Sunteți pe pagina 1din 2

1) Uma lei concedendo a Cidadania Pernambucana a um famoso artista Paraibano é

uma norma Individual. Uma lei local, que de acordo com o contexto foi elaborada
pelo poder legislativo do Estado de Pernambuco para radicar um artista que nasceu
no Estado da Paraíba é um ato normativo individual. As normas gerais tem como
principal característica o não conhecimento do seu destinatário no momento de sua
criação, assim, uma norma geral se apresenta de maneira genérica pois não
dispõem de subjetividade suficiente para discriminar os indivíduos em suas
relações. São, portanto, normas de caráter geral, que tentam prescrever e
coordenar de forma abstrata os atos de toda uma sociedade ou de um grupo da
sociedade não especificados individualmente . Ao contrário, as normas de caráter
individual tem como destinatários indivíduos previamente conhecidos e
especificados na própria lei, desta forma essa norma perde seu caráter geral e trata
de relações específicas e individuais de uma pessoa ou de um grupo de pessoas que
podem ser perfeitamente determinadas.

2) De acordo com o texto do art. 22, inciso I da CF/88, os estados e os munícipios


ficam impedidos de legislar sobre normas gerais desses temas, ficando a
responsabilidade de estabelecer os conteúdos normativos gerais referente a direito
civil, comercial, penal processual, eleitoral, agrário, marítimo dentre outros citados
no referido inciso, da União. Por exemplo, um estado não pode estabelecer regras
gerais de direito penal pois estaria usurpando competência privativa da União, no
entanto esse Estado pode tratar de questões específicas referente a esse tema de
forma que complementem e não contrariem as normas gerais estabelecidas pela
União. Trata-se portando de uma norma proibitiva pois proíbe que outros entes
tratem de normas gerais e ao mesmo tempo de uma norma permissiva, pois
permite que os outros entes legislem sobre conteúdos específicos referente aos
temas.

3)

Premissa maior quanto a O negócio jurídico (termo médio) não deve ser
conduta: simulado (termo maior)
Premissa menor quanto a Jorge e Mateus (termo menor) fingiram a transmissão
conduta: de um bem. (termo médio)

Conclusão quanto a conduta: Jorge e Mateus (termo menor) simularam um negócio


jurídico (termo maior)

Premissa maior quanto a O negócio jurídico simulado (termo médio) é nulo


sanção: (termo maior)
Premissa menor quanto a Jorge e Mateus (termo menor) realizaram um negócio
sanção: jurídico simulado (termo médio)

Conclusão quanto a sanção: O negócio jurídico entre Jorge e Mateus (termo


menor) deve ser anulado (termo maior)

4) A) Analisemos o art.. 1º da referida lei o qual dispõem:


O crime de furto passa a ser punido com pena de 10 a 30 anos.
A pena instituída no Caput pode ser aplicada aos fatos ocorridos antes da entrada
em vigor desta lei.

O Caput do artigo encontra-se perfeitamente válido ao Direito positivo nacional pois


a majoração da pena de furto pode ser alterado pelo legislador seguindo os anseios
da sociedade e o processo formal de criação/alteração de lei. No entanto o
Parágrafo 1º, do referido artigo não tem validade jurídica pois a lei penal não pode
retroagir, salvo para beneficiar o réu. Trata-se nesse caso de uma notável violação
ao principio de não retroatividade da lei penal cujo enredo está bem definido tanto
na CF/88 como no Código Penal. Esse principio está intimamente relacionado a
noção de segurança jurídica, a qual prevê um regulamento jurídico coerente cuja a
principal função é assegurar com o máximo de eficiência a perenidade das relações
sociais construídas no tempo. Neste sentido a validade aqui mencionada é a
validade material, que diferentemente da validade formal, não dispõem apenas dos
trâmites e das autoridades formais competentes para sua criação, mas relaciona-se
com a coerência em relação ao ordenamento jurídico existente.

b) O segundo artigo da referida lei também não é válido pois viola o principio da
territorialidade, o qual estabelece em termos territoriais a validade de um norma,
segundo este principio cada país soberano detém seu próprio ordenamento jurídico
e, salvo em caso de acordos bilaterais, as normas que devem prevalecer são as que
compõem o sistema legal do país aonde ocorreu o fato.

c) o terceiro artigo também não tem validade pois fere o principio constitucional da
coisa julgada, o qual declama que uma lei posterior não pode alterar a sentença de
uma decisão que já exauriu todas as esferas e trâmites judiciais estabelecidos,
portanto, em principio a lei não pode retroagir a coisa julgada.

d) trata-se de uma revogação genérica, a qual foi abolida a partir da lei


complementar nº 95, de 1998, que, como forma de proteger a segurança jurídica
também proibiu expressamente a revogação tácita. Portanto, para que uma lei
revogue total ou parcialmente outra é necessário constar no texto da nova lei o
conteúdo da lei antiga a ser revogado.