Sunteți pe pagina 1din 2

Professor reflexivo

A perspectiva do professor reflexivo é tida como imprescindível para uma boa prática docente.

Uma nova proposta de epistemologia da docência dada pela prática de bons profissionais é a perspectiva do professor
reflexivo. “A prática reflexiva tem sido amplamente divulgada no campo das discussões sobre formação de professores,
e incorporada a textos e documentos de forma quase integral e totalizadora” (CAMPOS, DINIZ, 2004, p.2).

Segundo Nunes (2010, p.1), “apoiado nos pressupostos do pensamento de Dewey, em particular a conceitualização
de experiência, Schön formula a sua perspectiva em torno de três aspectos: reflexão da prática, reflexão sobre a
prática e sobre a reflexão sobre a prática.” Para ele, o professor possui um conhecimento adquirido na prática, e o
utiliza para a solução de diferentes questões.

A reflexão na ação se dá quando o professor reflete, colocando para si as questões do cotidiano como
situações problemáticas e faz isso ao mesmo tempo em que está vivenciando esta situação. No entanto, quando
se faz esta reflexão após a ação, é a chamada reflexão sobre a ação; esta tem caráter retrospectivo. Por fim, no
momento em que o profissional, em um processo mais elaborado, procura compreender a ação, interpretando-
a e tem condições de criar outra alternativa para aquela situação, na realidade ele está realizando o processo
de reflexão sobre a reflexão na ação.

A perspectiva do professor reflexivo pode se dar como: reflexão da prática, reflexão sobre a prática e sobre a reflexão sobre a prática.
Existem também alguns fatores que limitam o profissional a ser um professor-reflexivo; um destes é o tempo
cronológico, “a carga de trabalho a que está submetido o professor transforma-se em fator de inviabilização de
qualquer outra atividade além da mera docência” (NUNES, 2010, p.6).

Outros limites, citados por Nunes (2010, p.6), são, primeiramente, o fato de as definições das políticas de ensino e
de capacitação profissional serem feitas por especialistas e administradores e não pelos próprios
professores, não levando em conta suas experiências; e também o fato de a atividade docente ser caracterizada pela
individualidade – a reflexão fica afetada porque não se consegue incorporar o dado de outros profissionais, “não existe
uma opção/condição de se trabalhar em termos coletivos ou em grupos”.

Além disso, os professores, em geral, não compreendem os limites epistemológicos existentes. Um exemplo
disso é a sobreposição do habitus sobre a reflexão ou o contrário. Na realidade, o professor deve entender que estes
se complementam, sua prática é formada por ambos. “Outro dado limitador de caráter epistemológico está na
compreensão que a reflexão é algo inerente ao ser humano” (NUNES, 2010, p.7).

Entretanto, apesar destes obstáculos, a reflexão é uma exigência para o fazer docente e algumas medidas podem ser
tomadas para que esta seja mas eficaz. Segundo Maldaner (2009):

“Os processos de formação continuada já testados e que podem dar respostas positivas têm algumas características relevantes: os

grupos de professores que decidem “tomar nas próprias mãos” o tipo de aula e o conteúdo que irão ensinar, tendo a orientação maior –

parâmetros curriculares por exemplo –, como referência e não como fim; a prevalência dos coletivos organizados sobre indivíduos

isolados como forma de ação; a interação com professores universitários, envolvidos e comprometidos com a formação de novos

professores; o compromisso das escolas com a formação continuada de seus professores e com a formação de novos professores

compartilhando seus espaços e conquistas...” (MALDANER, 2009, p. 110).

Por Jennifer Fogaça


Graduada em Química
Equipe Brasil Escola

Fonte: Brasil Escola - http://educador.brasilescola.uol.com.br/estrategias-ensino/professor-reflexivo.htm

S-ar putea să vă placă și