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Teorias Clássicas e Neoclássicas

do Comércio Internacional
do Comércio Internacional
do Comércio Internacional
do Comércio Internacional
do Comércio Internacional
do Comércio Internacional
do Comércio Internacional
do Comércio Internacional
do Comércio Internacional
do Comércio Internacional
do Comércio Internacional
do Comércio Internacional
do Comércio Internacional

do Comércio Internacional

do Comércio Internacional
do Comércio Internacional
David Hume
David Hume
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Tese Principal = specie flow-price hypothesis

(hipótese do preço-fluxo de metais preciosos).

Um superávit comercial continuado não é desejado

PET-Economia FEAC-UFAL

Equilíbrio Automático do Balanço de Pagamentos

Equilíbrio Automático do Balanço de Pagamentos s u p e r á v i t $
Equilíbrio Automático do Balanço de Pagamentos s u p e r á v i t $
Equilíbrio Automático do Balanço de Pagamentos s u p e r á v i t $
Equilíbrio Automático do Balanço de Pagamentos s u p e r á v i t $
Equilíbrio Automático do Balanço de Pagamentos s u p e r á v i t $
Equilíbrio Automático do Balanço de Pagamentos s u p e r á v i t $
Equilíbrio Automático do Balanço de Pagamentos s u p e r á v i t $
Equilíbrio Automático do Balanço de Pagamentos s u p e r á v i t $
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Equilíbrio Automático do Balanço de Pagamentos s u p e r á v i t $
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Equilíbrio Automático do Balanço de Pagamentos s u p e r á v i t $
Equilíbrio Automático do Balanço de Pagamentos s u p e r á v i t $

superávit

do Balanço de Pagamentos s u p e r á v i t $ produtos domésticos

$ produtos domésticos

Pagamentos s u p e r á v i t $ produtos domésticos $ produtos exportáveis

$ produtos exportáveis

á v i t $ produtos domésticos $ produtos exportáveis demanda externa O país deficitário perderia

demanda externa

O país deficitário perderia metais preciosos nas trocas

externa O país deficitário perderia metais preciosos nas trocas Demanda dos produtos externos PET-Economia FEAC-UFAL

Demanda dos produtos externos

PET-Economia FEAC-UFAL

Resultados dos ajustamento automático

Resultados dos ajustamento automático  O país superavitário tenderia a exportar menos e importar mais 
Resultados dos ajustamento automático  O país superavitário tenderia a exportar menos e importar mais 
Resultados dos ajustamento automático  O país superavitário tenderia a exportar menos e importar mais 
Resultados dos ajustamento automático  O país superavitário tenderia a exportar menos e importar mais 
Resultados dos ajustamento automático  O país superavitário tenderia a exportar menos e importar mais 
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Resultados dos ajustamento automático  O país superavitário tenderia a exportar menos e importar mais 
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Resultados dos ajustamento automático  O país superavitário tenderia a exportar menos e importar mais 
Resultados dos ajustamento automático  O país superavitário tenderia a exportar menos e importar mais 
Resultados dos ajustamento automático  O país superavitário tenderia a exportar menos e importar mais 

O país superavitário tenderia a exportar menos e importar mais O país deficitário tenderia a exportar mais e importar menos

Conclusão:

Os fatores reais e a produção determinavam a

prosperidade de uma nação e não o meio

circulante (a moeda)

PET-Economia FEAC-UFAL

Adam Smith
Adam Smith
Adam Smith
Adam Smith
Adam Smith
Adam Smith
Adam Smith
Adam Smith
Adam Smith
Adam Smith
Adam Smith
Adam Smith
Adam Smith
Adam Smith
Adam Smith
Adam Smith
Adam Smith
Adam Smith
Adam Smith
Adam Smith
Adam Smith
Adam Smith
Adam Smith

Adam Smith

Adam Smith
Adam Smith
Adam Smith
Adam Smith
Adam Smith
Adam Smith

Natureza Humana

Trocas

Negócios

Vendas

Divisão do
Divisão
do

Trabalho

+

Produtividade

do Trabalho

Vendas Divisão do Trabalho + Produtividade do Trabalho Riqueza das Nações O limite da divisão do

Riqueza

das

Nações

O limite da divisão do trabalho é o tamanho do mercado

PET-Economia FEAC-UFAL

As Vantagens Absolutas e o Comércio Internacional

As Vantagens Absolutas e o Comércio Internacional  O comércio internacional seria possível tão somente quando
As Vantagens Absolutas e o Comércio Internacional  O comércio internacional seria possível tão somente quando
As Vantagens Absolutas e o Comércio Internacional  O comércio internacional seria possível tão somente quando
As Vantagens Absolutas e o Comércio Internacional  O comércio internacional seria possível tão somente quando
As Vantagens Absolutas e o Comércio Internacional  O comércio internacional seria possível tão somente quando
As Vantagens Absolutas e o Comércio Internacional  O comércio internacional seria possível tão somente quando
As Vantagens Absolutas e o Comércio Internacional  O comércio internacional seria possível tão somente quando
As Vantagens Absolutas e o Comércio Internacional  O comércio internacional seria possível tão somente quando
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As Vantagens Absolutas e o Comércio Internacional  O comércio internacional seria possível tão somente quando
As Vantagens Absolutas e o Comércio Internacional  O comércio internacional seria possível tão somente quando
As Vantagens Absolutas e o Comércio Internacional  O comércio internacional seria possível tão somente quando
As Vantagens Absolutas e o Comércio Internacional  O comércio internacional seria possível tão somente quando
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As Vantagens Absolutas e o Comércio Internacional  O comércio internacional seria possível tão somente quando
As Vantagens Absolutas e o Comércio Internacional  O comércio internacional seria possível tão somente quando
As Vantagens Absolutas e o Comércio Internacional  O comércio internacional seria possível tão somente quando
As Vantagens Absolutas e o Comércio Internacional  O comércio internacional seria possível tão somente quando
As Vantagens Absolutas e o Comércio Internacional  O comércio internacional seria possível tão somente quando

O comércio internacional seria possível tão somente

quando o tempo de trabalho necessário para produzir

pelo menos um produto fosse inferior aquele do exterior;

O comércio internacional também serviria como válvula

de escape para o excesso de produção interna;

O livre comércio só mereceria restrições no caso de se

proteger os empreendedores menos preparados à

abertura comercial. Devia ser uma abertura gradual

Em Smith, o comércio internacional está ligado a idéia

de acumulação de capital, portanto de desenvolvimento

econômico.

PET-Economia FEAC-UFAL

David Ricardo
David Ricardo
David Ricardo
David Ricardo
David Ricardo
David Ricardo
David Ricardo
David Ricardo
David Ricardo
David Ricardo
David Ricardo
David Ricardo
David Ricardo
David Ricardo
David Ricardo
David Ricardo
David Ricardo
David Ricardo
David Ricardo
David Ricardo
David Ricardo
David Ricardo
David Ricardo
David Ricardo
David Ricardo
David Ricardo

David Ricardo

David Ricardo
David Ricardo
David Ricardo

Pressupostos para o modelo:

O único fator de produção considerado é a mão-de-

obra. Móvel no interior do país e imóvel

internacionalmente

Os salários são nivelados na economia doméstica

Comércio entre dois países com apenas dois produtos

As diferenças na produtividade de mão-de-obra fariam surgir as vantagens comparativas entre dois

países

A balança comercial está sempre em equilíbrio

Há crescentes rendimentos de escala

PET-Economia FEAC-UFAL

A Teoria das Vantagens Comparativas

A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
A Teoria das Vantagens Comparativas   Tecidos Vinhos Inglaterra 100 120 Portugal 90 80
 

Tecidos

Vinhos

Inglaterra

100

120

Portugal

90

80

Quantidade de homens/ano para

produzir uma

unidade de

produto

Os países devem especializar-se na produção

daqueles bens que produzam com maior eficiência,

isto é, com menores custos relativos.

Conclusão:

Ricardo defendia o livre comércio por achar que mais

comércio é melhor do que menos comércio e para

quebrar o poder do monopólio sobre as terras (renda

da terra)

PET-Economia FEAC-UFAL

As Teorias Neoclássicas do Comércio Internacional

As Teorias Neoclássicas do Comércio Internacional Observações sobre o modelo Hecksher-Ohlin:  Contestação da
As Teorias Neoclássicas do Comércio Internacional Observações sobre o modelo Hecksher-Ohlin:  Contestação da
As Teorias Neoclássicas do Comércio Internacional Observações sobre o modelo Hecksher-Ohlin:  Contestação da
As Teorias Neoclássicas do Comércio Internacional Observações sobre o modelo Hecksher-Ohlin:  Contestação da
As Teorias Neoclássicas do Comércio Internacional Observações sobre o modelo Hecksher-Ohlin:  Contestação da
As Teorias Neoclássicas do Comércio Internacional Observações sobre o modelo Hecksher-Ohlin:  Contestação da
As Teorias Neoclássicas do Comércio Internacional Observações sobre o modelo Hecksher-Ohlin:  Contestação da
As Teorias Neoclássicas do Comércio Internacional Observações sobre o modelo Hecksher-Ohlin:  Contestação da
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As Teorias Neoclássicas do Comércio Internacional Observações sobre o modelo Hecksher-Ohlin:  Contestação da
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As Teorias Neoclássicas do Comércio Internacional Observações sobre o modelo Hecksher-Ohlin:  Contestação da
As Teorias Neoclássicas do Comércio Internacional Observações sobre o modelo Hecksher-Ohlin:  Contestação da
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As Teorias Neoclássicas do Comércio Internacional Observações sobre o modelo Hecksher-Ohlin:  Contestação da
As Teorias Neoclássicas do Comércio Internacional Observações sobre o modelo Hecksher-Ohlin:  Contestação da
As Teorias Neoclássicas do Comércio Internacional Observações sobre o modelo Hecksher-Ohlin:  Contestação da
As Teorias Neoclássicas do Comércio Internacional Observações sobre o modelo Hecksher-Ohlin:  Contestação da
As Teorias Neoclássicas do Comércio Internacional Observações sobre o modelo Hecksher-Ohlin:  Contestação da
As Teorias Neoclássicas do Comércio Internacional Observações sobre o modelo Hecksher-Ohlin:  Contestação da
As Teorias Neoclássicas do Comércio Internacional Observações sobre o modelo Hecksher-Ohlin:  Contestação da
As Teorias Neoclássicas do Comércio Internacional Observações sobre o modelo Hecksher-Ohlin:  Contestação da
As Teorias Neoclássicas do Comércio Internacional Observações sobre o modelo Hecksher-Ohlin:  Contestação da
As Teorias Neoclássicas do Comércio Internacional Observações sobre o modelo Hecksher-Ohlin:  Contestação da
As Teorias Neoclássicas do Comércio Internacional Observações sobre o modelo Hecksher-Ohlin:  Contestação da
As Teorias Neoclássicas do Comércio Internacional Observações sobre o modelo Hecksher-Ohlin:  Contestação da

Observações sobre o modelo Hecksher-Ohlin:

Contestação da teoria do valor trabalho; As diferenças levadas em consideração entre os países estavam na dotação de fatores de produção (mão-de-

obra; capital; terra; recursos minerais e energéticos) e

sua utilização em diferentes tipos de atividades produtivas (tecnologia); Os fatores mão-de-obra e capital eram perfeitamente móveis;

A abertura do mercado ao comércio exterior implica que o $ de equilíbrio não é mais determinado pela oferta e

demanda doméstica.

PET-Economia FEAC-UFAL

O Modelo
O Modelo
O Modelo
O Modelo
O Modelo
O Modelo
O Modelo
O Modelo
O Modelo
O Modelo
O Modelo
O Modelo
O Modelo
O Modelo
O Modelo
O Modelo
O Modelo
O Modelo
O Modelo
O Modelo
O Modelo
O Modelo
O Modelo
O Modelo
O Modelo
O Modelo

O Modelo

O Modelo
O Modelo
O Modelo

A relação de troca entre os países deve ser estabelecida pelas diferentes dotações de fatores produtivos e não

mais pela teoria do valor-trabalho apenas.

Curva de Possibilidade de Produção

Hipóteses:

um país A produz duas mercadorias apenas, x e y

1 tonelada da mercadoria x custa o mesmo que 1

tonelada da mercadoria y

o país A produz 100 toneladas de mercadorias por ano

(50 de x e 50 de y)

o país A produz com sua plena capacidade de produção

PET-Economia FEAC-UFAL

Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção

Possibilidade de Produção

Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção
Possibilidade de Produção

x 90

100

80

70

60

50

40

30

20

10

0

y 10

0

20

60

40

50

60

70

80

90

100

10 0 20 60 40 50 60 70 80 90 100 OBS: Para atingir C é

OBS:

Para atingir C é necessário aumentar o parque produtivo e utilizar melhor os recursos

Em D há uma queda da produção e a economia está trabalhando com capacidade ociosa A substituição de x por y, ou vice-versa, depende das conveniências do mercado, ou seja, do custo de oportunidade PET-Economia FEAC-UFAL

Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença

Curvas de Indiferença

Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença
Curvas de Indiferença PET-Economia FEAC-UFAL

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Modelo Aplicado ao Comércio Internacional

Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
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Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 
Modelo Aplicado ao Comércio Internacional  Pressupostos:  O país A entra no comércio internacional; 

Pressupostos:

O país A entra no comércio internacional;

No exterior o preço é 2x = 1y. Em A, o preço é 1x =

1y;

A produção e as vendas do país A no comércio

internacional são tão pequenas que não afetam os

preços internacionais (livre concorrência)

O país A terá vantagem comparativa na produção de y. Como, internamente, com 1y ele consegue apenas 1x,

no comércio internacional com 1y ele consegue 2x.

Portanto deixará de produzir x e aumentará a produção

de y.

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Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z

Modelo de Hecksher-Olhin (cont.)

X

200

100

90

60

0

Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) X 200 100 90 60 0 V1 V C P Z D
V1 V C P Z D 40 55 100
V1
V
C
P
Z
D
40
55
100

Y

OBS: Efeitos no país A

1. a

importação

de

x

não

gerou

desemprego

nem

ociosidade de produção porque os recursos foram

canalizados para a produção de y;

2. O padrão de vida melhorou porque o consumo que

estava limitado em P foi para C;

OBS: Efeito nos dois países (A e B)

Antes:

em A, 1x = 1y (A produz y)

em B, 3x = 1y (B produz x)

Depois:

A se beneficiará se conseguir trocar 1y por mais de 1x;

B se beneficiará se conseguir trocar 3x por mais de 1y.

Resultado:

O país A propõe trocar 1y por 2x, o que será bom para

ambos

PET-Economia FEAC-UFAL

 O Modelo Hecksher-Ohlin explica as diferenças entre custo comparativo-oportunidade diante das seguintes
 O Modelo Hecksher-Ohlin explica as diferenças entre custo comparativo-oportunidade diante das seguintes
 O Modelo Hecksher-Ohlin explica as diferenças entre custo comparativo-oportunidade diante das seguintes
 O Modelo Hecksher-Ohlin explica as diferenças entre custo comparativo-oportunidade diante das seguintes
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 O Modelo Hecksher-Ohlin explica as diferenças entre custo comparativo-oportunidade diante das seguintes

O Modelo Hecksher-Ohlin explica as diferenças entre custo comparativo-oportunidade diante das seguintes circunstâncias:

Modelo de Hecksher-Olhin (cont.)

custo dos insumos produtivos (matérias-primas); a proporção dos fatores de produção (natureza, trabalho e capital) a mobilidade da mão-de-obra que é ilimitada em termos nacionais, mas em termos internacionais

não têm livre mobilidade, o que pode provocar

diferenciais de salários entre os países; monopólio sobre o conhecimento e tecnologia (patentes)

PET-Economia FEAC-UFAL

Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) Conclusão: Segundo o modelo, os países tendem a exportar produtos que
Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) Conclusão: Segundo o modelo, os países tendem a exportar produtos que
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Modelo de Hecksher-Olhin (cont.) Conclusão: Segundo o modelo, os países tendem a exportar produtos que

Modelo de Hecksher-Olhin (cont.)

Conclusão:

Segundo o modelo, os países tendem a exportar

produtos que utilizam intensivamente o fator produção que se encontra relativamente abundante no país, e importam a mercadoria que utiliza intensivamente o fator de produção menos abundante no país.

PET-Economia FEAC-UFAL

As Teorias Clássicas e o Modelo de Hecksher-Ohlin

As Teorias Clássicas e o Modelo de Hecksher-Ohlin Teoria Clássica   Modelo   Coeficiente técnico de
As Teorias Clássicas e o Modelo de Hecksher-Ohlin Teoria Clássica   Modelo   Coeficiente técnico de
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Teoria Clássica

 

Modelo

 

Coeficiente técnico de

Função

de

produção

produção diferente

igual

para

todos

os

países

envolvidos

no

Diferenças

comércio internacional

tecnológicas

diferenças

 

Diferenças

em

tecnológicas

produtividade

 

variação de fatores

na

dotação

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O Paradoxo de Leontieff
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O Paradoxo de Leontieff
O Paradoxo de Leontieff

O Paradoxo de Leontieff

O Paradoxo de Leontieff
O Paradoxo de Leontieff
O Paradoxo de Leontieff

Wassily Leontieff (Nobel de Economia 1973) em estudo

publicado em 1953, afirmou que as exportações norte-

americanas eram menos intensivas em capital que as

importações norte-americanas. Esse é um dos mais

importantes estudos de evidência contra a teoria das

proporções dos fatores.

Apesar dos EUA ser um país que utilizava intensivamente

o fator capital em relação ao fator mão-de-obra,

importava produtos intensivos em fator capital e

exportava produtos intensivos em mão-de-obra

(primários)

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