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LOCALIZAÇÃO O Estado do Maranhão está localizado na região Nordeste do Brasil, entre os paralelos
LOCALIZAÇÃO O Estado do Maranhão está localizado na região Nordeste do Brasil, entre os paralelos
LOCALIZAÇÃO O Estado do Maranhão está localizado na região Nordeste do Brasil, entre os paralelos
LOCALIZAÇÃO
LOCALIZAÇÃO

LOCALIZAÇÃO

O Estado do Maranhão está localizado na região Nordeste do Brasil, entre os paralelos 1°01’ e 10°21’de latitude sul e os

meridianos 41°48’ e 48°50’ de longitude oeste. É o segundo maior estado do Nordeste, depois da Bahia, com uma extensão territorial de 331.983 km2 , suas dimensões territoriais, corresponde aproximadamente a 4% do território brasileiro e 18% do tamanho do Nordeste. Situa-se numa faixa transicional entre a Amazônia quente e úmida da região Norte e o sertão quente e seco nordestino. É o único estado do Nordeste brasileiro que compõem a Amazônia Legal.

do Nordeste brasileiro que compõem a Amazônia Legal. Pontos Extremos Limites e suas fronteiras naturais Ao

Pontos Extremos

Limites e suas fronteiras naturais

Ao Norte: Ponta do Tacundeo (Carutapera) Ao Sul: Alto Parnaíba (Ma) e Chapada das Mangabeiras em Mateiros (To)

A Leste: Convexidade mais Oriental do Rio Parnaiba - Araioses (Ma)

A Oeste: Confluência do Rio Araguaia com

o Rio Tocantins em São Pedro da Água Branca (Ma)

Ao norte: Oceâno Atlântico

Ao sul: O Estado do Tocantins (Rios Tocantins e Manuel Alves Grande)

A leste: O Estado do Piauí (Rio Parnaíba)

A Oeste: O Estado do Pará (Rio Gurupi)

FORMA OU CONFIGURAÇÃO
FORMA OU CONFIGURAÇÃO

Possui uma configuração de um Trapézio em função do processo histórico de ocupação do território, com a implantação das atividades econômicas. No processo de ocupação do território podemos identificar três vertentes migratórias a saber:

As principais correntes migratórias:

A corrente Litorrânea: Ao longo do litoral ocidental e oriental, nos vales dos rios Itapecuru, Mearim e Pindaré, entre os séculos

entre XVII e XIX, com interiorização da cultura do algodão, Cana – de – Açucar e do Arroz.

A corrente da Pecuária: Criadores oriundos do caminho do São Francisco, chegaram ao Maranhão na região de Pastos Bons, ao

Sul, e ramificou-se por quase todo territorio maranhense, apartir do século XVII.

A Corrente da Seca ou Sertaneja: Um caminho mais recente – ao longo da primeira metade do século XX – em função das

estiagens sertanejas e o declinio da economia da borracha na porção extremo-ocidental do norte brasileiro, a “opção” passou a ser o caminho para o oeste maranhense.

DIVISÃO POLÍTICA Os municípios maranhenses estão distribúidos em cinco mesorregiões geográficas – Norte
DIVISÃO POLÍTICA
Os municípios maranhenses estão distribúidos em cinco mesorregiões geográficas – Norte Maranhense, Oeste Maranhanse,
Centro Maranhense, Leste Maranhense e Sul Maranhense –, em 21 Microrregiões Geográficas e 217 municípios conforme o
IBGE.
01 - Mesorregião Norte Maranhense - É formada pela união de 60 municípios, agrupado em
01
- Mesorregião Norte Maranhense - É formada pela união de 60
municípios, agrupado em seis microrregiões, a saber: Aglomeração
Urbana de São Luís, Baixada Maranhense, Itapecuru Mirim, Lençóis
Maranhenses, Litoral Ocidental Maranhense e Rosário.
02
- Mesorregião Sul Maranhense - É formada pela união de 19
municípios, agrupado em três microrregiões, a saber: Chapadas das
Mangabeiras, Gerais de Balsas e Porto Franco.
03
- Mesorregião Leste Maranhense - É formada pela união de 44
municípios, agrupado em seis microrregiões, a saber: Baixo Parnaíba
Maranhense, Caxias, Chapadas do Alto Itapecuru, Chapadinha, Codó
e
Coelho Neto.
04
- Mesorregião Oeste Maranhense - É composta por 52 municípios,
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agrupado em três microrregiões, conforme segue: Gurupi, Imperatriz
e Pindaré.
05
- Mesorregião Centro Maranhense - É formada pela união de 42
municípios, agrupado em três microrregiões, a saber: Alto Mearim,
Grajaú, Médio Mearim e Presidente Dutra.
MARANHÃO: ASPECTOS FÍSICOS ESTRUTURA GEOLÓGICA E RECURSOS MINERAIS A litosfera ou crosta terrestre, é a
MARANHÃO: ASPECTOS FÍSICOS ESTRUTURA GEOLÓGICA E RECURSOS MINERAIS A litosfera ou crosta terrestre, é a
MARANHÃO: ASPECTOS FÍSICOS
ESTRUTURA GEOLÓGICA
E RECURSOS MINERAIS
A
litosfera ou crosta terrestre, é a camada sólida da Terra
e
apresenta uma espessura variada. A crosta terreste é
constituída por três grandes conjuntos de rochas magmáticas
ou ígneas, semimentares e metamórficas, denominadas de
estruturas gelógicas que se movimentam, em forma de placas
tectônicas, sobre mágma pastoso na camada intermediária
da Terra.
Maranhão em versos
Estrutura Geológica
As estruturas geológicas são:
Os escudos cristalinos,
As bacias sedimentares,
Dobramentos modernos.
A Geologia de uma região é a base material para o
Constituídas de rochas
Sedimentares, magmáticas e metamórficas
Que na litosfera
Encontram-se dispostas.

desenvolvimento de toda e qualquer atividade humana, bem como se configura como ”palco” para a articulação de todos os processos geoambientais possíveis. O território maranhense possui uma formação geologica, onde mais ou menos 90% do seu território estão inseridos nas bacias

sedimentares de cobertura fanerozoica (Eras: Paleozoico, Mesozoico e Cenozoico), enquanto uma pequena parcela, 10% do território, corresponde a terreno pré-cambriano, representados pelo fragmentos cratônicos de São Luís e

o Cinturão Gurupi, compondo o embasamento aflorante

no extremo noroeste do Estado. Por suas características geológicas, as bacias de coberturas sedimentares fanerozoicas hospedam minerais e rochas pertencentes às classes de

No Maranhão, há duas bases geológicas:

Em 90% do território É formação de bacia sedimentar. Formada por ciclos de sedimentação, Sendo Farenozóica-Eons, O tempo geológico de formação.

Por rochas metamórficas e cristalinas Da era pré-cambriana, Formou-se os núcleos cratônicos de São Luis e Gurupi. No norte e noroeste do Estado Abrangendo 10% do território São de afloramento cristalino Em versos, identificado aqui.

4 minerais industriais de uso na construção civil, cerâmica, insumos para agricultura, gemas, recursos energéticos
4
minerais industriais de uso na construção civil, cerâmica,
insumos para agricultura, gemas, recursos energéticos e água
mineral/potável.

Autor: Professor Sucupira

cerâmica, insumos para agricultura, gemas, recursos energéticos e água mineral/potável. Autor: Professor Sucupira
RECURSOS MINERAIS
RECURSOS MINERAIS

Ouro

Os depósitos e ocorrências de ouro concentram-se nos núcleos critalinos do Pré-cambriano de São Luís e Gurupi, no norte e noroeste do estado do Maranhão, principalmente nos municípios de Godofredo Viana, Cândido Mendes, Luís Domingues, Centro Novo do Maranhão e Centro do Guilherme.

Bauxita Ferrosa

O alumínio, metal tão amplamente usado nos dias de hoje

devido as características como leveza, resistência, aparência, entre outras, tem como principal fonte a bauxita – mineral terroso e opaco – encontrado mais comumente em regiões de clima tropical e subtropical. No Maranhão, as reservas estão distribuídas na serra de Pirocaua (município de Godofredo Viana), Ilha Trauíria (município de Cândido Mendes), Itinga

do Maranhão e Bom Jardim, no Noroeste e Oeste do Estado

do Maranhão e Bom Jardim, no Noroeste e Oeste do Estado Da porção centro-sul do Maranhão,

Da porção centro-sul do Maranhão, onde predomina as formas de planaltos – erodido pela ação dos elementos físicos da tropicalidade e principalmente pela erosão fluvial – para direção ao centro-norte, até litoral, há um declive resultante dos depósitos dos sedimentos fluvial e marinho.

resultante dos depósitos dos sedimentos fluvial e marinho. Calcário O calcário é uma rocha sedimentar composta

Calcário

O calcário é uma rocha sedimentar composta por carbonato

de cálcio e magnésio, extraído de jazidas e largamente utilizado na agricultura para neutralizar a acidez do solo. No Maranhão, as reservas estão diluidas pelo território maranhense, mas merece destaques as áreas dos municípios de Balsas, Codó, Imperatriz, Barra do Corda, Grajaú, Tuntum, Presidente Dutra e Caxias OBS: A incorporação de calcário no solo chama-se calagem

A porção centro-sul do Maranhão (Planalto Maranhense),

de acordo com as classificaçoes do relevo existentes, estão

agrupada:

De acordo com Aroldo de Azevedo, faz parte do Planalto central;

De acordo com Aziz Nacib Ab Saber, Faz parte do Palnalto Meio Norte;

De acordo com Jurandir Ross, faz parte do Planalto e chapada sedimentar do Meio Norte

Gás Natural

No segundo semestre de 2010, a empresa brasileira MPX encontrou gás mineral no município de Capinzal do Norte, a aproximadamente 250 km ao Sul de São Luís. As reservas de gás natural na Bacia do Parnaíba, em território maranhense já sendo explorado explorado na microregião de codó e médio mearim nos jazimentos dos campos de Gavião Azul (Capinzal do Norte) e Gavião Real (Santo Antônio dos Lopes)

O Planalto Maranhense, encontra-se dividido em: Planalto

Meridional, Planalto Oriental, Planalto Ocidental e Planalto Central.

ASPECTOS GEOMORFOLÓGICOS As diversas configurações existentes na superfície da terra são chamado de relevo. As
ASPECTOS GEOMORFOLÓGICOS
As diversas configurações existentes na superfície da terra
são chamado de relevo. As as diversas formas de relevo estão
em permanente processo de destruição (erosão) e formação
(acumulação), decorrente das forças endógenas (agentes
internos) e exógenas( agentes externos), que são as forças
originadoras e modeladoras da geomorlogia terrestre ao
longo do processo de sedimentação – Erosão, transporte e
acumulação.
O
território maranhense possui um conjunto de formas de
relevo que combina um litoral – com a planície litorânea
representada por extensas dunas e costões rochosos, as
planicies fluviais ao longo dos seus rios – , com as formas
interioranas, com um relevo de planaltos e a depressão de
Balsas.
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ao longo dos seus rios – , com as formas interioranas, com um relevo de planaltos
A Vegetação é o “Espelho do Clima” VEGETAÇÃO MARANHENSE Os características gerais principais tip os
A Vegetação é o “Espelho do Clima” VEGETAÇÃO MARANHENSE Os características gerais principais tip os

A Vegetação é o “Espelho do Clima”

A Vegetação é o “Espelho do Clima” VEGETAÇÃO MARANHENSE Os características gerais principais tip os de
A Vegetação é o “Espelho do Clima” VEGETAÇÃO MARANHENSE Os características gerais principais tip os de
VEGETAÇÃO MARANHENSE
VEGETAÇÃO MARANHENSE

VEGETAÇÃO MARANHENSE

VEGETAÇÃO MARANHENSE
VEGETAÇÃO MARANHENSE
VEGETAÇÃO MARANHENSE
é o “Espelho do Clima” VEGETAÇÃO MARANHENSE Os características gerais principais tip os de corbeturas

Os

características gerais

principais

tipos

de

corbeturas

vegetais

e

suas

A cobertura vegetal encontra-se distribuida pela surperficie terrestre, formando uma proteção natural do solo. Este revestimento apresenta-se de forma contínua em algumas regiões e, descontínua em outros. A diferença existente entre os tipos formações vegetais existente, refletem as características dos elementos naturais que compõem a paisagem natural. Entre os elementos, o clima, é o que mais influencia na caracterização nos diversos tipos de cobertura vegetal. As influências climáticas sobre a vegetação se manifesta através dos elementos do clima: a temperatura e a umidade por esse motivo as grandes paisagens vegetais estão correlacionada com os tipos climáticos.

O maranhão apresenta uma diversidade de cobertura

vegetal, típicas das condições de transiçao do Meio norte

do Nordeste brasileiro. Em função do caráter transicional, os

tipos de vegetação vão refletir as características das condições

atmosféricas, (variações de temperatura e umidade), das caracteristicas do solo e do baixo relevo

Floresta Amazônica – Está localizada no noroeste e oeste do território maranhense, cobrindo um pouco mais de 35% do teritório. É uma vegetação Ombrófila densa e aberta que reflete a transacionalidade do território. Possui uma grande heterogêneidade de espécies de vegetais, é Latifoliada, higrófila e megatérmica. Desde a década de 1960, sofre antropização com implantação das atividades da agropecuária, madereira e mineração, ampliado o desmatamento na Amazônia Legal, na porção Maranhense.

Cerrado – Cobre as áreas do Centro-sul, algumas “manchas” nas porções Leste e Nordeste do território. É a vegetação

predominante no Maranhão e está adaptada ao clima tropical com dois perídos bem definidos: Chuvos e úmdo bem definidos. Apresenta uma formação arbustva com um elevado grau de endemismo, em solos do tipo latossolos amarelo (Predominante) e desde a década de 1980, sofre com o avaço

– Na confluência com os Estados do Piaui, Tocantins e Bahia

– da sojicultura mecanizada com destaque para os minicípios

de Balsas, Fortaleza dos Nogueiras, Alto do Parnaíba e São Raimundo das Mangabeiras.

a leste. é a 6
a leste.
é
a
6

Matas de Cocais – É a vegetação característca do Maranhão. Possui uma maior concetração nos vales médios dos rios Mearim, Grajaú, Itapecuru e Munim. É uma vegetação Secundária mista com a marcante presença da palmeira de Babaçu. É típica da faixa de transição entre a Floresta

Amazônica, a Oeste; o Cerrado ao Sul e a Caatinga do sertão,

Vegetação litorânea – Encontamos a formação de mangue ao longo do litoral ocidental maranhense (entre a foz do rio gurupí e do rio Periá), as formações de Dunas e Restingas no litoral Oriental, (entre a foz do rio Periá e a foz delta do rio Parnaíba). A vegetação de Mangue é arbustiva e está adaptada ao solo lodoso, halófito, muito orgânico e pobre em oxigênio, de rica biodiversidade. É considerada por muitos a “Maternidade” da vida marinha.

Campos Inundáveis – Localiza-se próximo ao Golfão

Maranhense, de formação herbácea, que no período chuvoso

alagado pelo aumento do volume dos rios que formam a Bacia do Golfão, nos seus baixos cursos.

Carrasco – É uma vegetação de transicão entre o Cerrado e

Caatinga, encontrada em espaços descontínuos na porção leste do maranhão, na fronteira com o Estado do Piauí

e Caatinga, encontrada em espaços descontínuos na porção leste do maranhão, na fronteira com o Estado
Maranhão em versos UNIDADES DE CONSERVAÇÃO Vegetação No Maranhão, Há uma vegetação de transição. O
Maranhão em versos
UNIDADES DE CONSERVAÇÃO
Vegetação
No Maranhão,
Há uma vegetação de transição.
O estado do Maranhão é composto por 26 unidades de
conservação, sendo 14 sob jurisdição estadual e 12 sob
jurisdição federal, divididas em dois grupos (Lei n° 9.985, de
18 de julho de 2000):
É
a mata de cocais,

Com predominio dos babaçuais, Das quebradeiras de cocos

E das trabalhadoras rurais.

No centro-sul maranhense Foi descoberto um novo “ELDORADO”

Com cobertura de vegetação cerrada. Adaptado ao clima tropical, Com duas estações do ano Bem definidas É xeromorfa. De solo pobre em nutriente, Profundo e acido São pelos rios drenado. De porte arbóreo-arbustivo Com arbustos tortuosos

E substratos lenhosos

Nos anos 80, pela sojicultura

A terra foi ocupada

Agora cortada e queimada

É a soja.

A vegetação litorânea,

Da foz do Gurupi ao Delta do Parnaíba

ao norte está.

Na porção litoral oriental Há vegetação Dunas e restingas Vamos encontrar. No litoral ocidental

É composta de mangue,

Em solo salino, úmido, detrítico e lodoso

São halófitos, perene e higrófito.

Para a vida marinha Este ecossistema é essencial,

É considerada “o berço da vida do mar” Com espécies arbustivas e exóticas Apresentam uma feição singular.

A Oeste

A Floresta Ombrófila Densa

Heterogênea, latifoliada, perene Higrófila e autofágica Na Pré- Amazônia maranhense, está localizada.

1. Unidades de Proteção Integral e Unidades de Uso Sustentável.

Reservas Biológicas (REBIO),

Parques Estaduais (PES),

Parques Nacionais (PARNA),

Estações Ecológicas (ESEC) e Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN).

2. Unidades de Uso Sustentável

Reservas Extrativistas (RESEX),

Florestas Estaduais (FLORSU),

Florestas Nacionais (FLONA),

Áreas de Proteção Ambiental (APA).

Unidades de conservação estadual no Maranhão

(APA). Unidades de conservação estadual no Maranhão Unidades de conservação federal no estado do Maranhão Dos

Unidades de conservação federal no estado do Maranhão

Unidades de conservação federal no estado do Maranhão Dos anos cinquenta do século XX para cá
Dos anos cinquenta do século XX para cá Com a antropização praticada: Atividade madeireira, mineradora;
Dos anos cinquenta do século XX para cá
Com a antropização praticada:
Atividade madeireira, mineradora;
Agropecuária e carvoarias
está a degradar
7
Autor: Professor Sucupira
CLIMA
CLIMA

Podemos afirmar que o clima vem ser um conjunto dos fenômenos meteorológicos (temperatura, pressão atmosférica, ventos, precipitações) que caracterizam o estado médio da atmosfera e sua evolução num dado lugar. Sendo assim, as condições climáticas exercem um papel de destaque entre os fatos naturais que compõem o ambiente geográfico e neste sentido, o conhecimento do tipo climático de uma região é um importante subsídio para o planejamento de diversas atividades humanas.

A grande extensão territorial do Maranhão e sua localização geográfica como área de transição entre as regiões amazônica

(úmida) e nordeste (semiárido), favorecem o grande contraste espacial pluviométrico anual, como observado em registros anuais. Na região Noroeste do Estado foi verificado uma média pluviomética de 2.800 mm anual, enquanto no sudeste a média anual é de 1.200 mm.

Com relação à temperatura, o Estado do Maranhão apresenta médias térmicas anuais superiores a 22°C,
Com relação à temperatura, o Estado do Maranhão apresenta médias térmicas anuais superiores a 22°C, devido a sua posição
latitudinal e ao seu relevo, a temperatura do ar é normalmente elevada e uniforme ao longo do ano, as temperaturas médias
anuais mais elevadas são geralmente, registradas no Norte do Maranhão, superior a 27ºc, enquanto no centro-sul ficam entre
25ºc e 27ºc respectivamente. Além da proximidade com a floesta amazônica, outros fatores comtriuem neste comportamento
das condiçoes atmosféricas, notadamente a altitude, a latitude, a vegetação e a continentalidade.
CLASSIFICAÇÃO CLIMÁTICA
A
classificação climática de THORNTHWAITE, 1948, para o Maranhão identifica quatro tipos climáticos, tipos que variam desde
o
clima sub-úmido seco, que predomina no Sudeste, até o úmido no extremo Noroeste.

Os tipos climáticos, de acordo com THORNTHWAITE, 1948, predominantes no Maranhão são:

• Clima úmido tipo (B2), com pequena ou nenhuma deficiência de água, megatérmico, ou seja,
• Clima úmido tipo (B2), com pequena ou nenhuma
deficiência de água, megatérmico, ou seja,
temperatura média mensal sempre superior a 18°C,
sendo que a soma da evapotranspiração potencial
nos três meses mais quentes do ano é inferior a 48%
em relação à evapotranspiração potencial anual
• Clima úmido tipo (B1), com moderada deficiência
de água no inverno, entre os meses de junho a
setembro, megatérmico, ou seja, temperatura
média mensal sempre superior a 18° C, sendo que a
soma da evapotranspiração potencial nos três meses
mais quentes do ano é inferior a 48% em relação à
evapotranspiração potencial anual
• Clima sub-úmido do tipo (C2), com moderada
deficiência de água no inverno, entre os meses
de junho a setembro, megatérmico, ou seja,
temperatura média mensal sempre superior a 18° C,
sendo que a soma da evapotranspiração potencial
nos três meses mais quentes do ano é inferior a 48%
em relação à evapotranspiração potencial anual
• Clima sub-úmido seco do tipo (C1), com pouco ou
nenhum excesso de água, megatérmico, ou seja,
temperatura média mensal sempre superior a 18° C,
sendo que a soma da evapotranspiração potencial
8 nos três meses mais quentes do ano é inferior a 48%
em relação à evapotranspiração potencial anual
Maranhão em versos HIDROGRAFIA MARANHENSE Climas No Maranhão, A situação geográfica, O relevo de baixa

Maranhão em versos

HIDROGRAFIA MARANHENSE
HIDROGRAFIA MARANHENSE

Climas

No Maranhão,

A

situação geográfica,

O

relevo de baixa altitude

E as baixas distancias latitudinais. São fatores que condicionam Formações de climas quentes, Com oscilações tropicais.

Os índices pluviométricos Sofrem oscilações Espaciais e temporais Nas porções norte, sul e central.

No Maranhão,

O Aw, é o tropical com chuvas de verão,

No centro-sul e leste do Estado

O Aw’ é o tropical com chuvas de verão a outono

Tipica do litoral leste

E o Af, no Oeste, o equatorial

Que de acordo com Willian Kopper Nessas porções teritoriais, estão

Cerca de 97% das águas do planeta pertencem a oceanos, mares e lagos de água salgada e a maior parte da água doce estão nas calotas polares, inacessíveis ainda para os seres humanos. Existe apenas 1% de água doce para a vida nos

continentes e ilhas. O Brasil é um país rico em recursos hídricos doce. Há grandes e pequenas bacias hidrográficas alem de reservas de água subterrânea. É histórica a contaminação pelo esgotamento sanitário, efluentes industriais e de resíduo

de

agrotóxico pela sociedade.

Em

função desta situação, em 1997, após um amplo debate,

foi

promulgada a lei 9.433/97, preconizando a água como

sendo um bem publico e um recurso natural dotado de valor econômico é prioritário para o consumo humano. Para ser viabilizada, a bacia hidrográfica é definida como unidade territorial privilegiada a fim de programar umapolítica nacional de recursos hídricos.

Neste sentido conhecer as características da bacia hidrográfica

do Nordeste Ocidental, formada principalmente pelos rios

genuinamente maranhenses é essencial para aproveitamento

de seu potencial e de preservação para gerações futuras.

de seu potencial e de preservação para gerações futuras. O Maranhão é um “Nordeste diferente”. É

O Maranhão é um “Nordeste diferente”. É o Estado

Nordestino que menos se identifica com a característica

maior dessa região: a deficiência de recursos hídricos. É um Estado que apresnta uma invejável rede hidrográfica composta bacias de rios perenes e predominantemente exorreicos. O Estado quase-Ilha, possui uma enorme rede hidrgráfica, diferenciando-se das características gerais

da

Região Nordeste. Estudos indicam que 74% das sedes

Maranhão de condições atmosféricas

É Influenciado pelas massas de ar:

Da CIT - convergência intertropical

Da mEa - dos ventos alísios de nordeste,

E pela massa equatorial continental.

Maranhão. São Luis, sua capital. Com suas chuvas convectivas Barulhentas, rápidas e torrenciais, Ocasionadas pelas ações Das convergências intertropicais.

Em São Luis, Capital do Maranhão, Estado deste Brasil varonil, Ênfase eu vou dar:

As condições atmosféricas agradáveis, Chuvosas, com o ápice em abril.

Procurando esquecer Os meses de setembro a novembro. Quentes, Quase insuportáveis. Saudades não vou ter.

municipais são abastecidas exclusivamente por mananciais 9 subterrâneos (poços). Autor: Professor sucupira
municipais são abastecidas exclusivamente por mananciais
9
subterrâneos (poços).
Autor: Professor sucupira
vou ter. municipais são abastecidas exclusivamente por mananciais 9 subterrâneos (poços). Autor: Professor sucupira
De acordo com a ANA – Agencia Nacional de Águas, as águas maranhenses superficiais abastecem

De acordo com a ANA – Agencia Nacional de Águas, as águas maranhenses superficiais abastecem 21% dos municípios e os 5% restantes são abastecidos tantos por mananciais superficiais como subterrâneos.

Rio Parnaíba

Maranhão em versos

Na bacia limítrofe do rio Parnaíba,

As principais vertentes hidrográficas estão nas porções territoriais do centro-sul do Maranhão: A Chapada das

Drenando as terras do Piauí e Maranhão, És, ó rio Parnaíba

Mangabeiras, a Chapada do Azeitão, as Serras das Crueira,

O

mais importante,

Cinta, Gado Bravo,Serra do Gurupi e Serra do Tiracambu entre outras

E

o de maior extensão.

do Tiracambu entre outras E o de maior extensão. De sua nascente até a sua foz

De sua nascente até a sua foz Em leito pedregoso,

Sinuoso, tendo como principais afluentes:

O rio Balsas, no seu alto curso. É veloz.

Planáltico rio Parnaíba, De drenagem exorréica,

Caudaloso,

Barrento,

Perene,

Piscoso,

Nem tanto.

És um rio muito importante Para a produção de energia. No município de Nova Iorque,

A Usina hidrélétriva de Esperança É Vital. No controle das águas De regime pluvial.

No medio curso, Área de grande concentração populacional,

É visível seu sub-aproveitamento:

Fonte para o abastecimento urbano; Receptor de esgoto sem tratamento; Poluição, efluentes e sua morte Anunciada pelo assoreamento.

As principais Bacias hidrográficas do Maranhão

Genuinamente maranhense Bacia do Litoral oridental – 1 Bacia do Litoral ocidental – 2 Bacia do Pindaré – 3, Bacia do Mearim – 4 Bacia do Itapecuru – 5 Bacia do Munim – 8

Bacias fronteiricas Bacia do Parnaíba – 6 Bacia do Gurupí – 7 Bacia do Tocantins – 9

Rio com coroas, Nos finais de semana, De coroas.

No baixo curso,

Após meandros harmoniosos,

Já cansado,

Depositam os sedimentos transportados. Produzindo as ilhas flúvio marinhas do Delta. Em função da erosão, Transporte e acumulação. Etapas do ciclo de sedimentação.

10
10

Autor: Professor sucupira

Delta. Em função da erosão, Transporte e acumulação. Etapas do ciclo de sedimentação. 10 Autor: Professor
O LITORAL MARANHENSE A população do Estado do Maranhão encontra-se distribuída de forma irregular pelo
O LITORAL MARANHENSE A população do Estado do Maranhão encontra-se distribuída de forma irregular pelo
O LITORAL MARANHENSE
O LITORAL MARANHENSE

A população do Estado do Maranhão encontra-se

distribuída de forma irregular pelo território em função dos fatores histórico, físico e econômico. Em funçao dos fatores de ocupação, o Estado apresenta uma concentração populacional maior no entorno do golfão maranhense – na

mesorregião norte maranhense – e, uma menor concentração populacional nas mesorresgiões sul e centro do Estado.

O litoral do Estado do Maranhão possui extensão aproximada

de

640 km, estendendo-se no sentido oeste-leste da foz do

rio

Gurupi, no extremo oeste maranhense, na divisa com o

Pará, até o delta do rio Parnaíba, no extremo leste, na divisa com o Piauí. É o segundo mais extenso do Brasil, superado apenas pelo Estado da Bahia.

A faixa litorânea do Maranhão possui características

geoambientais diferenciadas que justificam sua divisão em Litoral Ocidental, da foz do rio Gurupí até a foz do rio Periá e Litoral Oriental, da foz do rio Pariá até a foz do rio Parnaíba.

Oriental, da foz do rio Pariá até a foz do rio Parnaíba. A ilha de Upaon-açú,

A ilha de Upaon-açú, ilha maranhense, está situada no norte

do estado, no Golfão maranhense e se encontra entre a

Baia de São marcos, a oeste; a Baia de São José, a leste e pelo Estreito dos Mosquitos ao Sul, separando a ilha da porção continetal. Possui uma hidrografia formada por rios

de pequena extensão. A bacia hidrografica de São Luis pelos

rios Anil, Bacanga, Tibiri, Itaqui, Paciência, Maracanã, Calhau, Pimenta, Coqueiro, Guarapiranga, geniparana, Estiva, Santo

Antonio, Inhaúma e Cachorros

geniparana, Estiva, Santo Antonio, Inhaúma e Cachorr os POPULAÇÃO / URBANIZAÇÃO Os municípios mais populosos do
geniparana, Estiva, Santo Antonio, Inhaúma e Cachorr os POPULAÇÃO / URBANIZAÇÃO Os municípios mais populosos do
geniparana, Estiva, Santo Antonio, Inhaúma e Cachorr os POPULAÇÃO / URBANIZAÇÃO Os municípios mais populosos do
POPULAÇÃO / URBANIZAÇÃO
POPULAÇÃO / URBANIZAÇÃO

POPULAÇÃO / URBANIZAÇÃO

POPULAÇÃO / URBANIZAÇÃO
POPULAÇÃO / URBANIZAÇÃO

Os municípios mais populosos do Maranhão - IBGE (2010)

1. São Luís – 1.014.837 habitantes

2. Imperatriz – 247.505 habitantes

3. São José de Ribamar – 163.045 habitantes

4. Timon – 155.460 habitantes

5. Caxias – 155.129 habitantes

6. Codó – 118.038 habitantes

7. Paço do Lumiar – 105.121 habitantes

8. Açailândia – 104.047 habitantes

9. Bacabal – 101.159 habitantes

10. Balsas – 83.528 habitantes.

IDH- ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil

apresentou melhora em 2013, confirmando uma trajetória de

crescimento constante durante as últimas três décadas, nas três dimensões do índice (vida longa e saudável, educação

e padrão de vida decente). Com um IDH de 0,744, o Brasil

melhorou uma posição em relação a 2012 no ranking de países, aparecendo agora, em 2013, está em 79º entre os

187 países e territórios reconhecidos e pesquisados pela ONU. No Brasil, o Estado do Maranhão com IDH de 0,639,

é o penúltimo, ficando á frente do Estado de Alagoas. O nível de seu desenvolvimento é apontado como médio na classificação oficial das Nações Unidas.

Os critérios utilizados são:

Na saúde: A variável é a esperança de vida ao nascer. Na educação: É a combinação de duas variáveis – média

de anos de estudo da população com 25 anos ou mais e

expectativa de anos de estudo. A renda: A variável é a Renda Nacional Bruta per capita.

Os 5 piores IDHs do Maranhão

Fernando Falcão; IDH de 0.443 Marajá do Sena: 0.452 Jenipapo dos Vieiras: 0.490 Satubinha: 0.493 Água Doce do MA: 0.500

Os 5 melhores IDHs do Maranhão

São Luís – IDH de 0.768

Imperatriz: 0.731

Paço do Lumiar: 0.724 (

São José de Ribamar: 0.708

Os dados do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e

Estatística (IBGE), mostra que o Maranhão é o Estado que detém a menor taxa de urbanização (63,1%) e, ao mesmo tempo, apresenta a maior taxa de população Rural (36,9%)

– o que retrata a situação de ter sido o último Estado

brasileiro a se tronar urbano. Ainda de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base nas informações obtidas pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) – 2012, revelou que o Maranhão possui uma população residente no estado de 6.8 milhões e que a populçao maranhense é composta principalmente de mestiço.

Etnia/cor

68,1% parda ou mestiça 21,1% branca 10,3% negra 0,4% indígena 0,1% amarela.

Balsas: 0.687 11 OBS: Uma das principais características da população maranhense é um processo de
Balsas: 0.687
11
OBS: Uma das principais características da população
maranhense é um processo de intensa miscigenação étnica.
Os agrupamentos básico estão representados nas cores da
bandeira maranhense: o branco, o preto e o vermelho.
étnica. Os agrupamentos básico estão representados nas cores da bandeira maranhense: o branco, o preto e
AGRICULTURA A nescessidade degarantir o alimento levou o homem produzir um processo de seleção de
AGRICULTURA A nescessidade degarantir o alimento levou o homem produzir um processo de seleção de
AGRICULTURA A nescessidade degarantir o alimento levou o homem produzir um processo de seleção de
AGRICULTURA
AGRICULTURA

AGRICULTURA

AGRICULTURA

A nescessidade degarantir o alimento levou o homem produzir um processo de seleção de sementes desde tempos remotos

e ao mesmo tempo, produzir sucessivas transformações no

sentido de desenvolver novas tecnologias na prática agrícola.

Neste contexto de desenvolvimento tecnológico, a agricultura maranhense vem passando por uma nova fase, com a

implantação da agricultura comercial no centro-sul, a partir dos anos 80 com o avanço pela região dos cerrados, que se transformou em um novo “Eldorado” da agricultura. Abriu-se uma oportunidade para uma nova frente agrícola voltada para

o “Agribusiness”. Apoiado nos incentivos governamentais, os

médios e grandes produtores, somados ao grande capital industrial, estão explorando esta região de forma intensiva e, ao mesmo tempo, agravando os problemas ambientais e sociais com uma ocupação sustentada no grande capital,

O desmatamento de grandes extensões de terras que estão produzindo danos irreparáveis ao meio ambiente na chamada ultima fronteira agrícola dos cerrados, que nos traz grandes preocupações. A ocupação e a exploração dos cerrados maranhenses não podem fugir da perspectiva do desenvolvimento sustentável, ou seja, de assegurar o bem estar dos recursos naturais e a preservação e conservação dos recursos hídricos da região, promovendo o equilíbrio entre o desenvolvimento econômico e a sustentabilidade ecológica.

As principais lavouras de agricultura temporária do estado são:

Soja: O cultivo da soja no Meio-Norte do Brasil, concentrou -se nos cerrados do Sul do Maranhão e do Sudoeste do Piauí, em função das condições ambientais favoráveis ao desenvolvimento da cultura e das politicas públicas adotadas para atração dos capitais oriundo do sul do Brasil.

A

partir da década de 1980, a sojicultura passa gradativamente

a

ocupar solos que outrora seria utilizado pela Rizicultura

e

torna os Cerrados maranhenses o “Novo El dorado”

econômico. Os principais municipios produtores de soja do

Estado são: Balsas, Tasso Fragoso, Riachão – os primeiros

a se destacarem na produção – e, no início do século XXI,

outros municípios ganharam evidência na produção de soja, tais como: Alto Parnaíba, São Raimundo das Mangabeiras, Sambaíba, Fortaleza dos Nogueiras e Chapadinha.

Arroz: As primeiras produções significativas de arroz no Maranhão só apareceram na segunda metade do século

XVIII e, desde então, passou a fazer parte da economia

maranhense para consumo interno. Como item importante também para a exportação por muito tempo, na história do Maranhão, as áreas produtivas se ampliaram e avançaram pelos Vales dos rios Mearim, do Itapecuru e na Baixada Maranhense. Atualmente, de acordo com o levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Maranhão

ao longo das safras de 2012 a 2014, manteve a posição entre

os maiores prodotores de Arroz do Brasil. A produção do arroz. Hoje, a produção ocorre com maior intensidade nas microrregiões do Pindaré, Alto Mearim, Grajaú e, também, nas microrregiões das Chapadas do Alto Itapecuru, Presidente Dutra, Imperatriz, Caxias e Médio Mearim

Mandioca: O Brasil ocupa a segunda posição na produção mundial de mandioca. A mandioca é cultivada em todas as regiões do Brasil, assumindo destacada importância na alimentação humana e animal, além de ser utilizada como matéria-prima em inúmeros produtos industriais. Tem ainda papel importante na geração de emprego e de renda, notadamente nas áreas pobres da Região Nordeste. No Maranhão, a produção de Farinha de Mandioca estão em

todos os seus duzentos e dezessete municípios.

Nordeste. No Maranhão, a produção de Farinha de Mandioca estão em todos os seus duzentos e
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Os maiores produtores no Brasil são o Pará, Bahia, Paraná, Maranhão, Rio Grande do Sul

Os maiores produtores no Brasil são o Pará, Bahia, Paraná,

Maranhão, Rio Grande do Sul e São Paulo, No Maranhão, a maior produção de mandioca é observada na região Oeste, Norte e Nordeste. Apesar do crescimento da produção de mandioca em outras regiões – pricipalmente na porção central do Maranhão – a Mesorregião Oeste permanece como maior taxa de produção, com dstaque para os Municípios de Zé Doca, Centro Novo do Maranhão, Bom Jardim, Nova Olinda do Maranhão, Presidente Médici, Pedro do Rosário e Maracaçumé.

Cana-de–açucar: No Maranhão, o cultivo da cana e a

fabricação do açúcar tiveram papel relevante até o século

XIX com a instalação de numerosos engenhos nos vales dos

principais rios – concentrado principalmente no Vale do rio Itapecuru –, posteriormente com a produção açucareira se espalhou pelos vales dos rios Mearim e Pindaré. Atualmente,

o Maranhão, conforme o estudo da CONAB, é o quinto maior

produtor de cana-de-Açúcar do Nordeste brasileiro, atrás de alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.

No chamado período Brasil–Colônia, o Maranhão destacou-

se como o principal polo produtor de algodão e se tornou

um importante produto econômico do Estado entre período colonial até o inicio do século XX.
um importante produto econômico do Estado entre período
colonial até o inicio do século XX. A cotonicultura, além
de expandir a economia, deu ao Maranhão a condição de
pioneiro no Brasil em alguns aspectos do negócio do algodão.
Em fins do século XVIII, o Maranhão foi o primeiro grande
produtor e exportador brasileiro, o que levou o Estado, no
século XIX, vivênciar a denominada “economia do algodão”.
Atualmente o Maranhão é o segundo maior produtor de de
algoão do Nordeste brasileiro.
EXTRATIVISMO VEGETAL
O
extrativismo é uma atividade econômica que faz referência

a toda coleta animal, vegetal ou mineral de produtos

espontaneamente gerados pela natureza. No Brasil, essa atividade marca o início da história econômica com a exploração do pau-brasil e extração das “drogas do sertão”, borracha, madeira, castanha, metais preciosos e cacau são outros importantes exemplos da atividade extrativista ao londo da história econômica brasileira.

O cultivo da cana-de-açúcar embora distribuida pelo território

maranhense, tem sua produção marcante nas Microrregiões

Com relação ao extrativismo vegetal, noterritório maranhense, podemos destacar:

sul

e leste do estado, com forte presença nos municípios de

São

Raimundo das Mangabeiras, Porto Franco e Coelho Neto.

MARANHÃO Áreas de destaque na produção de Cana-de-Açúcar

Áreas de destaque na produção de Cana-de-Açúcar 1. O babaçu – Principal fonte de renda do

1. O babaçu – Principal fonte de renda do Extrativismo vegetal do Maranhão, encontrada principalmente nos vales dos rios Munim, Itapecuru, Mearim, Grajau, Pindaré entre outros rios maranhenses. É um gereador de emprego e renda para milhares de famílias do Estado. Tem no extrativismo da palmeira de babaçu grande força produtiva, tão importante quanto a pecuária e da agricultura.

O Babaçu é matéria-prima na produçao de: 13 Estética - cremes, sabonetes, xampus. Limpeza -
O Babaçu é matéria-prima na produçao de:
13
Estética - cremes, sabonetes, xampus.
Limpeza - detergentes.
Moda - artesanatos, brincos, pulseiras.
Cozinha - farinha, azeite, leite, temperos.
A luta dos movimentos sociais em defesa dos babaçuais e da garantia do emprego e

A luta dos movimentos sociais em defesa dos babaçuais e

da garantia do emprego e renda, levou a aprovação da Lei do Bababaçu livre, em 1997, no município Lago do Junco – localizado na região central – Este processo de conquista, do movimento das quebradeiras de coco, posteriormente, ocorreu também em outros municipios, que aprovaram leis municipais com base no livre acesso aos babaçuais.

Municipios:

Lei n. 05/97 e Lei n. 01/2002 de Lago do Junco, Lei n. 32/99 de Lago dos Rodrigues, Lei n. 255/99 de Esperantinópolis, Lei n. 319/2001 de São Luiz Gonzaga, Lei n. 1.084/2003 de Imperatriz, Lei n. 466/2003 de Lima Campos, Lei n. 52/2005 de São José dos Basílios, Lei n. 01/2005 de Cidelândia, Lei n. 1.137/2005 de Pedreiras

2. Outros:

de Cidelândia, Lei n. 1.137/2005 de Pedreiras 2. Outros: Jaborandi – Típica do Brasil, da Amazônia

Jaborandi – Típica do Brasil, da Amazônia Oriental, sendo o Maranhão o grande produtor nacional. Desta planta extrai- se uma substância denominada policarpina, longamente utilizada na indústria farmacêutica. A maior extração desse produto ocorre nos meses secos no município de Arame, Morros, Barra do Corda, Santa Luzia e São Benedito do Rio Preto.

Extração de Madeira – Avança no oeste do Maranhão, a Pré Amazônia maranhense, de floresta menos densa, pelo fato de está associada ao processo de ocupação da porção ocidental e a implantação de siderúrgicas na região.

INDÚSTRIA
INDÚSTRIA

Merecem destaque:

São Luis – É o principal polo Industrail do Maranhão, possui

o

mais importante complexo portuario da Região Nordeste

e

Norte do Brasil. A economia ludovicense baseia-se na

indústria de transformação de alumínio e alumina através da Alcoa – empresa do consócio da Alumar. Ao lado das industrias de grandes investimentos, destacam-se ainda as atividades tradicionais como alimentícia, bebidas, oleaginosas e de serviços, com destaque para a Indústria do Turísmo.

Imperatriz – Localizada no sudoeste do estado e, nas útimas décadas, está diversificando sua economia. A segunda maior cidade maranhense vem apresentando um crescimento no setor industrial. O grande impulso na industrialização ocorreu, pricipalmente, com a instalação da industria Suzano papel e celulose, a crescente Indústria da contruçaõ civil e a indústria madeireira.

Ao longo do processo de industrialização no Estado do Maranhão, a década de 1970 foi marcante pois adquiriu uma nova dinâmica: De uma economia. agroexportadora

– baseada na economia rural com a pecuária extensiva e na

economia camponesa tradicional – para uma de inserção de grandes projetos industriais com contornos socioeconômicos urbano.

Açailândia – A base da economia de Açailândia está no complexo do PGC (Projeto Grande Carajás). É um dos municípios que integram as áraes que são cortadas pela

Estrada de Ferro Carajás – Açailândia é o município que abriga

a maior extensão de malha ferrofiária, são 123,6 quilômetros

–. No povoado de Pequiá, a ferrovia tem uma estação de grande importância regional pois nesta parada, denominada Açailândia-Pequiá, fica o encontro da Estrada de ferro Carajás com a Estrada de Ferro Norte Sul, que conduz a produção do Centro-Oeste brasileiro, até o Porto de Itaqui, em São Luís. As indústrias de ferro-gusa é uma fonte de empregos e, a Industria madeireira, também vem apresentando um crescimento apartir década de 1980.

A instalação de grandes projetos industriais no estado ao

longo do projeto “Maranhão Novo”, como por exemplo: A instalação Distrito Industrial em São Luís, a implantação do Projeto Ferro Carajás, associado a obras de infraestrutura como a rodoviária (São Luís-Teresina), ferroviária (Ferrovia Carajás) e portuária (Porto do Itaqui) – compondo o complexo portuário de São Luis, com destaque para o Porto do Itaqui, com sua posição geográfica privilegiada em relação aos mercados consumidores asiático e europeu – contribuÍram para atrair novos investimentos do setor secudário da economia. De acordo com a Secretaria do Estado de Industria e Coemércio - SENIC, foram implantados em São Luís, Açailândia, Imperatriz, Porto Franco, Aldeias Altas, Grajaú, Balsas, Bacabeira, Rosário, Timon e Caxias distritos industrias, alguns em fase de construção.

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Altas, Grajaú, Balsas, Bacabeira, Rosário, Timon e Caxias distritos industrias, alguns em fase de construção. 14