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MODELOS ATÔMICOS Química Professora: Raquel Malta 3ª série – Ensino Médio
MODELOS ATÔMICOS Química Professora: Raquel Malta 3ª série – Ensino Médio

MODELOS

ATÔMICOS

MODELOS ATÔMICOS Química Professora: Raquel Malta 3ª série – Ensino Médio

Química

Professora: Raquel Malta

3ª série Ensino Médio

MODELOS ATÔMICOS Química Professora: Raquel Malta 3ª série – Ensino Médio

PRIMEIRA IDEIA DO ÁTOMO

546 a.C. Tales de Mileto: propriedade da atração e repulsão

de objetos após atrito;

500 a.C. Empédocles: matéria é formada por água, ar, terra e fogo – “Teoria dos Quatro Elementos”;

450 a.C. Leucipo: matéria pode ser dividida em partículas cada vez menores, até chegar a uma partícula indivisível ÁTOMO;

400 a.C. - Demócrito e Epicuro: matéria seria constituída por

átomos e espaços vazios;

350 a.C. Aristóteles: aprimorou a ideia da “Teoria dos Quatro Elementos” e fortaleceu o modelo de matéria contínua.

Essas ideias foram marginalizadas por mais de 2000 anos

Quatro Elementos” e fortaleceu o modelo de matéria contínua. Essas ideias foram marginalizadas por mais de
LEIS PONDERAIS Lei da Conservação das Massas Em 1785, Lavoisier propôs que: “Num sistema fechado,

LEIS PONDERAIS

Lei da Conservação das Massas

Em 1785, Lavoisier propôs que:

“Num sistema fechado, a massa total dos reagentes é igual à massa total dos produtos.”

1785, Lavoisier propôs que: “Num sistema fechado, a massa total dos reagentes é igual à massa

LEIS PONDERAIS

Lei das Proporções definidas

Em 1799, Proust propôs que:

Lei das Proporções definidas Em 1799, Proust propôs que: “Numa reação química, existe uma proporção constante

“Numa reação química, existe uma proporção constante

entre as massas das substâncias participantes.

2 H 2 O

36 g

18 g

180 g

O 2

32 g

16 g

+

+

+

160 g +

2 H 2

4 g

2 g

20 g

O MODELO DE DALTON

I Observação experimental

Procurou explicar a Lei de Lavoisier e de Proust.

II Teoria

explicar a Lei de Lavoisier e de Proust. II – Teoria • os átomos são partículas

os átomos são partículas esféricas, maciças e indivisíveis;

átomos de um mesmo elemento são iguais: forma, massa etc.;

numa reação química, átomos não são criados nem destruídos,

apenas rearranjados.

O MODELO DE DALTON

III Modelo Modelo da bola de bilhar partícula maciça e indivisível.

bola de bilhar  partícula maciça e indivisível . Átomo de Dalton IV – Falha Foi

Átomo de Dalton

IV Falha

Foi incapaz de explicar os fenômenos de eletrização não

explicava a existência de cargas.

RAIOS CATÓDICOS

Geissler e Crookes descarga elétrica no interior de um tubo de vidro com gás a baixa pressão tubo de raio catódico mancha luminosa em frente ao cátodo RAIOS CATÓDICOS.

Tubo de raios catódicos
Tubo de raios catódicos

A DESCOBERTA DO ELÉTRON

Thomson pesquisou os raios catódicos e concluiu que:

Propagam em linha reta;

catódicos e concluiu que: • Propagam em linha reta; • Possuem massa (são corpusculares); • 1

Possuem massa

(são corpusculares);

em linha reta; • Possuem massa (são corpusculares); • 1 a partícula subatômica: o ELÉTRON •

1 a partícula subatômica: o ELÉTRON

São constituídos de partículas com carga elétrica negativa.

• 1 a partícula subatômica: o ELÉTRON • São constituídos de partículas com carga elétrica negativa.

O MODELO DE THOMSON

I Observação experimental

Descoberta do elétron em 1897.

II Teoria

experimental Descoberta do elétron em 1897. II – Teoria • O átomo é esférico, maciço e

O átomo é esférico, maciço e divisível;

Átomos são formados por uma “pasta” positiva “recheada”

de elétrons de carga negativa;

Os elétrons estariam distribuídos na esfera positiva;

Total de cargas negativas = total de cargas positivas;

A massa do átomo equivale à massa das cargas positivas.

O MODELO DE THOMSON

III Modelo

Modelo do pudim de passas átomo divisível.

Modelo Modelo do pudim de passas  átomo divisível . Átomo de Thomson IV – Falha
Modelo Modelo do pudim de passas  átomo divisível . Átomo de Thomson IV – Falha

Átomo de Thomson

IV Falha Uniformidade na distribuição de prótons no átomo não explica o desvio de algumas partículas radioativas.

RAIOS ANÓDICOS

Em 1886, Goldstein usa cátodo perfurado e observa feixe

luminoso no sentido oposto ao dos raios catódicos RAIOS

ANÓDICOS OU CANAIS.

usa cátodo perfurado e observa feixe luminoso no sentido oposto ao dos raios catódicos  RAIOS

RAIOS ANÓDICOS

RAIOS ANÓDICOS  Élétrons  Moléculas do gás  Íons positivos

Élétrons

Moléculas do gás

Íons positivos

A DESCOBERTA DO PRÓTON

Em 1904, Rutherford realizou o

mesmo experimento com o

hidrogênio e verificou a presença de partículas com carga elétrica

positiva e muito pequena.

a presença de partículas com carga elétrica positiva e muito pequena. • 2 a partícula subatômica:
a presença de partículas com carga elétrica positiva e muito pequena. • 2 a partícula subatômica:

2 a partícula subatômica: o PRÓTON

A DESCOBERTA DO RAIO X Em 1895, o cientista alemão Roentgen, trabalhando com tubos de

A DESCOBERTA DO

RAIO X

A DESCOBERTA DO RAIO X Em 1895, o cientista alemão Roentgen, trabalhando com tubos de raios

Em 1895, o cientista alemão Roentgen, trabalhando com tubos de raios catódicos, notou a emissão de um tipo de radiação que

ultrapassava determinados materiais e

impressionava uma chapa fotográfica RAIO X.

A DESCOBERTA DA RADIOATIVIDADE

1896 Bequerel descobriu a radioatividade

e o primeiro elemento capaz de emitir radiação

espontaneamente: o urânio.

capaz de emitir radiação espontaneamente: o urânio. • 1898 – Casal Curie (Marie e Pierre) 

1898 Casal Curie (Marie e Pierre) descobriram novos

elementos radioativos: polônio

e rádio.

o urânio. • 1898 – Casal Curie (Marie e Pierre)  descobriram novos elementos radioativos: polônio

DESCOBERTA DOS RAIOS ALFA, BETA E GAMA

Rutherford, ao verificar o tipo de radiação emitida pelo urânio,

descobriu 3 tipos de radiações:

ALFA, BETA E GAMA Rutherford, ao verificar o tipo de radiação emitida pelo urânio, descobriu 3
ALFA, BETA E GAMA Rutherford, ao verificar o tipo de radiação emitida pelo urânio, descobriu 3

A EXPERIÊNCIA DE RUTHERFORD

Em 1911, Geiger e Marsden, sob a supervisão de Rutherford,

utilizaram o polônio (emissor alfa) e fizeram uma experiência na

qual tentaram verificar se os átomos eram realmente maciços.

A experiência consistiu em bombardear uma finíssima lâmina de

ouro (0,0001 cm) com partículas alfa.

maciços. • A experiência consistiu em bombardear uma finíssima lâmina de ouro (0,0001 cm) com partículas

A EXPERIÊNCIA DE RUTHERFORD

Rutherford observou que:

A maioria das partículas atravessou a lâmina de ouro, sem mudar de direção (mais de 99 %);

Algumas partículas sofriam desvios ao atravessar a lâmina;

Uma quantidade muito pequena de partículas não atravessava a lâmina e voltava.

desvios ao atravessar a lâmina; • Uma quantidade muito pequena de partículas não atravessava a lâmina

O MODELO DE RUTHERFORD

I Observação experimental

Experiência de Rutherford, Geiger e Marsden.

II Teoria

de Rutherford, Geiger e Marsden. II – Teoria • O átomo possui uma região central que

O átomo possui uma região central que contém praticamente toda a massa do átomo e carga positiva (prótons) NÚCLEO;

O átomo apresenta uma região praticamente sem massa

envolvendo o núcleo e apresentando carga negativa (elétrons)

ELETROSFERA;

a maior parte do átomo deve ser um vazio;

Elétrons estão em movimento.

O MODELO DE RUTHERFORD

III Modelo

Modelo do sistema solar elétrons girando ao redor do núcleo

do sistema solar  elétrons girando ao redor do núcleo Átomo de Rutherford IV – Falha

Átomo de Rutherford

IV Falha

Os elétrons fariam movimento de espiral e se chocariam com o

núcleo;

Partículas positivas sofreriam repulsão.

A DESCOBERTA DO NÊUTRON

A existência de mais do que um próton no núcleo compromete sua estabilidade provocando a sua fragmentação; Rutherford admitiu a existência, no núcleo, de partículas de massa semelhante a dos prótons, mas sem carga elétrica; Em 1932, James Chadwick descobriu a 3 a partícula subatômica:

os NÊUTRONS.

Logo, o modelo atômico básico mais comumente utilizado hoje em dia é o

proposto por Rutherford, com a inclusão

dos nêutrons no núcleo.

básico mais comumente utilizado hoje em dia é o proposto por Rutherford, com a inclusão dos

TEORIA DOS QUANTA

Em 1900, Max Planck concluiu que a energia é emitida em quantidades discretas, constituindo “pacotes de energia” QUANTA DE ENERGIA

“pacotes de energia”  QUANTA DE ENERGIA • A energia e mi tida e absorvida é

A energia emitida e absorvida é sempre um número inteiro

dessas quantidades de energia.

Cada onda eletromagnética definida por um comprimento de onda e frequência estava associada a um QUANTUM DE ENERGIA

Surge a Mecânica Quântica para explicar o movimento do

elétron em torno do núcleo.

MODELO ATÔMICO DE BOHR

I Observação experimental

Solução para a estabilidade do átomo de Rutherford.

II Teoria

Em 1913, Bohr propôs:

átomo de Rutherford. II – Teoria Em 1913, Bohr propôs: • Um elétron gira ao redor

Um elétron gira ao redor do núcleo em órbita circular com

energia constante;

Um átomo possui um número limitado de órbitas, cada uma delas caracterizada por determinada energia NÍVEIS OU CAMADAS ENERGÉTICAS;

Cada órbita é chamada estado estacionário;

MODELO ATÔMICO DE BOHR

Quando um elétron permanece em movimento numa órbita,

não emite nem absorve energia;

Quando se fornece energia a um elétron (quantum), ele salta de uma órbita para outra mais externa e energética salto quântico ESTADO EXCITADO;

O elétron que passou para o “estado excitado” tende a voltar à

órbita de origem (estado fundamental) mais estável, para tanto deverá emitir energia na forma de onda eletromagnética.

órbita de origem (estado fundamental) mais estável, para tanto deverá emitir energia na forma de onda

MODELO ATÔMICO DE BOHR

III Modelo

O átomo possui órbitas denominadas NÍVEIS OU CAMADAS DE ENERGIA, onde os elétrons ficam sem absorver

nem emitir energia.

, onde os elétrons ficam sem absorver nem emitir energia. Modelo de Bohr IV – Falha

Modelo de Bohr

IV Falha

Bohr não conseguiu explicar o comportamento dos átomos com mais de um elétron possuíam estados diferentes de energia num mesmo nível as linhas espectrais previstas não correspondiam ao observado.

APLICAÇÕES DO MODELO

DE BOHR

APLICAÇÕES DO MODELO DE BOHR • TESTE DE CHAMA Cobre Estrôncio • FOGOS DE ARTIFÍCIO

TESTE DE CHAMA

APLICAÇÕES DO MODELO DE BOHR • TESTE DE CHAMA Cobre Estrôncio • FOGOS DE ARTIFÍCIO

Cobre

Estrôncio

FOGOS DE ARTIFÍCIO

APLICAÇÕES DO MODELO DE BOHR • TESTE DE CHAMA Cobre Estrôncio • FOGOS DE ARTIFÍCIO

MODELO ATÔMICO DE

SOMMERFELD

I Observação experimental

ATÔMICO DE SOMMERFELD I – Observação experimental 1916  interpretação dos espectros descontínuos. II

1916 interpretação dos espectros descontínuos.

II Teoria Linhas espectrais conjunto de linhas finas

Cada nível de energia do modelo de Bohr era constituído por algumas divisões SUBNÍVEIS DE ENERGIA;

O salto de um elétron de um nível de energia para outro pode caracterizar a emissão de fótons com diferentes energias,

dependendo dos subníveis onde estava o elétron antes e

depois do salto;

MODELO ATÔMICO DE

SOMMERFELD

III Modelo Os elétrons giram em torno do núcleo em órbitas circulares (níveis de energia) e elípticas (subníveis de energia).

(níveis de energia) e elípticas (subníveis de energia). Modelo de Sommerfeld IV – Falha A existência

Modelo de Sommerfeld

IV Falha

A existência de órbitas definidas para os elétrons.

MODELO ATÔMICO ATUAL

Modelo atual modelo orbital

Não se admite mais a existência de órbitas, nem circulares nem

elípticas para os elétrons.

1924 Louis De Broglie propôs o dualismo partícula-onda

para o elétron.

1926 Heisenberg “Princípio da Incerteza” não é possível determinar simultaneamente a posição e a velocidade de um elétron no átomo.

a posição e a velocidade de um elétron no átomo. Orbital  região, ao redor do

Orbital região, ao redor do núcleo, mais provável de se encontrar o elétron.

1927 Schoringer números quânticos.