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1 SOCIEDADE INTEGRADA MADRE CELESTE ESCOLA SUPERIOR MADRE CELESTE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM JOSELY MATOS ALVES

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SOCIEDADE INTEGRADA MADRE CELESTE ESCOLA SUPERIOR MADRE CELESTE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM

JOSELY MATOS ALVES

ATENDIMENTO DE ENFERMAGEM AO PACIENTE POLITRAUMATIZADO

Avaliação Primária e Secundária

Ananindeua - PA

2014

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JOSELY MATOS ALVES

ATENDIMENTO DE ENFERMAGEM AO PACIENTE POLITRAUMATIZADO Avaliação Primária e Secundária

Pesquisa a ser apresentada à disciplina Enfermagem em Urgência e Emergência da Professora Suenny Leal Melo, para obtenção de nota da 1ª NPC, do 10º semestre do curso de Graduação em Enfermagem.

Ananindeua PA

2014

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SUMÁRIO

RESUMO

 

x

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INTRODUÇÃO

06

1.

1

POLITRAUMATISMO

06

1.

2

AVALIAÇÃO PRIMÁRIA DAS VÍTMAS DE POLITRAUMATISMOS

07

 

(A)

Airway - Via aérea

07

(B)

Breathing - Respiração

08

(C)

Circulation - Circulação

08

(D)

Disability - Disfunção Neurológica

09

(E)

Exposition - Exposição

10

1.

3 AVALIAÇÃO SECUNDÁRIA DAS VÍTIMAS DE POLITRAUMATISMOS

10

2

METODOLOGIA

13

3

OBJETIVO

13

4

DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM

13

CONSIDERAÇÕES FINAIS

15

REFERÊNCIAS

 

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RESUMO

O politraumatismo é considerado a primeira causa de morte entre indivíduos na faixa etária de 20 a 40 anos de idade, ou seja, na fase em que o indivíduo é mais produtivo, sendo as vítimas, na grande maioria, do gênero masculino. O enfermeiro é responsável pela assistência, que tem como meta a reanimação e a estabilização do paciente no local de ocorrência e durante o transporte para o pré-atendimento fixo. A avaliação primária e reanimação ocorrem simultaneamente, “ABCDE” (Airway, Breathing, Circulation, Disability, Exposition - Via aérea, Respiração, Circulação, Disfunção Neurológica e Exposição) é efetuada e esta avaliação primária em até 2 a 5 minutos. Na avaliação secundária, realiza-se a anamnese com o paciente (se cooperativo), com parentes e com pessoal do atendimento pré hospitalar, “AMPLE”: (A, allergies) - alergias; (M, medications) - medicamentos usados; (P, past illness) - passado mórbido; (L, last meal) - última refeição; (E, events) - eventos precedentes ao trauma e relacionados ao ambiente. A pesquisa foi feita por etapas que vão de busca, leitura, compreensão, inclusão e exclusão de temas com relevância ao cuidado de enfermagem aos politraumatismos, no período de 18 a 22 de outubro de 2014; com objetivo de enfatizar a atuação e intervenções do enfermeiro na avaliação primária e secundária. Como toda a rotina pré e intra-hospitalar, temos como achado alguns diagnósticos de enfermagem, também importantes para a organização e fluxo de serviço. Como considerações finais, vemos que o enfermeiro emergencialista possui um papel fundamental dentro da equipe multiprofissional, sendo responsável por grande parte do atendimento às vítimas de politraumatismos. Portanto, é imprescindível que adquira conhecimentos e habilidades especificas que o embase para prestar tal serviço, diminuindo e, se possível, a abolindo as sequelas do trauma, evitando assim, as complicações que levam ao óbito.

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1 INTRODUÇÃO

1.1 POLITRAUMATISMO

Segundo Tavares (2010) apud Mock et al (2004), trauma pode ser

definido como qualquer ferimento ou choque causado por uma força externa que pode levar a défices permanentes ou à morte.

O politraumatismo advém de um evento traumático em que há grande

desprendimento de energia, como quedas, acidentes de trânsito, atropelamentos e ferimentos por armas de fogo, entre outras causas que resultem em graves lesões. Também é considerado a primeira causa de morte entre indivíduos na faixa etária de 20 a 40 anos de idade, ou seja, na fase em que o indivíduo é mais produtivo, sendo as vítimas, na grande maioria, do gênero masculino. Esta prevalência pode ser atribuída ao fato da população masculina ser mais propensa a atividades e comportamentos de risco (MATTOS, 2012). Segundo Cavalcanti (2013), o paciente vítima de múltiplos traumas atendido em uma emergência requer cuidados iniciais específicos, bem como ações rápidas e efetivas. Dessa forma, o profissional de saúde, ao atendê-lo, necessita realizar uma avaliação integral e, ao mesmo tempo, objetiva do politraumatizado, estabilizando as funções vitais e reduzindo os danos. Adão (2012) ressalta que, juntamente com o médico e o socorrista, o enfermeiro é responsável pela assistência, que tem como meta a reanimação e

a estabilização do paciente no local de ocorrência e durante o transporte para o pré-atendimento fixo. Dada a necessidade de envolver técnicas complexas, além de manobras invasivas, essa assistência justifica a presença do enfermeiro e do médico na ambulância. E diz ainda que a equipe de profissionais da saúde deve ser composta por: coordenador do serviço, responsável Técnico, responsável de enfermagem, médicos reguladores, médicos intervencionistas, enfermeiros assistenciais e auxiliares e técnicos de enfermagem.

O enfermeiro participa, juntamente com a equipe de APH móvel, de

ambientes diversos, com restrição de espaço físico e em situações limite de

tempo da vítima e cena. Essas situações evidenciam a necessidade de

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decisões imediatas, baseadas em protocolos, conhecimento e rápida avaliação (ADÃO, 2012).

1.2 AVALIAÇÃO PRIMÁRIA DAS VÍTIMAS DE POLITRAUMATISMOS

Avaliação primária do paciente com trauma deverá ocorrer conforme o protocolo de atendimento inicial do politraumatizado recomendado pelo ATLS (Avanced Trauma Live Suportt). Reanimação frente à parada cardiocirculatória é realizada imediatamente após o diagnóstico. Avaliação primária e reanimação ocorrem simultaneamente, em uma seqüência lógica de condições de risco à vida, conhecida como “ABCDE” (Airway, Breathing, Circulation, Disability, Exposition - Via aérea, Respiração, Circulação, Disfunção Neurológica e Exposição) é efetuada e esta avaliação primária em até 2 a 5 minutos. Tratamento simultâneo de lesões potencialmente fatais pode ser feito, seguindo o Protocolo clínico sobre o trauma (VIEIRA et al, 2011apud CHIARA,

2009).

(A) Airway VIAS AÉREAS E COLUNA CERVICAL Inicialmente, é avaliada a permeabilidade das vias aéreas superiores:

Capacidade do paciente falar,

Inspeção da cavidade oral, buscando possível obstrução da via aérea

- Queda de língua,

- Presença de vômito, sangue, corpo estranho na cavidade oral,

- Trauma bucomaxilofacial, - Queimadura extensa de face com acometimento da cavidade oral,

-

estridor

A

respiração

tipo

gasping

(respiração

profunda),

laríngeo.

Em obstrução real ou potencial de vias aéreas, fazer manobras para sua liberação :

- Aspiração,

- Anteriorização do mento,

- Posicionamento da cânula orofaríngea,

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- Administração de oxigênio10-12L/min em máscara com reservatório - Intubação traqueal se necessário.

- Intubação via nasotraqueal no potencial trauma maxilofacial é contra-indicada.

- Traqueostomia pode ser necessária em traumas faciais com

fraturas graves de mandíbula e maxila.

Politrauma deve ter coluna cervical imobilizada até lesão raquimedular ser descartada.

(B) Breathing - VENTILAÇÃO

Avaliação da ventilação se faz através da inspeção, percussão, palpação e ausculta do tórax. Os diagnósticos a serem buscados são:

Pneumotórax hipertensivo. Conduta: Toracocentese imediata e/ou toracotomia com drenagem torácica fechada

Pneumotórax aberto. Conduta: Curativo de três pontos imediatamente (paciente não intubado); drenagem torácica é tratamento definitivo.

Tórax instável. Conduta: Intubação e ventilação com pressão positiva.

Hemotórax maciço. Conduta: Toracotomia com drenagem torácica fechada. - Se ar sob pressão. Conduta: Descompressão pleural - Descompressão negativa ou resultar em sangue. Conduta:

Preferir Rx Tórax antes de qualquer outro procedimento.

(C)

Circulation CIRCULAÇÃO

 

No manuseio do traumatizado o choque deve ser sempre considerado

(e

tratado),

a

princípio,

como hemorrágico. Como seqüência para exame

deve-se:

Pesquisar e controlar fontes de sangramento externo, mediante compressão;

Puncionar dois acessos periféricos calibrosos (14-16 G) e, na impossibilidade destes, obter acesso central;

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Colher amostra de sangue para prova cruzada (lactato, troponina no trauma cardíaco, BHCG para mulheres jovens);

Em caso de choque, realizar reposição volêmica, utilizando solução salina (SF 0,9%, em bolus de 2000 ml). Para cada ml de sangue perdido repõe-se 3 ml de cristalóide isotônico. A hemotransfusão é somente indicada em caso de choque grau III e IV. Logo que se finaliza a infusão devem-se reavaliar os parâmetros hemodinâmicos classificando em adequada, transitória, ausente. Avaliar possibilidade de: Choque cardiogênico; Choque obstrutivo (causado por Pneumotórax hipertensivo, Tamponamento cardíaco), Choque neurogênico, que deverá ser tratado com infusão de volumes e drogas vasoativas.

(D) Disability DISFUNÇÃO O exame neurológico durante a avaliação primária é realizado:

Classificando o paciente de acordo a Escala de Coma de Glasgow (ECG),

Examinando a pupila (diâmetro e reatividade à luz),

Motricidade dos membros.

e reatividade à luz),  Motricidade dos membros. Fonte:

Fonte: http://aenfermagem.com.br/materia/escala-de-coma-de-glasgow/

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(E) Exposition - EXPOSIÇÃO Remoção de toda vestimenta é realizada na chegada, com exposição do tórax e membros superiores para avaliação, monitoramento e punção venosa. Durante este momento é realizada a rolagem em bloco para facilitar a remoção das vestimentas e realização do exame do dorso, que compreende a inspeção e palpação. Posteriormente faz-se a limpeza e medicação temporária das feridas, posicionamento de talas e tutores ortopédicos e, por fim, o paciente é coberto com manta térmica para se prevenir a dispersão de calor.

Esses exames são efetuados após a avaliação primária e antes da avaliação secundária, para identificar condições que rapidamente podem piorar e que requerem tratamento imediato, ou lesões que requerem aprofundamento diagnóstico de segundo nível: Radiografia de tórax e pelve, E-FAST (Extended Focused Abdominal Sonography for Trauma), Exames laboratoriais, Hemograma.

1.3 AVALIAÇÃO SECUNDÁRIA DAS VÍTMAS DE POLITRAUMATISMO

Vieira et al (2011), afirma que deve-se realizar a anamnese com o paciente (se cooperativo), com parentes e com pessoal do atendimento pré hospitalar, seguindo o acrônimo “AMPLE”: (A, allergies) - alergias; (M, medications) - medicamentos usados; (P, past illness) - passado mórbido; (L, last meal) - última refeição; (E, events) - eventos precedentes ao

trauma e relacionados ao ambiente. O exame físico deve ser conduzido de modo sistemático, em seqüência céfalo-caudal, completo, atentando-se para a região anatômica acometida. Anamnese do paciente esquema “AMPLE”:

1- A: Allergies (alergias pregressas)

2 - M: Medications (fármacos em uso)

3 - P: Past illness (doenças prévias)

4 - L: Last meal (última refeição)

5 - E: Events (eventos que precederam o trauma)

Anamnese do evento traumático:

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- Modalidade do acidente: impacto anterior, lateral, posterior, capotamento, queda de altura, atropelamento, incidente ciclístico/motobilístico, incidente esportivo, agressão.

- Energia cinética do impacto: velocidade do veículo/motocicleta, estrada

de procedência (urbana, autoestrada), morte de ocupantes, altura da queda.

- Posição na qual foi encontrado o acidentado, posição que ocupava no veículo no momento do impacto, ejeção do veículo. - Presença, no momento do impacto de air bag, cinto de segurança, capacete.

- Tempo de tratamento pré-hospitalar: chamada, chegada de ambulâcia,

tempo de atendimento in loco, tempo de transporte. - Tipo de assistência extra-hospitalar (BLS/ALS) e procedimentos efetuados (remoção de ferragens, controle da via aérea, administração de 02, infusão, imobilização, estado de consciência no local).

Indicadores de impacto de alta energia:

- Ejeção do veículo

- Velocidade do veículo no momento do acidente superior a 60 km/h

- Deformação do veículo maior que 50 cm (externo)

- Capotamento do veículo

- Morte de ocupante do mesmo veículo

- Queda maior de 6 metros

- Impacto auto x pedestre ou auto x ciclista com velocidade superior a 10

km/h

- Incidente motociclístico com velocidade superior a 40 km/h

- Incidente motociclístico com amputação

Trauma penetrante:

- Tipo e características da arma

- Presença de trauma secundário (p. ex., queda depois do disparo)

- Posição da vítima em relação ao agressor

- Destino do agressor (pode ser útil por razões de segurança)

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Os exames a nível secundário são realizados após os exames de nível primário e ao término de estabilização do paciente: Radiografia da coluna vertebral, Radiografia do restante do esqueleto e dos membros, Tomografia Computadorizada (TC), Angiografia, Ressonância Nuclear Magnética (RNM) em casos específicos.

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2 METODOLOGIA

Optou-se, como base de dados, a artigos, oriundos do Google acadêmico para realização da pesquisa, que abordam o tema relacionado à assistência de enfermagem às vítimas de traumas, sendo selecionados apenas os trabalhos publicados dentro do período compreendido entre os anos de 2010 até 2014. As etapas vão de busca, leitura, compreensão, inclusão e exclusão de temas com relevância ao cuidado de enfermagem na avaliação primária e secundária às vítimas de politraumatismos, até o resultado final, que compreende o período de 17 a 22 de outubro de 2014. Tendo descritores utilizados: “Enfermagem em urgência e emergência”, “Politraumas”, “Avaliação primária e secundária”

3 OBJETIVO

Enfatizar a atuação e intervenção do enfermeiro nas avaliações primária e secundária às vítimas de politraumatismo.

4 DIAGNÓSTICOS DE ENFERMAGEM

Foram encontrados diagnósticos relacionados às vítimas de politraumatismos, segundo Bertoncello (2013), o qual foi usado como referencial teórico a Taxonomia II da NANDA Internacional e a Nursing Interventions Classification, realizado em uma unidade de urgência e

emergência, de um hospital público de grande porte do sul do país. Os diagnósticos mais freqüentes, dentre os pacientes estudados no artigo, foram

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(100%), mobilidade física prejudicada 33 (80,4%), deambulação prejudicada

32

(78%). Seguidos de déficit no autocuidado para banho 31 (75,6%), déficit no

autocuidado para vestir-se 30 (73,1%), déficit no autocuidado para higiene íntima 29 (70,7%), mobilidade no leito prejudicada 28 (68,2%), capacidade de transferência prejudicada 26 (63%), integridade da pele prejudicada 24 (58,5%), integridade tissular prejudicada 24 (58,5%), déficit no autocuidado para alimentação 21 (51,2%) e padrão respiratório ineficaz 21 (51,2%).

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Quadro1: Diagnósticos de Enfermagem mais frequentes com suas características definidoras e fatores relacionados.

suas características definidoras e fatores relacionados. Fonte:

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CONSIDERAÇÕES FINAIS

Como nos mostra os meios de comunicação como a TV, rádios, jornais e outros meios, a incidência de casos de acidentes de diversas formas, são muito numerosos, o que vem reforçar a importância do papel da equipe que presta socorro imediato às vítimas. E em todo o processo, o enfermeiro emergencialista possui um papel fundamental dentro da equipe multiprofissional, sendo responsável por grande parte desse atendimento, além de atuar diretamente na assistência, no gerenciamento do cuidado e da equipe de enfermagem, pois eles são tidos como os profissionais que apresentam conhecimento científico, técnico, prático e dos princípios de enfermagem; além de atuar também no processo de aprendizagem da equipe, para possibilitar o melhor desenvolvimento das normas e rotinas. Portanto, é imprescindível que adquira conhecimentos e habilidades especificas que o embase para prestar tal serviço, diminuindo e, se possível, a abolindo as sequelas do trauma, evitando assim, as complicações que levam ao óbito.

REFERÊNCIAS

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ADÃO, Rodrigo de Souza; SANTOS, Maria Regina dos. Atuação do enfermeiro no atendimento pré-hospitalar móvel. Rev. Min. Enferm.;16(4): 601-608, out./dez., 2012. Disponível em:

<http://www.reme.org.br/artigo/detalhes/567>. Acesso em 18 Out. 2014.

BERTONCELLO, Kátia Cilene Godinho; CAVALCANTI, Cibele D’Avila Kramer; ILHA, Patricia. Diagnósticos reais e proposta de intervenções de enfermagem para os pacientes vítimas de múltiplos traumas. Revista Eletrônica de Enfermagem, [S.l.], v. 15, n. 4, p. 905-14, dez. 2013. ISSN 1518-1944. Disponível em:

<https://www.revistas.ufg.br/index.php/fen/article/view/19497/15718>. Acesso em: 18 Out.

2014.

MATTOS, Leandro Sanceverino; SILVÉRIO, Maria Regina. Avaliação do indivíduo vítima de politraumatismo pela equipe de enfermagem em um serviço de emergência de Santa Catarina. Rev Bras Promoç Saúde, Fortaleza, 25(2): 182-191, abr./jun., 2012. Disponível em:

<http://ojs.unifor.br/index.php/RBPS/article/view/2227/2452> Acesso em 18 Out. 2014.

TAVARES, Daniel António Leite. Uso de Meios Complementares de Diagnóstico na Avaliação Inicial de Doentes Politraumatizados. Tese de Mestrado Integrado em Medicina. Intituto de Ciências Biomédicas de Abel

Salazar, Universidade do Porto/Centro Hospitalar do Porto, EPE, Porto, 2010. Disponível em:

<http://repositorio-

aberto.up.pt/bitstream/10216/52789/2/O%20Uso%20de%20Meios%20Complementares%

20de%20Diagnstico%20na%20Avaliao%20In.pdf> Acesso em: 18 Out. 2014.

VIEIRA, C.A.S.; MAFRA, A.A

Protocolos Clínicos sobre o trauma. Belo Horizonte, janeiro de 2011

et al / Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais.