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GPMATEGPMATE Grupo Grupo de de Pesquisa Pesquisa em em Materiais Materiais de de Constru Constru
GPMATEGPMATE
GPMATEGPMATE

GrupoGrupo dede PesquisaPesquisa emem MateriaisMateriais dede ConstruConstruççãoão ee EstruturasEstruturas

Constru Constru ç ç ão ão e e Estruturas Estruturas Associa Associa ç ç ão ão

AssociaAssociaççãoão TTéécnicocnico--CientCientííficafica Eng.Eng. PauloPaulo dede FrontinFrontin (ASTEF)(ASTEF) UniversidadeUniversidade FederalFederal dodo CearCearáá (UFC)(UFC) GrupoGrupo dede PesquisaPesquisa emem MateriaisMateriais dede ConstruConstruççãoão ee EstruturasEstruturas (GPMATE)(GPMATE)

CursoCurso dede FormaFormaççãoão dede TecnologistaTecnologista parapara DosagemDosagem ee ControleControle TecnolTecnolóógicogico dodo ConcretoConcreto

Prof.Prof. AntonioAntonio EduardoEduardo B.B. CabralCabral

Maio de 2014

Eduardo Eduardo B. B. Cabral Cabral Maio de 2014 Sumário Parte 1: Propriedades do c oncreto

Sumário

Parte 1: Propriedades do concreto no estado endurecido Parte 2: Fundamentação teórica sobre controle tecnológico Parte 3: Itens necessários nos relatórios Parte 4: Exercícios

3: Itens necessá rios nos relatórios Parte 4: Exercícios Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem

Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem e Controle Tecnológico do Concreto – Prof. Eduardo Cabral (DEECC/UFC)

Maio de 2014

Parte 1: Propriedades do concreto no estado endurecido Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem
Parte 1:
Propriedades do concreto no
estado endurecido
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Propriedades no estado endurecido
• Massa específica
• Resistência à compressão
• Resistência à tração
• Módulo de elasticidade e módulo de deformação
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Massa específica NBR 9833:2008 - Concreto fresco – Determinação da massa específica, do rendimento e

Massa específica

Massa específica NBR 9833:2008 - Concreto fresco – Determinação da massa específica, do rendimento e do

NBR 9833:2008 - Concreto fresco – Determinação da massa específica, do rendimento e do teor de ar pelo método gravimétrico

NBR 9778:2005 - Argamassa e concreto endurecidos - Determinação da absorção de água, índice de vazios e massa específica

absorção de água, índice de vazios e massa específica Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem

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Concreto – Prof. Eduardo Cabral (DEECC/UFC) Maio de 2014 Resistência à compressão Propriedade mais importante do

Resistência à compressão

Propriedade mais importante do concreto no estado endurecido. Mede o quanto o concreto resiste a um esforço de compressão.

o quanto o concreto resiste a um esforço de compressão. Curso de Formação de Tecnologista para
o quanto o concreto resiste a um esforço de compressão. Curso de Formação de Tecnologista para

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Resistência à compressão • CPs cilíndricos 10x20cm ou 15x30cm • Adensamento manual 10x20cm: 2 camadas
Resistência à compressão
CPs cilíndricos 10x20cm ou
15x30cm
Adensamento manual
10x20cm: 2 camadas
de 12 golpes
15x30cm: 3 camadas
de 25 golpes
Adensamento mecânico
10x20cm: 1 camada
15x30cm: 2 camadas
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Resistência à compressão
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Resistência à compressão

 

Resistência à compressão

 

Técnicas de nivelamento das superfícies

 

Capeamento

 

Consiste no revestimento dos topos dos corpos-de-prova com uma fina camada de

material apropriado (enxofre, enxofre com areia fina, cimento com areia fina, entre outros) com características de aderência ao corpo-de-prova, compatibilidade química com o concreto, fluidez no momento de sua aplicação, acabamento liso e plano após endurecimento e reistência à compressão compatível com os valores apresentados nos concretos. A superfície resultante deve ser lisa, isenta de riscos ou vazios e não ter falhas de planicidade superiores a 0,05 mm em qualquer ponto.

A espessura da camada de capeamento não deve exceder 3 mm em cada topo.

Deve ser utilizado um dispositivo auxiliar, denominado capeador, que garanta a perpendicularidade da superfície obtida com a geratriz do corpo-de-prova.

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Resistência à compressão • Resistência à compressão – Técnicas de nivelamento das superfícies •
Resistência à compressão
Resistência à compressão
Técnicas de nivelamento das superfícies
Capeamento
Consiste no revestimento dos topos dos corpos-de-prova com uma fina camada de
material apropriado (enxofre, enxofre com areia fina, cimento com areia fina, entre
outros) com características de aderência ao corpo-de-prova, compatibilidade química
com o concreto, fluidez no momento de sua aplicação, acabamento liso e plano após
endurecimento e reistência à compressão compatível com os valores apresentados nos
concretos.
– A superfície resultante deve ser lisa, isenta de riscos ou vazios e não ter falhas de
planicidade superiores a 0,05 mm em qualquer ponto.
A espessura da camada de capeamento não deve exceder 3 mm em cada topo.
Deve ser utilizado um dispositivo auxiliar, denominado capeador, que garanta a
perpendicularidade da superfície obtida com a geratriz do corpo-de-prova.
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Resistência à compressão

 

Resistência à compressão

 

Técnicas de nivelamento das superfícies

 

Neoprene

 
 

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Resistência à compressão • Resistência à compressão – Técnicas de nivelamento das superfícies •
Resistência à compressão
Resistência à compressão
Técnicas de nivelamento das superfícies
Retificação
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Resistência à compressão Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem e Controle Tecnológico do Concreto

Resistência à compressão

Resistência à compressão Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem e Controle Tecnológico do Concreto –
Resistência à compressão Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem e Controle Tecnológico do Concreto –

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Concreto – Prof. Eduardo Cabral (DEECC/UFC) Maio de 2014 Resistência à tração Curso de Formação de

Resistência à tração

Cabral (DEECC/UFC) Maio de 2014 Resistência à tração Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem e
Cabral (DEECC/UFC) Maio de 2014 Resistência à tração Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem e

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Resistência à tração Tração pelo método da compressão diametral (NBR 7222:11) fct, sp Curso de
Resistência à tração
Tração pelo método da compressão diametral (NBR 7222:11)
fct, sp
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Resistência à tração Tração na flexão (NBR 12142:10) fct, f • Se romper no terço
Resistência à tração
Tração na flexão (NBR 12142:10)
fct, f
Se romper no terço médio
F . 
f ct f
,
2
b d
.
Se romper fora do terço médio
3.
F a
.
f ct f
,
2
b d
.
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Resistência à tração Tração na flexão (NBR 12142:10) fct, f Curso de Formação de Tecnologista
Resistência à tração
Tração na flexão (NBR 12142:10)
fct, f
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Resistência à tração
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Módulo de elasticidade e de deformação Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem e Controle

Módulo de elasticidade e de deformação

Módulo de elasticidade e de deformação Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem e Controle Tecnológico
Módulo de elasticidade e de deformação Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem e Controle Tecnológico

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Concreto – Prof. Eduardo Cabral (DEECC/UFC) Maio de 2014 Módulo de elasticidade e de deformação Curso

Módulo de elasticidade e de deformação

Maio de 2014 Módulo de elasticidade e de deformação Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem
Maio de 2014 Módulo de elasticidade e de deformação Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem

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Módulo de elasticidade e de deformação • Módulo de elasticidade Curso de Formação de Tecnologista
Módulo de elasticidade e de deformação
• Módulo de elasticidade
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Módulo de elasticidade e de deformação
• Módulo de elasticidade
 
b
a
E
ci
b
a
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Módulo de elasticidade e de deformação • Módulo de elasticidade Curso de Formação de Tecnologista

Módulo de elasticidade e de deformação

• Módulo de elasticidade

elasticidade e de deformação • Módulo de elasticidade Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem e
elasticidade e de deformação • Módulo de elasticidade Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem e
elasticidade e de deformação • Módulo de elasticidade Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem e

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Módulo de elasticidade e de deformação

 

• Módulo de elasticidade

 

Tipos

– Módulo elasticidade Também chamado de módulo de deformação tangente inicial (E ci ), é o módulo de deformação secante entre 0,5MPa e 30% f c.

– Módulo de deformação tangente Propriedade do concreto cujo valor numérico é o coeficiente angular da reta secante ao diagrama tensão-deformação específica, passando pela tensão 0,5MPa e a tensão considerada no ensaio.

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Módulo de elasticidade e de deformação • Tipos   u  D  C
Módulo de elasticidade e de deformação
Tipos
u
D
C
=30% u
=0,5MPa
ε
ε
ε
ε
ε
ε
A
B
u
C
D
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Módulo de elasticidade e de deformação
• Módulo de elasticidade
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Módulo de elasticidade e de deformação

• Módulo de elasticidade

elasticidade e de deformação • Módulo de elasticidade Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem e

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Módulo de elasticidade e de deformação

• NBR 14931:04

Módulo de elasticidade e de deformação • NBR 14931:04 Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem

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Módulo de elasticidade e de deformação

 

NBR 14931:04

Item 10.2.2 - Tempo de permanência de escoramentos e fôrmas

A retirada das fôrmas e do escoramento só pode ser feita quando o concreto estiver suficientemente endurecido para resistir às ações que sobre ele atuarem e não conduzir a deformações inaceitáveis, tendo em vista o baixo valor do módulo de elasticidade do concreto (E ci ) e a maior probabilidade de grande deformação diferida no tempo quando o concreto é solicitado com pouca idade.

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Módulo de elasticidade e de deformação

 

NBR 14931:04

Item 10.2.2 - Tempo de permanência de escoramentos e fôrmas

Para o atendimento dessas condições, o responsável pelo projeto da estrutura deve informar ao responsável pela execução da obra os valores mínimos de resistência à compressão e módulo de elasticidade que devem ser obedecidos concomitantemente para a retirada das fôrmas e do escoramento, bem como a necessidade de um plano particular (seqüência de operações) de retirada do escoramento.

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Módulo de elasticidade e de deformação • NBR 14931:04 Curso de Formação de Tecnologista para

Módulo de elasticidade e de deformação

• NBR 14931:04

Módulo de elasticidade e de deformação • NBR 14931:04

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Módulo de elasticidade e de deformação Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem e Controle
Módulo de elasticidade e de deformação
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Parte 2: Fundamentação teórica sobre controle tecnológico Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem e
Parte 2:
Fundamentação teórica
sobre controle tecnológico
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Fundamentação teórica
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Fundamentação teórica

 

• Considerações iniciais

 

Definições

• Família de concreto

Compreende de concretos preparados em uma mesma central, que apresentem consistência dentro de um mesmo intervalo, elaborados com cimento de um mesmo tipo e classe de resistência e contendo agregados de uma mesma origem geológica, tipo e dimensões.

• Lote de concreto

Volume definido de concreto elaborado e aplicado sob condições uniformes (mesma classe, mesma família, mesmos procedimentos e mesmos equipamento.

• Amostra de concreto

Volume de concreto retirado do lote com o objetivo de fornecer informações, mediante realização de ensaios, sobre a conformidade deste lote, para fins de aceitação.

• Exemplar

Elemento da amostra constituído por 2 corpos-de-prova da mesma betonada, moldados no mesmo ato, para cada idade de rompimento.

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Fundamentação teórica

 

• Atribuições de responsabilidades

 

Profissional responsável pelo projeto estrutural

• registrar obrigatoriamente o f ck em todos os desenhos e memórias que descrevem o projeto tecnicamente;

• especificação do f cj para as etapas construtivas, como retirada de cimbramento, aplicação de protensão ou manuseio de pré-moldados;

• especificação da classe de agressividade adotada em projeto (tabelas de agressividade da NBR 6118:07);

• especificação dos requisitos correspondentes às propriedades especiais do concreto, tais como o módulo de deformação mínimo na idade da desforma, movimentação de pré-moldados ou aplicação da protensão.

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Fundamentação teórica • Atribuições de responsabilidades – Profissional responsável pela execução da obra •

Fundamentação teórica

• Atribuições de responsabilidades

– Profissional responsável pela execução da obra

• escolha da modalidade de preparo do concreto;

– Concreto preparado pelo executante da obra

– Concreto preparado por empresa de serviços de concretagem

– Outras modalidades (mistura e transporte realizada por empresa de

concretagem e o estudo da dosagem realizada por pessoa qualificada)

• escolha do tipo de concreto a ser empregado e sua consistência, dimensão máxima do agregado e demais propriedades, de acordo com o projeto e com as condições de aplicação;

• aceitação do concreto;

as condições de aplicação; • aceitação do concreto; Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem e

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Concreto – Prof. Eduardo Cabral (DEECC/UFC) Maio de 2014 Fundamentação teórica • Requisitos para o concre

Fundamentação teórica

• Requisitos para o concreto e métodos de verificação

– Requisitos para os materiais e componentes do concreto

• Cimento Portland (NBR 5732, NBR 5733, NBR 5735, NBR 5736, NBR 5737, NBR 11578, NBR 12989 ou NBR 13116)

• Agregados (NBR 7211)

• Aditivos (NBR 11768)

NBR 13116) • Agregados (NBR 7211) • Aditivos (NBR 11768) Curso de Formação de Tecnologista para

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Fundamentação teórica

 

• Requisitos para o concreto e métodos de verificação

 

Requisitos e condições de durabilidade da construção

• Correspondência entre a classe de agressividade (NBR 6118:07) e a qualidade do concreto

de agressividade (NBR 6118:07) e a qualidade do concreto Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem

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Fundamentação teórica • Requisitos para o concreto e métodos de verificação – Requisitos e condições
Fundamentação teórica
• Requisitos para o concreto e métodos de verificação
Requisitos e condições de durabilidade da construção
• Condições especiais de exposição
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Fundamentação teórica • Requisitos para o concreto e métodos de verificação – Requisitos e condições
Fundamentação teórica
• Requisitos para o concreto e métodos de verificação
Requisitos e condições de durabilidade da construção
Concretos expostos a solos ou soluções contendo sulfatos
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Fundamentação teórica

 

• Requisitos para o concreto e métodos de verificação

 

Requisitos e condições de durabilidade da construção

 

Concretos expostos a cloretos

 
 

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Fundamentação teórica • Ensaios de controle de aceitação CONTROLE TECNOLÓGICO DO CONCRETO Estado Fresco

Fundamentação teórica

• Ensaios de controle de aceitação

CONTROLE TECNOLÓGICO DO CONCRETO Estado Fresco Estado Endurecido Recebimento Resistência à compressão
CONTROLE TECNOLÓGICO DO
CONCRETO
Estado Fresco
Estado Endurecido
Recebimento
Resistência à compressão
Trabalhabilidade
Controle estatístico

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Fundamentação teórica • Ensaios de controle de aceitação CONTROLE TECNOLÓGICO DO CONCRETO Estado Fresco

Fundamentação teórica

• Ensaios de controle de aceitação

CONTROLE TECNOLÓGICO DO CONCRETO Estado Fresco Estado Endurecido Recebimento Resistência à compressão
CONTROLE TECNOLÓGICO DO
CONCRETO
Estado Fresco
Estado Endurecido
Recebimento
Resistência à compressão
Trabalhabilidade
Controle estatístico

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Fundamentação teórica • Ensaios de controle de aceitação – Verificação da Nota Fiscal Curso de
Fundamentação teórica
• Ensaios de controle de aceitação
Verificação da Nota Fiscal
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Concreto – Prof. Eduardo Cabral (DEECC/UFC) Maio de 2014 Fundamentação teórica • Ensaios de controle de

Fundamentação teórica

• Ensaios de controle de aceitação

– Verificação da Nota Fiscal

de controle de aceitação – Verificação da Nota Fiscal Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem
de controle de aceitação – Verificação da Nota Fiscal Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem
de controle de aceitação – Verificação da Nota Fiscal Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem
de controle de aceitação – Verificação da Nota Fiscal Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem
de controle de aceitação – Verificação da Nota Fiscal Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem

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Fundamentação teórica • Ensaios de controle de aceitação – Verificação da Nota Fiscal Curso de

Fundamentação teórica

• Ensaios de controle de aceitação

– Verificação da Nota Fiscal

de controle de aceitação – Verificação da Nota Fiscal Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem
de controle de aceitação – Verificação da Nota Fiscal Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem
de controle de aceitação – Verificação da Nota Fiscal Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem

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Concreto – Prof. Eduardo Cabral (DEECC/UFC) Maio de 2014 Fundamentação teórica • Ensaios de controle de

Fundamentação teórica

• Ensaios de controle de aceitação

– Ensaio de consistência

• slump test – NM 67

– Ensaio de consistência • slump test – NM 67 Curso de Formação de Tecnologista para
– Ensaio de consistência • slump test – NM 67 Curso de Formação de Tecnologista para

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Fundamentação teórica • Ensaios de controle de aceitação – Ensaio de consistência • slump test

Fundamentação teórica

• Ensaios de controle de aceitação

– Ensaio de consistência

• slump test – NM 67

– Tolerâncias para concreto dosado em central – NBR 7212:12

para concreto dosado em central – NBR 7212:12 Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem e
para concreto dosado em central – NBR 7212:12 Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem e

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Fundamentação teórica

• Ensaios de controle de aceitação

– Ensaio de consistência

Devem ser realizados ensaios de consistência:

• Em concreto virado na obra:

– sempre que ocorrerem alterações na umidade dos agregados;

– na primeira amassada do dia;

ao reiniciar o preparo após uma interrupção da jornada de concretagem de pelo menos 2h;

– na troca de operadores;

– cada vez que forem moldados corpos-de-prova.

• Em concreto dosado em central:

– a cada caminhão betoneira;

– 5 minutos após o término da homogeneização;

– após descarga de 0,5 m 3 .

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Fundamentação teórica • Ensaios de controle de aceitação CONTROLE TECNOLÓGICO DO CONCRETO Estado Fresco

Fundamentação teórica

• Ensaios de controle de aceitação

CONTROLE TECNOLÓGICO DO CONCRETO Estado Fresco Estado Endurecido Recebimento Resistência à compressão
CONTROLE TECNOLÓGICO DO
CONCRETO
Estado Fresco
Estado Endurecido
Recebimento
Resistência à compressão
Trabalhabilidade
Controle estatístico

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Fundamentação teórica • Ensaios de controle de aceitação – Controle estatístico da resistência à

Fundamentação teórica

• Ensaios de controle de aceitação

– Controle estatístico da resistência à compressão

Formação de lotes

Amostragem

Definição dos exemplares

Determinação do f ck

Aceitação ou rejeição dos lotes de concreto

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Fundamentação teórica

 

• Ensaios de controle de aceitação

 

Controle estatístico da resistência à compressão

Formação dos lotes

 

A estrutura deve ser subdividida em lotes que atendam a todos os limites da Tabela 7 da NBR 12655:06 para a realização de ensaios de resistência à compressão.

a realização de ensaios de resistência à compressão. O lote é formado por concreto de uma

O lote é formado por concreto de uma mesma família, mesma classe, mesmos procedimentos, mesmo equipamento.

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Fundamentação teórica

 

• Ensaios de controle de aceitação

 

Controle estatístico da resistência à compressão

Amostragem

 

As amostras devem ser coletadas aleatoriamente durante a operação de concretagem, conforme NM 33:98.

• O tempo de coleta das amostras não deverá ser superior a 15 min;

• O volume da amostra deverá ser de no mínimo 30 litros;

• A coleta de amostras deve ser realizada durante a opera-ção de descarga, após a retirada dos primeiros 15% e antes de completar a descarga de 85% do volume total da betonada;

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Fundamentação teórica • Ensaios de controle de aceitação – Controle estatístico da resistência à
Fundamentação teórica
• Ensaios de controle de aceitação
Controle estatístico da resistência à compressão
1
2
3
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Concreto – Prof. Eduardo Cabral (DEECC/UFC) Maio de 2014 Fundamentação teórica • Ensaios de controle de

Fundamentação teórica

• Ensaios de controle de aceitação

– Controle estatístico da resistência à compressão

• Definição do número de exemplares

Cada exemplar deve ser constituído por 2 corpos-de-prova da mesma amassada, para cada idade de rompimento, moldados no mesmo ato. A resistência do exemplar é o maior dos dois valores obtidos no ensaio do exemplar.

é o maior dos doi s valores obtidos no ensaio do exemplar. Curso de Formação de

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Fundamentação teórica

 

• Ensaios de controle de aceitação

 

Controle estatístico da resistência à compressão

Definição do número de exemplares

 

Para o cálculo do f ckest dos lotes de concreto consideram-se 2 tipos de controle de resistência:

• Por amostragem parcial:

- Retiram-se exemplares de algumas betonadas de concreto.

- Número mínimo de exemplares: 6 para concretos do Grupo

I (classes até C50, inclusive) e 12 para concretos do Grupo II (classes superiores a

C50).

• Por amostragem total:

- Retiram-se exemplares de cada amassada de concreto.

- Não há limitações do número de exemplares.

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Maio de 2014

Fundamentação teórica • Ensaios de controle de aceitação – Controle estatístico da resistência à compressão
Fundamentação teórica
• Ensaios de controle de aceitação
– Controle estatístico da resistência à compressão
• Determinação do f ck
– Por amostragem parcial:
• Para lotes com número de exemplares 6  n < 20
f
 f
f
1
2
m  1
 2.
 f
f ckest
m
m  1
Onde:
m=n/2. Despreza-se o valor mais alto de n, se for ímpar.
f 1 , f 2 ,
, f m valores de resistência dos exemplares, em ordem
crescente.
Obs:. Não se pode tomar f ckest valor menor que  6 .f 1
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Maio de 2014
Fundamentação teórica • Ensaios de controle de aceitação – Controle estatístico da resistência à compressão

Fundamentação teórica

• Ensaios de controle de aceitação

– Controle estatístico da resistência à compressão

• Determinação do f ck

– Por amostragem parcial:

• Para lotes com número de exemplares n 20

f

ckest

f 1,65.S

cm

d

Onde:

f cm é a resistência média dos exemplares do lote, em MPa;

S d é o desvio-padrão da amostra de n elementos, calculado com um grau de liberdade a menos, em MPa.

sd

n 2   x   i x i  1 n  1
n 2
 
x
i x
i
 1
n
 1
sd  n 2   x   i x i  1 n 

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Fundamentação teórica

 

• Ensaios de controle de aceitação

– Controle estatístico da resistência à compressão

• Determinação do f ck

– Por amostragem total:

• Para lotes com número de exemplares n 20

 

f

ckest

f

1

• Para lotes com número de exemplares n > 20

Onde:

f

ckest

f

i

i=0,05.n. Quando valor de i for fracionário, adota-se o número inteiro imediatamente superior.

 

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Fundamentação teórica • Ensaios de controle de aceitação – Controle estatístico da resistência à
Fundamentação teórica
Ensaios de controle de aceitação
Controle estatístico da resistência à compressão
Determinação do f ck
– Casos especiais:
Pode-se dividir a estrutura em lotes correspondentes a no máximo 10 m 3 e
amostrá-los com números de exemplares entre 2 e 5. Nesses casos, o valor
estimado da resistência característica é dado por:
f
.f
ckest  6
1
Onde:
 6 é dado pela tabela abaixo para os números de exemplares
de 2 a 5.

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Fundamentação teórica

 

Ensaios de controle de aceitação

 

Controle estatístico da resistência à compressão

 

Aceitação ou rejeição dos lotes de concreto

f

ckest

f

ck

f

ckest

f

ck

aceita-se!

rejeita-se!

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Fundamentação teórica • Exemplo – Plano de concretagem • Pilares P1, P2, P3, P4 e
Fundamentação teórica
Exemplo
Plano de concretagem
• Pilares P1, P2, P3, P4 e P5
7m 3 de concreto (rodado em obra)  2ª feira
• Pilares P6, P7, P8, P9 e P10
7,5m 3 de concreto (rodado em obra)  3ª feira
Lote 1
• Pilares P11, P12, P13, P14 e P15
7m 3 de concreto (rodado em obra)  4ª feira
• Vigas e Lajes
73m 3 de concreto (central)  6ª feira da
outra semana
Lote 2
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Fundamentação teórica

 

Exemplo

Exemplo

Plano de concretagem

 

• Pilares P1, P2, P3, P4 e P5

 

7m 3 de concreto (rodado em obra) 2ª feira

 

• Pilares P6, P7, P8, P9 e P10

 
 

7,5m 3 de concreto (rodado em obra) 3ª feira

Lote 1

 

• Pilares P11, P12, P13, P14 e P15

 

7m 3 de concreto (rodado em obra) 4ª feira

 

• Vigas e Lajes

 
 

73m 3 de concreto (central) 6ª feira da outra semana

73m 3 de concreto (central)  6ª feira da outra semana

Lote 2

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Fundamentação teórica

 

Exemplo

 

Definição do número de exemplares

• Lote 1 (Pilares) – 21,5m 3

– Por amostragem total 60 betonadas 60 exemplares

– Por amostragem parcial f ck =30MPa (G1) n 6

– Por amostragem especial não pode!

• Lote 2 (Vigas e Lajes) – 73m 3

– Por amostragem total 11 caminhões-betoneira 11 exemplares

– Por amostragem parcial f ck =30MPa (G1) n 6

– Por amostragem especial não pode!

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Fundamentação teórica

 

Exemplo

 

Definição do número de exemplares

• Lote 1 (Pilares) – 21,5m 3

– Por amostragem total 80 betonadas 80 exemplares

– Por amostragem parcial f ck =30MPa (G1) 11 exemplares

– Por amostragem especial não pode!

• Lote 2 (Vigas e Lajes) – 73m 3

Por amostragem total 11 caminhões-betoneira 11 exemplares

Por amostragem parcial f ck =30MPa (G1) 6 exemplares Por amostragem especial não pode!

 

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Fundamentação teórica

 

Exemplo

– Resistência dos exemplares

 

• Lote 1 (Pilares) – 21,5m 3

f 1 =28,9MPa f 2 =32,3MPa

f 5 =32,9MPa f 6 =33,0MPa

f 9 =33,9MPa

f 10

=34,2MPa

f 3 =32,3MPa f 4 =32,5MPa

f 7 =33,5MPa f 8 =33,9MPa

f 11

=34,5MPa

• Lote 2 (Vigas e Lajes) – 73m 3

 

f 1 =28,9MPa f 2 =32,3MPa f 3 =32,3MPa f 4 =32,5MPa

f 5 =32,9MPa f 6 =33,0MPa f 7 =33,5MPa f 8 =33,9MPa

f 9 =33,9MPa

f 10

=34,2MPa

f 11

=34,5MPa

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Maio de 2014 Fundamentação teórica • Exemplo – Cálculo do f ckest • Lote 1
Maio de 2014
Fundamentação teórica
• Exemplo
– Cálculo do f ckest
• Lote 1 (Pilares)
– Por amostragem parcial (11 exemplares)
f
f
f
f
1
2
3
4
 2.
 f
f ckest
5
4
28,9
32,3
32,3
32,5
f
 2.
 32,9
ckest
4
f ckest =30,1MPa  ACEITA-SE!!
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Fundamentação teórica • Exemplo – Cálculo do f c k e s t • Lote

Fundamentação teórica

Exemplo

– Cálculo do f ckest

• Lote 2 (Vigas e Lajes)

– Por amostragem total

f ckest =f 1

f ckest =28,9MPa REJEITA-SE!!

=f 1  f c k e s t =28,9MPa  REJEITA-SE!! Curso de Formação de

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Concreto – Prof. Eduardo Cabral (DEECC/UFC) Maio de 2014 Fundamentação teórica • Ensaios de controle de

Fundamentação teórica

Ensaios de controle de aceitação

O que fazer quando o f ckest estiver abaixo da especificação do projeto?

e s t estiver abaixo da especificação do projeto? Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem

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Fundamentação teórica • Ensaios de controle de aceitação – Resultados abaixo dos critérios de aceitação
Fundamentação teórica
Ensaios de controle de aceitação
Resultados abaixo dos critérios de aceitação
• Assegurar que a capacidade de carga da estrutura não seja prejudicada;
• Extrair testemunhos da região afetada conforme NBR 6118 e NBR 7680;
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Fundamentação teórica

 

Ensaios de controle de aceitação

 

Resultados abaixo dos critérios de aceitação

 

• Assegurar que a capacidade de carga da estrutura não seja prejudicada;

• Extrair testemunhos da região afetada conforme NBR 6118 e NBR 7680;

testemunhos da região afetada conforme NBR 6118 e NBR 7680; Curso de Formação de Tecnologista para

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Fundamentação teórica • Ensaios de controle de aceitação – Resultados abaixo dos critérios de aceitação
Fundamentação teórica
Ensaios de controle de aceitação
Resultados abaixo dos critérios de aceitação
• Assegurar que a capacidade de carga da estrutura não seja prejudicada;
• Extrair testemunhos da região afetada conforme NBR 6118 e NBR 7680
– Testemunhos com armadura
• Podem conter barras de aço em direção ortogonal (variando de 70° a 110°) ao
seu eixo
• A área de aço não pode ultrapassar 4% da área do testemunho
– Dimensão do testemunho
•  do testemunho deve ser 3 vezes maior que o  da brita
• 1 ≥ h/ ≥ 2
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Fundamentação teórica

 

Ensaios de controle de aceitação

 

Resultados abaixo dos critérios de aceitação

 

• Assegurar que a capacidade de carga da estrutura não seja prejudicada;

• Extrair testemunhos da região afetada conforme NBR 6118 e NBR 7680

- Montagem de corpos-de-prova para o ensaio à compressão, a partir de testemunhos extraídos de dimensões reduzidas

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Fundamentação teórica

 

Ensaios de controle de aceitação

 

Resultados abaixo dos critérios de aceitação

 

• Assegurar que a capacidade de carga da estrutura não seja prejudicada;

• Extrair testemunhos da região afetada conforme NBR 6118 e NBR 7680

 
 
 

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Fundamentação teórica

 

Ensaios de controle de aceitação

 

Resultados abaixo dos critérios de aceitação

 

• Assegurar que a capacidade de carga da estrutura não seja prejudicada;

• Extrair testemunhos da região afetada conforme NBR 6118 e NBR 7680;

Para os corpos-de-prova extraídos valem os mesmos critérios de amostragem do concreto

Realizar ensaios de avaliação estrutural

 

– Responsável pelo projeto estrutural

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Parte 3: Itens necessários nos relatórios Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem e Controle

Parte 3:

Itens necessários nos relatórios

Parte 3: Itens necessários nos relatórios Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem e Controle Tecnológico

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Concreto – Prof. Eduardo Cabral (DEECC/UFC) Maio de 2014 Exemplos de relatórios • Resistência à compressão

Exemplos de relatórios

• Resistência à compressão

– número de identificação do corpo-de-prova

– data de moldagem

– idade do corpo-de-prova

– data do ensaio

– dimensões do corpo-de-prova

– tipo de capeamento empregado

– classe da máquina

– resultado individual dos corpos-de-prova e do exemplar

– tipo de ruptura do corpo-de-prova (opcional)

do exemplar – tipo de ruptura do corpo-de-prova (opcional) Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem

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Exemplos de relatórios Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem e Controle Tecnológico do Concreto
Exemplos de relatórios
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Exemplos de relatórios

• Módulo de elasticidade

– número de identificação do corpo-de-prova

– data de moldagem

– condições de curo ou armazenamento

– idade do corpo-de-prova ou data do ensaio

condições do CP no recebimento para o ensaio e seu tratamento superficial

– tipo e dimensões do corpo-de-prova

– resistência à compressão do concreto

– resistência à compressão dos CPs utilizados no ensaio do E c

– valor do módulo de cada CP

– valor do módulo do concreto

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Exemplos de relatórios

 

• Módulo de elasticidade

 
 
 

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Exemplos de relatórios

 

• Controle tecnológico

 

Todos os dados solicitados na NBR 5739:07

• número de identificação do corpo-de-prova

• data de moldagem

• idade do corpo-de-prova

• data do ensaio

• dimensões do corpo-de-prova

• tipo de capeamento empregado

• classe da máquina

• resultado individual dos corpos-de-prova e do exemplar

aceitação ou rejeição do lote

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Exemplos de relatórios Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem e Controle Tecnológico do Concreto
Exemplos de relatórios
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Parte 4: Exercícios Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem e Controle Tecnológico do Concreto
Parte 4:
Exercícios
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Exercícios • Resistência à compressão • A carga de ruptura à compressão do corpo-de-prova cilíndrico

Exercícios

• Resistência à compressão

A carga de ruptura à compressão do corpo-de-prova cilíndrico 10cm x 20cm foi 33,75 toneladas. Qual o valor da resistência à compressão deste concreto?

Após 28 dias de cura, um corpo-de-prova foi rompido e o maior valor apresentado no visor da máquina de compressão foi 549 KN. Calcule a resistência à compressão deste concreto sabendo que o CP é 15cm x 30cm.

compressão deste concreto sabendo que o CP é 15cm x 30cm. Curso de Formação de Tecnologista

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Exercícios • Módulo de elasticidade • O diagrama tensão x deformação obtido é o abaixo
Exercícios
• Módulo de elasticidade
• O diagrama tensão x deformação obtido é o abaixo representado onde, na
tensão de 0,5 MPa, a deformação específica é 0,5x10 -6 . A carga de ruptura à
compressão do corpo-de-prova cilíndrico foi 33,75 toneladas em CPs 10cm x
20cm. Calcule o módulo de elasticidade deste concreto.
45
40
35
30
25
20
15
10
5
0
0
200
400
600
800
1000
1200
Deformação específica (10 -6 )
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Tensão (MPa)
Exercícios • Resistência à tração • A carga de ruptura à tração na compressão diametral

Exercícios

• Resistência à tração

A carga de ruptura à tração na compressão diametral do corpo-de-prova cilíndrico foi 12,5 toneladas. Qual a resistência à tração do concreto?

toneladas. Qual a resistência à tração do concreto? Curso de Formação de Tecnologista para Dosagem e

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Exercícios

Controle tecnológico

Você é o engenheiro(a) responsável pelo controle tecnológico do concreto de uma obra de 3 pavimentos. Supondo que o plano de concretagem da construtora é o abaixo indicado, responda:

-

concretagem dos pilares 1 a 7 do térreo, sendo 21m³ na 2ª feira, 22m³ na 3ª feira e 21m³ na 4ª

feira da semana 1; -concretagem dos pilares 8 a 14 do térreo, sendo 38m³ na 4ª feira, 37m³ na 5ª feira, 38m³ na 6ª feira e 30m³ no sábado da semana 1;

-

concretagem das vigas e lajes do térreo, totalizando 168m³, na 2ª feira da semana 3;

concretagem dos pilares 1 a 7 do 1° pavimento, sendo 21m³ na 2ª feira, 22m³ na 3ª feira e 21m³ na 4ª feira da semana 5;

-

concretagem dos pilares 8 a 14 do 1° pavimento, sendo 38m³ na 4ª feira, 37m³ na 5ª feira, 38m³ na 6ª feira e 30m³ no sábado da semana 5;

-

-

concretagem das vigas e lajes do 1° pavimento, totalizando 168m³, na 2ª feira da semana 7;

 

concretagem dos pilares 1 a 7 do 2° pavimento, sendo 21m³ na 2ª feira, 22m³ na 3ª feira e 21m³ na 4ª feira da semana 9;

-

-

concretagem dos pilares 8 a 14 do 2° pavimento, sendo 38m³ na 4ª feira, 37m³ na 5ª feira,

38m³ na 6ª feira e 30m³ no sábado da semana 9;

-

concretagem das vigas e lajes do 2° pavimento, totalizando 168m³, na 2ª feira da semana 11.

 

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Exercícios • Controle tecnológico a) Qual o número mínimo de lotes que este controle tecnológico

Exercícios

• Controle tecnológico

a) Qual o número mínimo de lotes que este controle tecnológico deverá ter? b) Considere que em um dos lotes fez-se uma amostragem parcial com 6 exemplares, cujos valores de cada corpo-de-prova (em MPa) encontram-se abaixo. Considerando que o fck deste concreto é 30MPa, aceite ou rejeite este lote.

Exemplar 1

Exemplar 2

Exemplar 3

Exemplar 4

Exemplar 5

Exemplar 6

CP1

CP2

CP1

CP2

CP1

CP2

CP1

CP2

CP1

CP2

CP1

CP2

25,1

31,0

32,1

28,9

12,0

31,0

33,2

33,0

28,9

29,0

30,5

34,5

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Exercícios • Controle tecnológico Você é o responsável pelo controle tecnológico do concreto de fck=30MPa

Exercícios

• Controle tecnológico

Você é o responsável pelo controle tecnológico do concreto de fck=30MPa de uma obra. Considere que em um dos lotes a concretagem foi feita exclusivamente por caminhão betoneira e fez-se o controle por amostragem total, cujos valores de cada corpo-de-prova (em MPa) encontram-se abaixo. Aceite ou rejeite este lote.

Caminhão 1

Caminhão 2

Caminhão 3

Caminhão 4

Caminhão 5

Caminhão 6

CP1

CP2

CP1

CP2

CP1

CP2

CP1

CP2

CP1

CP2

CP1

CP2

27,0

33,1

31,2

29,0

15,0

30,0

29,0

29,9

33,0

37,1

34,3

32,6

Caminhão 7

Caminhão 8

Caminhão 9

Caminhão 10

Caminhão 11

Caminhão 12

CP1

CP2

CP1

CP2

CP1

CP2

CP1

CP2

CP1

CP2

CP1

CP2

29,0

32,4

33,4

30,5

28,6

32,1

35,2

34,6

38,2

35,1

26,2

30,6

Caminhão 13

Caminhão 14

Caminhão 15

Caminhão 16

Caminhão 17

Caminhão 18

CP1

CP2

CP1

CP2

CP1

CP2

CP1

CP2

CP1

CP2

CP1

CP2

34,0

35,6

33,2

33,1

30,0

31,5

34,7

33,9

35,1

35,9

32,0

25,0

Caminhão 19

Caminhão 20

Caminhão 21

Caminhão 22

Caminhão 23

Caminhão 24

CP1

CP2

CP1

CP2

CP1

CP2

CP1

CP2

CP1

CP2

CP1

CP2

28,6

33,3

37,4

33,2

32,8

34,9

36,0

32,0

34,8

36,1

30,8

34,0

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