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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINSTRAÇÃO, ATUÁRIAS E CONTABILIDADE CURSO: CIÊNCIAS
UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ
FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINSTRAÇÃO,
ATUÁRIAS E CONTABILIDADE
CURSO: CIÊNCIAS CONTÁBEIS
CONTABILIDADE
INTERNACIONAL
PROFESSOR FLÁVIO
1
UNIDADE II – APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS  Objetivo  Finalidade  Demonstrações
UNIDADE II – APRESENTAÇÃO DAS
DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS
 Objetivo
 Finalidade
 Demonstrações Contábeis
 Elementos
das
Demonstrações
Contábeis
 Balanço Patrimonial
 Demonstração
do
Resultado
e
Demonstração do Resultado Abrangente
2
2.1 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - DCs OBRIGATÓRIAS – LEI 11.638/2007 As DCs obrigatórias no Brasil, segundo
2.1 DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS - DCs
OBRIGATÓRIAS – LEI 11.638/2007
As DCs obrigatórias no Brasil, segundo o art.
1º da Lei 11.638/2007 das companhias de
grande porte são:
Balanço Patrimonial; Notas Explicativas;
Demonstração do Resultado;
Demonstração das Mutações do Patrimônio
Líquido;
Demonstração dos Fluxos de Caixa (exceto
para companhia de capital fechado com PL <
R$ 2 milhões;
Demonstração do valor adicionado(cap aber)
3

2.2 COMPANHIA DE GRANDE PORTE

A lei 11.638 de 2007, dispõe no artigo 3º,

parágrafo único que: “Considera-se de

grande porte, para os fins exclusivos desta

Lei, a sociedade ou conjunto de sociedades

sob controle comum que tiver, no exercício

social anterior, ativo total superior a R$ 240.000.000,00 (duzentos e quarenta

milhões de reais) ou receita bruta anual

superior a R$ 300.000.000,00 (trezentos milhões de reais)”

4

2.3 CPC 26

O Comitê de Pronunciamentos Contábeis

publicou em 2009 um Pronunciamento Técnico sobre Apresentação das

Demonstrações CPC 26, correlacionado

com o IAS 1, do IASB. O principal objetivo do CPC 26 é (item 1):

Determinar a base de apresentação das DCs

de uso geral, a fim de assegurar a comparação tanto com as próprias demonstrações contábeis de períodos

anteriores quanto com as DCs de outras

entidades.

(PADOVEZE et al, 2013, p. 110)

5

2.4 CPC 26 - alcance

aplicado na

apresentação de todas as DCs de uso

geral, preparadas e apresentadas de acordo com os pronunciamentos do

CPC (item 2).

O CPC

26

deve

ser

O CPC 26 não se aplica às demonstrações contábeis

intermediárias (item 4).

6

2.5 Conjunto Completo de DCs - CPC 26

10, um

conjunto

contábeis envolve:

balanço patrimonial;

demonstração do resultado;

demonstração do resultado abrangente;

demonstração das mutações do patrimônio

líquido;

demonstração dos fluxos de caixa;

demonstração do valor adicionado;

notas explicativas.

de demonstrações

De acordo com

o CPC

26, item

completo

(PADOVEZE et al, 2013, p. 111)

7

2.7 CPC 26 DCs informações

De acordo com o CPC 26, item 9, as

demonstrações contábeis proporcionam

informação da entidade acerca do seguinte:

(a) ativos; (b) passivos; (c) patrimônio

líquido; (d) receitas e despesas, incluindo

ganhos e perdas; (e) alterações no capital próprio mediante integralizações dos

proprietários e distribuições a eles; e (f)

fluxos de caixa.

8

2.6 CPC 26 objetivos das DCs

De acordo com o CPC 26, item 9, o objetivo

das DCs é o de proporcionar informação

acerca da posição patrimonial e financeira, do desempenho e dos fluxos de caixa da

entidade que seja útil a um grande número

de usuários em suas avaliações e tomada de

decisões econômicas. Objetivam também

apresentar os resultados da atuação da

administração, em face de seus deveres e responsabilidades na gestão diligente dos

recursos que lhe foram confiados.

9

2.8 ELEMENTOS DAS DCs PATRIMONIAIS

O pronunciamento conceitual básico CPC 00

define:

1. ativos: são recursos controlados, como resultados de eventos passados, e dos quais se espera que resultem futuros benefícios

econômicos para a companhia;

2. passivos: são obrigações presentes, derivadas de eventos já ocorridos, cujas liquidações se

espera que resultem em saída de recursos

capazes de gerar benefícios econômicos;

3. Patrimônio Líquido: é o valor residual dos ativos da companhia depois de deduzidos todos

os seus passivos.

(PADOVEZE et al, 2013, p. 111)

10

2.9 ELEMENTOS DAS DCs DE RESULT - RECEITA

Receitas são os aumentos nos benefícios econômicos durante o período contábil sob a

forma de entrada de recursos ou aumento de

ativos ou diminuição de passivos, que resultam em aumentos do patrimônio líquido

e que não sejam provenientes de aporte dos

proprietários da entidade (Pronunciamento Conceitual Básico do CPC (R1), alínea „a‟ do

item 4.25)

(PADOVEZE et al, 2013, p. 112)

11

2.9 ELEMENTOS DAS DCs DE RESULT - DESPESA

Despesas são os decréscimos nos

benefícios econômicos durante o período

contábil sob a forma de saída de recursos ou redução de ativos ou incremento de

passivos, que resultam em decréscimo do

patrimônio líquido e que não sejam provenientes de distribuição aos

proprietários da entidade (Pronunciamento

Conceitual Básico do CPC (R1), alínea „b‟ do

item 4.25)

(PADOVEZE et al, 2013, p. 112)

12

2.9 ELEMENTOS DAS DCs DE RESULT - GANHO

Ganhos são outros itens que se enquadram

na definição de receita e podem ou não

surgir no curso das atividades usuais da entidade, portanto, são incidentais,

representando aumentos nos benefícios

econômicos e, como tais, não diferem, em

natureza das receitas. (Pronunciamento

Conceitual Básico do CPC (R1), item 4.35)

(PADOVEZE et al, 2013, p. 112)

13

2.9 ELEMENTOS DAS DCs DE RESULT - PERDA

Perdas são

que se

enquadram na definição de despesa e

podem ou não surgir no curso das atividades usuais da entidade, portanto,

são incidentais, representando decréscimos nos benefícios

econômicos e, como tais, não diferem,

em natureza das despesas. (Pronunciamento Conceitual Básico do

CPC (R1), item 4.34)

outros

itens

(PADOVEZE et al, 2013, p. 112)

14

2.10 REGIME DE COMPETÊNCIA

Usa-se a competência quando os efeitos das

transações

reconhecidos nos períodos a que se referem, independentemente do recebimento ou

pagamento.

“a

suas

a

entidade

o CPC

eventos são

e

outros

De acordo com

deve

demonstrações

demonstração

26, item

as

27,

elaborar

contábeis,

dos

exceto

de

para

fluxos

caixa,

utilizando-se do regime de competência”.

15

2.11 CONTINUIDADE

De acordo com o CPC 26, item 25, “quando

da elaboração das demonstrações

contábeis, a administração deve fazer a avaliação da capacidade da entidade

continuar em operação no futuro previsível.

As DCs devem ser elaboradas no pressuposto da continuidade, a menos que a

administração tenha intenção de liquidar a

entidade ou cessar seus negócios, ou ainda não possua uma alternativa realista senão a

descontinuidade de suas atividades.

16

2.12 INFORMAÇÕES COMPARATIVAS

De acordo com o CPC 26, informações

comparativas devem ser divulgadas em

relação ao período anterior, para todos os valores incluídos nas demonstrações

contábeis. As informações comparativas

também ser devem ser incluídas nas notas explicativas, quando forem materiais para

um melhor entendimento das DCs e devem

apresentar três exercícios para o BP quando

há mudança na política contábil ou

reclassificação.

(PADOVEZE et al, 2013, p. 113)

17

2.13 IDENTIFICAÇÃO DAS DCs

Cada DC e respectivas NEs devem ser

identificadas claramente com (CPC 26, item 51):

(a) o nome da empresa;

(b) se as demonstrações contábeis se referem a uma entidade individual ou a um grupo de

entidades; (c) a data de encerramento do período de reporte ou o período coberto pelo conjunto de

demonstrações contábeis ou notas explicativas;

(d) a moeda de apresentação; e

(e) o nível de arredondamento usado na apresentação dos valores nas demonstrações

contábeis.

18

2.14 APRESENTAÇÃO DAS DCs

O CPC 26, item 15 diz: “As DCs devem

representar apropriadamente a posição

financeira e patrimonial, o desempenho e os fluxos de caixa da entidade. Para apresentação

adequada, é necessária a representação

fidedigna dos efeitos das transações, outros eventos e condições de acordo com as definições e critérios de reconhecimento para ativos, passivos, receitas e despesas como estabelecidos na Estrutura Conceitual para Elaboração e Divulgação de Relatório Contábil-

Financeiro”.

19

2.15 BALANÇO PATRIMONIAL (BP) p1

O CPC 26, item 54, dispõe que o balanço

patrimonial deve apresentar, respeitada a

legislação, no mínimo, as seguintes contas:

(a) caixa e equivalentes de caixa;

(b) clientes e outros recebíveis;

(c)

(d)

estoques; ativos financeiros

estoques; ativos financeiros

(e) total de ativos classificados como

disponíveis para venda e ativos à disposição

para venda;

(f) ativos biológicos;

20

2.15 BALANÇO PATRIMONIAL (BP) p2

(g) investimentos avaliados pelo método da

equivalência patrimonial;

(h) propriedades para investimento;

(i) imobilizado;

(j) intangível;

(k) contas a pagar comerciais e outras;

(l) provisões;

(m) obrigações financeiras;

(n) obrigações e ativos relativos à tributação

corrente;

21

2.15 BALANÇO PATRIMONIAL (BP) p3

(o) impostos diferidos ativos e passivos;

(p) obrigações associadas a ativos à

disposição para venda; (q) participação de não controladores

apresentada de forma destacada dentro do

patrimônio líquido; e (r) capital integralizado e reservas e outras

contas atribuíveis aos proprietários da

entidade.

22

2.15 BP ATIVOS CIRCULANTES

De acordo com o CPC 26, item 66, o ativo é

circulante quando:

(a) espera-se que seja realizado, ou pretende-se que seja vendido ou consumido

no decurso normal do ciclo operacional da

entidade; (b) está mantido essencialmente com o

propósito de ser negociado;

(c) espera-se que seja realizado até doze

meses após a data do balanço; ou

(d) é caixa ou equivalente de caixa.

23

2.15 BP PASSIVOS CIRCULANTES

De acordo com o CPC 26, item 69, o passivo

é circulante quando:

(a) espera-se que seja liquidado durante o

ciclo operacional normal da entidade;

(b) está mantido essencialmente para a finalidade de ser negociado;

(c) deve ser liquidado no período de até doze

meses após a data do balanço; ou

(d) a entidade não tem direito incondicional

de diferir a liquidação do passivo durante

24

pelo menos doze meses após a data do balanço.

2.15 BP PATRIMÔNIO LÍQUIDO

Capital social integralizado

Reserva de capital

(-) Ações em Tesouraria Reserva de Reavaliação (saldo antigo) Reserva de Lucros:

Legal

Estatutária Incentivos Fiscais Lucros Retidos Prejuízos Acumulados Outros Resultados abrangentes (=) Total do PL dos acionistas controladores Participação dos acionistas não controladores (=) Total do PL incluindo a participação dos não

controladores

(PADOVEZE et al, 2013, p. 115)

25

2.15 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DR p1

A DR deve, no mínimo, incluir as seguintes rubricas:

(a)

receitas;

(b)

ganhos e perdas decorrentes de baixa de ativos

financeiros mensurados pelo custo

amortizado;

(CPC 26, item 82)

(c) custos de financiamento;

(d) parcela dos resultados de empresas investidas

reconhecida por meio do método da equivalência

patrimonial;

(d)

tributos sobre o lucro;

(f)

um único valor para o total de operações

descontinuadas;

26

2.15 DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DR p2

A DR deve incluir ainda as seguintes rubricas:

(i) custo dos produtos, das mercadorias e dos

serviços vendidos; (ii) lucro bruto;

(CPC 26, item 82)

(iii) despesas com vendas, gerais,

administrativas e outras despesas e receitas

operacionais;

(iv) resultado antes das receitas e despesas

financeiras; (v) resultado antes dos tributos sobre o lucro;

(vi) resultado líquido do período.

27

2.15 DR por função – p1 DR por Função Nota 2015 2014 Receita Líquida de
2.15 DR por função – p1
DR por Função
Nota
2015
2014
Receita Líquida de Vendas
(-) custo dos produtos vendidos
Lucro Bruto
(+) outras receitas
(-) despesas operacionais
(-) outras despesas
(+/-) resultado de equivalência patrimonial
Lucro Líquido antes do Resultado Financ
(+) receitas financeiras
(-) despesas financeiras
(+/-) variação cambial líquida
(+/-) variação monetária líquida
(+/-) ganhos e perdas com derivativos
(=) Resultado Financeiro
2.15 DR por função – p2 DR por Função Nota 2015 2014 Resultado Financeiro (=)
2.15 DR por função – p2
DR por Função
Nota
2015
2014
Resultado Financeiro
(=) Resultado antes dos tributos s/lucro
(-) tributos sobre os lucros correntes
(-) tributos sobre os lucros diferidos
(=) Resultado Líquido das Oper. Continuadas
(+/-) result líquido após trib das oper.
Descontinuadas
Resultado Líquido do Período
Resultado Líquido atribuível aos acionistas
controladores
Resultado Líquido atribuível aos acionistas
não controladores
(=) Lucro Líquido
Lucro Líquido por ação
29
2.15 DR por natureza – p1 DR por Natureza Nota 2015 2014 Receita Líquida de
2.15 DR por natureza – p1
DR por Natureza
Nota
2015
2014
Receita Líquida de Vendas
(+) outras receitas
(-) variação dos estoques de produtos acab
(-) consumo de MP e materais
(-) depreciação, amortização e exaustão
(-) perda com impairment
(-) despesa com pesquisa e desenvolv.
(-) outras despesas
(+/-) resultado de equivalência patrimonial
(=) Lucro líquido antes do resultado financ.
(+) receitas financeiras
(-) despesas financeiras
(+/-) variação cambial líquida
(+/-) variação monetária líquida
2.15 DR por natureza – p2 DR por Natureza Nota 2015 2014 (+/-) variação monetária
2.15 DR por natureza – p2
DR por Natureza
Nota
2015
2014
(+/-) variação monetária líquida
(+/-) ganhos e perdas com derivativos
(=) Resultado Financeiro
Resultado antes dos trib sobre o lucro
(-) tributos sobre os lucros correntes
(-) tributos sobre os lucros diferidos
(=) Resultado Líquido das operações
continuadas
(+/-) Resultado Líquido após tributos das
operações descontinuadas
(=) Resultado Líquido do Período
Resultado Líquido dos acionist controlad.
Resultado Líq. dos acionist não controlador.
Lucro Líquido por ação
31

2.15 DR Qual modelo escolher CPC 26 it 105

A escolha entre o método da função das despesas

e o método da natureza das despesas depende de

fatores históricos e setoriais e da natureza da entidade. Ambos os métodos proporcionam uma indicação das despesas que podem variar, direta

ou indiretamente, com o nível de vendas ou de produção da entidade. Cabe à administração eleger o método de apresentação mais relevante e

confiável, atendidas as exigências legais. Dado

que a informação sobre a natureza das despesas é útil ao prever os futuros fluxos de caixa, é exigida divulgação adicional quando for usada a

classificação com base no método da função.

32

2.16 DR abrangente - DRA

A DRA objetiva apresentar o resultado

líquido do período, bem como possíveis

resultados futuros ajustados no PL (outros resultados abrangentes),

decorrentes de transações que ainda não se realizaram financeiramente, pois

dependem de eventos futuros.

(PADOVEZE et al, 2013, p. 117)

33

2.16 DR abrangente - considerações

Segundo o CPC 26, a DRA deve considerar:

a.

Resultado líquido do período;

b.

Variações na reserva de reavaliação;

c.

Ganhos e perdas com parcela efetiva de hedge de fluxo de caixa;

d.

Ganhos e perdas com ativos financeiros disponíveis para venda;

e.

Ajustes acumulados de conversão variação

cambial de investimento no exterior;

f.

Ganhos e perdas atuariais com planos de

pensão com benefício definido.

(PADOVEZE et al, 2013, p. 118)

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2.16 DR abrangente - rubricas

Segundo o CPC 26, a DRA deve evidenciar

as seguintes rubricas:

a.

Resultado líquido do período;

b.

Itens do resultado abrangente;

c.

Parcela de outros resultados abrangentes

de empresas investidas reconhecida por meio do MEP;

d.

Resultado abrangente do período;

e.

Resultados abrangentes atribuíveis a:

1. Participação de sócios não controladores;

2. Detentores de cap próprio da emp control.

(PADOVEZE et al, 2013, p. 118)

35

2.16 DR abrangente - apresentação DRA Nota 2015 2014 Resultado Líquido do Período (+/-) outros
2.16 DR abrangente - apresentação
DRA
Nota
2015
2014
Resultado Líquido do Período
(+/-) outros resultados abrangentes da comp
Variações na reserva de reavaliação
Ajustes acumulados de conversão – variação
cambial de investimento societ. no exterior
Ganhos e perdas com parcela efetiva de
hedge de fluxo de caixa
Ganhos e perdas com ativos financeiros
disponíveis para venda
Ganhos e perdas atuariais com planos de
pensão com benefício definido
(+/-) outros resultados abrangentes
Resultado abrangente do período
Res. Abrang. atrib aos acion. controladores
Res. Abrang. atrib aos acion. não contr.
2.16 DR abrangente - apresentação Demonstrações em IFRS 37
2.16 DR abrangente - apresentação
Demonstrações
em IFRS
37
2.17 BP – IFRS Ativo Nota 2015 2014 Patrimônio líquido e passivo Nota 2015 2014
2.17 BP – IFRS
Ativo
Nota
2015
2014
Patrimônio líquido e passivo
Nota
2015
2014
Ativo não corrente
Patrimônio Lúquido
Imobilizado, líquido
Capital Social
investimentos societários
Reservas
intangíveis
Lucros Acumulados
goodwill
Prejuízos Acumulados
impostos diferidos
Outros Resultados Abrang
contas a receber
Subtotal
Ativos Financeiros
outros ativos
Participação do acionista
não controlador
Total do PL
Ativo corrente
Passivo não corrente
Estoques
empréstimos
Contas a receber
financiamentos
Ativos Financeiros
impostos diferidos
Caixa e equivalentes
provisão para contingências
receitas diferidas liquidas
Passivo corrente
fornecedores
salários a pagar
impostos a pagar
contas a pagar
Total do Ativo
Total do PL e passivo
38
2.18 DR por função – IFRS – p1 DR por Função Nota 2015 2014 Receita
2.18 DR por função – IFRS – p1
DR por Função
Nota
2015
2014
Receita de Vendas
(-) custo das Vendas
(=) Lucro Bruto
(-) despesas operacionais
(-) outras despesas
(+) outras receitas
(=) lucro operacional líquido
(+/-) resultado de equivalência patrimonial
(=) lucro antes do resultado financeiro
(+) receitas financeiras
(-) despesas financeiras
(+/-) ganhos e perdas com derivativos
(+/-) variações cambiais líquidas
(=) Lucro antes do imposto de renda
2.15 DR por função – IFRS – p2 DR por Função Nota 2015 2014 Lucro
2.15 DR por função – IFRS – p2
DR por Função
Nota
2015
2014
Lucro antes do imposto de renda
(-) imposto de renda corrente
(+/-) imposto de renda diferido
Lucro Líquido do período
Lucro líquido atribuível a cada categ de ações
ações preferenciais
ações ordinárias
Lucro líquido por ação:
ação preferencial
ação ordinária
2.15 DR por natureza – IFRS – p1 DR por Natureza Nota 2015 2014 Receita
2.15 DR por natureza – IFRS – p1
DR por Natureza
Nota
2015
2014
Receita de vendas
(-) custo das vendas
(-) depreciação, exaustão e amortização
(-) despesas com pessoal, adm e comerciais
(-) outras despesas
(+) outras receitas
(=) lucro operacional líquido
(+/-) resultado de equivalência patrimonial
(+) receitas financeiras
(-) despesas financeiras
(+/-) variações cambiais líquidas
(=) lucro antes do imposto de renda
41
2.15 DR por natureza – IFRS – p2 DR por Natureza Nota 2015 2014 lucro
2.15 DR por natureza – IFRS – p2
DR por Natureza
Nota
2015
2014
lucro antes do imposto de renda
(-) imposto de renda corrente
(+/-) imposto de renda diferido
Lucro Líquido do Período
Lucro líquido atribuível a cada categ de
ações
ações preferenciais
ações ordinárias
Lucro líquido por ação:
ação preferencial
ação ordinária
42
2.16 DR abrangente - IFRS – mesma CPC DRA Nota 2015 2014 Resultado Líquido do
2.16 DR abrangente - IFRS – mesma CPC
DRA
Nota
2015
2014
Resultado Líquido do Período
(+/-) outros resultados abrangentes da comp
Variações na reserva de reavaliação
Ajustes acumulados de conversão – variação
cambial de investimento societ. no exterior
Ganhos e perdas com parcela efetiva de
hedge de fluxo de caixa
Ganhos e perdas com ativos financeiros
disponíveis para venda
Ganhos e perdas atuariais com planos de
pensão com benefício definido
(+/-) outros resultados abrangentes
Resultado abrangente do período
Res. Abrang. atrib aos acion. controladores
Res. Abrang. atrib aos acion. não contr.