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Universidade Federal de Campina Grande Centro de Ciências Jurídicas e Sociais Campus de Sousa Curso
Universidade Federal de Campina Grande Centro de Ciências Jurídicas e Sociais Campus de Sousa Curso

Universidade Federal de Campina Grande Centro de Ciências Jurídicas e Sociais Campus de Sousa Curso de Direito

Disciplina: Direito Civil III – Contratos

Professor: Esp. Admilson Leite de Almeida Júnior

Contratos Professor: Esp. Admilson Leite de Almeida Júnior - Professor dos Cursos de Direito da Graduação
Contratos Professor: Esp. Admilson Leite de Almeida Júnior - Professor dos Cursos de Direito da Graduação

-Professor dos Cursos de Direito da Graduação e Pós-Graduação da UFCG/Sousa.

1.0 – CONTRATO DE SEGURO - Prevê o CC/2002: - “Art. 757. Pelo contrato de
1.0 – CONTRATO DE SEGURO - Prevê o CC/2002: - “Art. 757. Pelo contrato de

1.0 – CONTRATO DE SEGURO

1.0 – CONTRATO DE SEGURO - Prevê o CC/2002: - “Art. 757. Pelo contrato de seguro,

- Prevê o CC/2002:

- “Art. 757. Pelo contrato de seguro, o segurador se obriga, mediante o pagamento do prêmio, a garantir interesse legítimo do segurado, relativo a pessoa ou a coisa, contra riscos predeterminados.

- Parágrafo único. Somente pode ser parte, no contrato de seguro, como segurador, entidade para tal fim legalmente autorizada.

- Art. 758. O contrato de seguro prova-se com a exibição da apólice ou do bilhete do seguro, e, na falta deles, por documento comprobatório do pagamento do respectivo prêmio”.

- As definições apresentadas no C.C para contrato de seguro são genéricas, assim como todo o tratamento dado por estes diplomas legais ao instituto. Tendo em vista o imenso campo de abrangência dos seguros na sociedade e a rápida evolução das necessidades sociais, o legislador preferiu deixar para a legislação extravagante a disciplina das diversas sub-especies de seguro. Ao código restou a disciplina geral deste contrato, que, pela sistemática brasileira, é unitária, embora integrado por espécies diferentes.

- “Art. 777. O disposto no presente Capítulo aplica-se, no que couber, aos seguros regidos por leis próprias”.

1.0 – CONTRATO DE SEGURO - Art. 759. A emissão da apólice deverá ser precedida
1.0 – CONTRATO DE SEGURO - Art. 759. A emissão da apólice deverá ser precedida

1.0 – CONTRATO DE SEGURO

1.0 – CONTRATO DE SEGURO - Art. 759. A emissão da apólice deverá ser precedida de

- Art. 759. A emissão da apólice deverá ser precedida de proposta escrita com a declaração dos elementos essenciais do interesse a ser garantido e do risco.

- Art. 760. A apólice ou o bilhete de seguro serão nominativos, à ordem ou ao portador, e mencionarão os riscos assumidos, o início e o fim de sua validade, o limite da garantia e o prêmio devido, e, quando for o caso, o nome do segurado e o do beneficiário.

- Parágrafo único. No seguro de pessoas, a apólice ou o bilhete não podem ser ao portador.

- Art. 761. Quando o risco for assumido em co-seguro, a apólice indicará o segurador que administrará o contrato e representará os demais, para todos os seus efeitos.

- Art. 762. Nulo será o contrato para garantia de risco proveniente de ato doloso do segurado, do beneficiário, ou de representante de um ou de outro.

- Art. 763. Não terá direito a indenização o segurado que estiver em mora no pagamento do prêmio, se ocorrer o sinistro antes de sua purgação.

- Art. 764. Salvo disposição especial, o fato de se não ter verificado o risco, em previsão do qual se faz o seguro, não exime o segurado de pagar o prêmio”.

2.0 – SEGURO: elementos - São elementos dos contratos de seguros, entre outros: - A
2.0 – SEGURO: elementos - São elementos dos contratos de seguros, entre outros: - A

2.0 – SEGURO: elementos

2.0 – SEGURO: elementos - São elementos dos contratos de seguros, entre outros: - A Proposta

- São elementos dos contratos de seguros, entre outros:

- A Proposta, que é, geralmente, um documento emitido pela Seguradora, em formato padronizado, que aborda os limites dos interesses das partes na contratação do seguro e as condições iniciais, bem como valor do prêmio e da indenização;

- A Apólice, que é o documento principal regulador das responsabilidades e obrigações de cada uma das partes e se constitui no contrato instituído pela seguradora, mediante regras impostas pela lei e pelos órgãos oficiais que fiscalizam esta atividade econômica.

- Em várias situações, principalmente nas modalidades de seguro parametrizadas pela lei ou regulamentos de órgãos públicos, pode ser utilizado o bilhete de seguro, que dispensa a obrigatoriedade da proposta e substitui a apólice. O DPVAT, por exemplo pode ser emitido simplesmente via bilhete de seguro, juntamente com o DUT (documento único de trânsito);

- O Estipulante, que é a pessoa física ou jurídica que contrata o seguro a favor de um segurado;

2.0 – SEGURO: elementos - O Beneficiário , que é a pessoa física ou jurídica
2.0 – SEGURO: elementos - O Beneficiário , que é a pessoa física ou jurídica

2.0 – SEGURO: elementos

2.0 – SEGURO: elementos - O Beneficiário , que é a pessoa física ou jurídica a

- O Beneficiário, que é a pessoa física ou jurídica a qual se destina o valor da indenização na hipótese de ocorrência do sinistro previsto na apólice. Em algumas situações o beneficiário poderá ser também o estipulante e o segurado;

- A Seguradora, que é a empresa que recebe o prêmio do seguro contratado e tem a obrigação de pagar a indenização prevista na hipótese de sinistro;

- O Risco, que é o hipotético evento causador do dano físico, moral, ou patrimonial ao segurado e em razão do qual é contratado o seguro;

- O Sinistro, que é a ocorrência do evento danoso previstos na contratação do seguro;

- O Prêmio, que é o valor pelo qual o segurado paga para obter a garantia do seguro e que é recebido pela seguradora como pagamento pela assunção do risco;

- A Cobertura, que é o valor garantido pela seguradora na hipótese de ocorrência do evento danoso denominado de sinistro;

2.0 – SEGURO: elementos - Cosseguro: quando os riscos de um seguro direto são assumidos
2.0 – SEGURO: elementos - Cosseguro: quando os riscos de um seguro direto são assumidos

2.0 – SEGURO: elementos

2.0 – SEGURO: elementos - Cosseguro: quando os riscos de um seguro direto são assumidos por

- Cosseguro: quando os riscos de um seguro direto são assumidos por várias seguradoras. Em casos tais, a apólice indicará a seguradora que administrará o contrato e representará os demais, para todos os seus efeitos (seguradora líder).

- Resseguro: nesta hipótese uma seguradora contrata outra seguradora (resseguradora), temendo os riscos do contrato anterior, aplicando-se as mesmas regras previstas para o contrato regular.

2.0 – SEGURO: elementos - A Carência , que é o período de tempo em
2.0 – SEGURO: elementos - A Carência , que é o período de tempo em

2.0 – SEGURO: elementos

2.0 – SEGURO: elementos - A Carência , que é o período de tempo em que

- A Carência, que é o período de tempo em que o segurado paga a sua contraprestação mas que o segurador não está obrigado a indenizar se ocorrer o evento danoso;

- A Franquia, que é um limite de valor que deverá ser suportado pelo próprio segurado, na hipótese de sinistro, e a partir do qual passa a se responsabilizar a seguradora, tudo conforme estipular o contrato. A franquia é contratual, pode ser maior, menor ou não existir;

- O Rateio, que é uma condição contratual que prevê a possibilidade do segurado assumir uma proporção da indenização do seguro quando o valor segurado é inferior ao valor efetivo do bem segurado;

- O Prazo de Vigência, que representa o período de cobertura do seguro, deve ser examinado e considerado como elemento formador do valor do prêmio. Embora os seguros de uma forma geral sejam contratados por um ano, já existem no mercado várias modalidades de seguro que cobrem períodos de meses, semanas, ou até dias.

- Observação: A renovação dos contratos de seguro não é automática, salvo em alguns contratos com cláusula neste sentido, portanto, havendo interesse do segurado na sua prorrogação, deve procurar a seguradora antes de vencido o prazo de vigência do seguro, sob pena de passar algum tempo descoberto antes da formalização do contrato e do início de sua nova vigência.

3.0 – SEGURO: Características - a) Bilateralidade: todo contrato, por sua natureza convencional, envolve em
3.0 – SEGURO: Características - a) Bilateralidade: todo contrato, por sua natureza convencional, envolve em

3.0 – SEGURO: Características

3.0 – SEGURO: Características - a) Bilateralidade: todo contrato, por sua natureza convencional, envolve em sua

- a) Bilateralidade: todo contrato, por sua natureza convencional, envolve em sua formação dois ou mais centros de interesses, logo são geneticamente bilaterais. No caso, o contrato de seguro é bilateral devido, aos efeitos por ele gerados que, exatamente, a constituição de obrigações para ambos os contraentes, ou seja, há reciprocamente de obrigações.

- b) Onerosidade: não há duvida que o seguro traz vantagens a ambos os contraentes frente a um sacrifício patrimonial de parte a parte: o segurado passa a desfrutar de garantir no caso do sinistro e o segurado recebe o premio. O fato da não ocorrência do sinistro, caso emque o segurador não teria que pagar a indenização, não descaracterizaria a onerosidade, visto que, ainda assim o segurado desfrutara da vantagem de gozar de proteção patrimonial.

- c) Aleatório: pode acontecer de não se fazer necessário o pagamento da indenização em não acorrendo a sinistro, ou, a depender do seguro, pode não se fazer necessário o pagamento do valor integral da contraprestação a que se tem direito.

3.0 – SEGURO: Características - d) De adesão: com a expansão do campo de atuação
3.0 – SEGURO: Características - d) De adesão: com a expansão do campo de atuação

3.0 – SEGURO: Características

3.0 – SEGURO: Características - d) De adesão: com a expansão do campo de atuação dos

- d) De adesão: com a expansão do campo de atuação dos seguros (não só no que diz respeito aos interesses protegidos, mas ao numero de segurados), este contrato passou a ter clausulas e condições pré-estabelecidas impossibilitando o debate e transigência entre as partes. Dessa forma no momento de sua celebração, apenas caberá ao segurador aderir ao que lhe é proposto.

- O fato de ser de adesão não a oposição de clausulas outras acordadas com o segurado, especialmente porque, normalmente, os contratos de seguro já são padronizados trazendo todas as clausulas necessárias. Não podem, todavia, modificar substancialmente o conteúdo do contrato.

- e) De execução continuada: o seguro é feito para ter uma certa duração, ao longo da qual se protegera o bem ou a pessoa. Enquanto o contrato estiver vigente, o segurador é obrigado a garantir os interesses do segurado.

- f) Consensual: grande parte da doutrina afirma que o contrato de seguro estaperfeito e acabado quando se der o acordo de vontades (consenso das partes). Numa primeira analise do art. 758 , CC, poder-se-ia concluir que o seguro seria formal devido a necessidade do documento. Todavia, percebe-se facilmente que o documento exigido não faz parte da substancia do ato, possuindo caráter probatório.

4.0 – SEGURO: Objeto - O seguro dirige-se a proteger a coisa, o risco ou
4.0 – SEGURO: Objeto - O seguro dirige-se a proteger a coisa, o risco ou

4.0 – SEGURO: Objeto

4.0 – SEGURO: Objeto - O seguro dirige-se a proteger a coisa, o risco ou um

- O seguro dirige-se a proteger a coisa, o risco ou um interesse segurável.

- No seguro de vida, o interesse segurável é presumido no caso de beneficiários ascendentes, descendentes, cônjuge e irmãos (art.

790).

- O art. 793 permite a instituição do companheiro como beneficiário, se ao tempo do contrato o segurado era separado judicialmente, ou já se encontrava separado de fato.

5.0 – SEGURO: Risco - O CC estipula o que deve conter o contrato de
5.0 – SEGURO: Risco - O CC estipula o que deve conter o contrato de

5.0 – SEGURO: Risco

5.0 – SEGURO: Risco - O CC estipula o que deve conter o contrato de seguro:

- O CC estipula o que deve conter o contrato de seguro:

- “Art. 760. A apólice ou o bilhete de seguro serão nominativos, à ordem ou ao portador, e mencionarão os riscos assumidos, o início e o fim de sua validade, o limite da garantia e o prêmio devido, e, quando for o caso, o nome do segurado e o do beneficiário.

- Parágrafo único. No seguro de pessoas, a apólice ou o bilhete não podem ser ao portador”.

- Exclui-se do risco o ato ilícito praticado pelo próprio segurado, pelo beneficiado ou representantes ou prepostos de um ou de outro (art. 762).

- O segurador deve pagar em dobro o prêmio, se sabia da existência do risco, quando da contratação (art. 773).

- Estão incluídos na cobertura todos os prejuízos resultantes ou consequentes do risco (art. 779), salvo expressa previsão na apólice.

7.0 – Contrato de seguro: Espécies - A) De dano - Art. 778. Nos seguros
7.0 – Contrato de seguro: Espécies - A) De dano - Art. 778. Nos seguros

7.0 – Contrato de seguro:

Espécies

7.0 – Contrato de seguro: Espécies - A) De dano - Art. 778. Nos seguros de

- A) De dano

- Art. 778. Nos seguros de dano, a garantia prometida não pode ultrapassar o valor do interesse segurado no momento da conclusão do contrato, sob pena do disposto no art. 766, e sem prejuízo da ação penal que no caso couber.

- Art. 781. A indenização não pode ultrapassar o valor do interesse segurado no momento do sinistro, e, em hipótese alguma, o limite máximo da garantia fixado na apólice, salvo em caso de mora do segurador.

- Art. 782. O segurado que, na vigência do contrato, pretender obter novo seguro sobre o mesmo interesse, e contra o mesmo risco junto a outro segurador, deve previamente comunicar sua intenção por escrito ao primeiro, indicando a soma por que pretende segurar-se, a fim de se comprovar a obediência ao disposto no art. 778.

- Art. 786. Paga a indenização, o segurador sub-roga-se, nos limites do valor respectivo, nos direitos e ações que competirem ao segurado contra o autor do dano.

- § 1º Salvo dolo, a sub-rogação não tem lugar se o dano foi causado pelo cônjuge do segurado, seus descendentes ou ascendentes, consangüíneos ou afins.

- § 2º É ineficaz qualquer ato do segurado que diminua ou extinga, em prejuízo do segurador, os direitos a que se refere este artigo.

- Súmula nº 188 do STF - O segurador tem ação regressiva contra o causador do dano, pelo que efetivamente pagou, até o limite previsto no contrato de seguro.

7.0 – Contrato de seguro: Espécies - B) De pessoa - Art. 789. Nos seguros
7.0 – Contrato de seguro: Espécies - B) De pessoa - Art. 789. Nos seguros

7.0 – Contrato de seguro:

Espécies

7.0 – Contrato de seguro: Espécies - B) De pessoa - Art. 789. Nos seguros de

- B) De pessoa

- Art. 789. Nos seguros de pessoas, o capital segurado é livremente estipulado pelo proponente, que pode contratar mais de um seguro sobre o mesmo interesse, com o mesmo ou diversos seguradores.

- Art. 790. No seguro sobre a vida de outros, o proponente é obrigado a declarar, sob pena de falsidade, o seu interesse pela preservação da vida do segurado.

- Art. 796. O prêmio, no seguro de vida, será conveniado por prazo limitado, ou por toda a vida do segurado.

- Art. 797. No seguro de vida para o caso de morte, é lícito estipular-se um prazo de carência, durante o qual o segurador não responde pela ocorrência do sinistro.

- Parágrafo único. No caso deste artigo o segurador é obrigado a devolver ao beneficiário o montante da reserva técnica já formada.

- Art. 800. Nos seguros de pessoas, o segurador não pode sub-rogar-se nos direitos e ações do segurado, ou do beneficiário, contra o causador do sinistro.

8.0 – Pagamento do seguro de vida do suicída - Súmula nº 61 do STJ
8.0 – Pagamento do seguro de vida do suicída - Súmula nº 61 do STJ

8.0 – Pagamento do seguro de vida do suicída

8.0 – Pagamento do seguro de vida do suicída - Súmula nº 61 do STJ -

- Súmula nº 61 do STJ - O seguro de vida cobre o suicídio não premeditado.

- Súmula nº 105 do STF - Salvo se tiver havido premeditação, o suicídio do segurado no período contratual de carência não exime o segurador do pagamento do seguro.

- “Art. 798. O beneficiário não tem direito ao capital estipulado quando o segurado se suicida nos primeiros dois anos de vigência inicial do contrato, ou da sua recondução depois de suspenso, observado o disposto no parágrafo único do artigo antecedente.

- Parágrafo único. Ressalvada a hipótese prevista neste artigo, é nula a cláusula contratual que exclui o pagamento do capital por suicídio do segurado”.

- APELAÇÃO CÍVEL – EMBARGOS À EXECUÇÃO – SEGURO DE VIDA – VIÚVA – HERDEIRA – AUSÊNCIA NO PÓLO ATIVO DA LIDE – IRREGULARIDADE – INOCORRÊNCIA – ART. 798 DO CÓDIGO CIVIL – CRITÉRIO OBJETIVO – CARÊNCIA – OBSERVÂNCIA NECESSÁRIA – AUSÊNCIA DO DEVER DE INDENIZAR – O só fato de a viúva do segurado não ter figurado no pólo ativo da lide executória, não implica irregularidade, haja vista que não se trata a espécie de hipótese de litisconsórcio ativo necessário unitário. O entendimento jurisprudencial pátrio anteriormente à vigência do novo Código Civil firmou-se no sentido de que cabia às seguradoras comprovar que o suicídio seria premeditado, para que pudessem deixar de pagar a indenização securitária decorrente dessa espécie de morte, pois o suicídio não premeditado se equipararia ao acidente, tendo o beneficiário do seguro o direito de receber a indenização correspondente à morte acidental. Não obstante, a partir da vigência do novo Código Civil, essa controvérsia já não mais se sustenta, haja vista a adoção de critério objetivo no próprio texto do seu art. 798 para a exclusão do risco da seguradora para suicídios ocorridos nos dois primeiros anos da contratação. (TJMG – AC 1.0002.07.012891-9/002 – 17ª C.Cív. – Rel. Luciano Pinto – J. 17.12.2008)

9.0 – Pagamento do seguro de vida de segurado embriagado - “Art. 768. O segurado
9.0 – Pagamento do seguro de vida de segurado embriagado - “Art. 768. O segurado

9.0 – Pagamento do seguro de vida de segurado embriagado

9.0 – Pagamento do seguro de vida de segurado embriagado - “Art. 768. O segurado perderá

- “Art. 768. O segurado perderá o direito à garantia se agravar intencionalmente o risco objeto do contrato”.

- O STJ tem manifestado posicionamentos favoráveis e contrários ao pagamento do seguro em caso de embriaguez do segurado.

- Flávio Tartuce ponderá que “não se pode atribuir ao segurado, pelo simples fato da embriaguez, a intenção de agravar o risco, o que seria presumir de forma exagerada a má-fé”.

- Súmula nº 465 do STJ (13/10/2010): “Ressalvada a hipótese de efetivo agravamento do risco, a seguradora não se exime do dever de indenizar em razão da transferência do veículo sem a sua prévia comunicação”.

10.0 – Prescrição - “Art. 206. Prescreve: - § 1º Em um ano: - II
10.0 – Prescrição - “Art. 206. Prescreve: - § 1º Em um ano: - II

10.0 – Prescrição

10.0 – Prescrição - “Art. 206. Prescreve: - § 1º Em um ano: - II -

- “Art. 206. Prescreve:

- § 1º Em um ano:

- II - a pretensão do segurado contra o segurador, ou a deste contra aquele, contado o prazo:

- a) para o segurado, no caso de seguro de responsabilidade civil, da data em que é citado para responder à ação de indenização proposta pelo terceiro prejudicado, ou da data que a este indeniza, com a anuência do segurador;

- b)

da

quanto

aos

demais

seguros,

da

ciência

do

fato

gerador

pretensão;”.

- Súmula nº 101 do STJ - A ação de indenização do segurado em grupo contra a seguradora prescreve em um ano.