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UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA E BIOLOGIA MOLECULAR INTRODUÇÃO A BIOQUÍMICA Glicólise

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA E BIOLOGIA MOLECULAR INTRODUÇÃO A BIOQUÍMICA

Glicólise

2016.2

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA E BIOLOGIA MOLECULAR INTRODUÇÃO A BIOQUÍMICA Glicólise

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ DEPARTAMENTO DE BIOQUÍMICA E BIOLOGIA MOLECULAR INTRODUÇÃO A BIOQUÍMICA

Glicólise

Posição central no metabolismo

Posição central no metabolismo GLICOSE
GLICOSE
GLICOSE
Posição central no metabolismo GLICOSE
Glicose •Relativamente rica em energia •Polímeros de glicose são formas de armazenamento de energia •É
Glicose
•Relativamente
rica
em
energia
•Polímeros de glicose são
formas de armazenamento
de energia
•É precursora de uma série
de
intermediários
metabólicos

Glicólise

são formas de armazenamento de energia •É precursora de uma série de intermediários metabólicos Glicólise

Principais destinos da glicose

GLICOSE Armazenada (glicogênio, Oxidada a pentoses (via amido, das pentoses sacarose) fosfato)
GLICOSE
Armazenada
(glicogênio,
Oxidada a
pentoses (via
amido,
das pentoses
sacarose)
fosfato)
Oxidada a
Oxidada a

piruvato (glicólise) síntese de ATP e intermediários

metabólicos

Glicólise

GLICÓLISE
GLICÓLISE
Glicólise GLICÓLISE Lise (quebra) da glicose

Lise (quebra) da glicose

Glicólise GLICÓLISE Lise (quebra) da glicose

Glicólise

Via central do catabolismo

Um

dos

primeiros

sistemas

enzimáticos

elucidado e talvez o mais estudado (1897)

Processo

universal

microorganismos)

(animais,

vegetais,

Ocorre mesmo em condições ANAERÓBICAS.

Glicólise

Tecidos que utilizam a glicólise como principal mecanismo de obtenção de energia

glicólise como principal mecanismo de obtenção de energia – Glóbulos vermelhos – Córnea, cristalino, retina

Glóbulos vermelhos

Córnea, cristalino, retina

Medula renal

Testículos

Leucócitos

Fibras musculares brancas

Onde ocorre a glicólise?

Onde ocorre a glicólise?
Uma visão geral
Uma visão
geral

Fase preparatória

Glicólise 10 passos

Fase de pagamento

Fase Preparatória

Investimento de 2 ATP

Clivagem

da

cadeia

carbônica

da

glicose

(6

carbonos) em 2 moléculas de trioses fosfato

Passo 1 Fosforilação da glicose

Passo 1 – Fosforilação da glicose Glicose ATP Glicose 6-fosfato Hexoquinase Δ G = -16,7 kJ/mol

Glicose

Passo 1 – Fosforilação da glicose Glicose ATP Glicose 6-fosfato Hexoquinase Δ G = -16,7 kJ/mol

ATP

Passo 1 – Fosforilação da glicose Glicose ATP Glicose 6-fosfato Hexoquinase Δ G = -16,7 kJ/mol

Glicose 6-fosfato

Passo 1 – Fosforilação da glicose Glicose ATP Glicose 6-fosfato Hexoquinase Δ G = -16,7 kJ/mol
Passo 1 – Fosforilação da glicose Glicose ATP Glicose 6-fosfato Hexoquinase Δ G = -16,7 kJ/mol

Hexoquinase

ΔG = -16,7 kJ/mol

Mg 2+

ADP

Quinases são enzimas (transferases) que

trabalham transferindo o grupo fosfato do

ATP para algum substrato. São, portanto, dependentes do ATP.

Passo 1 Fosforilação da glicose

Passo 1 – Fosforilação da glicose Hexoquinase Glicose Glicose 6-fosfato Δ G = -16,7 kJ/mol •
Passo 1 – Fosforilação da glicose Hexoquinase Glicose Glicose 6-fosfato Δ G = -16,7 kJ/mol •
Hexoquinase
Hexoquinase

Glicose

Glicose 6-fosfato

da glicose Hexoquinase Glicose Glicose 6-fosfato Δ G = -16,7 kJ/mol • Ligação com a glicose
da glicose Hexoquinase Glicose Glicose 6-fosfato Δ G = -16,7 kJ/mol • Ligação com a glicose

ΔG = -16,7 kJ/mol

Ligação com a glicose provoca mudança na conformação.

Proteína citosólica e solúvel.

Presente em todas as células de todos os organismos.

Isoenzima fígado (glicoquinase ou hexoquinase IV)

Enzima reguladora

Passo 2 Conversão da glicose 6-fosfato em

frutose 6-fosfato

2 – Conversão da glicose 6-fosfato em frutose 6-fosfato Glicose 6-fosfato Fosfohexose isomerase Frutose 6-fosfato Δ

Glicose 6-fosfato

da glicose 6-fosfato em frutose 6-fosfato Glicose 6-fosfato Fosfohexose isomerase Frutose 6-fosfato Δ G = 1,7

Fosfohexose

isomerase

Frutose 6-fosfato

ΔG = 1,7 kJ/mol

Passo

3

Fosforilação

da

frutose

6-fosfato

formando frutose 1,6-bifosfato

da frutose 6-fosfato formando frutose 1,6-bifosfato Frutose 6-fosfato ATP Frutose 1,6-bifosfato Δ G = -14,2

Frutose 6-fosfato

6-fosfato formando frutose 1,6-bifosfato Frutose 6-fosfato ATP Frutose 1,6-bifosfato Δ G = -14,2 kJ/mol ADP

ATP

formando frutose 1,6-bifosfato Frutose 6-fosfato ATP Frutose 1,6-bifosfato Δ G = -14,2 kJ/mol ADP

Frutose 1,6-bifosfato

formando frutose 1,6-bifosfato Frutose 6-fosfato ATP Frutose 1,6-bifosfato Δ G = -14,2 kJ/mol ADP Fosfofrutoquinase 1

ΔG = -14,2 kJ/mol

ADP

formando frutose 1,6-bifosfato Frutose 6-fosfato ATP Frutose 1,6-bifosfato Δ G = -14,2 kJ/mol ADP Fosfofrutoquinase 1

Fosfofrutoquinase 1

Passo 3 Fosforilação da frutose 6-fosfato

formando frutose 1,6-bifosfato

da frutose 6-fosfato formando frutose 1,6-bifosfato Frutose 1,6-bifosfato Fosfofrutoquinase 1 Frutose 6-fosfato
da frutose 6-fosfato formando frutose 1,6-bifosfato Frutose 1,6-bifosfato Fosfofrutoquinase 1 Frutose 6-fosfato

Frutose 1,6-bifosfato

Fosfofrutoquinase 1
Fosfofrutoquinase 1

Frutose 6-fosfato

Frutose 1,6-bifosfato Fosfofrutoquinase 1 Frutose 6-fosfato ADP Δ G = -14,2 kJ/mol • Uma das enzimas

ADP

1,6-bifosfato Fosfofrutoquinase 1 Frutose 6-fosfato ADP Δ G = -14,2 kJ/mol • Uma das enzimas mais

ΔG = -14,2 kJ/mol

Uma das enzimas mais complexas

Enzima reguladora

ATP

Passo 4 Quebra da frutose 1,6-bifosfato

Passo 4 – Quebra da frutose 1,6-bifosfato Aldolase Frutose 1,6-bifosfato Gliceraldeído 3-fosfato Diidroxicetona
Passo 4 – Quebra da frutose 1,6-bifosfato Aldolase Frutose 1,6-bifosfato Gliceraldeído 3-fosfato Diidroxicetona

Aldolase

Frutose 1,6-bifosfato

da frutose 1,6-bifosfato Aldolase Frutose 1,6-bifosfato Gliceraldeído 3-fosfato Diidroxicetona fosfato Δ G = 23,8

Gliceraldeído 3-fosfato

da frutose 1,6-bifosfato Aldolase Frutose 1,6-bifosfato Gliceraldeído 3-fosfato Diidroxicetona fosfato Δ G = 23,8 kJ/mol

Diidroxicetona fosfato

ΔG = 23,8 kJ/mol

Passo 5 Isomerização da Diidroxicetona fosfato

em Gliceraldeído 3-fosfato

Triose fosfato

isomerase

fosfato em Gliceraldeído 3-fosfato Triose fosfato isomerase Diidroxicetona fosfato Gliceraldeído 3-fosfato Δ G = 7,5
fosfato em Gliceraldeído 3-fosfato Triose fosfato isomerase Diidroxicetona fosfato Gliceraldeído 3-fosfato Δ G = 7,5
fosfato em Gliceraldeído 3-fosfato Triose fosfato isomerase Diidroxicetona fosfato Gliceraldeído 3-fosfato Δ G = 7,5

Diidroxicetona fosfato

Gliceraldeído 3-fosfato

ΔG = 7,5 kJ/mol

Resumo da fase preparatória

Há utilização (gasto) de 2 ATPs O produto final é gliceraldeído 3-fosfato (Glicose → 2 gliceraldeído 3-fosfato)

Fase de Pagamento

Ocorre a compensação dos ATPs gastos na fase preparatória

Passo 6 Oxidação e Fosforilação do

Gliceraldeído 3-fosfato

Gliceraldeído 3-fosfato

desidrogenase

3-fosfato Gliceraldeído 3-fosfato desidrogenase Gliceraldeído 3-fosfato (2) 1,3-Bifosfoglicerato (2) Δ
3-fosfato Gliceraldeído 3-fosfato desidrogenase Gliceraldeído 3-fosfato (2) 1,3-Bifosfoglicerato (2) Δ
3-fosfato Gliceraldeído 3-fosfato desidrogenase Gliceraldeído 3-fosfato (2) 1,3-Bifosfoglicerato (2) Δ

Gliceraldeído 3-fosfato

(2)

3-fosfato desidrogenase Gliceraldeído 3-fosfato (2) 1,3-Bifosfoglicerato (2) Δ G = 6,3 kJ/mol Fosfato
3-fosfato desidrogenase Gliceraldeído 3-fosfato (2) 1,3-Bifosfoglicerato (2) Δ G = 6,3 kJ/mol Fosfato

1,3-Bifosfoglicerato

(2)

ΔG = 6,3 kJ/mol

Fosfato inorgânico (2)

Passo 7 Transferência de um grupo fosfato do

1,3-bifosfoglicerato para o ADP

de um grupo fosfato do 1,3-bifosfoglicerato para o ADP 1,3-Bifosfoglicerato (2) ADP (2) Fosfoglicerato quinase

1,3-Bifosfoglicerato

(2)

1,3-bifosfoglicerato para o ADP 1,3-Bifosfoglicerato (2) ADP (2) Fosfoglicerato quinase 3-Fosfoglicerato (2) Δ G =

ADP (2)

Fosfoglicerato

quinase

para o ADP 1,3-Bifosfoglicerato (2) ADP (2) Fosfoglicerato quinase 3-Fosfoglicerato (2) Δ G = -18,5 kJ/mol
para o ADP 1,3-Bifosfoglicerato (2) ADP (2) Fosfoglicerato quinase 3-Fosfoglicerato (2) Δ G = -18,5 kJ/mol

3-Fosfoglicerato (2)

para o ADP 1,3-Bifosfoglicerato (2) ADP (2) Fosfoglicerato quinase 3-Fosfoglicerato (2) Δ G = -18,5 kJ/mol

ΔG = -18,5 kJ/mol

ATP (2)

Passo 8 Isomerização do 3-Fosfoglicerato para produzir 2-Fosfoglicerato

do 3-Fosfoglicerato para produzir 2-Fosfoglicerato Fosfoglicerato mutase 3-Fosfoglicerato (2) Mg 2 +

Fosfoglicerato

mutase

para produzir 2-Fosfoglicerato Fosfoglicerato mutase 3-Fosfoglicerato (2) Mg 2 + 2-Fosfoglicerato (2) Δ G =

3-Fosfoglicerato (2)

Mg 2+

produzir 2-Fosfoglicerato Fosfoglicerato mutase 3-Fosfoglicerato (2) Mg 2 + 2-Fosfoglicerato (2) Δ G = 4,4 kJ/mol

2-Fosfoglicerato (2)

ΔG = 4,4 kJ/mol

Passo 9 Desidratação do 2-Fosfoglicerato para

produzir Fosfoenolpiruvato

do 2-Fosfoglicerato para produzir Fosfoenolpiruvato 2-Fosfoglicerato (2) Enolase Fosfoenolpiruvato (2) + H 2
do 2-Fosfoglicerato para produzir Fosfoenolpiruvato 2-Fosfoglicerato (2) Enolase Fosfoenolpiruvato (2) + H 2

2-Fosfoglicerato (2)

Enolase

para produzir Fosfoenolpiruvato 2-Fosfoglicerato (2) Enolase Fosfoenolpiruvato (2) + H 2 O (2) Δ G =
para produzir Fosfoenolpiruvato 2-Fosfoglicerato (2) Enolase Fosfoenolpiruvato (2) + H 2 O (2) Δ G =

Fosfoenolpiruvato

(2)

+

H 2 O (2)

ΔG = 7,5 kJ/mol

Passo 10 Transferência de um grupo fosfato do

Fosfoenolpiruvato para o ADP formando Piruvato

fosfato do Fosfoenolpiruvato para o ADP formando Piruvato Fosfoenolpiruvato (2) ADP (2) Piruvato quinase K +

Fosfoenolpiruvato

(2)

para o ADP formando Piruvato Fosfoenolpiruvato (2) ADP (2) Piruvato quinase K + , M g

ADP (2)

Piruvato

quinase

Piruvato Fosfoenolpiruvato (2) ADP (2) Piruvato quinase K + , M g 2 + , M

K + , Mg 2+ , Mn 2+

(2) ADP (2) Piruvato quinase K + , M g 2 + , M n 2

Piruvato (2)

(2) ADP (2) Piruvato quinase K + , M g 2 + , M n 2

ΔG = -31,4 kJ/mol

ATP (2)

Balanço do ATP

Fase preparatória Gasto de 2 ATP

Fase de Pagamento Produção de 4 ATP

Produção (4) Gasto (2) = 2 ATP

Reação global da glicólise

Glicose (6 carbonos)

Reação global da glicólise Glicose (6 carbonos) 2 ATP + 4 ADP + 2P i 2

2 ATP + 4 ADP +

2P i

2 NAD +

2 Piruvato (3 carbonos) + 2H 2 O

4 ADP + 2P i 2 NAD + 2 Piruvato (3 carbonos) + 2H 2 O
4 ADP + 2P i 2 NAD + 2 Piruvato (3 carbonos) + 2H 2 O

2ADP + 4 ATP

2NADH + 2H +

(3 carbonos) + 2H 2 O 2ADP + 4 ATP 2NADH + 2H + Glicose +
Glicose + 2 ADP + 2P i + 2NAD + 2 Piruvato + 2 ATP
Glicose + 2 ADP + 2P i + 2NAD +
2 Piruvato + 2 ATP + 2NADH +
2H 2 O

Balanço final da glicólise

Além da manutenção constante da

concentração de ATP a glicólise é importante para a formação de

intermediários glicolíticos que possuem

destinos biossintéticos.

Vias afluentes da glicólise

Glicogênio e amido

Vias afluentes da glicólise Glicogênio e amido Dissacarídeos Monossacarídeos GLICÓLISE

Dissacarídeos

Vias afluentes da glicólise Glicogênio e amido Dissacarídeos Monossacarídeos GLICÓLISE

Monossacarídeos

Vias afluentes da glicólise Glicogênio e amido Dissacarídeos Monossacarídeos GLICÓLISE

GLICÓLISE

Vias Tributárias da Glicólise

Vias Tributárias da Glicólise Glicogênio Fosforilase do glicogênio Glicose 1-fosfato Fosfoglicomutase Glicose
Vias Tributárias da Glicólise Glicogênio Fosforilase do glicogênio Glicose 1-fosfato Fosfoglicomutase Glicose
Vias Tributárias da Glicólise Glicogênio Fosforilase do glicogênio Glicose 1-fosfato Fosfoglicomutase Glicose

Glicogênio

Fosforilase do glicogênioVias Tributárias da Glicólise Glicogênio Glicose 1-fosfato Fosfoglicomutase Glicose 6-fosfato Glicólise

Glicose 1-fosfato

FosfoglicomutaseVias Tributárias da Glicólise Glicogênio Fosforilase do glicogênio Glicose 1-fosfato Glicose 6-fosfato Glicólise

Glicose 6-fosfato

Glicólise
Glicólise

Vias Tributárias da Glicólise

Vias Tributárias da Glicólise Amido Fosforilase do amido Glicose 1-fosfato Fosfoglicomutase Glicose 6-fosfato Glicólise

Amido

Fosforilase do amidoVias Tributárias da Glicólise Amido Glicose 1-fosfato Fosfoglicomutase Glicose 6-fosfato Glicólise Glicólise

Glicose 1-fosfato

FosfoglicomutaseVias Tributárias da Glicólise Amido Fosforilase do amido Glicose 1-fosfato Glicose 6-fosfato Glicólise Glicólise

Glicose 6-fosfato

Glicólise Glicólise
Glicólise
Glicólise

Vias Tributárias da Glicólise

Vias Tributárias da Glicólise Amido ingerido  -amilase salivar Oligossacarídios  -amilase pancreática Maltose ,
Vias Tributárias da Glicólise Amido ingerido  -amilase salivar Oligossacarídios  -amilase pancreática Maltose ,
Vias Tributárias da Glicólise Amido ingerido  -amilase salivar Oligossacarídios  -amilase pancreática Maltose ,

Amido ingerido

-amilase salivar

Oligossacarídios

-amilase pancreática

Maltose, maltotriose e dextrina

Enzimas microvilosidades

Glicose

Glicólise

Vias Tributárias da Glicólise

Vias Tributárias da Glicólise Amido ingerido  -amilase salivar Oligossacarídios  -amilase pancreática Maltose,
Vias Tributárias da Glicólise Amido ingerido  -amilase salivar Oligossacarídios  -amilase pancreática Maltose,
Vias Tributárias da Glicólise Amido ingerido  -amilase salivar Oligossacarídios  -amilase pancreática Maltose,

Amido ingerido

-amilase salivar

Oligossacarídios

-amilase pancreática

Maltose, maltotriose e dextrina

Enzimas microvilosidades

Glicose

Glicólise

Vias Tributárias da Glicólise

Dissacarídeos

Enzimas

microvilosidades

Lactose + H 2 O Sacarose + H 2 O Trealose + H 2 O

D-galactose + D-glicoseLactose + H 2 O Sacarose + H 2 O Trealose + H 2 O D-frutose

Lactose + H 2 O Sacarose + H 2 O Trealose + H 2 O D-galactose

D-frutose + D-glicose

2 D-glicoseLactose + H 2 O Sacarose + H 2 O Trealose + H 2 O D-galactose

Vias Tributárias da Glicólise

Vias Tributárias da Glicólise Músculos e rins Frutose Fosforilação Hexoquinase Frutose 6-fosfato Glicólise

Músculos e rins

Vias Tributárias da Glicólise Músculos e rins Frutose Fosforilação Hexoquinase Frutose 6-fosfato Glicólise

Frutose

Fosforilação

HexoquinaseVias Tributárias da Glicólise Músculos e rins Frutose Fosforilação Frutose 6-fosfato Glicólise

Frutose 6-fosfato

Glicólise
Glicólise

Vias Tributárias da Glicólise

Fígado

Vias Tributárias da Glicólise Fígado Frutose Fosforilação Frutoquinase Frutose 1-fosfato R o m p i m

Frutose

Fosforilação

Tributárias da Glicólise Fígado Frutose Fosforilação Frutoquinase Frutose 1-fosfato R o m p i m e

Frutoquinase

Frutose 1-fosfato

Frutose Fosforilação Frutoquinase Frutose 1-fosfato R o m p i m e n t o Frutose

Rompimento

Frutose 1-fosfato aldolase

Diidroxicetona

fosfato

n t o Frutose 1-fosfato aldolase Diidroxicetona fosfato Triose fosfato isomerase Gliceraldeído 3- fosfato

Triose fosfato isomerase

Gliceraldeído 3- fosfato

Gliceraldeído

Triose fosfato isomerase Gliceraldeído 3- fosfato Gliceraldeído Triose quinase Gliceraldeído 3- fosfato Glicólise

Triose quinase

Gliceraldeído 3- fosfato

Glicólise

Vias Tributárias da Glicólise

Vias Tributárias da Glicólise D-Galactose Galactoquinase Galactose 1-fosfato Série de reações (UDP) Glicose 1-fosfato

D-Galactose

GalactoquinaseVias Tributárias da Glicólise D-Galactose Galactose 1-fosfato Série de reações (UDP) Glicose 1-fosfato

Galactose 1-fosfato

Série de reações (UDP)Vias Tributárias da Glicólise D-Galactose Galactoquinase Galactose 1-fosfato Glicose 1-fosfato

Glicose 1-fosfato

Vias Tributárias da Glicólise

Vias Tributárias da Glicólise D-Galactose Galactoquinase Galactose 1-fosfato Série de reações (UDP) Glicose 1-fosfato

D-Galactose

Vias Tributárias da Glicólise D-Galactose Galactoquinase Galactose 1-fosfato Série de reações (UDP) Glicose 1-fosfato
Vias Tributárias da Glicólise D-Galactose Galactoquinase Galactose 1-fosfato Série de reações (UDP) Glicose 1-fosfato

Galactoquinase

Galactose 1-fosfato

da Glicólise D-Galactose Galactoquinase Galactose 1-fosfato Série de reações (UDP) Glicose 1-fosfato GALACTOSEMIA

Série de reações (UDP)

Glicose 1-fosfato

1-fosfato Série de reações (UDP) Glicose 1-fosfato GALACTOSEMIA Catarata Crescimento deficitário Deficiência

GALACTOSEMIA

Catarata

Crescimento

deficitário Deficiência mental Danos hepáticos

Vias Tributárias da Glicólise

D-manose

Vias Tributárias da Glicólise D-manose Hexoquinase Manose 6-fosfato Fosfomanose isomerase Frutose 6-fosfato Glicólise

Hexoquinase

Manose 6-fosfato

Fosfomanose

isomerase

Frutose 6-fosfato

Glicólise
Glicólise

Regulação da Glicólise

A curto prazo depende:

Necessidade de ATP

Atividade das enzimas alostéricas

Hexoquinase inibida

pela glicose-6-fosfato

Fosfofrutoquinase 1

inibida por ATP e citrato

Piruvato quinase -

inibida por ATP

Concentração dos intermediários metabólicos

Regulação da Glicólise

Regulação da Glicólise

Regulação da Glicólise

Efeito Pasteur

Culturas de levedo aumento no consumo de

glicose por culturas de levedo quando as

condições mudavam de aerobiose para

anaerobiose.

Aerobiose baixo consumo de glicose Anaerobiose alto consumo de glicose

Regulação da Glicólise

A longo prazo depende:

Hormônios (insulina, glucagon) Expressão de genes que codificam enzimas

Qual o destino do

piruvato após a glicólise?

Condições aeróbias Condições anaeróbias
Condições
aeróbias
Condições
anaeróbias
após a glicólise? Condições aeróbias Condições anaeróbias Condições anaeróbias (fermentação alcoólica)

Condições anaeróbias (fermentação alcoólica)

Condições Anaeróbias

Redução do Piruvato a Lactato (Músculo)

Anaeróbias Redução do Piruvato a Lactato (Músculo) Condições de: • Hipoxia (músculos esqueléticos muito

Condições de:

Hipoxia (músculos

esqueléticos muito ativos)

Eritrócitos

Partes submersas de plantas

Bactérias

Passo 6 Oxidação e Fosforilação do Gliceraldeído 3-fosfato

Gliceraldeído 3-fosfato

desidrogenase

3-fosfato Gliceraldeído 3-fosfato desidrogenase Gliceraldeído 3-fosfato (2) 1,3-Bifosfoglicerato (2)
3-fosfato Gliceraldeído 3-fosfato desidrogenase Gliceraldeído 3-fosfato (2) 1,3-Bifosfoglicerato (2)
3-fosfato Gliceraldeído 3-fosfato desidrogenase Gliceraldeído 3-fosfato (2) 1,3-Bifosfoglicerato (2)
3-fosfato Gliceraldeído 3-fosfato desidrogenase Gliceraldeído 3-fosfato (2) 1,3-Bifosfoglicerato (2)

Gliceraldeído 3-fosfato

(2)

Gliceraldeído 3-fosfato desidrogenase Gliceraldeído 3-fosfato (2) 1,3-Bifosfoglicerato (2) Fosfato inorgânico (2)

1,3-Bifosfoglicerato

(2)

Fosfato inorgânico (2)

Condições Anaeróbias

Redução do Piruvato a Lactato (Músculo)

Anaeróbias Redução do Piruvato a Lactato (Músculo) Fígado Glicose Essa reação permite a regeneração do NAD+

Fígado

Anaeróbias Redução do Piruvato a Lactato (Músculo) Fígado Glicose Essa reação permite a regeneração do NAD+

Glicose

Ciclo de Cori

Ciclo de Cori
Qual o destino do piruvato após a glicólise? Condições aeróbias Condições anaeróbias Condições anaeróbias

Qual o destino do

piruvato após a glicólise?

Qual o destino do piruvato após a glicólise? Condições aeróbias Condições anaeróbias Condições anaeróbias
Condições aeróbias Condições anaeróbias
Condições
aeróbias
Condições
anaeróbias

Condições anaeróbias (fermentação alcoólica)

Condições Aeróbias

Condições Aeróbias O PIRUVATO será transformado em acetil-CoA que poderá seguir para o ciclo do ácido

O PIRUVATO será

transformado em

acetil-CoA que poderá seguir para o

ciclo do ácido cítrico

(ciclo de Krebs)

Condições Aeróbias

Condições Aeróbias

Condições Aeróbias

Condições Aeróbias