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Uma quadrilha de dementes, câncer da comunidade, está saqueando todo o mundo com a fabricação de «moeda» do nada

Poucos entendem o que devia ser e o que è realmente a MOEDA. Poucos entendem como um pequeno grupo de delinquentes-dementes fabricando moeda do nada, a custo zero para eles, e VENDENDO tal moeda à comunidade, se apropria do poder

de compra de quantias incalculáveis de riquezas reais produzidas pelo trabalho das nações.

A moeda é apenas uma fração, a fragmentação de um bem de alto valor econômico que um

construtor oferece a venda à comunidade. Ao passo que uma grande maioria de pequenos artesãos é capaz de produzir e oferecer à comunidade digamos alimentos, móveis ou sapatos; poucas grandes eempresas são capazes de construir importantes obras de utilidade pública como uma estrada, ou uma ponte sobre um grande rio. Resulta então evidente a importância da moeda, com sua função de sub múltiplo, como unidade de valor como meio de escambo, ou de troca, entre grandes e pequenos produtores de bens. Evidencia-se também o poder da moeda de fomentar o trabalho e a produção e distribuição de salários e de riqueza entre as comunidades e as nações. Mas isso é verdade até a entrada em cena do câncer dos bancos, dos malditos bancos e de seus camareiros: a classe politico-administrativa com a «Justiça» em primeira fila Não tem limite à maldade destas organizações de dementes e delinqüentes. especialistas em toda arte de iniqüidade. A mentira é sua pratica habitual o disfarce, como todo tipo de

truque e de engano atrás de aparente respeitabilidade. Especialistas em intrigas, na arte de fomentar as guerras, na calunia, na falsa acusação de inocentes, no depoimento falso nos tribunais, no assassinato em massa de civis, no saque e roubo de quase tudo o que possuem

as populações.

São os donos dos bancos e de importantes corporações financeiras multinacionais

especialistas nos piores crimes de que é capaz a mente mais maligna que possa existir.

A atividade principal dos bancos consiste apenas em criar «moeda» ou «crédito», do nada,

sem lastro nenhum, sem reserva, sem garantia nenhuma. Um professor de universidade italiano, Giacinto Auriti, fez esta pergunta: De quem é a moeda no momento da sua emissão? É dos banqueiros que a produzem do nada a custo zero para eles, ou não seria por acaso da população que produz riqueza concreta e real com seu trabalho e sua inteligência? Bancos e politicantes carregam a população de dívidas inexistentes. Se apresentam como «credores» e passam a exigir através dos impostos a devolução de riquezas que nunca deram e que nem existe. A população então é «devedor» de dívidas inexistentes, completamente fajutas, criadas mediante contabilidade falsa. Fabricam moeda do nada a custo zero, mas a população deve «devolver» a eles riqueza própria, verdadeira e com acréscimo de juro sobre juro, impossível de se pagar. Ainda estabelecem taxas altas ou baixa de juros, Alternam a se prazer épocas de larga oferta de «credito», permitem assim à população de trabalhar e produzir riqueza. Mas de repente criam escassez de moeda circulante. Provocam as «crises» também exigindo a devolução de «empréstimos» que nunca deram, mandam a falência milhares de empresas e famílias e com isso se apoderam de quantidades colossais de bens imóveis e empresas enquanto a população nem compreende o que está acontecendo.