURA 28: RESULTADO DA SIMULAÇÃO: FLUXO DE CAIXA

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FIGURA 29: RESULTADO DA SIMULAÇÃO: ESQUEMA DO PERFIL DE TRANSPORTE COM A FROTA(TEM ANIMAÇÃO NO TALPAC)

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FIGURA 30: SELEÇÃO DO PROCESSO DE OTIMIZAÇÃO

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FIGURA 31: SELEÇÃO DOS PARÂMETROS DO PROCESSO DE OTIMIZAÇÃO.

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FIGURA 32: SELEÇÃO DO PROCESSO DE ANÁLISE INCREMENTAL

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FIGURA 33: ESCOLHA DAS VARIÁVEIS PARA ANÁLISE INCREMENTAL

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FIGURA 34: RELATÓRIO DO TALPAC

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FIGURA 35: OS CAMPOS A SEREM APRESENTADOS NO RELATÓRIO PODEM SER SELECIONADOS PELO USUÁRIO

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FIGURA 36: IGUAL AO DO RELATÓRIO HÁ DIVERSAS OPÇÕES DE GRÁFICOS

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1. Introdução

Talpac é um programa de dimensionamento de frota de equipamentos de carga e transporte que utiliza um banco de dados com mais de 800 equipamentos cadastrados.

O Talpac calcula a produtividade dos equipamentos de carga e transporte e utiliza parâmetros determinísticos e também probabilísticos tais como tempo de ciclo, carga (payload), tempo de basculamento, etc.

Para determinação de frota são construídos vários sistemas de transporte que é composto basicamente de cinco informações que são entradas de dados no Talpac:

Tipo de material

Regime de trabalho

Rota de transporte

Equipamento de carga

Equipamento de transporte

 Equipamento de carga  Equipamento de transporte Figura 1: Sistema de transporte - A área

Figura 1: Sistema de transporte - A área circulada corresponde a um sistema de trabalho.

Quando uma das 5 variáveis do Sistema de Transporte é modificada, entende-se que temos um novo sistema.

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2. Entrada de Dados

1.1. Tipo de Material

Em um sistema de transporte o tipo de material define qual a densidade e fator de empolamento do material a ser transportado

e fator de empolamento do material a ser transportado Figura 2: Tipo de Material - A

Figura 2: Tipo de Material - A área circulada corresponde às informações de tipo de material.

circulada corresponde às informações de tipo de material. Figura 3: Tipo de Material – Entrada de

Figura 3: Tipo de Material – Entrada de dados

Entrada de dados (ver Figura 3):

Primeiro nomeia-se o tipo de material;

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Depois se escolhe a medida de produção que pode ser toneladas, volume “in situ” ou volume empolado;

Em seguida entra-se com a densidade “in situ” do material nomeado:

o

Struck = medida rasa;

o

Heaped = medida cheia ou concha coroada;

O fator de enchimento do struck é maior que o do heaped, porque é o máximo da medida;

Loader Bucket Fill Factor (Fator de enchimento da caçamba): neste campo define a qualidade do enchimento da caçamba (pobre, médio e bom) por tipo de equipamento de carga em função do próprio desenho da caçamba e tipo de material. É um parâmetro de calibração do modelo e depende de informações da operação da mina.

1.2. Regime de Trabalho (Roster)

Em um sistema de transporte é necessário definir o regime de trabalho (roster = turnos), que basicamente calcula as horas efetivas do equipamento.

que basicamente calcula as horas efetivas do equipamento. Figura 4: Roster - A área circulada corresponde

Figura 4: Roster - A área circulada corresponde às informações do regime de trabalho.

corresponde às informações do regime de trabalho. Figura 5: Roster – entrada de dados do regime

Figura 5: Roster – entrada de dados do regime de trabalho.

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Temos quatro divisões nesta seção: três colunas e abaixo os resultados:

Primeira coluna Weekly Shift Roster: informa quantos turnos operamos por dia - essa informação tem de ser alimentada para cada dia da semana.

Segunda Coluna Shifts per Year = total de turnos no ano

o

Scheduled lost shifts = nesta célula descontam-se os turnos que são perdidos durante o ano devido a fatores como feriados e paradas programadas;

o

Loading unit maintenance = turnos parados por falta de carregamento (esta informação é proveniente da escolha do equipamento de carga);

o

Unscheduled lost shifts = turnos parados por outros fatores (ex.: mau tempo);

o

Fleet operating shift’s = turnos efetivamente operados por ano.

Terceira Coluna Hours per Shift:

o

Shift duration = duração do turno em horas;

o

Non-operating shift delays = parada para detonação, troca de turno, etc;

o

Operation shift delays = refeições, 5S nos equipamentos, limpeza de básculas, em suma, atrasos operacionais.

Na parte de baixo da Figura 6 temos a saída de resultados:

Na parte de baixo da Figura 6 temos a saída de resultados: Figura 6: Roster –

Figura 6: Roster – dados do regime de trabalho.

Fleet Schedule Hours: número de horas programadas no ano (Schedule Shifts x Shift Duration = 1450 x 6:00 hs);

Op. Hrs.: número de horas de operação no ano (Fleet Operation Shifts x In Shift Operating Time = 1440 x 5:50 hs) ;

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Wk. Hrs.: número de horas efetivas de operação no ano (Fleet Operation Shifts x In Shift Work Time = 1440 x 5:40 hs).

Para maior informação sobre as horas operacionais, horas em manutenção basta “clicar” em cima do ponto de exclamação ao lado do relógio (ver Figura 6).

1.3. Rota de Transporte (Haul Cycle)

Em um sistema de transporte é necessário definir a rota ou perfil de transporte que será submetido o caminhão.

ou perfil de transporte que será submetido o caminhão. Figura 7: Haul Cycle - A área

Figura 7: Haul Cycle - A área circulada corresponde à entrada de dados do ciclo de transporte

Há duas maneiras para inserir o perfil de transporte:

Editando diretamente no Talpac (mais trabalhoso) – Figura 8;

Ou importando arquivos formato texto ou separado por vírgula com distância e grade ou arquivo de pontos x, y e z – Figuras 9, 10 e 11.

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Figura 8: Haul Cycle – entrada de dados do ciclo de transporte manualmente Figura 9:

Figura 8: Haul Cycle – entrada de dados do ciclo de transporte manualmente

– entrada de dados do ciclo de transporte manualmente Figura 9: Haul Cycle – entrada de

Figura 9: Haul Cycle – entrada de dados do ciclo de transporte arquivo texto para importação no Talpac

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Figura 10: Haul Cycle – Processo de importação no Talpac (File/Import Haul Cycles from a

Figura 10: Haul Cycle – Processo de importação no Talpac (File/Import Haul Cycles from a Text File)

no Talpac (File/Import Haul Cycles from a Text File) Figura 11: Haul Cycle –Processo de importação

Figura 11: Haul Cycle –Processo de importação no Talpac com preenchimento dos demais campos

Qualquer característica do perfil que modifica a velocidade do caminhão exige que se crie um perfil novo com sua descrição.

O Talpac suporta até 4000 perfis.

Para se importar dados de software de mineração (Datamine, Vulcan, Gemcom, etc) ou CAD o arquivo deve ser do tipo ASC conforme Figura 9.

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Observações importantes a respeito do perfil de transporte:

O número de segmento;

A cota e grade de rampas e segmentos;

A resistência ao rolamento, usando como base o banco de dados presente;

As restrições de velocidade em cada trecho;

A velocidade final em um trecho tem que corresponder com a velocidade máxima no outro (como por exemplo, um trecho onde a se tenha restrição de velocidade máxima igual a 30 km/h, a velocidade final do trecho anterior tem de ser igual ou inferior a 30 km/h);

Raio de curvatura: observar que quando se marcam as células aparece uma mão, uma caçamba cheia ou vazia, ou a palavra: máximo;

A tecla: reverso, cuja função é projetar automaticamente o perfil de volta do caminhão. Para essa operação, observar a velocidade máxima nas descidas, que são restritivas.

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1.4. Unidade de Carregamento (Loading Unit)

Em um sistema de transporte é necessário definir a unidade de carregamento (Loading Unit).

definir a unidade de carregamento ( Loading Unit ). Figura 12: Loading Unit - A área

Figura 12: Loading Unit - A área circulada corresponde às informações da unidade de carregamento.

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     o o  Figura 13: Loading Unit- entrada de dados
     o o 
o
o

Figura 13: Loading Unit- entrada de dados operacionais da unidade de carga.

É necessário informar dados operacionais da unidade de carga como:

Tipo de máquina de carga selecionada (Loading Unit Template Name);

Ajuste da capacidade da caçamba ao tipo de material carregado (Adjust bucket capacity to maximum capable for corrent select material). Se desabilitar o campo explicitado acima fica claro que não está se usando os valores da simulação imputados no campo MATERIAL e sim valores locais (caçamba padrão);

Tempo de ciclo do carregamento (bucket cycle time): tempo gasto pelo equipamento de carga para encher a caçamba, bascular no caminhão e retornar para outro procedimento de carregamento;

Disponibilidade física (Mechanical availability): disponibilidade física do equipamento de carga. Observar que este valor varia conforme o LCC (life cycle cost) do equipamento;

Passes da caçamba (bucket passes): Nesse campo definimos a preferência de carregamento:

Caçamba cheia (full buckets): preferência do equipamento de carga;

Caminhão cheio (full truck): preferência para encher o caminhão, mesmo que a última conchada seja de 15% do volume total, ou o número pré-definido de caçambadas.

Posicionamento do caminhão (Truck positioning): seleciona se na frente de lavra carrega-se um caminhão por vez (single sided) ou é permitido que enquanto um caminhão é carregado o segundo caminhão já se posicione para ser carregado, reduzindo assim o tempo de manobra no equipamento de carga (double sided ou carregamento por dois lados)

de carga ( double sided ou carregamento por dois lados)  Atraso para o primeiro passe

Atraso para o primeiro passe em segundos (First bucket pass delay): atraso na primeira caçambada para preparação da frente de lavra pelo equipamento de carga

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Para os equipamentos de carga outras duas pastas de entrada de dados podem ser utilizadas:

Uma para dados de custos (Costing Data) de capital e operacional que será utilizada na análise econômica (Figura 14);

Outra para configurar a distribuição probabilística para tempo de ciclo e carga da caçamba (Figura 15).

para tempo de ciclo e carga da caçamba (Figura 15). Figura 14: Loading Unit- entrada de

Figura 14: Loading Unit- entrada de dados de custos (Costing Data) da unidade de carga.

de dados de custos (Costing Data) da unidade de carga. Figura 15: Loading Unit- configuração de

Figura 15: Loading Unit- configuração de distribuição probabilística da unidade de carga.

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1.5. Unidade de Transporte (Truck Type)

Em um sistema de transporte é necessário definir a unidade de transporte (Truck Type).

O Talpac permite entrar com até 3 tipos de equipamentos de transporte por sistema (Figura 16).

tipos de equipamentos de transporte por sistema (Figura 16). Figura 16: truck type- A área circulada

Figura 16: truck type- A área circulada corresponde às informações das unidades de transporte

A exemplo dos equipamentos de carga, três áreas de configuração do equipamento de transporte são modificadas pelo usuário:

Dados operacionais (Operating Data)

Dados de custos (Costing Data)

Distribuição estatística (Distribution Data)

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Figura 17: Truck type- entrada de dados operacionais da unidade de transporte

É necessário informar dados operacionais da unidade de transporte como:

1 - Tipo de máquina de transporte selecionada (Truck Template Name);

2 – Tempo de pré-manobra do caminhão na praça de carga (Spot time at loader);

3 – Tempo de pré-manobra do caminhão na praça de descarga (Spot time at dump);

4 – Tempo de descarga do caminhão na praça (Dumping time). É prática aumentar o tempo de basculamento, o tempo perdido por atraso operacional devido a problemas gerenciais. Esta informação pode ser obtida no Sistema de Despacho;

5 – Disponibilidade física (Mechanical availability): disponibilidade física do equipamento de transporte. Observar que este valor varia conforme o LCC (life cycle cost) do equipamento;

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6 – Potência do Motor (Motor Power): ajustado conforme características locais (altitude);

7 – Fator de transmissão de velocidade (Transmission Speed Factor):

ajustado conforme características locais;

8 – Ajuste do payload: desabilitando esse item podemos alterar algumas características do caminhão, caso o equipamento tenha sofrido algumas alterações físicas como capacidade da caçamba, seu peso total e o equivalente de carga em metros cúbicos.

Assim como os equipamentos de carga, outras duas pastas de entrada de dados são permitidas:

Uma para dados de custos (Costing Data) de capital e operacional que será utilizada na análise econômica (Figura 18);

Outra para configurar a distribuição probabilística para tempo de ciclo, tempo de basculamento e disponibilidade física (Figura 19).

tempo de basculamento e disponibilidade física (Figura 19). Figura 18: Truck Template- entrada de dados de

Figura 18: Truck Template- entrada de dados de custos (Costing Data) da unidade de transporte.

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Figura 19: Truck Template- configuração de distribuição probabilística da unidade de transporte Se na Figura

Figura 19: Truck Template- configuração de distribuição probabilística da unidade de transporte

Se na Figura 16, a seleção ficar no automático ele dimensiona a frota, se colocarmos um número ele fará um teste de desempenho de produção.

Subentende-se que em cada frente ou “sistema” exista apenas um equipamento de carregamento.

1.6. Meta de escavação

Após a preparação do sistema de transporte é necessário informar a meta de escavação para cada sistema, que corresponde à tonelagem a ser movimentada por frente (Figura 20).

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Figura 20: Meta de escavação ( Excavation Target )- meta de escavação por sistema de

Figura 20: Meta de escavação (Excavation Target)- meta de escavação por sistema de transporte (área circundada)

É importante lembrar que uma frente de lavra pode ter vários sistemas de transporte conforme os tipos de materiais (minério e estéril) por frente de lavra. Poderá ocorrer mudança de tipo de equipamento, tamanho da caçamba, rota de transporte (destino britador ou pilha de estéril), etc.

3. Resultados

Após a preparação de dados do sistema podem-se calcular os resultados.

A princípio é recomendável fazer um ¨check¨ da entrada de dados (Figuras 21 e 22)

fazer um ¨check ¨ da entrada de dados (Figuras 21 e 22) Figura 21 : All

Figura 21: All parameters – verificação dos dados dos equipamentos (área circundada)

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Figura 22 : All parameters – Output de configuração do sistema de transporte Após o

Figura 22: All parameters – Output de configuração do sistema de transporte

Após o ¨check¨ dos parâmetros do sistema de transporte é possível iniciar o procedimento de cálculo no Talpac (Figura 23):

iniciar o procedimento de cálculo no Talpac (Figura 23): Figura 23 : Cálculo de resultados para

Figura 23: Cálculo de resultados para equipamentos de carga e transporte

É possível escolher o tipo de cálculo:

Cálculo rápido (quick estimate): quando está na fase de calibração do sistema;

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Cálculo completo (full estimate): que considera a variabilidade de parâmetros de carga e transporte (carga, tempo de ciclo, etc) no resultado da simulação (configurado para 150 simulações).

da simulação (configurado para 150 simulações). Figura 24 : Seleção do tipo de cálculo(full ou quick

Figura 24: Seleção do tipo de cálculo(full ou quick estimate)

Os resultados da simulação são apresentados nas figuras 25 a 29.

da simulação são apresentados nas figuras 25 a 29. Figura 25 : Resultado da Simulação: Produtividade

Figura 25: Resultado da Simulação: Produtividade e Horas de equipamentos

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Figura 26 : Resultado da Simulação: Pneus e consumo de combustível Figura 27 : Resultado

Figura 26: Resultado da Simulação: Pneus e consumo de combustível

: Resultado da Simulação: Pneus e consumo de combustível Figura 27 : Resultado da Simulação: Cálculo

Figura 27: Resultado da Simulação: Cálculo de velocidade por trecho do perfil de transporte

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Figura 28 : Resultado da Simulação: Fluxo de Caixa Figura 29 : Resultado da Simulação:

Figura 28: Resultado da Simulação: Fluxo de Caixa

Figura 28 : Resultado da Simulação: Fluxo de Caixa Figura 29 : Resultado da Simulação: Esquema

Figura 29: Resultado da Simulação: Esquema do perfil de transporte com a frota(tem animação no Talpac)

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O Talpac apresenta duas grandes facilidades para cálculo de frota:

Otimização e

Análise Incremental.

Na otimização (Figura 30) alguns parâmetros podem ser modificados para se proceder a análise de sensibilidade (Figura 31), tais como:

Tamanho da frota;

Potência do motor;

Velocidade de transmissão;

Carga do caminhão;

Resistência de rolamento, etc

 Carga do caminhão;  Resistência de rolamento, etc Figura 30 : Seleção do processo de

Figura 30: Seleção do processo de otimização

etc Figura 30 : Seleção do processo de otimização Figura 31 : Seleção dos parâmetros do

Figura 31: Seleção dos parâmetros do processo de otimização.

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A análise incremental (Figura 32) pode incluir 250 variáveis na Tabela de Resultados que afetam diretamente custo e produtividade, entre outros parâmetros. A escolha das variáveis depende do propósito da simulação (Figura 33).

variáveis depende do propósito da simulação (Figura 33). Figura 32 : Seleção do processo de análise

Figura 32: Seleção do processo de análise incremental

Figura 32 : Seleção do processo de análise incremental Figura 33 : Escolha das variáveis para

Figura 33: Escolha das variáveis para análise incremental

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4. Relatórios e Gráficos

Diversos relatórios e gráficos podem ser definidos no Talpac.

Há um relatório básico que pode ser configurado pelo usuário.

Este relatório é obtido com as simulações do Talpac (Calculate, Optimization e Incremental Analysis) ou em Results Table.

do Talpac (Calculate, Optimization e Incremental Analysis) ou em Results Table. Figura 34 : Relatório do

Figura 34: Relatório do Talpac

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Figura 35 : Os campos a serem apresentados no Relatório podem ser selecionados pelo usuário

Figura 35: Os campos a serem apresentados no Relatório podem ser selecionados pelo usuário

no Relatório podem ser selecionados pelo usuário Figura 36 : Igual ao do relatório há diversas

Figura 36: Igual ao do relatório há diversas opções de gráficos

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5. Considerações finais

O Talpac apresenta as seguintes características:

Programa para dimensionamento de frotas de caminhões e escavadeiras / carregadeiras;

Banco de dados com mais de 800 equipamentos;

Utiliza distribuição probabilística para tempo de ciclo, payload, tempo de basculamento, etc;

Utilizado para determinar a frota, produtividade e econômicos do sistema escavadeira / caminhão;

Facilidade de inclusão de rota de caminhões para cálculo de perfil de transporte;

Determinar velocidades máxima e limite;

Estratégia de carregamento;

Características do material a ser carregado;

Necessita de 5 componentes de informação : material, calendário, carga, transporte e rota;

Permite fazer análise de sensibilidade em função de critérios de desenho de estrada, calcular TKPH, consumo de combustível, seleção do equipamento e análise incremental;

Possui flexibilidade para fazer análise de combinações de equipamentos para escolher a melhor opção técnica e econômica;

Tempo de aprendizado do programa é rápido e apresenta relatórios e gráficos de fácil compreensão.

Maiores informações podem ser obtidas no Tutorial do Talpac (anexado abaixo):

informações podem ser obtidas no Tutorial do Talpac (anexado abaixo): C:\DADOS\Noronha\ GAPFS\Equipamentos 28 / 28

C:\DADOS\Noronha\

GAPFS\Equipamentos

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