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Sumário

Capítulo 1

introdução à estrutura de análise das demonstrações financeiras

17

1.1

O objetivo da empresa

19

1.2 O papel da contabilidade na busca e mensuração dos objetivos

20

1.3 A importância da análise das demonstrações financeiras

21

1.4 A estrutura de análise

22

1.5 A estrutura de análise e os critérios para o entendimento da performance

23

Capítulo 2

Balanço patrimonial e decisões de investimento

e

de financiamento das empresas

27

2.1 O ativo e as decisões de investimento na empresa

29

 

2.1.1 Ativo circulante (AC)

30

2.1.2 Ativo não circulante

30

2.1.3 Realizável a longo prazo (RLP)

30

2.1.4 Ativo permanente (AP) – extinto pela MP n. 449/2008

31

2.2 O passivo e as decisões de financiamento na empresa

34

2.3 A relação de risco e retorno do ativo e do passivo

39

2.4 O equilíbrio entre as decisões de investimento e de financiamento

 

e

o conceito de capital de giro líquido

41

2.5 Análise das decisões de investimento e de financiamento da Duratex S. A. (balanço consolidado)

44

 

2.5.1 Análise das decisões de investimento

44

2.5.2 Análise das decisões de financiamento

49

Capítulo 3

Análise dos resultados das decisões de investimento

e

de financiamento com base na DrE

57

3.1 A estrutura da demonstração de resultados

61

3.2 Interpretando as linhas da DRE

63

 

3.2.1 O custo dos produtos vendidos (CPV) ou dos serviços prestados (CSP)

65

3.2.2 Do lucro operacional ao lucro antes do imposto de renda (Lair)

69

3.2.3 Do lucro antes do IR (Lair) ao lucro líquido

72

3.2.4 A relação entre o balanço patrimonial e a DRE

75

3.3 Análise da qualidade dos resultados e das decisões de investimento

 

e

de financiamento da Duratex S.

76

Capítulo 4

Análise do fluxo de caixa e da demonstração de valor adicionado

85

4.1 Construindo o fluxo de caixa

89

4.2 O fluxo de caixa operacional (FCO)

92

 

4.2.1

A interpretação do FCO

96

4.3.1

Método indireto de cálculo do FCI

97

4.3.2

A interpretação do FCI

98

4.4 Fluxo de caixa das atividades de financiamento (FCF)

99

4.5 Relação entre FCO, FCI e FCF

100

4.6 Analisando a demonstração de fluxos de caixa da Duratex S.

102

4.6.1 Análise do fluxo de caixa operacional (FCO)

103

4.6.2 Magnitude do fluxo de caixa operacional amplo (FCO) – do FCOR ao FCO

104

4.6.3 Análise do fluxo de caixa das atividades de investimento

104

4.6.4 Análise do fluxo de caixa dos financiamentos

105

4.6.5 Análise da demonstração de valor adicionado (DVA)

105

Capítulo 5

Análise de risco de crédito – riscos de curto e de longo prazo

109

5.1 Indicadores de riscos relacionados aos fluxos de caixa patrimoniais

111

5.1.1

Capital de giro líquido

111

5.2 Índices de liquidez

113

5.2.1 Índice de liquidez corrente (ILC)

113

5.2.2 Índice de liquidez seca (ILS)

113

5.2.3 Índice de liquidez imediata (ILI)

114

5.2.4 Interpretação dos índices de liquidez

115

5.3 Análise do risco de liquidez dos ativos de curto prazo

115

5.3.1 Risco de liquidez das aplicações financeiras

115

5.3.2 Risco de liquidez do contas a receber

116

5.3.3 Risco de liquidez dos estoques

119

5.4 Riscos relacionados à qualidade da operação

121

5.5 Análise do grau de alavancagem

122

5.5.1 Índice Dívida – Capital Oneroso Total (I‑D/CO)

122

5.5.2 Índice Dívida – Patrimônio Líquido (I‑D/PL)

123

5.5.3 Índice de endividamento geral (IE)

124

5.5.4 Índice de solvência (IS)

124

5.6 Capacidade de cobertura dos juros e do principal da dívida

126

5.6.1 Índice de cobertura de juros (ICJ) – regime de competência

126

5.6.2 Índice de cobertura de juros (ICJC) – regime caixa

128

5.6.3 Índice de cobertura do passivo financeiro de curto prazo (ICPFCP)

129

5.6.4 Índice de cobertura do passivo financeiro (ICPF)

130

5.6.5 Síntese dos índices de risco de crédito de curto e de longo prazo

130

5.7 Considerações adicionais na análise de risco

132

Capítulo 6 Análise de risco de crédito e as agências de rating

137

6.1 O papel do rating de crédito

139

6.2 Quantificando o rating

141

6.3 Metodologia de construção do rating

143

6.4 Compondo o rating de crédito da Duratex

147

6.5 Considerações finais sobre o uso de ratings na análise de risco de crédito

151

Capítulo 7

Ebitda: definição, mensuração e aplicação

153

7.1 A definição e a construção do Ebitda e a comparação com outras medidas de fluxo de caixa operacional

155

7.2 Os abusos no uso do Ebitda

160

Capítulo 8

Análise avançada do capital de giro líquido

163

8.1 A definição de capital de giro e de capital de giro líquido

165

8.2 A relevância da gestão de curto prazo sobre o risco e a rentabilidade da empresa

165

8.3 Os componentes financeiros e operacionais do AC e do PC

167

8.3.1 Os fatores que direcionam o ativo e o passivo circulante operacional

168

8.3.2 Direcionadores do ativo circulante operacional e do passivo circulante operacional

175

8.3.3 Ciclos operacional e de caixa

175

8.4 A relação entre o ciclo de caixa e a necessidade de investimento em giro

177

8.5 Como a necessidade de investimento em giro afeta a rentabilidade

e

o risco da empresa

180

8.5.1

Formas de financiamento da necessidade de investimento em giro

182

8.6 O ativo e o passivo circulante financeiro, o saldo de tesouraria

e

a relação entre o capital de giro líquido e a necessidade de

investimento em giro

184

8.7 A relação entre a necessidade de investimento em giro (NIG) e o fluxo de caixa operacional (FCO)

188

 

8.7.1

Resumo dos pontos analisados neste capítulo

190

8.8 Análise da gestão de curto prazo e do capital de giro líquido da Duratex S.

190

 

8.8.1

Análise do ciclo operacional e financeiro da Duratex

191

Capítulo 9

Análise da demonstração de mutações do patrimônio líquido (DmPL)

195

9.1 Objetivos da DMPL

197

9.2 O formato e a leitura da DMPL – a DMPL da Duratex

197

Capítulo 10

Análise do potencial de crescimento

203

10.1 Crescimento histórico

205

10.2 Potencial de crescimento setorial

206

10.3 Capacidade de investir e atrair investidores

207

Capítulo 11

Analisando a performance das empresas controladas e coligadas

211

11.1 A contabilização das participações em outras empresas nas demonstrações financeiras da Controladora: o método da equivalência patrimonial e o método de custo

214

11.2 Método de custo na contabilização das participações societárias

215

11.3 Método da equivalência patrimonial na contabilização das participações societárias

217

11.4 O ágio na aquisição de participações societárias

219

 

11.4.1

Tratamento fiscal do ágio e do deságio decorrente de aquisição de participações

220

11.5 Consolidação de balanços

221

 

11.5.1

O processo de consolidação das demonstrações financeiras

222

11.6 A análise combinada do balanço da controladora e do consolidado

224

11.7 Analisando as participações societárias da Duratex

224

Capítulo 12

Análise da rentabilidade das empresas por meio de indicadores

235

12.1 Precauções no uso de índices financeiros

237

12.2 Estrutura de análise da rentabilidade

238

 

12.2.1 O conceito do lucro operacional ajustado

241

12.2.2 Interpretando os indicadores financeiros

243

12.2.3 Estimando a vida útil do imobilizado

246

12.2.4 Análise vertical da DRE

249

12.2.5 Síntese da análise do ROA

251

12.2.6 Análise da qualidade e da eficiência das decisões de financiamento

253

12.3 Análise dos indicadores da Duratex S.

258

 

12.3.1

Análise de rentabilidade

258

Capítulo 13

Tópicos especiais na análise de balanços

265

13.1 Análise avançada dos estoques

267

13.2 Análise do contas a receber

269

13.3 Leasing operacional e financeiro

270

13.4 Análise dos instrumentos financeiros derivativos (fins de proteção)

273

13.5 Análise dos planos de pensão

275

Capítulo 14

A confiabilidade das demonstrações financeiras, as fraudes contábeis

e o papel do analista financeiro

281

14.1

Gestão de lucros (earnings management), as fraudes contábeis e a contabilidade agressiva

283

14.2

Definição de gestão de lucros e de fraude

285

14.3

Casos de fraudes contábeis

286

14.4

Os mecanismos e os instrumentos de proteção contra as fraudes contábeis

290

14.5

Considerações financeiras sobre a manipulação do lucro por parte dos gestores

292

Anexos

295