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A legalidade e registo oficial de terreiros de

Umbanda e Candomblé em Portugal


Sobre este assunto, tem-se falado muito ultimamente, pois não existe um
Orgão que reja e legalize os templos e os seus dirigentes no território
Português.
Tem-se ouvido falar de Federações e Orgãos representativos, mas são
Brasileiros e o que era necessário, seria uma Federação Portuguesa que
representasse os terreiros portugueses. Não uma unica para a Umbanda e o
Candomblé, pois como se sabe, e infelizmente, existem muitas rivalidades
entre as duas religiões, mas um Orgão representativo para cada religião.
Temos cá, muitos terreiros com aqueles "pseudo" Pais e Mães de Santo, que
não tem qualquer ordem de dirigente espiritual, e se aproveitam da ignorância
e falta de conhecimento das pessoas em geral, e vêem nisso uma maneira de
montar um "negócio fácil".
Isto sem criticar os imigrantes brasileiros, pois também existem muitos
portugueses a virarem Pai e Mãe de Santo em 15 dias.

Só que esta situação, também gerado uma "corrida" em criar e ser o Orgão
máximo em Portugal. Aquele que detém o poder...
E assim tem aparecido por ai anuncios como este:

«AVIZAM-SE TODOS BABALORIXAS, YALORIXAS,TERREIROS DE CANDOMBLÉ E


UMBANDA EM PORTUGAL, EUROPA E ÁFRICA, QUE SE DEVERÃO REGISTAR NA
COORDENAÇÃO PORTUGUESA.
ACESSEM FENACAB - Federação Nacional do Culto Afro-Brasileiro»

fonte: http://www.mazungue.com/angola/index.php?page=Thread&threadID=325

ou:

«AUTORIDADE E ENTIDADE REGULADORA DO


CANDOMBLÉ - UMBANDA / ÁFRICA / EUROPA
http://www.fenacab-coordenacao-internacional-portugal.com/
Para conhecer a autoridade e entidade reguladora do CANDOMBLÉ, UMBANDA, CENTROS DE
CABOCLO em Portugal, restante Europa e países Africanos de lingua oficial Portuguesa, aceda ao nosso
site!

Fica assim a saber como obter alvará para o seu terreiro,


registar os babalorixás / Ialorixás (pais e mães de santo) e outros cargos dentro dos terreiros.
Pode ainda contactar pelo tlm: 962754040.
22-10-2009»

fonte: http://directorio.kazulo.pt/directorio/detailfo/cat_id/223/rec/2678/autoridade-e-entidade-
reguladora-do-candomble---umbanda----africa---europa.htm

comunicados:
«REGISTO DE TERREIROS DE PORTUGAL

Ao abrigo dos estatutos da Comunidade Portuguesa do Candomblé Yorùbá, pessoa coletiva religiosa
yorùbá e afro-brasileira do Candomblé única em Portugal, reconhece o governo português a competência
de gestão, reconhecimento e encerramento dos templos, terreiros, ilê axé, ilé àse, e outras denominações,
de culto do Candomblé de matriz yorùbá-jeje, jeje-nagô, ketu, ijexá, etc., a operar em Portugal.
Por esse motivo considera-se, como efeito imediato que todas as casas de Candomblé de matriz jeje-nagô e
demais variantes, que não se encontrem devidamente registadas na Comunidade Portuguesa do
Candomblé Yorùbá, sendo-lhes atribuído alvará e número de registo, são consideradas ilegais, podendo ser
encerradas a qualquer instante sem aviso prévio.
Do mesmo modo, a Comunidade Portuguesa do Candomblé Yorùbá, não se responsabiliza por quaisquer
atos litúrgicos ou práticas religiosas que tenham lugar em templos não registados, cabendo apenas acolher
as denúncias e agir em conformidade, em nome da verdade e do bom nome da religião professada.
No seguimento do constante neste comunicado online, informa-se a comunidade do Candomblé que para
fins de legalização deverá entrar em contato com a Pessoa Coletiva Religiosa, Comunidade Portuguesa do
Candomblé Yorùbá, através do endereço de correio eletrónico (email) a fim de requerer auditoria e
consequente registo. Mais se alerta para o facto de operarem em Portugal associações que não têm o
reconhecimento legal para procederem a tal registo, anunciando-se ilegalmente como pessoas coletivas
religiosas.
Seja então esta comunicação selada,
pela,
Direção da Comunidade Portuguesa do Candomblé Yorùbá

TEMPLOS REGISTADOS:
Ilé Àṣẹ Ìyá Odò (Casa Branca da Sesmaria Velha) – Ilé Ẹgb Àṣà Ìyá Nàsó Okà on Bàngbóṣé
Ofin Ẹsìn y on Kétu — templo integrante (em estruturação) do espaço sagrado da Comunidade
Portuguesa do Candomblé Yorùbá.
(brevemente novos templos)»

fonte: http://comunidadeportuguesadocandombleyoruba.wordpress.com/registo-de-terreiros-
de-portugal/

na imprensa:

«Arquivo: Edição de 19-08-2010


Sociedade
Os rituais com origem em África ainda são vistos por muitos como bruxaria

Sofia Dias Yéyé Sussu é uma mãe de santo do


candomblé
Diz que foi a primeira mãe de santo
(sacerdotisa) de etnia branca na religião do
candomblé, onde os líderes religiosos são
todos de origem negra. Maria Sofia Dias, de 57
anos, residente em Coutada Velha, concelho
de Benavente, foi educada no catolicismo. A
conversão ao candomblé – ainda vista como
bruxaria – só veio a acontecer depois de
casada e por influência de um amigo
brasileiro.

Na Coutada Velha, os portões abrem-se para uma grande quinta com dez mil metros quadrados
onde se situa a Associação Portuguesa de Cultura Afro-Brasileira. Sofia, ou Mãe YéYé Sussu
como é conhecida, recebe-nos numa espécie de sótão da casa, decorado com trajes africanos e
muitos objectos afro-brasileiros expostos nas paredes. É aqui o templo onde se celebram os
rituais religiosos do candomblé.

A religião do candomblé teve origem nos escravos da Nigéria, do Benim e da República do


Togo, chamado de reino de Yorùbá, e consiste na prática de rituais africanos que foram depois
levados para o Brasil. A palavra em si significa festa e está associada às tradições africanas. O
culto centra-se nas divindades chamadas Orixás, deuses ligado a elementos naturais – como a
água, fogo, ar, terra - e também a elementos sociais - como a justiça.

Sofia veste toda de branco da cabeça aos pés, com um turbante que lhe envolve a cabeça. Ao
fundo da sala há três tambores rituais, denominados atabaques, e o chão está coberto de
pétalas de flores num grande rectângulo destinado às danças cerimoniais religiosas. O aroma
das flores faz-se sentir por toda a divisão, que é um espaço amplo com várias janelas e com
capacidade para conviverem mais de 50 pessoas. Ao canto esquerdo há uma pequena mesa de
café, onde se senta a sacerdotisa quando lança os búzios, o método de adivinhação que serve
para receber as mensagens das divindades.

Sofia sempre se sentiu diferente das outras pessoas. A sacerdotisa conta a O MIRANTE que
desde pequena sempre teve sonhos sobre episódios que aconteciam depois no futuro. O facto
fez com que lhe chamassem “bruxa” e cultivou muitas vezes o medo entre alguns conhecidos.

As visões continuaram ao longo da vida e foram elas que a levaram até ao candomblé. Sofia
tinha um amigo brasileiro filho de santo - que significa que foi iniciado nesta tradição. Depois
de uma viagem ao Brasil, a casa deste amigo, Sofia percebeu que esta religião estava perto
daquilo que procurava. Começou então a sonhar com uma mulher negra baixinha e ligou para
vários templos afro-brasileiros na Bahia até que encontrou a pessoa com quem tinha sonhado,
que também disse que estava à espera de Sofia há já muitos anos. Essa pessoa era a Mãe
Nitinha de Oxum, uma das mais conhecidas mães de santo do Brasil e que integrou a comitiva
presidencial de Lula da Silva aquando das exéquias do Papa João Paulo II.

Sofia regressou a Portugal e trouxe com ela a religião. Começou por envolver os amigos mais
próximos – todos eles portugueses e de classe alta - e por criar, em Janeiro de 2007 a
Associação Portuguesa de Cultura Afro-Brasileira. Neste momento o culto já conta com cerca de
50 a 60 pessoas, das quais cerca de 30 são africanos. “Não há muitos brasileiros”, explica,
“porque a maioria dos brasileiros que estão em Portugal são evangélicos e essa religião faz
guerra às tradições africanas, que consideram tudo o que é africano como demoníaco”.

Da criação da associação até à aceitação do culto religioso foi apenas um passo. A comunidade
portuguesa do candomblé yorùbá foi reconhecida pessoa colectiva religiosa em Janeiro de
2010, o que significa que tem o mesmo estatuto que outras religiões em Portugal como a
comunidade islâmica ou judaica. Isto permite também que possam celebrar os festejos
religiosos na rua, e que crianças nascidas na comunidade possam ser registadas com nomes
yorùbás. Mas esse reconhecimento oficial não impede que esta religião seja alvo de
preconceito.

“Nas festas da Coutada Velha há sempre um cortejo e o padre faz questão de não passar à
nossa porta. Há também crianças que passam e gritam ofensas”, refere tristemente João
Ferreira Dias, filho de YéYé Sussu, acrescentando que um vizinho chegou mesmo a chamar a
polícia durante a celebração do culto. YéYé Sussu não acha que seja preconceito. “As pessoas
das aldeias sempre procuraram – ainda que escondido - aquilo que chamavam as bruxinhas, as
pessoas das mezinhas. As pessoas vão à missa, rezam o Pai-Nosso, mas continuam a ir”,
sublinha. A sacerdotisa sente que tem uma função especial neste mundo. Uma missão. “Ajudar
quem precisa de mim e ir ao encontro do lado que a medicina não é capaz, recorrendo às
forças da natureza.”

O ritual do Xirê

O candomblé é uma religião iniciática, o que significa que quem não é iniciado neste culto não
conhece os segredos da religião nem os rituais privados. No entanto, existem alguns rituais com
celebrações públicas, como o Xirê, ao qual todos podem assistir. No início da celebração tocam-
se os três atabaques (tambores) e ao som ritmado da percussão africana começa o Xirê, com
cânticos alusivos aos Orixás (divindades), cantados em dialecto yorùbá.

Homens e mulheres vestem sumptuosos trajes africanos típicos, de cores vivas, e dançam
então à volta do espaço sagrado, pisando as folhas de várias flores, que formam um tapete de
pétalas pelo chão. Ao pisar as folhas nas danças inalam o cheiro forte, que conjuntamente com
os cânticos, a dança e o ritmo dos tambores pode conduzir à entrada em transe e à possessão
da divindade ou Orixá.

“Ter um Orixá é ter uma espécie de anjo da guarda”, explica a sacerdotisa YéYé Sussu. Esta
comunicação entre o sagrado e o profano pode acontecer até em pessoas que ainda não foram
iniciadas na religião. “Uma menina de 12 anos que não conhecia a religião e que participou no
ritual, entrou em transe”, refere a mãe de santo.”Quando foi tocado o Orixá da menina, eu ouvi
o coração bater e vi-a muito vermelha. Ela estava em estado febril. Enfiei-lhe uma saia pela
cabeça e pus a menina no meio a dançar. A menina dançou melhor do que algumas que já cá
estão há 5 anos. A isso eu chamo nascer e ter (o Orixá)”, conclui.

Na religião do candomblé acredita-se que a pessoa nasce várias vezes e que o que é bom é
estar na terra. Não existe a concepção de pecado nem inferno. Acredita-se na reencarnação
permanente e na predestinação, ou seja, a pessoa já nasce com o seu destino traçado, o qual é
depois revelado pelas divindades.

Diga o que pensa sobre este Artigo. O seu comentário será enviado directamente para a
redacção de O MIRANTE.»

fonte: http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=457&id=67449&idSeccao=7250&Action=
noticia

comentários:

«3 comentários:
Proman disse...
FEUCA...federacão europeia de umbanda e cultos -Afro??????..........
Já pesquisaram quantos filiados têm (e se são europeus) ?????
Quem tem autoridade para fiscalizar terreiros de umbanda na europa???
se calhar alguem com fome de protagonismo, não?
Gostaria de saber quantos terreiros foram triados na Europa, lolololololol?
É brincadeira
6 de julho de 2009 07:29

Anônimo disse...
É verdade que cada vez existem mais terreiros em Portugal e Europa. Em Portugal,
inclusive a maioria dos assistentes e médiuns são Portugueses, assim como muitos
pais e mães de santo. Existe este cadastro que tenta divulgar os terreiros
existentes, que tenham fundamento e estejam realmente representados por
dirigentes espirituais credenciados, embora existam outros tantos, talvez até em
maior numero, desconhecidos, e muitos á margem da lei. Pois, os Pseudo-pais e
mães de santo encontraram em Portugal um espaço propicio para se puderem
afirmar naquilo que queriam ser mas não o são…muito também devido á falta de
conhecimento das pessoas, e á grande fé existente no povo Português, mas que ao
verem um Pseudo-pai ou mãe de santo paramentados, acreditam no que lhes
dizem, no que lhes pedem, e no que lhes cobram, pois devido á falta de
conhecimentos, e por ser algo novo, não tem bases para desconfiar da
credibilidade dessas pessoas.

Lista de Terreiros em Portugal e Europa:

http://sites.google.com/site/terreirosnaeuropa/
5 de dezembro de 2009 18:34

Anônimo disse...
Neste momento existe em Portugal uma carência de um orgão Potugues que
represente e regule tanto a Umbanda como o Candomble.E por causa dessa
situação já se assiste a uma "corrida" e a "guerrinhas" ridiculas na disputa desse tal
"cargo".

Repare-se neste forum postado na Rede Europeia de Umbanda e Candomblé, que


até á data não tem uma unica resposta:

"Criação de uma Federação Portuguesa de Umbanda - Candomblé


Postado por Mistico em 24 novembro 2009 às 22:31

Este é um assunto que não é falado (pelo menos publicamente), mas que precisa
de ser falado e discutido.
De certeza que estas palavras aqui escritas não vão agradar a muita gente, mas
como é do conhecimento geral, é uma tarefa quase impossivel, essa de agradar a
toda a gente...

Eu, no meu ver, e no de algumas pessoas que também pensam do mesmo modo,
acho que se faz necessário, criar um Orgão Nacional (Português), que tutele,
credibilize, e represente todas as casas de culto e seus dirigentes, sejam de
Umbanda, Candomblé, e ou outros cultos similares Afro. Não importando que se
chame federação, associação, união, organização, ou qualquer outra designação, o
que importa é que seja criado.
Já se houve falar para ai de representações de Federações Brasileiras,
representadas cá, e que se intitulam os Orgãos máximos em Portugal, na Europa, e
até imagine-se nos Paises Africanos de lingua portuguesa...como se os Paises
Africanos precisacem de uma Federação Brasileira para lhes representar os seus
terreiros...

Basta raciocinar e pensar no seguinte:

Sendo um Orgão Brasileiro, não tem cá em Portugal, ou em qualquer outro lugar


fora do Brasil, qualquer legitimidade ou poder regulamentar, certo?! Logo, não
pode representar terreiros e casas de culto que estejam em território Português.
Imagine-se a titulo de exemplo, haver cá uma representação da Federação
Brasileira de Futebol, a exigir a filiação dos clubes Portugueses de futebol;
ou uma representação Francesa de Vinicultura, a exigir a filiação dos produtores de
vinho Portugueses...
Nenhum destes exemplos tem lógica, pois não?!

Por isso, seria muito bom, se os dirigentes dos terreiros e casas de culto existentes
em Portugal (e resto da Europa), se entendessem e se organizassem, de forma a
fundar um Orgão que já começa a ser preciso. E que acima de tudo, fosse um
Orgão aberto a todas as linhas e várias formas de culto, dentro da Umbanda e do
Candomblé. E que não discriminasse as diferentes ritualisticas existentes. Além do
mais que, o ainda reduzido numero de terreiros existentes, daria para que cada
dirigente espiritual, ficasse com um cargo administrativo adequado ás suas
capacidades.
Portanto, não importa que o suposto Orgão se chame, Federação x, Associação x,
ou União x, mas que seja criado de raiz em Portugal, que tenha os seus própios
estatutos, e esteja dentro da lei Portuguesa.

???????

Vivemos em democracia, num pais livre, por isso quem quiser diga o que pensa,
pois é falando e conversando é que se chega a uma conclusão.

Tags: -, candomblé, de, federação, portuguesa, umbanda

▶ Responder a esta"

Retirado de :

http://reuca-europa.ning.com/forum/topics/criacao-de-uma-federacao
8 de dezembro de 2009 09:39

Postar um comentário»

fonte: http://oscaminheiros.blogspot.com/2009/03/umbanda-e-candomble-na-
europa.html
E por ultimo, e mais recentemente, podemos ver este post no
blog Noticias e Eventos sobre os Orixás e suas religiões, que pelo
menos dá uma ajuda a como os terreiros e seus dirigentes têm de
proceder para se legalizarem:

« Registo oficial de Terreiros de Umbanda e Candomblé em Portugal


Como se sabe, existe em Portugal muito pouca informação em como registrar
oficialmente um terreiro/templo/casa/ilê, etc, seja de Umbanda, Candomblé, ou
outras religiões afro.brasileiras/amerindias.
Decidimos então fazer uma pesquisa sobre o assunto, e verificamos que existem
muitos templos que se designam como associações e até existem algumas
federações, mas registradas oficialmente, e devidamente acreditadas como
associações religiosas sem fins lucrativos pelo estado Português, existem muito
poucas.

Até á presente data (2010-08-27), e segundo nossa pesquisa no Portal Oficial do


Ministério da Justiça, na página oficial das publicações on-line de acto societário e
de outras entidades, encontrámos as seguintes publicações:

Procurando por: Umbanda

 Data: 2010-07-15 NIF/NIPC: 509489192 Associação Templo Sagrado de


Umbanda
 Data: 2009-10-23 NIF/NIPC: 592008525 Templo de Umbanda Pai Oxalá e
Mãe Iansã
 Data: 2008-12-17 NIF/NIPC: 508757975 Associação Barracão de Xangô -
Terreiro de Umbanda
 Data: 2008-03-27 NIF/NIPC: 508413435 Associação Terreiro de Umbanda
Caboclo Nharauê

Procurando por: Candomblé

 Data: 2008-04-11 NIF/NIPC: 508436893 Ylê Axé Ògun y Odé Oloná Ola -
Associação Luso-Afro-Brasileira de Candomblé

Procurando por: Orixás/Yorubá/Religiões Afro-Brasileiras/e outros

 Data: 2010-03-19 NIF/NIPC: 509347886 AECO - Associação Espirita


Choupana de Oxossi
 Data: 2010-03-22 NIF/NIPC: 509265111 Associação -Templo de Obaluaiê e
Oxum
 Data: 2010-08-05 NIF/NIPC: 509433979 PAYAC - Associação de Yoruba
Afro-Cubana em Portugal
 Data: 2010-05-12 NIF/NIPC: 509401325 ANACAB - Associação Nacional
do Culto Afro-Brasileiro
 Data: 2010-04-16 NIF/NIPC: 509401945 Tenda Espirita 7 Luas
 Data: 2009-07-13 NIF/NIPC: 509062547 Associação Lendas de Aruanda

fontes:

Portal Oficial do Ministério da Justiça - Publicação on-line de acto societário e de


outras entidades

No Instituto dos Registos e do Notariado, no seu portal da empresa, onde se pode


pesquisar nomes de associações e firmas já existentes, da base de dados do
Registo Nacional de Pessoas Colectivas, encontrámos a:

 ATUPO - Associação Templo Umbanda Pai Oxalá, com o NIF/NIPC:


592005313, e a data: 2008-05-02.

fontes:
Portal da empresa do IRN

Encontrámos também no Diário da República, II série 1 de Outubro de 2007


número 189, a edital 804/2007 que diz o seguinte: "Dá-se conhecimento público
que os processos de associações religiosas não católicas, constantes da lista
anexa, anteriormente registadas nesta Secretaria-Geral, foram enviados, ao abrigo
do n.o 3 do artigo 63.o da Lei da Liberdade Religiosa (LLR) e do n.o 4 do artigo
20.o do Decreto-Lei n.o 134/2003, de 28 de Junho, para o Registo Nacional de
Pessoas Colectivas (RNPC), nas datas assinaladas na referida lista, uma vez que
os interessados não requereram, nos termos do artigo 63.o da Lei n.o 16/2001, de
22 de Junho (LLR), e do artigo 20.o do Decreto-Lei n.o 134/2003, de 28 de Junho,
a sua conversão em pessoa colectiva religiosa, ou, tendo requerido, o pedido foi
recusado e não renovado até ao fim do prazo permitido para a conversão, o qual já
decorreu.
Dá-se ainda conhecimento público que os correspondentes registos anteriormente
existentes na Secretaria-Geral do Ministério da Justiça foram extintos nos termos
do n.o 4 do artigo 63.o da LLR e do n.o 5 do artigo 20.o do Decreto-Lei n.o
134/2003.
17 de Setembro de 2007.—A Secretária-Geral, Maria dos Anjos Maltez."

Segue depois no mesmo documento, uma lista anexa de todas as associações


religiosas não católicas registadas até aquela data, da qual faziam parte duas
associações ligadas ás religiões afro.brasileiras:

 Nº de registo: 213 Terreiro de Umbanda Ogum Mege, em Benfica –


Lisboa

 Nº de registo: 199 Centro de Estudos Religiosos Afro-Brasileiros


Candomblé, no Monte da Caparica – Almada

Portanto, todas aquelas associações religiosas não católicas registadas até


aquela data, tiveram de se registar no RNPC e se converterem em pessoas
colectivas religiosas.
Desconhecemos se estas duas associações ligadas ás religiões
afro.brasileiras, continuaram, ou foram extintas.

Fontes:
http://digestoconvidados.dre.pt/digesto/(S(c5ohw4rcaaiudn553hgxhqzi))/Paginas/Di
plomaTexto.aspx

Diário da República, II série 1 de Outubro de 2007 número 189 (PDF)

Obs: Sabemos que existem mais alguns terreiros legalizados e registados


como associações religiosas, mas por razões alheias, não aparecem nas
pesquisas do portal oficial do Ministério da Justiça, talvez até, por serem os
seus registos e a sua fundação, de data anterior aquela em que entrou online o
referido portal da Justiça.

Publicada por Noticias/eventos sobre os Orixás em Sexta-feira, Agosto 27, 2010"

Enfim...e nesta confusão toda, resta esperar que as coisas pelo menos sigam o
caminho mais justo e benéfico para todos.