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GEODIVERSIDADE DO CONCELHO DO FUNCHAL

GEODIVERSIDADE DO CONCELHO DO FUNCHAL CULTURA, TURISMO E MEIO AMBIENTE João Baptista Pereira Silva Centro de

CULTURA, TURISMO E MEIO AMBIENTE

João Baptista Pereira Silva

Centro de Investigação GeoBioTec da Fundação para a Ciência e a Tecnologia Universidade de Aveiro

AMIGOS DOS AÇORES ANO INTERNACIONAL DO PLANETA TERRA, 2008 FUNCHAL 500 ANOS

Ponta Delgada, 15 de Novembro de 2008

RESUMO

- Paisagem Vulcânica: aspectos Geo MGG (PN)

- Construindo e Vivendo nos Vulcões (PN)

- As Aluviões, a Nossa Senhora do Monte (PN / PE) e o Brigadeiro Reinaldo Oudinot

- Calçada Madeirense: bordados de pedra a p/b

- As Cidades do Açúcar e dos Ovos Moles

- Na Pedra o Sentido de uma Vida e de um Património

- Desenvolvimento Sustentável

- Agradecimentos

ASPECTOS GEOGRÁFICOS RELEVANTES

ASPECTOS GEOGRÁFICOS RELEVANTES
- Área total do concelho: 76,30 Km 2 - 10 Freguesias - CENSOS 2001: 103.961
- Área total do concelho: 76,30 Km 2
- 10 Freguesias
- CENSOS 2001: 103.961 Hab.
- Config. “Anfiteatro”
- 5 Cursos de água principais

ASPECTOS GEOGRÁFICOS – CURSOS ÁGUA

RS

RSJ

RSL

RSG – 1.800 m RJG – 8.325 m RSJ –11.529 m RSL – 11.458 m RS - 12.000 m

RJG

RSG

ASPECTOS GEOGRÁFICOS RELEVANTES

Nível de Hierarquização

Nº de Linhas de Água

 

1

31

2

286

3

326

4

137

 

780

T

2 286 3 326 4 137   780 T RSG – 1.800 m RJG – 8.325

RSG – 1.800 m RJG – 8.325 m RSJ –11.529 m RSL – 11.458 m RS - 12.000 m

ASPECTOS GEOGRÁFICOS RELEVANTES

ASPECTOS GEOGRÁFICOS RELEVANTES
RSL RJG - Declives muito acentuados - Cursos médio e superior declives 20% a 35%
RSL
RJG
- Declives muito acentuados
- Cursos médio e superior declives 20% a 35% e no curso
inferior 10%

ASPECTOS GEOGRÁFICOS - BACIAS HIDROGRÁFICAS

11 - BACIAS HIDROG.

GEOGRÁFICOS - BACIAS HIDROGRÁFICAS 11 - BACIAS HIDROG. RSG – 1.800 m RJG – 8.325 m
GEOGRÁFICOS - BACIAS HIDROGRÁFICAS 11 - BACIAS HIDROG. RSG – 1.800 m RJG – 8.325 m

RSG – 1.800 m RJG – 8.325 m RSJ –11.529 m RSL – 11.458 m RS - 12.000 m

ASPECTOS GEOGRÁFICOS – OCUPAÇÃO DO TERRITÓRIO

ASPECTOS GEOGRÁFICOS – O CUPAÇÃO DO TERRITÓRIO Constr. e ocup. terr. nas zonas altas e inter-fluviais

Constr. e ocup. terr. nas zonas altas e inter-fluviais – Cota 800 m

ASPECTOS GEOGRÁFICOS- GEOMORFOLOGIA

- Vales jovens e encaixados em formas de U e V

- Secções estreitas com desenv. paredes verticais (Escoadas - U) e sub-verticais (Mat. Piroclásticos - V)

U

V

de U e V - Secções estreitas com desenv. paredes verticais (Escoadas - U) e sub-verticais

ASPECTOS GEOLÓGICOS RELEVANTES

ASPECTOS GEOLÓGICOS RELEVANTES IDADE DAS ROCHAS PORTO SANTO – DESERTAS - MADEIRA Pico Ponta da Cruz

IDADE

DAS

ROCHAS

PORTO SANTO – DESERTAS - MADEIRA

Pico Ponta da Cruz (261 m)

25.000 anos (Alves e Forjaz, 1991)

IDADE DAS ROCHAS PORTO SANTO – DESERTAS - MADEIRA Pico Ponta da Cruz (261 m) 25.000

ASPECTOS GEOLÓGICOS RELEVANTES EXERTO CARTA GEOLÓGICA

ASPECTOS GEOLÓGICOS RELEVANTES – EXERTO CARTA GEOLÓGICA NNW / SSE Comp Vulc Pós-Miocénico Ap Vulc/Cones Esc

NNW / SSE

RELEVANTES – EXERTO CARTA GEOLÓGICA NNW / SSE Comp Vulc Pós-Miocénico Ap Vulc/Cones Esc e Mat

Comp Vulc Pós-Miocénico Ap Vulc/Cones Esc e Mat Pirocl Gross Cascalheiras e areias de praias modernas

CANHÕES/VALES SUBMARINOS E CRISTA DO FUNCHAL

A Crista do Funchal estende-se a 26 Km da costa e atinge 3.000 m de
A
Crista
do
Funchal
estende-se a 26 Km da costa
e
atinge
3.000
m
de
prof.
entre os canhões subm. do
Lido e do Funchal
do Funchal estende-se a 26 Km da costa e atinge 3.000 m de prof. entre os
do Funchal estende-se a 26 Km da costa e atinge 3.000 m de prof. entre os

LINEAMENTOS TECTÓNICOS E FALHAS FOTOINTERPRETADAS

LINEAMENTOS TECTÓNICOS E FALHAS FOTOINTERPRETADAS - A CF corresponde a uma zona de rift com 20
LINEAMENTOS TECTÓNICOS E FALHAS FOTOINTERPRETADAS - A CF corresponde a uma zona de rift com 20

- A CF corresponde a uma zona de rift com 20 cones vulc. aproximadamente;

- Na parte Sul e imersa da CF, temos um importante campo de cones vulcânicos;

- Na parte Norte e emersa da CF, temos os Picos da Cruz, da Arruda e do Buxo.

EXCERTO DA CARTA GEOLÓGICA

EXCERTO DA CARTA GEOLÓGICA Os Pico SAR (435 m); PB (355 m); PSM (301 m); PPC
EXCERTO DA CARTA GEOLÓGICA Os Pico SAR (435 m); PB (355 m); PSM (301 m); PPC
EXCERTO DA CARTA GEOLÓGICA Os Pico SAR (435 m); PB (355 m); PSM (301 m); PPC

Os Pico SAR (435 m); PB (355 m); PSM (301 m); PPC (261 m), represent. antigos cones vulcânicos

EXCERTO DA CARTA GEOLÓGICA

EXCERTO DA CARTA GEOLÓGICA O Pico Alpires (944 m); Montanha (541 m); Cabeço de São Gonçalo
EXCERTO DA CARTA GEOLÓGICA O Pico Alpires (944 m); Montanha (541 m); Cabeço de São Gonçalo
EXCERTO DA CARTA GEOLÓGICA O Pico Alpires (944 m); Montanha (541 m); Cabeço de São Gonçalo
EXCERTO DA CARTA GEOLÓGICA O Pico Alpires (944 m); Montanha (541 m); Cabeço de São Gonçalo

O Pico Alpires (944 m); Montanha (541 m); Cabeço de São Gonçalo (195 m) repres. vestígios de cones vulcânicos

CONSTRUINDO E VIVENDO NOS VULCÕES

CONSTRUINDO E VIVENDO NOS VULCÕES

CONSTRUINDO E VIVENDO NOS CONES VULCÂNICOS

CONSTRUINDO E VIVENDO NOS CONES VULCÂNICOS
CONSTRUINDO E VIVENDO NOS CONES VULCÂNICOS
CONSTRUINDO E VIVENDO NOS CONES VULCÂNICOS

CONSTRUINDO, VIVENDO E EXPLORANDO AS ENCOSTAS DOS VULCÕES

CONSTRUINDO, VIVENDO E EXPLORANDO AS ENCOSTAS DOS VULCÕES
CONSTRUINDO, VIVENDO E EXPLORANDO AS ENCOSTAS DOS VULCÕES - Estrutura interna do aparelho vulcânico - Características

- Estrutura interna do aparelho vulcânico

- Características geotécnicas dos materiais

- Crateras de impacto ambiental

- Colocação de materiais de natureza e proveniência diversa

EXTRAÇÃO E UTILIZAÇÃO DOS MATERIAIS PIROCLÁSTICOS

EXTRAÇÃO E UTILIZAÇÃO DOS MATERIAIS PIROCLÁSTICOS
EXTRAÇÃO E UTILIZAÇÃO DOS MATERIAIS PIROCLÁSTICOS - Tipo de materiais (cinzas, lapilli, tufos, bombas…) -

- Tipo de materiais (cinzas, lapilli, tufos, bombas…)

- Construção civil e obras públicas

- Blocos e pré-fabricados de betão

- Indústria Cerâmica (telha, tijolo, loiça utilitária…)

- Ornamentação de muros, lagos, lagoas e jardins - Agricultura

Cerâmica (telha, tijolo, loiça utilitária…) - Ornamentação de muros, lagos, lagoas e jardins - Agricultura
Cerâmica (telha, tijolo, loiça utilitária…) - Ornamentação de muros, lagos, lagoas e jardins - Agricultura
Cerâmica (telha, tijolo, loiça utilitária…) - Ornamentação de muros, lagos, lagoas e jardins - Agricultura

ASPECTOS GEOLÓGICOS RELEVANTES Cascalheiras e areias de praias modernas

ASPECTOS GEOLÓGICOS RELEVANTES – Cascalheiras e areias de praias modernas
ASPECTOS GEOLÓGICOS RELEVANTES – Cascalheiras e areias de praias modernas

MODELO DOS ANTIGOS LEITOS DE INUNDAÇÃO DAS RIBEIRAS E CANAIS DE ESCOAMENTO ACTUAIS

MODELO DOS ANTIGOS LEITOS DE INUNDAÇÃO DAS RIBEIRAS E CANAIS DE ESCOAMENTO ACTUAIS

VISTA NASCENTE

VISTA NASCENTE MODIFICAÇÃO DA LINHA DE COSTA (Sec. XVIII e XIX) VISTA POENTE

MODIFICAÇÃO DA LINHA DE COSTA (Sec. XVIII e XIX)

VISTA POENTE

VISTA NASCENTE MODIFICAÇÃO DA LINHA DE COSTA (Sec. XVIII e XIX) VISTA POENTE

MODIFICAÇÃO DA LINHA DE COSTA (Sec. XX)

MODIFICAÇÃO DA LINHA DE COSTA (Sec. XX)

ASPECTOS GEOLÓGICOS – Cascalheiras Fluviais e Marinhas

ASPECTOS GEOLÓGICOS – Cascalheiras Fluviais e Marinhas

- Mat. de origem torrencial, muito heterométricos, mal calibrados e pouco coesos que estão envolvidos por materiais silt/arg. de granul. fina;

- As cascalheiras fluviais e marinhas apres. porosidade e permeab. elevada. -Terrenos comprendem cascalheiras fluviais e marinhas do Plistocénico;

e marinhas apres. porosidade e permeab. elevada. - Terrenos comprendem cascalheiras fluviais e marinhas do Plistocénico;
e marinhas apres. porosidade e permeab. elevada. - Terrenos comprendem cascalheiras fluviais e marinhas do Plistocénico;

AS ALUVIÕES, AS NOSSAS SENHORAS DO MONTE E DO SOCORRO E O BRIGADEIRO REINALDO OUDINOT (19.02.1804)

AS ALUVIÕES, AS NOSSAS SENHORAS DO MONTE E DO SOCORRO E O BRIGADEIRO REINALDO OUDINOT (19.02.1804)
AS ALUVIÕES, AS NOSSAS SENHORAS DO MONTE E DO SOCORRO E O BRIGADEIRO REINALDO OUDINOT (19.02.1804)
AS ALUVIÕES, AS NOSSAS SENHORAS DO MONTE E DO SOCORRO E O BRIGADEIRO REINALDO OUDINOT (19.02.1804)
AS ALUVIÕES, AS NOSSAS SENHORAS DO MONTE E DO SOCORRO E O BRIGADEIRO REINALDO OUDINOT (19.02.1804)
AS ALUVIÕES, AS NOSSAS SENHORAS DO MONTE E DO SOCORRO E O BRIGADEIRO REINALDO OUDINOT (19.02.1804)

ALUVIÃO

ALUVIÃO

ALUVIÃO - “Quando uma nuvem do tipo cúmulo-nimbo provoca um violento aguaceiro sobre uma área restrita, ou quando uma tromba de água descarrega todo o seu conteúdo, geram-se de imediato fortes caudais capazes de arrastar volumosos detritos sólidos”.

- O maior aluvião ocorreu no dia 9 de Outubro de 1803, tendo, na ocasião, perecido cerca de 1.000 pessoas, a maioria delas residentes no concelho do Funchal;

- Durante os séculos XIX e XX ocorreram cheias catastróficas no arq. da Madeira, oito registados no século XIX e vinte e dois registados no século XX; Das 22 no século XX, 14 ocorreram na segunda metade, e treze ocorreram de 1970 para cá;

- Factores: alterações climáticas no arquipélago, a crescente impermeabilização do solo e subsolo, e a ocupação e estreitamento dos leitos das ribeiras ao longo dos cursos superior, médio e inferior, respectivos.

ALUVIÃO HISTÓRICA de 1976 (32 Anos Depois)

ALUVIÃO HISTÓRICA de 1976 (32 Anos Depois)
ALUVIÃO HISTÓRICA de 1976 (32 Anos Depois)
ALUVIÃO HISTÓRICA de 1976 (32 Anos Depois)

ALUVIÃO HISTÓRICA de 1976

ALUVIÃO HISTÓRICA de 1976

ALUVIÃO HISTÓRICA de 29/30 de Outubro de 1993 (15 Anos Depois)

RSJ RSL RJG
RSJ
RSL
RJG

ALUVIÃO HISTÓRICA de 29/30 de Outubro de 1993

ALUVIÃO HISTÓRICA de 29/30 de Outubro de 1993
RJG RSL RSJ
RJG
RSL
RSJ

TRABALHOS DE CAMPO

TRABALHOS DE CAMPO

- Área total dos trabalhos de campo: 8,2 Km 2 ;

- Sel. área trabalhos o reg. do nº de ocorrência de CH e a destruição por elas provocada; o nº de const. subter. versus imperm. do terreno; a observação de fissuras e fendas em prédios contíguos às novas const.; var. do declive médio do terreno 10% e por representar a antiga ZLIR ribeiras São João, Santa Luzia e João Gomes e actual foz das mesmas ribeiras;

RSL RJG RSJ
RSL
RJG
RSJ

PROCESSAMENTO DOS DADOS DE CAMPO

PROCESSAMENTO DOS DADOS DE CAMPO
PROCESSAMENTO DOS DADOS DE CAMPO Nas últimas 2 déc., fo ram realizadas dezenas de obras subter,
PROCESSAMENTO DOS DADOS DE CAMPO Nas últimas 2 déc., fo ram realizadas dezenas de obras subter,

Nas últimas 2 déc., foram realizadas dezenas de obras subter, túneis e grandes escav. e desm. de rocha e solo. As obras foram real. em terrenos com áreas compreendidas entre 300 m 2 e 10.000 m 2 , tendo as escavações atingido nalguns casos profundidades da ordem de 30 metros, e servido para construção de caves, arrec. e parq. estac

atingido nalguns casos profundidades da ordem de 30 metros, e servido para construção de caves, arrec.

FOTOGRAFIA AÉREA FUNCHAL CENTRUM – CC DOLCE VITA

FOTOGRAFIA AÉREA FUNCHAL CENTRUM – CC DOLCE VITA
FOTOGRAFIA AÉREA FUNCHAL CENTRUM – CC DOLCE VITA

EDIFÍCIO SANTA LUZIA

EDIFÍCIO SANTA LUZIA
EDIFÍCIO SANTA LUZIA
EDIFÍCIO SANTA LUZIA
EDIFÍCIO SANTA LUZIA

PROCESSAMENTO DOS DADOS DE CAMPO

PROCESSAMENTO DOS DADOS DE CAMPO
PROCESSAMENTO DOS DADOS DE CAMPO
PROCESSAMENTO DOS DADOS DE CAMPO
PROCESSAMENTO DOS DADOS DE CAMPO

PROCESSAMENTO DOS DADOS DE CAMPO

PROCESSAMENTO DOS DADOS DE CAMPO

- Após

a

Aluvião,

de

29/10/1993,

que

deixou

a

baixa

do

Funchal

coberta

de

lama, pedras e outros materiais e que

provocou várias

significativa de hab., armaz., caves,

pontes, estradas

pretendemos, desde já, dar nota de algumas preocupações e reflexões sobre o passado e a actualidade da problemática

das cheias na Madeira, em geral e, no Funchal;

mortes

e distruição

e terrenos agrícolas,

- Os dados dos trab. de campo e as informações colhidas em obra, foram calculadas, de forma aproximada, as áreas parcelares de implantação de alguns edifícios representativos, construídos e/ou em construção, localizados nas freguesias de Santa Luzia, Santa Maria Maior, São Pedro e Sé.

construídos e/ou em construção, localizados nas freguesias de Santa Luzia, Santa Maria Maior, São Pedro e

Localização/Infraestrutura

Freg.

Área (m ou m 2 )

Santa

Túnel Santa Luzia – Escola Secundária Francisco Franco Túnel Escola Secundária Francisco Franco – Campo da Barca Edifício da Segurança Social, Rua das Hortas Edifícios Elias Garcia I e II, Rua Élias Garcia Edifício em fase de conclusão entre a Rua João de Deus e a Travessa do Rego Rua 31 de Janeiro, nos 12 D, 12 F e 13 A Antiga Cooperativa Agrícola do Funchal, Rua do Carmo Hotel do Centro, Rua do Carmo Galerias do Carmo, Rua da Fábrica, n os 6 a 20 Rua do Carmo nº 29 (antigo Cinema Cine Jardim) Hipermercado Sá, Rua do Seminário, nº 7 Edifício em fase de conclusão, Rua das Hortas, nº 57 Edifício Europa, Rua do Bom Jesus Centro Comercial Bom Jesus, Rua 31 de Janeiro Edifício Ponte Nova, Rua 31 Janeiro, nº 87 Anadia Shopping, Ruas Visconde do Anadia e do Ribeirinho de Baixo Edifício em construção entre as Ruas do Carmo e do Visconde do Anadia

248

130

Luzia

1.550

730

700

490

2.600

250

1.750

2.600

935

1.675

1.250

650

490

4.800

1.200

Santa

Secretaria Regional do Equipamento Social e Transportes, Rua Dr. Manuel Pesta Júnior, nº 6 Polícia de Segurança Pública, Rua da Infância , n os 28 a 32 Edifício em construção entre as Ruas da Infância e Conde Carvalhal (contíguo ao edifício da PSP) Parque de Estacionamento do Almirante Reis, Rua D. Carlos I Edifício Oudinot, Rua Brigadeiro Oudinot Antiga Companhia Insular de Moinhos, Rua do Hospital Velho Edifício Atlântico, Rua Bela de Santiago, n os 18 D, 18 E e 20 a 22

4.400

4.100

Maria

1.450

Maior

4.500

1.600

3.060

2.800

São

Túnel São João, Largo Severiano Ferraz ou da Cruz Vermelha Parque de Estacionamento da Cruz Vermelha, Largo Severiano Ferraz Netos Palace, Rua dos Netos, n os 52 a 64 Rua dos Netos, 23 a 27 (Notícias da Madeira e ControlMédia) Rua do Surdo, n os 4 a 6 Rua da Alegria, n os 14 A a 14 H (antigo Mercado da Alegria) Funchal Centrum, Rua Dr. Brito Câmara Rua Dr. Brito Câmara, n os 18 a 22 Edifícios CTT Correios de Portugal e 2000, Rua Calouste Gulbenkian Edifício Dona Mécia, Rua Ivens, nº 3 Edifício em fase de conclusão, Rua Ivens, nº 24 Arcadas de São Francisco, Rua de São Francisco Marina Fórum, Conjunto Monumental Infante e Marina Clube, Avenida Arriaga, n os 73, 75 e 77 Edifício Arriaga, Avenida Arriaga, n os 42 e 44 Galerias São Lourenço, Rua das Fontes Parque de Estacionamento Cristóvão Colombo

433

1.800

Pedro

1.750

345

675

e

1.700

10.200

370

8.356

1.180

650

1.830

5.100

2.400

1.770

1 350

PROCESSAMENTO DOS DADOS DE CAMPO

PROCESSAMENTO DOS DADOS DE CAMPO

- Modelo para os antigos leitos de inundação (denominação ALI) e dos actuais cursos inferiores das Ribeiras (RSJ), (RSL) e (RJG);

- Ortofotomapa foram delimitados todos os edifícios e as principais ruas e avenidas da baixa da cidade e calculadas as áreas, tendo-se obtido para a soma total das áreas parcelares 3,6 Km 2 . Ao subtrair o valor obtido à área total estudada estimada em 8,2 Km 2 , obteve-se uma sup. Impermabilizada estimada em 4,6 Km2, aprox

obtido à área total estudada estimada em 8,2 Km 2 , obteve-se uma sup. Impermabilizada estimada

PROCESSAMENTO DOS DADOS DE CAMPO

PROCESSAMENTO DOS DADOS DE CAMPO

Cálculo das áreas dos antigos leitos de inundação e actuais áreas ocupadas pelos cursos inferiores das Ribeiras de São João, Santa Luzia e João Gomes.

Denominação/ Área Ocupadas (Km 2 )

Ant. Leito Inundação (ALI)

Curso

Inferior

Ribeira de São João

22,1 Km 2

1,04 Km 2

Ribeira de Santa Luzia

33,6 Km 2

1,12 Km 2

Ribeira de João Gomes

16,9 Km 2

0,68 Km 2

DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

DISCUSSÃO DOS RESULTADOS

- O objectivo é alertar as entidades competentes para um conjunto de situações que vêm sendo observadas a nível do ordenamento do território e que podem potenciar eventuais riscos naturais por efeito da progressiva ocupação e impermeab. do solo e do subsolo que tem ocorrido na baixa citadina do Funchal ao longo das 2 últimas décadas, bem como para as implicações que essas mesmas situações estão a causar no património edificado;

- Admitimos, que em iguais circunstâncias de intensidade e duração de chuva, como por exemplo as que verificaram de 28/29 de Outubro

de 1993 (a pp. variou então entre 89 a 210 Lt por m 2 em menos de 24H), nas circunstâncias

consequências poderiam ser

igualmente catastróficas;

actuais,

as

- As bacias de recepção hidrográfica e os canais de escoamento, não possuem área suficiente para fazer uma drenagem adequada às chuvas torrenciais.

canais de escoamento, não possuem área suficiente para fazer uma drenagem adequada às chuvas torrenciais. 1993

1993

canais de escoamento, não possuem área suficiente para fazer uma drenagem adequada às chuvas torrenciais. 1993

2008

DISCUSSÃO DOS RESULTADOS – Rua das Fontes

DISCUSSÃO DOS RESULTADOS – Rua das Fontes
DISCUSSÃO DOS RESULTADOS – Rua das Fontes 1993 1993 2008 2008

1993

DISCUSSÃO DOS RESULTADOS – Rua das Fontes 1993 1993 2008 2008

1993

DISCUSSÃO DOS RESULTADOS – Rua das Fontes 1993 1993 2008 2008

2008

2008
2008

DISCUSSÃO DOS RESULTADOS – Curso inferior da Ribeira de SÃO JOÃO

DISCUSSÃO DOS RESULTADOS – Curso inferior da Ribeira de SÃO JOÃO
DISCUSSÃO DOS RESULTADOS – Curso inferior da Ribeira de SÃO JOÃO 1993 2008

1993

DISCUSSÃO DOS RESULTADOS – Curso inferior da Ribeira de SÃO JOÃO 1993 2008
DISCUSSÃO DOS RESULTADOS – Curso inferior da Ribeira de SÃO JOÃO 1993 2008

2008

RECOMENDAÇÕES PARA MINIMIZAR OS EFEITOS DAS ALUVIÕES

Recomendamos às entidades competentes as medidas seguintes para minimizar os efeitos das aluviões:

1 recuperação da floresta indígena (Laurissilva) nas zonas montanhosas e de cabeceiras

dos principais cursos de água entre os 1400 m e 600 m de altitude, de forma a aumentar a biodiversidade, a infiltração de água e combater a erosão dos solos;

2 planeamento do território que envolva a gestão integrada dos recursos hídricos, quer do

fluxo superficial quer do fluxo subterrâneo, dando particular atenção aos canais de escoamento principais e dos seus afluentes nos cursos superior, médio e inferior, nas áreas rurais e urbanas;

3 identificação, caracterização, controlo e monitorização do movimento de depósitos de vertente ao longo dos cursos das ribeiras, que potencialmente possam dar origem a escorregamentos e/ou correntes de lamas para o interior dos canais de escoamento;

4 remoção de vegetação espontânea que ocorre ao longo dos leitos das ribeiras; remoção

parcial dos materiais geológicos que se depositam após as grandes chuvas ao longo dos canais de escoamento; limpeza de materiais diversos (vazadouro de terras, entulhos e lixos) que por vezes são colocados ao longo do leito das ribeiras;

5 definição de um modelo hidrodinâmico capaz de prever em tempo real a ocorrência de cheias na baixa citadina e gestão dos canais de escoamento;

6 elaboração de cartas de risco de cheias (Aluvião) que tenha em conta para uma dada área as condições geológicas, geomorfológicas, pedológicas e hidrológicas.

BORDADOS DE PEDRA A PRETO E BRANCO

BORDADOS DE PEDRA A PRETO E BRANCO
BORDADOS DE PEDRA A PRETO E BRANCO
BORDADOS DE PEDRA A PRETO E BRANCO
BORDADOS DE PEDRA A PRETO E BRANCO
BORDADOS DE PEDRA A PRETO E BRANCO

CALÇADA MADEIRENSE: BORDADOS DE PEDRA A PRETO E BRANCO

CALÇADA MADEIRENSE: BORDADOS DE PEDRA A PRETO E BRANCO
CALÇADA MADEIRENSE: BORDADOS DE PEDRA A PRETO E BRANCO
CALÇADA MADEIRENSE: BORDADOS DE PEDRA A PRETO E BRANCO
CALÇADA MADEIRENSE: BORDADOS DE PEDRA A PRETO E BRANCO

BORDADOS DE PEDRA A PRETO E BRANCO

BORDADOS DE PEDRA A PRETO E BRANCO
BORDADOS DE PEDRA A PRETO E BRANCO
BORDADOS DE PEDRA A PRETO E BRANCO
BORDADOS DE PEDRA A PRETO E BRANCO
BORDADOS DE PEDRA A PRETO E BRANCO
BORDADOS DE PEDRA A PRETO E BRANCO

NOTAS HISTÓRICAS

Gaspar Frutuoso, na sua obra “Saudades da Terra”, Sec. XVI, trata com admiração e elogio as “calçadas de pedra miúda”;

Sainz-Trueva (1991), a utilização de seixos pretos e brancos na Calçada Madeirense atingiu o apogeu nos séculos XVIII e XIX. Todavia, a partir de 1950, a actividade sofre um grande declínio motivado pelo:

desinteresse pela tradição, falta de mão-de-obra e de motivação, pouco apreço pelo ofício, baixos salários, menor disponibilidade da pedra natural local, e utilização de novos tipos de materiais para pavimentação.

- Monocromia e Policromia (Luminosidade e Reflexão da Luz) - Transportes de Tracção Animal com
- Monocromia e Policromia (Luminosidade e Reflexão da Luz) - Transportes de Tracção Animal com
- Monocromia e Policromia (Luminosidade e Reflexão da Luz) - Transportes de Tracção Animal com

- Monocromia e Policromia (Luminosidade e Reflexão da Luz) - Transportes de Tracção Animal com 1 e 2 traves

MATERIAIS E AMOSTRAGEM

Praia Formosa, 1229 m

A pedra natural, de origem vulcânica e sedimentar, foi amostrada em depósitos de praia, pequenos afloramentos de rocha carbonatada e em obras de recuperação de calçadas sitas nos concelhos do Funchal, de Câmara de Lobos, da Ponta do Sol, de Santa Cruz, de São Vicente e na ilha do Porto Santo.

AMOSTRAGEM DE MATERIAIS VULCÂNICOS

AMOSTRAGEM DE MATERIAIS VULCÂNICOS
AMOSTRAGEM DE MATERIAIS VULCÂNICOS

TIPOLOGIAS E PROPRIEDADES – Rochas Vulcânicas

A caracterização petrográfica, mineralógica e química realizada num conjunto de amostras de seixos e/ou calhaus, permitiu o estabelecimento das tipologias relevantes:

- traquibasalto, traquiandesito e traquito, que apresentam tonalidades desde o cinzento escuro até o cinzento claro;

- basalto, hawaiíto e representantes do grupo “minor varieties” que inclui diversos tipos de rochas vulcânicas menos comuns; normalmente, tipos litológicos que apresentam cor preta.

CARACTERIZAÇÃO PETROGRÁFICA

CARACTERIZAÇÃO PETROGRÁFICA

TIPOLOGIAS E PROPRIEDADES – Rochas Sedimentares

Rochas carbonatadas (calcários recifais marinhos) elas apresentam cor castanho-avermelhado, branco leitoso, branco amarelado ou branco avermelhado;

Os fósseis marinhos identificados, correspondem a várias espécies de lamelibrânquios, gastrópodes, equinodermes, coraliários, crustáceos e foraminíferos;

Dados de geocronologia isotópica indicam para os

calcários fossilíferos de São vicente a idade < 5,2 M.a.

e

para o Porto Santo a idade compreendidas entre 18

e

13,5 M.a.

São PROVENIÊNCIA Vicente DOS MATERIAIS SEDIMENTARES

SÍTIO DOS LAMEIROS – SÃO VICENTE

São PROVENIÊNCIA Vicente DOS MATERIAIS SEDIMENTARES SÍTIO DOS LAMEIROS – SÃO VICENTE

PROVENIÊNCIA DOS MATERIAIS SEDIMENTARES

Calcários marinhos e fossilíferos do Ilhéu da Cal

PROVENIÊNCIA DOS MATERIAIS SEDIMENTARES Calcários marinhos e fossilíferos do Ilhéu da Cal

Património Geológico do Porto Santo – Ilhéu da Cal

Património Geológico do Porto Santo – Ilhéu da Cal
Património Geológico do Porto Santo – Ilhéu da Cal
Património Geológico do Porto Santo – Ilhéu da Cal
Património Geológico do Porto Santo – Ilhéu da Cal
Património Geológico do Porto Santo – Ilhéu da Cal

FÓSSEIS NA CALÇADA MADEIRENSE

FÓSSEIS NA CALÇADA MADEIRENSE
FÓSSEIS NA CALÇADA MADEIRENSE

CARACTERIZAÇÃO PETROGRÁFICA

CARACTERIZAÇÃO PETROGRÁFICA

ASPECTOS TEXTURAIS E PETROGRÁFICOS

Classes granulométricas: Calhau (256 mm a 64 mm) Seixo (64 mm a 4 mm);

Os seixos e os calhaus, exibem forma oblata ou discoidal;

A aplicação destes materiais no terreno faz-se sobre uma camada de solo argiloso e/ou de argamassa, embutindo-os segundo o eixo correspondente à dimensão maior da pedra;

Os seixos e calhaus de rochas vulcânicas, apresentam-se lisos, polidos e arredondados a bem arredondados, e a cor escura que exibem é devida à patine que vão adquirindo ao longo do tempo, por efeito da poluição e da sujidade;

Os calcários provenientes de Portugal Continental, apresentam aspecto compacto, cor branca, creme ou beije, forma cúbica e espécies fósseis diferentes das identificadas a “olho nú” nos calcários do arquipélago da Madeira.

CALHAU E SEIXO - CLASSES GRANULOMÉTRICAS

CALHAU E SEIXO - CLASSES GRANULOMÉTRICAS
CALHAU E SEIXO - CLASSES GRANULOMÉTRICAS
CALHAU E SEIXO - CLASSES GRANULOMÉTRICAS
CALHAU E SEIXO - CLASSES GRANULOMÉTRICAS
CALHAU E SEIXO - CLASSES GRANULOMÉTRICAS

PROPRIEDADES FÍSICO - MECÂNICAS

Propriedades Físico-Mecânicas

Tipologias

Traquibasalto

Traquito

Calcário Recifal

Resistência mecânica à compressão

1140 Kg/cm 2

577 Kg/cm 2

953 Kg/cm 2

Resistência mecânica à flexão

182 Kg/cm 2

75 Kg/cm 2

105 Kg/cm 2

Massa volúmica aparente

2398 Kg/m 3

2247 Kg/m 3

2567 Kg/m 3

Absorção de água à ptn

2,12 %

4,17 %

1,73 %

Porosidade aberta

5,09 %

9,37 %

4,46 %

Coeficiente de dilatação

linear térmica (Val.

Max.)

3,6 x 10 -6 /ºC

4,0 x 10 -6 /ºC

5,0 x 10 -6 /ºC

Desgaste: teste Amsler – Laffon

0,6 mm

2,0 mm

4,2 mm

Resistência ao choque: alt. mín. queda

55 cm

40 cm

40 cm

PROPRIEDADES QUÍMICAS

Propriedades químicas Óxidos (%)

 

Tipologias

Traquibasalto

Traquito

Calcário recifal

SiO 2

50,31

63,72

< 200 ppm

Al 2 O 3

17,38

17,83

< 200 ppm

TiO 2

2,25

0,77

0,01

Fe 2 O 3

10,14

4,45

0,40

MnO

0,17

0,15

0,01

MgO

4,14

0,27

2,50

CaO

8,55

2,27

54,10

K

2 O

1,41

1,67

0,01

Na 2 O

4,61

6,25

0,01

P.R.

0,19

1,85

43,20

APLICAÇÕES

A Calçada Madeirense constitui um património de grande valor se tivermos em conta a composição dos materiais geológicos e a diversidade de padrões que apresenta;

Motivos geométricos e florais estilizados, brasões de armas, monogramas, datas e Cruz de Cristo, são alguns dos elementos decorativos;

Embelezam

ruas,

átrios,

igrejas,

palácios,

casas,

quintais e jardins, muitas vezes ignorados. Feitas na maior parte das vezes por mãos anónimas, revelam a sensibilidade “naïve” dos autores e são testemunhos culturais que merecem ser divulgados e preservados.

Cascata dos Poetas - Oeiras

Cascata dos Poetas - Oeiras

Núcleo Histórico de Praga – República Checa

Núcleo Histórico de Praga – República Checa

ARRECIFE - LANZAROTE

ARRECIFE - LANZAROTE
ARRECIFE - LANZAROTE
ARRECIFE - LANZAROTE

RECUPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DA CALÇADA

RECUPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DA CALÇADA
RECUPERAÇÃO E MANUTENÇÃO DA CALÇADA
Estrada da Boa Nova Rua do Til Rua Conde de Cravalhal

Estrada da Boa Nova Rua do Til Rua Conde de Cravalhal

Estrada da Boa Nova Rua do Til Rua Conde de Cravalhal
Estrada da Boa Nova Rua do Til Rua Conde de Cravalhal
Estrada da Boa Nova Rua do Til Rua Conde de Cravalhal
Estrada da Boa Nova Rua do Til Rua Conde de Cravalhal
Travessa da Malta Rampa do Cidrão Largo do Pelourinho Rua Dom Carlos I

Travessa da Malta Rampa do Cidrão Largo do Pelourinho Rua Dom Carlos I

Travessa da Malta Rampa do Cidrão Largo do Pelourinho Rua Dom Carlos I
Travessa da Malta Rampa do Cidrão Largo do Pelourinho Rua Dom Carlos I
Travessa da Malta Rampa do Cidrão Largo do Pelourinho Rua Dom Carlos I

UNIVERSIDADE DA MADEIRA - Abril de 2007

UNIVERSIDADE DA MADEIRA - Abril de 2007
UNIVERSIDADE DA MADEIRA - Abril de 2007
UNIVERSIDADE DA MADEIRA - Abril de 2007

UNIVERSIDADE DA MADEIRA - Agosto de 2007

UNIVERSIDADE DA MADEIRA - Agosto de 2007
UNIVERSIDADE DA MADEIRA - Agosto de 2007
UNIVERSIDADE DA MADEIRA - Agosto de 2007

DA PRAIA AO BETÃO

1942 – 2008 66 ANOS

DA PRAIA AO BETÃO ARMADO

1970 – 2008 38 ANOS

DA PRAIA AO BETÃO ARMADO 1970 – 2008 38 ANOS
DA PRAIA AO BETÃO ARMADO 1970 – 2008 38 ANOS

AS CIDADES DO AÇÚCAR E DOS OVOS MOLES

AS CIDADES DO AÇÚCAR E DOS OVOS MOLES
AS CIDADES DO AÇÚCAR E DOS OVOS MOLES
AS CIDADES DO AÇÚCAR E DOS OVOS MOLES
AS CIDADES DO AÇÚCAR E DOS OVOS MOLES
AS CIDADES DO AÇÚCAR E DOS OVOS MOLES
Processo de Depuração do Açúcar
Processo de Depuração do Açúcar
Processo de Depuração do Açúcar
Processo de Depuração do Açúcar
Processo de Depuração do Açúcar
Processo de Depuração do Açúcar
Paredes de Casas - Rua de Santa Maria Muralha da Cidade – H otel Santa

Paredes de Casas - Rua de Santa Maria Muralha da Cidade – Hotel Santa Maria Bay

Paredes de Casas - Rua de Santa Maria Muralha da Cidade – H otel Santa Maria
Paredes de Casas - Rua de Santa Maria Muralha da Cidade – H otel Santa Maria

DA GEOCIÊNCIA À CALÇADA

As rochas utilizadas nas calçadas provêm de locais com distinta geologia. Os granitos e granodioritos, das Beiras e do Minho, distinguem-se dos calcários do litoral e das rochas vulcânicas frequentes nas ilhas.

das Beiras e do Minho, distinguem-se dos calcários do litoral e das rochas vulcânicas frequentes nas
das Beiras e do Minho, distinguem-se dos calcários do litoral e das rochas vulcânicas frequentes nas

O CHÃO QUE NOS SUSTENTA, O CHÃO QUE NOS SUPORTA

O CHÃO QUE NOS SUSTENTA, O CHÃO QUE NOS SUPORTA
O CHÃO QUE NOS SUSTENTA, O CHÃO QUE NOS SUPORTA - Granito de grão grosse iro,

- Granito de grão grosseiro, duas micas, com megacristais de feldspato;

- Granito “Dente de Cavalo”

- Material de lastro dos navios

grosse iro, duas micas, com me gacristais de feldspato; - Granito “Dente de Cavalo” - Material
grosse iro, duas micas, com me gacristais de feldspato; - Granito “Dente de Cavalo” - Material
grosse iro, duas micas, com me gacristais de feldspato; - Granito “Dente de Cavalo” - Material

O CHÃO QUE NOS SUSTENTA, O CHÃO QUE NOS SUPORTA

O CHÃO QUE NOS SUSTENTA, O CHÃO QUE NOS SUPORTA
O CHÃO QUE NOS SUSTENTA, O CHÃO QUE NOS SUPORTA Rua dos Netos Rua de São

Rua dos Netos Rua de São Pedro Rua Padre Gonçalves Câmara

O CHÃO QUE NOS SUSTENTA, O CHÃO QUE NOS SUPORTA Rua dos Netos Rua de São
O CHÃO QUE NOS SUSTENTA, O CHÃO QUE NOS SUPORTA Rua dos Netos Rua de São

O CHÃO QUE NOS SUSTENTA, O CHÃO QUE NOS SUPORTA

O CHÃO QUE NOS SUSTENTA, O CHÃO QUE NOS SUPORTA
O CHÃO QUE NOS SUSTENTA, O CHÃO QUE NOS SUPORTA Rua dos Ferreiros

Rua dos Ferreiros

O CHÃO QUE NOS SUSTENTA, O CHÃO QUE NOS SUPORTA Rua dos Ferreiros

NA PEDRA O SENTIDO DE UMA VIDA

NA PEDRA O SENTIDO DE UMA VIDA
NA PEDRA O SENTIDO DE UMA VIDA

Cape Girão is located in Câmara de Lobos municipality, at the south coast of the Atlantic island of Madeira, and it is considered as being the tallest cliff (580 metros) of Europe. It looks like that Cape Girão cliff is an actual and partial evidence of a huge volcanic cone of Strombolian type whose emission centre was located in the sea.

Such cliff is made of superimposed and alternating basalt flows and pyroclasts, materials that exhibit variegated colours. Those materials which belong to the so-called Complexo Vulcânico Principal are cross- cut by a net of basic dykes that show NW-SW and N-S attitudes that extend in direction to Curral das Freiras and to other volcanic centres in the island.

During several centuries, at the base of the cliff, natural stone called “cantaria mole” made of lapilli tuff and volcanic breccia, was extracted in quarries, being used in the construction, in Funchal, of historic monuments, such as: Cathedral, Santa Clara Monastery, São Lourenço Palace and Santiago Fortress.

Funchal, of historic monuments, such as: Cathedral, Santa Clara Monastery, São Lourenço Palace and Santiago Fortress.
Funchal, of historic monuments, such as: Cathedral, Santa Clara Monastery, São Lourenço Palace and Santiago Fortress.
Funchal, of historic monuments, such as: Cathedral, Santa Clara Monastery, São Lourenço Palace and Santiago Fortress.

Cabo Girão, 1852

Cabo Girão, 1852

Cabo Girão, 1920

Cabo Girão, 1920
Cabo Girão, 1920

As the result of intensive extraction, the newspaper Diário de Notícias do Funchal reports the following (translated to English): “on the 4th of March, 1930, at 9h:20m, a large rock mass fell down into the sea from a site, about 400 high, of Cape Girão cliff, and a deposit with an extension estimated at 300 meters, approximately, was formed at the cliff base.

The fallen rock mass caused the dislocation of sea water, and as consequence of that a great trough as well as waves about 30 m high were produced, one of these waves moved westward, and another one moved eastward. This last wave inundated all the Ribeira do Vigário beach causing the death of 19 people who were staying around”.

As a consequence of the rock mass fall, detrital deposits locally called “fajãs”, such as, “fajã dos Asnos” and “fajã das Bebras” were accumulated at the base of the cliff, and good use of them was made for agricultural purposes, being presently exploited by the “Associação dos Agricultores das Fajãs do Cabo Girão”.

Cabo Girão, 1960 Cabo Girão, 1980

Cabo Girão, 1960

Cabo Girão, 1960 Cabo Girão, 1980

Cabo Girão, 1980

Cabo Girão, 2005

Cabo Girão, 2005
Cabo Girão, 2005
“Pedras fazem uma parede, paredes fazem uma casa, casas fazem ruas e ruas fazem uma

“Pedras fazem uma parede, paredes fazem uma casa, casas fazem ruas e ruas fazem uma cidade. Uma cidade são pedras e uma cidade é gente; mas não é um amontoado de pedras e também não é um aglomerado de gente

Jacob Bronowki (1973)

Traquibasaltos e Traquitos – Cantarias “rijas”

Traquibasaltos e Traquitos – Cantarias “rijas”
Traquibasaltos e Traquitos – Cantarias “rijas”
Traquibasaltos e Traquitos – Cantarias “rijas”
Traquibasaltos e Traquitos – Cantarias “rijas”

Tufos de Lapilli – Cantarias “moles”

T u f o s de Lapilli – Cantarias “moles”
T u f o s de Lapilli – Cantarias “moles”
T u f o s de Lapilli – Cantarias “moles”
T u f o s de Lapilli – Cantarias “moles”

Tufos Brecha – Cantarias “moles”

Tufos Brecha – Cantarias “moles”
Tufos Brecha – Cantarias “moles”
Tufos Brecha – Cantarias “moles”
Tufos Brecha – Cantarias “moles”

PATOLOGIAS – Escamação, Desegregação, Pátina e Crosta Negra

PATOLOGIAS – Escamação, Desegregação, Pátina e Crosta Negra

PATOLOGIAS – Enfarinhamento, Pátina e Crosta Negra

PATOLOGIAS – Enfarinhamento, Pátina e Crosta Negra
PATOLOGIAS – Enfarinhamento, Pátina e Crosta Negra
PATOLOGIAS – Enfarinhamento, Pátina e Crosta Negra

PATOLOGIAS Fissuração, Fendilhamento e Deformação

P A T O L O G I A S – Fissuração, Fendilhamento e Deformação

PRINCIPAIS EXPLORAÇÕES DE PEDRA NATURAL - Arquipélago da Madeira

PRINCIPAIS EXPLORAÇÕES DE PEDRA NATURAL - Arquipélago da Madeira

N

Porto Moniz

Ilha do Porto Santo

Ilha da Madeira

SERRA DE DENTRO

PICO DO ESPIGÃO

Vila Baleira

S. Vicente

Santana

RIB.ª DA FAJÃ DA NOGUEIRA

RIB.ª DO CURRAL DAS FREIRAS

Calheta

RIB.ª DA SERRA DE ÁGUA

Ponta do Sol

CABO GIRÃO

PALMEIRA

Câmara

de Lobos

Funchal

Legenda:

Localidades Pedreiras com trabalhos

Explorações temporárias

CANIÇAL

Machico

Santa Cruz

0 10 km

Escala

Pedreiras do Cabo Girão - Concelho de Câmara de Lobos

Pedreiras do Cabo Girão - Concelho de Câmara de Lobos
Pedreiras do Cabo Girão - Concelho de Câmara de Lobos

Explorações

Pedreira da Palmeira - Concelho de Câmara de Lobos

Explorações Pedreira da Palmeira - Concelho de Câmara de Lobos
Explorações Pedreira da Palmeira - Concelho de Câmara de Lobos
Explorações Pedreira da Palmeira - Concelho de Câmara de Lobos

Desenvolvimento sustentável: “Um modelo de desenvolvimento que permite às gerações presentes satisfazer as suas necessidades sem por em risco a possibilidade das gerações futuras poderem satisfazer as suas próprias necessidades” (Brundtand,1987)

por em risco a possibilidade das gerações futuras poderem satisfazer as suas próprias necessidades” (Brundtand,1987)

AGRADECIMENTOS

Amigos dos Açores - Associação Ecológica

Universidade dos Açores – Projecto GEODIVA

Câmara Municipal do Funchal – Divisão de SIG

Universidade de Aveiro – Centro de Investigação GeoBioTec, FCT Professores Celso Gomes, Fernando Rocha, Fernando Almeida, Eduardo Silva

O autor agradece ainda ao Gabinete SIG da C. M. Funchal, BORDAL, Diário de Noticias da Madeira, à Associação Comercial e Industrial do Funchal e aos Conselhos de Gerência das Empresas Concreto Plano - Sociedade de Construções, Lda, Tecnasol FGE, S.A., Teixeira e Duarte, S.A., Abrantina e Geocimenta, a consulta de documentos históricos e as autorizações concedidas para visitar e realizar registos fotográficos em várias obras subterrâneas executadas na cidade do Funchal, bem como a disponibilidade de informações técnicas.

FOTOS: © Rui Camacho; © Virgilio Gomes; © Fernando Almeida; © Tecnasol, FGE; © António Spínola; © Rui Marote; © Photographia Museu Vicentes; © Arquivo Regional da Madeira/DRAC; © Madeira Rochas ; © João Baptista

OBRIGADO PELA VOSSA PRESENÇA E ATENÇÃO

OBRIGADO PELA VOSSA PRESENÇA E ATENÇÃO