Sunteți pe pagina 1din 7

ELETRÔNICA

ELETRÔNICA

Juliano Matias

Neste artigo abordaremos o padrão de comunicação EIA-485, suas especificações e seus limites práticos. E
Neste artigo abordaremos o padrão de
comunicação EIA-485, suas especificações
e seus limites práticos. E veremos o porquê
dela ser a rede mais utilizada em ambiente
industrial nos dias de hoje.

• Característica multipoint;

• Apenas uma fonte simples de +5V para alimen- tar os circuitos de transmissão e recepção;

• Transmissão de dados em modo comum com

tensões de –7V até +12V.

• Até 32 participantes (cargas);

• Transmissão de dados em até 10 Mbps em uma

distância máxima de 12 metros;

• Distância máxima de 1200 metros em 100 Kbps.

As interpretações de suas especificações e as características do padrão variam de fabricante para

fabricante, porém, essas especificações têm que ser seguidas pelos fabricantes dos chips de implementação do padrão. Podemos citar, por exem- plo, a redes Fieldbus que transmitem em RS-485 em 12 Mbps em 100 metros. Uma aplicação típica da rede RS-485 é mostrada na figura 1.

ESPECIFICAÇÕES BÁSICAS DO PADRÃO

RS-485

O circuito de Driver que implementa a rede RS-485 é garantido pela diferença de tensão em seus termi-

E le é

chamado

normalmente

de RS-485,

entretanto, seu nome oficial é EIA-485 que reflete o nome do comitê que naquele tempo foi padronizado.

Esse padrão será logo revisado e se tornará a norma

TIA/EIA-485-A.

O padrão RS-485 é baseado na transmissão dife- rencial de dados que é ideal para transmissão em al- tas velocidades, longas distâncias e em ambientes propícios a interferência eletromagnética. Ele permite a comunicação entre vários elemen- tos participantes em uma mesma rede de dados. Suas características básicas são:

• Transmissão diferencial balanceada;

básicas são: • Transmissão diferencial balanceada; Figura 1 - Uma aplicação típica da rede RS-485.

Figura 1 - Uma aplicação típica da rede RS-485.

MECATRÔNICA

MECATRÔNICA

ATUAL

ATUAL

4

4

-

-

JUNHO/2002

JUNHO/2002

7

7

ELETRÔNICA

8

nais nas seguintes confi- gurações: sem carga, car- ga mínima com 2 estações (também conhecidas como nós) e na sua configuração máxima com 32 estações (figura 2). Os termos utili- zados como referência para as tensões, são:

V OA – Tensão de saída em referência ao terra. V OB – Tensão comple- mentar de saída em rela- ção ao terra. V OD – Tensão de saída diferencial (V OA – V OB ). V OS – Tensão de off-set, também chamada de V OC . V CM – Tensão de V OA e V OB , incluindo qualquer di- ferença entre terras e ruí- dos elétricos. Podemos ver, na tabe- la 1, as tensões padrões para cada aplicação dos testes. Também é condição que o driver não poderá ser danificado caso as saídas entrem em curto ou em po-

tenciais que estejam entre as tensões em modo comum de –7V até +12V. E quan- do os terminais de saída entrarem em curto, a corren- te máxima não poderá ultrapassar 250 mA. O “Data Rate” dos componentes tem influência na velocidade da transmissão dos dados em cada esta- ção. Os tempos de subida (ts) e o tempo de descida (td) do sinal têm que ser no máximo de 0,3 da unidade de tempo. Uma rede em 10 Mbps tem um intervalo de tempo de 1/10 M, isto é, 100 ns, então, os tempos em questão (ts e td) devem ser no máximo de 33 ns. Para 100 kbps em 1200 m o tempo do sinal é de 100 ms, então seu tempo ts e td deve ser no máxi- mo de 3,3 ms.

então seu tempo ts e td deve ser no máxi- mo de 3,3 ms. Figura 2

Figura 2 - O circuito de Driver.

ser no máxi- mo de 3,3 ms. Figura 2 - O circuito de Driver. Figura 3

Figura 3 - Pontos relevantes.

2 - O circuito de Driver. Figura 3 - Pontos relevantes. Figura 4 - Representação gráfica.

Figura 4 - Representação gráfica.

Existem também especificações em relação a car- ga que cada nó irá consumir do bus, e essas

especificações servem para o Circuito de Entrada e para o Circuito de Saída. Um total de quatro pontos são relevantes nessa especificação, conforme figura 3:

• Corrente de Entrada (I N ) em +12 V <= +1 mA;

• I N entre +5 V e +12 V deve ser entre 0 mA e +1 mA;

• I N em –7 V >= -0,8 mA;

I N entre –3 V e –7 V deve ser entre –0,8 mA e 0 mA. A área sombreada define a impedância do circuito de entrada e, como a transmissão é diferencial, te- mos que o módulo tem que ter uma impedância de no mínimo 10,6 k (+19 V/1,8 mA). O padrão não espe- cifica uma impedância definida, só que ela tem que estar den- tro da área sombreada. O Circuito de Entrada do sinal deverá assumir um nível lógico “1” sempre que a diferen- ça das tensões de entradas (normal e a complementar) for maior que 200 mV, e assumir o nível lógico “0” se a diferença

de tensões for menor que 200

“0” se a diferença de tensões for menor que 200 • Tabela 1 - Tensões padrões

Tabela 1 - Tensões padrões para cada aplicação dos testes.

MECATRÔNICA

ATUAL

4

-

JUNHO/2002

ELETRÔNICA

ELETRÔNICA Figura 5 - Barramento Multi Ponto. Figura 6 - Estrutura em anel. mV. Uma representação

Figura 5 - Barramento Multi Ponto.

ELETRÔNICA Figura 5 - Barramento Multi Ponto. Figura 6 - Estrutura em anel. mV. Uma representação

Figura 6 - Estrutura em anel.

mV. Uma representação gráfica é mostrada na figura 4. Nesse gráfico, a área azul claro representa o nível lógico “1” e a área azul escuro representa o nível lógi- co “0”. Com o nível aceitável de 200 mV e o mínimo de 1,5 V do Circuito de saída, dão uma margem de 1,3 V para erro. Uma vez que o cabo é normalmente um par trançado, ruídos elétricos são cancelados devido à operação diferencial. O resultado é um barramento que permite uma alta taxa de transmissão aliada a uma ótima imunidade contra interferências externas. Nem sempre é prático seguir todas essas especificações (fora outras que não foram citadas). Os dispositivos podem conter limitações, e as aplica- ções não precisam ser totalmente compatíveis com a norma ou até mesmo existir alguma especificação melhor do que o que norma pede. Normalmente, a especificação mínima é quando se fala das especificações de tensões nos circuitos de saída do sinal (V OD1 , V OD2 , I OS , V CM , V TH ). Alguns chips de implementação do RS-485 programam um maior número de nós e outros chips aumentam a velocida- de da rede, mas nenhum deles foge às especificações básicas da rede.

IMPLEMENTAÇÃO

Topologia: RS-485 é defi- nido como um barramento Multi Ponto (figura 5). Isso quer dizer que vários equipa- mentos (nós) podem ser liga- dos à rede ao mesmo tempo (seguindo as especificações). Normalmente, um equipamen- to em RS-485 possui recursos de transmitir e receber dados, pois tem os dois circuitos implementados, mas isso não é uma regra, pois existem equipamentos que só transmi- tem ou só recebem informa- ções. Na prática, se o equipa- mento só enviar ou só rece- ber, isso acabará prejudican- do a performance do sistema, pois uma comunicação bem implementada deve ser bidirecional. Durante uma comunica- ção somente um nó poderá enviar dados por vez, isto é, ele tem o “controle” da rede naquele momento. Com isso, enquanto ele envia os dados,

todos os outros participantes o recebem e somente o nó endereçado pelo pacote de dados responde ao nó que enviou a requisição. Na prática, cada nó tem o seu endereço ajustável por hardware ou software e, ao “ouvir” um pacote de da- dos enviado pelo nó que tem o controle da rede na- quele momento, o nó de destino responde para todos incluindo o que fez a requisição da mensagem, po- rém, só o controlador interpreta os dados. A estrutura em anel poderá ser implementada (fi- gura 6). Precisaríamos para cada nó de dois circui- tos RS-485. Uma estrutura em anel utiliza comunica- ção ponto a ponto entre os seus vizinhos (analisando por esse lado o protocolo em anel pode ser implementado em uma rede RS-485 ponto a ponto). Um exemplo de uso em anel de uma rede RS-485 é a rede de chão de fábrica Interbus, que possui em cada nó duas portas de comunicação RS-485. Caso você pretenda criar uma rede RS-485 em anel, eu desaconselho, pois é muito trabalhoso e caro ter por nó dois circuitos de implementação RS-485. Há ou- tros protocolos elétricos mais fáceis de serem implementados nesse caso. A estrutura em estrela também é desaconselhável, pois, todos os nós estão nas ex-

MECATRÔNICA

ATUAL

4

-

JUNHO/2002

9

ELETRÔNICA

1 0

tremidades da rede fazendo com isso que os stubs tenham uma distância muito grande, causando pro- blemas de reflexão dos sinais de dados (figura 7). Portanto, podemos concluir que, sem dúvida ne- nhuma, a topologia mais utilizada em RS-485 é a de barramento. Stubs: a norma RS-485 pede que os stubs tenham o menor comprimento possível. Um stub é a distância en- tre o nó e o bus de dados, ou entre o nó e o resistor de terminação, como mostra a figura 8. Não existe uma distância máxima estipulada pela norma, mas stubs gran- des significam perda da quali- dade do sinal. Esse efeito é re- duzido controlando a taxa de transmissão dos dados. A regra geral é que o stub deve ser menor que 1/3 do tempo de transmissão. Por isso é que transmissões mais lentas permitem stubs maio- res e transmissões mais rápi- das stubs menores. Número de nós: O padrão é 32 nós, definidos pelas cor- rentes e impedâncias do Cir- cuito de Entrada e do Circui- to de Saída do Driver, porém,

se a impedância do Circuito de Entrada for maior, pode-se com isso aumentar o número de nós na rede. Terminação: A norma es- tipula um resistor de 120 em paralelo com os nós da extremidade do barramento. Com isso, temos que a impedância do cabo vai de 100 até 120 . Outras ter- minações poderão ser implementadas, porém as ve- remos adiante neste artigo. Falha no barramento: O RS-485 é projetado para ser imune a vários tipos de falhas associadas ao ambiente em que está o cabo de comuni- cação, tais como ruídos elé- tricos (provenientes de indução eletromagnética) ou até mesmo diferença de po- tencial entre os terras dos nós da rede. Na prática, é uma rede robusta tanto que é umas das mais utilizadas na indústria nos dias de hoje.

Velocidade de transmissão: Até então os limi- tes eram 10 Mbps em 12 metros e 100 Kbps em 12000 metros. Com o avanço da tecnologia, esses limites tendem a aumentar (como já têm aumenta- do). Em longas distâncias, o fator determinante é pelo tempo de resposta do cabo empregado na apli- cação. Normalmente, um cabo de 100 possui um atraso de 5ns/metro, com isso 1200 metros de cabo terá um atraso de 6 µs, que limita a velocidade em 333 Kbps (166 Khz), isso sem contar com os atra- sos da eletrônica de cada nó da rede. Em 30 metros o atraso é de 150 ns, e com esse atraso um “Driver ideal” é capaz de chavear em até 10 Mbps, teorica- mente.

TERMINAÇÕES EM LINHAS DE TRANSMISSÃO DE DADOS

A norma que especifica os tipos

de terminações é a AN-903.

Existem basicamente sete tipos diferentes de terminações diferen- tes, são elas:

• Sem terminação;

• Série/ Backmatch;

• Paralela;

• AC;

• Com alimentação (Failsafe);

Failsafe alternada;

• Bidirecional.

Não entraremos em detalhes de cada uma delas, mas na tabela 2, vocês observam um quadro com- parativo dos sete tipos de termina- ção. Na figura 9 vemos um quadro comparativo dos tipos de termina- ções.

9 vemos um quadro comparativo dos tipos de termina- ções. Figura 7 - Estrutura em estrela.

Figura 7 - Estrutura em estrela.

tipos de termina- ções. Figura 7 - Estrutura em estrela. Figura 8 - Stub. Tabela 2

Figura 8 - Stub.

ções. Figura 7 - Estrutura em estrela. Figura 8 - Stub. Tabela 2 - Quadro comparativo

Tabela 2 - Quadro comparativo dos tipos de terminações.

MECATRÔNICA

ATUAL

4

-

JUNHO/2002

ELETRÔNICA

ELETRÔNICA Figura 9 - Quadro comparativo dos tipos de terminações. MECATRÔNICA ATUAL Nº 4 - JUNHO/2002

Figura 9 - Quadro comparativo dos tipos de terminações.

MECATRÔNICA

ATUAL

4

-

JUNHO/2002

1 1

ELETRÔNICA

PROTEÇÃO CONTRA DES- CARGAS ATMOSFÉRICAS

ELETRÔNICA PROTEÇÃO CONTRA DES- CARGAS ATMOSFÉRICAS Figura 10 - Protetor para rede RS-485. uma descarga atmosférica

Figura 10 - Protetor para rede RS-485.

uma descarga atmosférica no lo- cal e, parece brincadeira, queima- ram justamente os três que não haviam sido protegidos. Com esse ocorrido você pode perce- ber a importância da proteção contra sobretensão nos equipa- mentos eletroeletrônicos. Vejam na figura 10 um prote- tor para rede RS-485 da empresa Phoenix Contact.

COMPARAÇÃO ENTRE OS PADRÕES RS-232 e RS-485

Um fator muito importante quanto à especificação de um sis- tema no padrão de comunicação RS-485 é a proteção elétrica dos nós da rede. Como vocês viram, a rede RS- 485 permite em alguns casos uma distância de até 1200 m. Equipa- mentos com essa distância de cabo constituem-se em ótima fon- te de queima de equipamentos

devido a descargas atmosféricas, ainda mais nos meses de dezembro, janeiro e feverei- ro, meses em que o índice de raios aumenta abrupta- mente. Hoje em dia, as pessoas estão tomando ciência do problema da sobretensão nas indústrias, e estão protegendo seus equipamentos por todos os lados:

pela alimentação, pela comunicação (RS-485), pelos sensores do campo, enfim, fazendo um trabalho que até algum tempo atrás ninguém se preocupava em executar. Eu mesmo conheci uma empresa que, devi- do ao problema de falta de verba no momento, com- praram 15 protetores para a rede RS-485 com o intui- to de proteger 18 nós de rede, resultando que 3 nós ficaram sem proteção. Na semana seguinte sobreveio

Citamos na tabela 3, a se- guir, as principais características do padrão RS-232 e do padrão RS-485 para que vocês possam fazem uma comparação.

APLICAÇÕES PRÁTICAS

Enfim, como implementaremos o protocolo RS- 485 em nossa aplicação? Essa pergunta é respondi- da com outras perguntas, tais como:

Qual nível de implementação a aplicação pre- cisa? Essa pergunta é muito pertinente, pois, dependen- do da aplicação podemos querer incorporar eletroni-

do da aplicação podemos querer incorporar eletroni- Tabela 3 - Principais características dos padrões RS-232 e

Tabela 3 - Principais características dos padrões RS-232 e RS-485.

1 2

MECATRÔNICA

ATUAL

4

-

JUNHO/2002

camente um circuito que faça a função do Driver de comunicação para a rede RS-485 ou, caso não haja a necessidade de mexer na eletrônica do circuito, poderemos adquirir um hardware externo so- mente para a função de comuni- cação de dados. Para a primeira aplicação temos vários fornece- dores de chips para a imple- mentação do padrão RS-485.

O sistema atual já se comu- nica em RS-232? Bom, se o sistema já se co- munica em RS-232, isso é meio caminho andado, pois existem no mercado empresas que fazem conversores de protocolos elétri- cos RS-232/RS-485, como é o caso do conversor da figura 11, da empresa Phoenix Contact. Não nos esqueçamos que o pa- drão RS-232 é full-duplex e co- municação ponto a ponto, e que o RS 485 é half-duplex e Multi Ponto, isto é, não é somente a conversão do protocolo elétrico, mas também a alteração no pro- grama que acessa a porta serial

RS-232.

Você quer apenas aumentar a distância de comunicação entre os nós da rede? A distância pode ser aumen- tada dentro de alguns limites, pode-se ver junto ao fabricante dos chips da máquina. Mas, in- dependentemente desse fator, pode-se aumentar a distância uti- lizando para isso Fibras Óticas de vidro (Multimodo e Mono- modo). Na figura 12 é apresen- tado um conversor de sinal RS- 485 conexão em cobre para co- nexão em Fibra Ótica de vidro Multimodo, da Phoenix Contact.

Você fez um programa no seu PC e quer criar ou acessar uma rede RS-485? Aqui há duas opções. A pri- meira é acessar a porta RS-232 do PC e depois converter o sinal

é acessar a porta RS-232 do PC e depois converter o sinal Figura 11 - Conversor

Figura 11 - Conversor de protocolo elétrico RS-232/RS-485, da Phoenix Contact.

de protocolo elétrico RS-232/RS-485, da Phoenix Contact. Figura 12 - Conversor de sinal RS-485 conexão em

Figura 12 - Conversor de sinal RS-485 conexão em cobre para conexão em Fibra Ótica de vidro Multimodo, da Phoenix Contact.

em Fibra Ótica de vidro Multimodo, da Phoenix Contact. Figura 13 - Módulo para RS-485 utilizado

Figura 13 - Módulo para RS-485 utilizado na rede Interbus, da Phoenix Contact.

para RS-485 utilizado na rede Interbus, da Phoenix Contact. Figura 14 - Módulo especial onde entra

Figura 14 - Módulo especial onde entra RS- 485 e sai RS-485, porém isoladamente.

MECATRÔNICA

ATUAL

4

-

JUNHO/2002

ELETRÔNICA

elétrico para RS-485, como ci- tado acima. Ou você pode adquirir uma placa para PC com interface RS-485, normalmente essas placas são chamadas de pla-

cas Multi-Port, e elas podem ter

de 2 até 16 portas de comuni-

cação serial RS-485.

Você quer acessar uma outra rede RS-485 a partir de um sistema Fieldbus? Normalmente em redes do tipo Fieldbus temos a necessi- dade de troca de informações com outras redes, para isso é necessário primeiramente utili- zar um conversor de protocolo elétrico. Na figura 13 temos um exemplo de um módulo para RS-485 utilizado na rede Interbus.

Há a necessidade de se isolar dois segmentos de uma mesma rede eletrica- mente? Eventualmente, em decor- rência da diferença de potenci- ais entre dois painéis elétricos, se faz necessária a isolação elétrica de dois segmentos de rede e para isso existem módulos especiais onde en- tram RS-485 e saem RS-485, porém isolados (figura 14).

CONCLUSÃO

RS-485 é um padrão bem definido com várias aplicações em comunicação Multi-Ponto.

E desde que corretamente

mensurados, os limites impos- tos pelo padrão podem ser su- perados como acima explicado. É o maior protocolo elétrico uti- lizado em redes Fieldbus, pois alcançamos grandes distânci- as, uma maior velocidade de comunicação, e uma rede ro- busta quando pensamos em imunidade a ruídos eletromag-

néticos.

1 3