I o
- VOLUME
40a EDIÇÃO REVISTA E ATUALIZADA
1999
PRINCÍPIOS BUSICOS
MUSICA
P a r a c a n t o e p i a n o (ou h a r m ó n i o )
Ave-Maria
P a r a c a n to e p ia n o
Festas de Natal — Segundo Bilhete Inquietude
PRINCÍPIOS BÁSICOS
DÁ
MÚSICÁ
PÁRA
Á JUVENTUDE
DE ACÕ RDO COM O S P R O G R A M A S D E T E O R IA M U SICAL
DA E S C O L A DE M Ú SICA DA U N IV E R S ID A D E F E D E R A L DO
RIO D E JA N E IR O E D E C A N T O O R FE Ô N IC O D O S E S T A B E
L E C IM E N T O S D E E N S IN O S EC U N D Á R IO .
VO LU ME
1
40a EDIÇÃO REVISTA E ATUALIZADA
1999
A AUTORA
s e te m b r o de 1979
R io
Í N D I C E
Pâgs.
APRECIAÇAO MUSICAL:
Págs.
HINOS (músicas)
M Ú S I C A
I I
N O T A Ç Ã O M U S I C A L
Dó
si si
lá lá ^
4?
/ sol ^
# fá
V . íá \
mi nu \
/ ré ré \
dó dó
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221
- g Z jg -
8 M ARIA LUÍSA DE MATTOS PRIO LLI
J2- w;
V* Ji
linhas 3* lí espaços
1* -li
-lí
-0 - Ä 2 -S r ê = ê =
Linhas e espaços
suplementares
superiores
Linhas e espaços
suplementares
inferiores
O
° o -e- —
o
—
QUESTIONÁRIO I
2 — Claves
Clave de sol
Clave de fá
Clave de dó
Notas na clave de
sol na l.a linha
(desusada)
D) ioL tto
ft.___ « f O ^ _
i -Si -9 -
-irȒ = t l a:
ZOO
S°L Ffl m ;
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Notas na clave de fá na 4 a linha
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F» SoL % 9- ffí t*i RF
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I2C C7 231
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i
Co Sol I
^ n ± _ fct&
3E
^ ?li Ü Ü f P
Notas na clave de dó na 2.a linha
p r in c íp io s b á s ic o s d a m ú s ic a 11
RE Ml
Po -e-
Ffl Sol ,U _ sj -Q~ O
O n
zr
-#■ «6 Po 5í ^ ele.
5oL
QUESTIONÁRIO II
EXERCÍCIOS
. . _ _
1/ — Q— 75 o" ■ 77
i/
J U _ ^ pr 75--------O õ-
12
a
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I
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77 O
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12 M ARIA LUÍSA DE MATTOS PRIO LLI
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^ Ml
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-Q— a— O- X l
-0 — 0 -
3 — Valores
Vejamos:
14 M ARIA LUISA DE MATTOS PRIO LLI
QUESTIONÁRIO III
I I I
D IV IS Ã O P R O P O R C IO N A L D O S VALORES
Vejamos:
ji.f 3 j i J i j j n j T O . r a
18 M ARIA LUISA DE MATTOS PR IO LLI
QUESTIONÁRIO IV
1 — Qual a figura que pode conter na sua divisão tôdas as outras figuras?
2 — Quantas colcheias vale uma semibreve? 3 — Quantas colcheias vale uma
mínima? 4 — Quantas fusas vale uma colcheia? 5 — Quantas fusas vale uma
semibreve? 6 — Quantas semínimas vale uma mínima? 7 — Quantas semifusas
vale uma semiocolcheia? 8 — Quantas fusas vale uma semínima? 9 —■ Quantas
semicolcheias vale uma mínima? 10 — Quantas semifusas vale uma fusa?
EXERCÍCIO
1 V
1 — Ligadura
J)
f - - f f - n --------------------------------------
ê * * * #■ #-■ = ± = t = Y -
-V—#—
—
o J -J
Quando a ligadura vem colocada por cima ou por baixo de sons
de entoação diferente, seu efeito é meramente de execução instrumental
ou vocal, determinando que entre o primeiro e o último som compreen
didos dentro da ligadura não deve haver interrupção e sim, que tais
sons se executam ligadamente (conforme demonstração do professor).
QUESTIONÁRIO V
EXERCÍCIOS
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rs
i -- t 1
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lr\ />} - . J 1» #
k
t _____^
O * *
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— ---- M - V - ■) ■ 1
a
20
C O M P A S S O S
1 — Generalidades
Travessão Pausa
duplo final
QUESTIONÁRIO VI
2 — Compassos simples
2
Vejamos um compasso indicado da seguinte forma: ---- -.
4
j>
A l 7 T , .............1
-f- f- i f f * ----------- ( t r t J L f f j .. fu -
_________ T f t i i
l í lê + S —
p r in c íp io s b á s ic o s d a m u s i c a 23
COMPASSOS BINÁRIOS
COMPASSOS TERNÁRIOS
~ry-.
---
Ih  ü “ ri 1 tm
1) !?
z * / / K J _ * .
r 7 = 7 ^ -- # .
m /ií _ . i. i TZ\ /5 J, T — T. , _
* .. P ¥
-X. /.. I . J . ---i l — U --
P 1 ... .4
1 t iÜ E
p r in c íp io s b á s ic o s d a m ü s ic a 25
COMPASSOS QUATERNÁRIOS
p,
~rJ ^ / çr a j 5? - r i- ~
i V - / 3 0 0 °-
X u ______________ .__________ .
: “ o.'.. / V/ f " # # « -p
X , . . . ?/ •
=— f — :
e s E f l f f • H — LV ^
1 k t m í
r r r =*
Os compassos 4/4, 3/4 e 2/2 também podem ser assim re-
sentados:
4/4 ........................................................................... C ou 4.
3/4 ........................................................................... ou 3.
2/2 ........................................................................... <k ou 2.
2 2
J representando
2
26 M ARIA LUISA DE MATTOS PRIO LLI
2 2
j representando -----
' 4
2 2
/ representando -----
' 8
3 3
j representando -----
' 4
3 3
j* representando -----
8
3 3
J! representando -----
‘ 16
4 4
J representando -----
' " 4
4 4
/ representando -----
‘ 8
4 4
/ representando -----
16 e etc..
QUESTIONÁRIO V II
EXERCÍCIOS
i
) - t /—m— r---- F fe F — f e = l
é —
3 — Separar os compassos:
í Pv
V I
Os t o n s são encontrados:
'
/ X--- -
o ---O -- '--- V ■
u V O
■ O
V 9 X-— ^
-d- °
/ o - --------X!------------------
i ____ ... / r êo -------- ,--------------------
o
-— N r ----------O------
-Q~ ' U --------
QUESTIONÁRIO V III
EXERCÍCIOS
O
32
R E C A P I T U L A Ç Ã O
EXERCÍCIOS
) -9
' o — .___,
jL F=a==-— F? -----------------a —
h IKX *
-------1
—---------- Mr \ o — - zm / : ---------i
CMO- —— i /___ __ _< 1_ __ -L---------a—-
— £
-e -
+ &
2 — Colocar as claves que dêm às notas os seguintes nomes:
Pa R6 Sol 0o SoL o. 56
‘
7 So Ml SoL
-O ■ ’I ------ 1
--- ---- ~n—
— ©---- . O
•jü L. i - 0 --- ©—
l— f - - H l — rr ,*-=■— -n T"
/ I J # • # n - • •
£7 , K ti y
__ __ —V-----------
8 — Completar os compassos:
— =--------------
. .X j* • r ~ 'f > # I
ti- — _Z- -ZL__ "G — - f - ------------- ----- -1
1
7Z r Li -------------- if
33
V I I
A C E N T O M É T R I C O
Compasso binário
1. ° tempo — forte
2. ° tempo — fraco
Compasso ternário
1. ° tempo — forte
2. ° tempo — fraco
3. ° tempo — fraco
Compasso quaternário
1. ° tempo — forte
2. ° tempo — fraco
3. ° tempo — fraco
4. ° tempo — fraco
1. ° tempo — forte
2. ° tempo — fraco
3. ° tempo — meio-forte
4. ° tempo — fraco
34 M ARIA LUISA DE MATTOS PRIO LLI
Exemplo:
F iff Ff f f
>
QUESTIONÁRIO IX
EXERCÍCIOS
__ Marcar o acento métrico dos tempos e das partes de tempo nas melodias
seguintes:
36
V I I I
A L T E R A Ç Õ E S
P------------------------------ J . ________________
/
[t v O I f \7
\ O. . LO___
. I
I
I ..
L x a
*
.
|L
------------ -
V -
* ------ -
-
- -
. 'LT-
_ _
.------
.
“_
QUESTIONÁRIO X
EXERCÍCIOS
abaixou 1 st.
40
I X
(FORMAÇÃO DO TO M )
Há 2 espécies de semitom:
st.
diat.
/► y i
—---------- 4-rv^rV -
........ - ~ ^ ....
£ v« nu. Lo™' -
L- > ' ----- — ■
—^ -
V.
° 4
St- ca.- ST- oUat. st- <=Uc±- $T-(X-
PRINCÍPIOS BÁSICOS DA MÜSICA 41
Segundo os físicos:
f í ;--1
"ÍTo-wv V 9-----
C.0-W V.OIA)
------‘V----------- -
z.
to -- T — ------ ■
4 Co-m.<X6 $ CO^v\<X^j
Segundo os músicos:
/ ITcrvvx ( 9
L.
C A .- J •»st
5 to -i> v \,04 ^1 C o -w ^ o /j
* -- - -- / -----------
1
QUESTIONÁRIO XI
EXERCÍCIOS
1 — Classificar os semitons'
st. cr. ascend.
p
/ ----------------- t r r — = = ~ = ^ r= = = ^j r g - L f i
.o . >o
t y °= . y '
1 '^ Z 2 J to _
p r in c íp io s b á s ic o s d a m ü s ic a 43
st. cr. asc. st cr. desc. st. diat. asc. st. diat desc.
44
1 — Fermata
Curta Longa
1 ^ ~
/ _ jt ; s. " v: -A3) y-M - -» - * v > ' n •8
kty/ii f- f =± f -
PRINCÍPIOS BÁSICOS DA MÜSIÇA 45
2 — Linha de 8.a
Notação
Execução
Notação
A linha de 8.a tem por fim facilitar a leitura das notas escritas
em linhas e espaços suplementares, sendo por êsse motivo empregada
com freqüência.
3 — “Legato” e “Staecato”
T -------- U ---
r . 7^7 * * N n
1( 1
V f L __ ^r___
/ ; f____ j r____ r> u
J1
«
u.
J 1.7 ----------- f ---- m ,
£ a
>/í it i v. -j ~ fi. »-/ r.. . â s.
1. /
V
r - 1
PRINCÍPIOS BÁSICOS DA MÚSICA 47
f)
Notação
I p 3 = p = f s
Execução
Notação
Execução
QUESTIONÁRIO X II
X I
SINCOPE — CONTRATEMPO
1 — Síncope
f f f f
— ------- r- 1 * - .. Notas em tempo fraco
/- - / m____ prolongadas ao tempo
E iz r ____. i __ r u
------------- forte seguinte.
J
Stmtojíl jivtUíbí.
1L ____ Notas em parte fraca de
*— »
p m
tempo prolongadas à par
te forte do tempo seguinte.
L T F
7 is . * v n ,— -
/ /_ _ __ __ _ f - J ^
___
_A _
_ E_
_ * .
icT7) r
--------------^4——
2 — Contratempo
9
v-ft---------------------------
r ' * ’/- > — » — ------- > » a
7:
L /
=v, # 7 T
-t s i
rr\ A s [7 W j / 1 7 V
t ~ c ~~ <■ 1 - 11
QUESTIONÁRIO X III
EXERCÍCIOS
1 — Assinale as síncopes:
50 M ARIA LUISA DE MATTOS PRIO LLI
4 — Assinale os contratempos;
X I I
I N T E R V A L O S
t A. ____ Lí:
/ — 9^------ — ^ --------
b *— **-------- ----- -- i--- ^ ■ y ---- ^..--------
-- rr
T 7 --- T -5*4--- X*— . s.. - ! r . • v
r-0- o ° • ■9-' 0 -'
Intervalo
simples
J2________
Intervalo
composto
p
52 M ARIA LU1SA DE MATTOS PRIO LLI
maior
menor
Intervalos de 2.a, 3.a, 6.a e 7 a <
aumentado
diminuto
{
justo
aumentado
diminuto
-£ • f
...........^ S
---------------------------J --------- ^ ^
—
------------ ^ “ j y t
+7 -------------------------------- <Â
\ V T W * V - - ■ TJ ä 5
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S O T V A H 3 IN I SOd OHOVÍ1Ò
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54 M ARIA LUÍSA DE MATTOS PRIO LLI
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L " * ____ / ______________________ .. L i i ____/ _____ ____________________ i/T > f i.A iu r
j & -e -
2.as — são tôdas maiores (dó-ré, ré-mi, etc.), com exceção de mi-fá
e si-dó que são menores.
p r in c íp io s b á s ic o s d a m ü s ic a 55
)
/ ------II --------
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J
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J S- -* J 9 -
(-4-0<vw
H/V£
w•
d^
i ,77
IP t e
-6twu.t ■CAjCrtwkt.
**'VvvUv ' —"
Intervalos
consonantes
(variáveis)
Intervalos
consonantes
(invariáveis)
Í
2.as e 7.as maiores e menores e
todos os intervalos aumenta
dos e diminutos.
58 M ARIA LUISA DE MATTOS PRIO LLI
QUESTIONÁRIO X IV
EXERCÍCIOS
52-
jaffs
i 5 S 355StÈ2á£22=
J^ex-c.t*r>^clg/VYtc É ü
*v*w clt-Ço
PRINCÍPIOS BÁSICOS DA MÜSICA 59
/ 'vvnaíVo
/
X . . . ....... ,L ,<crs,. - ir
1
Y-. » —q — * *— o * rs li. f
X. 7 O "-X- # L
1j frlT '
| 5 - '^xÃta.
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3 £>.. .. - o ■— F
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J' i 11
\ C^ivvftO-vuvvCt
r •^y^gjvi.cLA^j.
ff= ^ I1 ■ o * " — 1F F = , " o I 0 1— — — •- Z . IU
—P ã o í
rja— ~ x r o
1 l f ° r 11 o 1 1
PRINCÍPIOS BÁSICOS DA MÚSICA 61
8 — Analisar os intervalos:
/ >^vvwbLC^ CxJrworfAAíxo:
i /? ' , _ \ ... . m
/ / n 'VvutcaUl. oa -c a iw i L. : ?5 . ...
h t ■ II- .' n ....... -— '
1 'V v « .< ^ c t f .£ o
K ■■■■ ii
flff li / " =
ICC
62
X I I I
Modo Maior
t o n s — do I para o II; do I I para o III;
do IV para o V; do V para o VI;
do V I para o V II.
Escala de Dó maior
p r in c íp io s b á s ic o s d a m o s ic a 63
’Y
-r ^ ^ -
-j ^ ^ o
V V ^ --- : . ^ jTv } C7 v
V 1___________£ ___ ________o _____ y ______ ______________________________ ___
iV i rsc T3C m
Escala de Dó menor
2 — Graus modais
N
/.7.
lZh»____ _________I___________ « ____ r » ------® ----- ----------------------
c* S ^ K j a ^ _
4- O 3 =õf
3
Escala de Dó menor ou tom de Dó menor
64 M ARIA LI) ISA DE MATTOS PRIO LLI
3 — Graus tonais
É
TSE? X
Escala de Dó maior (graus tonais)
Ä "p ç
QUESTIONÁRIO XV
e x e r c íc io s
J, 1 1 1 í X X
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Q — i
—
. a . :
H
H
I 1 T ^ X
1 X
Vejamos:
Sol maior
Ré maior
Lá maior
Mi maior
Si maior
Fá $ maior
Do | maior
70 M ARIA LUÍSA DE MATTOS PRIO LLI
/ .... ■ 1
—H .... . Escala de Fá maior
Í7 ^ ___ \ 1...... ' " '
V / 1 ^ a ---------- -------
(tom de Fá maior)
à 1 w * s
Ei-las:
72 . . _
1 ,
ZZ LU. _-- Z—--
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V . J L í] ;
1 /TJT'IJ___
----------------
117
7
( y* 2 - ~
ÍT 7 T T
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PRINCÍPIOS BÁSICOS DA MÜSICA 73
Fá maior
Si b maior
Mi b maior
Lá b maior
Ré b maior
Sol b maior
Dó b maior
74 M ARIA LUISA DE MATTOS PRIO LLI
#■
f * f f r \ tf f ,1
C_i
EXERCÍCIOS
t9-
É O 'Q-
-o ■O --- ^ --------1
-% ' vTif
A modificação introduzida foi a alteraçao ascendente do V II grau,
formando assim intervalo de semitom do V II grau para o V III. Esta
alteração produz um intervalo de 2.a aumentada do V I para o V II.
Dá-se a esta forma da escala menor o nome de harmônica.
( ï
-&
T TT I
I î Î TL TH m.
Entretanto, para evitar êsse mesmo intervalo de 2.a aumentada,
considerado como de difícil entoação, usa-se uma outra forma com as
seguintes modificações: na subida da escala coloca-se alteração ascen
dente no V I e V II graus; na descida, a escala conserva as mesmas
notas da forma primitiva.
Mi menor — 1 $
Si menor — 2 |
Fá # menor — 3 J
Lá $ menor — 7 |
PRINCÍPIOS BÁSICOS DA MÚSICA 79
Ré menor — 1 jj
Sol menor — 2 \y
Dó menor — 3
Pá menor — 4 jj
Si [j menor — 5 jj
Mi jj menor — 6 ),
Lá ^ menor — 7 ^
80 M ARIA LUISA DE MATTOS PRIO LLI
ã uTç-----------------------------------
^ o
n -------------------------------------------------- (harmônica)
__________________________
& o ° ~ 'TOE
Lá menor
(modêlo)
t ” - (melódica)
Í7 _____ 17-4. _______ 7■
3_
— V I A .
-9-0 O ^ ' 1 ° 0 —
k '-BC o
(harmônica)
1 Jü
Mi menor
I
(melódica)
=6^5=
s£ a r
(melódica)
~õ & ° ° 1 ' h l ã r
PRINCÍPIOS b á s ic o s d a m ü s ic a 81
l
-o- F (harmônica)
s 'J X
T T
Fá $ m enor
33zê:
z z r O- g t e f e Q-V a o, (melódica)
4 -P --Q
(harmônica)
0
t i
Dó $ m enor
(melódica)
-9- O v "VI W o -e-
ir o -o- (harmônica
^ 3
¥==ã=n
0T
Ré jf m e n o r
(melódica)
............... ... ^ ± 2T
o °-.r
T F
Tf VH
82 M ARIA LU ISA DE MATTOS PR IO LLI
(harmônica)
Lá $ m enor
xo . ^ = zr
i (melódica)
=Z2=
n yh
(harmônica)
b y ------- r a ° f ~ I '
V i r - —n o 9 —
O- vJl
Ré m enor
f ,______ ,
r ------------------- 1---- 1 a
ia 9 n ~_____________
b t t ---------:—n o My ' i (melódica)
----------- - O -----
X T =HFo “ v -------- —
2 ~ n ro 'a n
J. 17 ° o r' ------------- -
: (harmônica)
V- y z õ ~ o ~ ~ '~ z : ~ 7 ------------
Sol m enor
Dó m enor
(melódica)
PRINCÍPIOS BÁSICOS DA MÜSICA 83
)
/ __Lhl/_______________ L ^ n
a a B ô 0 ________________ _ marmomuai,
/
1 )____ r-, n u _______ 1_________________________________
V j n ^
Fá menor
1
J. t,
Ui ....... . 1 I /•> i 1 . .
1 y A~~n Q v "n ------ 0 * -------------- (melódica)
L i. L | u— -------------- ^ --------
V* Cl V -------------------------------------------------V p ---
(harmônica)
Si [5 menor
(melódica)
(harmônica)
Mi \) menor
(melódica)
(harmônica)
Lá menor
(melódica)
84 M ARIA LU ISA DE MATTOS PRIO LLI
QUESTIONÁRIO X V II
'N
1 —) Qual a escala modelo do modo menor? 2 — Dê o nome das notas que
formam a primitiva escala modêlo do modo menor. 3 — Porque foi modificada
a forrpü primitiva do tom de Lá menor? 4 — Qual a modificação introduzida
nesta escala? 5 — Além de formar o semitom do V II para o V III grau, qual o
outro intervalo produzido por esta alteração? 6 — Como se chama esta forma de
escala menor? 7 — Onde se encontram os semitons na escala menor harmônica?
8 — E os intervalos de tom? 9 — E o de 2.a aumentada? 10 — Por que razão
foi constituída a 2.a forma da escala menor? 11 — Quais as modificações
introduzidas na escala primitiva para constituir a 2.a forma de escala menor?
12 — Como se chama a 2.a forma da escala menor? 13 — Quando é que o V II
grau passa a chamar-se subtônica? 14 — Porque? 15 — Dessa duas formas,
harmônica e metódica, qual é a que melhor caracteriza o modo menor? 16 —
Porque? 17 — Partindo da escala modêlo (Lá menor) como fazemos para
encontrar as demais escalas menores? 18 — Quais são as escalas menores
com armaduras de $ ? 19 — Quais são as escalas menores com armaduras de ?
20 — De quantos tons é composto o grupo das escalas menores? 21 — Por que
razão o V I grau se chama modal variável ou móvel? 22 — Qual o nome dado
ao I I I grau? Porque?
PRINCÍPIOS BÁSICOS DA MÜSICA 85
EXERCÍCIOS
| ''rn_L <-w\e/Y\.QA.
/ ■ff*/-} . - r
r. __L_______ f i j í _______ L
7 r
Z
] ^o&lcCo
Soí 'Vv^eryxUA.
6 — Escalas relativas
7 — Escalas homônimas.
Exemplo:
Exemplo:
QUESTIONÁRIO X V III
EXERCÍCIOS
í maiores — I , I I I e IV graus
2.as j menores — II, V e V II graus
[ aumentada — V I grau
PRINCÍPIOS BÁSICOS DA MÚSICA 89
[ maiores — I I I , V e VI graus
3. a3 -j
1 menores — I, II, IV e V II graus
í justas — I, II, I I I e V graus
4. as j aumentadas — IV e V I graus
f diminuta — V II grau
í maiores — I, I I I e V I graus
7. as | menores — II, IV e V graus
l diminuta — V II grau
QUESTIONÁRIO X IX
EXERCÍCIOS
R i'wv.CuLqa.
-wCfcW vf, CA.tywN.ev.t •
IO
ü
g-°
T 5-
O<wo-<Xt£ o
-L b 'V v ^ .G .V .O A . . d >c£
1. °) na armadura da clave.
Ré maior
ou Si menor
h \ fi p - # —e*£t-
ê
4 = = í -- j ----
/f,H 3 S = f F J\ 1 ^ f w W________
O - L - f - ----- -- —#----- -
Exemplo:
/ U \l :~ — ( 4 = T ,n (\ : :=r = ¥ ~ * m * m\ : t
--------;
Sol menor.
QUESTIONÁRIO XX
EXERCÍCIOS
X V
1 — Compassos Compostos.
Chamam-se compassos compostos aqueles cujos tempos têm divisão
ternária, isto é, a unidade de tempo é preenchida por uma figura
pontuada.
u.T.
-------------------------------------------------------a
i ------r - T ------m —w ~ b
[7 -S-/7 — r r t
—
— r— —
r —K i —[ m .z _______
■
■
F = = —
I u/vu.ola.cU. t •t -Vovtví
QUADRO DE TODOS OS COMPASSOS COMPOSTOS
COM SUAS UN ID AD E S DE TEMPO E COMPASSO
Compassos binários
1 - U.C.
1 H/ \dí- -ptn J=p - -----------------
€ 1 1m
^ --------------- _____ — i— r
- • r*------
--1----- £ K^-9—[------1---- i_j
- f .—
. .1.u
1 1
j tV —- f r ------ — jr — — :
V- 1 : E p ü
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Lí 1 // i i lí t,
xtJLZfcü—
! M
S6 M ARIA LUISA DE MATTOS PR IO LLI
Compassos ternários
J J .f . U- 0-
7
•*•7 rt- v±- ~ is t7~ i V • 1
h ■\ A r* r* t a n ... .1 1
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§ fc - 1
I- ■ L* r — y .................... ■ i -
^ y F j A ~ . ...
H H 9---- 1
PRINCÍPIOS BÁSICOS DA MÚSICA 97
Compassos quaternários
j u T U O .
9 uT- ti- C . -/j,. . _________________________ _______ 11
/ il» a - a - o - CJ- r— • n
A - ft /■—trtr* rri .—trtz—trt~.—- 1" "
í t y /Jh ■- í—
J
-Q- -
Tf T / V 1_____^ ^ _____^
____
1
X i Y ____ 1 * • P- * # -
TL ^
r y - T 9 F 3
6 2
.— é.
8
Os compassos compostos mais
9 3
- J. usados são os que têm para deno
4
minador os números 8 e 16.
12 4
- = /•
16
etc.
f f
y " ~r v « 1
" "* ir~ 9 ------ •■
í — ------------
f t f F f f F {■ f
A marcação dos tempos dos compassos compostos é idêntica à
dos compassos simples, entretanto, em andamentos lentos, pode ser
facilitada marcando-se também os terços de tempo.
•*
2 — Compassos Correspondentes.
Exemplo:
f 2 /8 unidade de tempo — /
Correspondentes -j
[ 6/16 unidade de tempo — /.
Exemplo: 3 X 3 9
8 X 2 16
s i m p i .e s COMPOSTO
unidade de tempo j unidade de tempo j\
Exemplo: 9 H- 3 3
8 -T- 2 4
COMPOSTO SIMPLES
3 — Análise de Compassos.
QUESTIONÁRIO XXI
EXERCÍCIOS
r f --------------------- r
r7 .i v--------
p ft—a:----------- #
Lfvz. ... __ *> i r /At U 7 U.
K./L.Lf-----J__ '■■4* p 7------------
-------------------
PRINCÍPIOS b á s ic o s d a m ü s ic a 101
2 — Separar os compassos:
l
^ rrp ^ rr íT T f-g ; gru
(O
v v . s t n -?
I
3 — Analisar os compassos: 6/8, 9/16, 12/16, 9/8 e 6/16.
X V I
1 — Sinais de repetição.
—t
>
L. __________________ iJ J --------------------- r l
L i i _________________________ i j l ' * 1
1 ___________________________11 1
p r in c íp io s b á s ic o s d a m ü s ic a 103
2 — Sinais de abreviatura.
QUESTIONÁRIO X X II
EXERCÍCIOS
r ---------- 7 ^ -
T t
»
X V I I
Q U I Á L T E R A S
E D IM IN U TIV AS )
1 — Generalidades
Exemplo:
p, *í 3 5
-»—#----- 1 1 *----- --------- r r *---
V / / Lj 1 \ :
■J---------------- -1------------ J --------------_ -
CG*>
J V . ________ 1 1 1 1
...... 1
| r I tH-,---------- Q d— -------- 4 —d—d 4 4-------------------------
d - J —d
—
---------
o U vvvccO ------------------ o ttw V c L o -
k £ to .o u s
Exemplo:
2 — Quiálteras aumentativas
Exemplo:
'W- 'Vv.O.
s : C 7 í __|< _ ^ c|. u . lS
+ 1
- V x. ; - » v O /v vw v . 1 1 1
g .# ê » » » ( q -u T õ i
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s
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PRINCÍPIOS BÁSICOS DA MÚSICA 107
3 — Quiálteras diminutivas
Exemplo:
Exemplo:
108 M ARIA LUÍSA DE MATTOS PR IO LLI
QUESTIONÁRIO X X III
EXERCÍCIOS
Escreva os seguintes grupos de quiálteras:
1— 3 notas em um tempo de 4/4 7 — 4 notas em um tempo de 6/8
2 — 5 notas em um tempo de 2/8 8 — 2 notas em um tempo de 9/8
3— 9 notas em um tempo de 3/4 9 — 5 notas em um tempo de 6/16
4— 6 notas em um tempo de 2/2 10 — 4 notas em um compasso 3/4
5— 7 notas emum tempo de 3/8 1 1 — 3 notas em 1/2 tempo de 2/4
6— 3 notas em um tempo de 3/16 12 — 3 notas em 1/3 de tempo de 6/8
109
X V I I I
1 — Andamentos
Allegro — rápido
Vivace — ainda mais rápido
Andamentos rápidos .. < Vivo — bastante movido
Presto — muito rápido
Prestissimo — o mais rápido de todos
no M ARIA LUISA DE MATTOS PRIO LLI
2 — Metrônomo
ritardando
ritenuto
para retardar o andamento
allargando
rallentando
PRINCÍPIOS BÁSICOS DA MÜSICA 111
3 — Sinais de intensidade
piano (p ) — suave
pianíssimo (pp) — fraquíssimo
forte (f)
mezzo-forte (m f) — meio forte
mezzo-piano (m p) — meio suave
morendo — desaparecendo o som
diminuindo (dim.)
smorzando (smorz.) — extinguindo o som
rinforzando (rinf.) — reforçando o som
crescendo (cresc.) etc..
QUESTIONÃRIO X X IV
A P R E C I A Ç Ã O M U S I C A L
M A N O S S O L F A
1. a) instrumentos de cordas.
2 . a) instrumentos de sôpro.
3. a) instrumentos de percussão.
4. a) instrumentos eíéíricos (ou eíefrônicos)
B A N D A DE M Ú S I C A
2 cravos 1 flauta
2 órgãos de madeira 2 cornetas
2 violinos 1 clarino (trombeta da qual se
10 violas originou o “ trompette” )
2 contrabaixos 3 trombetas
2 guitarras 4 trombones
1 harpa 1 regale (espécie de realejo)
violoncelo
viola
violino ■friccionados
cordas < contrabaixo
4
harpa — dedilhado
piano — percutido
clarinete )
sôpro clarinete baixo V Pa]heta
orquestra (ou clarone) í simples
1
moderna
trompa .
“ trompette” V bocal
metais trombone )
saxofones — palheta simples
saxhornes — bocal
celeste \
tímpano I
carrilhão r som determinado
xilofone J
PRELÚDIO — Peça tíe forma livre. Não tem compasso nem anda
mento determinado. Serve muitas vêzes como introdução a uma
peça de maior vulto. É geralmente curto e tem caráter de improviso.
HINO DA INDEPENDÊNCIA
HINO À MÚSICA
C /1
- si 1uni son bo intenso um raio vív i - do De a-mor e dees per anç aat er r a destCe, Sé~era.
teu
i r u 1f u
u ti U
u-ró"e
TUcs ap
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d a ! DoS f i l h o *
I J J.'j ] j
des t e sóIoe’smaegent i l Pa' i r i aams da B r a s i l ! -*il!
m
[ B r a s il, d e a m o r e t e r n o s e ja s im b o lo
i t a d o e t e r n a m e n t e em b e rc o e s p t e a d i d 0 O l á b a r o q u e o s t e n t a s e s t r e l a d o
som do m a r e a l u i do ceu p r o f u n d o , E d ig a 0 v e rd e - lo u ro d e s ta f lu m u ix
í g u r a s , 0' B r a s i l , f l o r ã o d a A m e r i c a - P a z no f u t u r o eg l o r i a no p a s s a d o
uni nadei ao s o l do N o vo M u n d o l
[ q ue a t e r r a m a is g a r r i d a , x M a s ,s e e r g u e s da ju s t iç a a c l a v a f o r t e ,
:u s r i s o n h o s , l i n d o s c a m p o s t ê m m a i s f i o r e s : F e r a s q u e u m f i l h o t e u n ã o f o g e d l u t a ,
fo sso s b o s q u e s t ê m m a i s v i d a ” f e m le m e ,q u e tn le a d o r a , a p r o p r i a m o rte
fo s s a v i d a ' j n o t e u s e i o f i n a i s a m o r e s .
T e rra a d o ra d a
O P a triu am ada E n tre o u tra s m il,
Id o la tra d a E s tu , B ra s il, _
S a lv e i S a lv e i O Pa t r ia a/nadal
D o s f i l h o s d e s t e s o lo
E s mãe g e n t il
P á t r ia am ada^
B ra s il!
136 HINO À BANDEI RA NACI ONAL
L e t r a de O L A V O B I L A C M u s i c a de F R A N C I S C O B R A G A
T e mp o <1e ma r c h a
0
9 lU = ^ = S y v — •- f - — » ■ --4 p = $ f= ■ MV y- :
j M = ; L -P --------
■- 1
- P - t U ----
fkx-^TJ 1---- in -. j . - ■_
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________I________ -L■
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.1t :. .-i:."
.v
L.............
rr:— ~rz i g ITT i * -;
u ....... _
•7----- ~ • « - 1 ^
II
Em te u s e io f o r m o s o re tra ta s
E s te ce'u d e p u r í s s i m o azul
A v e r d u r a sem p a i' d e s ta s m a ta s ,
E o e s p le n d o r do C r u z e ir o do S i t l l
R e c e b e 0 a f e t o q u e se e n c e r r a , e tc
II l A IP _
C o n te m p la n d o o teu c u l t o s a g r a d o S o b r e .a i m e n s a n a ç ã o b r a s i l e i r a .
C o m p re e n d e m o s o nosso d e v e r N o s m o m en to s de f e s t a « u d e d o r
E o B r a s il p o r seus f ilh o s am ado E a i r a s e m p r e a s a g r a d u b a n d e ira
P o d e ro s o e f e l i z h á de s e r P a v i l h ã o d a j u s t i ç a e do a m o r l
L e t r a de E V A R 1S T O F. DA V E I G A M u s i c a de D. P E D R O 1
Ja' po - de i s d* P a - t r i a fi - lboS,Vercontente»mâeg;en
- da - de No ho r i - aon- t e do B r a - s i l Brava
II.
Os g r i l h õ e s que nos f o r ja v a
ü a p e rfíd ia a s tu to a r d i l
H o u ve mão m a is p o d e ro s a
Z o m b o u d e le s o B r a s i l
B i ’ a v a et e n t e . í / t ®
1F.
/ 7/*
N ã o te m a is ím p ia s f a la n g e s P a ra b é n s , d B r a s ile ir o s l
Que a p re s e n ta m fa c e h o s til J á com g a r b o j u v e n i l ,
F o s s o s p e ito » g v a s s o s b ra vo s P o u n iv e rs o e n tre as naçÒes
S ã o m u r a lh a s do B r a s i l . R e s p la n d e c e a do B r a s i l •
B r a v a g e n t e , e tc . I B r a v a g e n te r e t c .
HINO DA PROCLAMACAO DA REPUBLICA
138
L e t r a de M E D E E R O S í A L B U Q L ' E R Q U E M u s i c a de L E O P O L D O M I G U E Z
A Ii °. ma e s t o s o di m a r e i a
• •9
Se-jaiim p a -1 i o de luz desdo - br a - do sob a
A .__ s
l a r g a ampl i dão de s t e s ceus.. • Es - 1 e cant o r ebel , que o pa s s a - d o v e m r e -
4 * J J ~ iN J IJ L J -~ j I ^
- m i r d o s m a i s t o r p e s l a-be'us ! S e - j í u m bi - no de g l o ' r i a que fa -1 e de es- pe-
Q -T tf1 -r p Ip í i
- r anças deuni n o v o p o r s i r ! C om t i-su es de tri-un fos e m - b a - l equf l mpor
m É
r
e- ! e l u- t an- do s u r - g i r ! L i - b e r d a - d e ! L i - b e r d a - d e ! Ab r e a s a s as sübr e
D. C.
J
no's! Das In tas na tempestade d a'que ouçamos tua toz!
II
N o ‘s n e m c r e m o s q u e e s c r a v o s o u t r o r a / M e n s a g e ir o de p a z ,p a z q uere m o s,
T e n h a h a v id o em iã o n o b r e p u is . . . / E de a m o r n o s s a f o r ç a e p o d e r,
H o je o ru b ro la m p e jo da a u ro ra / M a s da g u e r r a nos t r a n s e s su p re m o s
A e h u ir m ã o s , n ã o t i r a n o s h o s t i s . / H e i s de v e r- n o s l u t a r e c e n c e r l t
S o m o s to d o s i g u a i s ! Ao fu tu ro .
S a b e re m o s u n id o s l e v a r L ib e rd a d e , L ib e rd a d e , e tc . I
Nosso a u g u s to e s t a n d a r t e , Ig ^
Q u e , p u / o, b r i l h a a v a n t e , d a P á t r i a no a l t a r l j D o I p i r a n g a e p r e c i s o que o b r u d o
S e ja um g r i t o s o b e rb o de f e l r
L ib e rd a d e ,. L ib e rd a d e ! e tc . O B r a s i l j á s u r g iu lib e rta d o
III S o b as p á r p u r a s r e g i a s d e p e l
S e e m is t e r que de p e ito s v a le n te s E ia p ois ,B ra s ile iro s ,a v a n te l
H a ja s a n g u e . no no sso p e n d ã o , P e r d e s l o u r o s c o lh a m o s lo u ç à o s
S a n g u e v iv o do h e r ó i T ir a d e n t e s S e ja o nosso p a ís t r i u n f a n t e ,
B a tiz o u e s te a u d a z p a v ilh ã o l L iv re te rra de l i v r e s i r m ãos l
L i b e r d a de, L ib e r d a d e , e t c .
HI NO A MUSICA 139
T e m p o de m a r c h a
' _______ 7
f- p - j { j.
p o e-ta in - t e - gra-do n u m T e r - s o — O e s - pl e n- d or mu - si - c al da c r i a -
3§Í m =P= P
-cão._ Ma - i i an - c i - al da e - xis - ten - ci - a
^ J i. J i l_ j
V d w
- dê n - ci - a Qu «fe n - t r e - l a - ca a t er - r a eo céu..
II. IP.
A alma acorda aos pr imeiros compassos Um soluço uma lagrima,um bejjo
Desabrocha nos ritm os seus Tempestade Ou alvorada de luz
M e l o d i a que vem dos e s pa ço s Umbarulho,de penas,um adejo
E a p r o x i m a as c r ia tu r a s de Deus. T udo a música exprime e traduz
M a n a n c i a l da e x i s t ê n c i a , et c. Manancial da e x i s t ê n c i a , etc.
ÍU . r.
Cada nota e'uma estre la que vibra Eda unção que nos vem das alturas
E na sua e x p r e s s ão m u s i c a l Que compomos um mundo interior
Faz vibrar dent ro em nós f i b r a a f i b r a Porque a música orienta as criaturas
O m i l a g r e da vida im o r ta l Para o bem,para a fe\para o amor
M a n a n c i a l da e x i s t ê n c i a , etc. Manancial da e x i s t ê n c i a , et c.
140 SOLFEJOS
T o d o s os e x e r e f e i o s devem s e r e s t u d a d o s
p r i me i r a me n t e ^ c o mo l e i t u r a m é t r i c a
É
i # m
s %1 3-7 r m §
ji ii v éj i i l i
9 4 i ^ - r
' ♦ * «>'
141
18
142 V I V A 0 BRASIL
M. L . Pr i o l l i
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£ f = ^ = 1 = = = f= = ^
--- < L ~ r ______ 1______ ___ L____m.__ bs r i TS
ju f - x ....... - = = ■ r *~ *
1
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0 SOL. E A LUA
M.L.Priolli
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Anulați oricând.