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Centro Educacional Estácio da Amazônia Discplina: Empreendedorismo na Educação Acadêmica: Ewelyn da Silva Peres

Centro Educacional Estácio da Amazônia Discplina: Empreendedorismo na Educação Acadêmica: Ewelyn da Silva Peres Curso: Licenciatura em Computação

A Teoria do Observador:

As pessoas podem enxergar de maneira diferente uma mesma coisa, o que não quer dizer que ela seja necessariamente a verdade. Diferentemente de outros seres, o ser humano tem um comportamento de reação ao que acontece, respondendo de acordo como observa o mundo e as coisas que nele habitam. Podemos dizer que somos, enquanto seres humanos, diferentes observadores do mundo, pois o vemos de maneiras diferentes, pois temos experiências de vida particulares.

Nosso atuar no mundo também será diferenciado, pois diferentes observadores definem de maneira distinta o âmbito das ações possíveis. A ação humana não é uma variável independente, depende do tipo de observador que cada pessoa é. Ao se conhecer o tipo de observador que uma pessoa é, pode-se antecipar a forma como ela atuará.

A busca por satisfazer nossas inquietudes nos remete a outra característica própria do ser humano, que é o fato de estar constantemente fazendo escolhas que, por sua vez, terão impacto direto no próprio futuro e no de outras pessoas. Assim, o ser humano está constantemente alterando o seu espaço de possibilidades, abrindo-os ou fechando-os. Como nos diz Echeverría, o simples fato de evitar fazer uma escolha, já é uma escolha e é necessário assumir que, se tivesse optado por escolher, algo diferente poderia ter acontecido.

As ações que executamos, ou não, determinam os resultados que obtemos, a nossa qualidade de vida profissional, familiar, afetiva e, inclusive, o tipo de pessoa que somos. Diante desse quadro, onde as nossas ações dependem do tipo de observadores que somos, bem como os resultados que obtemos na vida dependem de nossas ações, podemos representar, graficamente, a relação existente entre observador, ação e resultado:

“A forma como vemos as coisas é apenas a forma como vemos as coisas. (…) Tendemos a achar que a forma como vemos as coisas corresponde exatamente ao que elas são”. Donde se conclui que se duas ou mais pessoas observam a mesma coisa, elas são um mesmo tipo de observador, mas não que algo seja verdade.

O tipo de observador que somos acaba por definir o tipo de problemas, de possibilidades e de soluções que regem o nosso atuar e, portanto, a nossa vida. O que é um problema, uma possibilidade ou uma solução para um, pode perfeitamente não ser para outro. O observador que somos tanto nos conduz a atuar de uma determinada maneira, como também avalia os resultados gerados por suas próprias ações. Essa avaliação cumpre um papel decisivo em nosso desenvolvimento pessoal, na medida em que define as seguintes possibilidades:

• se os resultados obtidos nos satisfazem: seguimos atuando da mesma forma como temos feito, uma vez que não há pressão para mudar o nosso jeito de atuar.

• Se os resultados obtidos não nos satisfazem: adotamos a resignação ou optamos pela aprendizagem.

Ser bom observador estimula a criatividade e o raciocínio rápido, o que por sua vez ajuda a pessoa à enxergar oportunidades de negócios com maior facilidade. Ao enxergar uma boa oportunidade, basta ter um pingo de motivação para querer explorar o novo nicho. É uma tentação enorme de querer iniciar um novo projeto.

Não importa tanto se a oportunidade está na área que a pessoa domina. Se você é um verdadeiro empreendedor, ao perceber uma oportunidade de negócio irá aprender sobre o mercado, procurar pessoas que tenham experiência e começar a explorá-lo. O importante é o bom desafio.

Bibliografia:

Echeverría, Rafael. A Empresa Emergente. A confiança e os caminhos da transformação. Brasília: Universa, 2001. 128p

BERTALANFFY, Ludwig V. Teoria Geral dos Sistemas. Petrópolis: Vozes, 1975. 351p

Disponível em: https://luizhlaraujo.wordpress.com.