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Fui aluno de Economia-Diurno na UFC no período de 2009.1 a 2012.2 e atualmente estou cursando o segundo ano de mestrado na Escola de Economia de São Paulo (EESP/FGV). Com esse texto, pretendo esboçar um quadro da minha opinião geral sobre o curso e espero ser de alguma utilidade para os aspirantes a calouro, para os calouros, para os que já estão pela metade ou pelo fim do curso e, até mesmo, para os egressos.

Raros são os alunos de Ciências Econômicas da UFC que não se desiludem, em algum momento, com o curso escolhido. Isso se reflete no baixo índice da taxa de sucesso i.e. número de diplomados sobre o número de ingressantes que, de acordo com o Anuário Estatístico da UFC de 2013, possui os valores de 65% para o curso diurno e preocupantes 48,8% para o curso noturno. Ou seja, por esse índice, menos da metade dos ingressantes do período noturno obtém o título de Bacharel.

Os motivos dessa desilusão resumem-se, a meu ver, à falta de conhecimento, ao ingressar, do que sejam Ciências Econômicas no paradigma atual da área e à falta de conhecimento sobre o mercado de trabalho para o economista no Ceará.

Ao escolher para qual curso prestar vestibular, o estudante leva em consideração três elementos principais: a remuneração esperada descontada 1 , suas preferências pessoais e sua capacidade de ingressar no curso e de concluí-lo, com a importância dada a cada fator variando de pessoa para pessoa. Para o curso de Economia, entretanto, as informações sobre os primeiros dois fatores são extremamente nebulosas, o que pode acarretar uma escolha equivocada.

Aferimos a remuneração esperada observando o padrão de vida de pessoas que exercem a profissão almejada, o número de empregados entre os egressos do curso, editais de concursos (por possuírem o salário explicitado), pesquisas salariais no setor privado, etc. Áreas como a Medicina, o Direito e a Engenharia Civil são tidos reconhecidamente como cursos de alta remuneração. A amostra, no Ceará, de pessoas formadas em Economia é muito reduzida para que possamos ter informações precisas sobre o nível de vida médio de um bacharel nessa área. A decisão na escolha do curso

1 A remuneração esperada descontada é a remuneração média que se espera receber durante o restante da vida levando em consideração um fator de impaciência e a probabilidade de ser empregado. Desse modo, várias pessoas prefeririam receber R$5mil mensais pelo resto da vida a partir dos vinte anos a receber R$10mil mensais a partir dos quarenta.

fica então baseada no “basta você se dedicar e ser o melhor na sua área que você ganhará bem!” e no “o importante é trabalhar com o que você gosta!”.

A segunda afirmação acima nos remete ao segundo fator da escolha:

preferências pessoais. Antes de tomar uma decisão que afetará o resto da sua vida, pergunte-se se você sabe o que um economista estuda, como e com o quê trabalha, quais métodos utiliza, etc. Esteja preparado para estudar uma carga pesada de métodos quantitativos: matemática (cálculo diferencial e integral, algebra linear, equações diferenciais, matemática financeira), estatística e econometria. Além disso, as duas disciplinas que compõem a base da teoria econômica predominante atualmente (chamada de ortodoxa ou de mainstream), microeconomia e macroeconomia, também envolvem bastante raciocínio quantitativo, utilizando-se dos métodos supracitados.

Nesse paradigma, é bastante árduo, a meu ver, realmente compreender a teoria econômica e aprender como aplicá-la na prática, pois ela consiste, grosso modo, no desenvolvimento de equações matemáticas que procuram descrever o comportamento dos agentes econômicos, partindo de hipóteses algumas vezes não muito intuitivas. Portanto, para conseguir superar esse obstáculo ou até mesmo para discordar totalmente da teoria mais ortodoxa, é salutar o estudo esmerado de matérias como 2 história (política, econômica e do pensamento econômico), filosofia (lógica, retórica, epistemologia, filosofia da historia, entre outros) e a leitura dos autores no original (Smith, Ricardo, Marx, Walras, Jevons, Menger, Böhm-Bawerk, Marshall, Mises, Hayek, Keynes, em suma, o máximo que você conseguir). Juntar conhecimento quantitativo e literário (chamemos assim) em uma unidade mental orgânica harmônica é, a meu ver, o que forma um bom economista e isso leva bem mais tempo que o período de formação normal do curso.

Após tanto investimento em capital humano, há pelo menos a certeza de uma colocação no mercado? No Ceará, infelizmente, não. O curso de Economia não lhe ensina um ofício, ele lhe ensina técnicas que compõem um ferramental para investigar problemas de diversas dimensões da sociedade 3 , e isso pode ou não coincidir com os

2 Minha formação, nesse ponto, é bem deficiente e, portanto, tento me abster de dar palpite em questões teóricas complexas.

3 Para dar uma noção da abrangência do objeto de estudo da Economia, são exemplos de áreas de pesquisa de professores da UFC: causas e determinantes da pobreza no Brasil, técnicas de previsão para a inflação, relação entre comportamento adúltero e epidemia de AIDS, causas e determinantes do crime, mercado de trabalho, entre outros.

interesses de uma empresa. Pelo que eu vi nesses anos em que passei na UFC, o mercado cearense, pouco desenvolvido, não demanda tais qualificações.

Em suma, caso você queira aprender uma ciência, entender melhor o mundo, conhecer as correntes de pensamento sobre o assunto, quem sabe tornar-se pesquisador, o curso atende aos seus objetivos, mesmo assim à custa de muito esforço pessoal e aprendizado além do ensinado nas cadeiras da faculdade. Se você quer um curso que lhe dê uma boa colocação profissional ou que lhe ensine algum ofício usado no mercado, economia pode não ser a melhor opção. É possível conseguir, como vários alunos conseguem, estágios em boas empresas. Entretanto, você não utilizará diretamente o que aprendeu na faculdade. É um curso que, nessa dicotomia academia-mercado, está mais próximo de Ciências Sociais ou Física (cursos mais acadêmicos) que o de Administração, Contabilidade ou Engenharia (cursos mais práticos), por exemplo.

O que aconselho para os que estão decididos a cursar Ciências Econômicas

A escolha do curso de graduação é algo bastante pessoal e tudo que eu escrever será insuficiente para informá-los. O que posso fazer, entretanto, é tentar ser o mais objetivo possível de acordo com minha própria experiência.

Antes de tudo, procure informar-se o máximo possível sobre o que é economia. Sugiro a leitura de alguns livros. Primeiro, o livro Introdução à Economia do Gregory Mankiw. Ele dá uma ideia do que é a teoria econômica predominante nos principais centros de ensino do mundo. Outras boas leituras são Economia Sem Truques, do Bernardo Guimarães e do Carlos Eduardo Gonçalves e Freakonomics, do Steven Levitt, são livros bem descontraídos e fazem um resumo de alguns dos principais assuntos abordados ainda no âmbito da teoria neoclássica-ortodoxa. Para ver o desenvolvimento da economia como ciência, recomendo algum livro de História do Pensamento Econômico. Os que tenho conhecimento são o Economic Theory in Retrospective, do Mark Blaug, e History of Economic Analysis, do Joseph Schumpeter. Além desses, acho útil ler alguns originais de autores clássicos, como A Riqueza das Nações de Adam Smith e outros da sua escolha. É evidente que é quase impossível ler esses livros na íntegra antes de começar a graduação, o que aconselho é apenas que se folheie, que se

explore e que se leia o início e algumas partes que pareçam interessantes, ou até mesmo ler alguma resenha. Isso é uma prévia do core que será visto durante a graduação.

Se, após esse primeiro contato, você ainda está interessado no curso (ou já está cursando e quer continuar), sugiro que tente decidir o quanto antes o seu futuro profissional. Existem três grandes áreas de atuação: setor privado, setor público e setor acadêmico, abordadas a seguir.

Setor Público

O setor público possui uma remuneração bem diversificada e uma variedade de áreas de atuação. Há os concursos para bancos comerciais públicos, como o Banco do Brasil (BB) e a Caixa Econômica Federal (CEF), que oferecem uma remuneração inicial de cerca de R$2mil e exigem somente nível médio, mas há possibilidades de crescimento de acordo com sua formação de forma similar às empresas privadas.

Outra possibilidade são os bancos de desenvolvimento, como o Banco do Nordeste (BNB) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para eles é exigida a formação em Ciências Econômicas. O primeiro não abre concurso, que eu tenha notícia, há um bom tempo, mas eu estimo que a remuneração inicial seja cerca de R$4mil. O segundo oferece R$9mil e vários benefícios.

Há também concursos para institutos de pesquisa, como o IPEA, o IBGE e o IPECE. O IPEA, com sede em Brasília, é bastante visado pelos economistas por oferecer uma boa remuneração (acima de R$10mil) e por nele trabalhar-se diretamente com a área de pesquisa econômica. Já o IPECE é um órgão de pesquisa estadual, não abre concurso há bastante tempo, mas estimo a remuneração em cerca de R$5mil para candidatos com mestrado e um pouco mais para os com doutorado. O IBGE oferece um salário de R$7-9mil reais, de acordo com a titulação.

Uma outra alternativa são concursos da área fiscal (Auditor da Receita Federal, Estadual ou do Município) e da área de planejamento, gestão e controle (TCU, Auditor de Controle Externo e vários outros), todos esses com remuneração de R$10-15mil. O trabalho nesses órgãos utilizará pouco ou nada do que foi aprendido durante a faculdade, mas o concurso é, geralmente, aberto para qualquer área de formação.

Por fim, há o concurso para o Banco Central, que, na minha opinião, é o mais desejado, tanto pela remuneração compatível com os melhores cargos do poder executivo quanto pelo ambiente de trabalho, caracterizado pelo alto nível dos funcionários.

Para quem deseja ingressar nesse setor, o mais indicado é começar a estudar para os concursos o mais cedo possível, pois são provas bastante competitivas. Devo frisar que os órgãos que geralmente possuem vagas para atuação no Ceará são o BB, a CEF, o BNB, o IPECE e os da área fiscal.

Setor Acadêmico

Para atuar no Ceará, quem envereda por uma pós-graduação (mestrado e doutorado) tem como objetivo atividades de ensino e pesquisa em instituições de ensino superior. Porém, em outras regiões do país, principalmente no Sudeste, é possível trabalhar com pesquisa em instituições privadas, no mercado financeiro, em consultorias, etc.

O acesso à maioria dos centros de pós-graduação do país é feito através do exame da Associação Nacional dos Centros de Pós-Graduação em Economia (ANPEC). Desse modo, não é preciso, via de regra, um projeto de dissertação nem cartas de recomendação. Para quem mora no Nordeste, essa forma de processo seletivo é bastante conveniente, pois é possível ser admitido nos melhores centros do país, bastando, para isso, estudar para o exame 4 .

O exame é bastante difícil. Ele consiste em provas de Matemática, Estatística/Econometria, Microeconomia, Macroeconomia, Economia Brasileira e Inglês (não classificatória). Cada prova possui 15 questões com 5 itens no estilo V ou F, com cada questão falsa anulando uma certa. Há uma prova escrita de Economia Brasileira, porém é a minoria dos centros que a exigem. Os candidatos podem ser chamados pelos centros de acordo com sua classificação. Os centros mais disputados são a FGV-RIO, a PUC-RJ, o IPE/USP e a FGV-SP, geralmente os primeiros 60-80 colocados decidem ir para algum deles.

4 O conteúdo cobrado no exame, a bibliografia e as provas antigas encontram-se no site da ANPEC. http://www.anpec.org.br/novosite/br

A pós-graduação em economia da UFC (CAEN) leva em consideração apenas as

provas de Matemática, de Estatística, de Microeconomia e de Macroeconomia (assim como os quatro outros centros citados anteriormente). Tenha em mente que, no Ceará, o mestrado não o ajudará a ingressar no mercado de trabalho da iniciativa privada. Você, basicamente, aprenderá, de forma mais aprofundada, as teorias Micro e Macroeconômica modernas e as ferramentas necessárias para conduzir pesquisas acadêmicas (Econometria e Matemática).

Ao terminar o mestrado, o aluno geralmente fica entre três opções: continuar no doutorado na mesma instituição (o que custaria apenas dois anos adicionais), tentar ingressar no serviço público ou tentar um PhD no exterior. Essa última opção é bastante custosa, pois serão necessários cinco anos ou mais de estudo ganhando uma bolsa suficiente apenas para sobreviver, além de uma carga elevadíssima de estudos (a maioria estuda cerca de 16h/dia). As vantagens, entretanto, são grandes para os interessados em pesquisa nessa área. Você terá a oportunidade de uma carreira internacional, tanto como professor em universidades nos EUA e na Europa, quanto em órgãos como FMI e Banco Mundial e em empresas privadas. Caso queira voltar à terra natal e ser professor, por exemplo, da UFC, você ganhará tanto quanto alguém que tenha feito doutorado no Brasil. O retorno do PhD no exterior é, portanto, principalmente intelectual.

Setor Privado

O setor privado é uma caixa preta para grande parte dos estudantes de economia

da UFC. De fato, os únicos economistas que conheço trabalhando nesse setor são alguns colegas que estudaram no mesmo período que eu. Somando-se a isso o fato de eu não

ter estagiado (nem procurado estagiar), essa a área se mostra a que eu tenho menos conhecimento. Entretanto, tentarei emitir algumas opiniões sobre o mercado privado de trabalho no Ceará baseadas nos depoimentos desses colegas e do que eu escutei falar nos corredores da faculdade.

O principal que os economistas pretendentes a ingressar no setor privado devem

saber é, no meu julgamento, que eles não podem ficar restritos a querer trabalhar utilizando o que aprenderam em sala de aula. Nenhuma empresa vai demandar que você estime uma curva de custos ou de demanda, um modelo probit ou ache o equilíbrio de Nash perfeito em subjogos para um conjunto de estratégias. O que as firmas estão

procurando é alguém que saiba procedimentos já consolidados, técnicas, legislação, normas contábeis etc.

Várias vezes eu já ouvi (e li) alunos falando que a grade curricular do curso deveria ter mais matérias práticas, como Micro e Macroeconomia, em detrimento de matérias teóricas, como Pensamento Clássico e Pensamento Marxista. Na verdade, todas essas cadeiras são TEÓRICAS. Existe uma confusão das pessoas em achar que, por uma matéria envolver matemática, a cadeira é prática. Nada mais longe da verdade. A matemática, nesse caso, é útil como uma linguagem mais precisa e mais fácil de se checar a consistência lógica. Calcular a alocação ótima entre trabalho e lazer através da maximização de utilidade de um indivíduo levando em conta uma restrição de tempo não parece ter aplicabilidade, assim como supor um corpo num espaço bidimensional deslizando em uma superfície inclinada perfeitamente lisa e na ausência de resistência do ar. A utilidade desses exemplos reside, entre outras coisas, na sua forma didática e na capacidade de reduzir vários aspectos complexos da realidade para estudar isoladamente algumas causas e seus efeitos. Nesse caso, portanto, defender cadeiras práticas em detrimento de cadeiras teóricas é, na verdade, defender uma teoria em detrimento da outra (o que pode ser uma discussão válida, visto que é impossível estudar todas as correntes teóricas existente durante a graduação).

Cadeiras práticas, portanto, seriam aquelas que ensinam procedimentos e técnicas já consolidadas no ambiente empresarial, e.g. Fluxo de Caixa, que utilizam softwares padrão (Pacote Office) e que dão noções de conhecimento da legislação (tributária, comercial, societária) e das normas contábeis. Como a grade curricular obrigatória de Economia na UFC não engloba tais cadeiras, algo essencial é procurar estagiar desde cedo no curso, buscar cursos extracurriculares (Excel, VBA, mercado de ações) conseguir certificações (CNPI, CPA, CFA, CEI), assistir cadeiras optativas de outros cursos da FEAAC, além de, após se formar, fazer pós-graduações voltadas para o mercado.

Qual a vantagem, então, de cursar Economia no Ceará se os conhecimentos utilizados na prática não são objeto de estudo e, pior, são aprendidos em outras graduações? A meu ver, se o aluno conseguir aproveitar o curso ao máximo, ele é capaz de ter uma boa visão geral de como a sociedade funciona e coloca o aluno em contato com assuntos bastante complexos e controversos, com teorias conflitantes, sobre os

quais, de outra maneira, ele não refletiria. Além disso, as matérias quantitativas oferecem um treinamento lógico que exercitam e disciplinam uma forma de pensar mais rigorosa.

Essas aptidões dotam a pessoa de flexibilidade diante de diferentes situações e de grande capacidade de aprender rapidamente qualquer assunto que o trabalho venha a demandar, o que são características bastante demandadas pelo mercado. Esse é o motivo pelo qual Engenheiros muitas vezes tomam o lugar de profissionais de outras áreas (grande parte de egressos do ITA, por exemplo, não trabalha diretamente com engenharia): é um curso que ensina o aluno a pensar. Ademais, saber solidamente as teorias micro e macroeconômicas ajudam quando a pessoa chega em uma posição de tomada de decisão na empresa. Por exemplo, ter noção dos cenários possíveis de como se comportará a demanda dos consumidores do seu nicho de mercado frente à implantação de uma política pública é algo que uma pessoa com formação em economia teoricamente consegue fazer melhor. Não é todo mundo, entretanto, que consegue tirar esse proveito do curso. De fato, muitos têm dificuldade de se adaptar e talvez conseguissem resultados melhores fazendo outras graduações.

Conclusão

Por fim, exponho aqui um resumo dos conselhos citados que eu considero mais importantes e adiciono outros. Esses conselhos não precisam ser seguidos à risca e provavelmente muitos não concordarão com eles, mas eu os cito baseado nos meus erros e acertos durante a graduação e mestrado.

Primeiro, decida seu setor de atuação o mais cedo possível, de preferência antes até de ingressar na faculdade. Claro que isso é bastante difícil de fazer e existe o risco de mudar de opinião no decorrer do curso, mas, como o diploma em si não garante emprego nenhum, essa é uma decisão muito importante para quem decide cursar Economia. Com poucas exceções, quem protela essa escolha para os últimos semestres acaba se frustrando.

Segundo, tente não escolheruma determinada corrente de pensamento pelo menos até os últimos semestres ou até que você tenha conhecimento sólido sobre as correntes conflitantes. Se o aluno se compromete com uma visão logo no início do curso, a probabilidade maior é que ele não consiga ter base suficiente para defendê-la e

acabe por criar uma imagem negativa para os próprios defensores dessa teoria, partindo para generalizações e simplificações do pensamento contrário. O ideal é que se tente reconhecer motivos razoáveis para a crença nas diferentes teorias em vez de atribuir essa defesa a interesses vis.

Terceiro, estude bastante a teoria mainstream. É um fato que ela é ensinada na maioria e nos principais centros de Economia do mundo. Estudá-la a fundo será útil para defendê-la, para criticá-la e para desenvolver o raciocínio, além de ser indispensável para a carreira acadêmica e ser cobrada em alguns editais de concursos.

Quarto, não tenha preconceito nem diminua outras ciências correlatas à Economia, principalmente se for atuar no setor público ou privado, pois você provavelmente as utilizará no trabalho. A delimitação de o que é Economia e o que não é, na verdade, não é uma linha bem definida. Um formulador de políticas públicas, por exemplo, não pode atuar sem ter noções de Direito Administrativo. Alguém que trabalha em uma empresa deve conhecer os procedimentos técnicos de seus diversos setores, etc.