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11/05/2017

INSTRUCAONORMATIVADREIN34DE02DEMARCODE2017

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INSTRUÇÃONORMATIVADREINº34DE02DEMARÇODE2017

DOUde03.03.2017

Dispõesobreoarquivamentodeatosdeempresas,sociedadesoucooperativasdequeparticipemestrangeiros

residentesedomiciliadosnoBrasil,pessoasfísicas,brasileirasouestrangeiras,residentesedomiciliadasno

exteriorepessoasjurídicascomsedenoexterior.

ODiretordoDepartamentodeRegistroEmpresarialeIntegração­DREI,nousodasatribuiçõesquelhe

confereoart.4ºdaLeinº8.934,de18denovembrode1994,oart.4ºdoDecretonº1.800,de30dejaneirode

1996,eoart.17doAnexoIdoDecretonº8.579,de26denovembrode2015,e

Considerandoasrestriçõesconstitucionaiselegaisdaparticipaçãodeestrangeiros,pessoasfísicasoujurídicas,

emempresas,sociedadesoucooperativase,especialmente,asdisposiçõescontidasnoDecreto­leinº341,de7

demarçode1938;naLeinº6.815,de19deagostode1980;noart.55,incisoI,doDecretonº1.800,de30de

janeirode1996;Leinº11.598,de03dedezembrode2007e,ainda,nalegislaçãocitadanoanexodesta

Instrução;e

Considerando a Convenção sobre a Eliminação da Exigência de Legalização de Documentos Públicos

Estrangeiros,celebradaemHaia,em5deoutubrode1961,aprovadapeloDecretoLegislativonº148,de6de

julhode2015epromulgadapeloDecretonº8.660,29dejaneirode2016,

Resolve:

Art.1ºOarquivamentodeatodeempresa,sociedadeoucooperativadoqualconsteparticipaçãodeestrangeiro

residentenoBrasil,seráinstruídoobrigatoriamentecomafotocópiaautenticadadodocumentodeidentidade,

emitidoporautoridadebrasileira.

§1ºOsportuguesesnoBrasil,nostermosdoTratadodeAmizade,CooperaçãoeConsulta,entreaRepública

FederativadoBrasileaRepúblicaPortuguesa,promulgadopeloDecretonº3.927,de19desetembrode2001,

gozarão dos mesmos direitos e estarão sujeitos aos mesmos deveres dos brasileiros e deles será exigido documentodeidentidadedemodeloigualaodobrasileiro,comamençãodanacionalidadedoportadore referênciaaoTratado.

§2ºTratando­sedeempresárioindividual,administradordeEIRELI,sociedadeempresáriaoudecooperativa,a

JuntaComercialexigirádointeressadoaidentidadecomaprovadevistopermanente.

§3ºNahipótesedoprocessamentoparaaexpediçãodacarteiradeestrangeiro,estaserásupridapordocumento

fornecidopeloDepartamentodePolíciaFederal,comaindicaçãodonúmerodoregistro.

Art.2ºApessoafísica,brasileiraouestrangeira,residentenoexterioreapessoajurídicacomsedenoexterior,

que participe de empresa, sociedade ou cooperativa, deverão arquivar em processo autônomo na Junta Comercialprocuraçãoespecíficacomprazoindeterminado,outorgadaaoseurepresentantenoBrasil,com poderespararecebercitaçãojudicialemaçõescontraelaspropostas,fundamentadasnalegislaçãoqueregeo respectivotiposocietário.

§1ºOprocuradorconstituídonostermosdocaputdesteartigodeverámencionarseunúmerodeinscriçãono

CadastrodePessoaFísica­CPFemtodososatosdequeparticiparnessacondição,conforme§2ºdoart.34do

Decretonº3.000,de26demarçode1999.

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§2ºApessoafísicadequetrataocaputdesteartigodeveráapresentarfotocópiaautenticadadeseudocumento

deidentidadeeobservaraobrigatoriedadedeinscriçãonoCadastrodePessoaFísica­CPFdoMinistérioda

Fazenda,nostermosdo§1ºdoart.33doDecretonº3.000,de26demarçode1999;

§3ºApessoajurídicadequetrataocaputdesteartigodeveráapresentarprovadesuaexistêncialegale

declaraçãodequefoirespeitadaalegislaçãodopaísdeorigem.

§4ºOestrangeirodomiciliadonoexterioredepassagempeloBrasilpoderáfirmaraprocuraçãoprevistano

caput deste artigo, por instrumento particular ou público, ficando, na segunda hipótese, dispensada a apresentaçãodeseudocumentodeidentidadeperanteaJuntaComercial.

§5ºAprocuraçãoaqueserefereocaputdesteartigopresume­seporprazoindeterminadoquandonãoseja

indicada sua validade; somente será formulada exigência na hipótese em que o procuração tenha prazo determinadoexpresso.

Art.3ºAJuntaComercial,aoarquivaratodeempresa,sociedadeoucooperativadequeconsteparticipaçãode

estrangeiro,emrelaçãoaeste,deveráinformaraoDepartamentodePolíciaFederallocal:

I­nome,nacionalidade,estadocivileendereço;e

II­númerododocumentodeidentidadeemitidonoBrasileórgãoexpedidor.

Parágrafo único. Tratando­se de sociedade anônima, a providência é obrigatória apenas em relação ao estrangeiroquefigurenacondiçãodeadministrador,diretorouacionistacontrolador.

Art.4ºNocasodeindicaçãodeestrangeironãoresidentenoBrasil,paracargosdeadministraçãoemsociedade

empresáriaaapresentaçãodedocumentoemitidonoBrasilsomenteseráexigidaporocasiãodainvestidurano

respectivocargo,medianteaarquivamentodotermodeposse.

Parágrafoúnico.Odispostonocaputdesdeartigonãoobstaoarquivamentodoatodeindicação.

Art.5ºAJuntaComercial,paraoarquivamentodeatocomaparticipaçãodeestrangeiro,pessoa(s)física(s)ou

jurídica(s),deveráverificarseaatividadeempresarialnãoseincluinasrestriçõeseimpedimentosconstantesdo

anexoaestaInstrução.

Art.6ºOsdocumentosoriundosdoexterior,inclusiveprocuração,deverãoserautenticadosporautoridade

consularbrasileira,nopaísdeorigem,devendotaisdocumentosserregistradosemcartórioderegistrodetítulos

edocumentosdoart.129,§6º,daLeinº6.015,de31dedezembrode1973e,quandonãoredigidosnalíngua

portuguesa,seracompanhadosdetraduçãoefetuadaportradutormatriculadoemqualquerJuntaComercial,

excetoodocumentodeidentidade.

§1ºOinstrumentodeprocuraçãolavradoemnotáriofrancêsdispensaovistodaautoridadeconsular,nos

termosdosarts.28a30doDecretonº91.207,de29deabrilde1985,permanecendoaobrigatoriedadedeseu

registroemcartório,conformedispostonostermosdoart.129,§6º,daLeinº6.015,de31dedezembrode

1973,apósserdevidamentetraduzidoportradutormatriculadoemqualquerJuntaComercial.

§2ºAautenticaçãoquetrataocaputdesteartigoficadispensadanocasodosdocumentospúblicosoriundos

dospaísessignatáriosdaConvençãosobreaEliminaçãodaExigênciadeLegalizaçãodeDocumentosPúblicos

Estrangeiros,celebradaemHaia,em5deoutubrode1961,aprovadapeloDecretoLegislativonº148,de6de

julhode2015epromulgadapeloDecretonº8.660,29dejaneirode2016.

§3ºAdispensaaqueserefereoparágrafoanteriorficacondicionadaàcomprovaçãodequeodocumentofoi

objetodoapostilamentodequetrataareferidaConvenção,conformeResoluçãoCNJnº228,de22dejunhode

2016.

Art.7ºOsCidadãosdospaísesdosEstadosPartesdoMercosul,dosAssociadoseEstadosqueposteriormente

venhamaaderireinternalizaroAcordosobreResidênciaparaNacionaisdosEstadosPartesdoMercado

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ComumdoSul­MercosuleAssociados,quecomprovadamenteobtiveremaresidênciatemporáriadedois anos,comamparonoreferidoacordo,poderãoexerceraatividadeempresarialnacondiçãodeempresários, titulares, sócios ou administradores de sociedades ou cooperativas brasileiras, podendo esses atos serem devidamentearquivadosnajuntacomercial,consoantealegislaçãovigente,observadasasregrasinternacionais decorrentesdosAcordoseProtocolosfirmadosnoâmbitodoMercosul.

Art.8ºParaosfinsdestaInstruçãoNormativa,aoindivíduoaquetenhasidoreconhecidaacondiçãode

refugiado, nos termos da Lei nº 9.474, de 22 de julho de 1997, aplica­se o regramento previsto para o estrangeirocomvistopermanente,medianteapresentaçãodecéduladeidentidadecomprobatóriadacondição derefugiado.

Art.9ºAfimdemaiorrapidezesegurançaaoregistro,asJuntasComerciaispoderãoadotarorecebimentodos

documentosexigidosporestaInstruçãoNormativapormeioeletrônico,utilizando­sedeassinaturadigital,

emitidaporentidadecredenciadapelainfraestruturadechavespúblicasbrasileira(ICP­Brasil).

Art.10.QuantoàcopiasautenticadasexigidasporestaInstruçãoNormativa,deveraserobservadoodisposto

noart.38doDecretonº1.800,de30dejaneirode1996.

Art.11.FicarevogadaaInstruçãoNormativanº13,de05dedezembrode2013.

Art.12.EstaInstruçãoentraemvigorem60(sessenta)diasdadatadesuapublicação.

CONRADOVITORLOPESFERNANDES

ANEXO

Restriçõeseimpedimentosparaarquivamentodeatosdeempresa,sociedadeoucooperativadequeconste

participaçãodeestrangeirosresidentesedomiciliadosnoBrasil,pessoasfísicas,brasileirasouestrangeiras,

residentesedomiciliadasnoexteriorepessoasjurídicascomsedenoexterior

RESTRIÇÕESEIMPEDIMENTOS

 

FUNDAMENTO

LEGAL

 

Constituição da

EMPRESADECAPITAISESTRANGEIROSNAASSISTÊNCIAÀSAÚDE É vedada a participação direta ou indireta de empresas ou capitais estrangeiros na assistênciaàsaúde,salvoatravésdedoaçõesdeorganismosinternacionaisvinculadosà OrganizaçãodasNaçõesUnidas,deentidadesdeCooperaçãoTécnicaedeFinanciamento eEmpréstimos.

República

de

1988: Art. 199, parágrafo 3º e Lei nº 8.080 de

19.09.1990,

 

artigo23.

 

Constituição da

República

de

EMPRESADENAVEGAÇÃODECABOTAGEM Somente brasileiro poderá ser titular de firma mercantil individual de navegação de cabotagem.Tratando­sedesociedademercantil,cinquentaporcentomaisumaquotaou ação, no mínimo, deverão pertencer a brasileiros. Em qualquer caso, a administração deveráserconstituídacomamaioriadebrasileiros,ouabrasileirosdeverãoserdelegados todosospoderesdegerência.

1988: Art. 178, Parágrafo único;

ECnº7/1995;e

Decreto­lei nº

2.784,

de

20.11.1940: Art. 1º, alíneas "a" e

 

"b"eart.2º.

EMPRESA JORNALÍSTICA E EMPRESAS DE RADIODIFUSÃO SONORA E DE SONSEIMAGENS As empresas jornalísticas e as empresas de radiodifusão sonora e de sons e imagens deverãoserdepropriedadeprivativadebrasileirosnatosounaturalizadoshámaisdedez anos,aosquaiscaberãoaresponsabilidadeporsuaadministraçãoeorientaçãointelectual. Évedadaaparticipaçãodepessoajurídicanocapitalsocial,excetoadepartidopolíticoe desociedadecujocapitalpertençaexclusivaenominalmenteabrasileiros.Talparticipação

Constituição da

República

de

1988:artigos12,

§1º,e222e§§;

eLei10.610,de

20.12.2002.

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s

seeetuar atravs ecapta sem retoavotoenopo er exce era

ocapta

 

social.Tratando­sedeestrangeirodenacionalidadeportuguesa,segundooEstatutode

Igualdade,sãovedadasaresponsabilidadeeaorientaçãointelectualeadministrativa,em

empresasjornalísticasedeempresasderadiodifusãosonoraedesonseimagens.

 

EMPRESASDEMINERAÇÃOEDEENERGIAHIDRÁULICA

   

Apesquisaealavraderecursosmineraiseoaproveitamentodospotenciaisdeenergia

hidráulicasomentepoderãoserefetuadosmedianteautorizaçãoouconcessãodaUnião,no

interessenacional,porbrasileirosouempresaconstituídasobasleisbrasileirasequetenha

suasedeeadministraçãonoPaís.

Constituição da

de

1998:Art.176,§

1º;ECnº6/1995.

República

SISTEMAFINANCEIRONACIONAL

   

Nãohavendoautorizaçãoespecíficadogovernobrasileiro,évedadaainstalação,nopaís,

de novas agências de instituições financeiras domiciliadas no exterior. É igualmente

Constituição da

vedadooaumentodopercentualdeparticipaçãodepessoasfísicasoujurídicasresidentes

República

de

oudomiciliadasnoexteriornocapitaldeinstituiçõesfinanceirascomsedenopaís,sema

1988:artigo192

referidaautorização.

 

e

ADCT, artigo

Ogovernobrasileiropoderáemitirdecretoautorizando,deformaespecífica,ascondutas

52.

 

descritasacima,quandoresultantesdeacordosinternacionais,dereciprocidade,ouquando

 

fordeinteressedoGovernobrasileiro.

 

EMPRESADETRANSPORTESRODOVIÁRIOSDECARGA

 

Leinº11.442,de

AEmpresadeTransporteRodoviáriodeCargadeverátersedenoBrasil.

05.01.2007: Art.

2º,§2º,incisoI.

 

Leinº6.404,de

SOCIEDADEANÔNIMA­QUALQUERATIVIDADE

O

estrangeiro somente poderá ser administrador, com visto permanente e membro de

15.12.1976 com

a

dadapelaLeinº

nova redação

conselhofiscaldesociedadeanônimaseresidirnoBrasil.Asubsidiáriaintegralterácomo único acionista sociedade brasileira. Tratando­se de grupo de sociedades, a sociedade controladora,oudecomandodogrupo,deveráserbrasileira.

9.457,

de

05.05.1997:

artigos 146, 162

 

e251.

 

EMPRESAAÉREANACIONAL

   

AconcessãosomenteserádadaàpessoajurídicabrasileiraquetiversedenoBrasil;pelo

menos quatro quintos do capital com direito a voto, pertencentes a brasileiros,

prevalecendoessalimitaçãonoseventuaisaumentosdocapitalsocial;adireçãoconfiada

exclusivamenteabrasileiros.

Leinº7.565,de

19.12.1986: Art.

181, incisos I a

III.

EMPRESASEMFAIXADEFRONTEIRA

 

Leinº6.634,de

EMPRESADERADIODIFUSÃOSONORAEDESONSEIMAGENS

02.05.1979: Art.

Ocapitaldaempresaderadiodifusãosonoraedesonseimagens,nafaixadefronteira,

3º, I

e

III; e

pertencerá somente a pessoas físicas brasileiras. A responsabilidade e orientação

Decreto

intelectual e administrativa caberão somente a brasileiros. As quotas ou ações

85.064,

de

representativasdocapitalsocialserãoinalienáveiseincaucionáveisaestrangeirosoua

26.8.1980:

pessoasjurídicas.

 

artigos 10, 15,

EMPRESADEMINERAÇÃO

17,18e23.

 

Asociedademercantildemineraçãodeveráfazerconstarexpressamentedeseuestatutoou

 

contratosocialque,pelomenos,cinquentaeumporcentodoseucapitalpertenceráa

brasileiros e que a administração ou gerência caberá sempre a maioria de brasileiros, asseguradosaestespoderespredominantes.Nocasodefirmamercantilindividual,sóa

brasileiroserápermitidooestabelecimentoouexploraçãodasatividadesdemineraçãona

faixadefronteira.Aadministraçãoougerênciacaberásempreabrasileiros,sendovedada

adelegaçãodepoderes,direçãoougerênciaaestrangeiros,aindaqueporprocuração

outorgadapelasociedadeoufirmamercantilindividual.

 

EMPRESADECOLONIZAÇÃOELOTEAMENTOSRURAIS

Salvoassentimentopréviodoórgãocompetente,serávedada,naFaixadeFronteira,a

práticadosatosreferentesa:colonizaçãoeloteamentosrurais.NaFaixadeFronteira,as

empresasquesededicaremàsatividadesacima,deverãoobrigatoriamenteterpelomenos

cinquentaeumporcentopertencenteabrasileirosecaberàadministraçãoougerênciaà

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maioriadebrasileiros,asseguradosaestesospoderespredominantes.

maioriadebrasileiros,asseguradosaestesospoderespredominantes.
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