Manual de Normalização: normas para elaboração de trabalhos acadêmicos e científicos
6ª edição
Belo Horizonte
2014
FACULDADE DE CIÊNCIAS APLICADAS DE BELO HORIZONTE
MANUAL DE NORMALIZAÇÃO: normas para elaboração de trabalhos acadêmicos e científicos
Manual de orientação para a normalização de trabalhos acadêmicos, para uso dos discentes e docentes da graduação, graduação tecnológica e pós-graduação da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte – FACISABH.
Belo Horizonte
2014
Unidade: Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte – FACISABH
Direção: Antônio Baião de Amorim
Vice-Diretora: Helenice Silene de Oliveira
FICHA CATALOGRÁFICA
F143m
Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte - FACISABH. Núcleo de Graduação. Manual de normalização: normas para elaboração de trabalhos acadêmicos e científicos / Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte - FACISABH. Núcleo de Graduação. - 6. ed.- Belo Horizonte: Faculdade FACISABH, 2014. 106 p.
1. Documentação – Normalização - Manual. I. Título.
CDU - 001.81
Ficha catalográfica elaborada pela Biblioteca FACISABH.
Para referenciar este documento:
FACULDADE FACISABH. Núcleo de Graduação e Biblioteca. Manual de normalização:
normas para elaboração de trabalhos acadêmicos e científicos. Belo Horizonte: Faculdade FACISABH, 2014.
APRESENTAÇÃO
Este manual de informações didático-pedagógicas visa uniformizar os trabalhos científicos e acadêmicos produzidos pelo corpo discente e docente da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte - FACISABH. Para tanto, apresenta-se aqui padrões de normalização que nortearão a elaboração destes trabalhos.
Os padrões fixados foram baseados em documentos da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e em bibliografias especializadas, tais como os livros “Manual para normalização de publicações Técnico-Científicas”.; e o livro de Marina de Andrade Marconi e Eva Maria Lakatos “Fundamentos de Metodologia científica”.
As informações baseiam-se nas seguintes normas da ABNT:
∑ ABNT NBR 6023:2002, Informação e Documentação – Referências – Elaboração;
∑ ABNT NBR 6024:2012, Informação e Documentação – Numeração progressiva das seções de um documento escrito – Apresentação;
∑ ABNT NBR 6027:2012, Informação e Documentação – Sumário – Apresentação;
∑ ABNT NBR 6028:2003, Informação e Documentação – Resumo: Apresentação;
∑ ABNT NBR 10520:2002, Informação e Documentação – Citações em documentos – Apresentação;
∑ ABNT NBR 14724:2011, Informação e Documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação;
∑ ABNT NBR 15287:2011, Informação e Documentação – Projeto de pesquisa – Apresentação;
∑ ABNT NBR 15437:2006, Pôsteres Técnicos e Científicos.
Na quarta edição este Manual já estava totalmente de acordo com a NBR 14724/2011. A quinta edição é o resultado da revisão feita na edição anterior, para que novas e úteis informações fossem incorporadas a este manual a fim de que ele seja mais transparente e de melhor entendimento. Nesta edição foi retirada a versão final impressa do Trabalho de Conclusão de Curso, por já não ser mais aceito neste formato.
Núcleo de Graduação Biblioteca FACISABH
LISTA DE ILUSTRAÇÕES
|
Figura 1 – |
Margens do anverso |
07 |
|
Quadro 1 – |
Divisão de seções |
09 |
|
Figura 2 – |
Paginação |
10 |
|
Gráfico 1 – |
Elevação de posição |
12 |
|
Figura 3 – |
Exemplo de Tabela |
12 |
|
Figura 4 – |
Exemplo de quadro |
13 |
|
Figura 5 – |
Exemplo de quadro que continua |
13 |
|
Figura 6 – |
Exemplo de gráfico |
14 |
|
Figura 7 – |
Exemplo de fórmula |
15 |
|
Figura 8 – |
Sumário |
17 |
|
Figura 9 – |
Estrutura de monografias |
55 |
|
Figura 10 – |
Estrutura visual dos elementos da monografia |
56 |
|
Figura 11 – |
Capa |
57 |
|
Figura 12 – |
Capa CD Administração – frente |
58 |
|
Figura 13 – |
Capa CD Administração – verso |
59 |
|
Figura 14 – |
Etiqueta CD Administração |
59 |
|
Figura 15 – |
Lombada |
60 |
|
Figura 16 – |
Folha de rosto |
61 |
|
Figura 17 – |
Folha de aprovação |
63 |
|
Figura 18 – |
Dedicatória |
64 |
|
Figura 19 – |
Agradecimentos |
65 |
|
Figura 20 – |
Epígrafe |
66 |
|
Figura 21 – |
Resumo |
67 |
|
Figura 22 – |
Lista de ilustrações |
68 |
|
Figura 23 – |
Lista de tabelas |
69 |
|
Figura 24 – |
Lista de siglas |
70 |
|
Figura 25 – |
Referências |
75 |
|
Figura 26 – |
Apêndice |
76 |
|
Figura 27 – |
Anexo |
76 |
|
Figura 28 – |
Glossário |
77 |
|
Figura 29 – |
Formato projeto de pesquisa: Monografia |
79 |
|
Figura 30 – |
Formato projeto de pesquisa: Artigo |
79 |
|
Figura 31 – |
Elementos que compõem o artigo científico |
80 |
|
Figura 32 – |
Folha de rosto de Relatório |
93 |
|
Figura 33 – |
Ficha de identificação de relatório (adaptada) |
94 |
|
Figura 34 – |
Modelo de fichamento |
96 |
|
Quadro 2 – |
Modelo de Cronograma |
106 |
SUMÁRIO
|
PARTE I |
RECOMENDAÇÕES PARA PUBLICAÇÕES GERAIS |
6 |
|
1 |
A PRODUÇÃO DO TRABALHO CIENTÍFICO NA FACISABH |
6 |
|
2 |
FORMATO DE APRESENTAÇÃO E REGRAS GERAIS |
7 |
|
2.1 |
Formato |
7 |
|
2.2 |
Cor da letra |
7 |
|
2.3 |
Margens |
7 |
|
2.4 |
Espaçamento |
|
|
2.5 |
Fonte |
8 |
|
2.6 |
Título |
8 |
|
2.7 |
Indicativos de seção |
8 |
|
2.7.1 |
Seções |
8 |
|
2.8 |
Numeração progressiva |
9 |
|
2.9 |
Capítulos e seções secundárias |
9 |
|
2.10 |
Parágrafos |
9 |
|
2.11 |
Paginação |
9 |
|
2.12 |
Siglas e abreviaturas |
10 |
|
2.13 |
Ilustrações |
11 |
|
2.14 |
Tabelas, quadros e gráficos |
12 |
|
2.15 |
Fórmulas e equações |
15 |
|
3 |
SUMÁRIO |
16 |
|
4 |
NUMERAIS |
18 |
|
5 |
CITAÇÕES |
19 |
|
5.1 |
Citação direta |
19 |
|
5.2 |
Citação indireta |
20 |
|
5.3 |
Citação de citação |
21 |
|
5.4 |
Citação oral |
22 |
|
5.5 |
Regras gerais |
22 |
|
6 |
NOTAS DE RODAPÉ |
31 |
|
6.1 |
Notas explicativas |
31 |
|
7 |
REFERÊNCIAS |
32 |
|
7.1 |
Elementos de referência |
32 |
|
7.1.1 |
Autores |
32 |
|
7.1.2 |
Título |
35 |
|
7.1.3 |
Edição |
35 |
|
7.1.4 |
Local de publicação |
35 |
|
7.1.5 |
Editora |
36 |
7.1.6
Data
36
7.1.7
Descrições físicas
37
|
7.2 |
Apresentação das referências |
38 |
|
7.2.1 |
Livros e folhetos |
38 |
|
7.2.2 |
Capítulos de livros |
39 |
|
7.2.3 |
Monografias, dissertações e teses |
39 |
|
7.2.4 |
Trabalhos apresentados em eventos |
40 |
|
7.2.5 |
Normas técnicas |
41 |
|
7.2.6 |
Artigo de periódicos |
42 |
|
7.2.7 |
Artigo de jornal |
44 |
|
7.2.8 |
Constituição, códigos, leis, decretos e portarias |
45 |
|
7.2.9 |
Documentos eletrônicos |
48 |
|
7.2.10 |
Outras referências |
51 |
|
Parte II |
RECOMENDAÇÕES PARA PUBLICAÇÕES ESPECÍFICAS |
54 |
|
8 |
MONOGRAFIA |
54 |
|
8.1 |
Estrutura |
55 |
|
8.1.1 |
Elementos pré –textuais |
57 |
|
8.1.1.1 |
Capa |
57 |
|
8.1.1.2 |
Lombada |
60 |
|
8.1.1.3 |
Folha de Rosto |
61 |
|
8.1.1.4 |
Errata |
62 |
|
8.1.1.5 |
Folha de Aprovação |
62 |
|
8.1.1.6 |
Dedicatória |
64 |
|
8.1.1.7 |
Agradecimentos |
65 |
|
8.1.1.8 |
Epígrafe |
66 |
|
8.1.1.9 |
Resumo |
67 |
|
8.1.1.10 |
Listas |
68 |
|
8.1.1.11 |
Sumário |
71 |
|
8.1.2 |
Elementos textuais |
71 |
|
8.1.2.1 |
Introdução |
71 |
|
8.1.2.2 |
Metodologia |
72 |
|
8.1.2.3 |
Referencial teórico |
73 |
|
8.1.2.4 |
Caracterização da organização |
73 |
|
8.1.2.5 |
Apresentação dos dados |
74 |
|
8.1.2.6 |
Considerações finais |
74 |
|
8.1.3 |
Elementos pós –textuais |
75 |
|
8.1.3.1 |
Referências |
75 |
|
8.1.3.2 |
Apêndice |
75 |
|
8.1.3.3 |
Anexo |
76 |
|
8.1.3.4 |
Glossário |
77 |
|
9 |
PROJETO DE PESQUISA |
78 |
|
9.1 |
Estrutura |
78 |
|
9.1.1 |
Formato monografia |
78 |
|
9.1.2 |
Formato artigo |
79 |
|
10 |
ARTIGO CIENTÍFICO |
80 |
|
10.1 |
Estrutura |
80 |
|
10.2 |
ASPI |
85 |
11
RESENHA
86
12
RESUMO
90
|
13 |
RELATÓRIOS TÉCNICOS – CIENTÍFICOS |
91 |
|
13.1 |
Etapas do relatório |
91 |
|
13.2 |
Estrutura |
91 |
|
14 |
FICHAMENTO |
95 |
|
REFERÊNCIAS |
97 |
|
|
APÊNDICE A – Dicas para apresentação de slides |
99 |
|
|
APÊNDICE B – Estrutura de banner |
101 |
|
|
APÊNDICE C – Redação de trabalho acadêmico |
104 |
|
|
ANEXO A – Modelo de Cronograma |
106 |
|
6
PPaarrttee II
RREECCOOMMEENNDDAAÇÇÕÕEESS PPAARRAA PPUUBBLLIICCAAÇÇÕÕEESS GGEERRAAIISS
1 A PRODUÇÃO DO TRABALHO CIENTÍFICO NA FACISABH
Os docentes e discentes da Faculdade de Ciências Sociais de Belo Horizonte – FACISABH produzem uma numerosa quantidade e variada tipologia de documentos por semestre que são o resultado de seu trabalho e estudo. No caso dos alunos, estes documentos são para atender a um pedido solicitado como avaliação por algum professor. Para garantir que a informação seja entendida por todos aqueles que a consultarão é que se faz necessário um Manual de Normalização personalizado à identidade da Instituição.
As normas e os padrões recomendados pela ABNT permitem que a informação seja legível por qualquer um, onde ele estiver. Garante ainda que o trabalho acadêmico possua um alto nível de qualidade.
Os trabalhos que são resultados da produção acadêmica são:
a) Monografia
b) Projeto de Pesquisa
c) Outros Trabalhos 1
1 Outros trabalhos são todos aqueles resultantes de todas as atividades realizadas durante a formação do discente. São eles: ASPI, relatórios de visitas técnicas, relatórios de estágios, resenhas, resumos e fichamentos.
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2 FORMATO DE APRESENTAÇÃO E REGRAS GERAIS
2.1 Formato
∑ Papel branco, tamanho A4 (210mmX 297mm).
∑ Os trabalhos devem ser impressos somente no anverso da folha, ou seja, na parte frontal da
folha.
2.2 Cor da letra
∑ A cor a ser utilizada para todos os trabalhos acadêmicos é o preto. Podendo usar cores
apenas para ilustrações.
2.3 Margens
∑ As margens adequadas para todas as folhas do trabalho acadêmico são: Esquerda e superior
de 3 cm; e direita e inferior de 2 cm (FIG. 1).
2.4 Espaçamento
Figura 1 – Margens do anverso
O texto do trabalho acadêmico deve ser espaçado entre linhas pela marca 1,5 (um e meio). Espaços simples devem ser usados apenas nas notas de rodapé, nas citações longas, entre as linhas de uma referência, nas legendas, nas ilustrações, tabelas, e na nota da folha de rosto.
8
2.5 Fonte
Para todo o trabalho deve-se usar somente a letra Times New Roman e tamanho 12. Exceto para as citações longas (com mais de 3 linhas), notas de rodapé, paginação, legendas e fontes das ilustrações e tabelas nas quais deve-se usar o tamanho 10.
2.6 Título
Os títulos: errata, sumário, agradecimentos, listas, resumos, sumário, referências, glossário, anexos e apêndices devem ser registrados no texto em CAIXA ALTA de forma centralizada e em negrito e não possuem indicativo numérico. Os títulos da seção primária devem ser separados do texto que o precede e sucede por um espaço de 1,5.
2.7 Indicativos de seção
O indicativo numérico (algarismo arábico) de uma seção precede seu título, alinhado à esquerda, separado por um espaço de caractere. Os títulos das seções primárias devem começar nos anversos das folhas, na parte superior da mancha, alinhado à esquerda e ser separado do texto que os sucede por um espaço entre as linhas de 1,5. Além disso, os títulos das subseções devem ser separados do texto que os precede e que os sucede por um espaço entre as linhas de 1,5. Os títulos que ocupem mais de uma linha devem ser alinhados a partir da segunda linha abaixo da primeira letra da primeira palavra do título.
2.7.1 Seções
As seções distribuem o texto em partes. A seção primária compõe-se dos capítulos que dividem o texto, as seções secundárias são subdivisões de cada capítulo, e assim por diante. Veja como as seções devem ficar organizadas no exemplo abaixo:
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Quadro 1 – Divisões de seções
|
SEÇÃO PRIMÁRIA |
Seções secundárias |
Seções terciárias |
Seções quartenárias |
Seções quinárias |
|
1 |
1.1 |
1.1.1 |
1.1.1.1 |
1.1.1.1.1 |
|
2 |
2.1 |
2.1.1 |
2.1.1.1 |
3.1.1.1.1 |
|
3 |
3.1 |
3.1.1 |
3.1.1.1 |
3.1.1.1.1 |
Fonte: Dados da pesquisa (2013).
2.8 Numeração progressiva
A numeração progressiva é um indicativo numérico usado para destacar e organizar as seções do trabalho. As seções primárias devem ser impressas em CAIXA ALTA e em negrito, já as seções secundárias devem ser impressas em negrito e com apenas a primeira letra em maiúsculo. As demais devem ser impressas sem negrito e com apenas a primeira letra em maiúsculo.
2.9 Capítulos e seções secundárias
As divisões primárias do texto (capítulos), bem como as outras partes da publicação (sumário, prefácio, índices, etc.) devem abrir uma nova página e terem seus títulos digitados com letras maiúsculas, na margem esquerda precedidos de seu indicativo numérico e centralizados no caso daqueles que não possuem o indicativo numérico.
2.10 Parágrafos
Conforme a ABNT e para atender às necessidades da FACISABH, será utilizado o parágrafo moderno:
∑ Parágrafo moderno: todo o texto fica à margem esquerda e o parágrafo marcado por um espaço de 1,5 cm entre eles.
2.11 Paginação
A paginação deve ser colocada em evidência na folha, em algarismos arábicos, não se usando nenhum tipo de pontuação ou sinal antes ou após o número. Nos trabalhos acadêmicos, devem-se contar as páginas desde a folha de rosto. A numeração deve figurar, a partir da primeira folha da parte textual, em algarismos arábicos, no canto superior direito da folha, a 2
10
|
cm |
da borda superior, ficando o último algarismo a 2 cm da borda direita da folha. (FIG. |
|
2). |
|
Figura 2 - Paginação
Fonte: Araújo (2012).
2.12 Siglas e abreviaturas
Utiliza–se o recurso de siglas e abreviaturas de palavras ou expressões quando ao longo do
texto ocorrer um número excessivo de repetições, ou ainda, quando a sigla ou abreviatura
tiver um reconhecimento amplo e geral.
Optando por utilizar uma sigla ou abreviatura, deve –se na primeira referência redigir a
palavra por extenso seguido pela sigla ou abreviatura entre parênteses. Nas próximas
referências pode –se citar apenas a sigla ou abreviatura.
11
Compreende como ilustrações: desenhos, esquemas, figuras, fluxogramas, fotografias, gráficos, mapas, organogramas, fórmulas, quadros, tabelas e outros. Sugere –se que as ilustrações sejam inseridas o mais próximo possível do texto a que se referem. Menciona –se a ilustração dentro do texto na forma cursiva ou abreviada entre parênteses. Abaixo segue as abreviaturas das ilustrações para serem destacadas no corpo do texto:
FIGURA = FIG. GRÁFICO = GRAF. MODELO = MOD. QUADRO = QUADRO TABELA = TAB.
Quando a ilustração estiver no anexo ou apêndice do trabalho e esta for referenciada no corpo do texto do trabalho, a informação deverá ser colocada de forma completa.
12
Exemplo:
Gráfico 1 – Elevação de posição
Fonte: Manual de Contabilidade (2009).
Obs.: quando a ilustração for de autoria própria, deve-se identificar com: “Fonte: Dados da pesquisa”, “Fonte: autoria própria” ou “Fonte: elaborado pelo autor”.
2.14 Tabelas, quadros e gráficos
Os quadros e as tabelas deverão ser numerados sequencialmente em todo o trabalho, com algarismos arábicos. No cabeçalho de cada coluna deve –se indicar o seu conteúdo. Para a construção das Tabelas usar –se –á as seguintes regras:
∑ Traços horizontais duplos, indicando o início e o fim da tabela;
∑ Traços horizontais simples para separar o cabeçalho dos demais conteúdos da tabela;
∑ Traços verticais simples separando as colunas no cabeçalho, não colocar traços no corpo da tabela;
∑ No caso de alguma linha representar a soma, deve –se colocar em negrito esta linha;
∑ Caso a tabela repita suas informações horizontalmente, devem –se separar as colunas que se repetem por meio de traços verticais duplos.
Figura 3 – Exemplo de Tabela
13
Na formatação dos Quadros devem –se colocar traços horizontais e verticais em toda sua extensão, separando linhas e colunas.
Figura 4 – Exemplo de quadro
Fonte: Bruni e Famá (2013)
Quando a tabela ou o quadro forem mais largos que a folha, os mesmos poderão ser impressos no sentido vertical, as demais formatações seguem os padrões gerais. Mas, caso ambos sejam tão longos que não caibam em uma única página, poderão ser divididos e colocados em mais de uma página. Para tanto, basta colocar os dizeres continua e conclusão, dependendo do caso (com fonte tamanho 10). Estas palavras deverão ser colocadas abaixo do título, alinhadas a margem direita da tabela ou quadro.
Fonte: Bruni e Famá (2013)
14
Figura 5 – Exemplo de quadro que continua
Fonte: Bruni e Famá (2013)
Figura 6 – Exemplo de gráfico
Fonte: Pesquisa IBGE (2013)
15
2. 15 Fórmulas e equações
Destaque fórmulas e equações do corpo do texto. Para tanto, torna –se necessário citá-las em um novo parágrafo e centralizadas, podendo ser numeradas com algarismos arábicos entre parênteses, alinhados à direita. Nessa numeração, deverá constar o número do capítulo e do número de sua ocorrência no capítulo, separados por ponto. Se necessário, pode-se utilizar um espaçamento maior entrelinhas maior para comportar expoentes, raiz ou outro elemento.
Figura 7 – Exemplo de fórmula
Esse conceito pode ser expresso matematicamente como:
Onde,
r i = r f + ( r M – r f )
r i = retorno esperado do ativo i r f = retorno do ativo livre de risco
r M = retorno esperado da carteira de mercado
= medida de risco (beta)
(3.04)
(3.04) = indica que a fórmula está no Capítulo 3 e que trata-se da quarta fórmula que surge neste capítulo.
16
3 SUMÁRIO
Sumário é uma listagem das principais divisões, seções e outras partes de um documento. É registrado pela palavra SUMÁRIO, escrita em letras maiúsculas, centralizada na parte superior da página, com a mesma fonte e tamanho de letra utilizado nas seções primárias. Sumário, índice, listas e resumos não podem ser confundidos. Os quatro são partes do trabalho acadêmico e bem diferentes uns dos outros.
Segundo a NBR 6027 (ABNT, 2003d) o índice é uma “lista de palavras ou frases, ordenados segundo determinado critério, que localiza e remete para as informações contidas no texto”; lista é a “enumeração de elementos selecionados do texto, tais como datas, ilustrações, exemplos etc., na ordem de sua ocorrência” e, de acordo com a NBR 6028 (ABNT, 2003e), resumo é a “apresentação concisa dos pontos relevantes de um texto”.
O sumário deve incluir apenas as partes da publicação que lhe sucedem, sendo assim, não deve incluir os elementos pré-textuais, com exceção do prefácio. Ele deve indicar a numeração dos capítulos e suas divisões, o título de cada parte e a respectiva paginação.
No caso das publicações avulsas como livros e monografias, o sumário deve se localizar como o último elemento pré-textual, caso a publicação não tenha prefácio e, penúltimo na existência deste. (FIG. 8).
17
Figura 8 – Sumário
1 INTRODUÇÃO
2 METODOLOGIA
SUMÁRIO
3 REFERENCIAL TEÓRICO (ou Revisão de Literatura)
4 CARACTERIZAÇÃO DA ORGANIZAÇÃO
5 APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS
6 ANÁLISE DOS RESULTADOS
7 CONSIDERAÇÕES FINAIS
REFERÊNCIAS
ANEXOS
07
10
11
17
19
23
26
29
30
Fonte: ABNT (2011)
18
4 NUMERAIS
Nos trabalhos acadêmicos, aconselha –se escrever por extenso os números que são registrados em uma só palavra (dois, vinte, cem) e usar algarismos para os números registrados com mais
de uma palavra. Não se devem usar números no início das frases.
A forma escrita por extenso pode ser empregada para indicar quantidade aproximada e
unidade de ordem elevada.
Nos números seguidos de unidades padronizadas, é obrigatório o uso do algarismo.
Quando for preciso expressar porcentagem, deve –se utilizar o símbolo % precedido de um número.
Nunca se deve usar a letra i (maiúscula – I) para representar o número um.
19
5 CITAÇÕES
As citações podem ser definidas como sendo trechos transcritos ou informações extraídas das publicações consultadas para construção do trabalho. A citação é de suma importância para sustentar e/ou completar as idéias do autor do trabalho. A fonte utilizada de base para a extração das informações deve ser citada obrigatoriamente, respeitando assim os direitos autorais desses trabalhos. As citações podem ser diretas ou indiretas.
5.1 Citação direta
Considera –se citação direta quando se realiza a transcrição literal de trechos de publicações de outros autores. As citações diretas são subdivididas em curtas e longas.
∑ Citação curta: recebem essa classificação aquelas citações que não ultrapassarem o limite de três linhas. Quando utilizada deve –se inseri –la no texto entre aspas.
Uma vez que a riqueza dos proprietários é dada pelo preço da ação, as ações da empresa devem sistematicamente ser avaliadas de acordo com as medidas que irão elevar o seu preço. Frezatti (1998, p. 10) completa expondo que “interessa para o acionista é que o seu investimento proporcione retorno contemplando risco e timing de reposição pelo tempo decorrido.”
Uma vez que a riqueza dos proprietários é dada pelo preço da ação, as ações da empresa devem sistematicamente ser avaliadas de acordo com as medidas que irão elevar o seu preço. Sabe-se que o que “interessa para o acionista é que o seu investimento proporcione retorno contemplando risco e timing de reposição pelo tempo decorrido.” (FREZATTI, 1998, p. 10).
∑ Citação longa: será assim denominada quando ultrapassar mais de três linhas. Essa deverá constituir um parágrafo independente, recuado da margem esquerda em 4 cm, espaço simples, fonte de tamanho 10 e dispensam as aspas.
20
A reestruturação do mercado de capitais brasileiro foi um sinal de:
4 cm
A ruptura do modelo anterior que se sustentava na utilização de nove bolsas de valores dispersas pelas diversas regiões do Brasil e representa uma tentativa de minimizar o problema de baixa liquidez (o mercado brasileiro gira, em média, de R$ 400 a R$ 500 milhões por dia). A ideia básica não é alcançar volumes
comparáveis aos das principais economias do mundo (o giro diário nos Estados Unidos é de US$ 60 bilhões), mas adequá-lo ao seu imenso potencial.
(PINHEIRO, 2001, p. 89).
Além da integração das bolsas de valores, o mercado de capitais brasileiro vem sofrendo outras transformações que têm contribuído para sua modernização.
OU
Conforme Pinheiro (2001, p. 89) a reestruturação do mercado de capitais brasileiro foi um sinal de:
4 cm
A ruptura do modelo anterior que se sustentava na utilização de nove bolsas de valores dispersas pelas diversas regiões do Brasil e representa uma tentativa de minimizar o problema de baixa liquidez (o mercado brasileiro gira, em média, de R$ 400 a R$ 500 milhões por dia). A ideia básica não é alcançar volumes
comparáveis aos das principais economias do mundo (o giro diário nos Estados Unidos é de US$ 60 bilhões), mas adequá-lo ao seu imenso potencial.
Além da integração das bolsas de valores, o mercado de capitais brasileiro vem sofrendo outras transformações que têm contribuído para sua modernização.
5.2 Citação indireta
Considera-se como citação indireta a reprodução das ideias e informações da publicação de outros autores, sem, contudo, transcrever literalmente as palavras de autores.
21
OU
O que limita o MVA do papel de direcionador de gestão são as mudanças drásticas do mercado acionário, que podem mascarar as verdadeiras contribuições da gerência no curto prazo. Outro motivo seria que o MVA restringe seu cálculo para apenas àquelas empresas que possuam ações negociadas em bolsas de valores. (EHBAR, 1999).
5.3 Citação de citação
Reproduz conceito ou informação sem que o texto original tenha sido consultado, entende-se que naquela oportunidade não houve condições de recorrer à obra original. Nas referências do trabalho deve-se citar apenas a referência do documento consultado. A referência do documento não consultado deverá ser citada no rodapé do texto.
22
5.4 Citação oral
A citação oral poderá ser trabalhada no texto desde que se faça a indicação (informação verbal), mencionando-se os dados disponíveis somente em notas de rodapé. As citações orais tratam-se de dados obtidos em congressos, palestras, aulas, reportagens, entrevistas e outras. Contudo, deve-se ter bastante cautela ao utilizar esse tipo de citação, pois essas informações são difíceis de serem provadas.
5.5 Regras gerais
a) Para as citações diretas deve-se citar o autor, a data da obra e a página de onde se transcreveu o trecho.
b) Para as citações indiretas, deve-se indicar o nome do autor e data da obra.
23
c) Quando desejar colocar o nome do autor da citação inserido no texto, esse deverá ser citado
em letras minúsculas (caixa baixa) e, quando esse for citado apenas ao final do texto deverá
inseri-lo entre parênteses em letras maiúsculas (CAIXA ALTA).
d) Todas as obras citadas no trabalho deverão ter sua referência citada em capítulo delineado
para essa natureza no trabalho.
e) No caso de citações diretas, deve-se respeitar inclusive a pontuação da obra original, ou
seja, se a cópia findar com ponto esse também deverá ser inserido dentro das aspas.
24
f) Somente nos casos onde tenha coincidência de sobrenomes de autores e ano de publicação
deve-se acrescentar os prenomes por extenso.
g) Para as citações de documentos de instituições, deve –se utilizar o nome da instituição por
extenso na primeira citação. A partir da segunda citação utilizar apenas a sigla.
h) Nas citações de documento de autoria desconhecida, deve-se citar a primeira palavra do título, seguido de reticências. Esse caso ocorrerá com mais frequência nas consultas realizadas em periódicos (jornal, revistas, etc.).
25
i) Quando desejar fazer uma única citação (apenas para citação indireta) referindo-se aos
vários documentos de um mesmo autor, mas que possuam datas de publicações distintas deve-
se citar primeiro o autor e em seguida as datas das obras entre parênteses.
No Texto:
Segundo Sharpe (1963, 1964), é desnecessário dizer que estas hipóteses são altamente
restritivas e indubitavelmente irreais.
Nas Referências:
SHARPE, W. F. A simplified model for portfólio analysis. Management Science, Elkridge, v. 9, n. 2, p. 277-293, Jan. 1963.
SHARPE, W. F. Capital asset prices: a theory of market equilibrium under conditions of risk. The Journal of Finance, Oxford, v. 19, n. 3, p. 425-442, Sept. 1964.
j) Já a citação de vários documentos de um mesmo autor, onde ocorre a coincidência na data
de publicação, deve-se citar primeiro o autor e em seguida a data da obra precedida de uma
letra do alfabeto (seguindo a estrutura do alfabeto, ou seja, deve-se iniciar esta inserção pela
letra “a”) em minúsculo entre parênteses. A letra acrescentada após o ano deve ser inserida
também nas referências.
26
l) Em se tratando de uma citação indireta onde se utiliza vários documentos de diversos autores, deve-se mencioná-los em ordem alfabética e letra maiúscula, separando –os por ponto e vírgula, quando forem colocados dentro de parênteses.
m) Quando se tratar de uma citação indireta onde forem utilizados vários documentos de autores diferentes, e essa for colocada no corpo do texto, deve-se mencioná-los em ordem alfabética, colocando nome(s) do(s) autor(es) seguido do ano da obra entre parênteses vírgula e os dados das outras obras, seguindo o mesmo padrão.
27
n) Citação de uma obra que tenha dois autores deverá ser feita tendo o sobrenome deles
separados pela vogal “e”. Não utilizar a simbologia “&” para separar os autores. Estes deverão ser indicados na ordem em que aparecem na obra.
o) Citação de uma obra que tenha três autores deverá ser feita tendo os autores separados por
ponto e vírgula (dentro dos parênteses). Dentro do texto devem ser separados por vírgula “,” e
a vogal “e”. Os autores deverão ser indicados na ordem em que aparecem na obra.
28
p) Citação de uma obra que tenha mais de três autores deverá ser feito indicando o primeiro
autor seguido da expressão “et al.” e a data. A expressão et al é uma sigla da expressão et alii
que significa “e outros” sendo assim é necessário inserir o ponto “.” após a mesma.
q) Citação que se desconhece a data do documento deve-se registrar uma data aproximada
entre colchetes. Abaixo segue algumas regras, acompanhadas de exemplos, para esse registro.
[1998 ou 1999] = indica um ano ou outro da publicação
[entre 1956 e 1970] = para intervalos inferiores a 20 anos da publicação
[2001?] = data provável da publicação
[ca. 2002] = para data aproximada publicação
[199 –] = quando houver certeza da década da publicação
[199 –?] = para década provável da publicação
[19 – –] = quando houver a certeza apenas do século da publicação
[19 – –?] = para século provável da publicação
r) Havendo necessidade de suprimir alguma parte de uma citação direta por concluir que a
mesma é irrelevante naquele momento, deve –se fazê –la por meio do uso de reticência entre
colchetes. Esse artifício poderá ser utilizado no início, meio ou no final da citação.
29
s) Quando se desejar fazer alguma interpolação, acréscimo ou comentário no texto da citação,
deve-se fazê-la entre colchetes.
t) Quando se quiser salientar ou destacar alguma parte de uma citação direta, deve –se colocar
a referida parte em negrito itálico ou grifá-la, sendo que esse tipo de alteração do texto original deve ser indicada junto à indicação da fonte com a expressão “grifo nosso”.
u) Quando se fizer uma citação direta de alguma obra e essa contiver algum erro gráfico ou de
outra natureza, deverá ser salientado o mesmo a partir da palavra “sic” entre parênteses e em
itálico, que significa que o texto original estava assim mesmo.
v) Quando se fizer uma citação direta e essa contemplar mais de uma página da obra original,
deve-se indicar a página inicial e final da citação separadas por um hífen.
30
w) Quando o texto da citação for proveniente de uma base de dados eletrônica, deve-se na citação indicar o ano da elaboração da obra e não do acesso à base.
31
6 NOTAS DE RODAPÉ
As notas explicativas de rodapé são direcionadas para esclarecer ou explicar algumas ideias. São utilizadas para não interromper um contexto lógico do texto. As notas de rodapé devem ser objetivas, claras e sucintas. As notas devem ser colocadas na parte inferior da página, separadas do texto por uma linha contínua de 5 cm e digitadas em espaço simples e com caracteres Times New Roman, tamanho 10. Para se fazer as chamadas das notas de rodapé, usam-se algarismos arábicos subscritos, com numeração consecutiva.
O mercado primário trata das aplicações realizadas diretamente na atividade produtiva. Já o mercado secundário, refere –se às transferências entre investidores dos direitos sobre estes investimentos. Um outro ambiente típico de mercado secundário é o conhecido mercado de balcão, que é caracterizado por negociações de compra e venda de ações fora das bolsas de valores 1 , normalmente promovido por corretoras especializadas nesta área.
1 As bolsas de valores são sociedades civis, de direito privado e sem fins lucrativos. O patrimônio da bolsa é constituído por títulos patrimoniais de propriedade das sociedades de corretoras de valores. Sua função consiste em manter um local adequado para compra e venda de títulos mobiliários.
6.1 Notas explicativas
São informações que agregam valor a obra, mas que não foram inseridos diretamente no corpo do texto, e por isso são notas explicativas. São colocadas junto ao rodapé.
32
7 REFERÊNCIAS
Trata-se de uma lista onde constam os documentos citados ao longo do trabalho. Tem por
objetivo informar o leitor a respeito das obras utilizadas na construção do trabalho. Para
estruturar as referências é necessário que se siga algumas regras de formatação:
a) Listar os documentos por ordem alfabética de sobrenome de autores, em seguida nome
dos títulos.
b) Espaçamento simples entre as linhas de cada referência.
c) Entre as obras referenciadas utilizar um espaço simples.
d) As referências deverão ser alinhadas a esquerda.
e) Destacar os títulos das publicações em negrito (exceto periódicos).
f) A entrada pelo autor deverá ser feita por seu sobrenome em CAIXA ALTA.
g) Deve –se repetir o nome do autor na listagem bibliográfica, quantas vezes se fizerem
necessário. Não se deve utilizar o travessão ponto (
REFERÊNCIAS
ALVES –MAZZOTTI, Alda Judith; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 3. ed. São Paulo: Pioneira,
2001.
ARCHER, Samuel Howard; DAMBROSIO, Charles. A. The theory of business finance: a book of readings. New York: MacMillan, 1967.
ASSAF NETO, Alexandre. A dinâmica das decisões financeiras. Caderno de Estudos, São Paulo, v. 9, n. 16, p. 9 –25, jul. / dez. 1997.
ASSAF NETO, Alexandre. Mercado financeiro. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
7.1 Elementos da referência
7.1.1 Autores
O último sobrenome do autor (exceto os compostos) deve ser digitado em letras maiúsculas,
acompanhado dos prenomes, que poderão estar abreviados. O sobrenome e os prenomes
33
deverão ser separados por vírgula. Caso seja adotada esta postura de abreviação, sugere –se
que todos os documentos sejam apresentados dessa forma. Se não forem abreviados, os
prenomes devem ser apresentados em letra minúscula.
Define-se como sobrenome composto as seguintes variações:
∑ Sobrenome ligado por hífen;
∑ Sobrenome que indica parentesco;
∑ Sobrenome composto por substantivo e adjetivo.
EXEMPLO
ALVES –MAZZOTTI, Alda Judith.
ASSAF NETO, Alexandre.
SERRA NEGRA, Carlos Alberto.
a) Um autor
EXEMPLO
SERRA NEGRA, Carlos Alberto
b) Até três autores
Apresenta os autores na mesma ordem em que constam na publicação, separados por ponto
–e –vírgula.
EXEMPLO
SERRA NEGRA, Carlos Alberto; SERRA NEGRA, Elizabete Marinho
SOLOMON, Ezra; PRINGLE, John James.
c) Mais de três autores
Deve-se indicar apenas o primeiro autor, acompanhado da palavra “et al” em itálico.
ALEXANDER, George et al. Obra com vários autores com um responsável intelectual destacado
34
d) Obra com vários autores com um responsável intelectual destacado
Este responsável intelectual poderá ser um organizador, editor, compilador, coordenador, etc.
Obras com essa característica devem ser referenciadas pelo nome desse responsável, seguido pela abreviatura que delineia o seu papel naquela obra (Org., Ed., Comp., Coord., etc).
BASSO, Leonardo Fernando Cruz. (Org.) BASTOS, Norton Torres de. (Coord.)
e) Obra de responsabilidade de entidade
Quando a obra for de responsabilidade de entidades (órgãos estatais, empresas, associações, entidades de classe, congresso, seminários, etc.) a entrada deve ser feita pelo nome próprio dessa entidade, sem abreviações.
EXEMPLO
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE – CFC.
Quando essa entidade tiver uma denominação genérica, seu nome (em minúsculo) deverá ser precedido pelo órgão superior em letras maiúsculas.
BRASIL. Ministério da Fazenda. BELO HORIZONTE. Secretaria Municipal de Educação.
f) Obra de autor desconhecido Para este tipo de situação, a entrada deverá ser feito pelo título da publicação, sendo que a primeira palavra desse título será configurada em letra maiúscula.
FINANÇAS corporativas aplicadas. Porto Alegre: Bookman, 2002.
35
7.1.2 Título
Em se tratando de obras avulsas ou monográficas, seus títulos deverão ser apresentados em
negrito, separados do subtítulo por dois pontos. O subtítulo não deverá ser formatado em
negrito.
ALVES –MAZZOTTI, Alda Judith; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 3. ed. São Paulo:
Pioneira, 2001.
ASSAF NETO, Alexandre. Mercado financeiro. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
Quando referenciado toda a obra do periódico, o seu título deverá ser colocado em letras
maiúsculas.
EXEMPLO
CADERNO DE PESQUISA EM ADMINISTRAÇÃO, São Paulo: Faculdade de Economia e Administração da USP, v. 1, n. 7, 2. trim. 1998.
7.1.3 Edição
Sempre que a publicação superar a primeira edição, esta deverá ser indicada, respeitando o
idioma da publicação.
3. ed. (português e espanhol)
3 rd ed. (inglês)
7.1.4 Local de publicação
Deve –se registrar na referência a cidade da publicação do documento. Sendo que, quando
ocorrer da editora produzir em mais de uma cidade, indica –se a primeira cidade que se
apresenta ou aquela que tiver maior destaque.
São Paulo.
Porto Alegre.
36
Em caso de documentos internacionais, deve –se citar o nome da cidade no mesmo idioma de
origem da publicação.
New York.
Madrid.
Não sendo possível a identificação do local da publicação usar a abreviatura “[s.l.]”.
EXEMPLO
7.1.5
ALVES –MAZZOTTI, Alda Judith; GEWANDSZNAJDER, Fernando. O método nas
ciências naturais e sociais: pesquisa quantitativa e qualitativa. 3. ed. [s.l.]: Pioneira,
2001.
Editora
O nome da editora na referência deverá ser feito abreviando os prenomes e suprimindo as
palavras que indicam a natureza jurídica e comercial da mesma.
Atlas
McGraw
Quando coincidir autor e editora, não será necessário citá –lo novamente como editora uma
vez que já aparece no papel de autor.
FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DE BELO HORIZONTE – FACISABH. Núcleo de Graduação. Manual de normalização: normas para elaboração de trabalhos acadêmicos e científicos. Belo Horizonte, 2013.
Já no caso onde desconhecer a editora, deve –se usar a abreviatura “[s.n.]”.
MARKOWITZ, Harry Max. Portfolio selection: efficient diversification of investments. New York: [s.n.], 1959.
7.1.6 Data
|
A |
indicação da data da publicação poderá ser feita a partir da data de copyright, da impressão |
|
ou |
da apresentação. Não obtendo esta informação, deve –se proceder do seguinte modo: |
37
[1998 ou 1999] = indica um ano ou outro da publicação
[entre 1956 e 1970] = para intervalos inferiores a 20 anos da publicação
[2001?] = data provável da publicação
[ca. 2002] = para data aproximada publicação
[199 –] = quando houver certeza da década da publicação
[199 –?] = para década provável da publicação
[19 – –] = quando houver a certeza apenas do século da publicação
[19 – –?] = para século provável da publicação
EXEMPLO
MARKOWITZ, Harry Max. Portfolio selection. Journal of Finance, Oxford, v. 7, n. 1, p. 77 –91, Mar. [195 –?].
7.1.7 Descrições físicas
Referimos como descrições físicas: o número de páginas de uma obra, folhas e volumes
consultados da obra. Não se trata de um item obrigatório de registro, mas esse sempre
enriquecerá as referências.
EXEMPLO
99 p. = para obra paginada com algarismos arábicos, indicará o número de páginas
da mesma.
p. 14 –20 = quando se quer destacar as páginas que foram consultadas da obra
referenciada.
90 f. = para trabalhos onde o conteúdo esta escrito apenas no anverso da folha,
indicará o número de folhas.
2 v. = utiliza –se em referencia a um documento com dois volumes.
v. 2 = indica qual o volume utilizado da obra referenciada.
Quando o documento não for paginado ou a numeração for irregular indica –se essa
característica:
Sem número de páginas = não paginado (s.p.).
Numeração irregular = paginação irregular (p.i).
38
7.2 Apresentação das referências
Apresentaremos a seguir as normas que deverão ser utilizadas para listar as referências de
acordo com tipo de documento.
7.2.1 Livros e folhetos
Elementos essenciais: Autor, título, subtítulo, edição, local, editora, data.
Elementos complementares: Tradutor, ilustrador, páginas, volume, série, etc.
ASSAF NETO, Alexandre. Mercado financeiro. 2. ed. São Paulo: Atlas, 1999.
Referência de um livro de um único autor
ELTON, Edwin et al. Modern portfolio theory and investment analysis. New York: John Wiley, 2003.
Referência de um livro de quatro ou mais autores
DAMODARAN, Aswath. Finanças corporativas aplicadas. [s.l.: s.n.], 2002.
Referência de um livro de local de publicação e de editora desconhecida
KONDO, Yoshio. (Ed.). Motivação humana: um fator chave para gerenciamento. Tradução de Dário Ikuo Miyake. 2. ed. São Paulo: Gente, 1994.
Referência de um livro onde há um responsável intelectual destacado e tradutor
FINANÇAS corporativas aplicadas. Porto Alegre: Bookman, 2002.
Referência de um livro com autor desconhecido
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. Faculdade de Economia e Administração. Contabilidade introdutória. São Paulo: Atlas, 2004.
Referência de um livro de responsabilidade de uma entidade
39
7.2.2 Capítulos de livros
a) Formato convencional
Elementos essenciais: Autor, título, subtítulo da parte, referência completa da obra e páginas
consultadas.
BREALEY, Richard; MYERS, Stwart. Estrutura de capital. In BREALEY, Richard; MYERS, Stwart. Princípios de finanças empresariais. 5. ed. Lisboa: McGraw – Hill de Portugal, 1998. Cap. 9, p. 325 –354.
Referência de capítulo de livro
b) Formato on line
Elementos essenciais: Autor, título, subtítulo da parte, referência completa da obra, páginas
consultadas e endereço eletrônico e data do acesso.
BREALEY, Richard; MYERS, Stwart. Estrutura de capital. In BREALEY, Richard; MYERS, Stwart. Princípios de finanças empresariais. 5. ed. Lisboa: McGraw – Hill de Portugal, 1998. Cap. 9, p. 325 –354. Disponível em: <http://www.facisa.com.br>. Acesso em: 02 jan. 2013.
Referência de capítulo de livro
7.2.3 Monografia, dissertações e teses
a) Formato convencional
Elementos essenciais: Autor, título, subtítulo, data, número de folhas, tipo de documento, o
grau e área de concentração, instituição, local, ano de defesa.
40
EXEMPLO
EXEMPLO
NEVES, Antônio. A precificação de ativos de renda variável no mercado de capitais brasileiro: uma visão comparativa entre a Arbitrage Pricing Theory e o Capital Asset Pricing Model. 2001. 145 f. Dissertação (Mestrado em Administração) – Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte. 2001.
Referência de dissertação
PENA, R. B. Estruturação de um modelo de previsão de crédito. 2007. 86 f. Monografia (Bacharelado em Administração) – Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte, Belo Horizonte. 2007.
Referência de monografia de graduação
b) Formato on line
Elementos essenciais: Autor, título, subtítulo, data, número de folhas, tipo de documento, o
grau, área de concentração, instituição, local, endereço eletrônico e data do acesso.
SERRA, Evelton. Uma proposta para o ensino de mercado de capitais na abordagem de jogos de empresas. 1997. 165 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) – Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis. Disponível em: <http://www.usfc.br>. Acesso em: 10 fev. 2013.
Referência de dissertação em meio eletrônico
7.2.4 Trabalhos apresentados em congressos, conferências, eventos e seminários
a) Formato convencional
Elementos essenciais: Autor, título, subtítulo do trabalho apresentado, nome do evento,
número do evento, ano e local de realização do evento, título da publicação, local, editora,
data de publicação e páginas do trabalho.
41
EXEMPLO
BASSO, Leonardo Fernando Cruz; SILVA, Roseli. Economic value added and the
debate on the most relevant variable: monetary amount or value creation rate? In:
ENCONTRO BRASILEIRO DE FINANÇAS, 1., 2001, São Paulo. Anais Paulo: FGV/EAESP, 2001. p. 23 –35.
São
Referência de artigo apresentado em encontro científico
EXEMPLO
BRUNI, Adriano Leal. Mercados eficientes, CAPM e anomalias na BOVESPA (1988 –1996). In: SEMINÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO, 2., 1997, São Paulo.
Anais
São Paulo: FEA/USP, 1997. p. 56 –72.
Referência de artigo apresentado em seminário
b) Formato on line
Elementos essenciais: Autor, título, subtítulo do trabalho apresentado, nome do evento,
número do evento, ano e local de realização do evento, título da publicação, local, editora,
data de publicação, páginas do trabalho, endereço eletrônico e data do acesso.
EXEMPLOEXEMPLO
BRUNI, Adriano Leal. Mercados eficientes, CAPM e anomalias na BOVESPA (1988 –1996). In: SEMINÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO, 2., 1997, São Paulo.
Anais
<http://www.sbfin.org.br>. Acesso em: 21 jun. 2002.
São Paulo: FEA/USP, 1997. p. 56 –72. Disponível em:
Referência de artigo apresentado em encontro científico
7.2.5 Normas técnicas
a) Formato convencional
Elementos essenciais: Autor, número da norma, título, subtítulo, local, editora, data.
42
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724:
informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação. Rio de Janeiro, 2001. 20 p.
Referência de normas técnicas
b) Formato on line
Elementos essenciais: Autor, número da norma, título, subtítulo, local, editora, data, endereço
eletrônico e data do acesso.
EXEMPLO
BELO HORIZONTE. Prefeitura Municipal. Secretaria Municipal de Saúde. 005/99:
norma técnica de fiscalização e vigilância sanitária em laboratórios de
citopatologia
<www.pbh.gob.br/smsa/vigilancia/arquivos>. Acesso em: 18 mar. 2013.
Belo Horizonte, 1999. Disponível em:
Referência de normas
7.2.6 Artigo de periódicos
a) Formato convencional
Elementos essenciais: Autor, título do artigo, subtítulo do artigo, título do periódico, local de
publicação, volume, número, páginas do artigo e data de publicação.
ALCÂNTARA, José Carlos Guimarães. O modelo de avaliação de ativos CAPM:
aplicações. Revista Administração de Empresas, Rio de Janeiro, v. 20, n. 3, p. 31 –41, jul./set. 1980.
Referência de artigo de periódico
43
|
A |
indicação do mês deve ser feita na língua de origem do periódico, sempre abreviado. Caso |
|
o |
periódico adote as estações ou divisões do ano em vez dos meses, deve-se respeitar esta |
Winter 2004
2. trim. 2003
ABREVIATURAS DOS MESES
|
PORTUGUÊS |
INGLÊS |
ESPANHOL |
|
Janeiro = jan. |
January = Jan. |
Enero = enero |
|
Fevereiro = fev. |
February = Feb. |
Febrero = feb. |
|
Março = mar. |
March = Mar. |
Marzo = marzo |
|
Abril = abr. |
April = Apr. |
Abril = abr. |
|
Maio = maio |
May = May |
Mayo = mayo |
|
Junho = jun. |
June = June |
Junio = jun. |
|
Julho = jul. |
July = July |
Julio = jul. |
|
Agosto = ago. |
August = Aug. |
Agosto = agosto |
|
Setembro = set. |
September = Sept. |
Septiembre = sept. |
|
Outubro = out. |
October = Oct. |
Octubre = oct. |
|
Novembro = nov. |
November = Nov. |
Noviembre = nov. |
|
Dezembro = dez. |
December = Dec. |
Diciembre = dic. |
TOBIN, James. Liquidity preference as a behavior toward risk. Review of Economic Studies, Oxford, v. 25, n. 66, p. 65 –86, Feb. 1958.
Referência artigo de periódico
b) Formato on line
Elementos essenciais: Autor, título, subtítulo do artigo, título do periódico, local de
publicação, volume, número, páginas do artigo, data de publicação, endereço eletrônico e data
do acesso.
44
BANZ, Rolf W. The relationship between return and market value of common stocks. Journal of Financial Economics, v. 9, n. 1, p. 3 –18, Mar. 1981. Disponível em: <http://www.essex.ac.uk/frame455745.html>. Acesso em: 04 maio
2013.
Referência de periódicos
7.2.7 Artigo de jornal
a) Formato convencional
Elementos essenciais: Autor, título, subtítulo do artigo, título do jornal, local de publicação,
data de publicação, caderno e páginas.
EXEMPLO
AZEVEDO, G. H. O Rio São Francisco pede socorro. Estado de Minas, Belo Horizonte, 02 abr. 2005. Caderno: Gerais, p. 4 –5.
Referência de jornal
b) Formato on line
Elementos essenciais: Autor, título, subtítulo do artigo, título do jornal, local de publicação,
data de publicação, caderno, páginas, endereço eletrônico e data do acesso.
EXEMPLO
AZEVEDO, G. H. O Rio São Francisco pedi socorro. Estado de Minas, Belo Horizonte, 02 abr. 2005. Caderno: Gerais, p. 4 –5. Disponível em:
<http://www.uai.com.br/gerais455745.html>. Acesso em: 04 maio 2013.
Referência de jornal
45
7.2.8 Constituição, códigos, leis, decretos e portarias
a) Formato convencional
Elementos essenciais: Jurisdição, título, número, edição, local, editora, data.
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília: Senado, 1988.
Referência de constituição
BRASIL. Código civil. 46. ed. São Paulo: Saraiva, 1995.
Referência de código
BRASIL. Decreto n. 17.248 de 4 de julho de 1975. Minas Gerais, Belo Horizonte, 5 jul. 1975. p. 5.
Referência de decreto
b) Formato on line
Elementos essenciais: Jurisdição, título, edição, local, editora, data, número de páginas,
endereço eletrônico e data do acesso.
BRASIL. Senado Federal. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil, de 5 de outubro de 1988. Disponível em:
<http://www.senado.gov.br/sf/legislacao/const/>. Acesso em: 28 abr. 2013.
Referência de constituição
46
No texto:
Em citações, com mais de três linhas:
a) no final da citação:
(BRASIL, 1988)
Em citações, com menos de três linhas:
a) No início da citação:
Brasil (1988)
b) No final da citação
(BRASIL, 1988)
EXEMPLO
Citação no texto
CONSELHO FEDERAL DE CORRETORES DE IMÓVEIS – COFECI. Resolução –COFECI Nº 326/92: aprova o código de ética profissional dos corretores de imóveis. Brasília: COFECI, 1992. Disponível em:
<http://www.cofeci.gov.br/arquivos/legislacao/1992/resolucao326_92.pdf>. Acesso em: 24 abr. 2013.
Referência de resolução
No texto:
Em citações, com mais de três linhas:
a) no final da citação:
(COFECI, 1992)
Em citações, com menos de três linhas:
a) No início da citação:
COFECI (1992)
b) No final da citação
(COFECI, 1992)
EXEMPLO
Citação no texto
BRASIL. Casa Cívil. Subchefia para Assuntos Jurídicos. Lei n. 11.638, de 28 de Dezembro de 2007. Altera e revoga dispositivos da Lei n. 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e da Lei no 6.385, de 7 de dezembro de 1976, e estende às sociedades de grande porte disposições relativas à elaboração e divulgação de demonstrações financeiras. Disponível em:<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007 –2010/2007/Lei/L11638.htm>. Acesso em: 27 jun. 2013.
Referência de lei
47
No texto:
Em citações, com mais de três linhas:
a) no final da citação:
(BRASIL, 2007)
Em citações, com menos de três linhas:
a) No início da citação:
Brasil (2007)
b) No final da citação
(BRASIL, 2007)
EXEMPLO
Citação no texto
BRASIL. Senado Federal. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil, de 5 de outubro de 1988. Disponível em:
<http://www.senado.gov.br/sf/legislacao/const/>. Acesso em: 28 abr. 2013.
Referência de constituição
No texto:
Em citações, com mais de três linhas:
a) no final da citação:
(BRASIL, 1988)
Em citações, com menos de três linhas:
a) No início da citação:
Brasil (1988)
b) No final da citação
(BRASIL, 1988)
EXEMPLO
Citação no texto
BRASIL. Senado Federal. Subsecretaria de Informações. Decreto nº 6.861, de 27 de maio de 2009. Dispõe sobre a Educação Escolar Indígena, define sua organização em territórios etnoeducacionais, e dá outras providências. Disponível em:
<http://www6.senado.gov.br/legislacao/ListaPublicacoes.action?id=258862>.
Acesso em: 30 abr. 2013.
Referência de decreto
48
No texto:
Em citações, com mais de três linhas:
a) no final da citação:
(BRASIL, 2009)
Em citações, com menos de três linhas:
a) No início da citação:
Brasil (2009)
b) No final da citação
(BRASIL, 2009)
7.2.9 Documentos eletrônicos
Citação no texto
Referem-se a bases de dados, listas de discussão, site, arquivos em CD –ROM ou disquete, e
–mail 2 entre outros.
Elementos essenciais: autor, título do serviço ou produto, versão (se houver) e descrição
física.
Elementos complementares: local, editor, data de publicação, descrição do site,
desenvolvedor do site.
MINAS GERAIS. Secretaria da Educação. Assessoria de Planejamento e Coordenação. Centro Produção e Difusão de Informações Educacionais. Anuário estatístico da educação: Minas Gerais: 2000. Belo Horizonte: SEEMG, 2000. 1 CD –ROM.
Referência de um CD–ROM
2 O e-mail devido ao seu caráter informal, interpessoal e efêmero, só deve ser utilizado quando não houver nenhum outro documento que aborda o assunto em questão.
49
No texto:
Em citações, com mais de três linhas:
a) no final da citação:
(MINAS GERAIS, 2000)
Em citações, com menos de três linhas:
a) No início da citação:
Minas Gerais (2000)
b) No final da citação
(MINAS GERAIS, 2000)
a) Site
Citação no texto
Junta Comercial do Estado de Minas Gerais – JUCEMG. Apresenta os serviços próprios do Registro Público de Empresas Mercantis e Atividades Afins do Estado de Minas Gerais. Disponível em: <http://www.jucemg.mg.gov.br/br>. Acesso em:
15 jul. 2013.
Referência de um site institucional
No texto:
Em citações, com mais de três linhas:
a) no final da citação:
(JUCEMG, 2009)
Em citações, com menos de três linhas:
a) No início da citação:
JUCEMG (2009)
b) No final da citação
(JUCEMG, 2009)
Citação no texto
50
EXEMPLO
Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte – FACISABH. Desenvolvido por Marcus Ferraz. Apresenta os serviços oferecidos pela faculdade FACISABH. 2009. Disponível em: <http://www.facisa.com.br >. Acesso em: 25 jul. 2013.
Referência de um site institucional com desenvolvedor e data.
No texto:
Em citações, com mais de três linhas:
a) no final da citação:
(FACISABH, 2009)
Em citações, com menos de três linhas:
a) No início da citação:
FACISABH (2009)
b) No final da citação
(FACISABH, 2009)
Citação no texto
b) Documento avulso em meio eletrônico
EXEMPLO
COSTA, Elenito Elias da Silva. Importantes observações contidas na DIPJ. Portal da Classe Contábil. 2009. Disponível em:
<http://www.classecontabil.com.br/v3/artigos/ver/2032>. Acesso em: 28 jul. 2013.
Referência de documento avulso em meio eletrônico
No texto:
Em citações, com mais de três linhas:
a) no final da citação:
(COSTA, 2009)
51
Em citações, com menos de três linhas:
a) No início da citação:
Costa (2009)
b) No final da citação (COSTA, 2009)
Citação no texto
c) Documento avulso em meio eletrônico com autor entidade
EXEMPLO
PORTAL DE CONTABILIDADE. Demonstração do Resultado do Exercício (DRE). Portal de Contabilidade. Disponível em:
< http://www.portaldecontabilidade.com.br/guia/demonstracaodoresultado.htm>. Acesso em: 04 dez. 2013.
Referência de documento avulso em meio eletrônico com autor entidade
No texto:
Em citações, com mais de três linhas:
a) no final da citação:
(PORTAL DE CONTABILIDADE, 2009)
Em citações, com menos de três linhas:
a) No início da citação:
Portal de Contabilidade (2009)
b) No final da citação
(PORTAL DE CONTABILIDADE, 2009)
7.2.10 Outras referências
Citação no texto
a) Tradução
EXEMPLO
LANGER, Susanne. Ensaios filosóficos. Tradução de Mara Vaz. Belo Horizonte:
Cantiler, 2007. 35 p. Título original: Philosophical sketches.
Referência de tradução do original
52
b) Anotações de aula
AMORIM, Antônio Baião. Sistemas de custeio. Belo Horizonte: FACISABH,
2007. Notas de aula.
Referência de notas de aula
c) Palestras
EXEMPLO
AMORIM, Antônio Baião. Nota fiscal eletrônica. Belo Horizonte: FACISABH,
2007. Palestra proferida na III Semana da Contabilidade FACISABH, em Belo
Horizonte, em 04 maio 2007.
Referência de palestra
d) Apostilas
AMORIM, Antônio Baião. Administração de custos. Belo Horizonte, 2007. Apostila.
Referência de apostila
e) Relatórios
AMORIM, Antônio Baião. Sistemas de custeio. Belo Horizonte: FACISABH,
2007. 18 p. Relatório.
Referência de relatório
f) Entrevistas
– entrevistas individuais
Neste caso deve-se entrar com o nome do entrevistado.
AMORIM, Antônio Baião. Antônio Baião de Amorim: inédito. Belo Horizonte,
2007. Entrevista concedida a Maria Assis.
Referência de entrevista individual
53
– entrevistas coletivas
Neste caso deve-se entrar com o nome do entrevistador.
ASSIS, Maria. Encontro com os coordenadores pedagógicos da FACISABH. Belo Horizonte, 2007. Entrevista.
Referência de entrevista coletiva
g) Apresentação em Slides
AMORIM, Antônio Baião. Sistemas de custeio. Disciplina de Seminários. Belo Horizonte: FACISABH, 2013. 19 f. Slides.
Referência de slides
h) Filmes
EXEMPLO
A LIBERDADE é azul. Direção: Krzystof Kieslowski. São Paulo: Look filmes, 1994. DVD (96 min.), legendado. Tradução de: Bleu.
Referência de filme
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (Rio de Janeiro, RJ). Atlas do Brasil: geral e regional. Rio de Janeiro, 1959. 705 p.
Referência de atlas
54
PPAARRTTEE IIII
RREECCOOMMEENNDDAAÇÇÕÕEESS PPAARRAA PPUUBBLLIICCAAÇÇÕÕEESS EESSPPEECCÍÍFFIICCAASS
8 MONOGRAFIA
A Monografia tem a finalidade de ser a avaliação final de determinados cursos. Ela constitui o
produto de leituras, observações, investigações, reflexões e críticas desenvolvidas nos cursos
de graduação e pós-graduação. Sua principal característica é a abordagem de um tema único
(monos = um só e graphein = escrever).
Para Marconi e Lakatos (2001, p. 205), monografia é
Um estudo sobre um tema específico ou particular, com suficiente valor representativo e que obedece a rigorosa metodologia. Investiga determinado assunto não só em profundidade, mas em todos os seus ângulos e aspectos [ ]
A monografia deverá ser entregue somente na versão digital, por isso a lombada não é mais
um elemento obrigatório.
Elementos obrigatórios: Capa, folha de rosto, folha de aprovação, resumo, listas, sumário,
introdução, metodologia, referencial teórico, caracterização da organização (quando houver),
apresentação dos dados, considerações finais e referências.
Obs.: Os objetivos gerais e específicos são considerados elementos que ficam a parte da
introdução somente para o curso de Letras.
Elementos opcionais: Lombada, Dedicatória, agradecimentos, epígrafe, apêndice, glossário e
anexo.
55
8.1 Estrutura
As monografias elaboradas pelos discentes da Faculdade de Ciências Sociais de Belo
Horizonte – FACISABH deverão seguir a seguinte estrutura:
Figura 9 – Estrutura de monografias
ELEMENTOS PRÉ –TEXTUAIS
– capa
– lombada
– folha de rosto
– errata
– folha de aprovação
– dedicatória
– agradecimentos
– epígrafe
– resumo na língua vernácula
– resumo na língua estrangeira (Abstract)
– listas
1. LISTA DE ILUSTRAÇÕES
2. LISTA DE TABELAS
3. LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS
4. LISTA DE SÍMBOLOS
– SUMÁRIO
ELEMENTOS TEXTUAIS
– texto
1 INTRODUÇÃO
∑ breve histórico
∑ evolução do tema
∑ problema
∑ justificativa
∑ objetivos (geral e específicos)
∑ hipótese para solução do problema
2 DESENVOLVIMENTO
∑ metodologia
∑ referencial teórico
∑ caracterização da organização
∑ apresentação dos dados
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
ELEMENTOS PÓS –TEXTUAIS
– REFERÊNCIAS
– GLOSSÁRIO
– APÊNDICE(S)
– ANEXO (S)
– ÍNDICE (S)
56
Figura 10 – Estrutura visual dos elementos da monografia
Fonte: Dados da pesquisa (2012)
8.1.1 Elementos pré-textuais
8.1.1.1 Capa
57
Tem como objetivo a identificação do trabalho científico. Deverá conter alguns elementos essenciais a fim de atender o objetivo a que se propõe, tais como: nome da instituição, autor, título, subtítulo (caso exista), local (cidade) e ano, dispostos nesta ordem.
As informações contidas na capa deverão ser todas colocadas em negrito (exceto subtítulo) e de forma centralizada. Deverá utilizar-se na capa a letra Times New Roman 12, exceto o título e subtítulo do trabalho que deverá ter fonte tamanho 14 e utilizar espaçamento de 1,5 entre linhas. Utilizar nas margens Superior e Esquerda 3 cm e Inferior e Direita 2 cm.
Figura 11 – Capa
58
Versão digital A versão digitalizada, utilizada pelos cursos de Administração, Ciências Contábeis, Pedagogia e Letras, deve ser apresentada em dois arquivos, um se tratando do trabalho em si e totalmente completo e o outro arquivo será a ata de aprovação, todos exclusivamente salvos em formato PDF. A cor da capa utilizada para cada curso é:
∑ Azul Royal com letras douradas para o curso de Administração;
∑ Vinho com letras douradas para o curso de Ciências Contábeis;
∑ Lilás Escuro (Roxo) com letras douradas para o curso de Pedagogia;
∑ Vermelho Escuro com letras na cor branca para o curso de Letras.
A capa e a etiqueta do CD seguem as cores da versão em capa dura, de acordo com os modelos encontrados neste manual. Os alunos devem, portanto, acessar o arquivo eletrônico, disponível na página da Biblioteca FACISABH, colocando os dados do seu trabalho, sem alterar a formatação.
Figura 12 – Capa CD Administração – frente
59
Figura 13 – Capa CD Administração – verso
Figura 14 – Etiqueta CD Administração
60
O CD deve ter a capa e a etiqueta impressas em papel fotográfico e a caixa-box para o
acondicionamento do CD deve ser de acrílico (não serão aceitos os envelopes ou outros
modelos).
O protocolo do trabalho em sua versão final deve ser feito na biblioteca nos prazos
determinados a cada semestre.
8.1.1.2 Lombada
A lombada apenas constará nos trabalhos que receberem capa dura. Nesse caso, esse elemento
passa a ser obrigatório, devendo constar a sigla FACISABH, título e ano do trabalho. As
letras da lombada, tal como na capa, deverão ser douradas.
A lombada deverá ser escrita em letra Times New Roman, tamanho 12. O título do trabalho
deverá ser centralizado na horizontal e na vertical.
Figura 15 – Lombada
61
8.1.1.3 Folha de rosto
A folha de rosto trará consigo informações que auxiliarão a identificação do trabalho são elas:
nome do autor, título do trabalho, subtítulo (caso exista), nota de apresentação, nome do
professor orientador, local e ano.
As informações contidas na folha de rosto deverão ser colocadas de forma centralizada,
exceto a nota de apresentação e o nome do professor orientador que estarão recuados. Deverá
utilizar-se na folha de rosto a letra Times New Roman 12, exceto o título e subtítulo do
trabalho que deverão ter fonte tamanho 14, sendo que o título deverá ser apresentado em
negrito. Quanto ao espaçamento entre linhas, utilizar o espaço simples.
Figura 16 – Folha de rosto
3 cm
Nome do Aluno
15 espaços simples entre linhas (se for mais de um aluno diminuir a quantidade de espaços na mesma proporção do número de alunos)
TÍTULO DO TRABALHO: subtítulo
11 cm à Esquerda em relação à borda da página
1 espaço simples entre a nota de apresentação e o nome do professor orientador.
10 espaços simples entre linhas
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado na Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte no Curso de Graduação em Pedagogia como requisito parcial para obtenção do título de Licenciatura em Pedagogia.
Prof. Orientador: Nome do Professor
Belo Horizonte
Ano
2 cm
3 cm
2 cm
62
Exemplos de notas de apresentação:
∑ Projeto de Pesquisa apresentado no Curso de Graduação em Administração da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte como requisito parcial para aprovação na disciplina Estágio Supervisionado VII.
∑ Projeto de Pesquisa apresentado no Curso de Graduação em Ciências Contábeis da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte como requisito parcial para aprovação na disciplina Estágio Supervisionado VII.
∑ Trabalho de conclusão de curso apresentado no Curso de Graduação em Administração da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte como requisito parcial para a obtenção do título de Bacharel em Administração.
∑ Relatório de Estágio apresentado no Curso de Graduação em Ciências Gerenciais:
Gestão de Empresas e Negócios da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte como requisito parcial para aprovação na disciplina Estágio Supervisionado
IV.
∑ Trabalho apresentado no Curso de Graduação em Ciências Contábeis da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas de Belo Horizonte como requisito parcial para aprovação na disciplina Contabilidade Intermediária II.
8.1.1.4 Errata
Listagem de erros com as devidas correções, indicações de páginas e, quando possível, de linhas em que os mesmos aparecem. Se possível deve ser inserida, como encarte, após a folha
de rosto.
8.1.1.5 Folha de aprovação
A folha de aprovação é providenciada pela Coordenação de Curso, sendo a mesma entregue
aos alunos pela secretaria, após as devidas alterações sugeridas na banca, caso ele seja
aprovado. Abaixo segue o modelo proposto. Este item é obrigatório na versão digital, a
63
biblioteca
devidamente assinada.
somente
aceitará
as
monografias
Figura 17 – Folha de aprovação
que
apresentarem
sua
ata
de
aprovação
64
8.1.1.6 Dedicatória
Trata-se de um texto curto, onde o autor prestará uma homenagem ou dedicará seu trabalho a
alguém. Deve-se utilizar espaçamento simples, letra Times New Roman tamanho 12 em itálico
e alinhamento à direita. Item opcional.
Figura 18 – Dedicatória
3 cm
Dedico este trabalho aos meus queridos pais e ao meu irmão que depositaram em mim toda confiança e esperança.
1 cm
3 cm
2 cm
2 cm
65
8.1.1.7 Agradecimentos
Esta parte do trabalho é destinada aos agradecimentos a pessoas e/ou organizações que
contribuíram para a construção do trabalho. Deve –se utilizar espaçamento simples, letra
Times New Roman tamanho 12 com alinhamento justificado, exceto o título da página
(Agradecimentos) que deverá estar centralizado, em caixa alta e em negrito. Item opcional.
Figura 19 – Agradecimentos
AGRADECIMENTOS
Aos diretores da empresa pesquisada pela contribuição e apoio na elaboração desta monografia.
1 espaço simples
Ao meu professor orientador por toda dedicação e amor ao seu trabalho.
A todos os meus amigos e colegas que de uma forma ou outra contribuíram na
realização deste trabalho.
A FACISABH e em especial aos funcionários da biblioteca que sempre estavam
dispostos a orientar-nos em nossas pesquisas bibliográficas.
2 cm
3 cm
66
8.1.1.8 Epígrafe
A epígrafe trata-se de uma citação de um pensamento que de alguma forma traduza um pouco
do seu trabalho ou do sentimento do autor ao construí-lo. Deve-se utilizar espaçamento
simples, letra Times New Roman tamanho 12 em itálico e alinhamento à direita. Item
opcional.
Figura 20 – Epígrafe
3 cm
“Há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida."
01 espaço simples entre linhas
Provérbio Chinês
1 cm
3 cm
2 cm
2 cm
67
8.1.1.9 Resumo
Texto redigido pelo autor, onde se procura ressaltar de forma clara, direta, concisa os objetivos da pesquisa, bem como a metodologia utilizada, os resultados encontrados e as conclusões a que se chegou. Elaborado em único parágrafo, este deverá conter entre 150 a 500 palavras. Deve-se ao final do texto do resumo listar os termos que serão as palavras-chave para a recuperação do trabalho. Essas palavras-chave representam o assunto do trabalho. Cada palavra-chave deve ser separada por ponto e vírgula e iniciada com letra maiúscula. O espaçamento entre linhas será simples, letra Times New Roman tamanho 11 com alinhamento justificado.
Figura 21 – Resumo
3 cm
3 cm
RESUMO
O tema deste trabalho é a criação de valor econômico (EVA) nas empresas brasileiras de capital aberto e os modelos de precificação de ativos financeiros de fator único. Assim, o objetivo geral da pesquisa consistiu em avaliar qual dos modelos de precificação de ativos financeiros, Capital Asset Pricing Model (CAPM) e Downside Capital Asset Pricing Model (D –CAPM), configura –se como a melhor alternativa para mensuração do custo do capital próprio das empresas brasileiras de capital aberto. Especificamente, procurou –se avaliar a eficiência da aplicabilidade do CAPM e do D –CAPM para o mercado de capitais brasileiro e comparar os resultados do EVA, atingidos a partir do uso dos modelos de precificação de ativos CAPM e D –CAPM. Nesse sentido, o trabalho teve como fundamentação teórica o modelo de criação de valor econômico e de precificação de ativos financeiros, precedido de uma revisão de literatura sobre o mercado de capitais com ênfase na evolução do mercado de capitais brasileiro. A pesquisa foi desenvolvida por meio de uma investigação quantitativa, utilizando dados amostrais do período de agosto de 1996 a setembro de 2002, coletadas pelo banco de dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da Economática. O teste da eficiência dos modelos de precificação de ativos financeiros indicou um superioridade do modelo D –CAPM frente ao CAPM, na explicação dos retornos dos títulos mobiliários do mercado brasileiro de capitais. Conclui-se, então, dentre os dois modelos de mensuração do custo do capital próprio aqui citados, que o D –CAPM é o mais indicado para utilização como instrumento auxiliador do cálculo da métrica de criação de valor econômico.
1 espaço simples
Palavras –chave: Valor econômico agregado; Capital asset pricing model; Downside
capital asset pricing model; Custo de capital próprio.
2 cm
2 cm
68
8.1.1.10 Listas
Ordenação dos elementos ilustrativos ou explicativos que foram inseridos no trabalho. O sumário das ilustrações deve ser listado de acordo com a ordem numérica das mesmas, seguida pelo título e página correspondente. Recomenda-se, quando necessário, a elaboração de uma lista para cada tipo de ilustração. Contudo, quando estas não representarem um número significativo poderá ser condensado em: lista de ilustrações (figuras, gráficos, mapas, quadros e tabelas); lista de tabelas e quadros. Há também a lista de siglas. O espaçamento entre linhas será simples, letra Times New Roman tamanho 12 com alinhamento justificado. Títulos das ilustrações alinhados.
Figura 22 – Lista de ilustrações
3 cm
3cm
Quadro 1 – Cronologia
LISTA DE ILUSTRAÇÕES
17
1 espaço simples
Figura 1 – Relação entre EVA e MVA…
Figura 2 – Os pilares do EVA
…20
26
Figura 3 – Utilidade da riqueza
45
Gráfico 1 – Conjuntos de oportunidades e conjunto eficiente
Gráfico 2 – Selecionando uma carteira ótimo
51
52
Figura 4 – Análises comparativas
60
2 cm
2 cm
69
Figura 23 – Lista de tabelas
3 cm
3 cm
Tabela 1 – Betas dos ativos
Tabela 2 – Teste de simetria
LISTA DE TABELAS
1 espaço simples
Tabela 3
– Distribuição das ações ordinárias e preferenciais
Tabela 4 – Cálculo do CAPM
.
Tabela 5 – Cálculo do D –CAPM
……20
26
45
51
52
2 cm
2 cm
70
Figura 24 – Lista de siglas
3 cm
3 cm
LISTA DE SIGLAS
|
BACEN |
Banco Central do Brasil |
|
|
1 espaço simples |
|
|
BOVESPA |
Bolsa de Valores de São Paulo |
|
|
CDI |
Certificado de depósito interbancário |
|
|
CMN |
Conselho Monetário Nacional |
|
|
CVM |
Conselho de Valores Mobiliários |
|
|
FIBV |
Federação Internacional das Bolsas de Valores |
|
2 cm
2 cm
71
8.1.1.11 Sumário
Trata-se da enumeração dos capítulos e das seções na qual o trabalho está dividido, deverá estar precedidos da sua localização no corpo do trabalho. Os elementos pré-textuais (folha de rosto, agradecimentos, resumo, etc.) não deverão compor o sumário. Usar o recurso negrito e caixa alta apenas para os Capítulos (Seção primária). Para as seções secundárias deve-se usar apenas o recurso negrito, para as demais seções o texto deverá estar em caixa baixa (exceto primeira letra do título) e sem negrito. Ver modelo em Capítulo de Sumários e (FIG. 8).
8.1.2 Elementos textuais
8.1.2.1 Introdução
O capítulo Introdução deverá ser composto pelos seguintes itens:
∑ Breve histórico e evolução do tema: conjunto de informações claras e simples que permitirão contextualizar a pesquisa, por meio de considerações preliminares sobre o tema a ser analisado, ao longo do trabalho.
∑ Problema: definição e delimitação do tema, ou seja, do objeto de estudo, bem como sua localização no tempo e no espaço – seu contexto. Após a definição do tema sugere-se que o problema seja expresso de forma interrogativa, de maneira clara e explícita e deve ser delimitado a uma dimensão viável.
∑ Justificativa: define a razão que justifica o interesse ou a relevância do estudo realizado para a área de conhecimento em que se dá a pesquisa.
72
∑ Objetivos: se subdividem em objetivo geral e objetivos específicos. Objetivo geral:
representa o fim que o trabalho se propõe a atingir. É elaborado com base no problema de pesquisa. O alcance do objetivo geral é uma das medidas de sucesso do trabalho do aluno. Objetivos específicos: representam os passos necessários para o alcance do objetivo geral. São uma decomposição do objetivo geral em ações pormenorizadas, que servem de guia para o aluno completar o seu trabalho. Os objetivos devem ser escritos com os verbos no infinitivo. Ex.: Avaliar, Mensurar, Identificar, Analisar.
∑ Hipótese: trata-se da resposta provável e provisória para a questão que foi formulada (o problema). A hipótese está, portanto, diretamente ligada ao problema e aos termos que nele se relacionam. Por isso, pode ser compreendida como o fio condutor da pesquisa, pois indica ao pesquisador o que procurar.
Desta forma, a Introdução deverá fornecer uma visão global do estudo que está sendo realizado, introduzindo o leitor ao tema pesquisado, em breve histórico e evolução conceitual. Em parágrafos construir –se –á os principais argumentos como: Justificativa, Problemática e Problema, Relevância, Abrangência e Delimitação da Abordagem, bem como as informações preliminares sobre a história, os dados, e esclarecimentos gerais de caracterização/contextualização da empresa (campo de observação/objeto de estudo).
8.1.2.2 Metodologia
Descreve a metodologia adotada, identificando seus pressupostos básicos explanando sobre o tipo de pesquisa – qualitativa ou quantitativa, deixando para finalizar com o relato sobre o tipo de amostragem utilizada e com a breve descrição dos procedimentos empregados. Os instrumentos utilizados na pesquisa, como: roteiros de entrevistas, formulários, questionários e outras ferramentas da coleta de dados devem ser historiados, para tornar claro e completo o relato.
A apresentação do método utilizado para a compilação e análise dos dados, nas pesquisas quantitativas, bem como os instrumentos utilizados, devem se estender à abordagem estatística e ao uso das medidas de tendência central e de dispersão e a variância, aplicada aos dados.
73
Para as pesquisas qualitativas faz –se necessária a identificação dos métodos de qualificação
de análise de dados e a avaliação da análise, para a demonstração de como foram reduzidos os
dados e como a solução pode ser absorvida pelas teorias existentes ou como a massa de dados foi capaz de gerar alternativas de solução, para organizar e controlar a ocorrência do fenômeno.
8.1.2.3 Referencial teórico
Demonstra o conhecimento sobre a literatura básica do assunto pesquisado, condensando os resultados dos estudos feitos por diversos autores. Induz à busca da literatura existente para averiguar o que já foi escrito ou publicado sobre a temática escolhida, e o relato de outras pesquisas realizadas, para aumentar o conhecimento sobre o assunto. O levantamento de estudos já realizados sobre o tema pesquisado para compor o Referencial Teórico irão orientar o estudo e a evitar ponderações próprias ao senso comum. As obras efetivamente consultadas devem ser referenciadas e registradas conforme as recomendações deste manual.
8.1.2.4 Caracterização da organização
A caracterização da empresa atende à necessidade de divulgar um conhecimento inicial, com informações preliminares. Faz –se necessário o relato do maior número possível de informações, a fim de caracterizar o objeto de estudo. Alguns dados sugeridos para fazer parte deste capítulo: breve histórico sobre o desempenho da organização; sua constituição societária, mudanças e alterações anteriores; ramo de negócios; porte da empresa; número de funcionários; faturamento; níveis hierárquicos; estrutura organizacional; estilo gerencial.
O capitulo deve ser subdividido em 4 subtítulos, sendo eles: Dados Gerais, Histórico,
Estrutura Física, Estrutura Organizacional (Organograma).
Nos trabalhos onde não se tem uma organização como objeto de estudo, esse capítulo deverá
ser suprimido.
74
8.1.2.5 Apresentação e Análise dos dados
Apresenta de forma detalhada a coleta de dados e a metodologia para esta coleta. O campo de observação e análise deve ser descrito em profundidade, com a apresentação de dados, e outras informações coletadas, além das obtidas através dos instrumentos aplicados. O momento do registro e análise constitui-se em oportunidade de confrontação entre a teoria abordada no referencial teórico e a prática.
Este capítulo é o espaço de comprovação ou refutação da argumentação teórica, considerando os autores eleitos no referencial teórico. Devem constar ilustrações, quadros, gráficos, tabelas, e outros elementos elucidativos, sempre considerando as determinações das normas deste manual.
Neste espaço pode-se confirmar/reafirmar o propósito da investigação e demonstrar como a pesquisa pode contribuir para o conhecimento existente e estender suas implicações para pesquisas futuras. Pode-se indicar a necessidade de estudos complementares, seja para refutar hipóteses ou para ampliar o estudo. Afirmações exageradas devem ser reprimidas, embora o entusiasmo deva imperar.
8.1.2.6 Considerações finais
Constitui-se em um parecer final a respeito da experiência vivida para a realização da pesquisa. Resgata-se do objetivo a intenção geradora e sobre ele faz –se o registro dos ganhos com a aprendizagem. Devem –se citar as partes principais da pesquisa, ampliando o relato para explicar seu alcance e como são importantes as investigações sobre a temática. Não se devem introduzir dados novos nesta parte.
É o espaço onde o autor manifesta seu ponto de vista sobre a investigação da pesquisa. Pode conter sugestão de procedimentos, face ao resultado da confrontação teoria/prática.
Em poucas palavras deve estar clara e objetiva a possível solução para impasses relatados na problemática, a demonstração do objetivo alcançado e a indicação de métodos e técnicas que contribuíram para a sua realização. O aluno neste espaço também poderá sugerir temas para trabalhos futuros.
75
8.1.3 Elementos pós-textuais
8.1.3.1 Referências
Consiste na apresentação das publicações utilizadas para construção do trabalho. A ordenação
das referências deverão se realizar na forma alfabética. Define-se que as referências devem
ser alinhadas à esquerda, em espaço simples e espaço simples entre elas. As normas para listar
as referências são apresentadas no Capítulo 7 deste manual.
Figura 25 – Referências
3 cm
3 cm
REFERÊNCIAS
AZEVEDO, Sérgio. Guia valor econômico de marketing: para pequenas e médias empresas. São Paulo: Globo, 2002.
BARTH, Nelson Lerner. Inadimplência: construção de modelos de previsão. São Paulo: Nobel, 2004.
1 espaço simples
BERNI, Mauro Tadeu. Operação e concessão de crédito: os parâmetros para a decisão de crédito. São Paulo: Atlas, 1999.
2 cm
2 cm
8.1.3.2 Apêndice
Compreende texto, artigo, questionário, formulário e ilustração elaborada pelo próprio
autor.
76
Figura 26 – Apêndice
3 cm
APÊNDICE A – Roteiro de entrevista
1 Qual a estratégia da empresa para estruturar os preços de venda dos seus produtos: estratégia baseada em seus custos ou preço de mercado?
2 A variável custos na sua empresa é operacionalizada e gerenciada sob um enfoque mais contábil ou gerencial? Por que há esta sobreposição de foco?
3 Sintetize o processo de apuração de custos de um produto.
2 cm
3 cm
2 cm
8.1.3.3 Anexo
Compreende texto, artigo, questionário, formulário, ilustração e outros documentos citados no
corpo do trabalho, que foram elaborados por terceiros.
Figura 27 – Anexo
3 cm
3 cm
Fonte: Sistema Zênite (2007)
2 cm
77
8.1.3.4 Glossário
Trata-se de uma lista em ordem alfabética de palavras poucas conhecidas, estrangeiras, termos
e expressões técnicas, acompanhadas das definições e traduções.
Figura 28 – Glossário
3 cm
GLOSSÁRIO
Bolsas de valores: são sociedades civis, de direito privado e sem fins lucrativos. O patrimônio da bolsa é constituído por títulos patrimoniais de propriedade das sociedades de corretoras de valores. Sua função consiste em manter um local adequado para compra e venda de títulos mobiliários. Os investidores que operam na bolsa o fazem por intermédio de suas sociedades corretoras das quais são clientes.
Commercial paper: é uma nota promissória de curto prazo emitida pela entidade tomadora do recurso, geralmente para financiar o seu capital de giro. O seu prazo de resgate não pode ultrapassar a nove meses. A garantia do título é o desempenho da empresa, podendo ser adquirido por qualquer tipo de investidor.
2 cm
3 cm
2 cm
78
9 PROJETO DE PESQUISA
O projeto de pesquisa parte do pressuposto da existência de um problema a ser solucionado e
um planejamento para chegar ao resultado desejado. O planejamento é um processo onde as
ações serão direcionadas de forma coordenada e dinâmica visando execução,
acompanhamento, controle e avaliação de serviços. Para um bom planejamento, é preciso
definir claramente os objetivos e, com base nestes, estabelecer o tipo do planejamento –
estratégico, tático ou operacional – a ser desenvolvido.
A partir do diagnóstico elabora-se o planejamento que deve ser explicitado através de um
projeto. Os projetos de pesquisa apresentados, elaborados pelos alunos da FACISABH
deverão seguir roteiro indicado pelo professor tendo em vista a normalização proposta neste
manual.
9.1 Estrutura
9.1.1 Formato Monografia
Elementos obrigatórios: Capa, folha de rosto, listas, sumário, introdução, metodologia, referencial teórico, caracterização da organização (quando houver) e referências.
Obs.¹: A capa se torna um elemento obrigatório para os trabalhos produzidos na FACISABH.
Obs.²: Somente para o curso de Letras, os objetivos gerais e específicos são considerados
elementos que ficam a parte da introdução.
Elementos opcionais: Dedicatória, agradecimentos, epígrafe, glossário, apêndice e anexo.
Os projetos devem seguir a estrutura de apresentação das partes, essencialmente nesta ordem,
indicadas no quadro abaixo:
79
Figura 29 – Formato projeto de pesquisa: monografia
ELEMENTOS PRÉ-TEXTUAIS
- capa
|
- |
folha de rosto |
|
- |
LISTAS |
|
- |
SUMÁRIO |
ELEMENTOS TEXTUAIS
- INTRODUÇÃO
Breve histórico;
Justificativa;
Objetivos; Definições conceituais; -METODOLOGIA -REFERENCIAL TEÓRICO Métodos e técnicas. Tipos de pesquisa
- PLANO DE DESENVOLVIMENTO Orçamento; Cronograma;
- RECURSOS
Humanos; Materiais; Financeiros.
- ACOMPANHAMENTO, AVALIAÇÃO E
CONTROLE - CONSIDERAÇÕES FINAIS
ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS
- REFERÊNCIAS
- APÊNDICE(S)
- ANEXO(S)
9.1.2 Formato artigo
Os cursos que estruturam o TCC sob o formato de artigo exigem que o projeto de pesquisa
tenha a seguinte forma de organização do texto:
Figura 30 – Formato Projeto de pesquisa: artigo
80
10 ARTIGO CIENTÍFICO
10.1 Estrutura
De acordo com a NBR 6022 (2003), o artigo científico constitui-se de uma elaboração individual ou coletiva que apresenta e discute ideias, métodos, técnicas, processos e resultados acerca das mais diversas áreas do conhecimento.
A estrutura básica é constituída de elementos pré-textuais, textuais e pós-textuais, com uma sequência direta nas páginas (não se abre uma nova página a cada seção/título.
Figura 31 – Elementos que compõem o artigo científico
Elementos pré –textuais:
a) TÍTULO, e subtítulo (se houver);
b) nome(s) do(s) autor(es);
c) RESUMO na língua do texto;
d) palavras–chave na língua do texto.
Elementos textuais:
a) INTRODUÇÃO;
b) DESENVOLVIMENTO;
c) CONSIDERAÇÕES FINAIS.
Elementos pós –textuais:
a) TÍTULO e subtítulo (se houver) em língua estrangeira;
b) ABSTRACT - resumo em língua estrangeira;
c) palavras–chave em língua estrangeira;
d) nota(s) explicativa(s);
e) REFERÊNCIAS;
f) GLOSSÁRIO;
g) APÊNDICE(S);
h) ANEXO(S).
Fonte: NBR 6022, 2003. (Adaptado).
81
82
2.1 Metodologia
A Metodologia é a descrição precisa dos métodos, materiais, técnicas e equipamentos
utilizados. Deve permitir a repetição do experimento ou estudo com a mesma exatidão por outros pesquisadores. Esse tópico contribui para que o leitor tenha uma visão geral da
pesquisa e seus processos.
2.2 Referencial teórico
Demonstra o conhecimento sobre a literatura básica do assunto pesquisado, condensando os resultados dos estudos feitos por diversos autores.
2.3 Caracterização da organização (caso seja artigo de estudo prático)
Este tópico deve apresentar as principais informações sobre a organização pesquisada. Deve ser subdividido em 4 subtítulos, sendo eles: Dados Gerais, Histórico, Estrutura Física, Estrutura Organizacional (Organograma).
2.4 Apresentação e análise de dados (caso seja artigo de estudo prático)
Restringe-se aos resultados do trabalho e ao confronto com dados encontrados na literatura. Caso haja a necessidade de inserir ilustrações 5 no artigo, essas devem ser bem objetivas e claras. Além disso, é necessário que o(s) autor(es) façam uma seleção dessas informações de modo a tornar o trabalho completo e sucinto.
3 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A conclusão destaca os resultados obtidos na pesquisa ou estudo. Nesta seção são
apresentadas as conclusões correspondentes aos propósitos da pesquisa (objetivos, problema e hipóteses, se houver). Deve ser breve, podendo incluir recomendações ou sugestões para
outras pesquisas na área.
5 Há a sugestão de que as ilustrações sejam limitadas a três ou quatro, no corpo do texto. As demais poderão vir como anexo e/ou apêndice.
83
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ARTICLE TITLE: caption article 6 |
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Abstract |
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Resumo traduzido para o idioma de divulgação internacional
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Keywords |
Fonte 10 e recuo de 2 cm na esquerda e direita. |
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Palavras chaves no idioma de divulgação internacional
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REFERÊNCIAS |
||||||
|
Texto das referências. |
|
Título centralizado, em caixa alta, espaço simples. As referências devem vir alinhadas à esquerda. |
||||
|
ANEXOS OU APÊNDICES |
||||||
|
Texto dos anexos ou apêndices. |
|
Título centralizado, em caixa alta |
||||
6 (A tradução do título: subtítulo, Resumo e Palavras-chave para outra língua é opcional)
84
85
10.2 ASPI
A ASPI – Atividade de Simulação Profissional Integrada é uma atividade pedagógica da
FACISABH e constitui parte importante da construção da aprendizagem dos discentes, pois,
contribui/proporciona uma formação mais ampla dos profissionais egressos da instituição.
A cada semestre são propostos temas/tarefas que devem ser desenvolvidos pelos alunos com o
acompanhamento dos professores, que através de atividades teóricas e práticas, geram o
desenvolvimento de uma percepção/ação interdisciplinar relacionada ao agir profissional do
discente egresso de cada curso.
A FACISABH espera que ao final de cada semestre, ao desenvolver a ASPI, os alunos
exercitem a prática profissional, interligada ao suporte teórico e à produção do conhecimento
através da vivência do Saber Conhecer e do Saber Fazer; desenvolvendo hábitos e
processos de trabalho em equipe, onde os integrantes desempenhem suas funções de forma
colaborativa, valorizando a integração de vocações complementares, tais como: o
gerenciamento de equipes, a gestão do tempo, o planejamento e a visão geral do processo
produtivo grupal. Tem-se assim o desejo que esse processo possa contribuir para o
desenvolvimento dos aspectos do Saber Ser e do Saber Conviver.
O principal objetivo da ASPI é possibilitar um conhecimento globalizante que ultrapassa o
limite de cada disciplina, possibilitando a visão sistêmica e interdisciplinar das atividades
inerentes ao mercado de trabalho, onde os conteúdos das disciplinas são apresentados de
forma integrada, oportunizando ao aluno estudar todas as disciplinas oferecidas na matriz
curricular do curso com equilíbrio. Deste modo, institui-se as Atividades de Simulação
Profissional Integrada – ASPI que prevê atividades integradas por período.
86
11 RESENHA
A resenha é uma apresentação breve sobre a obra, seguida da análise da mesma (ela deve ter
no mínimo 2 laudas e no máximo 5 laudas). O texto deve ser contínuo, sem títulos ou seções.
Caso seja resenha crítica, a formatação deve seguir a mesma formatação.
A resenha possui três partes: Introdução, Desenvolvimento e Considerações finais.
A introdução informa ao leitor sobre a obra. O desenvolvimento versa sobre as ideias nela
apresentadas. As considerações finais apresentam a análise do resenhista sobre a obra
(comparação com outros autores, temas, etc., ponto de vista sobre a obra nos seus aspectos
formais e outras considerações que ao resenhista julgar importantes). As considerações finais
tratam das indicações do resenhista (a quem a obra pode interessar e os conhecimentos
prévios necessários para entendê-la).
87
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO
PROFESSOR: Xxxxxxx Xxxxxx
14 ABR. 2013
A data de entrega tem o mês abreviado – as três primeiras letras seguidas de ponto. Maio não é abreviado.
Xxxxxxx Xxxxxx Xxxxxx, Xxxxxxx Xxxxxx Xxxxxx
Nome do(s) autor(es) alinhado à direita, sem negrito, separados por linhas diferentes (quando houver mais de um autor) espaçamento simples entrelinhas.
Alinhar a referência da obra à esquerda. Espaço Simples.
FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DE BELO HORIZONTE
DISCIPLINA: METODOLOGIA DA PESQUISA
RESENHA: Teologia, filosofia y ciências de La religion
Título: centralizado, negrito. Deve-se colocar o título da obra resenhada.
TORRES QUEIRUGA, Andrés. Teología, filosofia y ciencias de La religíon. In:
CAFARENA, Jose Gomes (Org.) Relígion. Madrid: Trotta, 1993. p. 223 –234.
Este texto tem por objetivo apontar os aspectos da religião e sua complexidade
relacionada ao desenvolvimento do homem ao longo de sua trajetória histórica em seus
aspectos antropológicos, individuais e sociais. O autor, Torres Queiruga, cientista da religião,
procurou sintetizar e orientar as relações entre homem e religiosidade.
O texto é dividido nos seguintes sub–tópicos; I – O campo fundamental das relações (retrata a
necessidade da religião para o homem, bem como os aspectos de expressões internas e
externas do fenômeno religioso), II – As ciências da religião (procura enfocar o surgimento
das ciências humanas, sobretudo da história, da sociologia e da psicologia e suas influencias
nos aspectos da expressão religiosa, III – Filosofia das religiões (demonstrando a importância
da filosofia como elo de ligação entre teologia e ciência) e IV – A teologia (suas
permanências e transformações frente a influencias filosóficas e científicas).
O campo fundamental das relações da religião em si mesma se vivencia de duas
formas: o fenômeno primário (ligados aos ritos) e a consciência reflexiva (a possibilidade ou
impossibilidade do sentido religioso) ou ainda, ser visto como a expressão interna da religião
no primeiro caso e, aspectos externos no segundo caso. A teologia se encontra intimamente
88
ligada ao fenômeno religioso em si. Os aspectos externos que visam objetividade e métodos próprios de entender o sentido religioso esta contido no campo das ciências da religião; como por exemplo: o campo da sociologia e da psicologia da religião que se interessam pelo fenômeno religioso.
Algo parecido acontece com a filosofia. Cabe a ela, dialogar com os aspectos internos e externos da religião. Uma vez que a filosofia visa à totalização e a busca de constantes e novas perguntas além da criação de novos métodos que possam permitir o diálogo constante entre a teologia e as ciências da religião. Lembrando, ainda, que a metafísica como campo da filosofia se encontra constantemente afinada com os valores da(s) religião (ões), pois a
metafísica, busca das causas primeiras das relações fundamentais da vida, do ser, do devir e
|
da |
morte. |
|
O |
complexo impacto das ciências da religião se faz sentir a partir da 2ª metade do Séc. XIX, |
que em princípio, radicalizou-se ao tratar-se do campo religioso e metafísico como desnecessários ao campo das ciências, principalmente se pensarmos na tendência positivista de explicação das coisas e do mundo, por outro lado permitiu o surgimento de teóricos e obras que passaram a discutir sobre religião e ciência. Já a perspectiva histórica, permitiu uma visão mais serena e afim entre “evolução humana” e a religiosidade. “A teologia assim como a filosofia deverão permanecer em íntimo contato com as instancias científicas aplicadas ao religioso” (p. 226).
A teologia, por fim, visa à universalidade e reflete os aspectos internos do campo da própria
religiosidade e se faz em diferentes credos religiosos, diferenciando-se da teologia fundamentalista que visa justificar a racionalidade da fé à própria convicção religiosa e da teologia dogmática ligada a crença e valores comunitários. Por isso, a teologia especifica-se nos dogmas, nas exegeses, na história, na crítica literária, na hermenêutica, na pastoral e na liturgia. Embora a mesma tenha sofrido uma forte influencia do iluminismo na tentativa de explicar uma religião natural e deísta, ainda assim, mantém seus aspectos fortemente ligados à crença e à fé. A fé (teologia) e a razão (filosofia) vivenciam-se ao longo da história, ora em conflitos, ora em afinidades, buscando sentido para a visão religiosa do homem moderno. De qualquer forma ao se retratar de filosofia e religião, esse elo entre mito (fé) e razão já se fazia presente desde o período pré-socrático e seguiu seu ponto máximo na ilustração em Kant.
89
O pensamento teológico juntamente com as ciências da religião intermediados pela filosofia busca dar a luz (maiêutica) ao conhecimento isso “pode ser indício de que nos encontramos em uma dessas fronteiras fecundas, onde o futuro se abre para um duro trabalho do conceito” (p. 232).
O Texto de Queiruga apresenta uma síntese ampla e profunda sobre o desenvolvimento da humanidade ligando religião aos campos filosóficos, científicos e teológicos e, brilhantemente, consegue nos dar uma panorâmica da complexidade dos estudos e conhecimentos ligados ao campo religioso, bem como as várias representações de épocas históricas, das contribuições das ciências humanas, sobretudo a história, a sociologia e a psicologia da religião.
Bem como, demonstrar que ainda hoje, na contemporaneidade, o homem se vê, de uma forma ou de outra, ligado aos elos da religião, seja para refutá-la, seja para dar-lhe um novo sentido. Sabemos que existimos, mas, há sempre os mistérios da vida e os constantes questionamentos: de onde viemos? Para onde vamos? Estes e outros questionamentos buscam respostas humanas ora na crença reforçada pela teologia, ora na razão reforçada pelas ciências humanas e sociais. Por isso, o fascínio da religião ainda está ligado aos aspectos da metafísica que por sua vez nos remete à própria existência humana.
90
12 RESUMO
O resumo é a apresentação concisa e seletiva de um texto, ressaltando de forma clara e
sintética o desenvolvimento do trabalho, seus resultados, aspectos, pontos e conclusões mais
importantes.
Quando não integrar o texto original, o resumo deverá ser precedido da referência completa
do documento resumido. (Ver Capítulo 7 – Referências).
São caracterizados como:
a) resumo crítico: constitui – se em uma análise crítica de um documento. (Ver Capítulo 11 –
Resenha);
b) resumo indicativo: levantamento e apresentação sintética dos pontos importantes de um
documento;
c) resumo informativo: é autossuficiente, não precisa, necessariamente, recorrer ao original.
Pode incluir objetivos, metodologia, resultados e conclusão.
A ABNT recomenda que o resumo contenha de 150 a 500 palavras, para os trabalhos
acadêmicos e relatórios técnicos.
Deve-se evitar no resumo: abreviaturas, símbolos, fórmulas, equações e diagramas que não
sejam absolutamente necessários à sua compreensão, bem como comentários, críticas e
julgamento pessoal do resumidor; palavras e expressões supérfluas, tais como: O presente
trabalho trata de
,
O autor do trabalho comenta
,
devem também ser evitadas.
91
13 RELATÓRIOS TÉCNICOS – CIENTÍFICOS
A NBR 10719 (ABNT, 1989d, p.1) define relatório técnico-científico como um documento
que relata formalmente os resultados ou progressos obtidos em investigação de pesquisa e
desenvolvimento ou que descreve a situação de uma questão técnica ou científica.
O relatório técnico-científico apresenta, sistematicamente, informação suficiente para um
leitor qualificado, traça conclusões e faz recomendações. É estabelecido em função e sob a
responsabilidade de um organismo ou de uma pessoa a quem está submetido.
13.1 Etapas de um relatório
a) plano inicial: determinação do objeto, preparação do relatório e do programa de seu
desenvolvimento;
b) coleta e organização do material: momento em que se coleta informações e as armazena
para o desenvolvimento do relatório;
c) redação: escrita do relatório;
d) revisão: é recomendável que seja feita uma revisão crítica do relatório, considerando-se os
seguintes aspectos: redação (conteúdo e estilo) sequência das informações, apresentação
gráfica e física.
13.2 Estrutura
Os relatórios técnico-científicos constituem-se dos seguintes elementos:
92
- capa
- folha de rosto
- prefácio ou apresentação
- resumo
- listas (Ilustrações, símbolos, abreviaturas)
- sumário
- texto
- anexo(s) e apêndice(s)
- agradecimentos
- referências
- glossário
- índice(s)
- ficha de identificação
Obs.: Os elementos em negrito são obrigatórios. Os demais são opcionais.
a) capa: contém os dados que identificam a publicação e deve ser padronizada.
b) folha de rosto: inclui os seguintes elementos:
– entidade e/ou repartição e departamento: o nome do órgão ou entidade responsável vem no
alto da página, centralizado, seguindo do nome do curso.
– título e subtítulo: ambos serão centralizados, o título deverá estar em negrito e em caixa
ALTA.
– nome do autor: deve ser localizado abaixo do título.
– número da parte e respectivo título, se houver.
– notas tipográficas: devem ser indicados na parte inferior central da folha de rosto o local
(cidade), o mês e o ano de publicação.
Obs.: para demais partes (prefácio, resumo, sumário, listas) deve-se seguir orientações
anteriores deste Manual.
c) texto: deve apresentar introdução, metodologia, discussão, procedimentos experimentais e
resultados e conclusões.
d) anexos e apêndices: informações adicionais podem constar no relatório, como cálculos e
dados.
e) referências: consulte o capítulo – Referências.
f) ficha de identificação: localiza-se após o índice, e oferece informações para a perfeita
identificação.
93
Figura 32 – Folha de rosto de Relatório
FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DE BELO HORIZONTE
FACISABH
ADMINISTRAÇÃO
8 espaços simples
RELATÓRIO GERAL SOBRE GESTÃO DE PESSOAS EM
EMPRESAS DE CAPITAL ABERTO DA CIDADE DE BELO
HORIZONTE
por
4 espaços simples
Nome completo Aluna de Administração da FACISABH
Belo Horizonte
2013
94
Figura 33 – Ficha de identificação de relatório (adaptada).
|
Título e subtítulo |
Data (mês e ano) |
||
|
Entidade |
Curso |
||
|
Autor(es) |
|||
|
Professor Orientador |
|||
|
Resumo |
|||
|
Número de páginas |
Anexos e Apêndices |
||
95
14 FICHAMENTO
O fichamento não deve ser confundido com resumo. É uma estrutura de anotação de tópicos
com informações e/ou ideias extremamente relevantes que foram extraídas de um texto. O
Fichamento é, portanto, um modo de coletar e de separar o conhecimento.
Quando for fazer um fichamento, anote logo no início da página a referência do texto
utilizado para tal.
As anotações então poderão ser feitas, como aquelas que são feitas em sala de aula, ou seja,
anotações através de palavras/conceitos objetivos. No fichamento são anotados tópicos do que
se entendeu do texto e não trechos extraídos diretamente do mesmo.
Conforme for anotando, deve-se indicar as páginas do documento original. Isso ajuda a
encontrar a informação mais rapidamente no texto original.
A estrutura do fichamento (FIG. 32) será essa:
– cabeçalho contendo informações de identificação do responsável pela elaboração do
fichamento;
– a referência da obra consultada;
– os tópicos anotados com as informações relevantes do texto. A quantidade de tópicos fica a
critério do autor do fichamento;
– algumas citações poderão ser acrescentadas desde que sejam normalizadas conforme
Capítulo 5 deste Manual.
– o último tópico poderá ser a conclusão do fichamento, a partir do entendimento do autor do
fichamento ou a conclusão do autor do texto original em forma de citação.
Para orientar o entendimento do texto propomos algumas perguntas a serem respondidas após
sua leitura:
1. Sobre o que o autor está falando?
2. Qual a questão que pretende responder?
3. Frente a esta questão, qual a sua resposta?
4. Como fundamenta as suas afirmações e suas respostas?
5. Seus argumentos são convincentes?
6.
Existem outras ideias que compõem o texto?
96
Figura 34 – Modelo de fichamento
FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS DE BELO HORIZONTE CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DISCIPLINA: METODOLOGIA CIENTÍFICA PROFESSOR: XXXX XXXXX 14 ABR. 2013
Xxxxxxx Xxxxxxx Xxxxxx Xxxxxx Xxxxxxx Xxxxxxx
BLIKSTEIN, Izidoro. Técnicas de comunicação escrita. 21 ed. São Paulo: Ática, 2005, p. 7–28.
FICHAMENTO
1. A análise do primeiro acidente permite-nos afirmar que: a) escrever bem implica necessariamente a obtenção de uma resposta correta; b) resposta correta é aquela que corresponde à ideia que temos em mente e desejamos passar ao leitor. Este primeiro segredo já aponta para uma das funções essenciais da comunicação escrita, a saber. (p. 18).
2. Resumindo, o primeiro segredo da comunicação escrita é constituído dos seguintes princípios: I) Toda comunicação escrita deve gerar uma resposta a uma determinada ideia ou necessidade que temos em mente. II) A comunicação escrita será correta e eficaz se
produzir uma resposta igualmente correta. III) Resposta correta é a que esperamos, isto é, aquela que corresponde à ideia ou necessidade que temos em mente. IV) Para avaliarmos a correção e a eficácia de uma comunicação escrita, temos de verificar sempre se: a) houve
FIGURA resposta; 33 – b) Modelo a resposta de fichamento corresponde à ideia ou necessidade que queremos passar ao leitor.
(p.20).
3. O segundo segredo da comunicação escrita, segundo Blikstein (2005, p. 23), “é tornar o nosso pensamento conhecido dos outros, ou, melhor ainda, escrever bem é tornar comum aos outros o nosso pensamento”. (p. 23).
4. A comunicação escrita deve conter sempre alguns elementos persuativos ou “lubrificantes” que suavizem a transmissão dos nossos pensamentos e provoquem a simpatia dos nossos leitores, isto é, dos indivíduos a quem solicitamos uma resposta. (p. 25 e 26).
5. Por fim, a partir do apresentado, é possível dizer que comunicar-se bem ou escrever bem é uma questão de sobrevivência, por isso devemos procurar nos aperfeiçoar cada vez mais.
97
REFERÊNCIAS
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6022: informação e documentação: artigo em publicação periódica científica impressa. Rio de Janeiro, 2003.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: informação e documentação: referências: elaboração. Rio de Janeiro, 2002.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6024: informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito: apresentação. Rio de Janeiro, 2012.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6027: informação e documentação: sumário: apresentação. Rio de Janeiro, 2012.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6028: informação e documentação: resumo: apresentação. Rio de Janeiro, 2003.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6029: informação e documentação: livros e folhetos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: informação e documentação: citações em documentos: apresentação. Rio de Janeiro, 2002.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 12225: informação e documentação: lombada: apresentação. Rio de Janeiro, 2004.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 14724: informação e documentação: trabalhos acadêmicos: apresentação.3. ed. Rio de Janeiro, 2011.
CUNHA, Helenice Rêgo dos Santos. Padrão PUC Minas de normalização: normas da ABNT para apresentação de trabalhos científicos, teses, dissertações e monografias. Belo Horizonte: PUC Minas, 2007.
FRANÇA, Júnia Lessa; VASCONCELLOS, Ana Cristina de. Manual para normalização de publicações técnico-científicas. 8. ed. Belo Horizonte: UFMG, 2007.
FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA – IBGE. Centro de Documentação e Disseminação de Informações. Normas de apresentação tabular. 3. ed. Rio de Janeiro: IBGE, 1993.
MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Metodologia do trabalho científico: procedimentos básicos, pesquisa bibliográfica, projeto e relatório, publicações e trabalhos científicos. 6. ed. São Paulo: Atlas, 2001.
98
MEIRELLES, Anthero de Moraes; GONÇALVES, Carlos Alberto. Projetos e relatórios de pesquisa em administração. São Paulo: Atlas, 2004.
SERRA NEGRA, Carlos Alberto; SERRA NEGRA, Elizabeth Marinho. Manual de
trabalhos monográficos de especialização, mestrado e doutorado. 3. ed. São Paulo: Atlas,
2007.
99
APÊNDICE A – Dicas para apresentação de slides
A elaboração da escrita do trabalho acadêmico exige cuidado e dedicação. A preparação da apresentação deste trabalho em slides pode ser algo bem mais complexo. Sabemos o que devemos colocar nos slides? Limite de textos? Imagens? Cores? Deve ser normalizado conforme a ABNT? Todas estas perguntas poderão ser retiradas nas dicas que serão apresentadas neste tópico.
Essas dicas são um norte para ajudar na apresentação do trabalho. 1ª: Esteja seguro do conteúdo do seu trabalho, para que quando você for indagado sobre algo, não corra o risco de errar; 2ª: Lembre-se de mostrar as referências das obras citadas no slide em que foi
apresentada a citação; 3ª: Calcule algo entre 1 e 2 minutos por slide; 4ª: Ensaie várias vezes e cronometre o tempo gasto na apresentação para saber se você
está dentro do prazo estipulado; 5ª: Use o maior tamanho de fonte possível. De preferência, acima de 16 até 28 para o
texto e entre 32 e 46 para os títulos; 6ª: Cuidado ao escolher a cor e o padrão de fundo dos slides. Escolha um fundo que permita um grande contraste com a cor do texto. Fundo branco (ou quase branco) e letra preta é o ideal, pode-se usar também o fundo escuro e letra clara; 7ª: Simplicidade e clareza na apresentação. Use frases curtas ou apenas apresente tópicos/itens e os explique oralmente;
8ª: Use entre 6 e 8 linhas por slide. Em casos extremos, pode-se usar até 10 a 12 linhas por slide. Em hipótese alguma use mais do que 12 linhas por slide de texto. A única exceção sejam slides com código-fonte, onde é possível ter até umas 14 linhas;
9ª: Evite usar muitas animações e efeitos. As animações devem ser usadas apenas quando elas têm algo a acrescentar à interpretação do conteúdo; 10ª: Coloque numeração nos slides. Isso favorece o melhor acompanhamento das informações apresentadas. 11ª: Aponte com uma caneta a laser para a parte que está falando. Isso permite que os ouvintes saibam exatamente o que você está falando;
100
13ª: Mantenha sua apresentação padronizada do início ao fim. Use, conforme apresentado anteriormente, a mesma fonte, tamanho e cor na letra; 14ª: Ao inserir uma ilustração, lembre-se de colocar a fonte de onde foi retirada e legenda.
12ª: Use sempre o corretor ortográfico, evitando assim erros de ortografia e gramática;
101
APÊNDICE B – Apresentação de banner
Durante algum momento da graduação será preciso que você apresente algum trabalho em formato de Banner. É possível que haja dúvidas, da mesma forma como ocorre na apresentação de trabalhos em slides, quanto a melhor maneira para apresentação de informações em banners.
A ABNT NBR 15437:2006, Pôsteres Técnicos e Científicos é a norma que estabelece os padrões para a elaboração de banners acadêmicos.
Algumas dicas importantes:
∑ O pôster científico geralmente segue o planejamento de uma publicação: título e autores, introdução, métodos, resultados, discussão e conclusões. A sequência não precisa ser obrigatoriamente seguida neste formato;
∑ Elementos básicos: Nome da Instituição, autor, Orientador, Conteúdo (textos, tabelas e figuras), referências e endereço para contato (este não obrigatório);
∑ Procure informar somente o que for necessário;
∑ Não é necessário utilizar todo o espaço do pôster;
∑ Diagrame o texto em colunas;
∑ Deve-se justificar o texto, utilizar fonte Times New Roman ou Arial, tamanho da letra acima de 20. Deve-se utilizar o negrito para destaque dos títulos e títulos primários devem ser escritos em CAIXA ALTA seguidos de indicação de numeração;
∑ Cuidado ao acrescentar ilustrações. Lembre-se de normalizá-las conforme o capítulo de ilustração deste Manual. Você pode utilizar quantas figuras desejar, desde que estejam com título, fonte e legenda;
∑ Cuidado com cores, você pode utilizá-las, mas use-as com precaução, lembrando sempre que o leitor do pôster deve conseguir entender completamente o escrito de seu trabalho.
∑ Os programas para a elaboração de pôsteres são: PowerPoint, CorelDraw, PhotoShop, Ilustrador, FreeHand.
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APÊNDICE C – Redação do trabalho acadêmico
Fase de grande discussão e dificuldade, a redação científica deverá ser clara, concisa, precisa
e coerente na argumentação de suas idéias. Essas características são vitais para que se elabore
um trabalho de qualidade. Para tanto, é importante que o autor antes de iniciar o processo de redação do trabalho ou parte dele, pesquise, leia, compreenda e reflita a respeito da temática que se propõe a escrever.
Segundo Serra Negra e Serra Negra (2007, p. 115), “a redação científica é uma redação técnica que tem a finalidade de discutir opiniões, conhecimentos ou informações por meio das quais introduz, argumenta, analisa, sintetiza e conclui, visando transmitir conhecimentos com precisão e objetividade.”.
O autor do trabalho deve ser capaz de utilizar um vocabulário técnico, mas que se apresente de forma inteligível a terceiros, que na maioria das vezes detêm um conhecimento apenas superficial do assunto da pesquisa, isso quando possuem.
Dessa forma, construir seu trabalho pautado num raciocínio coerente, lógico e de “crescimento” das idéias é fundamental. Além disso, construir períodos frasais simples auxilia
a tornar a leitura do trabalho mais envolvente. Períodos longos só contribuem para confundir e dispersar o leitor.
A soma dessas construções frasais resultará em parágrafos, que também é elemento integrante nessa proposta de construção de um texto lógico, coerente e envolvente. Cada parágrafo deverá ser capaz de transmitir uma idéia central, assessorado por idéias secundárias. A passagem de um parágrafo para outro, é um dos elementos mais importantes na redação desse trabalho. A fluidez de raciocínio e de pensamento somente será alcançada caso o leitor perceba um “link”, ou seja, uma coesão entre os parágrafos.
Além de uma seqüência lógica das idéias e raciocínio desenvolvido nos parágrafos, a fluidez do trabalho dependerá também do uso de palavras conectoras. Segundo Serra Negra e Serra
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Negra (2007), os principais conectores, ou seja, os termos que deduzem a seqüência lógica entre parágrafos são:
a) Adição: e; mais; além disso; também; em adição; soma –se a isto; somando; acrescenta –
se; a propósito.
b) Conclusão ou conseqüência: portanto; assim; dessa forma; conclui –se; resumi –se; então;
por outro lado; ao passo que; recomenda –se; devido; por isso; por sua vez; dessa feita; dessa
forma.
c) Semelhança: do mesmo modo; igualmente; com certeza; possivelmente; de todo; bastante;
demasiadamente; profundamente; qualquer que seja.
d) Tempo: assim que; em seguida; até que; quando; por fim; depois de; antes que; por ora; de
repente; de vez em quando; a tempo; às vezes; de quando em quando; de vez em vez; em algum momento; mais adiante; durante; todavia; após.
e) Exemplificação: por exemplo; isto é; como; decerto; provavelmente; por certo; quer saber;
quando se fala; o referido. f) Reafirmação ou resumo: em outras palavras; em resumo; de fato; em síntese; na verdade; deveras; certamente; realmente; efetivamente.
g) Contraste ou concessão: mas; porém; entretanto; todavia; ao contrário; em vez de; ainda
que; por outro lado; ao passo que; ora; talvez; porventura; ademais; tais cuidados; desde; enquanto.
h) Espaço: ao lado de; sobre; sob; à direita; no centro; no fundo; à frente; à tona; à distância;
ao fundo; ao longo; de fora; de lado; por fora; em frente; por dentro; por perto.
i) Citação: na opinião de; de acordo com; afirma; para; na visão de; do ponto de vista de;
segundo; como descrito por.
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ANEXO A – Modelo de cronograma
Quadro 2 – Modelo de Cronograma
Fonte: ABNT: NBR 15287 (2011).
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