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Reflexões Pastorais

Rev José Roberto de Oliveira (Titular).

Nasceu em 31/05/1970, Campo Grande,


cidade de Cariacica/ES. Filho de Izaura
Firmino Nunes de Oliveira e Luis Nunes
de Oliveira (in memorian). Formado em
Teologia pela Faculdade Teológica das
Igrejas Luterana Livre do Brasil (1990
– 1994). Ordenado ao Sagrado Minis-
tério no dia 15/01/1995, no templo da
Igreja Luterana Livre de Vitória/ES. Em
1997, chegou a cidade de Itaúna/MG para servir como pastor-auxiliar. Trabalhou
por dois anos como evangelista (1998-1999) na Igreja Presbiteriana Luz & Vida/
Betim enquanto fazia a convidalição do Curso Teológico no Seminário Teológico
Rev Denoel Nicodemos Eller. Em dezembro de 1999 foi recebido como Ministro
Presbiteriano na Reunião Ordinária do PREL – Presbitério Eldorado e designado
para o Campo da Igreja Presbiteriana de Divinópolis como Pastor-Titular em 2000
(02/01/2000) onde permanece até então. Em 2008/09 fez o Curso de Pós Graduação
pelo INTA – Instituto de Teologia Aplicada (Sobral/CE). Idealizador do Instituto
Presbiteriano de Educação - IPE que criou o Colégio Presbiteriano onde hoje atua
como Administrador e Capelão.

Títulos Sugeridos

- A força do Exemplo
- A Jornada do Sucesso
- As Qualidades de Quem Participa do Reino de Deus
- Confiando nossos fardos a Deus
A força do Exemplo
Assisti recentemente a um documentário em que educadores e psicólogos discu-
tiam sobre as causas do comportamento da juventude, tais como o crescimento da violên-
cia, o vício das drogas desde cedo, na pré-adolescencia, adolescentes grávidas, e outros
problemas atuais.
A conclusão foi a de que tudo começa em casa. No comportamento e no tratamen-
to dos pais, pois as crianças absorvem muito mais o que vêem do que o que são ensinadas.
Não funciona para ela: “faça o que eu digo e não faça o que eu faço”.
Um grande percentual de crianças que entraram na droga começou com os pais fu-
mantes e grande parte dos alcoólatras foi induzida a este caminho pelos pais que bebiam
em casa e ofereciam desde cedo a bebida aos filhos. Também os maus tratos contribuem
para personalidades marcadas
por traumas ou para se tornarem
violentas.
O que me chama a atenção
é que não há nenhuma novida-
de nestas conclusões. A Bíblia já
dizia isto há milênios passados,
através do sábio Salomão: “Ins-
trui o menino no caminho em que
deve andar e até quando crescer
não se desviará dele” (Provérbios
22:6). Isto nos mostra a importân-
cia do cuidado que os pais devem
ter na educação dos seus filhos.
Não basta ensinar o certo, é pre-
ciso fazer o certo. De que adiante
o pai que fuma dizer ao filho para
não fumar, ou a mãe que bebe di-
zer ao filho para não beber? Mui-
tos pais estão tão ocupados que
não tem tempo para dar atenção
aos filhos o que os leva a procurar atenção fora de casa e muitas vezes encontram alguém
que os induz às drogas. Pais que brigam na frente dos filhos assumindo atitudes reprová-
veis sejam pelo desrespeito da esposa para com o marido, ou da grosseria do esposo para
com a esposa, além de mau testemunho, se forem cristãos, estão imprimindo na alma
dos filhos que família não é um projeto de Deus, mas uma invenção do Diabo para trazer
a infelicidade das pessoas. Infelizmente no meio do povo de Deus também há lares onde
os pais amaldiçoam seus filhos, não se respeitam e, pelo mau testemunho, afasta os filhos
do caminho do Senhor. O desafio é podermos dizer realmente: “Eu e minha casa servimos
ao Senhor”.
Estamos vivendo um novo tempo. É tempo de mudanças de atitude. Para tanto
é importante reconhecermos os nossos erros e não ficarmos apontando os dos outros.
Deus quer que nossa família seja um ninho de amor para nós, os pais e para os filhos. Só
depende de nós.
Pelos interesses de Cristo,
Pr José Roberto
A Jornada do Sucesso
Aja. Esta é a ordem.
O romancista e poeta alemão Johann Wolfgang Von
Goethe disse certa vez: “Pensar é fácil, agir é difícil e
transformar os pensamentos em ações é a coisa mais
espinhosa do mundo”.
Talvez seja por isso que poucas pessoas completam
seus objetivos. De acordo com Gregg Harris, cerca de
dois terços das pessoas pesquisadas (67 de um total de
100) estabeleceram objetivos para si mesmas. Destas
67, apenas 10 haviam feito planos realistas para alcan-
çar seus objetivos. Das dez, apenas duas cumpriram o
prometido e realmente fizeram as coisas acontecerem.
O segredo de começar a trabalhar em cima de seus
objetivos é começar. O presidente americano Franklin
D. Roosevelt comentou:
“O senso comum nos ensina a escolhermos
um método e segui-lo. Se ele falhar, admita
francamente e escolha outra metodologia.
Mas, acima de qualquer coisa, FAÇA ALGO”.
Este é um bom conselho. Você não precisa ser perfeito: só precisa fazer progresso.
Como diz o ditado chinês, “não tenha medo de ir devagar. Tenha medo de ficar parado”.
Neemias pensou, agiu e percebeu como foi ‘difícil transformar seus pensamentos em
ações’. Além do abatimento natural no coração por causa das ruínas de Jerusalém, ha-
via também a dureza do coração do próprio povo em acreditar que a reconstrução era
possível (Ne 1.1-2.20). As dificuldades viam de todos os lados.
Se não bastasse o trabalho penoso, Neemias teve de lidar com as oposições internas
[aquelas vindas da parte dos próprios beneficiados] e as oposições externas [Sambalá,
Gésem e Tobias], aliados políticos de Artaxexes. Mas, o inacreditável aconteceu! Este
líder eficaz superou tudo isso e ‘fez algo’. Ele progrediu. Não teve medo de ir devagar.
Teve medo de ficar parado. Em 52 dias os muros ficaram prontos.
Siga o exemplo de Neemias e pare de reclamar da vida, de tudo e todos: faça algo.
Ou, ao menos, junte-se aos que estão fazendo. Seja posição e não oposição. E, em pouco
tempo, você verá o quanto terá progredido.
Seu servo, O MENOR,
Pr José Roberto de Oliveira
As Qualidades de Quem Participa do Reino de Deus

Mateus 5.1-11
Hoje é o último domingo de 2009. Ao todo foram 52 domingos. Suponhamos que você
tenha sido zeloso e não tenha faltado a nenhum domingo deste ano. Então, você ouviu 52
mensagens e 52 estudos no ED. Mas, vamos imaginar que você ainda participou dos encon-
tros de quarta-feira e ouviu mais 52 estudos. Como um bom discípulo e querendo ser mais
parecido com Jesus resolveu participar do Treinamento por Discipulado e participou de mais
32 estudos profundos da Palavra de Deus. Ao todo você recebeu 188 ministracões da Palavra.

Se a quantidade de informações ou conhe-


cimento fossem o critério principal para se entrar
no Reino de Deus, acredito que muitos crente ze-
losos e fiéis estariam com o seu passaporte de
entrada garantido. Mas, de conhecedores e bem
informados o inferno está cheio e outro tanto
está caminhando para dentro dele.
Na minha opinião bíblica, a principal qua-
lidade na vida de uma pessoa que está apta para
entrar no Reino de Deus, é a sua semelhança com
Cristo em todas as coisas. É viver na prática dos
ensinamentos de Jesus e não apenas enchendo a
mente de conhecimento.
Jamais encontramos Jesus ensinando
qualquer princípio de vida que Ele mesmo não
tivesse praticado. Quando, por exemplo, instruiu
seus seguidores virarem a outra face, quando re-

cebessem uma tapa numa delas, foi algo claramente praticado por Ele em sua vida terrena
nos momentos finais de seu sofrimento rumo à cruz.
Mt 26.67-68, “ Então, uns cuspiram-lhe no rosto e lhe davam murros, e outros o es-
bofeteavam, dizendo: Profetiza-nos, ó Cristo, quem é que te bateu!”.
Lc 23.33-34, “Quando chegaram ao lugar chamado Calvário, ali o crucificaram, bem
como aos malfeitores, um à direita, outro à esquerda. Contudo, Jesus dizia: Pai,
perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. Então, repartindo as vestes dele, lan-
çaram sortes”.
Quando Jesus proferiu o Sermão do Monte transmitiu, aparentemente, princípios ina-
tingíveis aos olhos e conceitos humanos. Porém, tudo o que Ele ensinou, sem dúvida, pra-
ticou e viveu. Tais princípios também devem ser praticados por nós como filhos de Deus, Tg
1.22, “Tornai-vos praticantes da Palavra de Deus e não somente ouvintes, enganando-vos
a vós mesmos”.
As “Bem Aventuranças” fizeram parte inicial do Sermão do Monte. Elas nos apresen-
tam chaves com as quais abrimos caminho para entrada e possessão do Reino de Deus.
Fiquemos firmes na jornada rumo à mansão celestial.

Pelos interesses de Cristo,


Rev José Roberto de Oliveira
Confiando nossos fardos a Deus

Salmo 68.19
Isaías – 46.3,4
De tempos em tempos todos nós magam nos sepultam. Nenhum de nós foi
vacilamos sob os pesos difíceis que a criado para carregar alguma coisa.
vida nos faz carregar. Da mesma forma que Davi, nós tam-
Não estou falando de pesos físi- bém podemos ser esmagados pelos nossos
cos, mas dos pesos e fardos emocio- fardos da culpa , pecado; ou pelo sofrimento
nais e espirituais que esmaga nossa e pelas circunstâncias, preocupação e desâ-
alma e espírito. Os nossos fardos são nimo.
muitas vezes stress financeiro, relacio- É claro que todos nós temos uma es-
namentos pessoais prejudicados, a dor pécie de mentalidade de Rambo e Mulher
causada por um filho afastado e rebel- Maravilha, mas bem no fundo, de todos nós,
de. Outros fardos são fruto do nosso sabemos que tentar levantar um peso exces-
pecado, da culpa, do desânimo, das sivo resulta em escórias na alma. Mas este é
frustrações. um momento em que o Super-Davi, arriou.
Marilyn Monroe disse antes de Tombou diante do excesso de peso que so-
morrer: “Não posso mais”. Elvis Pres- bre si estava.
ley antes de morrer: Eu daria um mi-
lhão de dólares por um pouco de paz e 1) HÁ UM LIMITE DE CARGA PARA OS NOS-
descanso. SEU FARDO EMOCIONAL O SOS FARDOS
SUFOCAVA. Um suicida disse antes de Você e eu caímos também arriamos
se matar com um tiro: “Não há remédio quando somos derrubados pelo peso esma-
para nada em minha vida. A morte é um gador dos fardos que tentamos carregar,
remédio soberano para toda adversida- mas que são simplesmente grandes demais
de. Vivo esta noite num vazio tão solitá- para nós. Nós temos um limite de carga.
rio quanto um rádio quando as baterias Acontece que geralmente quando isto acon-
acabam e não existe tomada onde ligá- tece, o que fazemos é fugir e nos esconder
lo”. dos problemas. Mas sem encontrar um lugar
Os fardos nos esgotam e nos es- para repousá-los até quando conseguiremos
esconder ou disfarçar que estamos já no limite.
Faz parte de a natureza humana fugir dos problemas. Muitos pensam “O tempo se
encarregar de nos curar” - O tempo pode curar tudo? Consertar uma lâmpada queimada,
um pneu furado...? O tempo não remove nossos fardos, mas os empilha cada vez mais Sl
55.4-8 (ler)
Talvez nesta noite eu esteja falando para alguém que esteja com excesso de carga. No
limite do stress, do problema no casamento, financeiro, esgotado e cansado espiritual-
mente
O que leva as pessoas ao Senhor? Os fardos. O que leva então as pessoas para Je-
sus? Os fardos. Mas os fardos também podem levar alguém a se afastar do Senhor. Os
fardos podem nos levar a fonte de perdão, alívio e consolo ou podem nos fazer desistir de
lutar, e abandonar nossa carreira.

2) ALGUNS FARDOS SÃO PESADOS DEMAIS PARA CARREGAR


A Bíblia diz que há fardos que devemos carregar, e outros que só o Senhor pode
carregar. Talvez o fardo que você carrega agora é excessivo demais. Alguns fardos são do
tamanho de Deus. “Senhor, só quero lembrá-lo que sou humano. Sou de carne, sangue e
osso. Esta coisa é grande demais para mim. Não consigo colocá-los no ombro”.
Este é um momento de correr para o Senhor e receber alívio. Caso contrário vai con-
tinuar cambaleando, se arrastando e se ferindo. Se você está arriado, sem forças... é hora
de levá-los para Jesus - Mt 11. 28: “Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarre-
gados, e eu vos aliviarei. Tomais sobre vós o meu jugo... e achareis descanso para as vossas
almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”.