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UW - ASME VIII Div 1

Renan Invernizzi 4 de dezembro de 2015

UW-1 Escopo

As normas na UW são aplicadas a vasos de pressão e partes de vasos de pressão que são fabricados por soldagem e deverão ser utilizados em conjunto com os requerimentos gerais da subsection A, e com os requerimentos específicos da subsection C que per- tencem a classe de material utilizada.

UW-2 Restrições de Serviço

(a)

Quando vasos possuem substâncias letais, sejam elas líquidas ou gasosas, todas as juntas de topo deverão ser completamente radiografadas, exceto sobre as provisões de (2) e (3) abaixo e da UW- 11(a)(4). ERW pipe ou tube não é permitido utilizar como casco ou bocal em serviços do tipo de risco descrito. Quando fabricado de carbono ou um material de baixa liga, os vasos deverão sofrer tratamento térmico após a soldagem. Quando um vaso contém fluidos de tal natureza que misturado ao ar possa apresentar perigo a saúde ao ser inalado, deverá ser de responsabilidade do usuário e, ou seu agente designado a determinar se é letal ou não. Caso determinado que seja, o usuário ou seu agente determinado [veja U-2(a)] deverá aconselhar ao projetista e ou fabricante a cumprir com as aplicações do código (veja UCI-2 e UCD-

2).

(1)

As juntas soldadas de várias categorias (veja UW- 3) deverão atender as seguintes premissas:

(-a) Exceto para tubes ou pipes soldados interna- mente a cascos de trocadores de calor, todas as juntas da categoria A deverão ser do tipo No. (1) da tabela UW-12.

(-b) Todas as juntas da categoria B e C deverão ser do tipo No.(1) ou No.(2) da tabela UW-12.

(-c) Juntas da categoria C para pestanas deverão ser:

(-1) A pestana deverá ser unida ao casco pela junta do tipo No.(1) ou No.(2) da tabela UW-12. A pes- tana poderá ser feita do tipo forjado ou usinado. [Veja UW-13(g)].

(-2) A pestana deverá ser fabricada da seguinte ma- neira:

(+a) A solda é realizada em dois passos como mostrado na figura UW-13.5.

(+b) Antes de realizar a solda No.2, a solda No.1 de- verá ser examinada por completo por radiografia de acordo com a UW-51, independente de seu tamanho. A solda e a fusão entre a solda e o pescoço deverá ser examinada por ultrassom de acordo com Mandatory Appendix 12.

(+c) Solda No.2 é examinada por radiografia completa de acordo com a UW-51.

(3) A pestana deverá estar conforme os dimensio- nais requeridos pelo ASME B16.9 ou ser feita de acordo com um tamanho que não seja padrão, provido que todos os requerimentos desta divisão sejam cumpridos.

(-d) Todas as juntas da categoria D deverão ter pene- tração total se estendendo por toda espessura da parede do vaso ou bocal.

(2) Inspeção por radiografia no cordão de solda em tubes ou pipes de trocadores, para uma especifi- cação de material permitida por essa divisão, que são solda de topo sem ser preenchida de solda poderão ser dispensada, provido que o tubo ou pipe esteja totalmente dentro casco ou do vaso no qual atenda os requerimentos de (a).

(3) Se apenas um lado do trocador de calor contém substância letal, o outro lado não será necessário atender os pré-requisitos de um vaso que opera em serviço letal se:

1

(-a) Tubes de troca térmica são sem costura; ou

(c)

Caldeiras não sujeitas a chama com pressão de

Todas as juntas da categoria A (veja UW-3) de-

(-b) Tubes de troca térmica são conforme uma especi- ficação por essa divisão, são soldadas de topo sem preenchimento por solda, e recebem de acordo

(-1) Teste Hidrostático de acordo com a especificação

(1)

projeto excedendo a 50 PSI (343 kPa) deverão satisfazer todos os seguintes requerimentos:

com uma radiografia completa todos os seguintes ensaios não destrutivos:

verão estar de acordo com a tipo No.(1) da tabela UW-12, todas as juntas da categoria B deverão estar de acordo com a do tipo No.(1) ou No.(2) da tabela UW-12.

 

aplicada;

 

(-2) Teste pneumático sobre água de acordo com es- pecificação de material aplicável, ou se não espe- cificado, de acordo com SA-688;

(2)

Todas as juntas de solda de topo deverão ser radiografadas exceto sobre as provisões da UW- 11(a)(4) e exceto para ERW cordão de solda para tubos. Quando utilizando pipe ERW como casco

(-3) Inspeção por ultrassom ou outro ensaio elétrico não destrutivo, que seja sensível o suficiente para detectar entalhes na superfície em qualquer dire- ção de acordo com SA-557, S1 ou S3. Nenhum aprimoramento na eficiência de junta longitudinal é permitida por conta dos ensaios não destrutivos.

(3)

ou caldeira não sujeita a chama, sua espessura não deve exceder a 1/2 "(13mm), e seu diâmetro não deverá exceder 24 "(DN 600), e a solda ERW deverá ser completa utilizando (HFI - High Fren- quency Welding) uma solda de alta frequência.

(b)

Quando vasos são operados abaixo da tempera- tura projetada pela PART UCS (veja UCS-68),

Todas as categorias de junta A deverão ser do

Quando fabricado de carbono ou outra baixa liga, tais vasos deverão sofrer tratamento térmico.

(4)

Veja também U-1(g), UG-16(b), e UG-125(b).

ou testes de impacto do material ou metal de solda são queridos pela PART UHA, as juntas de

(d)

Vasos de pressão ou partes, sujeitos a chama

Todas as juntas soldadas de categoria A (veja

(1)

várias categorias (veja UW-3) deverão ser:

direta [veja U-1(h)] deverão ser construídas de acordo com todas as normas aplicáveis desta di- visão e também deverão atender as seguintes

tipo No.(1) da tabela UW-12 exceto para aço inoxidável de cromo-níquel austenítico dos tipos 304, 304L, 316, 316L, 321, e 347, qual satisfaz os requerimentos da UHA-51(f), juntas do tipo No.(2) poderão ser utilizadas.

(1)

premissas:

UW-3) deverão estar de acordo com o tipo No.(1) da tabela UW-12, e todas as juntas soldadas da categoria B, quando a espessura exceder a

(2)

Todas as juntas da categoria B deverão ser utili- zadas No(1) ou (2) da tabela UW-12.

5/8 "(16mm), deverão estar de acordo com o tipo No.(1) ou No.(2) da tabela UW-12. Nenhuma junta soldada do tipo No.(3) da tabela UW-12

(3)

Todas as juntas da categoria C deverão possuir soldas com penetração total se estendendo por toda seção da junta.

são permitidas para as juntas das categorias A ou B de qualquer espessura.

(4)

Todas as juntas da categoria D deverão possuir penetração total por toda extensão da espessura da parede do vaso exceto que as soldas de pe- netração parcial poderão ser utilizados entre os materiais listados na tabela UHA-23 como segue:

(2)

Quando a espessura da junta soldada excede a 5/8 "(16mm) para carbono (P-No.1) aço de qual- quer espessura para baixa liga (que difere de aços P-No.1), tratamento térmico é requerido. Para todos os materiais de qualquer espessura,

(-a) Para materiais mostrados em UHA-51(d)(1)(-a)

os requerimentos para tratamento térmico de- verão estar conforme com Subsection aplicável

 

e

UHA-51(d)(2)(-a) a temperatura mínima de

desta divisão. Veja também U-1(g), UG-16(b), e

projeto do metal (MDMTs) é de -320 F (-196 C)

 

UCS-56.

e

mais quente;

(3)

O usuário, e seu agente determinado, ou fabri-

(-b) Para materiais mostrados na UHA-51-(d)(1)(-b)

cante do vaso deverá deixar disponível ao inspetor

 

e

UHA-51(d)(2)(-b) na MDMTs de -50 F (-45 C)

os cálculos utilizados para determinar a tempera-

e

mais quente.

tura de projeto do vaso. As provisões da UG-20

deverão ser aplicadas exceto que as partes pressu- rizadas no vaso possuem juntas diferentes da tipo No.(1) e (2) da tabela UW-12, sujeito a radiação direta e/ou aos produtos de combustão, deverão ser projetadas para temperaturas não menos que o máxima esperada sobre condições de operação.

UW-3 Categoria de Junta Soldada

O termo “categoria” como utilizada aqui de- fine a localização da junta no vaso, entretanto não o tipo da junta. As “categorias” estabelecidas por este parágrafos são para uso em outros lugares nesta divisão especificando requerimentos especiais indepen- dente do tipo de junta e grau de inspeção para certas juntas soldadas em partes de pressão. Desde que estes requerimentos especiais, no qual são baseados no tipo de serviço, material, e espessura, não se aplicam a qualquer junta soldada, apenas aquelas juntas no qual requerimentos especiais se aplicam são incluídos nas categorias. Os requerimentos especiais irão aplicar a juntas de uma dada categoria apenas quando espe- cificado. As juntas de cada categoria são projetadas como juntas de categoria A,B,C, e D abaixo. Figura UW-3 ilustra locais típicos de juntas soldadas incluí- das em cada categoria. Juntas soldadas não definidas pela categoria de projeto incluem porém não são li- mitadas a figura 5-1, ilustração (a) união de canto, figura 9-5 soldas em jaquetas envolvendo o casco, e figura 26.13 solda do tipo filete. A não ser limitado em outro lugar nesta divisão, a UW-9(a) juntas soldadas permitidas poderão ser utilizadas em conjunto com juntas soldadas que não são categorizadas.

(a)

Categoria A. Junta soldada longitudinal e em espiral dentro do costado principal, carretel, tran- sições em diâmetro, ou conexões, qualquer junta soldada dentro de uma esfera, dentro de um tampo plano, ou do lado de dentro de chapas de um vaso plano; soldas circunferenciais unindo tampos semi-esférico a costados principais, a tran- sições em diâmetros, a conexões ou para carretel.

(b)

Categoria B. Juntas soldada circunferenciais den- tro do costado principal, carretel, conexões, ou transições no diâmetro incluindo as juntas entre as transição e o cilindro do lado maior ou menor; juntas soldadas circunferenciais unindo tampos conformados além de tampos semi-esférico em costados principais, para transições em diâme- tro, para conexão ou carretel. Juntas soldadas

circunferenciais são soldas de topo caso a metade

do ângulo α , seja igual ou menor do que 30

graus junta em ângulo quando α é superior que

30 graus. (veja figura UW-3).

(c)

Categoria C. Junta soldada unindo flanges, pes- tanas, espelhos, ou tampos planos para costados principais, para tampos conformados, para tran- sições em diâmetro, para conexões, ou para o carretel qualquer junta soldada conectando um lado da chapa a outro lado de uma pestana.

(d)

Categoria D. Juntas soldadas unindo carretel ou bocais em costados principais, para esferas, para transições em diâmetro, para tampos, ou para vasos quadrados, e estas juntas unindo bocais a um carretel (para bocais no menor lado de uma transição em diâmetro, veja categoria B).

UW-5 Geral

(a)

Partes pressurizadas. Materiais utilizados na construção de vasos de pressão soldados deverão estar de acordo com os requerimentos do material dados na tabela UG-4 até UG-15, a qualidade da soldagem deverá ser comprovada. A qualificação

do

procedimento de soldagem sobre SECTION

IX

é considerada como prova.

(b)

Partes não pressurizadas. Materiais utilizados para partes não pressurizadas que são soldadas a vasos de pressão deverão ter a qualidade da solda- gem comprovada conforme as premissas abaixo.

(1)

Para materiais identificados de acordo com a UG-

10,

UG-11, UG-15, ou UG-93, a qualificação do

procedimento de soldagem sobre a SECTION

IX

é considerada como prova da qualidade de

soldagem.

(2)

Para materiais não identificados de acordo com a UG-10, UG-11, UG-15 ou UG-93, porém iden- tificado em análise química e propriedades mecâ- nicas, S-number sobre SECTION IX, QW/QB- 422, ou para especificação de material não per- mitida nessa divisão, qualificação de soldagem satisfatória sobre a SECTION IX é considerada prova da qualidade da soldagem. Para materiais identificados pelo S-NUMBER, as provisões da SECTION IX QW/QB-422 deverá ser seguido pelo procedimento de qualificação de soldagem. O procedimento de soldagem precisa somente ser

qualificado uma vez pela análise química e pro- priedades mecânicas ou especificação de material não permitida por essa divisão.

(3)

Material que não pode ser identificado pode va- riar provado a qualidade da soldagem ao preparar um teste de solda de topo de cada peça de ma- terial sem identificação a ser utilizado. Corpo de prova dos testes deverão passar aos ensaios especificados na QW-451 da section IX.

(c)

Dois materiais de diferentes especificações po- derão ser unidos por soldagem provido que os requerimentos da section IX QW-250 forem cum- pridos.

(d)

Materiais unidos por processos de soldagem por

eletroescória deverão ser limitados a aços ferríti- cos os seguintes aços austeníticos que são soldados para produzir metal ferrítico: SA-240 tipos 304, 304L,316 e 316L; SA-182 F304, F304L, F316, e F316L; SA-351 CF3, CF3A, CF3M, CF8, CF8A,

e

CF8M.

(e)

Soldagem de SA-841 por eletroescória é proibido.

(f)

Materiais unidos pelo processo de soldagem de fricção deverão ser limitados a materiais aborda- dos com P-Numbers na section IX e não deverão incluir aços acalmados ou semi acalmados.

UW-6 Guia Não Mandatório Para Se- leção De Material De Soldagem

O fabricante é responsável pela seleção dos consumíveis de soldagem e também dos processos de soldagem. Esse guia não mandatório para escolha de materiais de soldagem é intencionada para condições de serviço, mas pode ser apropriado para qualquer condição caso falte alguma razão específica para se fazer diferente. O usuário ou seu agente designado deverão informar ao fabricante quando a seleção de um material de adição específico é necessário para atingir uma performance satisfatória no vaso para as condições de serviço aplicadas.

(a) A resistência a tração da solda deverá ser igual ou exceder a base do metal a ser unido. Quando

a base do metal de diferentes resistências são

unidas por soldagem, a resistência a tração do metal de soldagem deverá ser igual ou exceder a mais fraca dos dois metais a serem unidos.

(b)

Quando considerações como resistência a cor- rosão, tenacidade, ou resistência a fadiga que requere a seleção de consumíveis de soldagem ou processos que produzam juntas soldadas de uma resistência inferior que aos metais base, a resistência da união deverá ser re-analisada e o projeto ajustado como apropriado ao serviço e condições aplicadas.

(c)

Quando soldagem de materiais de mesma compo- sição, a composição nominal do metal de solda deverá ser analogicamente a composição nominal do metal base, exceto quando fluência ou corrosão for o principal mecanismo de dano.

(d)

Quando soldando materiais de diferentes com- posições nominais da metal de solda deverá ser analisado a um dos metais bases, ou ser aceito uma composição diferente.

(e)

Quando unindo material de base não ferroso,

a

seleção de metais de adição deverão seguir as

recomendações do fabricante do metal não ferroso

ou associação da industria aplicada.

UW-8 Geral

As normas nos parágrafos seguintes se apli- cam especificadamente ao projeto de vasos de pressão

e

partes de pressão que são fabricados por soldagem

e

deverão ser utilizado em conjunto com os requeri-

mentos gerais para projeto na subseção A, e com os requerimentos específicos para projeto na subseção C que pertençam a classe de material utilizada.

UW-9 Projeto De Juntas Soldadas

(a)

Tipos permissíveis. Os tipos de juntas soldadas permitidas em processos de soldagem em arco ou gás são listados na tabela UW-12, juntos com

o

limitante de espessura de chapa permitidos

para cada tipo tipo. Juntas soldadas de topo são apenas permitidas por processos de soldagem de partes pressurizadas [Veja UW-27(b)].

(b)

Soldagem em chanfro. As dimensões e geometrias dos cantos deverão ser aquelas que permitam

a

fusão e penetração completa. Qualificação do

procedimento de soldagem, como requerido pela UW-28, é aceitável como prova de que a soldagem em chanfro seja satisfatória.

(c)

Transição Cônica. Uma transição cônica tendo um comprimento não maior do que três vezes

do que os tamanhos mínimos especificados nesta divisão.

o comprimento das superfícies adjacentes con-

forme figura UW-9, deverá ser provido que as juntas que diferem em espessura por mais que um quarte da espessura da seção mais fina, ou por mais que um oitavo de polegada (3mm), o que for menor. A transição poderá ser formada por qualquer tipo de processo que irá prover uma transição uniforme. Quando a transição é rea- lizada por remoção do material da seção mais

espessa, a espessura mínima da seção, após o ma- terial ser removido, não deverá ser menos do que requerido pela UG-23(c). Quando a transição é formada por adição de material de solda além do que seria o canto da solda, tal metal de adição deverá estar sujeito aos requerimentos da UW-42.

A solda de topo poderá ser parcialmente ou intei-

ramente na transição. Este parágrafo também se aplica quando não há redução em espessura den- tro de um costado esférico ou cilíndrico com uma transição que possua uma junta da categoria A unindo o tampo. Provisões para que a transição nas juntas circunferenciais, soldas de topo unindo os tampos conformados para costados principais são contidos na UW-13.

(d)

Exceto quando as juntas longitudinais são radi- ografadas 4 polegadas (100mm) em cada lado da intersecção da circunferência soldada, deverão possuir uma distancia de uma solda para outra de pelo menos cinco vezes a espessura da chapa mais grossa.

(e)

Junta Sobreposta. Para juntas sobrepostas, a superfície sobreposta não deverá ser menos que quatro vezes da espessura da chapa interna exceto quando provido para tampos na UW-13.

(f)

Juntas soldadas sujeitas a tensão de flexão. Ex- ceto onde especificado detalhes são permitidos em outros parágrafos, soldadas filetes deverão ser adicionados onde necessário para reduzir os concentradores de tensão. Juntas de canto, com soldas do tipo filete apenas, não deverão ser utili- zadas a não ser que as chapas formando os cantos são propriamente suportadas independentemente das soldas. (Veja UW-18).

(g)

Tamanho mínimo das soldas. O tamanho de um filete e soldas que possuem penetração parciais deverão ser levadas em consideração das condi- ções de carga na UG-22 porém não serão menores

UW-10 Tratamento Térmico Pós- Solda

Vasos de pressão e partes de vasos de pres- são deverão sofrer tratamento térmico como prescrito na UW-40 quando é requerido na parte aplicável da Subseção C.

UW-11 Inspeção por Radiografia e Ul- trassom

(a)

Radiografia completa. As juntas soldadas a seguir deverão ser inspecionadas por radiografia por todo seu comprimento conforme a UW-51.

(1)

Todas as juntas de topo no costado e nos tampos dos vasos utilizadas que contenham substâncias letais [Veja UW-2(a)];

(2)

Todas as soldas de topo no costado e nos tampos dos vasos no qual a espessura nominal [veja (g) abaixo] na junta soldada excede 1.1/2 "(38mm), ou exceda a menor espessura prescrita na UHT- 57, ULW-51, ULW-52(d), ULW-54, ou ULT-57;

(3)

Todas as soldas de topo no costado e nos tampos das caldeiras não sujeitas a fogo tendo pressão de projeto:

(-a) Excedendo 50 psi (350 kPa) [veja UW-2(c)];

(-b) Não excedendo 50 psi (350 kPa) [veja UW-2(c)] mas com espessura nominal na junta soldada excedendo a espessura especificada em (2) acima;

(4)

Todas as juntas soldadas em bocais, carreteis, etc., com a espessura nominal na junta soldada que excede a espessura em (2) acima ou unida ao costado ou tampos sobre (1), (2), (3) acima que são requeridas para serem totalmente radio- grafadas; entretanto, exceto como requerido pela UHT-57(a), soldas de topo categorias B e C em conexões e carreteis que não excedem a NPS 10 (DN 250) nem espessura de parede 1.1/8 "(29mm) não requerem qualquer inspeção por radiografia;

(5)

Todas as soldas de topo da categoria A e D no costado e nos tampos dos vasos onde o projeto da junta ou parte é baseada na eficiência de junta permitida pela UW-12(a), no qual:

(-a) Soldas das categorias A e B unindo o costado aos tampos dos vasos deverão ser do tipo No.(1) ou do tipo No.(2) da tabela UW-12.

(-b) Soldas de topo das categorias B ou C [porém não incluindo aquelas em bocais e carretéis exceto como requerido em (4) acima] que intersecciona

a solda de topo da categoria A no costado ou

nos tampos dos vasos, como um mínimo, atenda aos requerimentos para radiografia por amostra- gem de acordo com a UW-54. Radiografia por amostragem requeridas por esse parágrafo não de- verão ser utilizados para satisfazer qualquer outra norma aplicadas para qualquer outro incremento de solda.

(6)

Todas as juntas soldadas unidas por electrogas com um único passo maior que 1.1/2 "(38mm) e todas as soldas de topo unidas por eletroescória.

(7)

Inspeção por ultrassom de acordo com UW-53 poderá ser substituído por radiografia para o

ultimo cordão de solda do vaso de pressão caso

a

construção do vaso não permita radiografia

interpretável de acordo com os requerimentos da norma. A falta de equipamentos para radiografia não deverá ser justificativa para tal substituição.

(8)

Isenções de ensaios por radiografia para algumas soldas em bocais e carreteis como descritos em (2), (4), e (5) acima tomam precedência sobre os requisitos de radiografia da subseção C do desta divisão.

(b)

Radiografia por Amostragem. Exceto quando re- querido para Categoria B ou C de soldas de topo pela (a)(5)(-b) acima, serão realizadas de acordo com tipo No.(1) ou (2) da tabela UW-12 que não são requeridas a serem completamente radiogra- fadas. Radiografia por amostragem deverá estar de acordo com a UW-51. Caso seja especificado para o vaso inteiro, o ensaio não será requerido pelas soldas de topo das Categorias B e C e car- retéis que não excedam NPS10 (DN 250) nem 1.1/8 "(29mm) de espessura de parede.

Nota: Este requerimento especifica radiografia por amostragem para soldas de topo do tipo No.(1) ou No.(2) que são utilizadas em um vaso, porém não opõe a utilização de soldas do tipo

filete ou canto permitidos por outros parágrafos, tais como bocais e portas de inspeção, estaiado

e soldado, tampos planos, etc., que não há a necessidade de radiografia por amostragem.

(c)

Sem Radiografia. Exceto quando requerido em (a) acima, não é necessário o ensaio por radiografia quando o vaso de pressão é projetado apenas para pressão externa, ou quando o projeto da junta atende a UW-12(c).

(d)

Soldas do tipo Electrogas em materiais ferríti- cos com um passe maior do que 1.1/2 "(38mm)

e

soldagem por eletroescória em materiais fer-

ríticos deverão ser inspecionados por ultrassom pelo comprimento total de acordo com os reque- rimentos da Mandatory Appendix 12. Este teste

deverá ser realizado seguido de um tratamento térmico de refinamento de grão (austenitização).

(e)

Em adição aos requerimentos em (a) e (b) acima, todas as soldas realizadas pelo processo de sol- dagem por feixe de elétrons deverá ser inspecio- nado por ultrassom por todo seu comprimento de acordo com os requerimentos da Mandatory Appendix 12.

(f)

Quando radiografia é requerida para junta sol- dada de acordo com (a) e (b) acima, e a solda é realizada fricção, as juntas soldadas deverão ser inspecionadas com ultrassom por todo o seu com- primento de acordo com o Mandatory Appendix

12.

(g)

Para inspeção por radiografia e ultrassom de solda de topo, a definição de espessura nominal

na junta soldada sobre consideração deverá ser

a espessura nominal da parte mais fina das duas partes. Espessura nominal definida em 3-2.

UW-12 Eficiência de Junta

Tabela UW-12 nos da a eficiência de juntas

E para serem utilizadas nas equações desta divisão

para juntas realizadas por arco ou gás. Exceto como requerido pela UW-11(a)(5), a eficiência de junta de- pende apenas do tipo da junta e do grau de inspeção da junta e não depende do grau de inspeção em ne-

nhuma outra junta. O usuário ou agente designado

[veja U-2(a)] deverá estabelecer o tipo de junta e o grau de inspeção quando as normas desta divisão não especifica os requerimentos. Normas para determinar

a aplicabilidade das eficiências são encontradas em

vários parágrafos atendendo as equações de projeto [por exemplo, veja UG-24(a) e UG-27]. Para mais in- formações a respeito, veja a Nonmandatory Appendix

L.

(a)

Um valor de E não maior que o dado na coluna (a) da tabela UW-12 deverá ser utilizada nos cálculos de projeto para radiografia total das juntas de solda de topo [veja UW-11(a)], exceto quando os requerimentos da UW-11(a)(5) não são atendidos,

valor de E não maior que o dado na coluna (b) da tabela UW-12 deverá ser utilizada.

o

(b)

Um valor de E não maior que o dado na coluna (b) da tabela UW-12 deverá ser utilizado nos cálculos de projeto para as juntas de solda de topo radiografadas por amostragem [veja UW-

11(b)].

(c)

Um valor de E não maior do que o dado na coluna (c) da tabela UW-12 deverá ser utilizado nos cál- culos de projeto para juntas soldadas que não são completamente radiografadas e nem verificadas por amostragem [veja UW-11(c)].

(d)

Sessões do vaso sem costura deverão ser conside- rados equivalentes a partes soldadas da mesma geometria no qual todas as soldas pertençam ao tipo No.1 da Categoria A. Para cálculos envol- vendo tensão circunferencial em vasos sem cos- tura ou para espessura de tampos sem costura, E=1.0 quando os requerimentos de radiografia por amostragem são cumpridos. E=0.85 quando os requerimentos da radiografia por amostragem da UW-11(a)(5)(-b) não é cumprido. Ou quando as juntas soldadas unindo os vasos ou tampos são do tipo No. 3, 4, 5, ou 6 da tabela UW-12 e são das categorias A e B.

(e)

Tube ou pipe soldado deverão ser tratados da mesma maneira como sem costura, porém com tensão admissível de tração dada para os valo- res de tabelas de tensão e requerimentos do (d) aplicado.

(f)

Um valor de E não maior que 0.80 deverá ser utilizado nas equações desta divisão para juntas completadas por qualquer processo de soldagem dado na UW-27(a)(2), exceto pelo processo de soldagem por resistência elétrica, provido que

o procedimento de soldagem utilizado é permi-

tido por essas normas nas partes aplicáveis da subseção C para o material sendo soldado. A qua- lidade de tais soldas utilizadas em vasos ou partes

dos vasos deverão ser postos a prova da seguinte maneira: Corpos de provas deverá representar a soldagem em cada vaso. Eles deverão ser remo- vidos do próprio costado de uma prolongação,

incluindo a junta solda longitudinal, ou, no caso dos vasos não contendo uma junta longitudinal, de um teste de chapa de mesmo material e es- pessura como o vaso e soldado de acordo com o mesmo procedimento. Um teste de tensão em uma sessão reduzida e dois testes de dobramentos deverão ser realizados de acordo com, e deverão atender os requerimentos da QW-150 e QW-160, Seção IX.

UW-13 Detalhes de Uniões

(a)

Definições th = Espessura nominal do tampo. tp = Mínima distância da superfície exterior do tampo plano ao canto da preparação da solda medida como mostrado na figura UW-13.2. ts = Espessura Nominal do costado.

(Veja UG-27, UG-28, UG-32, UG-34, e outros parágrafos para definições adicionais.)

(b)

Veja abaixo:

(1)

Tampos conformados, elíptico, torisférico, e ou- tros tipos de tampos conformados deverão ser unidos ao costado com solda de topo, ou como ilustrado na figura UW-13.1 sketch (a), (b), (c), (d), e (i) como aplicado. A construção mostrada no sketch (e) poderão ser utilizadas para tam- pos quando a espessura da parte do costado não excede 5/8 "(16mm) [veja também (c) abaixo]. Limitações relativas ao uso das uniões deverão ser como as representadas nos sketches e notas relatadas e também na tabela UW-12. Figura UW-13.1 sketches (f), (g), e (h) são exemplos de métodos de união que não são permitidas.

(2)

Tampos conformados, côncavos ou convexos a pressão deverão ter o comprimento da saia não menor do que o mostrado na figura UW-13.1, Utilizando o sketch aplicável. Tampos que são encaixados dentro ou sobre o costado deverão sofrer um ajuste sobre pressão antes da soldagem.

(3)

Uma transição cônica tendo um comprimento não maior do que três vezes a diferença de altura do desalinhamento entre as duas partes, como representado na figura UW-13.1. Sketches (j) e (k) deverão ser provido nas juntas entre o tampo conformado e também no costado que diferem em

espessura por mais que um quarto da espessura do mais fino ou por mais do que 1/8 "(3mm) o que for menor. Quando uma transição é requerida em qualquer tampo conformado mais espesso do que

o costado e feito para ser unido por solda de topo

[figura UW-13.1 sketches (1) e (m)], a saia deverá ser longa o suficiente para que o comprimento requerido da transição não se estenda após a linha tangente. Quando a transição é formada por remoção de material da seção mais grossa, a espessura minima desta seção após o material seja

removido, não deverá ser menos que o requerido pela UG-23(c). Quando a transição é formada por adição de material além do que deveria ser o canto da solda, tal solda adicional deverá estar sujeito aos requerimentos da UW-42. A linha de centro do desalinhamento entre o costado e o tampo não deverá ser maior do que metade da diferença de espessura do costado e tampo como

ilustrado na figura UW-13.1 sketches (j), (k), (l),

e (m).

(4) Costados e tampos poderão ser unidos utilizando solda de topo com uma chapa sobreposta como mostrado na figura UW-13.1 sketch (i). O cordão de solda poderá ser depositado do lado interno do vaso apenas quando a solda é acessível para inspeção após o vaso estar completo. A chapa sobreposta deverá ser suave e simétrica e não deverá ser usinado ou de qualquer maneira ter sua espessura reduzida. Deverá possuir uma força uniformemente distribuída na raiz da solda. A chapa sobreposta deverá possuir uma junta lon- gitudinal, o seguinte deverá ser aplicado:

(-a) A solda longitudinal dentro da área a ser alinhada, deverá estar o mais rente possível ao material base, antes do processo de alinhamento.

(-b) A solda longitudinal do canto da chapa até o fim dela deverá ser inspecionada por partícula magné- tica após a operação de alinhamento. Os defeitos encontrados providos da inspeção são inaceitáveis,

e deverão ser reparados ou removidos.

(-c) Como uma alternativa aceitável a partícula mag- nética ou quando o método não é possível por conta do tipo de material de adição utilizado na soldagem, deverá ser inspecionado por líquido penetrante. Os defeitos encontrados providos da inspeção são inaceitáveis, e deverão ser reparados ou removidos.

(5) Flanges aparafusados deverão ser unidos aos tam- pos conformados conforme figura 1-6.

(-c) Veja abaixo:

(1)

Tamos intermediários, sem limitação a espessura, do tipo representado na figura UW-13.1 sketch (e) poderá ser utilizado para todos os tipos de vasos provido que o o diâmetro externo da saia do tampo é um pequeno ajuste dentro da ponta sobreposta ao comprimento do cilindro adjacente.

(2)

A solda de topo e a solda do tipo filete deverá ser projetada para aguentar ao cisalhamento ba- seado em uma vez e meia o diferencial de pressão máximo que possa existir. A tensão admissível para solda de topo deverá ser 70% do valor da tensão admissível do material do vaso e 55% do filete. A área da solda de topo em cisalhamento

é

o mais largo da raiz vezes o comprimento da

solda. O filete de solda deverá ser omitido se a construção não permite acesso a solda, e o vaso atua em um tipo de serviço não corrosivo.

(d)

Os requerimentos para a união de um tampo

plano estaiado aos costados são dados em UG-34

e

em (e) e (f) abaixo.

(e)

Quando costados, tampos, ou outras partes pres- surizadas estão soldados em uma chapa forjada ou laminada para formar uma junta de canto, como na figura UW-13.2, a junta deverá atender aos seguintes pré-requisitos [veja também UG-

93(d)(3)].

(1)

Na seção cruzada através da junta soldada, a linha de fusão entre o metal de soldagem e a chapa forjada ou laminada a ser unida deverá ser projetada em planos ambos paralelos e perpendi- culares a superfície, em ordem para determinar as dimensões α e β, respectivamente (veja figura

UW-13.2).

(2)

Para flanges aparafusados, a somatória de α e β não deverá ser menor do que três vezes a espes- sura de parede da parte de pressão.

(3)

Para outros componentes, a somatória de α e β não deverá ser menor do que duas vezes a espes- sura de parede da parte de pressão. Exemplos de tais componentes são tampos planos, espelhos com ou sem projeção tendo furos para conexões aparafusadas, e as chapas laterais de um vaso retangular.

(4)

Outras dimensões na junção deverá estar de acordo com os detalhes apresentados na figura

UW-13.2.

(5)

Detalhes da junta que possuem uma dimensão através da junta não menor que a espessura do costado, tampo ou outra parte de pressão, ou que provê uma união excêntrica, não são permitidas. Veja figura UW-13.2 sketches (o), (p), e (q).

(f)

Quando utilizado, o hub do espelho ou tampo plano deverá ter uma dimensão mínima de acordo com a figura UW-13.3 e deverá atender aos pré- requisitos:

(1)

Quando o hub é integralmente forjado em um espelho ou tampo plano, ou usinado de um item forjado, o hub deverá ter uma resistência a tra- ção mínima e elongação de material específica, mensurada na direção paralela ao eixo do vaso. Prova disto deverá ser fabricado por um corpo de prova (em escala se necessário) dado que em essa direção e o mais perto do hub possível.

(2)

Quando o hub é usinado da chapa, os requeri- mentos do Mandatory Appendix 20 deverá ser atendido.

(g)

Quando o hub de uma pestana é usinado de uma chapa com o comprimento do hub através da espessura da conexão, os requerimentos da Mandatory Appendix 20 deverão ser atendidos.

(h)

Em caso onde o pescoço dos conexões que são unidos a tubulação [veja U-1 (e)(1)(-a)] de uma espessura de parede inferior, uma transição cô- nica da solda até a conexão deverá ser provida para atender a espessura de parede da tubula- ção embora requerido pelas normas desta divisão. Esta transição cônica deverá atender as limita- ções mostradas na figura UW-13.4.

UW-14 Aberturas na Solda ou Adja- cente

(a)

Qualquer tipo de abertura que atenda os requeri- mentos para reforços dados em UG-37 o UG-39 poderá ser localizado na junta soldada.

(b)

Aberturas singulares que atendam aos requeri- mentos dado em UG-36(c)(3) poderá ser locali- zado no tampo ao costado ou categoria B ou C de solda de topo, provido que essas soldas atendam

os requerimentos de radiografia da UW-51 para um comprimento igual a três vezes o diâmetro da abertura com o centro do furo ao meio do comprimento. Defeitos que são completamente removidos ao realizar o furo não deverá ser con- siderado ao julgar a aceitabilidade da solda.

(c)

Em adição a atender os requerimentos de radi- ografia de (b) acima, quando várias aberturas atendem aos requerimentos dado em UG-36(c)(3) estão alinhados em uma categoria tampo/costado ou categoria B ou C de junta soldada de topo, os requerimentos da UG-53 deverão ser reforçados de acordo com a UG-37 até UG-42.

(d)

Exceto quando adjacente a solda de topo satisfaz os requerimentos para radiografia em (b) acima,

o

canto da abertura em chapa solida atende os

requerimentos da UG-36(c)(3) não deverá ser colocado mais perto que 1/2 "(13mm) do canto de uma categoria A,B ou C para materiais de 1.1/2 "(38mm) de espessura ou menor.

UW-15 Bocais Soldados

(a)

Bocais, outras conexões, e seus reforços poderão ser unidos a vasos de pressão por processo de soldagem por arco ou gás. Soldagem suficiente deverá ser provida em cada lado da linha até o centro da abertura paralela aos eixos longitudi-

nais do costado para desenvolver resistência das partes reforçadas como prescrito na UG-41 até cisalhamento ou tensão na solda, o que for apli- cável. A resistência na raiz da solda deverá ser baseada na área sujeita a cisalhamento ou tensão.

A

resistência de soldas do tipo filete são baseadas

na área sujeita a cisalhamento (computada uma perna de solda mínima). O diâmetro interno de uma solda filete deverá ser dimensionada através de seu comprimento.

(b)

Cálculos de resistência para soldas de união dos bocais para pressões que não são requeridas para os seguintes:

(1)

Figura UW-16.1 sketches (a), (b), (c), (d), (e), (f-1), (f-2), (f-3), (f-4), (g), (x-1), (y-1), e (z-1),

e

todos os sketches na figura UHT-18.1 e UHT-

 

18.2.

(2)

Aberturas que são isentos dos reforços requeridos pela UG-36(c)(3).

(3)

Aberturas projetadas de acordo com as normas para ligamentos em UG-53.

(c)

A

tensão admissível para valores da raíz e

solda do tipo filete em porcentagem de valores de tensão para o material do vaso, que são utilizados no cálculo da UG-41, são como segue:

(1) Tensão na raiz da solda, 74% (2) Cisalhamento na raiz da solda, 60% (3) Solda filete cisalhamento, 49%

(Nota) Estes valores são obtidos por combinação dos seguintes fatores: 87.1/2% para lados combinados, 80% para resistência a cisalhamento, e os fatores

de eficiência de junta.

UW-16 Requerimentos mínimos para soldas de uniões em aberturas

(a)

Geral

(1)

Os termos : Bocais, conexões, reforços, pescoço, tubes, almofada, e outros termos similares uti- lizados neste parágrafo define essencialmente o mesmo tipo de construção e forma a categoria D

de

junta soldada entre o bocal (ou outro termo)

e

o costado, tampo, etc., como definido na UW-

3(d).

(2)

A

localização e o tamanho mínimo da solda de

união para bocais e outras conexões deverá estar

conforme os requerimentos deste parágrafo em adição os cálculos de resistência na UW-15.

(b)

Símbolos. Os símbolos utilizados neste parágrafo

nas figuras UW-16.1 e UW-16.2 são definidos como o seguinte:

e

Do = Diâmetro externo do pescoço ou tubo unido por soldagem do lado interno do costado apenas.

G = Clareza radial entre o furo no parede do

vaso e diâmetro externo do pescoço do bocal ou tube.

Raio = 1/8 "(3mm) raio de curvatura mínima

r1 = raio mínimo interno, o menor de 1/4 t ou 1/8 "(3mm)

t = espessura nominal do costado do vaso ou tampo,

tn = espessura nominal da espessura do bocal.

tw = dimensão das soldas de união (filete, meio v, ou j), mensurado como apresentado na figura

UW-16.1

te = espessura da chapa de reforço, como definido na UG-40.

tmin = o menor de 3/4 "(19mm) ou a espessura da parte mais fina unida por solda do tipo filete, meio v, ou j.

tc = não menos que o menor de 1/4 "(6mm) ou 0.7tmin (solda de canto internas poderão ser futuramente limitadas por uma resistência menor do bocal)

t1 ou t2 = Não menos que o menor de 1/4 "(6mm) ou 0.7tmin

(c) Pescoço unido por uma solda de penetração total. Veja figura UW-16.1 sketches (a) e (b) para exemplos. Pescoços inseridos através da parede de vaso poderão ser unido por soldas de penetração total. veja figura UW-16.1 sketches (c), (d), e (e). Quando penetração da junta não poder ser examinada por inspeção visual ou outros meios permitidos por esta divisão, mata junta ou equivalente deverá ser utilizado com soldas de penetração total depositadas de um lado.

Caso reforço adicional seja requerido, deverá ser provido como reforço integral como descrito em (1) abaixo, ou por adição de chapas de reforço separados unidos por soldagem como descrito em (2) abaixo.

(1) Reforço integral é aquele reforço provido na forma de espessura estendida ou pescoço mais espesso, chapas de costados, elementos forjados inseridos, ou feitos a partir de solda que são uma parte

integral do costado ou espessura de parede do bocal e, onde requerido, é unido por solda de penetração total. Veja Figura UW-16.1 sketches (a), (b), (c), (d), (e), (f-1), (f-2), (f-3), (f-4), (g), (x-1), (y-1), e (z-1) para exemplos de bocais com reforços integrais onde o fator F nas figuras UG- 37 poderão ser utilizados.

(2) Elementos de reforço separados (chapas) poderão ser adicionados a superfície externa do parede do costado do vaso, a parte interna, ou ambas super- fícies. Quando isto é feito, o bocal e reforço não é mais considerado um bocal com reforço integral e o fator F na UG-37(a) deverá ser F=1.0 figura UW-16.1 sketches (a-1), (a-2), e (a-3) descrever varias aplicações de elementos de reforço adicio- nados ao sketch (a). Qualquer dessas aplicações de elementos de reforço poderão ser utilizados como pescoço dos tipos apresentados na figura UW-16.1 sketches (b), (c), (d), e (e) ou qualquer reforço integral listado na (1) acima. As chapas de reforço deverão ser unidas por soldas no canto da chapa, e no pescoço do bocal perifericamente ou no canto interno da chapa caso não tenha nenhum pescoço adjacente a chapa.

(-a) A solda na borda externa da chapa de reforço é um filete de solda contínuo com uma dimensão de garganta de solda de 1/2 tmin.

(-b) A solda no canto interno da chapa de reforço que não exclui o pescoço do bocal deverá ser um filete contínuo de solda com uma garganta de solda de 1/2tmin [veja a figura UW-16.1, sketches (a-2) e

(a-3)].

(-c) A solda no canto interno da chapa de reforço quando a chapa de reforço possui penetração total de solda, deverá ser um filete de solda contínuo com uma garganta de solda mínima de tc [veja figura UW-16.1, sketches (a-1) e (a-3)].

(-d) A solda no canto interno da chapa de reforço quando a chapa de reforço não possui penetração total ao pescoço do bocal deverá ser uma solda de filete contínua com uma garganta de dimensão tw=0.7tmin [veja figura UW-16.1, sketch (h)].

(d)

Pescoço unido por solda filete e penetração par- cial.

(1)

Pescoço inserido na parede do vaso por solda filete ou penetração parcial, uma em cada face da parede do vaso. As soldas poderão ser uma

combinação de filete, meio v ou j. As dimensões de t1 ou t2 para cada solda não deverá ser me- nor que 1/4 "(6mm) ou 0.7tmin, e a somatória não deverá ser menor que 1.1/4tmin. Veja figura UW-16.1 sketches (i), (j), (k), e (l). Caso reforço adicional seja requerido, poderá ser provido na forma de um pescoço estendido ou mais espesso, chapas de costados espessas, forja- dos, e/ou elementos de chapa de reforço unidos por soldagem. Requerimentos de soldagem deve- rão ser os mesmo do que os dados na (c)(2) acima, exceto como segue. A solda unindo o pescoço a parede ou a chapa de reforço deverá consistir em um dos seguintes:

(-a) Solda do tipo meio v ou j na chapa do costado, ou em cada chapa de reforço. A dimensão tw de cada solda não deverá ser menos do que 0.7tmin. Veja figura UW-16.1 sketches (q) e (r).

(-b) Uma solda de penetração total na chapa, e uma solda filete, ou meio v, ou j com uma dimensão de solda tw não menor do que 0.7tmin na chapa do costado. Veja figura UW-16.1 sketch (s).

(2)

Pescoço de bocal, pescoço alongado, e flanges fixados por prisioneiros poderão ser unidos por juntas do tipo filete ou de penetração parcial entre o diâmetro externo ou do lado externo da superfície do costado e na parte interna da aber- tura. A dimensão da garganta de solda não deverá ser menor do que 1/2 tmin. A dimensão tw da solda do lado interno do vaso não deverá menor do que 0.7tmin. Veja figura UW-16.1 sketches (m), (n), (o), e (p).

(e)

Pescoço e tubes até NPS 6 (DN 180) unidos apenas por um lado. Poderão ser unidos apenas por um lado do vaso.

(1)

A profundidade da raiz de solda ou garganta do filete de solda deverá ser pelo menos igual

a

1.1/4tmin. A clareza radial entre o furo do

vaso e o diâmetro externo do bocal na parte sem

solda não deverá exceder as tolerâncias dadas

na figura UW-16.1 sketches (v-1), (v-2), (w-1), e (w-2), Quando soldado pelo menos de um lado,

o pescoço ou tube deverá estender pelo menos

nivelar a superfície interna do vaso. Tais elemen-

tos unidos ao vaso deverão satisfazer as normas de reforço e abertura, exceto quando o material no pescoço do bocal não deverá ser considerado como um reforço.

(2)

Como uma alternativa ao (1) acima, quando o (+a) O pescoço mínimo da conexão requerido pela

pescoço ou tubo é unido pelo lado externo apenas, a raiz de solda deverá ser cortada na superfície para uma profundidade não menor do que tn no eixo longitudinal da abertura. É recomendado que o recesso 1/16 "(1.5mm) profundidade deverá ser provida no fundo da soldagem, no qual o centro do bocal. A dimensão tw da solda de união não deverá ser menor do que tn ou menor do que 1/4 "(6mm). Veja figura UW-16.1 skteches (t) e (u).

(+b) O necessário para satisfazer os requerimentos da UW-18 para cargas aplicáveis da UG-22.

UG-45 para o mesmo tamanho da conexão; ou

(-4) A típica dimensão tf da conexão representada na figura UW-16.2 sketch (p) deverá ser suficiente para acomodar a perna de solda no qual provê a dimensão da garganta de solda requerida na (-3) acima.

(-5) As aberturas deverão atender aos requerimentos providos na UG-36(c)(3)(-c) e UG-36(c)(3)(-d).

(-6) A mínima espessura de parede não deverá ser menor do que o representado na tabela UW-16.1 para o tamanho nominal mais próximo.

(-b) Caso a abertura não atenda aos requerimentos de (-a)(-5) ou exceda aos requerimentos de (-a)(-2) acima ou (5)(-d) abaixo em qualquer direção, ou maior que metade do diâmetro interno do vaso, a parte do vaso afetada deverá ser sujeita ao teste como requerido em UG-36(a)(2), ou a abertura deverá ser reforçada de acordo com a UG-37 e o bocla ou outra conexão unida deverá utilizar um detalhe adequado representado na figura UW- 16.1, caso soldado. Satisfazendo essas normas ara reforço de aberturas, nenhuma material ou pescoço de bocal deverá ser considerado como reforço.

(4) Conexões não excedendo a NPS 3 (DN 80) po- derão ser unidas por solda filete do lado externo do vaso como representado pela figura UW-16.1 ilustração (bb). A raiz de solda tw não deverá ser menor do que a espessura de schedule 160 do pipe (ASME B36.10M) para o tamanho equiva- lente mais próximo.[Para conexões menores do que NPS 1/2(DN 15), utilizar o schedule 160 da tabela 8 do ASME B16.11].

(5) Conexões do tipo flangeado não excedendo NPS 2 (DN 50), com alguns tipos aceitáveis como aque- les representados na figura UW-16.2, poderão ser unidos sem reforço adicional desconsiderando a solda de união a parede do vaso. A construção sa- tisfaz os requerimentos desta divisão sem cálculos posteriores ou corpos de prova como permitidos na UG-36(c)(3) provido que todas condições se- guintes são atendidas:

(-a) A máxima espessura de parede não deverá exce- der a 3/8 "(10mm).

(f)

Conexões Padrão : ASME/ANSI ou padrão do fabricante. A união das conexões padrão deverão atender os seguintes requerimentos; veja (g) para união de almofadas aparafusadas:

Exceto como provido em (2), (3), (4), (5), e (6) abaixo, conexões deverão ser unidas por pene- tração total de solda ou por filete ou penetração parcial de soldas, um em cada lado da parede do vaso. O mínimo das dimensões de solda deverão ser como mostrado na figura UW-16.1 sketches (x), (y), (z) e (aa).

Conexões não excedendo a NPS 3 (DN 80) mos- trado na figura UW-16.1 sketches (x), (y), (z), (aa), e (bb) poderão ser unidas por soldas que são isentas de requerimentos de tamanho com as limitações seguintes:

(1)

(2)

(-a) UW-15(a) requerimentos deverão ser satisfeitas pelos carregamentos da UG-22.

(-b) Para soldas de penetração parcial ou soldas do tipo filete, t1 ou t2 não deverá ser menor que 3/32 "(2.5mm) ou 0.7tmin

(3) Veja abaixo:

(-a) Conexões não excedendo NPS 3 (DN 80), como representado na figura UW-16.2, poderá ser unido aos vasos que não são sujeitos a rápidas variações em pressão por solda filete caso as premissas a seguir sejam atendidas:

de

(-1) Espessura 3/8 "(10mm)

(-2) O tamanho máximo da abertura do vaso é limi- tada ao diâmetro externo do pipe anexado mais 3/4 "(19mm), porém não maior do que metade do diâmetro interno;

(-3) A solda de união não deverá ser maior do que o seguinte:

mínima

da parede

do vaso

(-b) A máxima pressão de projeto não deverá exceder

a 350 psi (2.5 MPa).

(-c) Perna mínima do filete tf é 3/32 "(2.45mm).

(-d) A abertura realizada, definida como um furo na parede do vaso, não deverá exceder o diâmetro nominal do tubo mais 3/4 "(19mm).

(6)

Conexões conforme a figura UW-16.2 sketch (k) não excedendo NPS 3 (DN 80) poderá ser unido por um único filete de de solda apenas do lado de dentro do vaso, provido que o critério da figura UW-16.1 sketch (w) e (e)(1) são cumpridos.

(g)

Almofadas aparafusadas: Padrão do fabricante. A união das almofadas aparafusadas deverão aten- der aos requerimentos:

(1)

Exceto como provido em (2) e (3) almofadas aparafusadas deverão ser unidas por penetração total de solda ou por dois filetes ou penetração parcial, uma em cada face da parede do vaso. As dimensões mínimas de solda deverão ser como mostradas na figura UW-16.1, ilustrações (p), (x), (y), (z), e (aa).

(2)

Almofadas aparafusadas representadas na figura

UW-16.3 ilustrações (a) e (b) poderão ser unidas

a vasos por solda do tipo filete depositada do

lado externo do vaso com as seguintes limitações:

(-a) A máxima espessura de parede do vaso é 3/8 "(10mm), e a almofada aparafusada que são instaladas na parede; veja figura UW-16.3, ilus- tração (a).

(-b) O tamanho máximo da abertura é limitada ao

seguinte:

(-1) 4.3/4 "(120mm) para almofadas aparafusadas que são instaladas na parede; veja figura UW-16.3, ilustração (a).

(-2) 1/4 "(6mm) menos do que o diâmetro da almofada para aqueles que são unidos ao lado externo do vaso ; veja figura UW-16.3, ilustração (b).

(-c) A solda de união deverá ser o maior dos seguintes:

(-1) O tamanho mínimo da espessura do pescoço do bocal requerido pela UG-45 pelo mesmo tamanho nominal da conexão.

(-3) O necessário para satisfazer os requerimentos da UW-18 para as cargas aplicáveis da UG-22.

(-d) A dimensão típica da almofada aparafusada, tf, como representada na figura UW-16.3, ilustração (a), deverá ser suficiente para acomodar a perna de solda que irá prover a dimensão da garganta de solda.

(-e) Para satisfazer as normas de reforço de aberturas, nenhum material na almofada aparafusada deverá ser considerada como reforço.

(3) Caso a abertura exceda os requerimentos de (2)(- b) acima, ou maior que metade do diâmetro in-

terno do vaso , a parte do vaso afetada deverá ser sujeita a prova como requerido na UG-36(a)(2), ou a abertura deverá ser reforçada de acordo com

a UG-37 e o bocal ou outra conexão unida, uti- lizando o detalhe adequado da figura UW-16.1, caso soldado.

UW-17 Solda do tipo Plug

(a)

Soldas do tipo plug poderão ser utilizadas em pestanas, em reforço envolta a aberturas e em uniões não estrutural e sem pressão. Deverão ser propriamente espaçados para carregar sua pro- porção e carga, mas não deverão ser consideradas para levarem mais do que 30% do total da carga transmitida.

(b)

Soldas do tipo pluga deverão não ter o diâmetro menor do que 2t+1/4 "(6mm) e não mais do que 2t+1/4 "(6mm) onde t é a espessura em pole- gada das chapas ou parte anexa no qual o furo é realizado.

(c)

Solda do tipo plug deverá ser completamente completado com solda quando a espessura da chapa, ou parte anexada, no qual a solda é feita

5/16 "(8mm) ou menos; para chapas mais grossas ou partes unidos os furos deverão ser preenchidos

a

uma profundidade de pelo menos metade da

espessura da chapa ou 5/16 "do diâmetro do furo,

que for maior, mas em nenhum caso menos do 5/16 "(8mm).

o

(d)

A carga admissível em uma solda do tipo plug seja cisalhamento ou tensão deverá ser computada como o seguinte:

P = 0.63S(d 1/4) 2

estais não deverá exceder o menor de 20 "(500mm) ou os limites estabelecidos na UG-47(f).

Onde

d

= O diâmetro inferior do furo no qual a solda

é

realizada.

P

= Carga total admissível na solda do tipo plug.

S = Tensão máxima admissível para o material no qual a solda é realizada (Veja UG-23)

UW-18 Solda do tipo Filete

(a)

Soldas do tipo filete poderão ser empregadas como soldas do reforço para partes de pressão dentro das limitações dada nesta divisão. Um cui- dado em particular deverá ser tomado no layout das juntas no qual as juntas do tipo filete serão utilizadas em ordem de garantir a fusão na raiz da soldagem.

(b)

Juntas de canto ou do tipo Te poderão ser feitas com soldas do tipo filete provido que as chapas es- tão propriamente suportadas independentemente de tais soldas, exceto que suportes independentes não são requeridos para juntas utilizadas para o propósito enumerados na UG-55.

(c)

Figuras UW-13.1 e UW-13.2 representam vários detalhes de construção que não são permitidos.

(d)

A não ser que a base seja dada em outro ponto

nesta divisão, a carga admissível nas soldas do tipo filete deverá ser igual o produto de área de solda (baseado na perda de solda mínima),

a tensão admissível na tensão do material a ser soldada, e a eficiência de junta de 55%.

UW-19 Construção Estaiada Soldada

(a)

Tirantes deverá atender aos seguintes requeri-

mentos:

(1)

O arranjo deverá estar substancialmente con- forme aqueles ilustrados na figura UW-19.1;

(2)

A espessura requerida da chapa não deverá exce- der 1.1/2 "(38mm) exceto para a figura UW-19.1, ilustração (e), (g), e (h). Para espessura de chapa maior do que 3/4 "(19mm), o espaçamento entre

(3)

As provisões da UG-47 e UG-49 deverão ser se- guidas; e

(4)

A área requerida para o tirante deverá ser de- terminada de acordo com os requerimentos da

UG-50.

(b)

Estai soldado, substancialmente como mostrado na figura UW-19.2, poderá ser utilizado para um vaso de pressão de camisa estaiada provido:

(1)

A pressão não exceda a 300 psi (2MPa)

(2)

A espessura requerida para a chapa não exceda 1/2 "(13mm).

(3)

O tamanho da solda filete não é menor do que a espessura da chapa;

(4)

As soldas internas são propriamente inspeciona- das antes do fechamento das chapas serem solda-

das;

(5)

A carga admissível na solda filete é computada de acordo com a UW-18(d);

(6)

O diâmetro máximo ou largura do furo na chapa não excede a 1.1/4 "(32mm);

(7)

Os soldadores são qualificados sobre as normas da Section IX;

(8)

O máximo espaçamento dos estais é determinado pela fórmula na UG-47(a), utilizando C=2.1 caso cada chapa não seja maior do que 7/16 "(11mm) de espessura, C=2.2 caso ambas as chapas são mais espessas do que 7/16 "(11mm).

(c)

Construção estaiada soldada, como mostrada na figura UW-19.2 ou consistindo em uma chapa soldada com ondulações a uma outra chapa como essa ou uma que seja plana, poderá ser utilizada, provido que

(1)

O anexo soldado é feito por solda do tipo filete em volta dos furos como mostrado na figura UW- 19.2 ou caso a espessura da chapa do furo seja de 3/16 "(5mm) ou mais fina, e o furo seja 1 "(25mm) ou menor, os furos poderão ser completados com solda. A carga admissível na solda deverá ser igual ao produto da espessura da chapa furada,

a circunferência ou perímetro do furo, a tensão

admissível em tensão menor do que a do material

a ser unido e uma eficiência de junta de 55%.

(2)

A

pressão máxima de trabalho de um componente

amassado, ou com variações em sua superfície deverá ser estabelecia de acordo com os reque- rimentos da UG-101. A eficiência de junta, E, utilizada na UG-101 para calcular a PMTA de um painel com tais características deverá ser le- vada em conta como 0.80 . Este teste poderá ser levado como um painel representativo. Caso tal painel seja utilizado, deverá ser uma geometria e pelo menos 5 passos em cada direção, mas não menos do que 24 "(600mm) em qualquer direção.

O

painel representativo deverá utilizar os mes-

mos detalhes de solda deverá ser utilizado na construção final.

(3)

A chapa plana, caso utilizada atende aos requeri- mentos da superfícies estaiadas e reforçadas.

(d)

As soldas não deverão ser radiografadas, nem

precisam sofrer tratamento térmico a não ser que

o vaso ou parte do vaso no qual seja requerido.

UW-20 Soldas em Tubo/Espelho

UW-20.1 Escopo

Essas normas provida a base para estabelecer o tamanho das soldas e as cargas das juntas para resistência total e parcial dos tubos/espelhos.

(a)

(b)

UW-20.2 Definições

Solda de resistência total de tubo/espelho é aquela no qual a resistência de projeto é igual a ou maior do que a resistêncial axial, Ft. quando

a solda no tubo/espelho atinge os requerimentos

da UW-20.4, é uma solda e resistência total e a junta não requere qualificação por cisalhamento

ou teste de carga. Tal solda também provê contra vazamentos.

Solda de resistência parcial, é no qual a resistên- cia de projeto é baseado nas cargas termo-axiais nos tubes (em qualquer direção) que são deter- minadas a condições de projeto atuais. A carga admissível axial desta solda poderá ser determi- nada de acordo com UW-20.5, Nonmandatory Appendix A, ou UW-18(d). Quando a solda no tubo/espelho atinge os requerimentos da UW- 20.5 ou UW-18(d), a sua resistência parcial e a junta não requere qualificação por teste de carga

de cisalhamento. Tal solda também provê contra vazamentos.

UW-20.3 Nomenclatura Os simbolos utiliza- dos abaixo são utilizados para projeto de solda de tubo/espelho.

ac = Comprimento combinado das pernas de solda medidos paralelamente ao eixo longitudinal de um tubo em seu diâmetro externo.

af = Perna de solda de filete.

ag = Perna de raiz de solda.

ar = Comprimento mínimo requerido da perna de solda sobre consideração.

do = Diâmetro externo do tubo.

Fd = Resistência de projeto, mas não maior do que Ft.

fd = Eficiência da resistência de projeto do tubo.

= 1.0 para soldas de resistência total.

= F d/F t para soldas de resistência parcial.

Ff = Resistência de solda filete, mas não maior do que Ft.

= 0.55πα(do + 0.67af )Sw

= Eficiência da solda do tipo filete a resistência de

projeto.

= 1 F g/(f dF t)

Fg = Resistência de raiz de solda, mas não maior do que Ft.

= 0.85πα g(do + 0.67ag)Sw.

Ft = Resistência axial do tube.

= π t(do t)Sa

fw = Fator de resistência de solda.

= Sa/Sw

L max = Carga da tensão admissível em qualquer direção na junta tubo/espelho.

S = Valor de tensão admissível como dado na parte

aplicável da Section II, Part D

Sa = Tensão admissível no tube (veja S, acima).

St = Tensão admissível do material no qual o tubo é soldado (veja S, acima).

Sw = Tensão admissível na solda (menor do que Sa ou Sb abaixo).

t = Espessura nominal do tube.

Nota: Para tube ou pipe soldado, utilizar

a tensão admissível para o produto sem costura

equivalente. Quando a tensão admissível para o produto equivalente sem costura não esta disponível,

divida a tensão admissível do produto soldado por

0.85.

UW-20.4 Solda de Resistência Total como

mostrados na figura UW-20.1 deverá estar conforme

os requerimentos:

(a)

O tamanho da resistência da solda total deverá ser determinada de acordo com UW-20.6

(b)

A carga axial máxima admissível em qualquer direção em uma solda espelho/tubo de resistência total deverá ser determinada como segue:

(1)

Para cargas de acordo para pressão induzida de força axial, Lmax=Ft.

(2)

Para cargas devido a indução térmica ou por pressão mais forças termicamente induzidas.

(-a) Lmax = Para apenas juntas tubo/espelho, onde a espessura através da garganta de solda é menor do que a espessura t do tube;

(-b) Lmax = 2Ft para todos os outras juntas do tubo/espelho.

UW-20.5 Soldas de resistência parcial como repre- sentado na figura UW-20.1 deverá estar conforme os seguintes requerimentos:

(a) O tamanho de uma solda parcial deverá ser de- terminado de acordo com UW-20.6.

(b)

A carga axial máxima admissível em qualquer direção em uma junta tubo/espelho de resistência parcial deverá ser determinada como segue:

(1)

Para cargas devido a forças de pressão induzida Lmax=Ff+Fg, mas não maior do que Ft.

(2)

Para cargas induzido termicamente ou por pres- são mais cargas axiais termicamente induzidas:

(-a) Lmax = Ff+Fg, mas não maior do que Ft, para juntas soldas tubo/espelhos, onde a espessura através da garganta de solda é menor do que a espessura t nominal do tubo;

(-b) Lmax = 2(Ff+Fg), mas não maior do que 2Ft, para todas as juntas tubo/espelho.

UW-20.6 Fórmula de projeto de solda. O tamanho da solda de resistência tubo/espelho representada na figura UW-20.1 deverá estar conforme os seguintes requerimentos:

(a)

Para soldas do tipo filete representadas no sketch (a),

(1)

Para soldas de resistência total, af não deverá ser menor do que o maior de ar ou t.

(2)

Para soldas de resistência parcial, af não deverá ser menor do que ar.

(b)

Para raiz de solda representada no sketch (b).

(1)

Para resistência total das soldas, ag não deverá ser menor do que o maior de ar ou t.

(2)

Para resistência parcial das soldas, ag não deverá ser menor do que ar.

(c)

Para combinação de raiz e soldas do tipo filete representadas no sketch (c), onde af é igual a ag,

(1)

Para soldas de resistência total, ac não deverá ser menor do que o maior de ar ou t.

(2)

Para soldas parciais, ac não deverá ser menor do que ar.// Calcular af:af=ac-ag.

UW-20.7 Espelhos Cladeados

(a) Soldas tubo/espelho no cladeamento da solda in- tegral ou sobrepõe espelhos cladeadas poderão ser considerados soldas de resistência (total ou

parcial) Provido que as soldas atendam aos re- querimentos de projeto da UW-20. Em adição, quando as soldas de reforço são realizadas em ma- terial cladeado de espelhos, o material do espelho deverá atender aos requerimentos (a)(1) e (a)(2) para qualquer combinação de cladeamento e ma- terial base. O teste de tensão de cisalhamento e exame por ultrassom especificado em (a)(1) e (a)(2) não são requeridos para sobreposição de solda sobre os espelhos cladeados.

(1)

Material cladeado integral deverá sofrer o teste de cisalhamento de acordo com a SA-263. Um teste deverá ser realizado em cada chapa ou elemento forjado e o resultado deverá ser reportado no relatório de teste.

(2)

Material cladeado integral deverá ser examinado por ultrassom para garantir a integridade de acordo com SA-578, incluindo o requerimento suplementar S1, e deverá atender o critério de aceitação dado na SA-263 para o nível de quali- dade classe 1.

(b)

Quando os cálculos de projeto para espelhos cla- deado são baseados na espessura total incluindo o cladeamento, o material cladeado deverá atender qualquer requerimento adicional especificado em parte UCL.

(c)

Quando espelhos são construídos utilizando reves- timento, ou cladeamento integral que não atenda aos requerimentos de (a)(1) e (a)(2), a junta de se- lagem de tubo/espelho não deverá ser dependente sobre a conexão entre o tubo e o revestimento ou cladeamento integral, como aplicável.

UW-21 Construção Estaiada Soldada

(a)

ASME B16.5 flanges do tipo encaixe deverão ser soldados utilizando uma solda do tipo filete externa. O filete mínimo da dimensão da garganta de solda deverá ser o menor da espessura do bocal ou 0.7 vezes a espessura do hub do flange do tipo encaixe. Veja a figura UW-21, ilustração (4).

(b)

ASME B16.5 Flanges do tipo sobreposto deverão ser soldados utilizando uma solda interna e outra externa. Veja figura UW-21, ilustrações (1),(2) e

(3).

UW-26 Geral

(a)

As

normas dos parágrafos seguintes se aplicam es-

pecificadamente a fabricação de vasos de pressão e partes de pressão que são fabricados por solda- gem e deverão ser utilizado em conjunto com os

requerimentos gerais da subsection A, e também dos requerimentos específicos para subsection C que pertencem a classe do material utilizado.

(b)

Cada fabricante deverá ser responsável pela qua- lidade da soldagem realizada por sua organiza- ção e deverão conduzir os testes não apenas do procedimento de soldagem para determinar sua adequabilidade do procedimento de soldagem que irão atender os testes requeridos, mas também dos soldadores para determinar a habilidade dos mesmo para aplicarem o procedimento correta- mente.

(c)

Nenhuma soldagem de produção deverá ser reali- zada até o final dos procedimentos de soldagem

no

qual deverão ser qualificados. Apenas soldado-

res

que são qualificados de acordo com a section

IX

deverão ser utilizados em produção.

(d)

O fabricante (que emite certificado) poderá con- tratar individualmente os soldadores por contrato para a fabricação de vasos de pressão, desde que todas as premissas sejam atendidas:

(1)

Toda fabricação deverá ser de responsabilidade

do

fabricante.

(2)

Todas as soldagens deverão der realizados de acordo com o procedimento e especificação do fabricante de acordo com a section IX.

(3)

Todos os soldadores deverão ser qualificados pelo fabricante de acordo com os requerimentos da section IX.

(4)

O sistema de qualidade do fabricante deverá in- cluir como requerimento:

(-a) Um requerimento para completo e exclusivo con- trole administrativo e de supervisão técnica sobre todos os soldadores.

(-b) Evidência da autoridade do fabricante para ad- mitir ou remover qualquer soldador, sem envolvi- mento com nenhuma outra organização;

(-c) Um requerimento para identificação das soldas realizadas pelos soldadores utilizando símbolos mas peças.

(-d) Evidência que este programa tem sido aceito pelo agência autorizada de inspeção do fabricante, que provê todas as inspeções.

(5) O fabricante deverá ser responsável pela confor- midade do vaso, incluindo certificação, provendo relatórios propriamente executados e assinados pelo inspetor.

UW-27 Processos de Soldagem

(a)

Os procedimentos de soldagem deverão ser uti- lizados os vasos de construção sobre esta parte desta divisão são restringidas como:

(1)

Processos de soldagem por arco: hidrogênio atô- mico, electrogas, metal gás, arco tungstênio, arco de plasma, arco metálico protegido, arco sub- merso;

(2)

Processos de soldagem por pressão: flash, indução, resistência, solda aluminotérmica sob pressão, explosivo, gás sob pressão, e soldagem por fricção.

(3)

Outros tipos de processo de soldagem: Feixe ele- trônico, eletroescória, laser, gás oxicombustível, aluminotérmica e por fricção.

(b)

Outros além de inerente a pressão aos processos de soldagem, nenhum tipo de pressão ou golpes deverão ser aplicados a não ser que permitidos por martelamento de solda em UW-39.

(c)

Definições dado na section IX no qual inclui va- riações destes processos.

(d)

Soldagem de pinos e arco elétrico e soldagem por resistência poderá ser utilizado apenas para elementos que não suportam pressão, tendo um carregamento ou uma função que não seja es- trutural, exceto para material listado na tabela UHT-23 provido que, em caso de materiais fer- rosos, os requerimentos do tratamento térmico da UCS-56 são cumpridos com os requerimentos da UW-28(b) e UW-29(a) são atendidos antes do início da produção da soldagem. Estojos deverão ser limitados a 1 "(25mm) máximo diâmetro para estojos redondos e uma área seção cruzada para estojos de outras geometrias.

(e)

O processo de soldagem por eletroescória poderá ser utilizado para solda de topo em aços ferríticos e aços inoxidáveis austeníticos de todos os tipos

listados na UW-5(d), provido que os requerimen- tos da UW-11(a)(6) e UW-11(d) são atendidos. [Veja a UW-5(e)].

(f) O processo de soldagem por eletroescória poderá

ser utilizado por soldas de topo apenas em aços

ferríticos e aços inoxidáveis austeníticos dos ti-

pos listados na UW-5(d), provido que os requeri- mentos da UW-11(a)(6) são satisfeitos. Quando um único passe é maior que 1.1/2 "(38mm) em materiais ferríticos, a junta deverá ser dada em refinamento de grão (austenitização) tratamento térmico [veja UW-5(e)].

UW-28 Qualificação do Procedimento de soldagem

(a)

Cada procedimento de soldagem deverá ser se- guido na construção e deverá ser registrado em detalhe pelo fabricante.

(b)

O procedimento utilizado em soldagem de partes

de

pressão em unindo partes não-pressurizadas

estruturais, tais como os olhais e clipes temporá- rios ou permanentes, para partes pressurizadas devera ser qualificado de acordo com a section

IX.

(c)

O procedimento utilizado na soldagem dos ele- mentos que não tem a função de trabalhar sob presão no qual essencialmente não possui a fun- ção estrutural (tais como extensões de superfícies de troca térmica), par apartes de pressão deverão atender os seguintes requerimentos.

(1)

Quando o processo de soldagem é manual, au- tomático, ou semi-automático, qualificação do procedimento é requerido de acordo com a sec- tion IX.

(2)

Quando o processo de soldagem é automático, realizado de acordo com a especificação do pro-

cedimento de soldagem (de acordo com a section IX), teste de qualificação de procedimento não é

necessário.

(d)

Soldagem de todos os corpos de prova deverão ser conduzidos pelo fabricante. Esses testes deverão

de responsabilidade do fabricante. Alternati- vamente, AWS, especificação padrão de procedi-

ser

mento de soldagem que foram aceitos pela section

IX poderão ser utilizados se atenderem todos os

outros requerimentos desta divisão. Qualificação

do procedimento de soldagem por um fabricante não deverá ser qualificado para outro, a não ser que provido pela QW-201 da section IX.

UW-29 Teste de Soldador

(a)

Os soldadores acostumados a soldarem partes de pressão e unindo elementos que não tem função estrutural ou de suportar pressão a elementos de parte de pressão deverão ser qualificados de acordo com a section IX.

(1)

O teste de qualificação para soldadores deverá ser realizado em uma chapa de teste separada antes de qualquer soldagem realizada.

(2)

Quando soldagem por pino é utilizada para unir pinos que possuem função estrutural, um teste de soldagem deverá ser realizado para cada sol- dador em uma chapa de teste separada anterior a qualquer tipo de trabalho realizado. Este teste deverá ser constituído de cinco pinos, soldados e testados por ensaios como torque e dobramento conforme descrito na section IX.

(b)

Os soldadores utilizado na soldagem de elementos que não possuem a função de trabalhar sob pres- são, no qual essencialmente também não possuem função estrutural (como por exemplo uma exten- são de superfície para troca de calor) a parte de pressão deverão seguir as seguintes premissas:

(1)

Quando o procedimento de soldagem for ma- nual, automático, semi-automático, qualificação de acordo com a section IX é requerida.

(2)

Quando a soldagem é realizada por qualquer tipo de soldagem automática, teste de qualificação da performance não é requerida.

(3)

Quando soldagem por pino é utilizada, a pro- dução do teste, apropriado ao uso e aplicação, deverá ser especificado pelo fabricante e feito em uma chapa separada antes de realizar qualquer trabalho.

(c)

Cada soldador, deverá ter um simbolo ou número de identificação que deverá ser utilizado nas peças para identificação de seu trabalho, de acordo com com a UW-37(f).

(d)

O fabricante deverá manter um registro dos sol- dadores, informada a data e o resultado de todos os testes assinados. Estes registros deverão ser mantidos de acordo com a section IX.

(e) Soldagem nos corpos de prova deverão ser con-

duzidos pelo fabricante. Teste de todos corpos deverão ser de responsabilidade do fabricante.

A qualificação de performance realizada por um

fabricante não deverá qualificar o soldador para

o mesmo em qualquer outro fabricante, como provido na QW-300 da section IX.

UW-30 Temperatura Mínima Permi- tida Para Soldagem

É recomendada que nenhuma soldagem de nenhum tipo seja realizada quando a temperatura do metal base é inferior a 0 F (-20 C). A temperaturas entre 32 F (0 C) e 0 F (-20 C), a superfície de todas as áreas dentre 3 "(75mm) do ponto a solda irá iniciar deverá ser aquecida a uma temperatura pelo menos quente ao toque [Estimado 60 F (15 C)] antes da soldagem ser realizada. É recomendado que nenhuma soldagem serja realizada quando as superfícies estejam molhadas ou cobertas por gelo, quando a neve esta caindo na superfície a ser soldada, ou durante períodos de fortes ventos, a não ser que o soldador e o local a ser soldado esteja propriamente protegidos.

UW-31 Cortando, Encaixando e Ali- nhando

(a)

Quando chapas são cortadas por oxigênio ou arco, os cantos a serem soldados deverão estar suaves e deverão estar livres de qualquer detrito (veja UG-76 e UCS-5)

(b)

Chapas a serem soldadas deverão ser encaixadas, alinhadas e restringidas a sua posição durante o processo de soldagem.

(c)

Pontos de solda e qualquer meio utilizado para restringir a movimentação durante o processo de soldagem poderá ser utilizado. Tais meios deve- rão ser removidos após cumprirem sua função. Deverão ser realizados por processos de soldagem do tipo filete ou de topo qualificados de acordo com a section IX. Por soldadores qualificados de acordo com a section IX, as soldas deverão ser examinadas por ensaio visual afim de procurar por defeitos, e se encontrados deverão ser remo- vidos. Provido que o trabalho seja realizado sobre as pro- visões da U-2(b), não é necessário que o soldador

que realizará esse tipo de solda seja necessaria- mente do fabricante que fornecerá o certificado. Os requerimentos da UW-26(d) não se aplicam a essas soldas.

(d)

Os cantos das juntas soldadas de topo deverão ser mantidos para que as tolerâncias da UW-33 não sejam excedidas na junta completa. Quando juntas circunferenciais possuem divergências ex- cedendo as tolerâncias permitidas, o tampo ou anel do casco, o que estiver divergente deverá ser reformado até os erros estejam entre os li- mites especificados. Onde soldas do tipo filete são utilizadas, as chapas sobrepostas deverão ser encaixadas o mais próximo possível e estar em contato durante a soldagem.

(e)

Quando unindo duas partes pelo processo de sol- dagem por fricção, uma das duas partes deverá ser fixadas em uma posição e a outra rotacio- nada as duas faces a serem unidas deverá estar essencialmente simétrica em respeito ao eixo de rotação.

UW-32 Limpando a Superficie a ser Soldada

(a)

As superfícies a serem soldada deverão ser limpas

e

livre de qualquer tipo de detrito. O método

e

extensão de limpeza deverá ser determinado

baseado no material a ser soldado e os conta-

minantes a serem removidos. Quando o metal

a

ser soldado é depositado sobre uma junta já

soldada, todo detrito deverá ser removido pelos meios necessários afim de prevenir a inclusão de impurezas ao metal de soldagem.

(b)

Superfícies forjadas para serem soldadas deverão ser usinadas, para qualquer pureza ser removida afim de que um metal sem defeito seja exposto.

(c)

Os requerimentos de (a) e (b) acima não são feitos para se aplicarem a qualquer processo de soldagem no qual fusão e penetração adequada são obtidas e no qual a solda permanece livre de defeitos.

UW-33 Tolerância de Alinhamento

(a) Alinhamento de seções nos cantos a ser soldado deverá possuir um desalinhamento máximo de

a quantia de solda pela categoria de junta (veja

UW-3) sobre consideração, como listado na ta- bela UW-33. A espessura t da seção é a espessura nominal da seção mais fina da junta.

(b) Qualquer desalinhamento dentro da tolerância admissível provido acima deverá ser delardado em três para um sobre a largura da solda acabada, caso necessário, adicionar por solda além do canto da solda. Tal solda adicional deverá ser sujeita aos requerimentos da UW-42.

UW-34 Spin Hole

Spin Holes são permitidos em tampos ou seguimentos para facilitar a conformação. Spin Holes não maiores em diâmetro do que 2.3/8 "(60mm) poderá ser fechado com solda de penetração total utilizando ou um plug soldado ou metal de soldagem.

A

solda e o plug não deverá ser menos espesso do que

o

material do tampo adjacente ao spin-hole.

A solda acabada deverá ser examinada e de- verá atender critérios de aceitação do Mandatory Ap- pendix 6 ou 8 desta divisão. Exame por radiografia caso requerido pela UW-11(a), e inspeções adicionais, caso requerido pela especificação do material, deverá ser realizado. Esta solda é uma solda de topo, porém não catego- rizada. Não deverá ser considerada em estabelecer a eficiência de junta de nenhuma parte do tampo ou solda unindo o tampo e o costado.

UW-35 Juntas Longitudinais e Circun- ferenciais Acabadas

(a)

Juntas soldada de topo deverão possuir penetra- ção e fusão total. Como superfícies soldada são permitidas; entretanto, a superfície das soldas deverão ser suficientemente livres de ondulações grosseiras, ranhuras, sobreposições, ressaltos para permitir uma boa interpretação de radiografia e outros ensaios não destrutivos. Caso exista uma questão independente da condição da superfície da solda quando interpretando o filme, deverá ser comparado a superfície atual da solda para determinação da aceptabilidade.

(b)

A redução em espessura devido ao processo de sol- dagem e aceitável provido que todas as condições são atendidas:

(1)

A redução em espessura não deverá reduzir o ma- terial adicionando as superfícies abaixo o mínimo requerido em qualquer ponto.

(2)

A redução em espessura não deverá exceder a 1/32 "(1mm) ou 10% da espessura nominal da superfície a ser unida, o que for inferior.

(c)

Quando uma junta soldada é realizada utilizando um mata-junta que é deixado no lugar [tipo no.(2) da tabela UW-12], o requerimento para reforço aplica apenas um lado do mata junta.

(d)

Para assegurar que o chanfro da solda seja com- pletamente preenchido para que a superfície do metal de soldagem em qualquer ponto não caia abaixo da superfície da base de união dos ma- teriais, o metal a ser adicionado como reforço em cada face da solda. A espessura do reforço da solda em cada lado não deverá exceder o seguinte:

UW-36 Soldas Filetes

Ao realizar soldas filetes, o metal de soldagem deverá ser depositado de tal maneira que a penetra- ção adequada seja garantida. A redução da espessura do material base devido ao processo de soldagem os cantos da solda deverão atender aos requerimentos para solda de topo [veja UW-35(b)].

UW-37 Requerimentos de Soldagem Variados

(a)

O lado reverso de uma junta solda dupla deverá ser preparado para que o metal fique sem nenhum tipo de detrito, antes de aplicar a solda no lado oposto.

(b)

Os requerimentos em (a) acima não são aplica- dos a nenhum processo de soldagem pelo qual fusão e penetração adequada são obtidas e a solda permanece livre de defeitos.

(c)

Caso a interrompida por qualquer motivo, um cuidado extra deverá ser tomado ao retornar para obter a penetração e fusão requerida. Para solda- gem por arco submerso, utilizar do processo de desbaste no chanfro é recomendado.

(d)

Onde juntas soldadas de topo são utilizadas, um cuidado extra deverá ser tomado ao alinhar e separar os componentes a serem unidos para que

haja completa penetração e fusão no fundo da junta por toda sua extensão.

(e)

Na solda do tipo plug, um filete em volta do fundo do furo deverá ser depositado primeiro.

(f)

Identificação do Soldador

(1)

Cada soldador deverá estampar um número, letra ou simbolo de identificação assinado pelo fabri- cante, no elemento soldado, e deverá possuir um simbolo de identificação do soldador a cada 3ft (1m) da solda no qual se faz em chapas de aço de 1/4 "(6mm) para material em aço e menos que 1/2 "(13mm); ou um relatório deverá ser mantido pelo fabricante empregador dos soldadores em cada junta soldada que deverá ser avaliada pelo inspetor. Para identificação das soldas nos vasos no qual a espessura de parede é menor do que 1/4 "(6mm) para material em aço e menos do que 1/2 "(13mm) para material não ferroso, stencil adequado ou outro marcador de superfície deverá ser utilizado; ou um registro deverá ser mantido pelo fabricante empregador dos soldadores em cada junta soldada, deverá estar disponível ao inspetor; ou uma estampa deverá ser utilizada provido que o vaso não esteja deformado e os seguintes requerimentos sejam atendidos:

(-a) Para materiais ferrosos:

(-1) Os materiais deverão ser limitados ao P-No. 1 Gr. Nos. 1 e 2;

(-2) A espessura mínima nominal da chapa de- verá ser 3/16 "(5mm), ou do tubo deverá ser 0.154 "(3.91mm).

(-3) A temperatura mínima de projeto do material não deverá ser mais fria do que -20 F (-29 C);

(-b) Para materiais não ferrosos:

(-1) Os materiais deverão ser limitados a alumínio como: SB-209 ligas 3003, 5083, 5454, e 6061; SB-

241

ligas 3003,5083,5086,5454,6061, e 6063; e SB-

247

ligas 3003, 5083, e 6061;

(-2) A espessura nominal mínima da chapa deverá ser 0.249 "(6.32mm), ou a espessura mínima nominal do tubo deverá ser 0.133 "(3.37mm).

(2) Quando um número múltiplo partes não pressuri- zada que possuíam soldas de fixação, que não tem caráter de suportar pressão como soldas de pino,

ou soldas especiais como soldas espelho/tubo são realizadas no vaso, o fabricante não precisa iden- tificar o soldador de cada junta soldada se:

(-a) O sistema de qualidade do fabricante inclui um procedimento que irá identificar os soldadores que fizeram tais soldas em cada vaso para que

o inspetor verifique que os soldadores estejam

qualificados;

(-b) As soldas em cada categoria em cada tipo e con- figuração e são soldadas com o mesmo procedi- mento de soldagem.

(3)

Identificação permanente dos soldadores reali- zando pingos de solda não é requerido caso o sistema de controle de qualidade do fabricante in- clui um procedimento de rastreio dos soldadores para verificar a qualificação dos soldadores.

(g)

A junta soldada entre dois elementos unidos por solda do tipo fricção deverá ser de penetração total. Exame visual durante o procedimento de soldagem deverá ser realizado durante todo o processo de soldagem. Poderá haver uma variação de 10% no acabamento da solda.

(h)

Solda por descarga de capacitor poderá ser utili- zado para soldagem de componentes temporários

e

também permanentes caso não sejam estrutu-

rais sem o devido tratamento térmico, provido que os seguintes requerimentos sejam cumpridos:

(1)

A especificação de um procedimento de soldagem deverá ser preparado de acordo com a section IX, de maneira que descrever o equipamento de descarga, a combinação de materiais a serem unidos, e a técnica de aplicação. A qualificação do procedimento de soldagem não é requerida.

(2)

A energia deverá ser limitada a 125 W-segundo.

UW-38 Reparos em defeitos de soldas

Defeitos, como fissuras, porosidade, e falta de fusão detectadas visualmente ou por teste hidrostático ou pneumático ou por exames prescritos na UW-11 deverá ser removido por meios mecânicos ou por pro- cessos térmicos, no qual a junta é re-soldada [Veja

UW-40(e)].

UW-39 Martelamento de Solda

(a)

Metal de solda e zona termicamente afetada pode- rão ser marteladas por meios manuais, elétricos, ou pneumáticos quando julgado necessário para controlar a distorção, aliviar tensão residual ou mesmo melhorar a qualidade da solda. A téc- nica de martelamento não deverá ser utilizada na raiz da solda ou no acabamento da mesma

a

não ser que a solda passe por um tratamento

térmico posterior. Em nenhum caso, entretanto,

o

martelamento deverá ser realizado no lugar do

tratamento térmico requerido por essas normas.

(b)

Martelamento controlado e outros métodos si- milares não qual são intencionados apenas apri- morar as propriedades da superfície do vaso ou partes do vaso deverão ser realizados após qual- quer ensaio não destrutivo e também testes de pressão requeridos por essas normas.

UW-40 Procedimentos para Trata- mento Térmico

(a)

A operação de tratamento térmico deverá ser re- alizado de acordo com os requerimentos dado na parte aplicáveis da subsection C utilizando um dos seguintes procedimentos. Nos procedimentos

a

seguir, a área a ser tratada é definida como

o

volume de metal requerido para atender ou

exceder a mínima temperatura de PMTA listada nas tabelas UCS-56-1 até UCS-56-11. Como mí- nimo, a área a ser tratada deverá conter a solda,

zona termicamente afetada, e a porção base do metal adjacente a solda sendo tratado. A largura mínima de seu volume é o mais largo da solda mais 1t ou 2 "(50mm), o que for menor, em cada lado do fim da solda. O termo t é a espessura nominal definida em (f) abaixo. Para adicional e detalhada recomendações independentemente da implementação e performance destes procedimen- tos, referir ao conselho de pesquisa de soldagem (WRC) boletim 452, junho 2000 ”Práticas Re- comendadas Para Aquecimento Local de Soldas Em Vasos De Pressão”.

(1)

Aquecer o vaso como um todo em uma forna- lha. Este procedimento é preferível e deveria ser utilizado sempre que possível.

(2)

Aquecer o vaso em mais de uma fornalha, pro- vido que a sobreposição da área aquecida do vaso

esteja pelo menos a 5 ft(1.5m). Quando este pro- cedimento é utilizado, a porção fora da fornalha deverá ser protegida para que a temperatura não

se torne perigosa. A seção cruzada onde o vaso

projeta da fornalha não deverá cruzar com o bo-

cal ou outra descontinuidade estrutural.

(3) Aquecendo as conexões do costado e/ou porções do vaso a serem tratadas termicamente, juntas longitudinais ou detalhes soldados complicados

antes da união para ser feito o vaso por completo. Quando o vaso é requerido a ser termicamente tratado, e não é praticável o tratamento térmico

e não é possível ser tratado dentro de uma for-

nalha ou duas como provido em (2) acima, qual- quer junta circunferencial não tratada poderá ser aquecida por qualquer meio apropriado que possa manter a uniformidade requerida. Para tais aquecimentos locais, a área a ser tratada poderá ser estendida em volta de toda a circunferência.

A porção externa a área a ser tratada deverá

ser protegida para que a temperatura não seja perigosa. Este procedimento poderá ser utilizado para tratar reparos de vasos.

(4) Aquecimento de vaso internamente por qualquer meio apropriado indicando e registrando as tem- peraturas para auxiliar no controle e manutenção da distribuição uniforme da temperatura na pa- rede do vaso. Anteriormente a esta operação, o vaso deverá estar completamente dentro da forna- lha com material isolante, ou isolante permanente

poderá ser instalado provido que o isolante atenda

a temperatura requerida. Neste procedimento a

pressão interna deverá ser mantida o mais baixo

possível, mas não não exceder a 50% da PMTA na temperatura mais alta durante o tratamento térmico.

(5) Esquentando uma parte circunferencial onde con- tem bocais e outros elementos que requerem tra- tamento térmico em tal maneira que parte de- verá ser trazida uniformemente a temperatura e mantida por um tempo especifico. Exceto como modificado neste parágrafo abaixo, a área a ser tratada deverá estender o vaso inteiro, e deverá incluir o bocal ou elemento. A parte a ser tratada poderá variar do bocal ou elemento requerendo tratamento, provido que a área a ser tratado em volta do bocal ou elemento é aquecido a tempe- ratura e mantido pelo tempo necessário. Como uma alternativa em variar a a largura da área a ser tratada, a temperatura dentro da área fora do

bocal ou elemento poderá variar e não necessita

alcançar a a temperatura provido que a área a ser tratada em volta do bocal é aquecido até a tempe- ratura requerida, mantido pelo tempo requerido,

e o gradiente de temperatura não é perigosa. A

parte do vaso fora da área deverá ser protegida para não apresentar risco as pessoas. Este proce- dimento poderá ser utilizado para tratar reparos em vasos.

(6)

Aquecer juntas circunferenciais de pipe ou tube por qualquer meio apropriado utilizado a área

a

ser tratada que se estende por toda a circun-

ferência. A porção que fica fora da área a ser tratada deve ser protegida para não apresentar perigo devido ao gradiente de temperatura. A proximidade ao casco aumenta a restrição tér- mica, e o projetista deveria prover comprimento adequado para tratamento térmico sem gradien-

tes de temperatura perigosos em qualquer parte do vaso.

(7)

Esquentar um local perto de bocais ou outros elementos no raio maior de um tampo de dois raios ou costado esférico ou tampo de tal maneira que a área é trazida uniformemente a tempera- tura requerida e mantido pelo tempo específico.

A

área a ser tratada inclui bocal ou elemento

soldado. A área a ser tratada deverá incluir um circulo que estende após os cantos de solda de união em todas as direções pelo mínimo de t ou 2 "(50mm), o que for menor. A porção do vaso do lado externo da área a ser tratada deverá ser

protegida para que o gradiente de temperatura não seja perigoso.

(8)

Aquecimento de outras configuração. Área local

de

outras configurações como amostragem ou lu-

gar específico não comentado em (a)(1) até (a)(7) acima é permitida, provido que outras medidas (baseada sobre experiência documentada ou ava-

liação) são dados que consideram os efeitos de gradientes térmicos, todas as descontinuidades estruturais significantes (como bocais, elemen- tos, uniões de tampo costado), e qualquer car- regamento mecânico que pode ser apresentado durante o tratamento. A porção do vaso ou com- ponente fora da área a ser tratada deverá ser protegida para que o gradiente de temperatura não seja perigoso.

(b)

As temperaturas e taxas de aquecimento e res- friamento a ser utilizada em tratamento térmico

de vasos construídos de materiais no qual o tra- tamento térmico é dado em UCS-56, UHT-56, UNF-56, e UHA-32

(c)

A temperatura mínima para tratamento é dado nas tabelas UCS-56-1 até UCS-56-11, tabela UHT-56, e tabelas UHA-32-1 até UHA-32-6 e na UNF-56, deverá ser a temperatura mínima do material da chapa do vaso. Onde mais de um vaso de pressão é tratado em uma fornalha de uma vez, termostatos deverão ser colocados na parte inferior, no meio e também na parte superior do vaso, para que a temperatura seja controlada.

(d)

Quando partes de pressão de diferentes P- numbers são unidas por soldagem, o tratamento deverá ser especificado de acordo co a UCS-56 ou UHA-32, para o material que requer a maior temperatura de tratamento.

(e)

Tratamento térmico, quando requerido, deverá ser realizado antes do teste hidrostático e após qualquer reparo de soldagem, exceto quando per- mitido por UCS-56(f). Um teste preliminar para revelar vazamentos antes do tratamento é permi- tido.

(f)

O

termo espessura nominal é utilizado nas tabelas

UCS-56-1 até UCS-56-11, UCS-56.1, UHA-32-1 até UHA-32-6, e UHT-56, a espessura da junta soldada como definida abaixo. Para vasos de pres- são ou partes de vasos de pressão sendo tratados na fornalha, é a solda mais espessa em qualquer

vaso que não sofreu tratamento ainda.

(1)

Quando as juntas soldadas unem elementos da mesma espessura, utilizando uma solda de topo com penetração total, a espessura nominal é a profundidade da solda excluso de qualquer reforço de solda.

(2)

Para soldas de raiz, a espessura nominal é a profundida do chanfro.

(3)

Para soldas do tipo filete, a espessura nominal é

a

dimensão da garganta. Caso uma solda do tipo

filete é utilizada em conjunto com uma solda em chanfro, a espessura nominal é a profundidade

do chanfro ou dimensão da garganta, o qual for maior.

(4)

Para soldas do tipo pino, a espessura nominal irá ser o diâmetro do pino.

(5) Quando uma junta soldada conecta partes de espessura diferentes, a espessura nominal deverá ser a seguinte:

(-a) A mais fina de duas solda de topo incluindo uniões tampo costado.

(-b) A espessura do casco ou da solda filete, o que for maior, em união com tampos intermediários como representados na figura UW-13.1 sketch (e).

(-c) A espessura do costado em união com espelho, tampos planos, coberturas, flanges (exceto para partes soldadas retratado na figura 2-4 sktech (7), onde a espessura da solda determinará) ou condições similares;

(-d) Em figuras UW-16.1 e UW-16.2, a espessura da solda após o bocal ou tampo ou costado o que for maior;

(-e) A espessura do pescoço do bocal na união entre

o pescoço do bocal e o flange;

(-f) A espessura da solda no ponto de união de uma parte não pressurizada é soldada a parte de pres- são.

(-g) A espessura da solda de união em tubo/espelho.

(-h) A espessura da solda depositada quando é a única soldagem aplicada. A espessura do tampo, costado, e pescoço do bo- cal, ou outras partes como descritos acima deverá ser a parede de espessura da parte da junta sol- dada sobre consideração. Para material da chapa,

a espessura no registro de teste de material ou

cerificado de material antes da formação poderá ser utilizada, por opção do fabricante, de acordo

com a medição da espessura de parede na junta soldada.

(6) Para reparos, a espessura nominal é a profundi- dade do reparo de solda.

UW-41 Seccionando Juntas Soldadas

Juntas soldadas deverão ser examinadas sec- cionando quando acordado pelo usuário e fabricante, porém esse exame não deverá ser considerado como um substituto por radiografia por amostragem. Este tipo de exame não possui efeito nos fatores de juntas da tabela UW-12. O método de fechamento do furo

por soldagem é sujeito a aceitação pelo inspetor. Al- guns métodos aceitos são dados pelos Nonmandatory Appendix K.

UW-42 Superfície de Enchimento de Solda

(a)

Construção no qual deposita metal de solda são

aplicados a superfície do metal base para o pro- pósito de restaurar a espessura do metal base para consideração de resistência/ ou modificar

a

configuração da junta soldada em ordem para

prover a transição cônica requerida em UW-9(c)

UW-33(b) deverá ser realizada de acordo com as normas em (b) e (c).

e

(b)

Qualificação do Procedimento. Procedimento de solda de topo de acordo com as provisões da section IX deverá ser realizada para a espessura solda do metal depositado, antes a produção da soldagem.

(c)

Requerimentos de Exames

(1)

Todos enchimentos de solda deverão ser examina-

dos

sobre toda superfície do depósito por partí-

cula magnética segundo os requerimentos da man- datory Appendix 6, ou por líquido penetrante seguindo os requerimentos da Mandator Appen-

dix

8.

(2)

Quando tal superfície de enchimento de solda é utilizado em juntas soldadas no qual requerem radiografia completa ou por amostragem, o en- chimento de solda verá ser incluído no exame.

UW-46 Inspeções e Testes

As normas nos parágrafos seguintes se apli- cam especificadamente a inspeção e teste de vasos de pressão que são fabricados por soldagem e deverão ser utilizados em conjunto com os requerimentos gerais da inspeção e teste na subsection A, e com os requeri- mentos específicos para inspeção e teste na subsection C que pertencem a classe do material utilizado. [Para testes de reforço, veja UG-37(g)].

UW-47 Checagem do Procedimento de Soldagem

O inspetor deverá estar convencido que o pro- cedimento de soldagem empregado na construção do

vaso tenha sido qualificado sobre as provisões da Sec- tion IX. O fabricante deverá submeter ao inspetor as evidências que os requerimentos foram atendidos.

UW-48 Verificação da Qualificação de Soldadores

(a)

O

fabricante deverá certificar que a soldagem

no vaso tenha sido realizada por soldadores que tenham sido qualificado sobre os requerimentos da section IX e o inspetor deverá estar conven-

cido que apenas soldadores qualificados o tenham realizado.

(b)

O

fabricante deverá dispor ao inspetor o regis-

tro dos testes de qualificação de cada soldador.

O inspetor deverá ter o direito de em qualquer

momento pedir e testemunhar um teste do pro- cedimento d soldagem ou testar a habilidade de

qualquer soldador.

UW-49 Exames Não-Destrutivos de Soldas em Vasos Pneumaticamente Testados

Em vasos de pressão soldados pneumatica- mente testados de acordo com a UG-100 o compri- mento total das seguintes soldas deverão ser examina- das antes do teste pneumático seja realizado, para o propósito de detectar trincas:

(a)

Todas as soldas em volta de aberturas;

(b)

Todas as soldas de união, incluindo as que unem partes não designadas a resistir pressão a par- tes de pressão, possuindo espessura da garganta mairo do que 1/4 "(6mm).

UW-51 Exames Radiográficos de Jun- tas Soldadas

(a)

Todas as juntas soldadas a serem radiografadas deverão ser examinadas de acordo com Article 2 da Section V exceto quando especificado abaixo.

(1)

Um conjunto completo de radiografias e registros, como descritos no Article 2 da Section V, para cada vaso deverá ser mantido pelo fabricante, como segue:

(-a) Filmes até o relatório do fabricante tenha sido assinado pelo inspetor;

(-b) Registros como requeridos por essa divisão (10-

13).

(2)

Procedimento de exame escrito de radiografia não é requerido. Demonstração de densidade e PENETRAMETER requerimentos de imagem na produção ou técnica de radiografia deverão ser considerado satisfatória evidência em confor- midade com Article 2 da Section V.

(3)

Os requerimentos da T-274.2 do Article 2 da Section V são pare ser utilizado apenas como guia. Aceitação final de radiografias deverão ser baseados na habilidade para ver a imagem PENE- TRAMETER e o furo específico ou fio projetado de um PENETRAMETER.

(4)

Como uma alternativa de requerimentos de exame de radiografia acima, todas as soldas em material de 1/4 "(6mm) e espessura maior pode- rão ser examinados utilizando método por ultras- som pelos requerimentos da 7.5.5 da Section VIII, divisão 2.

(b)

Indicações representadas da radiografias de soldas e caracterizada como imperfeições são inaceitá- veis sobre as seguintes considerações e deverão ser reparadas como provido na UW-38, e o reparo radiografado para UW-51 ou, por opção do fabri- cante, examinado por ultrassom de acordo com o método prescrito em Mandatory Appendix 12 e os padrões especificados neste parágrafo, provido que o defeito tenha sido confirmado pelo exame de ultrassom para a satisfação do inspetor auto- rizado antes de fazer o reparo. Para espessura do material em excesso a 1 "(25mm), a cooperação do usuário deverá ser obtida. Este ensaio por ultrassom deverá ser anotado com ressalvas no relatório de histórico do fabricante:

(1)

Qualquer indicação caracterizada como trinca ou zona de fusão incompleta com comprimento maior do que :

(-a) 1/4 "(6mm) para t até 3/4 "(19mm).

(-b) 1/3t para t sobre 2.1/4 "(57mm) onde

t = A espessura da solda excluindo qualquer reforço permitido. Para uma junta de solda de topo unindo

dois membros possuindo diferente espessura na solda, t é o mais finos dessas duas espessuras, Caso uma solda de penetração total inclui uma solda do tipo filete, a espessura da garganta do filete deverá ser incluído em t.

(3)

Qualquer grupo de indicações de alinhamento que possui um comprimento agregado maior do que t em um comprimento de 12t, exceto quando

distância entre a sucessiva imperfeição excede 6L onde L é o comprimento da imperfeição mais longa do grupo;

a

(4)

Indicações redondas em excesso especificado pela aceitação dos padrões dados em Mandatory Ap- pendix 4.

UW-52 Exames Radiográficos de Jun- tas Soldadas

Nota: radiografia por amostragem em uma junta soldada é reconhecida como uma ferramenta efetiva de inspeção. A radiografia por amostragem também é considerada um auxílio no controle de qualidade. Radiografia por amostragem realizados diretamente após soldadores terem realizado uma solda e comprova que o trabalho não esteja sendo realizado com um procedimento satisfatório. Caso o trabalho seja insatisfatório, passos corretivos podem ser tomados para aprimorar a soldagem nas unidades subsequentes, no qual irá aprimorar a qualidade da solda.

Radiografia por amostragem de acordo com estas normas não irá garantir a qualidade do produto fabricado. Deve ser de conhecimento que um vaso fabricado sobre essas normas poderá conter alguns defeitos que podem ser descobertos em futuros exames. Caso todas os defeitos devem ser eliminados, então deverá ser feito radiografia em todas as soldas.

(a)

Soldas de junta soldada deverão ser radiografa- das por amostragem e deverão ser examinadas localmente como provido aqui;

(b)

Extensão mínima de Radiografia por Amostra- gem.

(1)

Um ponto deverá ser examinado em cada vaso

a

cada 50ft (15m) incremento de solda ou fra-

ção no qual eficiência de junta da coluna (b) da

tabela UW-12 é selecionado. Entretanto, para vasos idênticos ou partes, no qual menos de 50 ft (15m) de solda no qual a eficiência de junta da coluna (b) da tabela UW-12 é selecionada incremento de solda verá ser representada por um ponto examinado.

(2)

Para cada incremento de solda a ser examinado, um número suficiente de radiografia por amostra- gem deverá ser tomado para examinar a soldagem de cada soldador. Sobre considerações onde dois ou mais soldadores façam um passe em uma junta, um ponto pode representar o trabalho de todos os soldadores.

(3)

Cada ponto examinado poderá ser feito assim que o incremento de solda for examinado. O lo- cal do ponto deverá ser escolhido pelo inspetor após completar o incremento de soldagem a ser examinado, exceto que quando o inspetor tem sido notificado em avanço e não pode prevenir ou fazer a seleção, o fabricante poderá exercitar seu próprio julgamento ao selecionar os pontos.

(4)

Radiografia requerida em um ponto especifico para satisfazer as normas de outros parágrafos, tais como a UW-9(d), UW-11(a)(5)(-b), e UW- 14(b), não deverá ser utilizada para satisfazer os requerimentos para radiografia por amostragem.

(c)

Padrões para exame de radiografia por amos- tragem. Radiografia por amostragem deverá ser realizado de acordo com a técnica prescrita na UW-51(a). O comprimento mínimo da radiografia por amostragem deverá ser 6 "(150mm). Radio- grafia por amostragem poderá ser mantida ou descartada pelo fabricante após aceitação do vaso pelo inspetor.A aceitabilidade das soldas exami- nadas por radiografia por amostragem deverá ser julgada pelos seguintes padrões:

(1)

Solda no qual indicações são caracterizadas como trincas ou zonas de fusão incompleta ou penetra- ção deverão ser inaceitáveis.

(2)

Soldas possuindo indicações caracterizadas como escória ou qualquer tipo de detrito e impureza ou cavidades são inaceitáveis quando a indicação do comprimento exceda a 2/3t, onde t é definido como na UW-51(b)(2). Para todas as espessu- ras, indicações menores do que a 1/4 "(6mm) são aceitáveis, e indicações mostradas maior do que 3/4 "(19mm) são inaceitáveis. Multiplas indica- ções atendendo esses critérios de aceitação são

aceitáveis quando a soma da dimensão mais longa não excede a t dentro do comprimento de 6t),

e quando o comprimento mais longo de L para

cada indicação é separado por uma distância de não menos do que 3L de indicações adjacentes.

(3)

Indicações redondas não são um fator de acei- tabilidade das soldas não requeridas para serem completamente radiografadas.

(d)

Avaliação e Re-Testes

(1)

Quando um ponto, radiografado como requerido em (b)(1) ou (b)(2) acima, é aceitável em acordo com a (c)(1) e (c)(2) acima, o incremento de solda total representado por essa radiografia é aceitável.

(2)

Quando um ponto, radiografado como requerido

em (b)(1) ou (b)(2) acima, tenha sido examinado

e revelado que a soldagem não esta de acordo

com os requerimentos mínimos de (c)(1) ou (c)(2)

acima, dois pontos adicionais deverão ser radio- grafados e examinados no mesmo incremento de solda, porém longes do primeiro ponto avaliado. Os locais destes pontos adicionais deverão ser determinados pelo inspetor ou fabricante como provido em (b)(3) acima.

(-a) Caso dois pontos adicionais examinados mostram soldagem que atendem os requerimentos de qua- lidade mínimos de (c)(1) e (c)(2) acima, o in- cremento de solda inteiro representado por três radiografias é aceitáveis provido que os defeitos revelados na primeira das três radiografia é remo- vido e a área é reparada por soldagem. A solda reparada deverá ser radiograficamente examinada de acordo com os requerimentos da UW-52.

(-b) Caso um dos pontos examinados mostram solda- gem que não atendam aos requerimentos mínimos de soldagem de (c)(1) ou (c)(2) acima, o incre- mento inteiro de solda representado deverá ser rejeitado. A solda rejeitada deverá ser removida

e a junta deverá ser re-soldada, ou por opção

do fabricante, o incremento inteiro deverá ser completamente radiografado e apenas os defeitos deverão ser reparados.

(-c) Reparo em soldagem deverá ser realizado uti- lizando procedimento qualificado em uma ma- neira que seja aceitável pelo inspetor. A junta re-soldada, ou a área reparada, deverá ser radi- ografada por amostragem conforme os requeri- mentos da UW-52.

UW-53 Técnicas para Exames em Ul- UW-60 Marcação e Relatórios - Geral trassom em Juntas Soldadas

Exame por Ultrassom em juntas soldadas quando requerido ou permitido por outros parágrafos desta divisão deverão ser realizados de acordo com

o Mandatory Appendix 12 e deverão ser avaliados

a aceitação de padrões especificados no Mandatory

Appendix 12. O procedimento do exame por escrito de-

verá estar disponível ao inspetor e deverá ser provado por uma demonstração para a satisfação do inspetor

a ser capaz de detectar e localizar as imperfeições descritas nesta divisão.

As provisões para marcações e relatórios, UG- 115 até UG-120, deverão ser aplicados sem o suple- mento para vasos de pressão soldados.

UW-65 Dispositivos de Alívio de Pres- são - Geral

As provisões para dispositivos de alívio de pressão, UG-125 até UG-136, deverão ser aplicadas sem suplemento de vasos de pressão soldados.

UW-54 Técnicas para Exames em Ul- trassom em Juntas Soldadas

(a)

O fabricante deverá ser responsável por assegurar que os ensaios não destrutivos (END) tenham sido qualificados e certificados de acordo com a prática de seu empregador por escrito antes de realizar ou avaliar os exames de radiografia e ul- trassom requeridos por esta divisão. SNT-TC-1A ou CP-189 deverão ser utilizado como guias para empregados para estabelecer suas práticas escri- tas. Programas de certificação nacionais como ASNT ou ACCP, poderão ser utilizadas para completar os exames e demonstrando os reque- rimentos do empregador por escrito. Provisões para treinamento, experiência e qualificação e cer- tificação de END deverão ser descritas no sistema de controle de qualidade do fabricante.

(b)

END deverão ser qualificados por exames. Quali- ficação de END nível III certificado antes de 2004 desta divisão pode ser baseado para demonstrar a habilidade, adquirida, educação e experiência. Tal qualificação deverá ser especificadamente ser escrito. Quando END tenha sido certificado de acordo prática por escrito baseado na edição da SNT TC-1A ou CP-189 referenciada na tabela U-3, a certificação delas deverá ser valida até sua próxima re-certificação.

(c)

Re-certificação deverá estar de acordo com a prá- tica escrita do empregador baseado na edição de SNT-TC-1A ou CP-189 referenciado na tabela U-3. Re-certificação poderá ser baseado na evi- dência da satisfação continuada ou por exames julgados necessários pelo empregador.