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Análise do Discurso

Unidade 1- Perspectivas históricas/ Filiações teóricas/ AD francesa e anglo-saxônica

Prof. Me Hannah Isabel/ EAD-UFPI

Um pouco de história

Imbricamento das três principais áreas linguística,

materialismo histórico e psicanálise de onde emerge

materialismo histórico e psicanálise – de onde emerge a análise de discurso, concebida por Michel Pêcheux.

a análise de discurso, concebida por Michel Pêcheux.

Linguística a língua não é transparente: materialidade

da língua;

Marxismo a história não é transparente ao homem:

materialidade da história

Psicanálise o homem não é transparente nem para si

mesmo: opacidade do sujeito.

Para a Linguística:

A língua era estudada a partir de regularidades, pois acreditava-se que dessa

forma seria possível apreendê-la em sua totalidade, isso porque se entendia por essa época, que as influência externas, geradoras de irregularidades, por não se constituírem como parte da estrutura, não afetam o sistema.

Assim, a teoria estruturalista não vai apreender a língua em sua relação com o

mundo, antes vai observá-la dentro da sua estrutura interna a partir de um

sistema fechado sobre si mesmo. É exatamente por isso, que tem-se o nome

“estruturalismo”, por se definir o objeto somente no interior do sistema, de

modo estrutural.

Materialismo Histórico- Marxismo

Na década de 70, Louis Althusser, no livro Ideologia e aparelho ideológico de

estado, ao fazer uma releitura das ideias marxistas, conceberá distintamente uma

teoria das ideologias particulares” , donde se verá as expressão das posições de

classes, de uma “teoria da ideologia em geral” , em que se evidenciará o modo pelo

qual se reproduz as relações de produção. Assim, será sobre a segunda teoria que irá recair o interesse maior do autor.

O âmago da teoria Althusseriana está na concepção de que a ideologia tem

existência material, de modo que não deverá ser estudada como ideias e sim como

um conjunto de práticas materiais que reproduzem as relações de produção.

A Análise do Discurso surge a partir dessas reflexões marxistas sobre luta de classes, exploração,
A Análise do Discurso surge a partir dessas
reflexões marxistas sobre luta de classes,
exploração, ideologia

Psicanálise Lacaniana

Freud- descoberta do inconsciente e sua separação do consciente do sujeito;

Lacan irá propor a ideia de o que o inconsciente se constitui como a

linguagem, ou seja, ele se organiza em uma cadeia de significantes latente que

se repete interferindo no discurso. Ele admite que sempre há sob as palavras

outras palavras, de modo que o discurso está sempre sendo atravessado pelo

discurso do outro, do inconsciente.

Discurso do Outro, do pai, da comunidade, da família, do inconsciente.

Provocações” de Michel

Pêcheux (1960-França)

“ Provocações ” de Michel Pêcheux (1960-França) • Questionamento da linguística, pensando a Análise do

Questionamento da linguística, pensando a Análise do Discurso fora do progresso natural da linguística, longe de

ser uma simples evolução da lexicologia;

Provocou uma ruptura epistemológica afastando o estudo do

discurso da simples investigação do léxico e levando-o a uma

configuração teórica que se detêm em apreender o funcionamento da ideologia e a compreensão das

especificidades do sujeito;

Propôs uma formalização do discurso a partir de um

procedimento de leitura que relacione determinadas

condições de produção, que consistia na relação entre os interlocutores e no contexto sócio histórico, e os processos

de produção de um discurso.

Rompimento com o corte saussuriano de língua/fala e mudança da relação entre

os termos do novo par língua/discurso de oposição a contradição;

A língua da AD admite a falta, o furo, a falha; não trabalha com uma noção de

estrutura fechada e homogênea e incorpora o termo “real da língua”, trazido

por Milner da psicanálise, para expressar essa incompletude, esse não-todo que

é próprio da língua e a constitui.

Fases da AD

Fases da AD • 1ª época: A primazia do Mesmo: • Discursos mais “estabilizados” produzidos a

1ª época: A primazia do Mesmo:

Discursos mais “estabilizados” produzidos a partir de

condições de produção mais estáveis e homogêneas.

Noção de “máquina discursiva”: Uma estrutura

(condições de produção estáveis) responsável pela

geração de um processo discursivo (o processo de

construção do manifesto comunista, por exemplo) a partir de um conjunto de argumentos e de operadores

responsáveis pela construção e transformação das proposições, concebidas como princípios semânticos,

que definem, delimitam um discurso (o comunista para

toma-lo como exemplo).

2ª época: O Papel Desestabilizador de Michel Foucault

• 2ª época: O Papel Desestabilizador de Michel Foucault
Retomadas; Paráfrases; Discurso Político

Retomadas;

Paráfrases;

Discurso Político

3ª época: O primado do Outro

Adota-se a perspectiva segundo a qual diversos discursos que atravessam

uma Formação Discursiva não se constituem independentemente uns dos

outros para serem, em seguida, postos em relação, mas se formam de

maneira regulada no interior de um interdiscurso.

outros para serem, em seguida, postos em relação, mas se formam de maneira regulada no interior

AD francesa X AD anglo- saxônica (EUA)

AD francesa X AD anglo- saxônica (EUA)
AD francesa X AD anglo- saxônica (EUA)

Referências

SANTANA, Erivelton; OLIVEIRA, Marcos. Análise do Discurso. FTC-

EAD.

Ferreira, Maria Cristina Leandro. ANÁLISE DO DISCURSO E SUAS

INTERFACES-o lugar do sujeito na trama do discurso.