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AGENTES PATOGÉNICOS

AGENTES PATOGÉNICOS

Sistema Linfático

Sistema Linfático Gânglio linfático
Sistema Linfático Gânglio linfático

Gânglio linfático

Sistema Linfático Gânglio linfático
Plasma – é a fracção líquida do sangue, constituída fundamentalmente por água, na qual se

Plasma – é a fracção líquida do sangue, constituída fundamentalmente por água, na qual se encontram dissolvidas proteínas, sais, nutrientes, produtos de excreção e outras substâncias.

por água, na qual se encontram dissolvidas proteínas, sais, nutrientes, produtos de excreção e outras substâncias.
Elementos figurados do sangue – o sangue é constituído por três tipos de células: os
Elementos figurados do sangue – o sangue é constituído por três tipos de células: os
Elementos figurados do sangue – o sangue é constituído por três tipos de células: os

Elementos figurados do sangue – o sangue é constituído por três tipos de células: os eritrócitos, os leucócitos e os trombócitos (plaquetas). Os elementos celulares constituem cerca de 45% do volume sanguíneo (esta percentagem do volume sanguíneo é denominada hematrócito). As células sanguíneas formam-se a partir da medula vermelha dos ossos.

sanguíneo é denominada hematróc ito). As células sanguíneas formam-se a partir da medula vermelha dos ossos.

Formação dos linfócitos B e T.

Formação dos linfócitos B e T.

Interferão

Interferão
Acções do sistema de complemento

Acções do sistema de complemento

Interacção das células do sistema imunitário.

(as setas verdes representam a resposta primária, enquanto que as vermelhas representam a resposta secundária)

(as setas verdes representam a respos ta primária, enquanto que as vermelha s representam a resposta
(as setas verdes representam a respos ta primária, enquanto que as vermelha s representam a resposta
Verifique se sabe 1. 1.1 reacção inflamatória; rubor; dor; não especí fico; permeáveis; histamina;
Verifique se sabe 1. 1.1 reacção inflamatória; rubor; dor; não especí fico; permeáveis; histamina;

Verifique se sabe

1.

1.1

reacção inflamatória; rubor; dor; não específico; permeáveis; histamina; mastócitos;

fagocitose

1.2 específica; medula óssea; timo; imunocompetentes; medula óssea; medula óssea; gânglios

linfáticos

1.3 antigénios; anticorpos; anticorpo; linfócito B

1.4 proteínas; polipeptídicas; pesadas; leves; antigénio; aglutinação; fagocitose; sistema

complemento

1.5

citolíticos/citotóxicos; auxiliares; supressores

1.6

efectoras; memória; secundária

1.7

linfócitos T citolíticos

1.8

cancro/tumor; linfócitos T citolíticos

2.

2.1

B;

2.2

B;

2.3

C;

2.4

D;

2.5

D;

2.6

A;

2.7

A;

2.8

D;

2.9

D;

2.10

C;

2.11

B;

2.12

C;

2.13

D.

3.

A

— Linfócitos T citolíticos;

B

— Macrófagos;

C

— Medula óssea;

D

— Plasmócitos;

E

— Linfócitos T auxiliares;

F

— Anticorpos;

G

— Timo;

H

— Monócito;

I — Antigénio.

4.

4.1

C e D;

4.2

B e C;

4.3

A e C;

4.4

A e C.

5.

1—B; 2—E; 3—F; 4—C; 5—A; 6—H; 7—I; 8— B.

1.
1.

1.1.

1.2.

1.3.

1.4.

1.5.

1.6.

1.7.

1.8.

1. 1.1. 1.2. 1.3. 1.4. 1.5. 1.6. 1.7. 1.8. - 1 -

-

1 -

2.

2.1.

2.2.

2.3.

2.4.

2.5.

2.6.

2.7.

2.8.

2. 2.1. 2.2. 2.3. 2.4. 2.5. 2.6. 2.7. 2.8. - 2 -

- 2 -

2.9.

2.10.

2.11.

2.12.

2.13.

3.

2.9. 2.10. 2.11. 2.12. 2.13. 3. - 3 -

- 3 -

4.

4.1.

4.2.

4.3.

4.4.

5.

4. 4.1. 4.2. 4.3. 4.4. 5. - 4 -

- 4 -

(5)
(5)
(5)
(5)
Mobilize o seu saber 1. 1.1. Fagocitose. 1.2. 4 — 1 — 3 — 2.

Mobilize o seu saber

1.

1.1.

Fagocitose.

1.2.

4 — 1 — 3 — 2.

2.

2.1.

A pele é uma das barreiras anatómicas que permitem uma defesa imunitária não específica. A

pele reveste todo o corpo, sendo a camada mais externa da epiderme constituída por células mortas.

Este revestimento representa uma superfície protectora que impede a penetração de microrganismos, de produtos químicos agressivos e protege mesmo contra agressões físicas como sejam certas radiações.

2.2. Reacção inflamatória.

2.3. Na região infectada pelas bactérias que penetraram quando a pele foi lesionada, as células

lesionadas e mastócitos que existem no tecido conjuntivo que constitui a derme produzem

mensageiros químicos, como por exemplo a histamina. A histamina aumenta a permeabilidade da parede dos capilares sanguíneos, verificando-se a saída de plasma e de alguns leucócitos. O plasma que se acumula na região provoca o edema (inchaço).

2.4. C

2.5. C

2.6.1. O rubor é devido ao maior afluxo de sangue na região e à vasodilatação.

2.6.2. A sensação dolorosa é provocada pela compressão das terminações nervosas existentes na

região e pela distensão dos tecidos.

2.7.

D

3.

3.1.

É o processo da fagocitose. A bactéria adere ao macrófago e é englobada por ele num vacúolo

de fagocitose, ou fagossoma. Alguns lisossomas aproximam-se e fundem-se com a membrana do vacúolo, lançando as enzimas hidrolíticas que contêm para esse vacúolo. Essas enzimas vão provocar a digestão da bactéria. As moléculas simples difundem-se para o citoplasma do macrófago e os resíduos são libertados por exocitose.

3.2. Granulócitos (neutrófilos) e macrófagos.

3.3. Essas células fazem uma síntese activa de proteínas enzimáticas a nível de ribossomas ligados

ao retículo endoplasmático rugoso.

3.4. C

3.4.1. Os macrófagos fagocitam diferentes tipos de células ou corpos estranhos de um modo não

selectivo e independentemente da sua natureza. Para qualquer outra bactéria que invadisse o

organismo, o mecanismo fagocitário seria idêntico.

3.5. Como a bactéria resiste à fagocitose multiplica-se, podendo invadir outras células, provocando o

alastramento da infecção. Podem entretanto intervir mecanismos de defesa específica, quer humoral quer celular. Esses mecanismos poderão neutralizar as bactérias ou destruir as células invadidas por elas, e a infecção será debelada. Se estes mecanismos não forem eficientes, a generalização da infec- ção poderá mesmo culminar na morte do organismo.

4.

4.1.

1 —Antigénio; 2— Memória; 3—Medula óssea; 4— Linfócitos; 5—limo; 6— SIDA;

7 — Plasmócitos; 8— Imunodeficiência; 9— Interferão. 4.2. Imunidade — conjunto de processos fisiológicos que têm a capacidade de reconhecer substâncias ou corpos estranhos ou anormais e neutralizá-los ou eliminá-los.

5.

5.1. Curva A.

5.1.1. Após a primeira injecção o indivíduo respondeu com a produção de anticorpos, cujo nível

aumentou no sangue. A partir do 20.° dia o nível desses anticorpos começou a baixar. Quando foi

aplicada a segunda injecção houve uma resposta secundária mais rápida e mais intensa, com maior produção de anticorpos. A curva A é a que melhor traduz os dois tipos de resposta: primária e secundária. A curva C só traduz a resposta primária e a curva B traduz a resposta secundária.

5.2. Plasmócitos.

5.3. Baixa, acabando por se anular.

5.4. Após a resposta primária ficam no organismo linfócitos B memória. Quando ocorre um segundo

contacto

antigénio, essas células-memória reconhecem-no e rapidamente se

multiplicam, originando linfócitos B que se diferenciam em plasmócitos produtores de anticorpos, sendo, portanto, a resposta mais rápida e mais intensa.

com

o

mesmo

5.5.

A

5.6.

D

6. B

7.

7.1.

A poliomielite é desencadeada por um único vírus. Se uma pessoa estiver vacinada contra esse

vírus está protegida, pois mesmo que ele entre no organismo não desencadeia a doença devido à presença de células-memória que o organismo desenvolveu quando foi vacinado. A gripe pode ser provocada por uma grande variedade de vírus. Por isso, mesmo que uma pessoa esteja vacinada

contra determinado vírus, se for atacada por outro vírus diferente contrai a gripe. Além disso, os vírus da gripe experimentam frequentemente mutações e uma vez mutados a vacina torna-se ineficaz, porque não são reconhecidos pelas células-memória.

7.2. Se o indivíduo não está vacinado, como todos os anos surgem surtos de gripe, ao entrar em

contacto com o vírus pode contrair a doença. Como há diferentes vírus, e como esses vírus podem experimentar mutação, se no ano seguinte o indivíduo for atacado por um vírus diferente poderá contrair novamente a gripe. 7.3. A pessoa pode estar vacinada contra determinados vírus, mas não está vacinada contra a totalidade dos vírus e por isso pode contrair a gripe se for atacada por um vírus contra o qual não está vacinada.

8.

8.1.

Embora se tenha injectado um filtrado de cultura de bactérias, as cobaias morreram porque as

toxinas produzidas pelas bactérias não foram retidas pelo filtro e essas toxinas é que desencadearam

a doença nas cobaias.

8.1.1. “A bactéria nunca aparece no sangue, ficando sempre localizada na garganta”.

8.2. Nas cobaias da 2ª experiência foi injectado um filtrado idêntico ao utilizado na 1ª experiência,

mas juntamente com soro de um animal que tinha tido a doença e se curou. Nesse soro existia

grande quantidade de anticorpos antitetânicos que neutralizaram as toxinas bacterianas. Por isso as cobaias não morreram.

8.3. A criança vacinada recebe a toxina tratada em laboratório, sendo atenuada a sua capacidade de

produzir a doença. De qualquer modo, o organismo da criança reconhece a toxina e mobiliza o seu

sistema imunitário, desencadeando uma reacção primária em que são produzidos anticorpos e células-memória. Se houver um novo contacto com a toxina virulenta, as células-memória

rapidamente desencadeiam uma reacção secundária que neutraliza as toxinas e a criança não contrai

a doença.

9.

9.1. Imunidade mediada por células.

9.2. Linfócitos T citolíticos.

9.3. No rato B2 foi feito o enxerto proveniente do rato A e foram injectados linfócitos retirados ao

rato B1, que tinha anteriormente recebido um enxerto idêntico e rejeitado esse enxerto. Como nesses linfócitos havia linfócitos T memória, eles reconheceram imediatamente as células estranhas do enxerto e multiplicaram-se rapidamente, originando linfócitos T citolíticos, que destruíram as células do enxerto.

10.

10.1.

A partir do quinto dia.

10.1.1. Após a injecção do bacilo tetânico os linfócitos B reconheceram a toxina tetânica, entraram

em multiplicação e diferenciaram-se em plasmócitos que produzem anticorpos.

10.2.

As toxinas começaram a ser neutralizadas pelos anticorpos.

10.3.

10.3.1.

B

10.3.2.

A

10.3.3.

A vacina deve ser aplicada antes da infecção, pois provoca uma reacção geralmente lenta em

que o organismo produz anticorpos e Iinfócitos B memória. Estes ficam armazenados nos órgãos linfóides. Uma posterior infecção pode ser prevenida porque essas células-memória rapidamente reconhecem a toxina tetânica se houver novo contacto com essa bactéria. As células-memória multiplicam-se e diferenciam-se, produzindo grande quantidade de anticorpos que neutralizam a toxina, mantendo-se sempre um nível relativamente elevado de anticorpos no organismo. Se a pessoa já está contaminada pela bactéria, deve aplicar-se imediatamente um soro com anticorpos que neutralizam as toxinas antes que elas comecem a actuar.

I MUNIDADE
I MUNIDADE
I MUNIDADE

IMUNIDADE

I MUNIDADE
I MUNIDADE
I MUNIDADE
I MUNIDADE
I MUNIDADE
I MUNIDADE
I MUNIDADE
I MUNIDADE
I MUNIDADE
I MUNIDADE
I MUNIDADE
I MUNIDADE
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Ana Rita Rainho
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Ana Rita Rainho
Ana Rita Rainho
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Ana Rita Rainho
Ana Rita Rainho
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Ana Rita Rainho
Ana Rita Rainho
Ana Rita Rainho
Ana Rita Rainho
Ana Rita Rainho

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FICHA DE TRABALHO BBiioollooggiiaa –– 1122ºº aannoo
FICHA DE TRABALHO
BBiioollooggiiaa –– 1122ºº aannoo

IMUNIDADE

1.1 – O mecanismo de defesa representado é a resposta inflamatória.

1.2 – Este é considerado como um mecanismo de defesa não específico porque de desenvolve sempre da mesma maneira, independentemente da agressão sofrida pelo organismo.

1.3 – O edema deve-se à acumulação de plasma e células que migram para o local quando se dá a vasodilatação promovida pela histamina; o rubor deve-se ao maior afluxo sanguíneo, e a sensação dolorosa deve-se à compressão dos nervos que existem na região pelas células e pelo líquido que se acumulam.

1.4 – Opção C – histamina

1.5 – Opção C – granulócitos e macrófagos

1.6 – Uma das complicações que pode surgir quando a infecção é muito intensa é a febre muito alta. Nestes casos, o aumento excessivo de temperatura pode comprometer a estrutura das proteínas enzimáticas e colocar em causa a realização de algumas vias metabólicas, com risco de vida da pessoa.

2 – O interferão não apresenta uma actividade antiviral directa porque não atua sobre os vírus. A célula infetada produz interferão que vai atuar sobre as células vizinhas, que produzem as proteínas antivirais que irão bloquear a síntese proteica do DNA viral que possa ser resultado de uma infeção.

3 –

1 - antigénio

4 - linfócitos

8 - imunodeficiência

2 - memória

5 - timo

9 - interferão

3 - medula óssea

7 - plasmócitos

4.1

A resposta do organismo está representada na curva A.

4.2

Na primeira injeção o organismo desenvolve uma resposta primária, com uma determinada intensidade, que se traduz num aumento do nível de anticorpos no sangue. Na segunda injeção, o nível de anticorpos produzido na resposta será muito superior o da primeira respota. Isto porque durante a primeira respostas houve produção de células memória, que na segunda apresentação ao antigénio se multiplicam muito rapidamente.

5.1

A eficácia das vacinas depende da taxa de mutação dos agentes infeciosos, pois é específica. Assim sendo, quando o agente infecioso sofre uma elevada taxa de mutação, como é o caso da gripe, a vacina já não será eficaz.

5.2

A vacinação contribui para que um indivíduo não venha a contrair determinado tipo de doenças pois a exposição aos antigénios da vacina faz com que sejam produzidas células memória. Assim, numa futura exposição (a infeção) a resposta do sistema imunitário é mais eficaz, o que faz com que o indivíduo nunca chegue a desenvolver sintomas da doença.

5.3

e 5.4 – O vírus da gripe apresenta uma elevada taxa de mutação. Assim, as células memória que ficam após uma infeção não vão ser eficazes numa segunda infeção porque o vírus já mudou. O mesmo para quem é vacinado. Só se adquirem células-memória para a estirpe específica que apresenta o antigénio presente na vacina. Se o vírus mudar, os antigénios já são diferentes e a vacina ineficaz.

5.5

Opção A – um soro com anticorpos anti-poliomielíticos logo após a contaminação

5.5.1 – Os anticorpos vão atacar o microrganismo responsável pela poliomielite. É necessário que os anticorpos sejam anti-poliomielíticos, pois se não forem específicos não vão atuar. Pelo menos na debelação da infeção por poliomielite.

Ana Rita Rainho
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FICHA DE TRABALHO - CORREÇÃO BBiioollooggiiaa –– 1122ºº aannoo
FICHA DE TRABALHO - CORREÇÃO
BBiioollooggiiaa –– 1122ºº aannoo

FICHA DE TRABALHO - MEMÓRIA IMUNITÁRIA

1 – A resposta imunitária no segundo contacto do organismo com o antigénio A é mais rápida e mais intensa do que no primeiro contacto com o antigénio.

2 – Essa diferença deve-se à produção de células memória. Estas células têm uma capacidade de multiplicação maior que os linfócitos B que lhes deram origem, o que determina uma reposta mais eficaz ao contacto com o antigénio.

3 – Aos 7 dias, após a segunda injeção, em que o organismo está no 2º contacto com o antigénio A e 1º com o antigénio B, surge uma resposta, mais intensa para o antigénio A (com o qual o organismo já tinha tido contacto e produzido células memória) e menos intensa para o antigénio B, com que o organismo ainda não tinha tido contacto.

4 – A vacinação é extremamente importante, pois com base na informação transmitida pelo gráfico, num segundo contacto com determinado antigénio a resposta imunitária é mais rápida e eficaz. A vacinação não é mais do que um primeiro contacto com determinado antigénio (ainda que atenuado), levando à produção de células memória. Assim, quando as pessoas tomarem contacto com o agente infecioso portador desse antigénio, a resposta será mais rápida, permitindo que a doença seja rapidamente combatida e não se chegue a instalar.